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22/09 - Comcast vence Fox em leilão e leva Sky com proposta de US$ 39 bilhões
Comcast ofereceu 17,28 libras por ação para controlar a Sky. A Comcast venceu a Twenty-First Century Fox, de Rupert Murdoch, na batalha pela Sky, após oferecer aproximadamente 30 bilhões de libras (US$ 39 bilhões) pela emissora britânica, em um raro leilão para decidir o futuro do grupo de televisão paga. A gigante do cabo norte-americana Comcast ofereceu 17,28 libras por ação para controlar a Sky durante o leilão, vencendo as 15,67 libras oferecidas pela Fox, informou o Painel de Controle, em um comunicado, pouco depois das últimas propostas, neste sábado (22). Comcast ofereceu 17,28 libras por ação para controlar a Sky Reuters A oferta final da Comcast foi significativamente maior do que a que havia feito antes do leilão, de 14,75 libras, e se compara com o preço de fechamento da ação da Sky na sexta-feira, em 15,85 libras. O leilão rápido marca um clímax dramático da batalha de propostas desde fevereiro, quando a gigante Comcast invadiu a operação da Fox em busca do controle da Sky. A decisão é um golpe para Murdoch, de 86 anos, e o grupo de mídia e entretenimento norte-americano que ele controla, que já detém 39% das ações da Sky e tentava assumir o controle total do negócio desde dezembro de 2016. É também um tropeço para a gigante norte-americana Walt Disney, que chegou a um acordo separado de US$ 71 bilhões para comprar os ativos de cinema e televisão da Fox, incluindo fatia da Sky, em junho, e teria assumido controle total da emissora britânica, se a Fox tivesse sido bem sucedida.
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22/09 - #Instaperfect: como a desigualdade pode estar impulsionando as selfies sensuais
O que está por trás do fenômeno da selfie sexy? A obsessão online que vivemos hoje tem sido vinculada à vaidade e até à opressão de gênero. Mas esse poderia ser também um comportamento guiado pela economia. A cantora Pixie Lott faz selfie no tapete vermelho do Festival de Cinema de Cannes, em maio de 2015 Benoit Tessier/Pool via AP Uma imagem vale mais que mil palavras. Da mesma forma, parece que há mais por trás das selfies do que pode parecer à primeira vista. A obsessão online que vivemos hoje tem sido vinculada à vaidade e até à opressão de gênero. Mas poderia ser também um comportamento guiado pela economia? Asma Elbadawi é uma artista visual de origem inglesa e sudanesa. Ela acha que o capitalismo moderno impulsiona as mulheres a se fotografarem como objetos de desejo. Recentemente, ela postou uma selfie no Instagram com desenhos no rosto, lembrando as marcas feitas em pacientes antes de uma cirurgia plástica. Na imagem, ela citou uma frase de um de seus poemas, intitulado "Shades" (sombras, em português): "mantenha-se na moda em um mundo que cria inseguranças e oferece-as como alimento para sua população". Fotografia artística de Asma Elbadawi, divulgada em seu Instagram, na qual seu rosto está repleto de riscos que simulam a preparação de uma cirurgia plástica ASMA ELBADAWI/ INSTAGRAM Elbadawi, ativista reconhecida pelo empoderamento de jovens muçulmanas, afirma que sua intenção era usar a linguagem de cartazes publicitários, criando uma mensagem irônica. "Eu percebi, ao longo dos anos, com o crescimento das redes sociais e a queda nos preços de cirurgias cosméticas, que as mulheres ao redor do mundo têm mudado seus traços faciais para se parecerem mais com as europeias, além de colocarem implantes para realçarem suas curvas", afirmou. "Eu era constantemente bombardeada com imagens de mulheres sensuais e perfeitas. E com propagandas que tentavam me vender produtos cosméticos e para emagrecer. Isso me fez perceber que, de muitas formas, o capitalismo cria inseguranças por meio de publicidade, para então lucrar com os consumidores - bem como fazer com que as mulheres se vistam e tenham uma aparência específica para o público masculino". Selfies sensuais são sinal de discriminação de gênero O trabalho de Elbadawi levanta uma questão interessante. Conquistas femininas possibilitaram às mulheres denunciarem tudo que as objetifica, desde a cantada na rua até a cultura machista do teste de sofá de Hollywood. Apesar disso, a disseminação das redes sociais faz com que sejamos bombardeados com imagens sexualizadas de mulheres. Por quê? Khandis Blake, psicóloga na Universidade de New South Wales, em Sydney, pesquisa o que a sexualização das mulheres pode nos dizer sobre as sociedades. Segundo ela, as selfies são geralmente tiradas como um sinal de discriminação de gênero. Ou seja, as mulheres tiram selfies porque elas sentem que precisam parecer atraentes para os homens. Mas, além disso, a última pesquisa de Blake encontrou um aspecto econômico. Em um artigo publicado no periódico científico Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), Blake descreve suas descobertas depois de analisar centenas de milhares de selfies tiradas em 113 países - dentre as quais foram selecionadas 68 mil selfies "sexy". Selfie sexy é mais comum em países mais desiguais O resultado é que o fenômeno da selfie sexy é mais prevalente em países educados e desenvolvidos, afirma Blake. "São as mesmas sociedades que passaram décadas lutando contra a objetificação sexual de mulheres e garotas - e que estão fazendo com que homens poderosos expliquem seu comportamento em relação a mulheres". Para entender essa aparente contradição, a equipe da psicóloga avaliou indicadores econômicos e de gênero nesses países. E descobriu que as mulheres são mais propensas a investir tempo e esforço em tirar e postar selfies sexy em países onde a desigualdade econômica está subindo. Isso explicaria, segundo ela, por que os Estados Unidos, Reino Unido e Cingapura - onde a desigualdade de renda está aumentando - estão entre os países mais viciados em selfies, juntamente com um conjunto de países menos desenvolvidos mas muito desiguais - como Brasil, México e Colômbia. As pessoas em países desenvolvidos com baixa desigualdade de renda - como Noruega, Suécia, Islândia e Dinamarca - tiram menos selfies sexy. Assim, "a sexualização pode ser uma marca de ascensão social" e competição feminina. Blake afirma que suas conclusões são consistentes com dados econômicos. As mulheres que vivem em regiões com grande desigualdade econômica nos Estados Unidos gastam mais em salões de beleza e lojas de roupas, por exemplo. Asma Elbadawi diz que teme que as meninas nunca aprendam a gostar de seus corpos BBC Quem está no controle? Kim Kardashian, celebridade de TV e magnata dos cosméticos, tem uma fortuna de US$ 350 milhões, segundo a Forbes. Ela tem sido chamada de a mulher mais fotografada da história. Segundo Blake, parecer atraente ou sexy nos dias de hoje "pode dar grandes retornos, econômicos, sociais e pessoais". "Falar para as jovens pararem de postar selfies sexy é como pedir que renunciem ao que o capitalismo lhes oferece". O problema surge quando mulheres são pressionadas a terem uma aparência específica, que pode se tornar algo opressivo, afirma. Asma Elbadawi teme que as jovens nunca aprendam a gostar de si mesmas e de seus corpos. Em algumas culturas, "as jovens sentem medo de desenvolverem músculos se praticarem esportes. Na verdade, alguns dos namorados delas pedem que parem de jogar. Eles acham que isso pode torná-las menos femininas e atraentes", diz ela, que também é instrutora de basquete. É uma pena, diz Elbadawi, porque as garotas podem aprender muito sobre "desenvolvimento pessoal e como conectar mente e corpo para dar o seu máximo. Mas isso é desprezado. Instrutores de academia, blogueiros de moda e artistas da maquiagem têm milhões de seguidores porque focam em como obter o corpo e aparência perfeitos". Initial plugin text
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22/09 - UEPB convoca novos aprovados em seleção para agente de portaria
Convocação foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) deste sábado. Aprovados têm dez dias para comparecer à UEPB. Campus da UEPB em Campina Grande Junot Lacet Filho/Jornal da Paraíba A Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) publicou novo edital de convocação para os candidatos aprovados e classificados no processo seletivo para o cargo de agente de portaria da instituição. O edital foi publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) deste sábado (22) e conta com onze aprovados para preencher as vagas remanescentes. Conforme o edital, os convocados devem comparecer à Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (PROGEP) da UEPB entre os dias 24 de setembro, na segunda-feira, e 5 de outubro, das 8h às 11h e das 14h às 16h, para entregar a documentação necessária. A Progep fica localizada na sala 111, no 1º andar do prédio administrativo do campus de Bodocongó, em Campina Grande. O processo seletivo ofereceu 42 vagas para o cargo de agente de portaria, com salário inicial de R$ 1.502,24. Os selecionados cumprirão uma carga de 40 horas semanais. Cocumentação exigida (original e cópia): Comprovante de escolaridade (cópia autenticada em cartório); RG, CPF, título de eleitor e último comprovante de quitação eleitoral; PIS/PASEP, carteira de trabalho (página que contém nº e série e o verso dessa página); Reservista (candidatos do sexo masculino), certidão de nascimento ou casamento; Dependentes (registro civil, CPF, cartão de vacina e comprovante de matrícula dos filhos com idade igual ou inferior a 7 anos); Comprovante de residência com CEP atualizado; Declaração de imposto de renda atualizada; Declaração fornecida pelo órgão em que trabalhou anteriormente de não ter sofrido no exercício de cargo ou função pública nenhum tipo de penalidade administrativa; Folhas de antecedentes das polícias federal e estadual dos estados em que haja residido nos últimos 5 anos; Uma fotografia 3×4 recente; Declaração que comprove não ser aposentado por invalidez e nem estar com idade de aposentadoria compulsória; Declaração que comprove não receber proventos oriundos de cargo, aposentadoria, emprego ou função, exercidos no âmbito da União, do Território, dos Estados, do Distrito Federal, dos Municípios e suas Autarquias, Empresas ou Fundações; Atestado de Saúde Ocupacional (ASO); Laudo Médico para os aprovados que concorreram às vagas para portadores de necessidades especiais, que ateste a deficiência com expressa referência ao código correspondente da Classificação Internacional de Doença (CID) emitido por especialista da área da deficiência. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (83) 3315-3494. O edital de convocação com a relação completa dos convocados pode ser acessado no site da UEPB ou no DOE. O modelo da declaração negativa de acumulação de cargos também pode ser encontrado no site da UEPB.
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22/09 - Com dólar em alta, dobra a procura de pessoas físicas por fundos cambiais
Aplicação teve o melhor retorno no ano e mais da metade de seu patrimônio em cotas do pequeno investidor; conheça investimentos que se beneficiam da valorização da moeda estrangeira. Com a forte disparada do dólar nas últimas semanas, nenhuma modalidade de investimento rendeu mais que os fundos cambiais desde o início do ano. A perspectiva de valorização da moeda fez dobrar a procura de pessoas físicas por esse tipo de aplicação, tradicionalmente mais acessível a grandes investidores. 6 pontos para entender por que o dólar está subindo Como o sobe e desce do dólar influencia minha vida? Os fundos cambiais são aplicações que investem pelo menos 80% de sua carteira em ativos ligados à cotação de moeda estrangeira, – em regra o dólar e o euro, que são mais fortes. Sempre que estas moedas se valorizam, o rendimento acompanha a alta na mesma proporção. Nota de US$ 5. REUTERS/Thomas White A quantidade de pessoas físicas que compraram cotas nestes fundos saltou de 17.578, do início de janeiro, para 34.650 até a última sexta-feira (13), um aumento de quase 100%, mostram dados da provedora de informações financeira Morningstar, compilados pelo administrador de investimentos Marcelo D’Agosto. “Esse aumento mostra a dimensão do crescente interesse de investidores menores neste tipo de investimento”, explica o especialista ao G1. Apesar de somar uma parte ínfima do mercado trilionário de fundos no Brasil, o patrimônio líquido destas aplicações cresceu 60% de dezembro a julho deste ano. Passou de R$ 3 bilhões para R$ 5,2 bilhões, segundo dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). “Em especial este ano, diante da volatilidade ligada a questões locais e a tensões no mercado internacional, o fundo cambial se tornou um instrumento interessante de proteção contra essa variação”, explica o vice-presidente da Anbima, Carlos André. Quando se olha o patrimônio destes fundos, nota-se que a maior parte (56%) vem de pessoas físicas, somando os segmentos de varejo (que investem via de regra até R$ 100 mil), alta renda e private banking (investidores que aplicam, em geral, mais de R$ 1 milhão). Entre janeiro e julho, 65% da captação líquida (entradas menos saídas) destes fundos cambiais veio deste tipo de investidor. Para D’Agosto, a oferta maior do produto no mercado ajudou a popularizar estes fundos. Em tempos de incerteza política, juros baixos e câmbio volátil, a modalidade passou a ser mais indicada nas plataformas de investimento operadas por bancos e corretoras. “Hoje existe uma oferta [de cotas em fundos cambiais] capaz de atender essa demanda maior do varejo, que antigamente era mais restrita a grandes investidores”, aponta D'Agosto. Rendimento em alta Quem investiu neste tipo de aplicação no início do ano teve um retorno médio de 24,68% até o final de agosto, de acordo com levantamento da Anbima. Mas o potencial de alta do fundo cambial implica também em alto risco de perdas. Em vista disso, a recomendação dos gestores é alocar apenas uma parte dos recursos neste tipo de investimento – a velha regra de não colocar "todos os ovos na mesma cesta". “O fundo cambial é uma opção interessante para pessoas físicas que procuram uma forma relativamente simples de diversificar seus investimentos”, considera o vice-presidente da Anbima, Carlos André. A aplicação também funciona como uma alternativa de hedge (proteção cambial no mercado futuro) para investidores corporativos que não têm interesse em atuar no mercado futuro, uma modalidade que implica em contratos mais complexos negociados na bolsa ou no mercado a termo. Além da possibilidade de lucro no curto prazo, os fundos cambiais também são indicados como proteção para quem tem compromissos pré-agendados em moeda estrangeira, diante uma potencial desvalorização do real. O mais comum para pessoas físicas são as viagens planejadas para o exterior, seja com objetivos turísticos ou educacionais. Veja abaixo os investimentos que, em geral, costumam se beneficiar com a alta do dólar: Fundos cambiais São aplicações que investem pelo menos 80% de sua carteira em ativos ligados à cotação de moeda estrangeira, especialmente as mais fortes como dólar e euro. Sempre que estas moedas se valorizam, o rendimento cresce na mesma proporção.Há cobrança de taxas e Imposto de Renda que varia de 15% a 22,5%, dependendo do tempo em que o dinheiro estiver aplicado. Ações de empresas com receita em dólar Papéis de companhias brasileiras dolarizadas (que têm suas principais fontes de receita em dólares) são indicadas quando há perspectiva de alta da moeda dos Estados Unidos. Isso porque, quando o dólar se valoriza, elas em geral melhoram seus balanços. São exemplos as grandes exportadoras dos setores de mineração, aviação e papel e celulose. Fundos multimercados Este tipo de investimento, que usa a diversificação como estratégia, pode investir parte de sua carteira com exposição em ativos cambiais ou no mercado futuro, se a leitura do gestor for de possível valorização do dólar. “É uma outra forma indireta de se beneficiar dessa valorização”, diz André. Fundos de ações de BDRs Os Brazilian Depositary Receipts (BDRs) são emitidos no Brasil e têm lastro em ativos negociados em bolsas no exterior, geralmente ações de empresas estrangeiras. Como o valor destas ações é em dólares, quando a moeda se valoriza, o valor destas ações sobe. “Se a ação subir, o investidor pode ter um duplo ganho com o câmbio e com a própria ação”, explica o vice-presidente da Anbima. ETFs da bolsa americana Os fundos de índices (ETFs,Exchange Traded Funds, em inglês) são aplicações que replicam índices negociados em bolsa e eles permitem investir em índices como Nasdaq e Dow Jones sem precisar enviar dinheiro para fora. A lógica é a mesma dos BDRs: quando a tendência é de alta do dólar, essas ações ficam mais valiosas em relação ao ativos em real. Contratos futuros de dólar São derivativos, que consistem em contratos de compra ou venda de moeda estrangeira em que se negocia previamente uma cotação futura. Quando o investidor aposta na alta da moeda, ele opera comprado. Quando ele acredita que o dólar vai cair, ele opera vendido. Dólar em espécie A estratégia é mais indicada para quem tem uma viagem marcada para o exterior no curto ou médio prazo. Ela consiste em adquirir aos poucos a moeda em papel, para se proteger das eventuais oscilações no período que antecede o compromisso.
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22/09 - Você não lê os manuais dos produtos? Não está sozinho
Você costuma ler os manuais de instrução, os rótulos nos alimentos ou mesmo o contrato do plano de saúde? É claro que são importantes e você devia, mas se mesmo assim a sua resposta é não, ao menos não está sozinho. Quase ninguém lê. A conclusão, publicada no Interacting with Computers Journal em 2016, levou um estudo de Alethea Blackler, Rafael Gomez, Vesna Popovic e Helen Thompson, quatro pesquisadores australianos, a conquistar na semana passada o Ig Nobel, prêmio concedido a trabalhos científicos engraçados, mas que levam a pensar. A pesquisa aborda um ponto conhecido de muitos consumidores: a ansiedade diante da quantidade imensa de recursos que os novos produtos oferecem. Seja um computador ou um microondas, novos produtos são criados com cada vez mais opções e ajustes. Fabricantes gastam tempo e dinheiro depois produzindo manuais na confiança de que darão aos consumidores as informações necessárias para uma boa experiência. Funcionaria se fossemos todos os consumidores interessados que eles imaginam, mas nem sempre é assim. As informações podem estar lá, porém, já sugeriam alguns trabalhos anteriores, a maioria dos usuários dispensa a leitura. Em uma pesquisa em 2007, citada pelo estudo, 67% dos participantes revelaram que, em vez de ler o manual, tentavam explorar sozinho os equipamentos e, se necessário, pediam ajuda ao suporte. Para saber a razão, os quatro pesquisadores fizeram um experimento com 170 consumidores. Eles deviam usar vários equipamentos, como microondas, câmera, controle remoto, etc, e também programas de computador. A todos os participantes foi oferecido o manual para aprender sobre os produtos. Mesmo assim apenas um em cada quatro deles procurou as informações. Os demais preferiram usar a intuição, experimentando os aparelhos e tentando fazê-los funcionar. Muitos tinham alta escolaridade e outros eram muito jovens. Foram os dois grupos que menos usaram os manuais. Mas ambos, aponta o estudo, também têm mais familiaridade com a tecnologia, sabendo operar apenas os recursos pretendidos. As pessoas não deixam de comprar aparelhos – ou softwares – complicados e cheios de recursos, mas os resultados apontam que muitas destas características ficam sem uso porque são difíceis de entender. Diante da quantidade de informações, sem tempo para aprender sobre o manual, as pessoas se sentem ansiosas e muitas vezes atrapalhadas. Para Alathea Blacker, que comandou o estudo, os resultados impõem um desafio à maneira como os produtos hoje são desenvolvidos e apresentados. Ela não defende que os designers não incluam novas características e nem que não sejam ressaltadas, mas um equilíbrio. A pesquisadora é autora de vários trabalhos sobre como consumidores experimentam novos produtos. Ela foi a encarregada de receber, na Universidade de Harvard, o prêmio do Ig Nobel, uma nota de 1 trilhão de dólares… do Zimbábue, moeda já fora de circulação .
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22/09 - Veja empresas com inscrições abertas para vagas de trainee
Salários podem chegar a R$ 6,8 mil; especialista dá dicas de como se dar bem nas seleções. Profissionais apostam em programas de trainee para alavancar carreira TV Vanguarda/Reprodução Cerca de 20 empresas estão com inscrições abertas para seus programas de trainee 2019. Entre elas estão Ambev, Vale e Vivo. Os salários podem chegar a R$ 6,8 mil, porém, nem todas as empresas divulgam o valor da remuneração. Ex-trainees contam como se tornaram chefes - e dão dicas para quem busca uma vaga O trainee é contratado em regime CLT, com direitos trabalhistas previstos na lei como FGTS, 13º salário e férias, além de benefícios como vale-refeição, vale-transporte e seguro saúde. A maior parte das empresas exige que o candidato esteja prestes a se graduar ou há até dois anos formado. Outros requisitos pedidos são inglês fluente e conhecidos do Pacote Office, além de disponibilidade para mudar de cidade, estado ou até país. Podem ajudar o candidato diferenciais como experiência internacional, vivências em empresas juniores, prática em startups e domínio de outros idiomas. Além disso, mestrado, MBA, pós-graduação ou especializações também ajudam na preferência. Os processos seletivos dos programas têm várias fases e geralmente englobam testes online de português, inglês, raciocínio lógico e atualidades, além de dinâmicas de grupo, entrevista com RH e gestores da empresa, painel de negócios, no qual os candidatos precisam encontrar soluções para os casos, e até entrevista com diretor da área ou presidente ou vice-presidente da empresa. Os programas de trainee costumam durar entre 1 e 2 anos. Durante o programa, os trainees passam por diversos setores da empresa e são preparados para assumir cargos de liderança. Veja abaixo a lista de empresas com programas abertos: Ambev Área de atuação da empresa: cervejas e refrigerantes Vagas: sem número específico Salário inicial: R$ 6.400 Cursos: todas as áreas de conhecimento Graduação: até dois anos de formados ou previsão de conclusão do curso para o final de 2018 Inscrições: neste link, até 23/09/18 Banco Safra Área de atuação da empresa: bancária Vagas: nº não informado Salário: R$ 6.800 e incentivo de contratação de R$ 20.000 se aprovados no programa Cursos: administração, arquitetura, ciências contábeis, direito, economia, engenharia (todas), estatística, física, gestão política, psicologia, relações internacionais, matemática, sistemas de informação, tecnologia da informação e ciência da computação. Graduação: entre dezembro de 2015 e dezembro de 2018 Inscrições: neste link, até 07/10/18 B2W Área de atuação da empresa: varejo digital Vagas: nº não informado Cursos: administração de empresas, ciências contábeis, ciências econômicas, ciências da computação, comunicação social (jornalismo, publicidade e propaganda e marketing), física, engenharias, estatística, matemática, relações internacionais ou tecnologia da informação Graduação: entre julho de 2016 e julho de 2018 (entre julho de 2016 e julho de 2019 para pós-graduados) Inscrições: neste link, até 15/10/18 Locais das vagas: São Paulo e Rio de Janeiro CBMM Área de atuação da empresa: produção e fornecimento de produtos de nióbio Vagas: nº não informado Cursos: engenharia, em suas diferentes áreas, ciências contábeis, economia e administração Graduação: de dezembro de 2016 a dezembro de 2018 Inscrições: neste link, até 15/10/18 Local das vagas: Araxá-MG e São Paulo Cultura Inglesa Área de atuação da empresa: educação Vagas: nº não informado Cursos: graduação concluída em qualquer curso superior Graduação: formação entre julho de 2016 e dezembro de 2018 Inscrições: neste link, até 23/09/18 Local das vagas: Rio de Janeiro DSM Área de atuação da empresa: soluções (ingredientes e matérias-primas) para indústrias Vagas: nº não informado Cursos: não informados Graduação: um a três anos de formação superior Inscrições: neste link, até 08/10/18 Local das vagas: São Paulo, Mairinque (SP), Pecém (PE), Buenos Aires (Argentina), Bogotá (Colômbia) e Guadalajara (México) Duratex Área de atuação da empresa: produtora de painéis de madeira industrializada e pisos, louças e metais sanitários Vagas: nº não informado Cursos: não informados Graduação: entre dezembro de 2016 e dezembro de 2018 Inscrições: neste link, até 01/10/18 Energisa Área de atuação da empresa: setor elétrico Vagas: 15 Cursos: engenharia elétrica, engenharia de energia, matemática, estatística Graduação: entre dezembro de 2016 e dezembro de 2018 Inscrições: neste link, até 30/09/18 Locais das vagas: estados de SP, MG, MT, MS, TO, PB e SE Ericsson Área de atuação da empresa: serviços digitais Vagas: 5 Cursos: todos os cursos de bacharelado, com destaque para administração, engenharia, tecnologia da informação, marketing, análise & desenvolvimento de sistemas e matemática Graduação: entre dezembro de 2017 e dezembro de 2018, além de idade até 28 anos Inscrições: neste link, até 28/09/18 Ernest & Young Área de atuação da empresa: auditoria, impostos, consultoria e transações corporativas Vagas: 700 Cursos: ciências contábeis (a partir do 2º ano), administração de empresas, ciências atuariais, direito, economia, engenharia (todas), estatística, física, cursos de TI, matemática e relações internacionais (a partir do penúltimo ano de graduação) Graduação: estudantes universitários e recém-formados até dois anos Inscrições: neste link Falconi Área de atuação da empresa: consultoria de gestão organizacional Vagas: nº não informado Cursos: administração, ciências atuariais, ciência da computação, ciências contábeis, ciências econômicas, ciências sociais/políticas, comércio exterior, direito, gestão de políticas públicas, engenharia (todas as especialidades), estatística, matemática, sistemas de informação e relações internacionais Graduação: entre dezembro de 2015 e dezembro de 2018 Inscrições: neste link, até 30/09/2018 Local das vagas: São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília Grupo DPSP (Drogarias Pacheco e Drogaria São Paulo) Área de atuação da empresa: farmácia Vagas: nº não informado Cursos: administração, marketing, engenharia, psicologia, economia, comunicação social, farmácia, arquitetura, ciências da computação, ciências contábeis, direito. Graduação: entre dezembro de 2016 e dezembro de 2018 Inscrições: neste link, até 24/09/18 Local das vagas: cidade de São Paulo Honda Área de atuação da empresa: automobilística Vagas: 19 Graduação: até dois anos de formado Cursos: administração, ciências econômicas, psicologia, ciências sociais, ciências contábeis, matemática, estatística, física, publicidade e propaganda, relações internacionais, comércio exterior, marketing, engenharias (controle e automação, mecânica, mecatrônica, elétrica, eletrônica, produção, aeroespacial, da computação e automobilística), ciência da computação e sistemas de informação Inscrições: neste link, até 03/10/18 Locais das vagas: São Paulo e Sumaré (SP) International Paper Área de atuação da empresa: celulose, papel e embalagens Vagas: 9 Cursos: engenharias química, mecânica, civil, de produção e elétrica Graduação: entre dezembro de 2016 e dezembro de 2018 Inscrições: neste link, até 25/09/18 Local das vagas: Mogi Guaçu, Luiz Antônio, Nova Campina, Paulínia - todas em SP, e Rio Verde (GO) Kraft Heinz Área de atuação da empresa: alimentação Vagas: nº não informado Cursos: não informados Graduação: entre dezembro de 2016 e dezembro de 2018 Inscrições: neste link, até 30/09/18 Magazine Luiza Área de atuação da empresa: varejo Vagas: nº não informado Cursos: qualquer curso de graduação Graduação: bacharelado concluído entre dezembro de 2016 e dezembro de 2018 Inscrições: neste link, até 24/09/18 Oxiteno Área de atuação: produção de tensoativos e especialidades químicas Vagas: nº não informado Cursos: administração, química, economia, engenharia química, engenharia de materiais, engenharia de petróleo, engenharia agronômica, engenharia industrial, engenharia de produção, engenharia elétrica, engenharia mecânica, farmácia Graduação: entre dezembro de 2016 e dezembro de 2018 Inscrições: neste link, até 11/10/18 Local das vagas: São Paulo PepsiCo Área de atuação: alimentos e bebidas Vagas: 15 Cursos: administração, ciência da computação, ciências biológicas, ciências contábeis, comunicação social, contabilidade, direito, economia, engenharia (todas), estatística, farmácia, informática, jornalismo, marketing, pedagogia, psicologia, publicidade e propaganda, relações públicas, entre outras Graduação: entre dezembro de 2016 e dezembro de 2018 Inscrições: neste link, até 17/10/18 Local das vagas: São Paulo Vale Área de atuação da empresa: mineração Vagas: 40 Cursos: qualquer curso de graduação Graduação: entre julho de 2015 e dezembro de 2018 Inscrições: neste link, até 05/11/18 Local das vagas: Brasil, Canadá e Moçambique Vivo Área de atuação da empresa: telefonia Vagas: 30 Cursos: não pede formação específica Graduação: entre dezembro de 2016 e dezembro de 2018 Inscrições: neste link, até 30/09/18 Local das vagas: São Paulo Dicas Raphael Falcão, diretor da Hays, empresa de recrutamento, diz que os programas de trainee buscam profissionais multitarefas, com habilidades para participar do processo inteiro, desde o planejamento, passando pela operação até o reporte de resultados. Além disso, o fato de passar por diversas áreas da empresa, em um curto período, contribui para a tão sonhada carreira acelerada, uma vez que o profissional é submetido a muitos desafios em pouco tempo, o que antes só seria possível após muitos anos de carreira. Veja as dicas de Falcão: Conheça a empresa O primeiro passo é conhecer a empresa em que pretende trabalhar. É importante que haja aderência entre os desejos do candidato com o produto/serviço oferecido pela empresa. Ninguém é capaz de vender algo que não compraria. Entenda o processo seletivo Os programas de trainee têm, quase sempre, os mesmos objetivos: encontrar talentos. No entanto, cada um segue um caminho, e por isso os processos seletivos podem ser diferentes, com mais ou menos fases, além de etapas mais detalhadas. Tenha os requisitos básicos Na grande parte dos processos, três pontos são básicos: formação de qualidade, em qualquer área; domínio de um segundo idioma, de preferência o inglês; experiências internacionais, como parte da formação no exterior ou conhecimento sobre determinada cultura. Saiba o estilo da empresa Vá além dos números e informações técnicas, busque informações com profissionais que já atuem dentro da empresa e saiba como é o dia a dia. Há companhias que usam estilo mais agressivo, outras optam por atitudes mais humanizadas na forma de gerir o negócio. Depois de entrar nos processos com características de gestão e valores mais próximos à sua personalidade, as chances de sucesso são maiores. Persista Não é porque você não foi aprovado no processo de uma empresa que não terá condições de ser aprovado em outra empresa. Não desista.
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21/09 - Preço da gasolina sobe na semana; diesel fica estável, mostra ANP
Na semana, ANP chegou a encontrar o litro da gasolina vendido a R$ 6,290. Combustíveis, postos de combustíveis, gasolina, etanol EPTV/Reprodução Os preços da gasolina e do etanol vendidos ao consumidor encerraram a semana em alta, enquanto o do diesel ficou praticamente estável, segundo levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgado nesta sexta-feira (21). O preço da gasolina terminou a semana com alta de 0,52% e subiu a R$ 4,652. Foi a quarta semana consecutiva de aumento. O valor do combustível supera o observado na semana encerrada em 2 de junho, logo após o término da greve dos caminhoneiros - a paralisação provocou desabastecimentos em todo o país, o que levou a um aumento dos preços. Na semana, a ANP chegou a encontrar o litro da gasolina vendido a R$ 6,290. Já o preço do diesel ficou praticamente estável na semana, com leve alta de 0,05%. O litro do combustível foi a R$ 3,640. No mesmo período, o preço médio do etanol aumentou 0,82%, para R$ 2,831. O valor representa uma média calculada pela ANP e, portanto, pode variar de acordo com a região. Preço nas refinarias A Petrobras manteve o preço da gasolina inalterado durante toda a semana. Nesta sexta-feira, pela sexta vez consecutiva, a estatal anunciou que manteve em R$ 2,2514 o preço médio do litro nas refinarias. A última alta foi ocorreu no dia 13, quando a empresa aumentou em 0,98% o preço do produto. No início do mês, a Petrobras anunciou uma flexibilização na sua política de preços que permitirá aumentar os intervalos de reajustes nos preços da gasolina nas refinarias em até 15 dias. Segundo a estatal, será adotado um mecanismo de proteção financeira (conhecido como hedge) que dará a opção de mudar a frequência dos reajustes diários no mercado interno.
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21/09 - Sirius: Governo anuncia liberação de R$ 70 milhões e prevê 1ª volta de elétrons em novembro
Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações confirmou aporte. Laboratório de luz síncroton foi projetado para ser o mais avançado do mundo, em Campinas (SP). Obras do laboratório Sirius no CNPEM, em Campinas Renan Picoretti/CNPEM/LNLS O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) confirmou nesta sexta-feira (21) a liberação de R$ 70 milhões dos R$ 200 milhões de verba suplementar para realização de uma 1ª volta de elétrons do projeto Sirius, laboratório de luz síncroton de 4ª geração projetado para ser o mais avançado do mundo, em Campinas (SP). De acordo com a pasta, o valor será suficiente para a conclusão dessa etapa da obra, e o teste com a 1ª volta de elétrons está prevista para acontecer em novembro. Em nota, o Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), que abriga o projeto Sirius, explica que em novembro ocorrerá "volta de elétrons em dois dos três aceleradores que compõem o equipamento". "A volta no acelerador principal depende de atingirmos um vácuo similar ao que temos no espaço, um processo supersofisticado e complexo que não será concluído até novembro", destaca o CNPEM. A abertura da nova fonte de luz síncrotron para pesquisadores está programada para 2019, e a conclusão total da obra, com 13 linhas operando, para 2020. Presidente Michel Temer e o ministro de Ciência e Tecnologia, Gilberto Kassab, visitaram o projeto Sirius em fevereiro deste ano Fernando Evans/G1 Pedido ao presidente Em fevereiro, o diretor do Laboratório Nacional de Luz Síncotron, Antônio José Roque da Silva, aproveitou a visita do presidente Michel Temer ao Sirius para solicitar a verba suplementar de R$ 200 milhões. O valor seria necessário para garantir a primeira volta de elétrons do equipamento, prevista para agosto. Em junho, sem sinal do dinheiro do governo federal, o CNPEM adiou a data da primeira volta de elétrons para o último trimestre deste ano. Área interna do superlaboratório Sirius, no CNPEM, em Campinas Fernando Evans/G1 Luz síncroton Atualmente há apenas um laboratório da 4ª geração de luz síncroton operando no mundo: o MAX-IV, na Suécia. O Sirius foi projetado para ter o maior brilho do mundo entre as fontes com sua faixa de energia. Quando o Sirius estiver em atividade - substituindo a atual fonte de luz usada no Laboratório Nacional de Luz Síncrotron -, estima-se que uma pesquisa que atualmente é feita em 10 horas nos equipamentos mais avançados do mundo poderá ser concluída em 10 segundos. Veja mais notícias da região no G1 Campinas
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21/09 - BNDES capta US$ 100 milhões com bancos japoneses para área ambiental
Linha tem o objetivo de promover a redução de gases emitidos do efeito estufa e a geração de energia a partir de fontes renováveis. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) informou ter feito uma captação de US$ 100 milhões em operação com os bancos Japan Bank for International Cooperation (JBIC), Mizuho Bank e The Bank of Saga. BNDES lança edital para fundo de R$ 500 milhões em infraestrutura A instituição detalhou que a operação foi realizada no âmbito da linha "Global Action for Reconciling Economic Growth and Environmental Preservation" (Green), que apoia projetos voltados à preservação do meio ambiente global. A linha tem como objetivo promover a redução da emissão de gases do efeito estufa e a geração de energia a partir de fontes renováveis. De acordo com o BNDES, os recursos deverão ser aplicados em projetos da carteira do BNDES de energia eólica, sendo elegíveis também investimentos em geração de energia renovável a partir de outras fontes, como biomassa e solar. Quinto contrato com o JBIC O banco lembrou que o contrato é o quinto firmado entre o BNDES e o JBIC, o banco de desenvolvimento japonês, no âmbito da linha Green. Os quatro primeiros foram assinados em 2011, 2014 e em março e dezembro de 2015. O relacionamento entre o BNDES e o JBIC começou em 1962 e, desde então, outros 17 contratos entre as duas instituições já foram assinados, informou o BNDES.
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21/09 - Brasil vai à OMC contra tarifas chinesas à importação de açúcar
Itamaraty vai entrar com consulta nos próximos dias; exportação de adoçante brasileiro para o país caiu 90% depois de aplicação de taxas extras. China aplicou tarifa adicional de 45% sobre açúcar importado desde maio de 2017 Reprodução/EPTV O governo brasileiro vai recorrer à Organização Mundial do Comércio (OMC) nos próximos dias contra sobretaxas aplicadas pela China ao açúcar. O Ministério das Relações Exteriores informou ao G1 que já está preparando o documento para ingressar com consulta ao país asiático junto ao órgão, a pedido da Câmara de Comércio Exterior (Camex). A Camex acolheu no fim de agosto uma solictação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para questionar barreiras chinesas à importação de açúcar junto à OMC. O governo chinês aplica desde maio de 2017 uma tarifa adicional de 45% ao imposto de importação sobre o açúcar, totalizando um taxa final de 90% tanto para o produto bruto quanto para o refinado. Desde a implementação da medida, as exportações de açúcar brasileiro para a China caíram cerca de 90%, segundo o Mapa. O Brasil já foi o principal exportador de açúcar para a China, respondendo por mais de 60% de todo adoçante importado pelo país. Feito o pedido pelo Itamaraty, a China terá 10 dias para aceitá-lo e, depois, mais 60 para tentar chegar a um acordo com o Brasil. Caso o acordo não seja feito, o governo ganha o direito de abrir um painel na OMC.
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21/09 - Concurso da Saúde de João Pessoa faz 3ª convocação de aprovados
Candidatos aprovados têm o prazo de 30 dias para se apresentar. UPA Bancários, em João Pessoa Secom-JP/Divulgação O concurso público da Saúde de João Pessoa fez, nesta sexta-feira (21), a terceira convocação de aprovados, em edição especial do Semanário Oficial. Os convocados vão compor o quadro funcional da Unidade de Pronto Atendimento Especialidades Dr. Luiz Lindbergh Farias, a UPA-E Bancários. Confira a lista de convocados do concurso da Saúde Isadora Guedes, diretora de Gestão do Trabalho e Educação em Saúde (DGTES) da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) explica que os candidatos aprovados têm o prazo de 30 dias para se apresentar. “É importante que os aprovados no concurso leiam o edital e se apresentem dentro do prazo estipulado com todos os documentos necessários”, afirma. A Secretaria Municipal de Saúde nomeou e está convocando nove médicos clínicos. Ainda na mesma publicação do Semanário, constam quais os exames necessários para realização da inspeção médica pré-admissional e documentos necessários para admissão. A Upa-E Bancários foi entregue no dia 27 de agosto e, esta semana, o Conselho Regional de Medicina da Paraíba (CRM-PB) notificou a unidade para apresentar uma escala médica de plantão completa. De acordo com o diretor do Departamento de Fiscalização do CRM-PB, João Alberto Pessoa, atualmente, a unidade funciona com um número de médicos por plantão inferior ao recomendado. Segundo o CRM-PB, a direção da UPA entregou a escala completa nesta sexta-feira (21), com um número de médicos suficiente para atender à demanda da unidade. No entanto, apenas o primeiro nome dos profissionais constava na lista. por isso, o conselho emitiu uma segunda notificação para que a unidade de saúde apresente uma escala com o nome completo dos médicos e o número do CRM de cada até a segunda-feira (24). Em caso de descumprimento, a UPA pode ser interditada eticamente. Segundo a Prefeitura de João Pessoa, a UPA Bancários conta com 72 médicos para atender aos usuários. Ao todo, são 310 servidores, entre médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, de laboratório e radiologia, bioquímicos, assistentes sociais, maqueiros e pessoal da área administrativa, entre outros.
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21/09 - Facebook deixa de fornecer suporte a campanhas políticas
Rede social não vai mais enviar funcionários aos escritórios de campanhas para ajudar em posicionamento de anúncios O Facebook informou na quinta-feira que não enviará mais funcionários aos escritórios de campanhas eleitorais para oferecer apoio durante eleições. A rede social fez isso em 2016, na corrida que elegeu Donald Trump como presidente dos Estados Unidos. Outros grandes vendedores de anúncios online, incluindo o Google e o Twitter, tem o costume de oferecer assistência para fortalecer o relacionamento com os principais anunciantes, como é o caso das campanhas presidenciais. Brad Parscale, que foi chefe de anúncios online de Trump em 2016, no ano passado considerou as "inserções" no site do Facebook cruciais para a vitória do candidato. O Facebook disse que a concorrente democrata Hillary Clinton recebeu ajuda idêntica, mas ela aceitou um nível diferente de Trump. O Google e o Twitter não responderam imediatamente aos pedidos para comentar se também iriam retirar o suporte. O Facebook disse que poderia oferecer assistência a mais candidatos em todo o mundo, concentrando-se em oferecer suporte por meio de um portal online, ao invés de fazer isso pessoalmente. A empresa disse que as organizações políticas ainda poderiam entrar em contato com os funcionários para receber treinamento básico sobre o uso do Facebook ou para obter ajuda na aprovação de anúncios. A Bloomberg relatou primeiro a nova abordagem. Facebook, Twitter e Google serviram como "consultores quase digitais" para campanhas eleitorais nos EUA em 2016, pesquisadores da Universidade da Carolina do Norte em Chapel Hill e da Universidade de Utah descobriram em um artigo publicado há um ano. As empresas ajudaram as campanhas a navegar pelos sistemas de anúncios de seus serviços e "ativamente" moldaram a comunicação da campanha, sugerindo que tipos de mensagens direcionar a quem, afirmaram os pesquisadores. O envolvimento do Facebook com a campanha de Trump atraiu o escrutínio dos legisladores dos EUA depois que a empresa descobriu que seus dados de usuários tinham sido usados ​​separadamente pela empresa de dados políticos Cambridge Analytica, que assessorou a campanha Trump. Em um testemunho por escrito aos legisladores dos EUA em junho, o Facebook disse que seus funcionários não detectaram qualquer uso indevido "durante suas interações com a Cambridge Analytica" durante a eleição.
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21/09 - Brasil gerou em agosto 110,4 mil empregos com carteira assinada
Resultado do Caged foi divulgado pelo Ministério do Trabalho. Ao todo, neste ano, foram criadas 568,5 mil vagas formais. 'Isto é prova que o Brasil está no rumo certo', comentou Temer. O Ministério do Trabalho informou nesta sexta-feira (21) que o Brasil gerou em agosto 110.431 empregos com carteira assinada. Este é o melhor resultado para o mês nos últimos cinco anos. De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), ao todo, foram registradas 1,353 milhão de contratações e 1,242 milhão de demissões. No acumulado do ano, segundo o governo, foram criadas 568,5 mil vagas formais. Nesta quinta (20), o presidente Michel Temer já havia publicado uma mensagem no Twitter informando que o Brasil havia gerado mais de 100 mil vagas formais no mês passado. "Fui informado que o país criou mais de 100 mil empregos com carteira asinada em agosto. Isto é prova que o Brasil está no rumo certo. Em plena recuperação. #Caged", publicou o presidente. Em julho, segundo o governo federal, foram criados 47,3 mil empregos formais e em junho, foram fechadas 661 vagas. Setores Segundo o governo, em agosto, houve abertura de vagas em sete dos oito setores da economia. O setor de agropecuária foi o único em que houve mais demissões do que contratações. O maior número de empregos criados foi no setor de serviços. Veja abaixo: Serviços: + 66.256 Comércio: + 17.859 Indústria de transformação: + 15.764 Construção civil: + 11.800 Serviços industriais de utilidade pública: +1.240 Extrativa mineral: +467 Administração pública: + 394 Trabalho intermitente Segundo o Ministério do Trabalho, houve 5.987 admissões e 1.991 desligamentos na modalidade de trabalho intermitente em agosto deste ano. Com isso, houve um saldo positivo de 3.996 empregos no período. O trabalho intermitente ocorre esporadicamente, em dias alternados ou por algumas horas, e é remunerado por período trabalhado. Foram registradas ainda, no mês passado, 7.374 admissões em regime de trabalho parcial e 4.209 desligamentos, gerando saldo positivo de 3.165 empregos. Salário médio de admissão O Ministério do Trabalho também informou que o salário médio de admissão foi de R$ 1.541,53 em agosto, o que representa alta real de R$ 5,26 em relação a julho. Em relação a agosto do ano passado, no entanto, o salário de admissão caiu, registrando uma perda real de R$ 1,50. Em agosto, a diferença entre o salário médio de quem foi demitido e de quem foi contratado foi de R$ 159,27. Enquanto quem foi demitido tinha salário médio de R$ 1.700,80, o salário médio de quem foi contratado foi de R$ 1.541,53.
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21/09 - Alagoano passa 17 horas em fila nos Estados Unidos para comprar novo iPhone e Apple Watch
Douglas Costa viajou para a Flórida para comprar o aparelho e o relógio da Apple. Ele conta que chegou na loja na noite anterior, e só conseguiu o aparelho pela manhã. Alagoano Douglas Costa passou mais de 11 horas na fila para comprar novo iphone O alagoano Douglas Costa, 29, passou a noite em uma fila na Flórida, Estados Unidos, para conseguir comprar um dos novos modelos de iPhone, lançados pela Apple neste mês. Foram pouco mais de 17 horas de espera, sendo 11 horas e 15 minutos até conseguir o smartphone, no início da manhã desta sexta-feira (21), e depois mais 6 horas para comprar o Apple Watch. Costa já viajou para os EUA com o objetivo de comprar o smartphone e o relógio, e agora vai aproveitar para fazer turismo pela costa da Flórida. Em entrevista ao G1, ele disse que chegou na fila na noite anterior, por volta das 21h30 (horário de Brasília), e conseguiu finalmente comprar o iPhone XS Max às 9h15. Voltou para a fila e esperou até 15h para comprar o relógio. “Decidi comprar agora, porque gosto de exclusividade e sou fã de produtos Apple. Esse é meu segundo ano em lançamentos de iPhone. No ano passado, eu fiquei 7 dias tentando comprar e não consegui. Dessa vez eu vim antes e deu certo. Comprei no primeiro dia”, contou Costa, que é natural de Pindoba, no interior de Alagoas, mas trabalha como agente de segurança no Recife. Pra ter enfrentado fila duas vezes, ele explica que só é permitida a comprar de dois produtos por pessoa. Por isso, ficou uma vez para comprar um iPhone para ele e outro para um amigo, e depois voltou para comprar o relógio. Convertendo o que ele gastou em dólar para o real, Costa afirma que gastou R$ 5.750 para comprar o iPhone XS Max 256 gb, e outros R$ 2 mil no relógio. Alagoano Douglas Costa passou 11h15 na fila para comprar novo Iphone nos EUA Douglas Costa/Arquivo pessoal Ele chegou aos EUA no dia 19 de setembro e deve voltar para Maceió no próximo dia 26. Na noite de quinta (20), foi para a frente da Apple The Galleria, na cidade de Fort Lauderdale, onde já havia mais de 20 pessoas na fila, e esperou até a loja abrir. Costa contou que viveu experiências positivas durante o tempo que passou na fila para comprar o novo iPhone, conheceu pessoas de várias nacionalidades, empresários e até mendigos. “Conheci gente de todo lugar. Desde mendigos na fila até empresários do ramo. Aqui eles aliciam os mendigos, pagam qualquer coisa pra eles ficaram na fila por eles, porque só pode dois produtos por pessoa”, disse Costa. O alagoano contou que sempre teve o sonho de viajar e conhecer vários lugares do mundo e que depois que passou no concurso no Recife e foi efetivado, começou a colocar o sonho em prática. Há seis anos ele criou uma conta no instagram, a @pindobinhapelomundo, em que divide com os mais de 30 mil seguidores as experiências das viagens. Na conta, é possível acompanhar os stories da compra do novo iPhone. Ele disse que, economizando, consegue transformar o dinheiro em viagens e dessa forma já conheceu três países, 12 estados e 30 cidades. Douglas Costa na frente da loja da Apple no estado da Flórida, nos EUA Douglas Costa/Arquivo pessoal Alagoano Douglas Costa conseguiu comprar relógio Apple Watch Douglas Costa/Arquivo pessoal Alagoano Douglas Costa passou mais de 11 horas na fila para comprar novo Iphone Douglas Costa em uma loja da Apple na Flórida para comprar novo Iphone Veja mais notícias da região no G1 Alagoas
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21/09 - Após queda, vendas de cachaça devem subir nos próximos anos, diz estudo
Levantamento prevê que o volume de litros vendidos subirá 5,1% entre 2017 e 2022, para 546 milhões, após queda no consumo em anos anteriores. Consumo de cachaça deve subir 5,1% até 2022. Confraria Paulista de Cachaça/Divulgação Após recuar nos últimos anos, o consumo de cachaça no Brasil deve voltar a crescer, concluiu um estudo da Euromonitor International divulgado nesta sexta-feira (21) durante o Cachaça Trade Fair, em São Paulo. Desde 2012, o consumo da cachaça no país havia recuado 1,9%. Brasil é o 10º maior mercado de vodca, bebida 'anfitriã' da Copa Segundo o levantamento, o volume de litros consumidos da típica bebida brasileira deve crescer 0,6% em 2018, passando a 523,2 millhões e movimentando R$ 14 bilhões no mercado nacional. Já entre 2017 e 2022, a estimativa é que as vendas da bebida destilada subam 5,1%, para 546 milhões de litros consumidos. Isso representa um mercado de R$ 15,7 bilhões. Recuperação lenta "Embora alguns novos hábitos de consumo adotados devem incluir bebidas alcoólicas, como a tendência de beber menos mas com marcas de mais qualidade, há sinais de melhora na demanda por bebidas alcoólicas no Brasil", aponta o estudo. Segundo a Euromonitor, embora o cenário sócio econômico no Brasil esteja começando a mostrar sinais de recuperação, muitos brasileiros estão adotando uma atitude conservadora com os gastos, evitando comer fora e priorizando o consumo dentro de casa. No entanto, conclui o levantamento, nem todos os segmentos de bebidas vão são recuperar no mesmo ritmo, com alguns ainda penando para atrair consumidores. "Enquanto a cidra e misturas continuarão tendo performances positivas, a cerveja e destilados e particularmente o vinho vão demorar para retomar o crescimento". Apesar da expectativa de alta no consumo, o setor reclama da alta taxação. Segundo Carlos Lima, diretor executivo do IBRAC, um crescimento significativo do setor de forma sustentável depende, essencialmente, da reavaliação da carga tributária da bebida. No mundo, o consumo de bebidas alcoólicas envolveu 13,7 bilhões de litros em 2017, movimentando R$ 188,4 bilhões.
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21/09 - Amazon compra participação em rede de supermercados na Índia
Maior varejista digital do mundo amplia sua participação em lojas do mundo físico e briga para conquistar o varejo indiano Atual sede da Amazon em Seattle, no Estados Unidos. David Ryder / France Presse A Amazon é conhecida por ser a maior varejista digital do mundo, mas a empresa continua a expandir também no mundo físico. Nesta sexta-feira, a empresa adquiriu uma fatia de 49% da More, uma rede de supermercados muito popular na Índia, com mais de 540 lojas. De acordo com a mídia indiana, os outros 51% da companhia foram adquiridos pela Samara Capital, um fundo de investimentos da Índia. O negócio é avaliado em cerca de US$ 585 milhões. Com essa aquisição, a Amazon, que começou vendendo livros na internet, inclui a More em sua lista de lojas físicas. No ano passado, a empresa comprou por US$ 16 bilhões a rede de supermercados de comida orgânica e saudável Whole Foods, nos Estados Unidos. A companhia também conta com lojas físicas de livros Amazon Books e de conveniência Amazon Go, conhecidas por não terem caixas e permitir que o consumidor apenas pegue os produtos nas prateleiras. Na Índia, a aquisição é importante para brigar com o Walmart, varejista que está investindo cada vez mais no digital. Em maio deste ano, o Walmart comprou 77% da Flipkart, a maior empresa de e-commerce da Índia. Segundo o banco Morgan Stanley, o mercado de compras digitais na índia deve valer US$ 200 bilhões em 2026.
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21/09 - Venda de títulos públicos pelo Tesouro Direto supera resgates em R$ 471 milhões em agosto
Tesouro Direto foi criado em 2002 e permite a pessoas físicas a compra de títulos públicos pela internet. No acumulado do ano ano, saldo de títulos no mercado é de R$ 50 bilhões. O governo federal informou nesta sexta-feira (21) que a venda de títulos públicos pelo Tesouro Direto superou os resgates em R$ 471 milhões em agosto. Ao todo, no mês passado, as vendas somaram R$ 1,61 bilhão e os resgates, R$ 1,139 bilhão. O Tesouro Direto foi criado em janeiro de 2002 e permite a pessoas físicas a compra de títulos públicos pela internet. O resultado de agosto representa o terceiro mês seguido em que as emissões de títulos superam os resgates pelos investidores. Quando há tensão nos mercados, como atualmente, os juros pagos pelo governo brasileiro nos títulos públicos sobem. Deste modo, os compradores contam com uma remuneração melhor. Saldo Com a emissão líquida de títulos do Tesouro Direto em agosto, o saldo total (estoque) de títulos em mercado alcançou o montante de R$ 50,4 bilhões no mês passado, uma alta de 1,6% em relação a julho (R$ 49,6 bilhões). "Os títulos remunerados por índices de preços [atrelados à inflação] respondem pelo maior volume no estoque, alcançando 60%. Na sequência, aparecem os títulos indexados à taxa Selic,com participação de 25% e, por fim, os títulos prefixados, com 15%", informou o Tesouro Nacional. Investidores De acordo com o Tesouro Nacional, 129.159 novos investidores se cadastraram no programa em agosto. Com isso, o número total de investidores cadastrados ao fim do mês atingiu 2.526.708, o que representa aumento de 57,7% nos últimos doze meses. "O número de investidores ativos chegou a 664.603, uma variação de 25,1% nos últimos doze meses. No mês, o acréscimo foi de 28.496 novos investidores ativos", acrescentou a instituição. Gerente virtual Recentemente, o governo anunciou que o aplicativo do Tesouro Direto passou a contar com novas funções, entre as quais a possibilidade de fazer simulações sem a necessidade de cadastro prévio e a permissão para compartilhar os resultados nas redes sociais. Outra novidade é que o aplicativo terá uma gerente virtual, uma personagem criada para aproximar os potenciais investidores do programa.
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21/09 - Entenda por que a Irlanda é um entrave na negociação do Brexit
União Europeia, Irlanda e Reino Unido divergem sobre como garantir que a fronteira com a Irlanda do Norte permaneça com trânsito livre após a saída britânica do bloco. Com pouco mais de meio ano para a saída do Reino Unido da União Europeia, no chamado Brexit, em março de 2019, uma questão importante amarra as negociações entre os britânicos e o bloco europeu: a da fronteira da República da Irlanda com a Irlanda do Norte. A Irlanda do Norte, de maioria protestante, ficou sob controle do Reino Unido quando a Irlanda, de maioria católica, se tornou independente, em 1922, criando uma república. Essa questão historicamente problemática voltou à tona quando Londres decidiu deixar a União Europeia -- já que essa não é uma decisão de que a Irlanda do Norte compartilha. Theresa May, premiê do Reino Unido, almoça com fazendeiros da Irlanda do Norte em viagem oficial, em março Stefan Rousseau/Reuters/Divulgação Fronteira livre em risco Atualmente, milhares de pessoas atravessam a fronteira irlandesa todos os dias, e bens e serviços passam entre as duas jurisdições sem restrições. Como o Reino Unido e a Irlanda fazem atualmente parte do mercado único da UE e da união aduaneira, os produtos não precisam de ser inspecionados para fins alfandegários e cumprimentode normas, mas, depois do Brexit, isso pode mudar. Tanto o Reino Unido como a UE querem evitar uma "fronteira dura" -- com verificações ou infraestrutura físicas entre a Irlanda do Norte e a Irlanda -- mas não concordam em como isso seria feito. Fronteira da Irlanda é impasse para o Brexit Infografia: Karina Almeida/G1 Backstop, a garantia O Reino Unido e a UE assinaram em dezembro de 2017 que é necessário chegar a um consenso sobre o chamado “backstop”, termo que significa rede de proteção, uma garantia de que mesmo com a concretização do Brexit sem um acordo geral com a União Europeia, a fronteira entre as Irlandas continue funcionando “sem fricção”, não prejudicando, portanto, a integração econômica e social da ilha irlandesa. Há um acordo sobre o que é preciso alcançar no backstop: manter a cooperação transfronteiriça, apoiar a economia irlandesa e proteger o acordo de Belfast, que selou a paz sobre a questão da união ou não da Irlanda do Norte com a República da Irlanda, nos anos 90. Rua de Belfast William Murphy/Flickr O Reino Unido e a UE prefeririam resolver a questão das fronteiras irlandesas por meio de um acordo econômico e de segurança abrangente. No entanto, para Londres, o Brexit inclui a saída da união aduaneira e do mercado único europeu. Bruxelas propôs um mecanismo que significaria que a Irlanda do Norte permanece na união aduaneira da UE, grande parte do mercado único e do sistema de imposto de valor agregado (IVA) da UE. 'Fronteira deslocada' Nesse caso, as fronteiras de alfândega e legislação basicamente seriam empurradas para o Mar da Irlanda – a Irlanda do Norte estaria mais integrada à República da Irlanda que ao resto de seu país, o Reino Unido. Qualquer estatuto separando a Irlanda do Norte do resto do Reino Unido é visto por Londres como potencialmente prejudicial. A primeira-ministra Theresa May rejeitou continuamente a proposta da UE, dizendo que isso ameaçaria a integridade constitucional do Reino Unido. Ela sugeriu um backstop que vê o Reino Unido como um todo, permanecendo alinhado com a união aduaneira da UE por um tempo limitado. Sua proposta, publicada em junho, não contém nada sobre questões regulatórias do mercado único, que, no entanto, são provavelmente mais importantes do que as alfândegas em si em termos de manter uma fronteira livre. Michel Barnier, negociador líder do Brexit na União Europeia Emmanuel Dunand / AFP O negociador da UE para o Brexit, Michel Barnier, considera que se o tema da regulação comum comuns não for abordada, sequer é possível considerar a proposta como uma garantia para a fronteira aberta. O primeiro-ministro irlandês Leo Varadkar também reclamou que o backstop não deve ter um prazo limitado. UE quer controlar dentro do Reino Unido A UE propõe fazer verificações aduaneiras longe da fronteira, com o apoio da tecnologia. Barnier rejeita os pedidos do Reino Unido por flexibilidade na fronteira irlandesa, e disse que as verificações “poderiam ocorrer em lugares diferentes, a bordo de embarcações, em portos fora da Irlanda”. A preocupação da UE é que o mercado único não pode permitir que produtos fora do padrão entrem na Irlanda e em outros países da união a partir do Reino Unido. Os europeus tentam persuadir o Reino Unido de que a maioria dos produtos que entram na Irlanda do Norte passem por Dublin, portanto os controles dos padrões da UE ocorreriam ainda nos portos britânicos, mas Londres não aceita que funcionários da união façam esse tipo de fiscalização em seu território. O nº10 de Downing Street, sede do governo britânico e residência do primeiro-ministro Reuters 'Respeito' Theresa May fez um pronunciamento nesta sexta-feira (21) em que reiterou que não vai mudar de rumo nas negociações do Brexit Ela disse que o Reino Unido "tratou a UE com nada além de respeito" e "o Reino Unido espera o mesmo", acrescentando que "não é aceitável rejeitar propostas sem apresentar contrapropostas detalhadas". O afastamento da União Europeia foi aprovado em plebiscito em junho de 2016 e marcado para 29 de março de 2019. May costurou um acordo para conduzir esse afastamento que prevê conservar uma estreita relação comercial entre Reino Unido e UE após o Brexit. A iniciativa encontra críticas entre os europeus, além de enfrentar oposição dentro do próprio governo. Com informações de France Presse, "The Guardian" e BBC.
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21/09 - Governo autoriza mais R$ 4,12 bilhões em gastos no orçamento deste ano
Autorização foi anunciada por meio do relatório de receitas e despesas do orçamento deste ano, divulgado pelo Ministério do Planejamento. Expectativa de crescimento do PIB de 2018 foi mantida em 1,6%. O Ministério do Planejamento anunciou nesta sexta-feira (21), por meio do relatório de receitas e despesas do orçamento relativo ao quarto bimestre, a liberação de R$ 4,12 bilhões para gastos dos ministérios e órgãos públicos. O secretário de Orçamento Federal do Ministério do Planejamento, George Soares, afirmou, porém, que a demanda dos ministérios por recursos está por volta de R$ 6,7 bilhões, o que vai requerer por parte do governo que seja realizada uma "triagem" para definir as prioridades de pagamentos. "Vamos olhar os contratos de manutenção dos órgãos, os compromissos internacionais que precisam ser pagos e as obras em estágio avançado. O que que tem de se colocar em segundo plano são coisas que não tem condições de pagamento. Nossa intenção é maximizar os recursos", declarou ele. Segundo o governo, a previsão para o crescimento da economia brasileira em 2018 foi mantida em 1,6%. Para o mercado financeiro, porém, o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) será menor, da ordem de 1,36%. A liberação de gastos acontece em um momento de crescimento da arrecadação federal, impulsionada, entre outros fatores, pelo crescimento da economia, pela arrecadação com combustíveis - cuja tirbutação subiu ao máximo permitido por lei no ano passado - e com "royalties do petróleo". Teto de gastos e meta fiscal De acordo com o Ministério do Planejamento, a liberação de recursos está compatível com regra do teto, pela qual as despesas não podem crescer acima da inflação (calculada em 12 meses até junho do ano anterior). Ao liberar recursos para novos gastos, o governo avalia que essas despesas também são compatíveis com a meta de déficit primário (despesas maiores do que receitas, sem contar os juros da dívida pública) de até R$ 159 bilhões para este ano. Para o setor público consolidado (governo, estados, municípios e empresas estatais), a meta é de um rombo de até R$ 161,3 bilhões. De acordo com o secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, porém, o rombo nas contas do setor público pode ficar em torno de R$ 125 bilhões, bem abaixo da meta fiscal deste ano. Segundo ele, mesmo o governo liberando recursos até o teto de despesas autorizado para este ano, há um "empoçamento" de cerca de R$ 15 bilhões em recursos que poderiam ser gastos pelos ministérios, mas que não devem se tornar despesas em 2018. "Têm várias despesas aprovadas, que têm limite de pagamento, e que o ministério não consegue pagar porque criou muitas vinculações dentro do orçamento. Está ocorrendo de uma forma bastante frequente", declarou ele. Além disso, o governo também estima que as empresas estatais devem registrar um superávit primário de R$ 5 bilhões neste ano, bem acima da meta de um déficit de R$ 3,1 bilhões, e os estados devem apresentar um superávit de R$ 9,7 bilhões em 2018 (contra uma meta de resultado positivo de R$ 1,2 bilhão). Receitas e despesas De acordo com o governo, as estimativas para as receitas neste ano subiram R$ 3,928 bilhões em relação ao mês de julho (previsão anterior). Veja as estimativas para alguns tributos: Imposto de Renda: +R$ 999 milhões Imposto de Importação: +R$ 1,287 bilhão CSLL: +R$ 1,375 bilhão Arrecadação previdenciária: -R$ 1,950 bilhão Exploração de recursos naturais: +1,530 bilhão Demais receitas: +R$ 1,216 bilhão Já as previsões de despesas para todo ano de 2018 recuaram R$ 4,296 bilhões na comparação com orelatório anterior, de julho, e tiveram as seguintes mudanças: Benefícios previdenciários: -R$ 1,178 bilhão Pessoal e encargos sociais: -R$ 1,452 bilhão Abono e seguro-desemprego: -R$ 1,323 bilhão Subsídios e subvenções: -R$ 1,374 bilhão Despesas obrigatórias com controle de fluxo, como o Bolsa Família: +R$ 832 milhões
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21/09 - Arroz e feijão são 38% dos alimentos jogados fora no Brasil, diz pesquisa
Carne bovina e frango também estão entre os mais desperdiçados; dados são de estudo da Embrapa em parceria com a FGV.  Cultura da fartura é um dos principais motivos do desperdício, aponta levantamento Reprodução TV Globo O arroz e o feijão não são só a base da alimentação do brasileiro, como também estão entre os alimentos mais desperdiçados. Juntos, os dois correspondem a cerca de 38% de toda a comida jogada fora no país, segundo estudo divulgado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV). Em relação ao total da amostra pesquisada, os alimentos mais desperdiçados são: Arroz: 22% Carne bovina: 20% Feijão: 16% Frango: 15% O levantamento ouviu 1,7 mil famílias. “A família brasileira desperdiça, em quantidade relativamente grande, até mesmo alimentos mais caros e proteícos, tais como carne bovina e frango, um dado que nos surpreendeu”, diz em nota Carlos Eduardo Lourenço, professor de marketing da Escola de Administração de Empresas de São Paulo (EAESP), da FGV. De acordo com especialistas que elaboraram o levantamento, o não aproveitamento da sobra das refeições é o principal motivo para o descarte de arroz e feijão. Outros motivos para o desperdício são a busca pelo melhor sabor e a cultura da abundância. Cultura da fartura Outras pesquisas feitas pela Embrapa anteriormente já apontaram que o hábito do brasileiro de fazer uma grande compra mensal, combinado com o baixo planejamento das refeições, leva ao desperdício. “Observamos algumas contradições no comportamento do consumidor. Enquanto 94% afirmam ser importante evitar o desperdício de comida, 59% não dão importância se houver comida demais na mesa ou na despensa”, diz também em nota o analista da Embrapa e líder do projeto nos Diálogos Setoriais, Gustavo Porpino. A pesquisa O estudo ouviu inicialmente 62 consumidores em supermercados, lojas de conveniência e feiras livres. Com o objetivo de avaliar hábitos de compra e consumo de alimentos dos brasileiros, a partir do olhar de estrangeiros, a coleta de dados envolveu um grupo de estudantes das Universidades de Bocconi (Itália), St. Gallen (Suíça), Viena (Suíça) e Groningen (Holanda). “Os europeus ficaram impressionados com a quantidade dos alimentos adquiridos pelos brasileiros. As compras informadas como semanais, alimentariam a família por cerca de um mês. Nas lojas de conveniência, onde normalmente se adquire poucos volumes, os carrinhos utilizados eram enormes e enchiam-se com facilidade”, diz Lourenço, da FGV. Na segunda fase, após uma triagem, 1.764 famílias foram ouvidas. Dessas, 638 preencheram um diário alimentar, com dados sobre quantidades desperdiçadas e fotos dos alimentos descartados. Nessa etapa, os pesquisadores observaram que o brasileiro se preocupa mais com o sabor e aparência dos alimentos do que em consumir comida pouco calórica, por exemplo. Essa "exaltação gastronômica", segundo o professor, leva ao desperdício. Na terceira fase, após uma pesquisa na internet, descobriu-se que o desperdício de alimentos é abordado mais por instituições públicas e privadas do que pelos cidadãos.
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21/09 - Soja barata dos EUA atrai compradores chineses apesar de guerra comercial
Dois navios carregados com o produto devem chegar à China nesta sexta; compradores são desconhecidos e aquisição pode ter sido feita antes da disputa, mas surpreende operadores. Soja foi o maior produto agrícola de exportação dos EUA para a China no ano passado, com US$ 12,8 bilhões em valor Secom/Divulgação Ao menos duas cargas de soja dos Estados Unidos estão a caminho da China, com alguns compradores dispostos a tomar o risco diante de preços baixos da oleaginosa no país, mesmo em meio a preocupações de que Pequim possa tomar novas medidas para conter importações dos EUA devido às crescentes tensões comerciais com Washington. O transporte da soja dos EUA para a China praticamente parou desde que Pequim impôs pesadas tarifas sobre US$ 50 bilhões em importações dos EUA, incluindo soja, em retaliação a um movimento similar de Washington. Ainda assim, o navio graneleiro Ultra Panther deve chegar ao sul da China nesta sexta-feira (21), enquanto a Elsa S atracará no porto de Qingdao, na província de Shandong, em 26 de setembro, segundo dados de navegação do Thomson Reuters Eikon. Os compradores da soja, que é utilizada para fabricação de ração animal e óleo de cozinha, não são conhecidos, e as cargas podem ter sido encomendadas antes da introdução das tarifas. Mas os embarques chamaram a atenção de operadores que dizem que estão ficando longe do mercado norte-americano devido ao risco de maiores bloqueios à soja dos EUA. "Quem quer que esteja comprando essas cargas é realmente grande. Nós não ousaríamos comprar dos EUA agora", disse um operador de uma empresa estatal. Alguns operadores temem que as alfândegas chinesas possam ser mais lentas na liberação de compras dos EUA, ao intensificar inspeções, como aconteceu com carne de porco e frutas mais cedo neste ano. Alvo da guerra comercial A soja ganhou um lugar central na prolongada disputa comercial entre as duas maiores economias globais, com Pequim mirando produzidos em Estados como o Iowa, que votou por Donald Trump na eleição para a presidência dos EUA de 2016. A oleaginosa, muito cultivada no Iowa e no Nebraska, foi o maior produto agrícola de exportação dos EUA para a China no ano passado, com US$ 12,8 bilhões em valor. "Quem tem a coragem de importar soja norte-americana? O risco político é alto demais", disse um importador. "Nunca nos atreveríamos a ser os primeiros", adicionou. Guerra comercial: entenda a tensão entre EUA e outras potências Após acordo comercial, EUA ultrapassam Brasil e viram maior exportador de soja para a UE O incentivo, no entanto, é grande, uma vez que os preços de exportação FOB do Golfo dos EUA caiu 30% desde abril, para mínimas na década de cerca de US$ 316 por tonelada, enquanto os preços de exportações do Brasil subiram com a busca dos chineses por outras fontes de suprimento. Mesmo com a tarifa adicional de 25%, a soja dos EUA ainda está mais barata que a oferta do Brasil, e a diferença entre os dois produtores em outubro cresceu para um recorde nesta semana. Ainda assim, a maior parte dos compradores chineses aumentou os negócios com soja do Brasil nos últimos meses, com medo de uma oferta mais apertada no quarto trimestre, quando a soja dos EUA geralmente domina o mercado com a chegada da colheita de outono. "O preço de importação da soja brasileira saltou para cerca de 3.500 iuanes por tonelada depois dos impostos, o que está em torno dos mesmos níveis que a soja dos EUA", disse Tian Hao, analista sênior da First Futures. "Mas os processadores não estão trazendo soja dos EUA, pois não ousam fazê-lo, a menos que o governo dê uma aprovação explícita. É uma questão política", disse Tian. EUA anunciam tarifa de 10% sobre US$ 200 bilhões em produtos chineses China retalia e anuncia que vai sobretaxar US$ 60 bilhões em produtos dos EUA Entenda a escalada da guerra comercial no mundo. Juliane Almeida/G1
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21/09 - Recursos recebidos do exterior poderão entrar na conta diretamente em reais, aprova Banco Central
Medida começa a valer em novembro e vale para transferências unilaterais correntes de até R$ 10 mil somente para pessoas físicas. Os recursos enviados do exterior para pessoas físicas poderão ter o valor creditado na conta diretamente em reais, com contratação automática de operação de câmbio na chegada do dinheiro, informou o Banco Central nesta sexta-feira (21). A medida, que entra em vigor no dia 1° de novembro, vale para operações de transferências pessoais que envolvam o crédito à conta de até R$ 10 mil, segundo as alterações de regras promovidas pela instituição. De acordo com o BC, a definição do valor a ser recebido em reais no Brasil, com as mudanças, acontecerá no exterior, ficando os custos envolvidos a cargo de quem está efetuando as remessas. "Dessa forma, o destinatário final no Brasil receberá os recursos em reais em sua conta corrente ou de poupança, sem precisar se preocupar com câmbio e com custos adicionais", informou o BC. Com isso, haverá mais previsibilidade para quem for receber os recursos. Pelo sistema atual, quando os recursos chegam em moeda estrangeira, o destinatário precisa convertê-los em reais, por meio de uma operação de câmbio. " [Hoje] Quem recebe o dinheiro precisa negociar a taxa de câmbio com a instituição autorizada e arcar com os custos da operação", lembrou o banco. O BC informou ainda que o novo sistema é facultativo, mas explicou que as instituições que quiserem operá-la precisarão adotar políticas e procedimentos em seu relacionamento com o banco remetente dos recursos do exterior. Esses procedimentos se referem, por exemplo, a medidas para prevenção da lavagem de dinheiro e do financiamento do terrorismo. São medidas equivalentes àquelas atualmente exigidas pela regulamentação cambial nas relações internacionais entre bancos. O BC informou que essa alteração está alinhada à recomendação do G20, para que os países-membros proponham iniciativas visando a redução contínua dos custos associados às operações de remessas unilaterais. De acordo com o Banco Mundial, o custo médio das remessas para o Brasil é de 7,20%, enquanto que o custo médio de remessa para os países do G20 está em 6,57%.
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21/09 - Biosev vende usina Estivas à Pipa Agroindustrial por R$ 203,6 mi
Segundo a Biosev, negócio visa diversificar fontes de financiamento para aumentar a geração de caixa e fortalecer a estrutura de capital. A Biosev, do grupo Louis Dreyfus, fechou contrato para a venda da totalidade de sua controlada usina Estivas à Pipa Agroindustrial, que pertence a um fundo de investimento da corretora Socopa, em um negócio de R$ 203,6 milhões, informou a companhia em comunicado na noite de quinta-feira. Segundo a Biosev, a operação faz parte de um programa de competitividade operacional da companhia, que passa pela revisão de alternativas estratégicas relacionadas ao seu portfólio de ativos e pela diversificação de fontes de financiamento para "aumentar sua geração de caixa e fortalecer sua estrutura de capital". A companhia adicionou que o valor a ser pago pela compradora está sujeito a determinados ajustes e que a conclusão da operação está sujeita ao cumprimento de condições precedentes, incluindo a assinatura de contratos de garantia e a aprovação de contrapartes em contratos relacionados à usina Estivas. A empresa disse ainda que o negócio acontecerá após o aporte na Usina Estivas dos ativos, direitos, obrigações e responsabilidades que compõem a unidade, localizada no município de Arez, no Rio Grande do Norte. A Biosev possui 10 unidades agroindustriais em operação nos Estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba e Rio Grande do Norte, incluindo a usina Estivas, além de um terminal próprio no porto de Santos (SP), segundo informações do site da companhia.
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21/09 - Consumidor ainda desconfia de descontos da Black Friday; governo investiga maquiagem de preços
Evento de descontos no varejo brasileiro será em 30 de novembro. É possível se dar bem; veja dicas de especialista. A 8ª edição da Black Friday, data oficial de “superdescontos” oferecidos por varejistas para fiscar os consumidores, será no dia 30 de novembro. Apesar de a Black Friday ter se tornado a segunda maior data do varejo brasileiro, a adesão dos consumidores brasileiros ao evento esbarra na desconfiança em relação aos descontos. SAIBA TUDO SOBRE A BLACK FRIDAY 2017 Produtos mais desejados não são os que têm maior desconto; entenda Segundo pesquisa do Google com 1.500 consumidores de 18 a 54 anos, das classes A, B e C, de todas as regiões do país, em julho deste ano, para 37% dos entrevistados, a confiança nas promoções ainda é o principal motivo para não participar da Black Friday. Angélica Bersch Boff, Fatima Laterça, Samira Saleh e Isabela Martins nunca compraram na Black Friday e não pretendem participar da data de descontos deste ano. O motivo apontado é a desconfiança com as reduções de preço. O Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), do Ministério da Justiça, está investigando se as lojas aumentaram os preços no período que antecedia a Black Friday do ano passado. A abertura da investigação foi motivada por uma reportagem da "Folha de S.Paulo". Durante um período de 15 dias, o jornal acompanhou os preços de 6.875 itens à venda nas principais redes de varejo do país e verificou aumento nos valores antes da Black Friday. Essa alta dos preços pode indicar que boa parte dos descontos anunciados nos sites dessas lojas não representa, de fato, redução. Segundo o ministério, o DPDC teve acesso aos preços de diversos produtos, antes e durante as promoções da Black Friday, e está individualizando e apurando a conduta das empresas envolvidas. Se a investigação chegar à conclusão de que há indícios de irregularidade, o procedimento se transforma em processo administrativo sancionatório e as redes de lojas podem ser multadas em até R$ 9,5 milhões. A Black Friday vai acontecer em meio a um cenário de lentidão na retomada da economia. No ano passado, segundo a Ebit, empresa de dados sobre o varejo eletrônico brasileiro, a Black Friday gerou faturamento de R$ 2,1 bilhões para o e-commerce, alta de 10,3% em relação a 2016. Para este ano, os organizadores ainda não divulgaram a expectativa de vendas. Hipermercado em São Paulo antecipou a Black Friday de 2017 para a noite de quinta-feira Celso Tavares/G1 Propaganda enganosa lidera queixas Balanço do Reclame Aqui, site que reúne queixas de consumidores, endossa os motivos de os consumidores ainda terem pé atrás com a Black Friday. A propaganda enganosa foi o principal motivo das reclamações nas últimas três edições do evento, segundo a empresa. Esse problema recorrente inclui a maquiagem de preços, que levou os consumidores a apelidarem o evento de “Black Fraude” nas edições anteriores. A prática da maquiagem, também conhecida como "metade do dobro", consiste em aumentar os preços antes da data do evento para depois baixá-los e nomeá-los como “superdescontos”. A propaganda enganosa também inclui a diferença dos preços anunciados no momento da compra e na hora do pagamento do pedido. Veja abaixo os dados do Reclame Aqui desde que começaram os balanços, feitos das 18h da quinta-feira, véspera do dia das promoções, até a meia-noite da sexta-feira, dia da Black Friday. 2013 - 8,5 mil reclamações Principais queixas Problemas para acessar os sites Falta de estoque dos produtos anunciados Dificuldade para efetuar compra 2014 - 12 mil reclamações Principais queixas Problemas técnicos para acessar sites ou finalizar compras Maquiagem de preços Sumiço de produtos do carrinho virtual 2015 - 4,4 mil reclamações Principais queixas Propaganda enganosa: 36,2% Problemas para finalizar a compra: 9,1% Divergência de valores: 7,1% 2016 - 2,9 mil reclamações Principais queixas Propaganda enganosa: 22% Divergência de valores: 15,1% Problemas para finalizar a compra: 12% 2017 - 3,5 mil reclamações Principais queixas Propaganda enganosa: 13,5% Problemas com finalização da compra: 9,6% Divergência de valores: 8,8% ‘Sobem para depois baixar’ A psicoterapeuta Angélica Bersch Boff não espera pela data de promoções para comprar Arquivo pessoal A psicoterapeuta Angélica Bersch Boff, de 44 anos, diz que quando coincidiu de precisar de algum produto perto da Black Friday, a diferença de preço realmente não existia. “Os lojistas sobem o valor dos produtos para depois baixarem. Sobretudo quando se trata de produtos de maior valor, como eletrodomésticos”, afirma. Ela diz que não espera pela data de promoções para comprar. “No ano passado procurei uma geladeira duplex, queria realmente fazer o investimento. Ia tirar dinheiro da poupança e pagar à vista. Mas a diferença de preço era de R$ 100. Aí acabei não comprando”, conta. ‘Preço anunciado é o mesmo de antes’ A professora de educação física Samira Saleh pretende ignorar as promoções da Black Friday deste ano Arquivo pessoal Samira Saleh nunca comprou na Black Friday porque não acredita nos descontos. A professora de educação física, de 45 anos, conta que cerca de três anos atrás viu uma máquina de lavar com anúncio de desconto na Black Friday, mas na verdade era o mesmo preço que ela havia pagado antes da data da promoção. “Eles querem que você ache que está pagando com desconto. Mas na realidade o preço anunciado é o mesmo de antes”, diz. Samira diz que irá ignorar as promoções da Black Friday deste ano. ‘Nunca valeu a pena’ A aposentada Fatima Laterça até pensa em dar uma espiada nas ofertas deste ano, mas não tem intenção de comprar nada Arquivo pessoal A aposentada Fatima Laterça diz que também não acredita na Black Friday. “É tudo enganação, não tem desconto, nunca comprei”, diz. Fatima até olha os preços pela internet durante a Black Friday, mas, para ela, “nunca valeu a pena”. “Costumo pesquisar maquiagem e perfumes. Se não estiver precisando do produto com urgência espero um pouco para ver se na Black Friday vai estar mais barato, mas aí vejo que nunca compensa”, afirma. Para esta Black Friday, ela até pensa em dar uma espiada nas ofertas, mas não tem intenção de comprar nada. “Posso até olhar, já comprar acredito que não”. ‘Jogada de marketing’ A professora Isabela Martins, de 22 anos, já olhou preços em edições anteriores da Black Friday, mas achou que não valia a pena Arquivo pessoal Para a professora Isabela Martins, de 22 anos, a data de promoções é “apenas uma jogada de marketing”. “Os preços caem na semana anterior ou apenas trocam a etiqueta por uma vermelha com o mesmo preço”, opina. A professora já olhou preços em edições anteriores da Black Friday, mas achou que não valia a pena porque ou os descontos eram muito baixos, em torno de R$ 10, ou porque eram inexistentes. Ela não pretende comprar nesta Black Friday. “Não vejo também sentido em consumir sem precisar, só por achar que está barato”, afirma. Isabela diz que costuma evitar comprar também perto de datas comemorativas como Natal porque acha que antes os preços estão mais baixos. É possível se dar bem De acordo com Edu Neves, CEO Brasil do Reclame Aqui, os consumidores que se dão bem na Black Friday são aqueles que acompanham os preços antes da data de promoções e compram aquilo que eles já estavam desejando. “Se está precisando de algo e está com 20% de desconto, é um bom negócio.” Neves afirma que o desconto médio tem sido de 25%, mas é possível achar barganhas de 40% até 70%. Para Neves, mesmo com o desaquecimento da economia, a retração do consumo, e desemprego, inadimplência e juros em alta, as empresas têm necessidade de vender os estoques. Ele acredita que a crise leva ao alinhamento da indústria com o varejo, o que ajuda a trazer mais descontos na Black Friday. “Fabricante e varejista se unem, o que acaba beneficiando o consumidor, pois a negociação leva a preços melhores. Quando o mercado está muito aquecido, o varejista ganha muito poder”, explica. Segundo ele, esse alinhamento já tem ocorrido, por exemplo, entre a indústria automobilística e as concessionárias. E pode ser que isso aconteça com as fabricantes e varejistas no caso de celulares e TVs. “O alinhamento gera vantagem agressiva”, diz. De acordo com o CEO do Reclame Aqui, uma prática que o varejista brasileiro faz é colocar em promoção os modelos de produtos mais antigos e deixar o modelo novo com o mesmo preço sugerido pelo fabricante. Aí o varejo aproveita para vender o que está encalhado no estoque impulsionado pelo lançamento de um modelo mais avançado. Isso acontece muito com smartphones e TVs, segundo ele. “Saiu o iPhone 10, o preço em todos os sites é igual ao do fabricante, mas o iPhone 8 está mais barato. O varejista vende mais o que está encalhado”, explica. Para Neves, se o consumidor deixasse de comprar o produto mais antigo, os lojistas poderiam passar a colocar o modelo novo em promoção. O CEO afirma que vale a pena adiantar os presentes de Natal na Black Friday, desde que fique atento ao prazo de entrega. “Em 2015 venderam muito e não conseguiram entregar aquele volume gigantesco. Já no ano passado os grandes varejistas escalonaram a entrega, organizando de acordo com a região”, diz. Neves pondera que os pequenos e médios varejistas, que contam mais com os Correios para fazer a entrega, podem estar mais vulneráveis a atrasos pela dependência do desempenho da estatal. Têm ganhado espaço também na Black Friday boas promoções em gêneros de primeira necessidade, como produtos perecíveis. Segundo Neves, como o giro é alto, o setor de supermercados tem mais manobra para dar descontos. O executivo explica que o Brasil tem um grande problema, que é a questão tributária. A cadeia do produtor até o destino final embute impostos não visíveis ao consumidor, o que acaba por subir o preço do produto. “Não adianta sonhar em ter o mesmo desconto dos Estados Unidos porque lá o sistema tributário é diferente e flexível”, diz. Veja as dicas de Neves para se dar bem na Black Friday: Vigie desde já os preços dos produtos que deseja comprar. Não compre por impulso. Escolha o que realmente quer comprar. As marcas de varejo têm antecipado o evento para o começo de novembro, o chamado Black November, para não acumular todas as vendas na última sexta-feira do mês. A B2W e Via Varejo vendem cinco vezes mais na Black Friday que no Natal. O melhor mês para o varejo online é novembro. Por isso, é possível conseguir bons descontos no período. Adiante as compras de Natal na Black Friday, mas verifique o prazo de entrega das lojas. Cheque a reputação da loja, desconfie de descontos exorbitantes e formas de pagamento com boleto e transferência bancária. Com menos dinheiro rodando na economia e muitas pessoas com nome negativado, os golpes acabam aumentando, principalmente em plataformas de marketplace. Pesquisas mostram que 45% dos consumidores da loja física pesquisam online antes de comprar. É possível negociar com o vendedor um bom desconto na mercadoria mostrando o preço do site.
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21/09 - Caloi faz 120 anos e relembra propaganda histórica
Campanha 'não esqueça a minha Caloi' fez sucesso na década de 1970. Propaganda da década de 1970 Divulgação/Caloi Fundada em 1898, a tradicional fabricante brasileira de bicicletas Caloi faz 120 anos este ano e comemora recuperando a publicidade mais famosa da empresa nesses anos todos: a campanha "não esqueça a minha Caloi", da década de 1970, que incentivava as crianças e escreverem bilhetes aos pais pedindo a bicicleta como presente de Natal. Segundo a empresa, no entanto, o mote agora é conscientizar os motoristas e a sociedade sobre a inclusão da bicicleta como veículo de transporte. A nova peça publicitária estreia neste sábado, quando se comemora o Dia Mundial Sem Carro. Veja aqui a nova campanha da Caloi. Nova campanha quer conscientizar motoristas e sociedade Divulgação/Caloi A nova campanha foi criada pela agência Tribal WorldWide, que trabalhou em parceria com o publicitário José Cocco, criador da propaganda original na década de 70. “É com muito orgulho que vejo renascer a campanha ‘Não esqueça a minha Caloi’ agora com uma causa ainda maior, que é trazer a bicicleta para o centro da discussão como um dos pontos de solução do trânsito caótico das grandes cidades”, diz J. Cocco. Apesar da tradição, a Caloi já não é a mesma empresa. Em 2013, 70% da companhia foi vendida à canadense Dorel. Com a produção centralizada em Manaus, a empresa pretende dobrar a capacidade de produção da unidade entre 2019 e 2020, passando das atuais 600 mil bicicletas por ano para 1,2 milhão, segundo reportagem do Valor Econômico.
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21/09 - Aneel anuncia aplicativo que vai mostrar para o consumidor como é formado o valor da conta de luz
Aplicativo terá informação de quanto da conta de luz vai para geração de energia, quanto é imposto e qual o valor pago pelos subsídios. Ainda não há data para lançamento da ferramenta. O diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), André Pepitone, afirmou nesta sexta-feira (21) que a agência está preparando um aplicativo para ajudar o consumidor a entender a conta de luz. Segundo Pepitone, o aplicativo permitirá que o consumidor acesse os dados da sua distribuidora de energia e descubra quanto da sua conta de luz é para pagar pela geração de energia, quanto se paga por subsídios como os dados para o setor de irrigação e de saneamento e quanto da conta de energia é imposto. “Qualquer consumidor poderá acessar a sua conta de luz e saber o que está indo para subsídio, o que está indo para geração, qual a parcela da transmissão, qual a parcela das distribuidoras e qual a parcela de impostos”, disse. O diretor explicou que ainda não há uma data para o lançamento do aplicativo, mas que a agência está trabalhando para que seja feito ainda este ano. Subsídios Pepitone afirmou que a Aneel também está trabalhando em uma proposta para reduzir os subsídios pagos pelos consumidores de energia elétrica, mas que muitas dessas mudanças precisarão ser aprovadas pelo Congresso Nacional. Durante a cerimônia de assinatura dos contratos de concessão de mais de dois mil quilômetros de linhas de transmissão, o ministro de Minas e Energia, Moreira Franco, criticou os subsídios pagos na conta de luz e disse que esses subsídios foram criados em um outro momento da economia brasileira e que agora pesam muito no orçamento do brasileiro. “Aqui há subsídios para tudo. Até para programas de irrigação na Ilha de Itaparica é subsidiado na conta de luz. Porque cada dia eu descubro um ou dois”, afirmou o ministro. A discussão sobre a redução dos subsídios, no entanto, é antiga. Em 2016 o Ministério de Minas e Energia, na época comandado pelo deputado Fernando Coelho Filho, abriu uma consulta pública para discutir formas de reduzir os subsídios pagos via tarifa de energia elétrica. Geração mais barata O trabalho da Aneel, afirmou o diretor-geral, também inclui propostas para reduzir o valor da geração de energia térmica. “Temos um parque térmico contratado caro, com CVU [custo de geração da energia] elevada. Temos que trabalhar para reduzir a CVU desses parques”, disse. Recentemente, o Ministério de Minas e Energia anunciou que pretende fazer leilões regionais de térmicas a gás natural para substituir térmicas a óleo, que são mais caras. As térmicas seriam construídas próximos aos centros de produção de gás natural, o que ajudaria a baratear o custo de geração de energia.
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21/09 - B2W Digital abre programa de trainee 2019
Os candidatos devem ser graduados entre julho de 2016 e julho de 2018. A plataforma de varejo B2W Digital, companhia detentora das marcas Americanas.com, Submarino, Shoptime e Sou Barato, está com inscrições abertas para seu programa de trainee, que tem o objetivo de atrair talentos para o time digital. Cerca de 40 empresas estão com programas de trainee abertos; veja requisitos e dicas Os candidatos devem ser graduados entre julho de 2016 e julho de 2018 ou pós-graduados entre julho de 2016 e julho de 2019 nos cursos de administração de empresas, ciências contábeis, ciências econômicas, ciências da computação, comunicação social (jornalismo, publicidade e propaganda e marketing), física, engenharias, estatística, matemática, relações internacionais ou tecnologia da informação. É necessário ter inglês avançado, disponibilidade para residir nas cidades do Rio de Janeiro ou de São Paulo e mobilidade. Cursos de MBA, mestrado ou pós-graduação serão considerados diferenciais. A companhia busca jovens recém-formados que gostem de resolver problemas, sejam conectados com resultados e pessoas e que tenham muita vontade de aprender e se desenvolver. Características pessoais como iniciativa, capacidade empreendedora, rápida execução e habilidade para se relacionar serão valorizadas. As etapas do processo seletivo incluem triagem curricular, provas online, dinâmicas de grupo, entrevista com o comitê executivo e painel com a diretoria. Com início previsto para fevereiro de 2019, o programa tem duração de 12 meses e segue a linha job rotation, permitindo que o trainee adquira experiência e conhecimentos práticos em diversas áreas. O programa oferece salário compatível com o mercado, benefícios como vale-refeição, vale-transporte, plano de saúde, plano odontológico, seguro de vida, descontos em universidades, escolas de idiomas, academias e em compras nos sites das marcas da companhia. Para participar é preciso se inscrever no site somos.b2wdigital.com/programa-de-trainee até o dia 15 de outubro.
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21/09 - 'Twitch', um dos maiores serviços de streaming de games, é bloqueado na China
Bloqueio acontece após crescimento de popularidade da plataforma no país. Serviço foi comprado pela Amazon em 2014 Divulgação O "Twitch", um dos maiores serviços de streaming de games do mundo, foi bloqueado na China nesta sexta-feira (21). O bloqueio foi confirmado à CNN por um porta-voz da empresa, pertencente à Amazon. O app do "Twitch" desapareceu das lojas para Android e IOS. O serviço havia aumentado a popularidade no país nas últimas semanas após transmitir os Jogos Asiáticos em agosto. Além da tansmissão ao vivo dos jogos mais populares atualmente, como "League of Legends", "Dota 2" e "Counter-Strike: Global Offensive", ele também faz streaming de competições de eSports. E, desde 2016, usuários podem gravar vídeos cotidiados pelo recurso IRL (In real life). O site foi comprado pela Amazon em 2014 por US$ 970 milhões.
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21/09 - Governo assina contratos de leilão de linhas de transmissão de energia da Aneel
Lotes foram arrematados em junho com deságio médio do de 55,26%. Segundo a Aneel, serão 2,5 mil quilômetros de novas linhas, que vão gerar cerca de R$ 6 bilhões em investimento. Temer participou de assinatura de leilões de linhas de transmissão da Aneel Fernanda Calgaro/G1 O governo federal assinou nesta sexta-feira (21) contratos de concessão para construção e operação de linhas de transmissão de energia da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Em cerimônia no Palácio do Planalto, os contratos foram assinados entre os diretores da Aneel e os vencedores do leilão realizado em junho, que terminou com todos os 20 lotes arrematados, seis deles pela empresa indiana Sterlite Power Grid. Participaram da disputa 47 grupos interessados. O deságio médio do leilão foi de 55,26%. A economia na conta de luz para os consumidores com esse "desconto" na remuneração das empresas de transmissão chegará a R$ 14,184 bilhões, segundo a Aneel. Serão 2,5 mil quilômetros de novas linhas, que vão gerar cerca de R$ 6 bilhões em investimento e 13,6 mil empregos diretos. A Aneel ofertou 20 lotes, com 21 linhas de transmissão e 23 subestações de energia. As linhas de transmissão e as subestações levam energia das usinas geradoras até os consumidores. Os leilões de linhas de transmissão ocorrem todos os anos e servem para aumentar a oferta de energia e também para fortalecer o sistema elétrico. A remuneração das empresas que vencerem os leilões será paga pelos consumidores na conta de luz. Os empreendimentos estão localizados nos estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins. As empresas vencedoras terão direito ao recebimento da Receita Anual Permitida (RAP) para a prestação do serviço a partir da operação comercial dos empreendimentos. O prazo das obras varia de 36 a 63 meses. Temer Em discurso de dez minutos, Temer disse que seu governo tem o “orgulho de se apresentar reformista” e que foram feitas “várias reformas, há muito necessárias”, entre elas a do setor elétrico. Afirmou que, quando assumiu, o setor elétrico “estava em estado de grave desordem” e amargara prejuízo de cerca de 100 bilhões de reais, que caiu nas costas das empresas e dos consumidores. Segundo ele, uma das missões do seu governo foi “definir marcos regulatórios para o setor elétrico” que resgatassem “a estabilidade perdida” e tornassem a área atrativa aos investidores. Disse ainda que o governo hoje colhe frutos “do que foi na verdade um verdadeiro esforço de racionalização”: “Não é com canetadas e voluntarismo que teremos mais energia a preços menores”.
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21/09 - Lançado há 5 meses, Telescópio da Nasa descobre dois novos planetas
Conhecido como Tess, projetou custou US$ 337 milhões e deve ampliar o catálogo de planetas distantes conhecidos Missão Tess almeja mapear uma grande porção do céu em busca de exoplanetas que orbitem estrelas Nasa Um telescópio orbital desenvolvido para detectar mundos fora do sistema solar descobriu dois planetas distantes nesta semana. O Satélite de Pesquisa de Exoplanetas em Trânsito da Nasa, conhecido como Tess, foi lançado em abril no Cabo Canaveral, nos Estados Unidos, em uma parceria do governo americano e da empresa de exploração espacial SpaceX. As primeiras descobertas do Tess desde o lançamento são "super-Terras" e "Terras quentes" em sistemas solares a não menos de 49 anos-luz de distância. A missão, que custou US$ 337 milhões e deve durar dois anos, almeja ampliar o catálogo dos chamados exoplanetas, mundos que circulam estrelas distantes, conhecidos pelos astrônomos. Embora os dois planetas sejam quentes demais para comportar vida, a vice-diretora de ciência do Tess, Sara Seager, acredita em muitas outras descobertas deste tipo. "Teremos que esperar para ver o que mais o Tess descobre", disse. O Tess foi concebido para herdar o trabalho de seu antecessor, o telescópio espacial Kepler, que descobriu a maior parte dos cerca de 3.700 exoplanetas documentados durante os últimos 20 anos e que está ficando sem combustível. A Nasa espera localizar milhares de mundos até agora desconhecidos, talvez centenas deles do tamanho da Terra ou "super-Terras" — não maiores do que duas vezes o tamanho de nosso planeta. Acredita-se que nestes é mais provável encontrar superfícies rochosas ou oceanos e, por isso, eles são considerados os melhores candidatos para a evolução da vida. Cientistas acreditam que futuramente o Tess ajudará a catalogar ao menos outros 100 exoplanetas rochosos para estudos.
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21/09 - Corpo de Bombeiros de São Paulo abre concurso para 600 vagas temporárias
Profissionais vão atuar pelo período máximo de 5 meses como guarda-vidas no litoral do estado e em represas da Grande São Paulo. Salário é de R$ 1.290,66. O Corpo de Bombeiros Militar de São Paulo abriu processo seletivo para 600 vagas temporárias de guarda-vidas no litoral do estado. O salário é de R$ 1.290,66. Veja lista de concursos públicos e vagas de emprego Os profissionais vão atuar pelo período máximo de 5 meses, para atender o aumento da demanda durante o verão. As inscrições devem ser feitas de 1º de outubro a 28 de outubro pelo site www.ccb.policiamilitar.sp.gov.br. Os candidatos também podem se inscrever pessoalmente, das 9h às 18h, nas unidades do Corpo de Bombeiros listados no edital. As oportunidades são para Ilha Comprida (36), Guarujá (50), Iguape (14), Bertioga (58), Peruíbe (40), São Sebastião (30), Itanhaém (50), Mongaguá (60), Caraguatatuba (20), Praia Grande (100), Ubatuba (50), São Vicente (20), Santos (10), Ilha Bela (12), São Paulo, na represa de Guarapiranga (36) e em São Bernardo do Campo, na represa Billings (14). A seleção será feita por meio de análise de documentação, provas de habilidades físicas de caráter eliminatório e classificatório e investigação social.
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21/09 - A dura escolha de Powell, do Fed: ignorar a curva de rendimentos ou o aperto no mercado de trabalho?
Presidente do BC dos EUA terá de escolher entre uma era de pleno emprego, livre de recessão, ou juros que se mostrem altos demais para serem absorvidos pela economia. Chairman do Federal Reserve, Jerome Powell, durante coletiva de imprensa em Washington REUTERS/Yuri Gripas O desemprego perto de uma mínima de 20 anos grita ao Federal Reserve, banco central dos Estados Unidos, para elevar os juros ou arriscar uma economia aquecida demais. O mercado de títulos, não muito longe de um estado que normalmente precede uma recessão, diz: não tão rápido. Essa dúvida vai pairar sobre os membros votantes do Fed quando se reunirem na próxima semana. O caminho que eles seguirem começará a definir se o chair Jerome Powell planeja uma era de pleno emprego, livre de recessão, ou estraga a festa com aumentos de juros que se mostrem altos demais para serem absorvidos pela economia. Novas pesquisas da equipe do Fed e as próprias observações de Powell parecem colocar mais peso nos riscos do mercado de trabalho super-apertado, o que poderia significar uma mudança para cima na perspectiva de juros do Fed e um tom mais duro em sua retórica. Os economistas do Goldman Sachs, por exemplo, afirmam que a taxa de juros "ótima" do Fed está "bem acima da precificação de mercado sob uma ampla gama de suposições". Eles esperam quatro aumentos em 2019, enquanto os investidores esperam apenas um ou dois, uma diferença significativa. As autoridades do Fed sinalizaram um provável aumento da taxa de juros em 0,25 ponto percentual quando se reunirem na terça e quarta-feira da semana que vem, e os investidores esperam por um aumento na ocasião, além de outro em dezembro. O presidente do Fed de Nova York, John Williams, considerou a situação atual de crescimento contínuo, ganhos estáveis ​​de empregos e inflação próxima da meta "tão boa quanto possível" para os aumentos graduais iniciados pela ex-chair, Janet Yellen. Em agosto, Powell disse que os aumentos constantes da taxa de juros são a melhor maneira de proteger a recuperação econômica dos Estados Unidos e manter o crescimento do mercado de trabalho o mais forte possível e a inflação sob controle. Ele endossou a postura de política monetária do Fed poucos dias depois de o presidente dos EUA, Donald Trump, ter criticado as altas de juros.
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21/09 - De olho em qualidade, chineses buscam assegurar oferta de minério de ferro da Vale
Maior mineradora de minério de ferro do mundo disse que está ficando sem oferta imediata de alguns de seus produtos de maior teor devido à forte demanda da China. Uma trabalhadora amarra rodas de aço em uma fábrica de Hangzhou, na província de Zhejiang, leste da China. Chinatopix via AP Siderúrgicas chinesas e comerciantes estão correndo para assegurar contratos de longo prazo para minério de ferro de alta qualidade antes de cortes de produção no inverno, o que tem beneficiado a principal fornecedora do produto, a gigante brasileira da mineração Vale. A China, maior consumidora global de minério de ferro, utilizado na produção de aço, precisa do produto de maior qualidade, menos poluente, para seguir uma luta contra a poluição em suas cidades. Essa demanda evidencia como a prolongada guerra à poluição da China está mexendo com os mercados globais de minério de ferro. A corrida por contratos de minério de ferro de alta qualidade está ganhando ritmo conforme a China busca estabelecer limites de produção em unidades ao norte do país pelo segundo inverno consecutivo. A cidade de Tangshan, maior produtora de aço, está buscando cortar até 70% da produção das usinas com base nas emissões de carbono de cada unidade. O Hebei Jingye Group, uma usina de aço de médio porte em Hebei, está em busca de um contrato com a Vale para fornecimento de minério de ferro de alto teor em 2019, disse um representante da companhia. Ela já fechou em 2018 um contrato para 1,5 milhão de toneladas por finos de minério de ferro da Vale conhecidos como Brazilian Blend, ou BRBF, com 63% de ferro. "Nós já nos arrependemos de não ter comprado mais BRBF. Mesmo que nós não utilizemos tudo, ainda podemos vendê-lo no mercado spot e fazer muito dinheiro, uma vez que os preços subiram muito", disse Jia Zhanhui, que compra matérias-primas para o grupo Jingye. A Vale, maior mineradora de minério de ferro do mundo, disse que está ficando sem oferta imediata de alguns de seus produtos de maior teor devido à forte demanda da China. "As empresas chinesas estão buscando contratos de mais longo prazo conosco devido à qualidade", disse o diretor-executivo de ferrosos e carvão da Vale, Peter Poppinga, nos bastidores de uma conferência do setor na China. "Nós já vendemos tudo de Carajás", disse Poppinga, referindo-se a um dos projetos de minério de ferro de alta qualidade da companhia, no Pará, com cerca de 65 por cento de ferro. "Nós vamos alocar Carajás de acordo com contratos de longo prazo e com algumas oportunidades no mercado spot", adicionou. A Vale superou a fabricante de bebidas Ambev e se tornou a empresa mais valiosa da bolsa de valores paulista B3, nesta semana. Quatro gigantes A Vale, que faz parte do grupo das quatro maiores mineradoras globais, deve ser a que mais vai se beneficiar da crescente mudança da China rumo a matérias-primas menos poluentes, devido a seus produtos de maior teor. A companhia disse na quinta-feira que está buscando expandir seu emblemático projeto de minério de ferro S11D, no Pará, para atender à demanda chinesa. "Se você tem um contrato de longo prazo com a Vale em mãos agora, é fácil para você vender no mercado com US$ 5,5 extras por tonelada além dos preços acertados no contrato", disse um comerciante de minério de ferro do Zheshang Development Group, sob a condição de anonimato. O preço do minério de ferro com teor de 65% com origem no Brasil subiu 20% desde março, para US$ 96,80 a tonelada na quinta-feira. Seu prêmio sobre os finos de minério de ferro com teor de 62% atingiu um recorde de US$ 29 neste mês. "Há uma preocupação de que a oferta de material de alta qualidade não seja suficiente para atender à demanda do mercado, então as pessoas estão fazendo pré-pedidos para assegurar os embarques", disse o operador do grupo Zheshang. Enquanto isso, outras mineradoras como a Fortescue Metals Group dizem que o apetite por produtos de menor qualidade segue robusta. A presidente-executiva da Fortescue, Elizabeth Gaines, disse que os clientes da companhia estão buscando contratos de mais longo prazo para seu minério de ferro, principalmente com teor de 58%, à medida que usinas buscam reduzir custos ao misturar o material com minério de ferro de maior teor.
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21/09 - Ofertas de vagas para pessoas com deficiência não chegam a cargos de liderança, diz levantamento
Apenas 3% das posições de gestão são destinadas a pessoas com deficiência, mas volume de vagas para pessoas com deficiência vem aumentando nos últimos quatro anos. Gestores de instituições parceiras da Adefal e deficientes físicos participam do evento na Ponta Verde, em Maceió Divulgação/Adefal As ofertas de empregos para pessoas com deficiência não estão chegando aos cargos de liderança. De acordo com levantamento do portal de empregos Vagas.com, 61% das vagas exclusivas para pessoas com deficiência são para postos operacionais e auxiliares. Há apenas 3% de oportunidades de trabalho para pessoas com deficiência para os cargos de coordenação, supervisão, gerência e direção. O estudo foi divulgado nesta sexta-feira (21), que é o Dia Nacional da Luta da Pessoa com Deficiência. Setor público é o que menos preenche cota de vagas para pessoas com deficiência Em relação às vagas que não são reservadas para pessoas com deficiência, 25% das vagas são para níveis operacionais e auxiliares, enquanto 10% são destinadas a coordenadores, gerentes, supervisores e diretores. "Os números mostram que ainda poucas empresas se preocupam em dar espaço para profissionais com deficiência em posições de liderança. A lei de cotas é um grande avanço e muito importante para o acesso e inclusão, mas as empresas precisam criar mais vagas nesse sentido", afirma Rafael Urbano, especialista em inteligência de negócios da vagas.com. A Lei 8213/91 determina que empresas de 100 funcionários ou mais incluam de 2% a 5% dos cargos com beneficiários reabilitados ou pessoas portadoras de deficiências habilitadas na seguinte proporção: até 200 empregados: 2% de 201 a 500 empregados: 3% de 501 a 1.000 empregados: 4% de 1.001 em diante: 5% Segundo o portal Vagas.com, o volume de vagas para pessoas com deficiência vem aumentando nos últimos quatro anos. Comparando os anos de 2016 e 2017 (janeiro a agosto), a quantidade de oferta cresceu 11%. Já em 2018 atingiu o seu maior nível, chegando a 7.328 vagas ofertadas, uma evolução de 16% frente a 2017. No portal, há 144 mil currículos cadastrados de candidatos portadores de deficiência. Do total de candidatos, 6,7% são pós-graduados, 44,9% com formação superior, 6,8% com ensino médio profissionalizante, 38,2% com ensino médio e 3,4% com ensino fundamental.
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21/09 - Arrecadação federal soma R$ 109 bilhões e tem o melhor mês de agosto em 4 anos
'Royalties' do petróleo influenciaram na alta dos valores arrecadados. Números foram divulgados nesta sexta-feira (21) pela Secretaria da Receita Federal. Arrecadação federal é a maior para o mês de agosto em 4 anos A arrecadação com impostos, contribuições e demais receitas teve crescimento real (acima da inflação) de 1,08% em agosto deste ano e atingiu R$ 109,751 bilhões, informou nesta sexta-feira (21) a Secretaria da Receita Federal. Foi o maior valor para meses de agosto desde 2014, ou seja, em quatro anos. No mesmo mês do ano passado, a arrecadação federal somou R$ 108,576 bilhões (valor corrigido pela inflação). De acordo com a Receita Federal, o mês de agosto também foi o décimo mês consecutivo em que a arrecadação federal teve crescimento real frente ao mesmo período do ano anterior. A última queda foi em outubro do ano passado, mas o resultado foi influenciado pela receita extra com a chamada "repatriação", em outubro de 2016. A alta da arrecadação acontece em um momento de reaquecimento, ainda que mais fraco do que esperado, da economia, que saiu da recessão no ano passado – quando o Produto Interno Bruto (PIB) registrou um crescimento de 1%, depois de dois anos de recessão. Os valores arrecadados também estão sendo influenciados positivamente pelas receitas com "royalties" do petróleo – por conta da alta do preço do produto no mercado internacional. Em agosto deste ano, a arrecadação dos "royalties" subiu 24,63% em termos reais (acima da inflação), para R$ 2,56 bilhões. Chefe do Centro de Estudos Tributários e Aduaneiros da Receita Federal, Claudemir Malaquias, fala sobre a arrecadação Parcial do ano No acumulado dos oito primeiros meses deste ano, a arrecadação total somou R$ 953,621 bilhões, com crescimento real de 6,94% na comparação com o mesmo período do ano passado. Também foi a maior arrecadação para o período desde 2014, isto é, em quatro anos. A Receita Federal informou que cresceu, nos oito primeiros meses deste ano, a arrecadação com parcelamentos (Refis, incluindo também a dívida ativa), além da alta nas receitas com combustíveis, devido ao aumento da tributação, e, também, da arrecadação oriunda de ações de cobrança efetuadas pelo Fisco. A arrecadação de "royalties" do petróleo foi outro fator que ajudou bastante a arrecadação na parcial deste ano – quando os valores somaram R$ 38,406 bilhões, com alta real de 49,20% frente ao mesmo período de 2017 (R$ 24,866 bilhões). Meta fiscal O comportamento da arrecadação é importante porque ajuda o governo a tentar cumprir a meta fiscal, ou seja, o resultado para as contas públicas. Para 2018, a meta em vigor é de déficit (resultado negativo, sem contar as despesas com juros) de até R$ 159 bilhões. No ano passado, o rombo fiscal somou R$ 124 bilhões. Foi o quarto ano seguido de rombo nas contas públicas e o segundo pior resultado da história. Houve, entretanto, melhora frente ao déficit primário de 2016, que atingiu o recorde de R$ 161,27 bilhões (valor revisado), o equivalente a 2,6% do PIB. A consequência de as contas públicas registrarem déficits fiscais seguidos é a piora da dívida pública e impactos inflacionários. A previsão do governo é de que as contas do governo retornem ao azul somente em 2022.
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21/09 - Bovespa fecha em alta com alívio no cenário externo e tem melhor semana do ano
Ações da Gradiente despencaram após decisão judicial sobre uso da marca IPhone. Painel eletrônico na Bovespa, em São Paulo Paulo Whitaker/Reuters O principal índice da bolsa de valores brasileira, a B3, fechou em alta nesta sexta-feira (21), tendo como pano de fundo um tom relativamente positivo no exterior, enquanto agentes financeiros seguiram especulando sobre potenciais desfechos da corrida presidencial. O Ibovespa subiu 1,70%, a 79.44 pontos. Veja mais cotações. Na mínima do dia, o índice foi a 78.116 pontos. Na máxima, chegou a 80.000 pontos. Na semana, a bolsa acumulou alta de 5,32%, melhor resultado do ano, superando levemente o ganho de 5,31% apurado na semana encerrada em 26 de janeiro. Apesar das incertezas ainda em relação ao resultado da disputa presidencial no país, o cenário internacional exerceu uma influência positiva no mercado local, com forte apetite a risco, disse o analista Vitor Suzaki, da Lerosa Investimentos. “Apesar de ganhos mais contidos nesta sessão, as bolsas nos EUA estão em máximas históricas, as commodities estão em alta”, afirmou, atribuindo parte do otimismo a certo alívio acerca das negociações comerciais entre EUA e China. As ações da Petrobras, Vale, Itaú Unibanco e Bradesco, com peso relevante no índice, subiram nesta sexta-feira. Já as ações da Gradiente, que não fazem parte do Ibovespa, despencaram mais de 50%, depois que a empresa perdeu, na véspera, uma disputa judicial com a Apple sobre o uso da marca iPhone. Na quinta, os ativos fecharam com desvalorização de 45%, após subirem mais de 300% na semana, com expectativas e rumores sobre a disputa. A 4ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu nesta quinta-feira que o registro da marca “Gradiente iphone” pela Gradiente (IGB Eletrônica) não impede que a Apple use a marca “iPhone” no Brasil. Por maioria, foi negado o pedido da Gradiente de impedir o uso da marca pela empresa americana.
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21/09 - Dólar fecha em queda pelo 3º dia, cotado a R$ 4,04
Moeda terminou a semana com queda acumulada de 2,87%, mas ainda sobe 22% no ano. Alta do dólar afeta setores e influencia economia nacional; entenda O dólar fechou em queda pelo terceiro dia seguido nesta sexta-feira (21), chegando a operar a R$ 4,02 mais cedo, com investidores reagindo a novas pesquisas de intenção de voto à presidência da República, e em dia de desvalorização de moedas emergentes. A moeda norte-americana caiu 0,68%, vendida a R$ 4,0472. Veja mais cotações. Na mínima do dia, o dólar atingiu R$ 4,0277. Na máxima, chegou a R$ 4,0954. Na semana, a moeda acumulou queda de 2,87%. No mês de setembro, tem desvalorização de 0,61%. No ano, a moeda ainda acumula alta de 22%. Já o dólar turismo terminou o dia vendido a R$ 4,22, sem considerar a cobrança de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). 6 pontos para entender por que o dólar está subindo tanto Podcast do G1: Onde o dólar vai parar? Cenário eleitoral Pesquisas eleitorais estiveram no radar dos investidores, apontando para um cenário com candidatos mais compromitidos com as reformas sem tração na corrida presidencial. Na próxima semana, novas pesquisas são aguardadas, entre elas do Ibope na segunda-feira. "Ainda é tudo muito incerto... De todo o modo, acho que a governabilidade do país será complicada no próximo governo, seja quem for eleito", comentou à Reuters a diretora de câmbio da AGK Corretora, Miriam Tavares. "Mas não há espaço para a moeda cair abaixo de R$ 4,05. Há uma resistência, atrai compradores", disse. No exterior, o dólar subiu ante a cesta de moedas fortes, em dia de destaque para o recuo da libra, depois que líderes da União Europeia alertarem a primeira-ministra Theresa May que estão prontos para um não-acordo Brexit se ela não ceder terreno no comércio e na fronteira irlandesa até novembro. Em pronunciamento, May declarou que é melhor ficar sem acordo do que fazer acordo ruim com UE sobre Brexit e que o Reino Unido vive "impasse" nas negociações. O Banco Central ofertou e vendeu integralmente 10,9 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, rolando US$ 7,63 bilhões do total de US$ 9,801 bilhões que vencem em outubro. No dia anterior, a moeda norte-americana caiu 1,25%, vendida a R$ 4,0750. Novo patamar e perspectivas A recente disparada do dólar acontece em meio a incertezas sobre o cenário eleitoral e também ao cenário externo mais turbulento, o que faz aumentar a procura por proteção em dólar. Investidores têm comprado dólares em resposta a pesquisas que mostram intenção de voto mais baixa para candidatos considerados mais pró-mercado. Na avaliação do mercado, os candidatos que lideram as pesquisas de intenção de voto são menos comprometidos com determinados modelos de reformas econômicas considerados fundamentais para o ajuste das contas públicas. Na prática, as flutuações atuais ocorrem principalmente conforme cresce a procura pelo dólar: se os investidores veem um futuro mais incerto ou arriscado, buscam comprar dólares como um investimento considerado seguro. E quanto mais interessados no dólar, mais caro ele fica. Outro fator que pressiona o câmbio é a elevação das taxas básicas de juros nas economias avançadas como Estados Unidos e União Europeia, o que incentiva a retirada de dólares dos países emergentes. O mercado tem monitorado ainda a guerra comercial entre Estados Unidos e seus parceiros comerciais e a crise em países como Argentina e Turquia. A visão dos analistas é de que o nervosismo tende a continuar até que se tenha uma maior definição da corrida eleitoral. A projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2018 subiu de R$ 3,80 para R$ 3,83 por dólar, segundo o último boletim Focus do Banco Central. Para o fechamento de 2019, avançou de R$ 3,70 para R$ 3,75 por dólar.
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21/09 - Prévia da inflação oficial fica em 0,09% em setembro, aponta IBGE
Foi menor taxa para um mês de setembro desde 2006, quando o índice foi de 0,05%. No acumulado em 12 meses, taxa ficou em 4,28%, permanecendo abaixo da meta do BC. Prévia da inflação fica em 0,09% em setembro. E eu com isso? O índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que é uma prévia da inflação oficial do país, ficou em 0,09% em setembro, com forte recuo dos preços de alimentos compensando alta da energia elétrica, informou nesta sexta-feira (21) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Prévia da inflação oficial passa de 0,13% em agosto para 0,09% em setembro, diz IBGE Segundo o instituto, esta foi a menor taxa para um mês de setembro desde 2006, quando o índice foi de 0,05%. Além disso, foi a menor variação mensal de 2018. A variação acumulada no ano ficou em 3,23%. Já a taxa acumulada nos últimos 12 meses ficou em 4,28%, ligeiramente abaixo dos 4,30% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em setembro de 2017, a taxa foi de 0,11%. Em agosto, foi registrada deflação de 0,09%, segundo mostrou o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Com isso, o país registrou inflação negativa pela primeira vez desde junho de 2017. Preços dos alimentos caem O IBGE destacou que dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, apenas Alimentação e Bebidas (-0,41%) registrou queda na taxa na passagem de agosto para setembro. Todavia, a alimentação fora do domicílio registrou alta de 0,12%, abaixo da taxa registrada em agosto, que havia sido de 0,84%. Veja as variações dos grupos pesquisados: Alimentação e Bebidas: -0,41% Despesas Pessoais: 0,46% Artigos de Residência: 0,32% Habitação: 0,30% Saúde e Cuidados Pessoais: 0,26% Transportes: 0,21% Educação: 0,10% Comunicação: 0,02% Vestuário: 0,0% Alta da energia elétrica Dentre os demais grupos pesquisados, a alta de maior destaque doi no grupo Habitação, que subiu 0,30%. Ela foi pressionada, segundo o IBGE, pelo aumento de 0,34% na energia elétrica - em setembro entrou em vigor a bandeira tarifária vermelha patamar 2, incidindo a cobrança adicional de R$ 0,05 a cada kwh consumido. Esta foi a sétima alta consecutiva no custo da energia elétrica. Segundo o IBGE, tanto no ano (13,28%) quanto nos últimos 12 meses (19,01%), a energia elétrica foi o segundo maior impacto no IPCA-15 (0,49 p.p. e 0,67 p.p., respectivamente), ficando atrás apenas da gasolina (0,49 p.p. e 0,73 p.p., respectivamente). A leitura do IPCA-15 de setembro ficou abaixo da média das estimativas obtidas pelo Valor Data com 32 consultorias e instituições financeiras, de 0,17%de aumento. Também ficou no piso das projeções, que iam de 0,09% a 0,27% de alta. Para o acumulado em 12 meses, a previsão era de inflação em 4,36%. Para a economista do Santander, Tatiana Pinheiro, o resultado "reforça a sinalização do Copom que não há efeito significativo de pressões inflacionárias sobre os preços". Entre as surpresas positivas ela cita "vestuário com 0% de inflação e combustíveis ainda em deflação". Meta de inflação Em meio à recuperação lenta da economia e demanda fraca, a previsão dos analistas do mercado financeiro aponta para uma inflação de 4,09% em 2018, conforme a última pesquisa Focus do Banco Central (BC). Educação Financeira: entenda o sistema de metas da inflação O percentual esperado continua abaixo da meta de inflação que o Banco Central precisa perseguir neste ano, que é de 4,5%. Como há a "margem de tolerância", a meta será considerada formalmente cumprida caso fique entre 3% e 6%. Para o ano que vem, a meta de inflação é de 4,25%, podendo variar entre 2,75% e 5,75%. Na quarta-feira, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC manteve a taxa básica de juros da economia brasileira estável em 6,50% ao ano pela 4ª vez seguida. Diferentemente dos comunicados anteriores, entretanto, o Banco Central indicou a possibilidade de elevação dos juros caso haja a possibilidade de aumento da inflação "no horizonte relevante para a política monetária". Metodologia Para o cálculo do IPCA-15, os preços foram coletados no período de 14 de agosto a 13 de setembro e comparados com aqueles vigentes entre 13 de julho e 13 de agosto. O indicador refere-se às famílias com rendimento de 1 a 40 salários mínimos e abrange as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e Goiânia. A metodologia utilizada é a mesma do IPCA, a diferença está no período de coleta dos preços e na abrangência geográfica do levantamento.
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21/09 - Setor público é o que menos preenche cota de vagas para pessoas com deficiência
Apenas 11% das oportunidades foram ocupadas; média geral é de 48%. País comemora nesta sexta-feira (21) o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência. Pessoas com deficiência em evento da Defensoria Pública da União (DPU), em Brasília Divulgação/DPU Neste Dia Nacional da Luta da Pessoa com Deficiência, dados do Ministério do Trabalho mostram que a administração pública foi o setor que menos cumpriu o preenchimento da reserva de vagas de emprego para as pessoas com deficiência em 2017. Apenas 11% das oportunidades foram ocupadas (2,3 mil do total de 21,8 mil vagas). Na média geral, que engloba também os empregadores privados, as empresas públicas e as sociedades de economia mista, das 756.125 vagas reservadas para os deficientes no ano passado, 48% foram ocupadas. No caso do setor privado, a porcentagem de ocupação também é de menos da metade do total: 49% das 699 mil vagas. Nas empresas públicas e sociedades de economia mista, como a Petrobras e o Banco do Brasil, 44% das 35,7 mil vagas foram preenchidas. As informações foram obtidas com base na Relação Anual de Informações Sociais (Rais) e o Censo Demográfico 2010 do IBGE. A Lei 8213/91 determina que empresas de 100 funcionários ou mais incluam de 2% a 5% dos cargos com beneficiários reabilitados ou pessoas portadoras de deficiências habilitadas na seguinte proporção: até 200 empregados: 2% de 201 a 500 empregados: 3% de 501 a 1.000 empregados: 4% de 1.001 em diante: 5% Contratação por obrigação Segundo o levantamento do ministério, 93% dos deficientes foram contratados porque os empregadores foram obrigados pela lei a preencher a reserva de vagas. Somente 7% das pessoas com deficiência conseguiram emprego porque os empregadores contrataram sem levar em conta a obrigação de seguir a lei 8213/91. Na administração pública, 60% dos empregadores (807) não contrataram nenhum deficiente dentro das cotas obrigatórias, 24% preencheram apenas 25% das vagas e 5% deles preencheram 100% das vagas reservadas. Os concursos públicos, que são o principal ingresso dentro dos órgãos públicos, devem por lei reservar pelo menos 5% das vagas para as pessoas com deficiência. No caso dos empregadores da iniciativa privada (33,7 mil), 31% deles não contrataram nenhum deficiente, e 22% preencheram 100% das cotas. Na média geral, levando em conta também as empresas públicas, no total de 34,8 mil empregadores, 32% não contrataram nenhuma pessoa com deficiência em 2017 e 21% preencheram 100% da reserva de vagas. Os empregadores com 201 a 500 e de 501 a 1.000 empregados conseguiram preencher metade das vagas reservadas. Já as empresas com 100 a 200 funcionários conseguiram ocupar 40% das vagas, e as com mais de 1.000 empregados, 47% das cotas. No último Censo Demográfico, de 2010, 45,6 milhões de pessoas declararam ter pelo menos um tipo de deficiência, seja do tipo visual, auditiva, motora ou mental/intelectual, representando 23,9% da população brasileira – 25,8 milhões são mulheres e 19,8 milhões são homens. Ofertas de vagas para pessoas com deficiência não chegam a cargos de liderança, diz levantamento Contratação por setores Os setores de eletricidade e gás, indústrias da transformação e educação são os que mais cumprem as cotas para deficientes. Veja a porcentagem de vagas preenchidas dentro das cotas: Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura: 35% Indústrias Extrativas: 57% Indústrias da transformação: 60% Eletricidade e gás: 62% Água, esgoto, atividades de gestão de resíduos e descontaminação: 49% Construção: 32% Comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas: 59% Transporte, armazenagem e correio: 49% Alojamento e alimentação: 37% Informação e comunicação: 43% Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados: 58% Atividades imobiliárias: 43% Atividades profissionais, científicas e técnicas: 42% Atividades administrativas e serviços complementares: 24% Administração Pública, defesa e seguridade social: 12% Educação: 60% Saúde humana e serviços sociais: 45% Artes, cultura, esporte e Recreação: 59% Outras atividades de serviços: 48% Organismos internacionais e outras instituições extraterritoriais: 33% Fiscalização De acordo com o Ministério do Trabalho, foram efetuadas 9.658 fiscalizações no ano passado, que geraram 2.567 autos de infração e 426 termos de compromisso. Essas operações incluíram 34,4 mil pessoas com deficiência no mercado de trabalho, uma média de 3,6 por ação. A multa para a empresa que descumprir a lei varia entre R$ 2.331,32 e R$ 233.130,50, de acordo com o número total de empregados e com o número de vagas para pessoas com deficiência em aberto. A fiscalização da lei de reserva de vagas para pessoas com deficiência é feita por auditores fiscais do Ministério do Trabalho e do Ministério Público do Trabalho (MPT). Os empregadores que não cumprem as cotas obrigatórias são punidos com multa. Mas eles têm 90 dias antes de serem autuados para cumprir a lei.
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21/09 - Venezuela prende 34 gerentes de supermercados por aumento de preços
Gerentes foram presos sob acusação de esconderem alimentos e aumentarem abusivamente os preços. Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro Marco Bello/Reuters O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, disse na quinta-feira (20) que 34 gerentes de supermercados foram presos sob acusação de esconderem alimentos e aumentarem abusivamente os preços, no mais recente ato repressivo do governo de esquerda contra o empresariado enquanto o país sofre um colapso econômico grave. "Tivemos um grupo de supermercados que escondia os produtos das pessoas e começou a cobrar o que queria. Há 34 gerentes de grandes supermercados atrás das grades por violarem a lei", disse Maduro, muitas vezes revoltado, durante uma transmissão de uma hora na televisão estatal. "Eu digo uma coisa e os supermercados vêm e dizem outra... que desculpa eles têm para não seguir as regras?", questionou Maduro, estimulando os venezuelanos a se pronunciarem se virem preços injustos para evitar "serem roubados". Moeda da Venezuela teve corte de cinco zeros; entenda as mudanças No mês passado Maduro prometeu um ressurgimento econômico para o país rico em petróleo, que é vítima de uma hiperinflação e da escassez de produtos básicos, ordenando que o salário mínimo fosse aumentado 60 vezes e desvalorizando a moeda em 96%. O governo, mesmo carente de fundos, disse que cobrirá os salários nos três primeiros meses para que os negócios não aumentem os preços, apesar de o Congresso de maioria opositora estimar a inflação anual em 200 mil por cento. A mídia local noticiou que muitos dos gerentes presos trabalhavam na Central Madeirense, rede fundada cerca de 70 anos atrás por imigrantes portugueses. A empresa e o Ministério da Informação da Venezuela não responderam a pedidos de comentário. Alguns donos de negócios, duvidando que o governo cobrirá os novos salários, tentaram equilibrar as contas elevando preços e demitindo funcionários, o que contribui para o êxodo em massa de mais de 2 milhões de pessoas que já fugiram da nação de 30 milhões de habitantes. Economistas dizem que as reformas de Maduro não atacam os problemas centrais da Venezuela, que são os controles monetários e a criação excessiva de dinheiro, e podem inclusive desestabilizar a economia. Mas Maduro adotou um tom otimista ao comentar as medidas, dizendo que o aumento dos salários ocorreu sem sobressaltos e que as autoridades não estão mais imprimindo dinheiro de forma insustentável.
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