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29/02 - Terras indígenas podem receber até 40 hidrelétricas, estima Ministério de Minas e Energia
Projeto sobre exploração de terras indígenas tramita no Congresso. Segundo ministério, usinas ocupariam 1% da área e renderiam R$ 60 milhões anuais aos índios. Especialistas são contra. Estimativa do Ministério das Minas e Energia indica que as terras indígenas brasileiras têm potencial para receber cerca de 40 hidrelétricas com capacidade de gerar, ao todo, 28 mil megawatts (MW). Esses 28 mil MW equivaleriam a pouco mais de um quarto (27,2%) da capacidade instalada das mais de 217 hidrelétricas em operação atualmente no país (102.998 MW). No início de fevereiro, o governo federal enviou ao Congresso um projeto que regulamenta a exploração de terras indígenas. O texto libera nessas áreas a construção de hidrelétricas, a extração de óleo e gás e atividades como mineração e garimpo, desde que autorizadas pelo Congresso. A Constituição prevê a possibilidade de atividades econômicas nas terras indígenas, mas isso não acontece porque não há regulamentação. Pedidos de pesquisa mineral em terra indígena são quase 3,5 mil, embora atividade seja proibida Especialistas em questões indígenas ouvidos pelo G1 criticaram o projeto do governo. Para eles, obras como as de hidrelétricas podem gerar reflexos negativos permanentes na vida das comunidades atingidas nessas áreas (leia mais abaixo). Governo envia projeto que permite mineração e outras atividades em terras indígenas Compensação financeira O projeto do governo propõe o pagamento de participação financeira às comunidades indígenas atingidas pelos empreendimentos. No caso de hidrelétricas, o repasse aos índios seria equivalente a 0,7% do valor da energia produzida. "Se todos os [40] projetos forem viabilizados, estimamos que as comunidades indígenas atingidas receberão a título de participação aproximadamente R$ 60 milhões por ano", informou ao G1 o Ministério de Minas e Energia. Os R$ 60 milhões estimados pelo ministério equivaleriam a 12% do orçamento da Fundação Nacional do Índio para 2020 (R$ 495 milhões). A pedido do G1, a Associação Brasileira dos Grandes Consumidores de Energia e Consumidores Livres (Abrace) simulou o cálculo dessa participação utilizando como exemplo a hidrelétrica de Belo Monte, que fica no Pará. De acordo com a Abrace, se Belo Monte estivesse dentro de uma terra indígena e, por isso, fosse obrigada a pagar participação financeira seguindo os critérios propostos no projeto do governo, teria que desembolsar R$ 22,3 milhões por ano. Impacto De acordo com o Ministério de Minas e Energia, essas 40 hidrelétricas, se construídas, ocupariam "uma porção muito pequena" dessas terras indígenas – cerca de 1% da área total. "Os aproveitamentos hidrelétricos estão localizados em sua maior parte na Bacia Amazônica, com cerca de 20 aproveitamentos, 6 na bacia do Araguaia, 2 na bacia do Tocantins, 2 na bacia do São Francisco, 2 na bacia do Uruguai e 1 na bacia do Paraná", informou o ministério. Embora os números indiquem um impacto reduzido dessas hidrelétricas, para a advogada do Instituto Socioambiental (ISA), Juliana de Paula Batista, empreendimentos como esses podem ameaçar a sobrevivência das comunidades indígenas. O Instituto Socioambiental é uma organização sem fins lucrativos que atua na área de meio ambiente e direitos humanos e conta com um programa específico voltado para os povos indígenas. "Uma hidrelétrica atrai de 5 mil a 20 mil trabalhadores. Como que os índios, que são comunidades altamente vulneráveis e que têm cultura específica, vão conviver dentro do seu território com 5 mil, 15 mil, 20 mil trabalhadores? Imagina o impacto social, cultural, ambiental de tudo isso", afirmou Juliana Batista, que há dez anos trabalha com a questão indígena. A advogada citou como exemplo os reflexos da construção da usina de Belo Monte na cidade de Altamira, no Pará. Um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), divulgado em 2017, por exemplo, apontava Altamira como a cidade mais violenta do país e indicava que essa disparada na criminalidade tinha relação com a explosão populacional e o crescimento desordenado estimulado pelas obras da hidrelétrica. "Não interessa o quanto vai atingir. Interessa perguntar se essas comunidades indígenas terão condições de manter a sua sobrevivência física e cultural [após a construção das hidrelétricas]", disse a advogada, em referência à estimativa do ministério de que somente 1% da área total das terras indígenas seria ocupado pelas usinas. Usina de Belo Monte causa impactos ambientais e sociais em Altamira (PA) Poder de veto Para o professor do departamento de Antropologia da Universidade de São Paulo (USP), Renato Sztutman, mesmo que realmente chegue aos indígenas, a participação financeira milionária prevista pelo governo não compensará as perdas que as comunidades devem sofrer. "Os benefícios [com a implantação de hidrelétricas nas terras indígenas] são, com certeza, muito menores que os malefícios", apontou Sztutman. Segundo ele, intervenções como o desvio do curso de um rio, necessário nesse tipo de obra, "muda radicalmente o ambiente" onde vivem essas comunidades, gerando reflexo no solo e na disposição de alimentos. O professor criticou ainda o fato de a proposta do governo limitar o poder dos índios de vetar os empreendimentos. Pelo texto do projeto, as comunidades terão poder de vetar somente o garimpo em suas terras. No caso de hidrelétricas, exploração de óleo e gás e de mineração, o governo poderá encaminhar o pedido de autorização ao Congresso mesmo que os indígenas, ao serem consultados, se posicionem contra. "O mínimo que os indígenas devem ter é o poder de veto", defendeu. >> Em 2013, índios fizeram protestos pelo país contra a construção de hidrelétricas na Amazônia (veja no vídeo abaixo): Índios vão a Brasília em aviões da FAB pra discutir construção de hidrelétricas
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29/02 - EUA adiam cúpula regional da ASEAN por causa do novo coronavírus
Os líderes da Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN) deveriam ser recebidos pelo presidente Donald Trump no dia 14 de março. Os Estados Unidos decidiram adiar a cúpula regional da Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN) prevista para março, em Las Vegas, devido à epidemia do novo coronavírus, informou nesta sexta-feira um alto funcionário do governo, segundo a agência France Presse (AFP). "Enquanto a comunidade internacional trabalha em conjunto para derrotar o novo coronavírus, os Estados Unidos, após consultar seus sócios da ASEAN, adotaram a difícil decisão de adiar a reunião", disse o funcionário, que pediu para não ser identificado. Os líderes da ASEAN deveriam ser recebidos pelo presidente Donald Trump no dia 14 de março. A China - origem da epidemia - informou neste sábado (29) 47 novos óbitos pelo novo coronavírus, o que eleva o total de mortes a 2.835 desde o início do surto. A Comissão Nacional de Saúde chinesa registrou 427 casos novos, ou seja, mais do que na véspera, elevando o total de infectados a 79.251. A Coreia do Sul registrou neste sábado três óbitos e 594 casos do novo coronavírus, no maior aumento diário até o momento, o que eleva a 2.931 o número de pessoas infectadas no país.
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29/02 - Atividade manufatureira na China cai a mínimo histórico por coronavírus
O índice de gestores de compras (PMI) para fevereiro se situou em 35,7 pontos, contra 50,0 em janeiro. Cifra acima de 50 indica expansão da atividade e abaixo, contração. A atividade do setor manufatureiro na China caiu a um mínimo histórico em fevereiro, em plena desaceleração da segunda economia do planeta provocada pelo novo coronavírus, anunciou neste sábado (29) o Bureau Nacional de Estatísticas (BNS). O índice de gestores de compras (PMI) para o mês de fevereiro se situou em 35,7 pontos, contra 50,0 em janeiro, segundo o BNS. Uma cifra acima de 50 indica expansão da atividade e abaixo, contração. O resultado é muito inferior à previsão dos analistas consultados pela agência Bloomberg, cuja média era de 45,0. Os setores automobilístico e de equipamentos especializados foram muito afetados, revelou o BNS. A maioria dos analistas avalia que o crescimento econômico da China será muito afetado no primeiro trimestre.
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28/02 - Petróleo fecha em queda e tem pior semana desde a crise de 2008
No acumulado da semana, o petróleo Brent, referência global, recuou 13,64%, enquanto a referência americana (WTI) se desvalorizou 15,54% Os preços do petróleo no mercado internacional tiveram forte desvalorização nesta semana — a pior desde a crise financeira de 2008 — com os investidores preocupados com os impactos da epidemia de coronavírus no crescimento econômico global. Os preços da commodity não encerravam uma sessão em valor tão baixo desde dezembro de 2018. Os contratos mais líquidos do Brent, para abril, encerraram o dia em retração de 3,18%, aos US$ 50,52 o barril, na ICE, em Londres. Os preços do West Texas Intermediate (WTI) terminaram o pregão desta sexta-feira (28) em queda de 4,94%, aos US$ 44,76 o barril, na Bolsa de Mercadorias de Nova York (Nymex). Entenda os impactos do avanço do coronavírus na economia global e brasileira No acumulado da semana, a referência global recuou 13,64%, enquanto a americana se desvalorizou 15,54% — na semana terminada em 30 de novembro 2008, o Brent fechou com desvalorização de 25,71%; na semana encerrada em 14 de dezembro de 2008, o WTI encerrou com perdas de 26,82%. Em meio aos temores de que a epidemia de coronavírus prejudique a demanda global por petróleo, os investidores também não têm apostado suas fichas em uma contenção da oferta pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo e seus aliados (Opep+). Com uma reunião agendada para os dias 5 e 6 de março, os membros do cartel não demonstraram coesão de que vão tomar medidas enérgicas para fazer frente à queda nos preços. Análise: novo coronavírus causa impacto no mercado mundial; saiba as razões Mark Benigno, co-diretor de comércio de energia do INTL FCStone, afirma que os traders estão céticos quanto ao fato de o cartel apoiar os preços. "Parece que não há muita coesão no momento", afirmou. De qualquer forma, segundo o analista, a queda na demanda é tão grande que é improvável que os cortes na produção aumentem os preços por um longo período de tempo. Benigno acrescenta que alguns dos principais consumidores de petróleo estão tirando vantagem da crise comprando petróleo a preços baratos. Os analistas de commodities da Capital Economics, que, em sua estimativa anterior, acreditavam que uma recuperação do crescimento global impulsionaria a demanda por petróleo a ponto de superar a oferta no segundo trimestre, afirmam que os desenvolvimentos da epidemia reverteram a projeção. "Dito isto, a mais recente queda nos preços do petróleo pode convencer a Opep a aprofundar seus cortes de produção em sua reunião na próxima semana", escreveram os analistas da consultoria.
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28/02 - Ministério da Saúde fala sobre casos suspeitos de coronavírus
Brasil confirmou o 1º caso da doença nesta semana; paciente é homem de 61 anos, morador de São Paulo. Ministério da Saúde fala sobre casos suspeitos de coronavírus Brasil confirmou o 1º caso da doença nesta semana; paciente é homem de 61 anos, morador de São Paulo.
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28/02 - Veja os destaques do Globo Rural deste domingo (01/03/2020)
Programa mostra o investimento em silos em MT, a colheita da maçã feita pro índios no RS e a luta de agricultores familiares do Maranhão para conseguir novamente acesso ao Bolsa Família. Veja os destaques do Globo Rural deste domingo (01/03/2020) O Globo Rural deste domingo (01) mostra a participação de índios na colheita da maçã do Rio Grande do Sul, a fila de agricultores do Nordeste que esperam ter acesso ao Bolsa Família novamente e o investimento em silos em Mato Grosso. Assista a todos os vídeos do Globo Rural Na série das melhores reportagens de 2019, o avanço das hortas urbanas nas grandes metrópoles do Brasil e a vida das quebradeiras de coco babaçu no Maranhão. E mais notícias do campo. Não perca! A partir das 8h30.
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28/02 - Conta de luz continuará sem cobrança extra em março, informa Aneel
Bandeira tarifária permanecerá na cor verde porque, segundo Aneel, nível dos reservatórios está em condição 'favorável'. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou nesta sexta-feira (28) que a bandeira tarifária continuará verde em março, isto é, não haverá cobrança extra na conta de luz. Em janeiro deste ano, vigorou a bandeira amarela, o que fez os consumidores pagarem R$ 1,34 a cada 100 quilowatts-hora consumidos. Já em fevereiro, com previsão mais positiva de chuvas, a bandeira passou para a cor verde. Segundo a Aneel, em fevereiro, os principais reservatórios de hidrelétricas do Sistema Interligado Nacional (SIN) apresentaram recuperação e, para março, a previsão é de manutenção da "condição hidrológica favorável", o que aponta para um cenário com "elevada participação das hidrelétricas no atendimento à demanda de energia". Bandeiras tarifárias Juliane Monteiro/Arte G1 Com mais hidrelétricas para atender a demanda por energia, cai a necessidade de acionamento de térmicas, o que deixa a energia mais barata. O sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo de geração de energia. O objetivo é informar aos consumidores quando esse custo aumenta e permitir que eles reduzam o uso para evitar pagar uma conta de luz mais cara.
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28/02 - Powell diz que economia está bem, mas avisa que Fed está pronto para agir se necessário
Em comunicado, presidente do BC dos EUA diz que está monitorando de perto as implicações do coronavírus na economia. O presidente do Federal Reserve (Fed, banco central dos Estados Unidos), Jerome Powell, disse nesta sexta-feira (28) que a economia dos EUA permanece em condição sólida, embora o surto de coronavírus represente um risco, e que o banco central agirá como apropriado para fornecer apoio. "Os fundamentos da economia norte-americana permanecem fortes", disse Powell em comunicado divulgado em meio a uma contínua onda de vendas nas bolsas de valores globais. Jerome Powell, chairman do Federal Reserve, em foto de 31 de julho de 2019 Sarah Silbiger/Reuters "No entanto, o coronavírus apresenta riscos crescentes para a atividade econômica. O Federal Reserve está monitorando de perto os desenvolvimentos e suas implicações para as perspectivas econômicas. Usaremos nossas ferramentas e agiremos conforme apropriado para apoiar a economia."
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28/02 - Recife abre inscrições gratuitas para seleção simplificada de psiquiatras com salários de até R$ 5,9 mil
De acordo com a prefeitura, cadastramento de candidatos está aberto e segue até quarta-feira (4), de forma presencial. São oferecidas cinco vagas. Prefeitura do Recife (PCR) Katherine Coutinho/G1 Estão abertas as inscrições gratuitas para uma seleção simplificada para a contratação temporária de psiquiatras para atuar na rede municipal de saúde do Recife. De acordo com a prefeitura, o cadastramento segue até a quarta-feira (4) e deve ser feito de forma presencial. Ao todo, são oferecidas cinco vagas, com salários de até R$ 5,9 mil, além de gratificações. Os interessados em participar da seleção devem preencher o formulário de inscrição e o caderno de apresentação de documentos disponíveis no site. É necessário levar o material, além de cópia da documentação, para a Diretoria Executiva de Gestão do Trabalho e Educação na Saúde, na Rua Alfredo de Medeiros, n° 71, Espinheiro, das 8h às 16h. O edital que autoriza o processo seletivo foi publicado no Diário Oficial do Município e está disponível na internet. A Secretaria de Saúde realizará a seleção em etapa única, por meio de avaliação curricular, com avaliação de títulos e experiência profissional comprovados. O edital prevê quatro vagas para psiquiatras diaristas e uma para psiquiatra especialista em infância e adolescência, também diarista, com carga horária de 20 horas semanais. Uma vaga é reservada para pessoa com deficiência. O objetivo é preencher vagas que sobraram da seleção para psiquiatras realizada no segundo semestre de 2019. Os novos profissionais atuarão nas unidades da Rede de Atenção Psicossocial da cidade. Ainda de acordo com a prefeitura, o contrato será de um ano, podendo ser renovado por mais um, assim como também pode ser rescindido, a qualquer momento, de acordo com as necessidades ou preenchimento das vagas por candidatos aprovados em concurso público. O resultado preliminar da avaliação curricular será divulgado no dia 7 de março, no Diário Oficial, enquanto o resultado final sai no dia 28 de março.
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28/02 - Cozinheiro, enfermeiro, mecânico: veja as oportunidades de emprego em Piracicaba nesta sexta
Há vagas para todos os níveis de escolaridade e duas delas são para pessoas com deficiência (PCD). O Centro de Apoio ao Trabalhador (CAT) de Piracicaba (SP) tem pelo menos 21 oportunidades de emprego disponíveis nesta sexta-feira (28). Há vagas para todos os níveis de escolaridade e duas delas são para pessoas com deficiência (PCD). Interessados em se candidatar a uma das vagas precisam apresentar a carteira de trabalho Mauricio Vieira/Secom/Divulgação Os interessados precisam comparecer ao CAT levando os seguintes documentos: RG, CPF e Carteira de Trabalho, digital ou física. Segundo a prefeitura, as vagas podem alterar ao longo do dia. A unidade fica na Rua Monsenhor Manoel Francisco Rosa, nº 900, no Centro, e funciona de segunda a sexta, das 8h às 16h30. Veja a lista de funções com vagas abertas: Atendente de loja Atendente de restaurante Auxiliar de cozinha Auxiliar de enfermagem Auxiliar mecânico de ar condicionado Cozinheiro Pleno Encarregado de loja Enfermeiro Estagiário para a Semtre - vários cursos Gerente de supermercado Jardineiro Mecânico de ar condicionado e refrigeração Mecânico Diesel Operador de máquinas torno CNC Operador de solda robotizada Supervisor de loja Técnico de enfermagem Técnico em manutenção de filtro de água Vendedor externo Atendente de restaurante PCD Auxiliar de cozinha PCD Veja mais notícias da região no G1 Piracicaba
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28/02 - Contas do setor público têm superávit de R$ 56 bi em janeiro, maior para o mês em 19 anos
Números foram divulgados nesta sexta-feira (28) pelo Banco Central. Dívida bruta subiu para 76,1% do PIB no mês passado. As contas do setor público consolidado, que englobam o governo federal, estados, municípios e empresas estatais, registraram um superávit primário de R$ 56,276 bilhões em janeiro, segundo informações divulgadas nesta sexta-feira (28) pelo Banco Central (BC). Isso significa que, no período, as receitas de impostos e contribuições do governo foram maiores do que as despesas. A conta não inclui os gastos com o pagamento dos juros da dívida pública. O resultado das contas públicas representa melhora em relação ao mesmo período do ano passado – quando o saldo positivo foi de R$ 46,897 bilhões. Esse também foi o melhor resultado para este mês desde o início da série histórica, em 2002, ou seja, em 19 anos. No mês passado, ainda de acordo com o BC: o governo federal respondeu por um superávit primário de R$ 45,469 bilhões; os estados e municípios apresentaram um resultado positivo de R$ 10,143 bilhões; as empresas estatais registraram um superávit primário de R$ 664 milhões. Meta fiscal O resultado das contas do setor público consolidado em janeiro favorece o cumprimento da meta fiscal para 2020, ou seja, do resultado prefixado para as contas públicas. Para este ano, o setor público está autorizado a registrar déficit (despesas maiores que receitas) de até R$ 118,9 bilhões, mas o governo já informou que vai propor uma revisão para cima (rombo de até R$ 127,9 bilhões). Em todo ano de 2019, as contas do setor público tiveram um déficit primário de R$ 61,87 bilhões, ou 0,85% do Produto Interno Bruto (PIB). Foi o sexto seguido com as contas no vermelho, mas também foi o melhor resultado desde 2014, ou seja, em cinco anos. Após despesas com juros Quando se incorporam os juros da dívida pública na conta – no conceito conhecido no mercado como resultado nominal, utilizado para comparação internacional – houve superávit de R$ 19,120 bilhões nas contas do setor público em janeiro. Já em 12 meses até janeiro deste ano, o resultado ficou negativo (déficit nominal) em R$ 436,077 bilhões, o equivalente a 5,98% do PIB – valor alto para padrões internacionais e economias emergentes. Esse número é acompanhado com atenção pelas agências de classificação de risco para a definição da nota de crédito dos países, indicador levado em consideração por investidores. O resultado nominal das contas do setor público sofre impacto das atuações do BC no câmbio (via contratos de swap cambial) e, também, dos juros básicos da economia (taxa Selic), fixados pelo Banco Central para conter a inflação. Atualmente, a Selic está em 4,25% ao ano, na mínima histórica. As despesas com juros nominais somaram R$ 37,155 bilhões no mês passado e R$ 383,584 bilhões em 12 meses até janeiro de 2020 (5,26% do PIB). Dívida bruta A dívida bruta do setor público, uma das principais formas de comparação internacional (que não considera os ativos dos países, como as reservas cambiais), subiu em janeiro. O indicador é acompanhado mais atentamente pelas agências de classificação de risco. A dívida, que estava em 75,8% do PIB no fim do ano passado, ou R$ 5,5 trilhões, avançou para R$ 5,55 trilhões (76,1% do PIB) em janeiro deste ano, segundo números do Banco Central. A Secretaria do Tesouro Nacional tem observado que o patamar da dívida bruta brasileira está bem acima de outras nações emergentes, em torno de 50% do PIB. Por conta disso, a área econômica avalia ser preciso manter o ajuste nas contas públicas, de modo que a dívida pare de subir, e comece a recuar nos próximos anos.
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28/02 - Dólares 'debaixo do colchão', a melhor opção para muitos na Argentina
Atingidos por décadas de inflação, recessões e desvalorizações cíclicas, muitos argentinos preferem refugiar-se no dólar como forma de economizar e o esconde "debaixo do colchão", expressão com a qual indicam que guardam dinheiro em casa. Dólar disparou na Argentina, mostra casa de câmbio fotografada na sexta-feira (25) Ronaldo Schemidt/AFP Assim que recebe seu salário em pesos argentinos, Eugenia os troca para dólares e os esconde em sua casa. O medo de ser roubada não é comparável à desconfiança que tem dos bancos. "Não confio no peso, não é de agora, é de sempre", afirmou essa advogada de 43 anos. Atingidos por décadas de inflação, recessões e desvalorizações cíclicas, muitos argentinos preferem refugiar-se no dólar como forma de economizar e o esconde "debaixo do colchão", expressão com a qual indicam que guardam dinheiro em casa. Eugenia os esconde no banheiro. "Prefiro que um (ladrão) me roube do que um banco", acrescenta. Fantasma do 'corralito' A desconfiança não é nova. "Historicamente, aqueles que tentaram economizar em pesos não se saíram bem. Já os que fizeram isso em dólares se deram bem. É a consequência de um sistema financeiro quebrado", aponta Matías Rajnerman, economista-chefe da consultora Ecolatina. Sofia, uma decoradora de interiores de 52 anos, retirou seus depósitos em dólares no meio do ano passado, temendo o retorno do peronismo ao poder. "O que posso fazer?", questiona e lembra que somente no ano passado o peso argentino depreciou quase 40%. Poucos dias depois de assumir a presidência em dezembro, o peronista Alberto Fernández adotou uma série de medidas para reativar a economia dizimada com uma inflação de 53%, uma pobreza de quase 40% e um forte crescimento da dívida pública (passou de 52% do PIB em 2015 para 91% em 2019). Mas aqueles que estão acostumados a comprar dólares tomaram a decisão de taxar em 30% a compra de divisas com as quais o governo busca aumentar as reservas internacionais. Fernández também manteve a "ação" (controle) imposta por seu antecessor, o ex-presidente liberal Mauricio Macri (2015-2019), com um limite de compra autorizado de US$ 200 mensais por pessoa. Apesar das previsões sombrias, a diferença entre o peso e o dólar permaneceu bastante estável: a taxa de câmbio oficial é de cerca de 63 pesos por dólar, mas sobe para 83 pesos em mercados paralelos. As ações multiplicaram as transações no mercado paralelo por "cavernas" que funcionam em quiosques, lojas ou joalherias. "Questão cultural" O governo também pretende aumentar a alíquota cobrada pelo Imposto sobre Bens Pessoais e ainda mais para os ativos no exterior, com um prêmio para aqueles que levarem suas economias ao país. No entanto, analistas acreditam que é difícil para os argentinos apostarem no peso. "Neste país há uma história sistemática de violar a segurança jurídica do poupador. A poupança privada acaba sendo repreendida pelo governo ou trocada por títulos, isso aconteceu várias vezes, aconteceu em 2001", acrescentou Rajnerman ao se referir ao fantasma que persegue os argentinos: naquele ano o então presidente Fernando de la Rúa implementou o chamado "corralito", que limitava a 250 pesos (na época 250 dólares) por semana o valor máximo para sacar de um banco. De la Rúa assumiu, depois do governo de Carlos Menem (1989-1999), com uma política monetária de paridade (um peso = um dólar), considerada uma bomba-relógio. Desde então, muitos argentinos sacam seus dólares fora do país. "É uma questão cultural, pensamos em dólares", disse uma fonte do governo. Segundo o Banco Central, os argentinos têm mais de US$ 300 bilhões em poupança no exterior em contas nos Estados Unidos, Uruguai e Suíça, entre outras. Mas os economistas alertam que essa torneira do dólar causa um círculo vicioso que não pode ser freado. "Se mantemos dólares no colchão ou os tiramos do país, reduzimos o sistema financeiro (...) e, assim, é difícil reverter as coisas", explica Rajnerman. Cofres A incerteza financeira multiplicou a demanda por cofres nos bancos. Em alguns casos, há uma lista de espera. Fabiana, uma médica de 56 anos, decidiu colocar suas economias de US$ 40.000 em um deles. "Mas não consegui, muitas pessoas me ultrapassaram", conta. Embora seja um dos países mais ricos em recursos naturais, a Argentina sofreu oito grandes crises financeiras desde 1950, incluindo a atual. O desespero de escapar dos controles, impostos e bancos é tanto que alguns decidem emigrar. É o caso de um empresário de 40 anos que se mudou para o Uruguai com sua família. "Na Argentina, ninguém respeita o seu dinheiro", afirma.
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28/02 - Petrobras corta preço da gasolina e do diesel nas refinarias a partir de sábado
Preço do diesel será reduzido em 5% e o da gasolina em 4%. Corte ocorre no momento em que o petróleo perde valor no mercado internacional. A Petrobrás informou nesta sexta-feira (28) que vai reduzir o preço do diesel em 5% e da gasolina em 4% nas refinarias a partir deste sábado (29). Refinaria da Petrobras em Paulínia (SP) Paulo Whitaker/Reuters A queda nos preços dos combustíveis, destaca a Reuters, ocorre após quedas expressivas do petróleo no mercado internacional, diante da ampliação de casos do coronavírus pelo mundo, em um movimento que traz temores sobre uma desaceleração da economia global e na demanda por combustíveis. O repasse de ajustes dos combustíveis nas refinarias para o consumidor final nos postos, no entanto, não é imediato e depende de diversos fatores, como consumo de estoques, impostos, margens de distribuição e revenda e mistura de biocombustíveis. Preços nos postos Na semana passada, os preços dos combustíveis nos postos recuaram na semana, segundo dados divulgados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). De acordo com o levantamento da ANP, o valor médio do litro da gasolina para o consumidor recuou 0,29%, para R$ 4,537, na quarta queda seguida. O preço do litro do diesel caiu 0,27% no período, para R$ 3,701, em média. Já o litro do etanol teve queda de 0,46%, para R$ 3,241.
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28/02 - Índices acionários dos Estados Unidos têm pior semana desde 2008
Mercado acionário reage a surto de coronavírus em rápida expansão, que levantava temores de uma possível recessão global. Wall Street perdeu mais de 10% em relação ao fechamento da última sexta-feira Nos EUA, mercado financeiro tem a pior semana desde 2008 por causa do novo coronavírus Os índices acionários dos Estados Unidos fecharam em queda nesta sexta-feira (28) com as maiores perdas semanais desde outubro de 2008, quando o mundo enfrentava a crise financeira mundial, com um mercado em pânico pelo novo coronavírus e suas consequências econômicas. O índice Dow Jones caiu 1,39%, a 25.409,36 pontos, com um recuo de mais de 3,5 mil pontos na semana. O S&P 500 teve queda de 0,82%, a 2.954,22. O Nasdaq fechou praticamente estável, com alta de 0,01%, a 8.567,37 em uma semana muito volátil. Wall Street perdeu mais de 10% em relação ao fechamento da última sexta-feira. Mercado teme os impactos do coronavírus Reuters Ao longo da sessão, os índices acionários reduziram as perdas, depois que o presidente do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA), Jerome Powell, afirmou que a economia norte-americana está sólida, apesar do coronavírus representar um risco. Ele prometeu que a autoridade monetária "usaria suas ferramentas e atuaria conforme apropriado para apoiar a economia". Entenda a influência do novo coronavírus A queda das bolsas de NY refletem o aumento da preocupação de investidores com o surto de coronavírus, que tem se espalhado rapidamente e aumentando o medo de recessão global. Outras bolsas As principais bolsas europeias recuaram nesta sexta, em pior semana desde a crise de 2008. Na China, os índices acionários encerraram o pior mês desde maio do ano passado, com os temores sobre o surto de coronavírus se tornar uma pandemia. O principal índice da bolsa de valores brasileira, a B3, fechou esta sexta em alta, após duas fortes quedas na semana. Já o dólar engatou a oitava sessão seguida de alta, chegando a atingir R$ 4,48. O avanço da epidemia do novo coronavírus pelo mundo tem provocado abalos nos mercados globais e elevado as preocupações de investidores e governos sobre o impacto da propagação do vírus nas cadeias globais de suprimentos, nos lucros das empresas e na desaceleração do crescimento da economia global. Embora o maior número de casos confirmados e os principais impactos ainda estejam concentrados na China, o coronavírus já se espalhou por mais de 40 países de todos os continentes, provocando o fechamento de fábricas, interrupção de produção, fechamento do comércio e a paralisação de atividades também em países como Coreia do Sul, Japão e Itália. Initial plugin text
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28/02 - Fed poderá proteger economia americana do novo coronavírus?
Diante dos riscos, ainda incertos, da epidemia da Covid-19 para a maior economia do mundo, os mercados esperam dois cortes nas taxas este ano por parte da instituição americana. Até alguns dias atrás, a expectativa era na direção contrária. Sede do Federal Reserve em Washington, nos Estados Unidos Chris Wattie/Reuters Em campanha para sua reeleição à Presidência dos Estados Unidos, Donald Trump exige um corte nas taxas de juros no país, mas será, no fim das contas, o novo coronavírus que fará a diferença para o Federal Reserve (Fed, o Banco Central norte-americano). Diante dos riscos, ainda incertos, da epidemia da Covid-19 para a maior economia do mundo, os mercados esperam dois cortes nas taxas este ano por parte da instituição americana. Até alguns dias atrás, a expectativa era na direção contrária. Trump, que costuma atacar o Fed e o presidente do órgão, Jerome Powell, voltou a criticar a instituição em uma coletiva de imprensa sobre o novo coronavírus. "Deveríamos pagar taxas de juros mais baixas", afirmou o republicano, para admitir, na sequência, que a epidemia impedirá o crescimento de 3% esperados por ele para os Estados Unidos em 2020. Uma economia em melhor estado do que as de outros grandes países industrializados é seu melhor argumento para permanecer mais quatro anos na Casa Branca. Em dezembro, o Fed iniciou uma pausa nos cortes e fixou suas taxas entre 1,50% e 1,75%. A extensão da epidemia pode mudar o contexto, porém, embora, contrariando a opinião de muitos especialistas, Trump diga que o risco de propagação nos Estados Unidos seja "muito baixo". O pânico tomou conta dos mercados financeiros. Wall Street atravessa sua pior semana desde a crise financeira de 2008. Em meio às incertezas, os investidores estão apostando em títulos mais estáveis e seguros, como a dívida dos EUA, que paga taxas historicamente baixas. "Acredito que seria prematuro - antes de ter mais números e uma ideia das previsões (econômicas) - pensar em uma ação de política monetária", disse o presidente do Fed de Chicago, Charles Evans, no México, na quinta-feira (27), citado pela agência de notícias Bloomberg. A próxima reunião do Comitê Monetário do Fed será nos dias 17 e 18 de março. Taxas de juros mais baixas seriam um antídoto contra a recessão? Esse mecanismo que torna o crédito mais barato e, portanto, alimenta o consumo e o investimento para impulsionar a economia tem sido amplamente utilizado pelos bancos centrais desde 2008. "Os atores do mercado esperam que o Fed dê apoio" e reduza as taxas, disse a porta-voz do organismo, Janet Yellen, na quarta-feira. Yellen destacou que as taxas de juros são mais baixas na Europa do que nos Estados Unidos e disse que "o Fed tem margem de manobra. Isso não consertará tudo, mas sustentará os gastos dos consumidores, a economia e os mercados financeiros". Nos Estados Unidos, o consumo das famílias representa 70% do PIB. "A preocupação é que Powell entre em pânico novamente e use sua ferramenta de último recurso: os cortes nas taxas de juros", considerou o economista independente Joel Naroff. Baixas taxas de juros deixam menos espaço para os bancos centrais apoiarem o crescimento, se necessário. Pedir ao Fed para reagir "é uma espécie de pensamento mágico. (...) O Fed não criará as peças que não são fabricadas nas fábricas chinesas" por causa da epidemia, ironizou o economista James Grant, em entrevista à emissora CNBC. Grant criticou que, a cada novo ciclo econômico, haja "mais crédito, mais injeção de crédito, mais fragilidade". "O sistema imunológico das empresas se degradou em dez anos de mercados fabulosos, mas com balanços cada vez mais frágeis", apontou ele. "Não sei qual é a cura para isso, mas acho que um quarto de ponto a menos do Fed não será significativo", concluiu. Initial plugin text
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28/02 - Concurso do IJF tem 176 vagas para candidatos de ensino médio e superior
Inscrições podem ser feitas entre 5 e 29 de março. Editais de concurso do IJF somam 176 vagas Ares Soares/Unifor A Prefeitura de Fortaleza divulgou nesta sexta-feira (28) os editais de concurso público com 176 vagas para trabalhar no Hospital Instituto Doutor José Frota. O salário-base é de até R$ 3.405,44. A unidade de saúde passa por expansão e terá contratação de profissionais da saúde em diversas áreas, além de oportunidades para candidatos de nível médio. O concurso foi divido em três editais; confira: Edital de concurso para cargos de nível médio 20 vagas para o cargo de técnico em imobilização ortopédica 5 vagas para o cargo de técnico em higiene dental Edital para vagas de nível superior 6 vagas para fonoaudiólogo 2 vagas para cirurgião-dentista 15 vagas para psicólogo 3 vagas para advogado 87 vagas para enfermeiro Edital para cargos médicos 2 vagas para clínica médica 2 vagas para intensivista 18 vagas para intensivista 2 vagas para psiquiatra 6 vagas para microcirurgião e cirurgião de mão 1 vaga para pediatra 4 vagas para cirurgião torácico 1 vaga para clínica médica Inscrição Os interessados devem fazer a inscrição on-line, no site do Imparh, entre 5 e 29 de março. A inscrição custa R$ 95 para os candidatos de nível médio; R$ 160 para vagas de nível superior, exceto médico; e R$ 240 para médicos. Seleção Os candidatos serão avaliados em duas etapas, a primeira delas é uma prova objetiva, nas seguintes datas: 19 de abril para candidatos de nível médio e médicos 26 de abril para candidatos a uma vaga de nível superior, exceto médio O concurso para vagas no IJF tem validade de dois anos, que pode ser prorrogada por mais dois anos, a critério da gestão municipal.
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28/02 - Frigoríficos enfrentam demanda reduzida da China em meio ao surto do novo coronavírus
Banco projeta que negociações de carne bovina deverão recuar no primeiro semestre deste ano. Frigoríficos viveram bom momento na exportação de carne bovina em 2019 Reprodução/TV TEM As importações de carne bovina pela China vão recuar no primeiro semestre de 2020 devido à epidemia de coronavírus, que está afetando a circulação de pessoas e o comércio em todo o mundo, disse o Rabobank em relatório divulgado nesta quinta-feira (28). China alivia ainda mais restrições de importação à carne bovina dos EUA A situação pode reprimir a bonança verificada nas exportações de carnes do Brasil recentemente, uma vez que frigoríficos locais estiveram entre os principais beneficiados pela demanda adicional da China por importações de alimentos, depois de a peste suína africana atingir a oferta de carne do país asiático desde meados de 2018. O banco afirmou que amplos estoques chineses de carne bovina congelada, armazenados em mercados locais em meio aos preparativos para o feriado do Ano Novo Lunar, não foram consumidos em janeiro por causa do coronavírus, que levou ao fechamento de restaurantes no país. Alguns deles, segundo o Rabobank, podem permanecer fechados até março, já que muitas pessoas continuam evitando refeições fora de casa. "Restaurantes de serviço rápido podem ser os menos impactados, enquanto restaurantes 'hotpot' e de serviços completos sofrerão uma queda acentuada nas vendas no primeiro semestre", disse o relatório. Citando incertezas sobre se o coronavírus pode ser contido ainda no primeiro trimestre, o Rabobank mencionou a possibilidade da indústria de restaurantes e turismo continuarem estagnadas até abril ou maio. "Os menores volumes de vendas significam que a demanda por carne bovina será mais fraca do que em anos normais no primeiro semestre", apontou o banco. As exportações de carne bovina do Brasil atingiram uma receita recorde de 7,5 bilhões de dólares em 2019, guiadas pela forte demanda chinesa, que representou 26,6% do volume exportado por frigoríficos locais, de acordo com dados compilados pela Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo). Se contabilizadas as vendas para Hong Kong, o volume salta para 45%. Minerva, JBS e Marfrig estão entre alguns dos principais exportadores de carne bovina do Brasil. Ainda assim, depois de um 2019 marcado por recordes de exportações e preços, a indústria brasileira de carne bovina "está experimentando um momento de rebalanceamento de oferta e demanda", afirmou o Rabobank. O Brasil registrou máximas recordes de preços no final do ano passado devido às fortes exportações do produto, o que causou retração no mercado interno. Enquanto isso, a temporada de chuvas gerou o crescimento das pastagens, o que reduz os custos de produção, mas limita a oferta de animais enviados para o abate, disse a instituição. "Com o consumo doméstico (do Brasil) ainda considerado fraco e a China reduzindo compras devido ao coronavírus, abatedouros não estão dispostos a pagar preços mais altos para atrair volumes maiores", acrescentou o Rabobank. Embora permaneçam 27% acima dos níveis de janeiro de 2019, os preços do boi gordo no Brasil recuaram 9,8% em janeiro de 2020, depois de atingirem 211,97 reais por arroba (15 kg) em dezembro, mostraram dados do Rabobank. Além do aumento do custo para compra do gado, os crescentes valores da ração animal também são um desafio para os frigoríficos brasileiros, concluiu o banco. Veja mais notícias do Agronegócio no G1
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28/02 - Financiamento imobiliário com recursos da poupança cresce 42,7% em melhor janeiro desde 2016
Segundo dados da Abecip, financiamentos somaram R$ 7,27 bilhões no primeiro mês do ano. Financiamento de imóveis registra alta Reprodução Os financiamentos imobiliários com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) para aquisição e construção de imóveis cresceram 42,7% em janeiro em comparação ao mesmo período de 2019, atingindo R$ 7,27 bilhões. Foi o melhor resultado para o mês desde 2016. Os dados foram divulgados pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) nesta sexta-feira (28). No entanto, em relação a dezembro de 2019, houve queda de 16,1% nos financiamentos com recursos da poupança, explicada pela sazonalidade. No acumulado dos últimos 12 meses até janeiro de 2020, foram aplicados R$ 80,9 bilhões na aquisição e construção de imóveis com recursos do SBPE, alta de 37,9% sobre os 12 meses anteriores. Em janeiro, foram financiados nas modalidades de aquisição e construção 27,9 mil imóveis, elevação de 38,9% em relação a janeiro de 2019 e redução de 11,9% em relação a dezembro. Em 2019, o financiamento imobiliário com recursos da poupança cresceu 37,1%, chegando a R$ 78,7 bilhões. Segundo a Abecip, no ano passado, foram financiadas aquisições e construções de 298 mil imóveis, um crescimento de 30,5% na comparação com 2018. A Caixa se manteve na liderança do setor, com R$ 2,669 bilhões financiados nas modalidades construção e aquisição. O Bradesco ficou em segundo lugar, com R$ 1,525 bilhão, e o Itaú Unibanco apareceu em terceiro, com R$ 1,332 bilhão.
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28/02 - Renda domiciliar per capita foi de R$ 1.439 em 2019, diz IBGE
Valor foi 4,8% maior que o observado em 2018, desconsiderando os efeitos da inflação. Em 12 estados, rendimento médio foi menor que o salário mínimo vigente no ano. Renda per capta em 2019 no Brasil Arte-G1 O rendimento domiciliar per capita do Brasil ficou em R$ 1.439 em 2019, conforme levantamento divulgado nesta sexta-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – Contínua (Pnad Contínua). O valor é 4,8% maior que o rendimento médio nacional registrado em 2018, desconsiderando os efeitos da inflação. De acordo com o levantamento, o maior rendimento per capita foi observado no Distrito Federal (R$ 2.686) – quase o dobro da média nacional. Já o menor foi registrado no Maranhão, onde foi de apenas R$ 636, menos da metade que a média nacional. Em São Paulo e no Rio de Janeiro foi de R$ 1946 e R$ 1.882, respectivamente. Em 2019, 12 estados brasileiros registaram média da renda domiciliar per capita menor que o salário mínimo nacional vigente no ano, que foi de R$ 998. Segundo o IBGE, o rendimento domiciliar per capita é o resultado da soma da renda recebida por cada morador, dividido pelo total de moradores do domicílio. O cálculo inclui pensionistas, domésticos e seus familiares. Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – Contínua (Pnad Contínua). Essas estimativas servem para o rateio do Fundo de Participação dos Estados (FPE), conforme definido pela Lei Complementar nº 143, de julho de 2013. Veja o rendimento nominal mensal domiciliar per capita em 2019, por estado: Maranhão: R$ 635,59 Alagoas: R$ 730,86 Pará: R$ 806,76 Piauí: R$ 826,81 Amazonas: R$ 842,08 Amapá: R$ 879,67 Acre: R$ 889,95 Bahia: R$ 912,81 Paraíba: R$ 928,86 Ceará: R$ 942,36 Pernambuco: R$ 970,11 Sergipe: R$ 979,78 Roraima: R$ 1.043,94 Tocantins: R$ 1.055,60 Rio Grande do Norte: R$ 1.056,59 Rondônia: R$ 1.136,48 Goiás: R$ 1.306,31 Minas Gerais: R$ 1.357,59 Mato Grosso: R$ 1.402,87 Espírito Santo: R$ 1.476,55 Mato Grosso do Sul: R$ 1.514,31 Paraná: R$ 1.620,88 Santa Catarina: R$ 1.769,45 Rio Grande do Sul: R$ 1.842,98 Rio de Janeiro: R$ 1.881,57 São Paulo: R$ 1.945,73 Distrito Federal: R$ 2.685,76 Dados divulgados anteriormente pelo IBGE mostraram que o rendimento médio real habitual ficou estável na passagem do terceiro para o quarto trimestre de 2019, em R$ 2.340. Já a média anual ficou em R$ 2.330, com pequena variação (0,4%) em relação a 2018. Desemprego fica em 11,2% em janeiro, e atinge 11,9 milhões, diz IBGE Em 11 estados, informalidade ultrapassa 50% Taxa de desemprego fica em 11,2% entre novembro e janeiro, segundo IBGE
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28/02 - Confiança do setor de serviços cai ao menor nível desde outubro de 2019
Queda foi determinada pela piora das expectativas para os próximos meses. Setor de Serviços liderou as contratações em Marília (SP) Mauro Abreu/Prefeitura de Marília O Índice de Confiança de Serviços (ICS) medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV) recuou 1,7 ponto em fevereiro, para 94,4, o menor nível desde outubro de 2019. Em médias móveis trimestrais, o índice cedeu 0,3 ponto, interrompendo a tendência ascendente iniciada em julho do ano passado. A variação negativa do ICS foi observada em 6 dos 13 segmentos da pesquisa, e foi determinada pela piora das expectativas para os próximos meses. O Índice de Situação Atual (ISA-S) recuou 1,3 ponto, retornando ao nível de setembro de 2019 (90,2), enquanto o Índice de Expectativas (IE-S) diminuiu 2,0 pontos, para 98,9, voltando a ficar abaixo dos 100 pontos. O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) do setor de serviços subiu pelo segundo mês consecutivo, com avanço de 0,6 ponto percentual em fevereiro, para 82,9%, o maior nível desde junho de 2016. Desconforto maior Desde outubro do ano passado, em termos de médias móveis trimestrais, tanto o Indicador de Desconforto (composto pela média das parcelas padronizadas demanda insuficiente, taxa de juros e problemas financeiros como limitações à melhoria dos negócios) quanto o ISA-S mantiveram tendências de queda e alta, respectivamente. No entanto, em 2020 o Indicador de Desconforto voltou a crescer, acumulando ganho de 2,0 pontos nos dois primeiros meses do ano, e o ISA-S registrou queda de 0,7 ponto. Mesmo com a taxa Selic no menor patamar histórico, 15,2% dos empresários do setor entrevistados ainda consideram a taxa de juros como uma limitação ao andamento dos negócios. “Pelo segundo mês consecutivo houve perda de confiança no setor de serviços devolvendo quase todos os ganhos obtidos no final de 2019, fazendo com que o índice retorne ao patamar de setembro”, diz Rodolpho Tobler, economista da FGV, em comentário no relatório. “O resultado vem sendo influenciado pela piora da percepção sobre a situação atual, mas o destaque esse mês foi a diminuição das expectativas, após três meses de alta. A combinação sugere um início de ano com ritmo lento e poucas perspectivas de recuperação mais forte nos próximos meses”, acrescenta.
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28/02 - Confiança da indústria sobe em fevereiro e retoma nível de março de 2018
É a quarta alta consecutiva do indicador, que acumula avanço de 6,0 pontos desde outubro, mas ainda não reflete piora do cenário sobre coronavírus. Em fevereiro, a confiança subiu em 12 dos 19 segmentos industriais pesquisados. divulgação O Índice de Confiança da Indústria (ICI) da Fundação Getulio Vargas (FGV) avançou 0,5 ponto em fevereiro, para 101,4, mesmo nível de março de 2018. Com o resultado, o índice registra a quarta alta consecutiva e um avanço de 6,0 pontos desde outubro de 2019. Em fevereiro, a confiança subiu em 12 dos 19 segmentos industriais pesquisados. O resultado positivo decorre da melhora da percepção dos empresários sobre a situação atual. O Índice de Situação Atual subiu 1,2 ponto, para 100,9, o maior nível desde outubro de 2013 (101,6). O Índice de Expectativas (IE), por sua vez, ficou praticamente estável, ao ceder 0,2 ponto em relação ao mês anterior, para 101,8. Neste mês, a maior contribuição para o ISA veio da melhor percepção dos empresários sobre a demanda. O indicador que mede a demanda total subiu de 97,7 pontos para 100,9, o maior patamar desde dezembro de 2013 (101,8), ultrapassando o nível neutro. Em relação aos demais indicadores, o que mensura a situação atual dos negócios aumentou 1,9 ponto, para 101,9, enquanto o nível de estoques caiu 1,6 ponto, para 99,9. Sobre o IE, apesar de os indicadores que medem as perspectivas para a evolução do ambiente de negócios nos próximos seis meses e o volume de pessoal ocupado nos próximos três meses apresentarem altas de 1,4 ponto e 1,0 ponto respectivamente, para 104,9 e 101,0, a queda de 3,0 pontos do indicador de produção prevista, para 99,6, influenciou a piora das expectativas no mês. O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) aumentou 0,5 ponto percentual (p.p.), para 76,2%, o mesmo observado em outubro de 2018. Em médias móveis trimestrais, o Nuci subiu 0,3 p.p., passando de 75,4% em dezembro e janeiro para 75,7% em fevereiro. “A continuidade da tendência de recuperação da confiança industrial ancorou-se, em fevereiro, na melhora dos indicadores da situação atual, com destaque para a alta de 3,2 pontos do indicador de demanda, que retornou ao nível correspondente à neutralidade, e ao avanço do Nuci”, diz Renata de Mello Franco, economista da FGV, em comentário no relatório. “Para os próximos três meses, no entanto, a sondagem indica certa cautela por parte dos empresários, tanto nas previsões em relação à demanda quanto ao nível futuro de produção. Lembro que a pesquisa de fevereiro foi produzida com dados coletados até o dia 21 deste mês, não capturando, portanto, a piora do cenário econômico mundial com a divulgação de casos de coronavírus na Europa e no Brasil”, acrescenta a economista.
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28/02 - Com coronavírus, companhias aéreas europeias alertam para queda de lucro e demanda
IAG, dono da British Airways, e a Finnair sinalizam queda nos lucros, enquanto a easyJet relata grande queda na demanda na região da Itália afetada pela doença. Imagem de arquivo mostram aeronaves da British Airways paradas no aeroporto de Heathrow, em Londres Frank Augstein/AP As companhias aéreas europeias intensificaram seus alertas sobre o surto do novo coronavírus nesta sexta-feira (28), com o IAG, dono da British Airways, e a Finnair sinalizando uma queda nos lucros, enquanto a easyJet relatou uma grande queda na demanda na região da Itália afetada pela doença. As três empresas se uniram a rivais ao anunciarem cortes de custos para ajudar a enfrentar a situação, que tem intensidade e duração desconhecidas. Um novo coronavírus, que surgiu no final do ano passado na China, fez com que a demanda por viagens caísse nas últimas semanas, à medida que o surto se espalhou pelo mundo, aumentando o medo de uma pandemia que poderia mergulhar a economia global em recessão. A crise está exacerbando problemas profundamente enraizados no setor de aviação, que enfrenta excesso de capacidade, pressões ambientais e a suspensão do jato mais vendido da Boeing . O IAG, que também é dono da Iberia e da Aer Lingus, geralmente fornece uma previsão de lucros nesta época do ano, mas disse que a incerteza sobre o impacto e a duração do surto de coronavírus significa que não pode dar orientações precisas neste momento. No entanto, o grupo alertou: "No momento, estamos enfrentando uma demanda fraca nas rotas asiáticas e europeias e um enfraquecimento das viagens de negócios em nossa rede, resultante do cancelamento de eventos do setor e das restrições de viagens corporativas". A British Airways cancelou voos nos últimos dias de e para Itália, Cingapura e Coreia do Sul, depois de suspender todos os voos diretos para a China em janeiro. O IAG disse que mais cancelamentos ocorrerão nos próximos dias. Para lidar com a queda nos negócios, o IAG disse que estava cortando custos, sem dar detalhes, juntando-se a empresas como Lufthansa , da Alemanha, e KLM , com sede em Amsterdã, que anunciaram movimentos semelhantes. O grupo também disse que o cancelamento de voos reduziria o crescimento da capacidade este ano, embora o presidente-executivo, Willie Walsh, tenha dito que o grupo poderia começar a aumentar a capacidade se outras companhias aéreas falharem. Projeções mais baixas de crescimento do tráfego aéreo levaram a empresa espanhola de tecnologia de viagens Amadeus a prever um crescimento mais lento dos lucros principais de 2020 nesta sexta-feira, mas a companhia enfatizou que as perspectivas ainda não são responsáveis ​​pelo impacto incerto do surto de vírus. As companhias aéreas estão entre as maiores vítimas da onda de vendas no mercado de ações esta semana, com as empresas na Europa sofrendo com disseminação da doença na região, onde o número de mortos na Itália, o país mais atingido daquele continente, subiu para 17 e centenas de turistas nas Ilhas Canárias da Espanha estão em quarentena depois que quatro casos foram detectados lá. A EasyJet, de baixo custo, relatou um abrandamento "significativo" da demanda dentro e fora de suas bases no norte da Itália e uma redução em seus outros mercados europeus. Ele também disse que cancelaria alguns voos, principalmente dentro e fora da Itália, e que reduziria os custos em seus negócios, sem fornecer detalhes. A Brussels Airlines, subsidiária da Lufthansa, também disse na sexta-feira que cortaria seus voos para o norte da Itália em 30% de 2 a 14 de março, devido ao surto de vírus no país. Enquanto isso, a Finnair alertou para uma queda "significativa" no lucro operacional este ano devido a interrupções relacionadas a vírus. A companhia aérea nacional da Finlândia disse que está eliminando sua meta de crescimento de capacidade para 2020 e deve cortar custos em 40 a 50 milhões de euros, com medidas em consideração, incluindo demissões temporárias. Initial plugin text
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28/02 - Prefeitura de Araçoiaba inscreve para concurso com 370 vagas e salários de até R$ 7,5 mil
Há oportunidades para profissionais dos níveis fundamental, médio, técnico e superior. Inscrições podem ser feitas até o dia 31 de março de 2020, pela internet. Há, ao todo, 370 vagas para cargos de níveis fundamental, médio, técnico e superior Editoria de arte/G1 A Prefeitura de Araçoiaba, no Grande Recife, abriu inscrições para um concurso público com 370 vagas para cargos dos níveis fundamental, médio, técnico e superior. Os salários são de até R$ 7,5 mil. As inscrições estão abertas até 31 de março de 2020. De acordo com o edital do concurso, disponível no site da banca organizadora, estão garantidas vagas destinadas a pessoas com deficiência. Para se inscrever, o candidato deve preencher a ficha de inscrição online e imprimir o boleto para pagamento da taxa. O valor é de R$ 80 para cargos de nível fundamental, R$ 100 para os cargos de níveis médio e técnico e R$ 120 para cargos de nível superior. Do total de vagas, há 142 para candidatos de nível fundamental, 114 para nível médio, 31 para técnicos e outras 83 para o nível superior. Há oportunidades em áreas como as de serviços, saúde e educação. Os candidatos devem ser submetidos a provas objetivas e, em alguns casos, teste de aptidão física e prova de títulos. As provas objetivas estão previstas para o dia 19 de abril. A previsão é de que o resultado final do concurso seja divulgado no dia 30 de maio. Cargos de nível fundamental: Auxiliar de eletricista Auxiliar de mecânico (a) automotivo (a) Auxiliar de mecânico (a) eletricista Auxiliar de serviços gerais Coveiro (a) Cozinheiro (a) Gari Merendeiro (a) Motorista – categoria “a/b” Motorista – categoria “d/e” Operador (a) de máquinas Servente Vigia Cargos de nível médio: Agente comunitário (a) de saúde Agente de endemias Agente de monitoramento Auxiliar administrativo (a) Auxiliar de farmácia Auxiliar de saúde bucal Condutor (a)/socorrista Encanador (a) Encanador (a) de rede de esgoto Fiscal ambiental Fiscal de vigilância agropecuária Guarda municipal Guarda patrimonial Recepcionista Cargos de nível técnico: Eletricista (predial e industrial) Fiscal de obra Mecânico (a) automotivo (a) Mecânico (a) eletricista Supervisor (a) de instalações elétricas e manutenção Técnico (a) agropecuário (a) Técnico (a) ambiental Técnico (a) de enfermagem Técnico (a) em informática Técnico (a) em segurança do trabalho Cargos de nível superior: Assistente social Contador (a) Enfermeiro (a) - USF Enfermeiro (a) analista em saúde Enfermeiro (a) plantonista Engenheiro (a) ambiental Engenheiro (a) civil Engenheiro (a) eletricista Fisioterapeuta Médico (a) plantonista Nutricionista Professor (a) de ens. Fundamental anos iniciais do 1º ao 5º ano Professor (a) de educação infantil Professor (a) do ensino fundamental anos finais / 6º ao 9º ano - biologia Professor (a) do ensino fundamental do 1º ao 9º ano - educação física Professor (a) do ensino fundamental anos finais / 6º ao 9º ano – geografia Professor (a) do ensino fundamental anos finais / 6º ao 9º ano - história Professor (a) do ensino fundamental anos finais / 6º ao 9º ano - língua inglesa Professor (a) do ensino fundamental anos finais / 6º ao 9º ano - língua portuguesa Professor (a) do ensino fundamental anos finais / 6º ao 9º ano – matemática Professor (a) intérprete - libras/letras Psicólogo (a) Terapeuta ocupacional
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28/02 - Prefeitura de Vinhedo abre processo seletivo para 58 vagas de estágio
Estudantes dos cursos de administração, direito, jornalismo, pedagogia, psicologia, além de publicidade e propagando podem se inscrever até 13 de março. Prefeitura Vinhedo abre processo seletivo para 58 vagas de estágio até dia 13 de março Erick Leite / Prefeitura Vinhedo Estudantes de Vinhedo (SP) que estejam cursando nível superior podem se candidatar às 58 vagas de estágio promovidas pela prefeitura até o dia 13 de março. Os interessados devem comparecer pessoalmente na sede do Ciee do município, das 9h às 16h, para efetivarem o cadastro. Confira a lista de cursos abaixo. Benefícios Bolsa-auxílio de R$ 950, para alunos do último e penúltimo anos de graduação Bolsa-auxílio de R$ 570, para graduando do primeiro e antepenúltimo anos Auxílio-alimentação de R$632 Auxílio-transporte Cursos Administração - 10 vagas Direito - 5 vagas Jornalismo - 1 vaga Pedagogia - 1 vaga Publicidade e Propaganda - 40 vagas Psicologia - 1 vaga O processo será administrado pelo Ciee e terá prova aplicada no dia 19 de março, às 14h30, em local que ainda será divulgado. Para mais informações, basta acessar o site da central de estágios. O Ciee Vinhedo está localizado na Avenida Benedito Storani, 1390, Jardim Alves Nogueira. Veja mais notícias da região no G1 Campinas
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28/02 - Governo autoriza o registro de 32 agrotóxicos genéricos para uso industrial
Produtos serão utilizados como matéria-prima para o desenvolvimento de pesticidas para os agricultores. São os primeiros registros de 2020. Veja a lista. O Ministério da Agricultura liberou nesta sexta-feira (28) o registro de mais 32 agrotóxicos para utilização industrial, ou seja, produtos que serão usados como matéria-prima na elaboração de pesticidas para os agricultores. São os primeiros registros de 2020. Por que a produção de alimentos depende tanto de agrotóxicos? Governo muda regra de registro de agrotóxicos abre espaço para aprovação automática Segundo o governo, todos os agrotóxicos que tiveram a autorização publicada no "Diário Oficial da União" desta sexta são genéricos de pesticidas já registrados no Brasil, também conhecidos como "produtos técnicos equivalentes" (veja outros tipos de registros no final deste texto). "É importante destacar que nenhum desses 32 produtos registrados estarão disponíveis para compra pelos agricultores por se tratarem de produtos técnicos. Também não houve o registro de nenhum produto contendo ingrediente ativo inédito no Brasil", explicou em nota o coordenador-geral de Agrotóxicos do Ministério da Agricultura, Bruno Breitenbach. O G1 checou a lista divulgada pelo Ministério da Agricultura para verificar se os princípios ativos liberados possuem autorização na União Europeia e nos Estados Unidos. 2 registros do fungicida Azoxistrobina: Autorizado na UE e em reavaliação nos EUA; 1 registro do fungicida Clorotalonil: UE não renovou o registro do produto, que deve sair do mercado em maio de 2020 porque ele causa risco de contaminação do lençol freático e pode matar peixes e anfíbios. Nos EUA, está em reavaliação; 6 registros do inseticida Metoxifenozida: em reavaliação nos EUA e liberado na UE; 1 registro do herbicida Mesotriona: em reavaliação nos EUA e liberado na UE; 8 registros do inseticida Fipronil: liberado com restrições na UE por conta do risco de morte de abelas. Em reavaliação nos EUA; 2 registros do herbicida Metribuzim: em reavaliação nos EUA e liberado na UE; 1 registro do hormônio vegetal Ácido giberélico: em reavaliação nos EUA e liberado na UE; 1 registro do inseticida Indoxacarbe: em reavaliação nos EUA e liberado na UE; 1 registro do hormônio vegetal Cinetina: sem registro encontrado na UE e nos EUA; 2 registros do herbicida Indaziflam: sem registro na UE e registrado nos EUA; 7 registros do herbicida S-Metolacloro: em reavaliação nos EUA e liberado na UE. A maioria dos pesticidas são aprovados nos dois locais. Nos EUA, grande parte está em reavaliação, porém, este é um procedimento normal do país, que costuma revisar a autorização dos defensivos agrícolas com frequência. Novo método de divulgação A divulgação desta sexta representa uma mudança no método do governo anunciar a liberação de agrotóxicos. Até 2019, o ministério divulgava a aprovação dos pesticidas para a indústria e para os agricultores no mesmo ato dentro do "Diário Oficial da União". A série histórica de registros, que apontou que 2019 como ano recorde de liberações, leva em conta a aprovação dos dois tipos de agrotóxicos: os que vão para indústria e os que vão para os agricultores. Em nota, o Ministério da Agricultura explica que a publicação separada de produtos formulados (para os agricultores) e técnicos (para as indústrias) neste ano tem como objetivo "dar mais transparência sobre a finalidade de cada produto". "Assim, será mais fácil para a sociedade identificar quais produtos efetivamente ficarão à disposição dos agricultores e quais terão a autorização apenas para uso industrial como componentes na fabricação dos defensivos agrícolas", completou o ministério. Como funciona o registro O aval para um novo agrotóxico no país passa por 3 órgãos reguladores: Anvisa, que avalia os riscos à saúde; Ibama, que analisa os perigos ambientais; Ministério da Agricultura, que analisa se ele é eficaz para matar pragas e doenças no campo. É a pasta que formaliza o registro, desde que o produto tenha sido aprovado por todos os órgãos. Tipos de registros de agrotóxicos: Produto técnico: princípio ativo novo; não comercializado, vai na composição de produtos que serão vendidos. Produto técnico equivalente: "cópias" de princípios ativos inéditos, que podem ser feitas quando caem as patentes e vão ser usadas na formulação de produtos comerciais. É comum as empresas registrarem um mesmo princípio ativo várias vezes, para poder fabricar venenos específicos para plantações diferentes, por exemplo; Produto formulado: é o produto final, aquilo que chega para o agricultor; Produto formulado equivalente: produto final "genérico". Veja mais notícias do Agronegócio no G1 Initial plugin text
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28/02 - Bovespa fecha em alta, mas tem pior resultado semanal desde 2011
Nesta sexta, o Ibovespa subiu 1,15%, a 104.171 pontos. Na semana, índice acumula queda de 8,37%, pior resultado desde a semana encerrada em 5 de agosto de 2011, segundo a Economatica. Bovespa fecha em alta de 1,15%, mas tem pior semana desde 2011 O principal índice da bolsa de valores brasileira, a B3, fechou em alta nesta sexta-feira (28), após duas fortes quedas na semana, em meio à continuidade dos temores sobre a expansão do novo coronavírus e os seus impactos na economia global. Já o dólar engatou a oitava sessão de alta seguida, fechando a semana a R$ 4,48. O Ibovespa subiu 1,15%, a 104.171 pontos. Veja mais cotações. No dia anterior, a bolsa havia caído 2,59%, a 102.983 pontos, após ter despencado 7% na quarta-feira (26). No ano, o Ibovespa acumulou queda de 9,92% e, no mês, o recuo chega a 8,43%. Na semana, o índice acumula perdas de 8,37%, o pior resultado desde a semana encerrada no dia 5 de agosto de 2011, segundo a Economatica. Durante essa sexta, o índice chegou a ter perdas de mais de 2% e só reverteu direção no final da tarde, após o presidente do Federal Reserve (Fed, banco central dos Estados Unidos), Jerome Powell, afirmar que a economia dos EUA permanece em condição sólida, embora o surto de coronavírus represente um risco, e que o banco central agirá como apropriado para fornecer apoio. Entenda os impactos do avanço do coronavírus na economia global e brasileira Empresas listadas na bolsa perdem quase R$ 500 bilhões em valor de mercado Entenda a influência do novo coronavírus nos mercados O avanço da epidemia do novo coronavírus pelo mundo tem provocado abalos nos mercados globais e elevado as preocupações de investidores e governos sobre o impacto da propagação do vírus nas cadeias globais de suprimentos, nos lucros das empresas e na desaceleração do crescimento da economia global. Embora o maior número de casos confirmados e os principais impactos ainda estejam concentrados na China, o coronavírus já se espalhou por mais de 40 países de todos os continentes, provocando o fechamento de fábricas, interrupção de produção, fechamento do comércio e a paralisação de atividades também em países como Coreia do Sul, Japão e Itália. No exterior, o mercado de ações da Europa registrou a pior semana desde 2008 e perdeu US$1,5 trilhão com medo do coronavírus. Na China, os índices acionários encerraram o pior mês desde maio do ano passado, com os temores sobre o surto de coronavírus se tornar uma pandemia. Impacto local O secretário de Política Econômica do Ministério da Economia, Adolfo Sachsida, afirmou nesta sexta-feira à GloboNews que o coronavírus deverá levar à revisão na estimativa de Produto Interno Brasileiro (PIB). A secretaria comandada por Sachsida é responsável por fixar as projeções oficiais do governo para a economia e chegou a anunciar em janeiro deste ano um aumento na previsão de crescimento, alterando a expectativa de 2,32% para 2,40%. Segundo o secretário, a nova revisão do número deve ser anunciada até o fim da semana que vem. Bolsas caem ao redor do mundo: Ana Flor analisa a influência do novo coronavírus Na quinta, o secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, reconheceu que o avanço do coronavírus pode ter impacto no crescimento mundial e "afetar todo mundo, inclusive o Brasil". Ele acrescentou que a Secretaria de Política Econômica (SPE) deverá rodar em breve uma nova projeção para o crescimento da economia em 2020. "Está assustando todo mundo pois pode ter impacto muito forte no desaquecimento da economia mundial, isso impacta a exportação de todo mundo. Tem desorganização de cadeias produtivas, organizadas em países asiáticos. É um fenômeno que está todo mundo se debruçando agora. O risco é no preço de commodities e em um crescimento menor do mundo. A gente tem de estar preparado e lidar com a situação", afirmou. Na quinta, bancos dos EUA chegaram a cortar, pela segunda vez, as suas projeções de crescimento para o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil em 2020. Dessa vez, as previsões ficaram abaixo de 2%. O Bank of America Merrill Lynch cortou de 2,2% para 1,9% sua expectativa, enquanto o JP Morgan diminuiu de 1,9% para 1,8%. Variação do Ibovespa em 2020 Arte/G1
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28/02 - Assembleia Legislativa convoca 40 candidatos aprovados em concurso de 2018 em Rondônia
Convocação foi publicada no Diário Oficial. Certame teve mais de 20 mil inscritos. Convocação foi publicada no Diário Oficial de Assembleia Legislativa de Rondônia (ALE-RO) Diêgo Holanda/G1 A Assembleia Legislativa de Rondônia (ALE-RO) convocou mais 40 candidatos aprovados no concurso público realizado em 2018. A convocação foi publicada no Diário Oficial de quinta-feira (27). Arquivologia, assistente social, contabilidade, jornalismo, revisão de texto e taquigrafia estão entre os cargos convocados pela ALE (veja a lista dos nomes). Segundo a Assembleia, os candidatos nomeados têm 30 dias de prazo para apresentar os exames médicos no Recursos Humanos da ALE- RO e assim assumir o cargo efetivo na Casa de Leis. As provas da ALE-RO foram aplicadas em agosto de 2018. Mais de 20 mil candidatos disputaram as 110 vagas oferecidas no concurso, aplicado pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Em setembro de 2019, a ALE tinha convocado 20 candidatos para tomar posse.
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28/02 - Como seus pais influenciam a maneira como você age no trabalho
Se você tem dificuldade de aceitar críticas, pode não ser apenas uma questão de personalidade — pode ter a ver com seu 'estilo de apego'. Uma série de fatores afeta maneira como funcionários agem no trabalho Toa Heftiba on Unsplash Uma série de fatores afeta a maneira como você age no trabalho: a personalidade dos colegas, o tipo de chefe que você tem e a cultura da empresa de uma maneira mais ampla. No entanto, se você se pegar repetindo os mesmos padrões contraproducentes — como dificuldade em aceitar críticas, receio de pedir ajuda a outras pessoas ou medo de errar —, pode ser que a origem dos seus problemas não seja tão óbvia. A natureza do relacionamento dos seus pais, e especialmente se eles resolviam os problemas de maneira amigável e construtiva ou partiam para o conflito, pode ter influenciado a maneira como você se relaciona com as outras pessoas. No jargão psicológico, se seus pais estavam sempre discutindo, eles podem ter influenciado seu "estilo de apego". E isso pode interferir na sua capacidade de estabelecer relacionamentos saudáveis ​​no trabalho. A teoria do apego, proposta pela primeira vez pelo psicólogo britânico John Bowlby em meados do século passado, sugere que nossos primeiros relacionamentos — especialmente com nossos pais — influenciam como nos relacionamos com outros indivíduos ao longo da vida, ou melhor, o nosso padrão ou "estilo de apego". Em linhas gerais, as pessoas podem apresentar um padrão de "apego seguro", o que significa que são confiantes do seu valor e confiam nos outros; um "apego ansioso (ambivalente)", em que têm baixa autoestima e temem ser rejeitadas e negligenciadas, buscando segurança constantemente; ou um "apego evitativo", que significa que também têm baixa autoestima e pouca confiança nos outros, mas enfrentam a situação evitando acima de tudo se aproximar muito das pessoas. Há muitos fatores que contribuem para o tipo de padrão de apego que desenvolvemos, incluindo a receptividade dos nossos pais, assim como nossa própria personalidade, que é reflexo de uma mistura de fatores ambientais e genéticos. Mas o relacionamento de nossos pais também é relevante. Para as crianças, os pais oferecem um modelo de como as divergências devem ser resolvidas nos relacionamentos — ou até mesmo se podem ser resolvidas. E pesquisas sugerem que isso tem consequências para o padrão de apego posterior das crianças. Esses estudos geralmente esbarram em um conflito genético — ou seja, qualquer associação entre o comportamento das crianças e o comportamento dos pais pode ser explicada, pelo menos em parte, pelo fato de terem genes compartilhados. Apesar desta limitação, um estudo envolvendo 157 casais mostrou que os indivíduos cujos pais se divorciaram na infância eram mais propensos a ter um padrão de apego inseguro na vida adulta. E uma pesquisa de psicólogos da Purdue University, no estado americano de Indiana, pediu para 150 estudantes de graduação recordarem o nível de conflito no relacionamento dos pais e, na sequência, avaliou o perfil de apego de cada um. Os alunos que se lembravam de mais conflitos tendiam a apresentar padrões de apego mais ansiosos e evitativos. Por muitos anos, a teoria do apego foi usada principalmente para analisar como o estilo de apego dos indivíduos, formado na infância, influencia o comportamento nos relacionamentos românticos na vida adulta — e não surpreende que os dois padrões de apego inseguros estejam associados a relacionamentos de pior qualidade. Cada vez mais, no entanto, os psicólogos do trabalho estão recorrendo à teoria do apego para ajudar a explicar o comportamento dos funcionários no ambiente de trabalho — o número de artigos que adotam essa abordagem aumentou consideravelmente nos últimos anos. Estilo pessoal Há várias maneiras pelas quais seu estilo de apego pode afetar seu comportamento no trabalho. Por exemplo, se você apresenta um padrão de apego ansioso, pode ter mais medo de ser rejeitado por apresentar um desempenho fraco (pelo lado positivo, você também pode estar mais alerta a ameaças, o que talvez faça de você um bom informante). Se você tem um estilo de apego evitativo, é mais provável que desconfie de seus gestores e colegas. Esses processos psicológicos profundamente arraigados também afetam os chefes — por exemplo, aqueles com um padrão de apego seguro são mais inclinados a delegar. Tais descobertas são confirmadas por histórias pessoais. Sabrina Ellis, de 32 anos, enfermeira de saúde mental e psicóloga organizacional, relembra a violência verbal e física entre os pais e, mais tarde, entre a mãe e o padrasto. "Quando cresci... não havia adultos na minha casa em quem eu pudesse confiar, sentia que precisava me proteger mesmo no começo da vida adulta", diz ela. Sabrina acredita que isso causou problemas no início da sua carreira, especialmente na hora de recuperar a confiança em colegas do sexo masculino que a decepcionaram. A consultora de administração Kiran Kaur, de 34 anos, acredita que o relacionamento de seus pais a afetou tanto positiva quanto negativamente. Eles evitavam conflitos entre si e formavam uma frente única (algo que Kaur adotou no trabalho em equipe), mas, ao mesmo tempo, eles afastavam perspectivas alternativas. "Isso impactou minha abordagem no trabalho com equipes, porque eu também não convidava a discussões abertas", diz ela. Mas nosso estilo de apego não é predestinado. Pesquisas recentes mostram que o padrão de apego evolui até certo ponto ao longo da vida em resposta às circunstâncias atuais. Se você tiver a sorte de ter um parceiro confiável e amoroso, isso provavelmente vai aumentar sua confiança nos outros — favorecendo a manifestação de um estilo de apego seguro. Este é um processo chamado de "paradoxo da dependência", ou seja, quando depender de alguém aumenta nossa autonomia. Além disso, ter mais consciência de qual é sua tendência nos relacionamentos, com base em suas experiências de infância, pode permitir que você tome medidas para atenuá-las ou tire proveito das mesmas. Kaur conta que a atitude de evitar conflitos e a mente fechada, que ela acredita ter herdado dos pais, é algo que ela vem trabalhando há 10 anos, desde que um colega chamou a atenção dela pela primeira vez para esse fato. "Chamo agora para discussão e tento ser o mais aberta possível", diz ela. Ellis também conseguiu se adaptar de forma positiva. "Ao longo da minha carreira, evitei conflitos e aprendi conscientemente novas maneiras de resolver problemas e lidar profissionalmente com preocupações, mantendo o foco na solução", diz ela. "Tem sido muito produtivo e (me ajudou a ser) bem-sucedida como gestora de equipes e como colega de outros profissionais." A maneira como você se relaciona com outras pessoas no trabalho pode ter raízes profundas, mas se a psicologia nos ensinou algo, é que o aprendizado é possível ao longo da vida. Isso se aplica ao seu estilo de apego e personalidade, tanto quanto a aprender um novo esporte ou idioma. Falando como um psicólogo, estar mais ciente desses processos interpessoais e de suas raízes significa que não há razão para que você não consiga se adaptar e se tornar um gestor ou colega de trabalho mais eficiente.
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28/02 - Dólar sobe a R$ 4,48 nesta sexta e renova recorde de fechamento
Moeda norte-americana encerrou o dia negociada a R$ 4,4809, com alta de 0,10%. Na semana, alta foi de 2,01%; em fevereiro, avanço ficou em 4,57%. Foi a maior alta para o mês desde 2015. Notas de dólar Reuters/Dado Ruvic O dólar avançou nesta sexta-feira (28), pela oitava sessão consecutiva, e renovou o patamar recorde de fechamento nominal (sem considerar a inflação), à medida que a disseminação do coronavírus para fora da China aumenta a preocupação de uma recessão econômica global. Já a Bovespa voltou a subir. A moeda norte-americana subiu 0,10%, vendida a R$ 4,4809. Veja mais cotações. Na máxima, o dólar chegou a R$ 4,5141. Na semana, a moeda acumulou alta de 2,01%. No mês, subiu 4,57%. Foi a maior alta para o mês desde 2015, de acordo com a Reuters. No ano, o avanço é de 11,75%. Dólar fecha em alta pelo 8º dia seguido, a R$ 4,48, após atingir R$ 4,51 Ao longo do dia, a alta da moeda perdeu fôlego após o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, dizer que o banco central dos Estados Unidos está pronto para proteger a economia dos EUA. Atuação do Banco Central Valdo Cruz: ‘Dólar alto preocupa equipe econômica do governo’ O Banco Central voltou a atuar nos mercados nesta sexta-feira, realizando oferta líquida de até 20 mil contratos de swap cambial tradicional, em que vendeu todos contratos, no equivalente a US$ 1 bilhão. Além disso, a autarquia fez a rolagem integral de todos os US$ 3 bilhões ofertados em linhas de dólares com compromisso de recompra. O BC ofertou ainda nesta sessão até 13 mil contratos de swap cambial para rolagem do vencimento abril. Na quinta, o BC vendeu US$ 1 bilhão em contratos de swap cambial tradicional para conter a volatilidade. Na quarta, a autoridade monetária havia colocado US$ 500 milhões nesses ativos, em oferta líquida. Entenda os impactos do avanço do coronavírus na economia global e brasileira Tensão global O avanço da epidemia do novo coronavírus pelo mundo tem provocado abalos nos mercados globais e elevado as preocupações de investidores e governos sobre o impacto da propagação do vírus nas cadeias globais de suprimentos, nos lucros das empresas e na desaceleração do crescimento da economia global. Embora o maior número de casos confirmados e os principais impactos ainda estejam concentrados na China, o coronavírus já se espalhou por mais de 40 países de todos os continentes, provocando o fechamento de fábricas, interrupção de produção, fechamento do comércio e a paralisação de atividades também em países como Coréia do Sul, Japão e Itália. Por conta de fluxos elevados de capitais para mercados de menor risco, o dólar segue se valorizando frente a outras moedas, em especial moedas de países emergentes como o real. No exterior, o mercado de ações europeu registrou a pior semana desde 2008. Na China, os índices acionários encerraram o pior mês desde maio do ano passado. Impactos no PIB do Brasil Além das preocupações sobre o impacto do coronavírus, o dólar mais valorizado nas últimas semanas tem refletido os juros em mínimas históricas no Brasil e as projeções sobre o ritmo de crescimento da economia brasileira e andamento das reformas. Análise: novo coronavírus causa impacto no mercado mundial; saiba as razões O secretário de Política Econômica do Ministério da Economia, Adolfo Sachsida, afirmou nesta sexta-feira à GloboNews (veja no vídeo acima) que o coronavírus deverá levar à revisão na estimativa de Produto Interno Brasileiro (PIB). A secretaria comandada por Sachsida é responsável por fixar as projeções oficiais do governo para a economia e chegou a anunciar em janeiro deste ano um aumento na previsão de crescimento, alterando a expectativa de 2,32% para 2,40%. Segundo o secretário, a nova revisão do número deve ser anunciada até o fim da semana que vem. Na quinta, o secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, reconheceu que o avanço do coronavírus pode ter impacto no crescimento mundial e "afetar todo mundo, inclusive o Brasil". Ele acrescentou que a Secretaria de Política Econômica (SPE) deverá rodar em breve uma nova projeção para o crescimento da economia em 2020. "Está assustando todo mundo pois pode ter impacto muito forte no desaquecimento da economia mundial, isso impacta a exportação de todo mundo. Tem desorganização de cadeias produtivas, organizadas em países asiáticos. É um fenômeno que está todo mundo se debruçando agora. O risco é no preço de commodities e em um crescimento menor do mundo. A gente tem de estar preparado e lidar com a situação", afirmou. O Bank of America Merrill Lynch reduziu na quinta-feira sua perspectiva de crescimento econômico do Brasil em 2020 para 1,9%, citando impactos do coronavírus nas exportações e contínuos indicadores de atividade econômica sem sinal uniforme. O mercado brasileiro reduziu para 2,20% a previsão a alta do PIB em 2020, segundo a pesquisa Focus do Banco Central, divulgada nesta quarta, mas diversos bancos e consultorias já estimam um crescimento abaixo de 2%. Já a projeção do mercado para a taxa de câmbio no fim de 2020 subiu de R$ 4,10 para R$ 4,15 por dólar. Para o fechamento de 2021, subiu de R$ 4,11 para R$ 4,15 por dólar. A redução sucessiva da Selic desde julho de 2019 também contribui para uma maior desvalorização do real ante o dólar. Isso porque diminuiu ainda mais o diferencial de juros entre Brasil e outros pares emergentes, o que pode tornar o investimento no país menos atrativo para estrangeiros e gerar um fluxo de saída de dólar. E cresce no mercado as apostas sobre a chance de um possível novo corte na Selic, atualmente em 4,25% ao ano. Taxa de câmbio para cartão de crédito no exterior será a do dia do gasto a partir de março Variação do dólar em 2020 Arte/G1
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28/02 - Desemprego fica em 11,2% em janeiro, e atinge 11,9 milhões, diz IBGE
Informalidade cai, mas ainda atinge 40,7% da população ocupada. Já o número de pessoas que não estão procurando emprego e nem trabalhando bate recorde: 65,7 milhões. Desemprego fica em 11,2% em janeiro, e atinge 11,9 milhões, diz IBGE O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta sexta-feira (28) os primeiros números do ano sobre o mercado de trabalho. A taxa de desemprego no Brasil ficou em 11,2% no trimestre encerrado em janeiro, atingindo 11,9 milhões de pessoas, segundo a Pesquisa Nacional Por Amostra de Domicílios Contínua Mensal (PNAD Contínua). Em relação trimestre encerrado em janeiro de 2019, quando a taxa foi de 12%, houve queda de 0,8 ponto percentual. Já em relação ao trimestre encerrado em outubro, o recuo foi de 0,4 ponto percentual. Na comparação com o trimestre encerrado em dezembro, entretanto, quando a taxa foi de 11%, houve alta de 0,2 ponto percentual – o primeiro avanço desde o trimestre encerrado em março do ano passado. O IBGE, no entanto, só considera comparáveis os resultados de um mesmo trimestre e de 3 meses de intervalo. Evolução da taxa de desemprego Economia G1 O resultado ficou ligeiramente abaixo da mediana das projeções de 32 instituições financeiras e consultorias ouvidas pelo Valor Data, de alta para 11,3%. As projeções colhidas iam de 10,8% a 11,9% para o período. Tanto na comparação com o trimestre anterior, terminado em outubro, quanto com o mesmo trimestre do ano passado, houve queda da população desocupada. Eram 12,625 milhões em janeiro e 12,367 milhões em outubro. Agora, o número de desempregados foi estimado em 11,913 milhões. No 4º trimestre de 2019, o número de desempregados, no entanto, foi de 11,6 milhões. O país tem hoje 2 milhões a menos de desempregados do que tinha em abril de 2017, quando foi registrado o maior nível de desocupação da história (13,6%). Entretanto, ainda são 5,6 milhões de desocupados a mais do que em janeiro de 2014, quando foi registrada a menor taxa de desocupação (6,4%). Menos pessoas procuraram emprego e inatividade bate recorde De acordo com a gerente da pesquisa, Adriana Beringuy, a queda do desemprego em relação ao trimestre anterior se deu em função do aumento da população fora da força de trabalho, ou seja, pessoas que não estão procurando emprego e nem trabalhando. Na comparação com o trimestre terminado em outubro, houve alta de 1,3%, o que equivale a um contingente de 873 mil pessoas. O aumento da inatividade é comum em meses de janeiro, em função das férias escolares, mas foi a maior expansão já registrada para trimestres encerrados em janeiro, segundo o IBGE. Com isso, o total de pessoas fora da força de trabalho chegou a 65,733 milhões – patamar recorde desde o início da pesquisa, no primeiro trimestre de 2012. Há 1 ano, eram 65,277 milhões. Taxa de desemprego fica em 11,2% entre novembro e janeiro, segundo IBGE Segundo Adriana, as pessoas fora da força de trabalho são aquelas que não procuram trabalho, mas que não se enquadram no desalento. "Ela não desistiu depois de procurar, ela simplesmente não quer tomar uma providência efetiva para se ocupar, seja por motivo de férias ou qualquer outro motivo, não está disponível para trabalhar", observou. "É muito cedo ainda pra gente afirmar que as pessoas vão se retirar do mercado de trabalho. Temos um efeito sazional muito forte interferindo nesses dados", ponderou. O contingente de pessoas ocupadas (94,2 milhões), apresentou estabilidade em relação ao trimestre anterior. Porém, comparado ao mesmo período de 1 ano atrás, houve crescimento, um adicional de 1,9 milhão de pessoas. Já o número de desalentados (pessoas que desistiram de procurar emprego) se manteve em 4,7 milhões, estatisticamente estável em ambas as comparações. "O emprego foi mantido. Tivemos de um lado a manutenção do emprego e, de outro lado, um contingente grande de pessoas que pararam de procurar emprego. Ou seja, tirou uma pressão muito grande sobre o mercado de trabalho", explicou a pesquisadora. Informalidade cai, mas ainda atinge 40,7% da população ocupada A taxa de informalidade recuou de 41,2% no trimestre de agosto a outubro de 2019 para 40,7% no trimestre encerrado em janeiro, representando um total de 38,3 milhões de trabalhadores informais. Há 1 ano atrás, no entanto, a taxa era menor, de 41%. Evolução da taxa de informalidade Economia G1 “Esse recuo está associado à redução de aproximadamente 479 mil trabalhadores informais em relação ao trimestre móvel anterior”, destacou a analista da PNAD Contínua, Adriana Beringuy. No ano passado, a taxa média de desemprego no Brasil ficou em 11,9%, em um ano marcado pelo avanço da informalidade, que atingiu o maior nível desde 2016 e foi recorde em 19 estados e no Distrito Federal. Taxa média de desemprego em 2019 foi de 11,9% Em 11 estados, informalidade ultrapassa 50% Desemprego e saúde são principais problemas para brasileiros, diz pesquisa Carteira assinada tem alta O número de empregados com carteira de trabalho assinada cresceu 1,5% em relação ao trimestre móvel anterior e chegou a 33,7 milhões. Já contra o mesmo trimestre do ano anterior o avanço foi de 2,6% (mais 845 mil pessoas) Já a categoria dos empregados sem carteira assinada ficou estatisticamente estável em relação ao trimestre móvel anterior (11,7 milhões de pessoas). Na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, cresceu 3,7% (mais 419 mil pessoas). O número de trabalhadores por conta própria chegou também ficou estável (24,6 milhões) em relação ao trimestre encerrado em outubro. Já em relação ao mesmo período do ano anterior, houve alta de 3,1% (mais 745 mil pessoas). A pesquisadora do IBGE ponderou que ainda é cedo para avaliar se houve um aumento da carteira assinada em 2020. Isso porque os dados dessa pesquisa incluem os meses de novembro e dezembro, quando houve expansão da ocupação em função das contratações de fim de ano. Os setores de comércio e transportes lideraram as contratações no trimestre móvel até janeiro, ao passo que a administração pública e agricultura foram os que mais dispensaram. O comércio contratou 179 mil pessoas no trimestre móvel de novembro de 2019 a janeiro de 2020, frente aos três meses anteriores, elevando em 1% seu quadro de pessoal. Já o setor transporte, armazenagem e correio absorveu mais 110 mil trabalhadores, incremento de 2,3% na comparação ao trimestre móvel encerrado em outubro de 2019. Já a administração pública cortou 134 mil postos, reduzindo o seu quadro em 0,8%. 26,4 milhões de subutilizados Apesar do aumento do número de brasileiros ocupados, a população subutilizada no país ainda soma um total de 26,4 milhões de pessoas. O número no entanto também caiu no trimestre encerrado em janeiro. Houve queda de 2,7% (menos 744 mil pessoas) frente ao trimestre móvel anterior e recuo de 3,4% (menos 919 mil pessoas) frente ao mesmo período do ano passado. O número de subocupados por insuficiência de horas trabalhadas ficou em 6,6 milhões, com queda de 5,7% (menos 403 mil pessoas)frente ao trimestre móvel anterior, mas praticamente o mesmo de 1 ano atrás. Com isso, a taca de subutilização recuou para 23,2%. A categoria dos empregadores (4,4 milhões de pessoas) ficou estável frente ao trimestre móvel anterior e, também, em relação ao mesmo trimestre de 2019. Nas categorias dos trabalhadores domésticos (6,3 milhões) e dos empregados no setor público (11,5 milhões), também não houve variações estatisticamente significativas. Renda estagnada O IBGE apontou que o rendimento médio real habitual do brasileiro se manteve estagnado no trimestre encerrado em janeiro, em ambas bases de comparação, ficando em R$ 2.361. A massa de rendimento real habitual (R$ 217,4 bilhões) também ficou estatisticamente estável frente ao trimestre anterior, mas cresceu 2,2% frente ao mesmo trimestre do ano anterior.
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28/02 - Prefeitura de Bom Jesus tem inscrições abertas para concurso com 44 vagas
Candidatos devem se inscrever pela internet até o dia 19 de março. Salários podem chegar a R$ 11 mil. Prefeitura de Bom Jesus oferece 44 vagas em concurso público Divulgação A Prefeitura Municipal de Bom Jesus, na Serra, está com as inscrições abertas para concurso público. São oferecidas 44 vagas, além da formação de cadastro reserva, para 21 cargos entre os níveis fundamental, médio e superior. Os candidatos podem se inscrever pela internet até o dia 19 de março. A banca disponibiliza computadores com acesso à internet na sua sede (Rua. Prof. Cristiano Fischer, 2012 - Porto Alegre). A taxa de inscrição é de R$ 60 para os cargos de nível fundamental e de R$ 80 para aqueles de nível médio. O valor é de R$ 100 para as vagas de nível superior. Os salários variam de R$ 874,21 a R$ 11.007,05, de acordo com o cargo pretendido. Aqueles que tiverem o vencimento básico menor que o salário mínimo nacional receberão um complemento até atingir o valor deste. A carga horária semanal varia de 20h a 40h. A data provável de realização da prova é 19 de abril. Outras informações estão no edital do concurso.
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28/02 - Inscrições para o concurso da prefeitura de Mamanguape, PB, terminam nesta sexta
São 11 vagas em cargos com salários de R$ 4 mil. São 11 vagas em cargos de nível superior com salários de R$ 4 mil. Divulgação Estão abertas até esta sexta-feira (28) as inscrições para o concurso da prefeitura de Mamanguape, no Litoral Norte paraibano. São oferecidas 11 vagas em cargos de nível superior com salário de R$ 4 mil. Veja o edital do concurso para a prefeitura de Mamanguape As inscrições devem ser feitas exclusivamente pela internet, no site da organizadora. As taxas de inscrição custam R$ 95. Conforme o edital, estão disponíveis cinco vagas para auditor fiscal de débitos, duas para contador e quatro para procurador municipal. Todos os cargos são para pessoas com nível superior. As provas estão previstas para acontecer no dia 29 de março. Concurso da prefeitura de Mamanguape Vagas: 11 Nível: superior Salários: R$ 4 mil Prazo de inscrição: até esta sexta-feira (28) Local de inscrição: site da organizadora, Facet concursos Taxas de inscrição: R$ 95 Provas: 29 de março Edital do concurso da prefeitura de Mamanguape
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28/02 - Coronavírus deve levar à revisão do PIB de 2020, diz secretário de Política Econômica
Adolfo Sachsida afirma que, até duas semanas atrás, cenário era de estabilidade. Desde então, houve piora. Para o secretário, avançar na agenda de reformas é o melhor remédio. Bolsas caem ao redor do mundo: Ana Flor analisa a influência do novo coronavírus O Secretário de Política Econômica do Ministério da Economia, Adolfo Sachsida, afirmou nesta sexta-feira (28) à GloboNews que o coronavírus deverá levar à revisão na estimativa de Produto Interno Brasileiro (PIB). A secretaria comandada por Sachsida é responsável por fixar as projeções oficiais do governo para a economia e chegou a anunciar em janeiro deste ano um aumento na previsão de crescimento, alterando a expectativa de 2,32% para 2,40%. Segundo o secretário, a nova revisão do número deve ser anunciada até o fim da semana que vem. Adolfo Sachsida explica que a Secretaria de Politica Econômica monitora três fatores. O primeiro é o canal da demanda brasileira, que é o quanto o mundo está crescendo e o quanto este crescimento pode ser afetado pela epidemia. Na semana passada, o Fundo Monetário Internacional (FMI) reduziu em 0,1 ponto percentual a estimativa de crescimento da economia mundial para 2020. O segundo aspecto monitorado é o da oferta: a dificuldades que os produtos chineses usados por empresas brasileiras para produzir têm de chegar ao país, uma vez que a China, o principal fornecedor do Brasil, está sob impacto intenso do covid-19. O terceiro fator é o preço dos commodities no mundo, já que o Brasil é um grande exportador destes insumos, como minério de ferro. A queda dos preços afeta os ganhos do Brasil. Sachsida afirma que o grupo de estatísticos da SPE monitora diariamente a situação e, até duas semanas atrás, estes fatores se mantinham estáveis. Desde então, passaram a ter piora, o que deve levar à redução na estimativa de crescimento. Para o secretário, é importante que o Brasil se defenda de fatores externos capazes de afetar a economia reforçando ações domésticas, com o avanço da agenda de reformas. “O melhor remédio contra o coronavírus é avançarmos na agenda de reformas”, completou Sachsida.
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28/02 - França confirma contração de 0,1% do PIB no 4º trimestre
País é a segunda maior economia do bloco europeu. A agência oficial de estatísticas da França, INSEE, confirmou nesta sexta-feira (28) sua estimativa preliminar de que a economia encolheu 0,1% no quarto trimestre do ano passado, quando a atividade empresarial foi afetada por uma série de greves dos transportes. Conforme as paralisações afetaram as cadeias de oferta, as empresas tiveram pouca escolha a não ser reduzir os estoques em vez de fabricar novos produtos, o que pesou com força sobre a atividade geral. A INSEE disse que o crescimento dos gastos dos consumidores desacelerou no quarto trimestre embora a renda disponível das famílias tenha aumentado 0,7%. Entretanto, as famílias pouparam a renda extra, elevando a taxa de poupança a 14,9%, de 14,5% no trimestre anterior. A França é a segunda maior economia do bloco europeu.
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28/02 - Mercados da China registram pior mês desde maio de 2019 por coronavírus
No mês, índice CSI300 recuou 1,6%, enquanto o SSEC caiu 3,2%. Já o japonês Nikkei despencou 9%. Os índices acionários da China recuaram nesta sexta-feira (28) e encerraram o pior mês desde maio do ano passado, uma vez que os temores sobre o surto de coronavírus se tornar uma pandemia pesou sobre os mercados globais. A queda de 3,2% do índice de Xangai em fevereiro, entretanto, é modesta em comparação com os outros importantes mercados graças a um rali em meados do mês diante de medidas de apoio do governo. No dia, o índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, caiu 3,55%, enquanto o índice de Xangai teve perdas de 3,71%. Ambos marcaram a pior queda diária desde 3 de fevereiro, quando as infecções estavam rapidamente se espalhando na China. Bolsas europeias operam em queda e caminham para pior semana desde crise 2008 Entenda os impactos do avanço do coronavírus na economia global e brasileira "Podemos ter subestimado o impacto do surto do vírus fora da China", disse Yan Kaiwen, analista do China Fortune Securities. "Embora a China tenha conseguido controlar rapidamente o surto do vírus, não existem garantias de que outros países poderão fazer o mesmo", completou. No mês, o CSI300 recuou 1,6%, enquanto o SSEC caiu 3,2%, registrando o pior mês desde maio de 2019, e a maior perda semanal desde abril. Em comparação, o japonês Nikkei despencou 9% este mês, e o S&P 500 tinha queda de quase 8% até o fechamento de 27 de fevereiro. Em TÓQUIO, o índice Nikkei recuou 3,67%, a 21.142 pontos. Em HONG KONG, o índice HANG SENG caiu 2,42%, a 26.129 pontos. Em XANGAI, o índice SSEC perdeu 3,71%, a 2.880 pontos. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, retrocedeu 3,55%, a 3.940 pontos. Em SEUL, o índice KOSPI teve desvalorização de 3,30%, a 1.987 pontos. Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou baixa de 1,24%, a 11.292 pontos. Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES desvalorizou-se 3,23%, a 3.011 pontos. Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 recuou 3,25%, a 6.441 pontos.
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28/02 - Toneladas de tomates são descartadas às margens de estradas no interior de SP
Segundo Sindicato Rural, tomates geralmente são descartados porque quanto menos produto no mercado, mais caro o preço dele e menor o prejuízo para o produtor. Toneladas de tomates são descartadas às margens de estradas em Ribeirão Branco (SP) Caio Nogueira/TV TEM Toneladas de tomates têm sido descartadas por produtores rurais às margens de estradas em Ribeirão Branco (SP). Os tomates geralmente são descartados por causa da qualidade e porque quanto menos produto no mercado, mais caro o preço dele e menor o prejuízo para o produtor, segundo o presidente do Sindicato Rural, Joel Meira. Agricultores estão descartando tomates na beira da estrada “Isso é um procedimento normal porque tem tomate que pega bicho, é atacado por pragas, às vezes doenças, excesso de água. Esse tomate não serve para comércio, então é descartado e os produtores jogam na beira de estrada”. “Agora existe época que tem uma superprodução, principalmente quando esquenta bastante ou amadurecem rápido, então acaba tendo uma produção acelerada um pouquinho maior e com essa produção maior, o preço cai e o produtor é obrigado jogar fora.” Consumidores podem sentir diferença no preço do quilo do tomate na região de Itapetininga O lavrador Nelson Souza de Araújo conta que tem recolhido os tomates descartados e utilizado para alimentar os animais. “Aproveito, senão vão jogar em qualquer lugar e não fica dando mau cheiro em beira de estrada. Quando produz demais, eles colhem, não tem preço e jogam também”, diz. Lavrador recolhe tomates descartados às margens de estrada em Ribeirão Branco (SP) para alimentar animais Caio Nogueira/TV TEM Atualmente, Ribeirão Branco é uma das maiores produtoras de tomate do Brasil. De acordo com a Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (Cati), a cidade produz cerca de 10 milhões de caixas de tomate por ano. Apesar do descarte do produto, o presidente do sindicato acredita que o melhor destino seria a doação. “Seria um negócio interessante, mas é uma coisa particular das pessoas. Eu acho que seria legal a pessoa chegar e doar.” Toneladas de tomates são descartadas às margens de estradas em Ribeirão Branco (SP) Caio Nogueira/TV TEM Lavrador recolhe tomates descartados às margens de estrada em Ribeirão Branco (SP) para alimentar animais Caio Nogueira/TV TEM Veja mais notícias no G1 Itapetininga e Região
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28/02 - Confira as vagas de emprego disponíveis nesta sexta-feira (28) em Petrolina
As vagas são disponibilizadas pela Agência do Trabalho de Pernambuco. As oportunidades são disponibilizadas pela Agência do Trabalho de Pernambuco Beatriz Braga/G1 Petrolina Foram divulgadas nesta quarta-feira (19) as vagas de emprego disponíveis para os municípios de Petrolina, Araripina e Salgueiro, no Sertão de Pernambuco. As oportunidades são disponibilizadas pela Agência do Trabalho de Pernambuco e atualizadas no G1 Petrolina. Petrolina Atendimento ao público: 7h às 13h Contato: (87) 3866 - 6540 Vagas disponíveis
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28/02 - Imposto de Renda 2020: empregadores têm até esta sexta para entregar comprovante de rendimentos
Quem estiver obrigado a declarar precisa fazer isso entre 2 de março e 30 de abril. Termina, nesta sexta (28), prazo para empresas entregarem informe de rendimentos Termina nesta sexta-feira (28) o prazo para que os empregadores entreguem aos seus funcionários o comprovante de rendimentos do ano passado, documento necessário para a declaração do Imposto de Renda de 2020, referente ao ano-base 2019. Quem estiver obrigado a declarar precisa fazer isso entre 2 de março e 30 de abril. Saiba tudo sobre o Imposto de Renda 2020 O comprovante deverá trazer as informações sobre o total dos rendimentos obtidos pelo trabalhador em 2019 e o Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) no período. Bancos e corretoras de valores também têm até esta sexta para disponibilizar aos clientes os informes de rendimento, com dados sobre aplicações financeiras, que deverão ser declarados pelos contribuintes. Esses dados podem ser entregues impressos ou disponibilizados eletronicamente. Declarações esperadas A Receita espera receber cerca de 32 milhões de declarações do IRPF em 2020. No ano passado, a Receita recebeu 30,6 milhões de declarações. Com isso, o Fisco espera que cerca de 1,4 milhão contribuintes a mais prestem contas ao leão neste ano. Segundo analistas, o fato de o governo não corrigir a tabela do Imposto de Renda desde 2015 contribui para que aumente o número de contribuintes obrigados a apresentar a declaração. A defasagem da tabela do IR, segundo o Sindifisco Nacional, está em 103%. Quem deve declarar? Deve declarar o IR neste ano quem recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2019. O valor é o mesmo da declaração do IR do ano passado. Também deve declarar: Contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 40 mil no ano passado; Quem obteve, em qualquer mês de 2019, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas; Quem teve, em 2019, receita bruta em valor superior a R$ 142.798,50 em atividade rural; Quem tinha, até 31 de dezembro de 2019, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300 mil; Quem passou à condição de residente no Brasil em qualquer mês do ano passado e nessa condição encontrava-se em 31 de dezembro de 2019; Quem optou pela isenção do imposto incidente em valor obtido na venda de imóveis residenciais cujo produto da venda seja aplicado na aquisição de imóveis residenciais localizados no país, no prazo de 180 dias, contado da celebração do contrato de venda. Quem optar pelo declaração simplificada abre mão de todas as deduções admitidas na legislação tributária, como aquelas por gastos com edudação e saúde, mas tem direito a uma dedução de 20% do valor dos rendimentos tributáveis, limitada a R$ 16.754,34, mesmo valor do ano passado.
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28/02 - Luandre e Equinix têm mais de 600 vagas de emprego abertas
Entre funções com vagas estão auxiliar e técnico de enfermagem, operador de máquinas e analista de segurança da informação. A consultoria de RH Luandre e a empresa de tecnologia Equinix estão com cerca de 640 vagas de emprego abertas. Veja os detalhes abaixo: Veja mais vagas de emprego pelo Brasil Luandre A consultoria de RH Luandre oferece, neste mês, mais de 600 vagas nos segmentos de saúde e indústria. Saúde São 452 vagas para o segmento de saúde e muitas das vagas são para hospitais. Confira: Vagas efetivas: 356 Concierge Hospitalar: R$ 1.000,00 – R$ 1.500,00 Auxiliar de Enfermagem: R$ 1.500,00 – R$ 2.500,00 Técnico de Enfermagem: R$ 1.500,00 – R$ 2.000,00 Enfermeiro: R$ 3.000,00 – R$ 4.000,00 Biomédico: R$ 4.000,00 – R$ 4.500,00 Vagas temporárias: 96 Auxiliar de Enfermagem: R$ 2.000,00 – R$ 2.500,00 Técnico de Enfermagem: R$ 1.500,00 – R$ 3.000,00 Analista de Assistência Social: R$ 3.500,00 – R$ 4.000,00 Enfermeiro Pronto Socorro: R$ 5.000,00 – R$ 5.500,00 Indústria São 154 na indústria. Os detalhes estão abaixo: Vagas efetivas: 52 Operador de Dobradeira: R$ 1.500,00 – R$ 2.000,00 Auxiliar de montagem: R$ 2.000,00 – R$ 2.500,00 Operador de Máquinas: R$ 3.500,00 – R$ 4.000,00 Técnico de Segurança do trabalho: R$ 4.000,00 – R$ 4.500,00 Vagas Temporárias: 102 Auxiliar de Serviços Gerais: R$ 1.000,00 – R$ 1.500,00 Ajudante Geral: R$ 1.000,00 – R$ 2.000,00 Auxiliar de Produção: R$ 1.000,00 – R$ 2.000,00 Operador de Máquina: R$ 3.500,00 – R$ 4.000,00 Os candidatos interessados podem acessar o Portal do Candidato Luandre e fazer o cadastro gratuitamente ou baixar o app da empresa no celular. Equinix A Equinix, empresa global de interconexão e data center, está com mais de 30 vagas abertas em São Paulo e no Rio de Janeiro. Há oportunidades em todos os níveis, de estagiário a gerente. A maioria das vagas exige inglês fluente, uma vez que se trata de uma companhia global. Há vagas para Analista de Segurança da Informação (São Paulo), Analista de Marketing de Produto (Rio de Janeiro) e Gerente de Segurança Patrimonial (São Paulo), por exemplo. Entre as que requerem habilidades específicas em tecnologia estão a de Arquiteto Líder (São Paulo), em que o candidato precisa utilizar a plataforma ServiceNow, e a de Analista de Governança e Qualidade, que busca conhecimentos em ITIL (Information Technology Infrastructure Library). Além de benefícios como plano de saúde, vale-refeição e transporte, a Equinix oferece reembolso para cursos de formação profissional e participação nos resultados. Os colaboradores também são estimulados a se engajar em atividades voluntárias. A empresa estimula a candidatura de pessoas com deficiência em todas as posições. Todas as oportunidades abertas no momento podem ser consultadas no site da Equinix.
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28/02 - Em pior semana desde 2008, mercado de ações da Europa perde US$ 1,5 trilhão com medo do coronavírus
Índice STOXX 600 caiu 3,5% apenas nesta sexta-feira (28), afundando ainda mais no território de correção, com tombo acumulado de 13,2% em relação à máxima recorde alcançada na quarta-feira da semana passada. As praças acionárias europeias encerraram a semana com perda de aproximadamente US$ 1,5 trilhão em valor de mercado, no seu pior desempenho semanal desde a crise financeira de 2008, com a rápida expansão do coronavírus fora da China ditando vendas devido ao medo de uma recessão. O índice pan-regional STOXX 600 caiu 3,5% apenas nesta sexta-feira (28), afundando ainda mais no território de correção, com um tombo acumulado de 13,2% em relação à máxima recorde alcançada na quarta-feira da semana passada. Mulher usando máscara protetora contra o novo coronavírus passa em frente ao Domo, em Milão, no norte da Itália, nesta quinta-feira (27). Yara Nardi/Reuters Todos os subsetores europeus ficaram no vermelho, com produtos químicos, seguros e telecomunicações liderando as quedas do dia, em baixa de mais de 4% cada. As ações de viagens e lazer tiveram desempenho inferior a seus pares por ampla margem ao longo desta semana, com queda de 18%. As companhias aéreas foram as mais atingidas. As ações listadas em Milão recuaram 3,6%. O número de pessoas infectadas na Itália, o país mais atingido da Europa, ultrapassou 850 nesta sexta-feira. Mercados da China registram pior mês desde maio de 2019 por coronavírus Entenda os impactos do avanço do coronavírus na economia global e brasileira As ações alemãs recuaram 3,9%, com o número de casos no país subindo para 60. A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou que o vírus tem potencial pandêmico, e a agência de classificação Moody's disse que o surto provocaria uma recessão global no primeiro semestre do ano. Economia dos EUA já sente o impacto da Covid-19, o novo coronavírus Embora investidores tenham elevado apostas de que os juros na zona do euro serão cortados já em junho, como resposta ao vírus, dois diretores do Banco Central Europeu (BCE) disseram nesta sexta-feira que o banco não precisa tomar ações imediatas contra a epidemia. O índice FTSEurofirst 300 fechou em queda de 3,64%, a 1.464,48 pontos. Em LONDRES, o índice Financial Times recuou 3,18%, a 6.580,61 pontos. Em FRANKFURT, o índice DAX caiu 3,86%, a 11.890,35 pontos. Em PARIS, o índice CAC-40 perdeu 3,38%, a 5.309,90 pontos. Em MILÃO, o índice Ftse/Mib teve desvalorização de 3,58%, a 21.984,21 pontos. Em MADRI, o índice Ibex-35 registrou baixa de 2,92%, a 8.723,20 pontos. Em LISBOA, o índice PSI20 desvalorizou-se 3,76%, a 4.765,73 pontos.
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