Contabilidade

Contabilidade Sorocaba Assessoria Contabil Sorocaba



Escritorio de Contabilidade Sorocaba Imposto de Renda Sorocaba



Contabilidade Sorocaba Assessoria Contabil Sorocaba



Escritorio de Contabilidade Sorocaba Imposto de Renda Sorocaba



Notícias

RSS Feed - Notícias - Mantenha-se Informado


23/06 - Quem é Joaquim Alvaro Pereira Leite, que substitui Salles no Ministério do Meio Ambiente
Ele estava à frente Secretaria da Amazônia e Serviços Ambientais. Antes de integrar o governo, foi conselheiro da Sociedade Rural Brasileira (SRB), uma das organizações que representam o setor agropecuário no país. Joaquim Álvaro Pereira Leite é o novo ministro do Meio Ambiente. Ele foi diretor do Departamento de Florestas e secretário na pasta Marcos Oliveira/Agência Senado Joaquim Alvaro Pereira Leite, nomeado novo ministro do Meio Ambiente (MMA) nesta quarta-feira (23), no lugar de Ricardo Salles, já fazia parte do ministério. Desde setembro do ano passado, ele estava à frente da Secretaria da Amazônia e Serviços Ambientais. SAIBA MAIS: ex-ministro Ricardo Salles é investigado por esquema de exportação ilegal de madeira Essa secretaria substituiu a de Florestas e Desenvolvimento Sustentável, que também era liderada por Leite. O primeiro cargo dele no ministério foi Departamento Florestal, exercido entre julho de 2019 e abril do ano passado. Antes de ingressar no MMA, Leite foi conselheiro por mais de 20 anos da Sociedade Rural Brasileira (SRB), uma das organizações que representam o setor agropecuário, entre 1996 e 2019. A SRB apoia a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), conhecida como bancada ruralista, grupo composto por de mais de 200 deputados federais e senadores, e vinha demonstrando apoio à gestão de Ricardo Salles. Em seu perfil no ministério, Leite cita que também foi produtor de café, em sua própria fazenda, entre 1991 e 2002. Ele também foi diretor da Neobrax, uma empresa do ramo farmacêutico, e consultor administrativo de uma rede de cafés e da MRPL Consultoria. O currículo menciona ainda formação em Administração de Empresas, pela Universidade de Marília (Unimar), no interior de São Paulo, e MBA pelo Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper), em São Paulo.
Veja Mais

23/06 - Senado aprova MP que prorroga dispensa de reembolso por eventos cancelados na pandemia
Pela proposta, empresas têm até o fim de 2022 para assegurar a remarcação dos serviços ou disponibilizar valores em crédito. Texto segue para sanção. O Senado aprovou nesta quarta-feira (23) a medida provisória que prorroga a dispensa de reembolso por cancelamento de eventos e serviços culturais e de turismo durante a pandemia. O texto segue para sanção presidencial. A MP atualiza uma lei sancionada em agosto do ano passado pelo presidente Jair Bolsonaro. A lei vinculava as regras ao decreto de calamidade pública e, com isso, perdeu eficácia em 31 de dezembro do ano passado. A proposta aprovada pelo Congresso vale para adiamentos ou cancelamentos de serviços, reservas e eventos de 1º de janeiro de 2020 a 31 de dezembro de 2021 em razão da pandemia. O texto contempla, por exemplo, empreendimentos hoteleiros, agências de turismo, cinemas, teatros, plataformas digitais de vendas de ingressos pela internet e artistas. >>> Veja no vídeo abaixo a sanção da lei que prevê apoio ao setor de eventos durante a pandemia: Bolsonaro sanciona com vetos lei que prevê apoio ao setor de eventos O que diz a MP A medida provisória estabelece que empresas dos setores de turismo e cultura podem decidir não reembolsar os valores pagos pelo consumidor desde que sejam asseguradas: remarcação dos serviços, das reservas e dos eventos adiados; disponibilização de crédito como pacotes de agência de viagem ou reservas de hotelaria, ou de eventos culturais, incluindo shows e espetáculos. Tanto o valor dos créditos quanto a remarcação dos serviços pode ser feita até o dia 31 de dezembro de 2022. Pela MP, se a empresa não puder oferecer a remarcação dos serviços ou disponibilizar o valor em créditos, deverá ressarcir o cliente também até o fim do ano que vem. O texto também anula as multas por cancelamentos dos contratos desses eventos emitidas até o fim de 2021.
Veja Mais

23/06 - John McAfee, criador do antivírus McAfee, é encontrado morto em prisão de Barcelona
Empresário estava preso preventivamente na Espanha, por acusações de fraudes fiscais, e seria extraditado para os EUA. Ele tinha 75 anos e foi um dos pioneiros no mercado de antivírus para computadores pessoais. John McAfee: 7 fatos sobre a vida de um dos pioneiros do antivírus John McAfee, criador do antivírus com seu sobrenome, foi encontrado morto nesta quarta-feira (23) em uma cela em Barcelona, na Espanha, onde estava preso. Ele tinha 75 anos. Os primeiros a anunciarem a morte foram os jornais espanhóis. Em seguida, o Departamento de Justiça da Catalunha confirmou a informação e afirmou que existe suspeita de suicídio, de acordo com a agência Reuters. Fugas, armas, prostitutas e bilhões de dólares: a inacreditável vida de John McAfee John McAfee, criador do antívirus McAfee, foi encontrado morto em prisão de Barcelona, segundo o Departamento de Justiça. Na imagem, ele participa de um congresso sobre blockchain em novembro de 2018, Darrin Zammit Lupi/Reuters O empresário se envolveu em diversas polêmicas em seus últimos anos de vida, e foi preso preventivamente na Espanha em outubro do ano passado. Autoridades dos Estados Unidos acusaram McAfee de fraude fiscal ao não pagar imposto por seus ganhos (veja mais abaixo). Famoso por inventar seu sistema de proteção de computadores, McAfee vinha se dedicando ao comércio de criptomoedas nos últimos tempos. Ele seguia na prisão à espera de uma extradição para os EUA. Golpes no WhatsApp: saiba como se proteger Celular roubado ou perdido? Saiba o que fazer Centro penitenciário onde John McAfee foi encontrado morto nesta quarta-feira (23), em Barcelona Albert Gea/Reuters Acusado de evasão fiscal A Justiça espanhola havia autorizado a extradição de McAfee para os Estados Unidos, onde ele era acusado de infração fiscal, segundo a agência France Presse. As autoridades norte-americanas disseram que McAfee ganhou mais de US$ 10 milhões entre 2014 e 2018 graças a atividades com criptomoedas, serviços de consultoria, conferências e venda de direitos para fazer um documentário sobre sua vida. No entanto, "ele não apresentou declarações fiscais em nenhum desses anos e não pagou nenhuma de suas obrigações fiscais", apontam documentos de um tribunal superior de Madri. Ele mesmo teria admitido que não pagou impostos nos EUA por mais de oito anos. Foto de 2016 mostra John McAfee falando durante uma conferência em Pequim Fred Dufour/AFP Pioneiro do antivírus De pai americano e mãe britânica, McAfee nasceu na Inglaterra, em 1945, mas cresceu nos Estados Unidos. Ele estudou matemática e trabalhou como programador da Nasa entre 1968 e 1970. McAfee passou por empresas como Univac e Xerox, antes de chegar à Loockheed, nos anos 80, onde começou a desenvolver software para combater vírus de computador. Ele foi um dos pioneiros nesta tecnologia de proteção. Em 1987, o programador fundou a McAfee Associates. No começo, ele oferecia o serviço gratuitamente aos usuários comuns. Depois, começou a vendê-lo para diferentes empresas. Em 1992, o antivírus da McAfee era usado por muitas empresas americanas e multinacionais, o que levou o empresário a fazer uma oferta pública na Bolsa de Valores. Em 1994, McAfee se desligou da empresa e depois vendeu todas suas ações, em 1996. As polêmicas de McAfee O empresário se envolveu em diversas controvérsias nos últimos anos. Em 2012, a Justiça de Belize, onde ele morava à época, o considerou suspeito de ter envolvimento no assassinato de seu vizinho. John McAfee: alimentou uma imagem de 'bad boy' Twitter/@officialjoemcafee McAfee chegou a ser considerado fugitivo pelas autoridades do país. Ele fugiu para a Guatemala e, de lá, foi deportado para os EUA. Em entrevista à revista "Wired", McAfee disse que conheceu sua esposa, Janice, em Miami Beach, na primeira noite após chegar em território americano. Na ocasião, ela teria oferecido seus serviços como prostituta. Os dois se casaram e foram para o Tennessee, onde, em 2016, McAfee lançou sua primeira campanha para a presidência dos EUA. Ele anunciou que concorreria pelo Partido Libertário, mas a candidatura não teve êxito. Em janeiro de 2019, McAfee se tornou procurado por autoridades dos EUA depois de ter admitido que não havia pago impostos no país por mais de oito anos. Ele passou por Bahamas e, depois, foi para Cuba, onde chegou a anunciar novamente que disputaria a eleição presidencial americana. Mais uma vez, a candidatura não se tornou realidade. Em julho de 2019, McAfee voltou às manchetes ao publicar uma foto em que carregava armas junto com sua esposa. Ele disse, na ocasião, que a CIA "estava tentando alcançá-los". John McAfee postou esta foto em 2019 com a esposa no Twitter, aparentemente depois de deixar Cuba Twitter/@officialmcafee No mesmo mês, ele e a mulher foram presos na República Dominicana. As autoridades do país apreenderam armas e US$ 80 mil que estavam com o casal. Eles foram liberados quatro dias depois. Quer saber mais de tecnologia? Veja como proteger seu WhatsApp de golpes: Golpes no Whatsapp: saiba como se proteger No YouTube, G1 explica o que é NFT:
Veja Mais

23/06 - Caixa faz feirão com 180 mil imóveis a partir de sexta-feira; veja como participar e tire dúvidas
Banco oferecerá possibilidade de financiamento de 100% do valor do imóvel em até 35 anos, com taxas a partir de 2,5% ao ano + TR + remuneração da poupança. A Caixa Econômica Federal (CEF) realiza, a partir das 10h de sexta-feira (25) o 1º Feirão Digital da Casa Própria, que terá imóveis com possibilidade de financiamento total – ou seja, de 100%, sem pagamento de entrada e com carência de até 6 meses para iniciar o pagamento das prestações. O feirão acontece até 4 de julho, e vai oferecer cerca de 180 mil imóveis em todo o país, com a participação de mais de 600 construtoras, segundo o banco. Veja abaixo perguntas e respostas sobre o feirão e como participar: Como acessar? O acesso ao evento poderá ser feito entre os dias 25 de junho e 4 de julho, pelo http://www.caixa.gov.br/feirao. Quem poder participar? Todas as pessoas interessadas em adquirir um imóvel. Haverá opções para todos os públicos. Quantos imóveis estão sendo ofertados? Serão ofertados 180 mil imóveis novos e mais de 6 mil imóveis Caixa, localizados em todo o país. Taxas e condições Para a compra dos 6 mil imóveis Caixa, será possível financiar até 100% do valor, com taxas a partir de TR + 2,5% ao ano + poupança. O prazo de financiamento é de até 35 anos. Nesta modalidade o cliente também poderá optar por carência de 6 meses para início do pagamento da parcela de juros e amortização. Esses imóveis serão anunciados com um valor mínimo, e o comprador será aquele que apresentar a maior proposta. Para os demais imóveis, o financiamento será em até 35 anos, com taxas a partir de TR + 3,35% ao ano + poupança. Também será possível optar por um prazo de carência de 6 meses para início do pagamento da parcela de juros e amortização. No caso desses imóveis, cabe negociação. Os interessados poderão apresentar à incorporadora uma proposta com valor abaixo do anunciado. Como participar? É preciso acessar o site do feirão e ter o aplicativo Habitação Caixa no celular. Clique aqui para baixar o app para celular Android Clique aqui para baixar o app para celular iOS (Apple) VEJA O PASSO A PASSO Para imóveis Caixa: Acesse http://www.caixa.gov.br/feirao Clique em “Pesquise seu imóvel” Após encontrar sua casa própria, clique em “Simule seu financiamento” Decidiu que vai comprar? Apresente sua proposta on-line e participe das disputas. Você será direcionado ao portal “X Imóveis” (www.caixa.gov.br/ximoveis), para cadastro e formalização da proposta. Para os demais imóveis: Acesse http://www.caixa.gov.br/feirao Clique em “Pesquise seu imóvel” Após encontrar sua casa própria, clique em “Simule seu financiamento” Solicite atendimento do vendedor através do chat Decidiu que vai comprar? Solicite atendimento de um correspondente Caixa Aqui através do chat, e envie sua proposta pelo app Caixa Habitação Documentos necessários Para participar do feirão e solicitar um financiamento, é preciso ter em mãos: Documentos de identificação de todos os participantes (compradores, cônjuges, procuradores) Comprovante de estado civil dos proponentes Comprovante de endereço dos proponentes Comprovante de renda dos proponentes Os imóveis já estão avaliados? Todos os imóveis ofertados na plataforma do Feirão já possuem avaliação prévia junto ao banco. Cuidado na hora da compra A Caixa orienta a não efetuar quaisquer pagamentos antes que seja confirmada a aprovação do financiamento junto ao banco. 00:00 / 13:40
Veja Mais

23/06 - Megaplano de retomada econômica europeu gera dúvidas; Espanha cética, e Itália otimista
Os dois países receberão cerca de metade dos 750 bilhões de euros planejados por Bruxelas para a retomada econômica do continente. A Itália e a Espanha serão os principais beneficiários do grande plano europeu de recuperação pós-pandemia. Eles farão um bom uso do dinheiro? Em Madri, as dúvidas imperam entre os economistas, enquanto em Roma o 'método Draghi' reúne unânimes elogios. Graças a um empréstimo coletivo da UE, inédito na história do bloco, os dois países receberão cerca de metade dos 750 bilhões de euros planejados por Bruxelas para a retomada econômica do continente. A Itália receberá 191,5 bilhões de euros em doações e empréstimos e a Espanha, 140 bilhões. "Estamos cientes de que a UE está arriscando seu futuro com a correta aplicação desses fundos. Itália e Espanha, como primeiro e segundo beneficiários, são atores fundamentais", disse o presidente do governo espanhol, Pedro Sánchez, na sexta-feira. França desobriga uso de máscaras em locais abertos, com avanço da vacinação na Europa "Todos nós temos uma responsabilidade para com os cidadãos europeus que pagam impostos para financiar nosso plano nacional", acrescentou o primeiro-ministro italiano, Mario Draghi, na terça-feira. A Comissão Europeia aprovou recentemente os planos dos dois países, que investirão o dinheiro em infraestrutura e na transição ecológica e digital. Nesta quarta-feira aprovou o da França, da ordem de 100 bilhões de euros. Na Espanha, que espera o dinheiro chegar, as críticas se multiplicaram. "Esses recursos estão sobrevalorizados: não é tanto dinheiro, nem vão ter tanto impacto na economia", avalia Fernando Fernández, economista da IE Business School. As primeiras remessas chegarão em julho, embora a maior parte dos recursos esperados em 2021 seja entregue no final do ano, quando a recuperação econômica estará em curso, acredita o economista. "Otimismo simplista" Além disso, "o plano às vezes peca por um certo otimismo simplista, que parece dar como certo que basta ter o firme propósito de ser muito verde e muito digital para que todos os nossos problemas sejam magicamente resolvidos", escreveu Ángel de la Fuente, diretor do centro de análises Fedea, ao jornal El País. Os problemas profundos da economia espanhola são estruturais: precariedade do emprego, alto desemprego juvenil, educação precária e um sistema de aposentadorias que passa por dificuldades por causa do envelhecimento da população. Pedro Sánchez costuma repetir que seu projeto inclui 100 reformas estruturais, mas estas, embora sejam suficientes para a Comissão Europeia, não serão suficientes "para realmente promover uma mudança competitiva na Espanha", ressalta Toni Roldán, diretor do centro de pesquisas em política econômica EsadeEcPol. Para Fernando Fernández, "os investimentos se resumem na reforma de casas, carros elétricos e 5G". "É muito bom, mas isso só cria empregos a curto prazo, não a longo prazo", acrescenta. Muitos economistas temem que esses fundos beneficiem principalmente as grandes empresas, e não tanto as pequenas e médias empresas, sem dúvidas majoritárias na Espanha. As críticas também apontam para a falta de consenso político em torno do plano, idealizado pelo socialista Sánchez e sua ministra da Economia, Nadia Calviño, com pouca consulta aos demais partidos. Na Itália, porém, a percepção é muito diferente. Mario Draghi, a quem se atribui um papel fundamental na estabilidade da zona do euro frente a crise da dívida há uma década, foi levado ao poder para implementar o plano de retomada. Um plano que catalisou precisamente todas as tensões políticas no país, e até mesmo fez cair o governo anterior de Giuseppe Conte em janeiro. "O forte compromisso político e a liderança de Draghi, além dos generosos empréstimos e doações da UE, podem dar à Itália uma chance melhor de implementar seu plano", disse o ex-economista-chefe do Tesouro italiano, Lorenzo Codogno. Draghi nomeou cerca de trinta comissários com poderes especiais para retomar 57 projetos de infraestrutura suspensos nos meandros da burocracia italiana e adotou uma série de decretos para simplificar e acelerar os procedimentos.
Veja Mais

23/06 - Starlink, empresa de internet via satélite de Elon Musk, espera ter cobertura global perto de setembro
Companhia já lançou 1.800 satélites para o espaço, mas nem todos estão ativos. Para funcionar, ainda será preciso aprovação dos órgãos de telecomunicações dos países. Elon Musk é fundador da empresa de internet via satélite Starlink. Reuters A Starlink, empresa de internet via satélite de Elon Musk, pretende oferecer cobertura no mundo todo perto de setembro de 2021, segundo a presidente da companhia Gwynne Shotwel. A disponibilização da conexão, no entanto, depende da aprovação regulatória dos órgãos de comunicação de cada país. "Lançamos com sucesso cerca de 1.800 satélites e uma vez que todos esses satélites atinjam sua órbita operacional teremos uma cobertura global, o que deve acontecer por volta setembro", disse Shotwel em conferência on-line, segundo a agência Reuters. A SpaceX já obteve autorização para oferecer o serviço de testes da rede por satélite em países como Alemanha, Austrália, Canadá, Estados Unidos e Reino Unido. SAIBA MAIS: O que é a Síndrome de Asperger, que Elon Musk revelou ter Plano de 12 mil satélites O plano da companhia é lançar pelo menos 12.000 satélites e alcançar velocidades acima de 1 Gb/s (gigabit por segundo). A engenheira sênior da SpaceX, Kate Tice, declarou que os testes de velocidade do Starlink alcançaram velocidades maiores do que 100 Mb/s (megabits por segundo), "rápido o suficiente para transmitir vários filmes HD de uma vez". 'Trem' de satélites da SpaceX já foi visto no Brasil em 2020: Passagem do Trem de Satélites da SpaceX sobre Brasília, registro de Leo Caldas
Veja Mais

23/06 - 'Questões nebulosas' em contrato de compra da Covaxin devem ser esclarecidas, diz ministro do TCU
Processo no tribunal avalia possíveis irregularidades na aquisição. Secretaria de Controle Externo de Saúde do TCU já recebeu informações do governo. O ministro-corregedor do Tribunal de Contas da União (TCU), Bruno Dantas, afirmou nesta quarta-feira (23) que há "questões nebulosas" no contrato de aquisição da vacina Covaxin pelo Ministério da Saúde que precisam ser esclarecidas. "É um assunto que precisa ser esclarecido, e não vai aqui qualquer pré-julgamento, mas as questões nebulosas que cercam esse contrato precisam ser esclarecidas", afirmou Dantas em plenário. "Tenho certeza absoluta que, nas mãos do ministro Benjamin Zymler, esse tema encontrará um direcionamento aqui na Corte tranquilo, porém firme", completou. O ministro Benjamin Zymler é o relator do processo que avalia possíveis irregularidades na aquisição pelo Ministério da Saúde da vacina Covaxin. O requerimento foi do deputado Alessandro Molon (PSB-RJ). Entenda por que a compra de doses da Covaxin entrou na mira da CPI da Covid Servidor diz ter alertado Bolsonaro sobre suspeitas na compra da Covaxin Segundo a presidente da Corte, ministra Ana Arraes, o ministro Benjamin Zymler autorizou solicitação de diligências junto ao Ministério da Saúde para esclarecimento do contrato. A solicitação foi feita em 31 de março. O ministro perguntou ao ministério: se foi realizado algum gerenciamento dos riscos associados ao contrato; se as investigações contra as empresas responsáveis pelo fornecimento da Covaxin ao Brasil chegaram ao conhecimento do ministério; se o ministério realizou alguma negociação do preço para compra da vacina; se o ministério realizou alguma manifestação que justifique a dispensa da pesquisa de preços para realização do contrato ou qualquer fundamentação sobre a razoabilidade do preço praticado; se o ministério realizou, previamente, a estimativa de preço de aquisição da vacina; e se foi realizado algum comparativo com o preço contratado da mesma vacina em outros países. O Ministério da Saúde respondeu aos questionamentos do TCU em 14 de maio, e a documentação está sendo analisada pela Secretaria de Controle Externo de Saúde da Corte (SecexSaúde). Ana Arraes informou que a análise está sendo feita com a “urgência” que o caso requer. MP alertou para temeridade do risco do contrato de compra da Covaxin “Acredito que a sociedade brasileira tem o direito de saber tudo sobre os recursos públicos alocados a essa terrível crise sanitária que abalou o Brasil”, defendeu o ministro Walton Alencar Rodrigues, também durante sessão plenária.
Veja Mais

23/06 - Apesar de críticas, privatização da Eletrobras teve saldo positivo, diz ministro da Economia
Guedes afirma que maiores 'jabutis' foram 'abatidos', e que reformas 'nunca são perfeitas'. 'Estamos em uma democracia, a luta é encarniçada, difícil', completou o ministro. O ministro da Economia, Paulo Guedes, avaliou nesta quarta-feira (23) que o saldo da privatização da Eletrobras, aprovada no início desta semana pelo Congresso Nacional, é "vastamente positivo" – mas admitiu que existem muitas críticas ao formato aprovado. "As reformas nunca são perfeitas. Estamos em uma democracia, a luta é encarniçada, difícil", declarou ele em videoconferência com empresários. Segundo a área econômica, a privatização pode render R$ 100 bilhões aos cofres públicos depois que estiver totalmente concluída. Privatização da Eletrobras pode render R$ 100 bilhões, diz governo De acordo com o governo, a medida provisória que viabiliza a privatização da Eletrobras pode levar a uma redução de até 7,36% na conta de luz dos consumidores residenciais. No estudo do Ministério de Minas e Energia, a redução média nos preços seria de 6,3%. Entidades do setor elétrico, contudo, contestam a versão do governo e criticam o texto aprovado pela Câmara, afirmando que a conta pode ficar mais cara. A União pela Energia, que reúne essas associações, afirma que as obrigações inseridas pelos deputados representam custo extra de até R$ 41 bilhões aos consumidores residenciais e industriais. Nesta quarta, Guedes disse que o governo não vai ficar "chorando" muito por conta da forma como foi aprovada a privatização da Eletrobras, pois a meta de liberalizar o mercado de energia continua. O ministro acrescentou que os "jabutis" maiores (mudanças feitas pelos parlamentares) foram "abatidos", enquanto os menores vão se "dissolver no ar" com o passar do tempo. Miriam Leitão sobre Eletrobras: ‘É um fiasco essa privatização’ Guedes disse, por exemplo, que o preço da energia contratada nas usinas movidas a gás natural é mais baixo do que o pago, atualmente, às termelétricas que usam diesel. "O que parece um subsídio é uma promessa de comprar a menos da metade do preço. Se o preço estiver acima disso [acordado], não vamos comprar nada de ninguém. É um jabuti que se evapora", disse. O ministro concluiu dizendo que é importante reindustrializar o Brasil em cima de energia barata, com choque de gás natural e liberalização do mercado de eletricidade, que aconteceria em 2026. E acrescentou que o governo está atentando para a crise hídrica em 2021.
Veja Mais

23/06 - Com chances para diversas áreas de atuação, cidades do Oeste Paulista abrem vagas para processos seletivos
Há oportunidades em Lucélia, Rancharia e Presidente Prudente. Inscrições devem ser feitas pela internet. Prefeitura de Lucélia Reprodução/TV Fronteira Nesta quarta-feira (23), quem busca uma oportunidade em concurso público e processos seletivos, tem chances do Oeste Paulista. Lucélia A Prefeitura de Lucélia abriu inscrições para concurso público destinado a contratação de profissionais de ensino médio completo e de nível superior. De acordo com o edital, são oito vagas disponíveis, além da formação de cadastro reserva. Os cargos são de: médico clínico geral (2); médico ginecologista; médico psiquiatra (1); psicólogo (1); engenheiro agrônomo (1); monitor I (1); cuidador domiciliar (1); controlador interno (1) e fonoaudiólogo. Os interessados devem fazer as inscrições até o dia 16 de julho, pela internet. Rancharia A Prefeitura de Rancharia abriu inscrições para processo seletivo destinado a contratação de profissionais que tenham níveis médio, técnico e superior. Conforme o edital, as vagas disponíveis são para enfermeiro (2) e técnico em enfermagem. A remuneração prevista varia de R$ 1.396,91 a R$ 2.696,52. As inscrições devem ser feitas pela internet até o dia 27 de junho. Ainda em Rancharia, inscrições para processo seletivo, intermediadas pelo Consórcio Intermunicipal do Oeste Paulista (Ciop), também estão abertas. As oportunidades, segundo o edital, são para enfermeiro (1) e técnico de enfermagem (3). O salário varia de R$ 1.396,91 a R$ 2.696,52. As inscrições devem ser feitas pelo site até o dia 27 de junho. Faculdade de Tecnologia Presidente Prudente A Faculdade de Tecnologia (Fatec), em Presidente Prudente (SP), abriu inscrições para um novo processo seletivo simplificado destinado à contratação de professor do ensino superior. Segundo o edital de abertura, há vagas disponíveis entre as seguintes disciplinas e áreas: Avaliação bromatológica - produção animal e veterinária (1); Fisiologia animal - produção animal e veterinária (1); Processamento de alimentos/produção animal e veterinária (1); Tecnologias aplicadas à ovinocultura e caprinocultura/produção agrícola e silvicultura/produção animal e veterinária (1)/produção agropecuária (1); Sociedade e tecnologia/administração e negócios/ciências políticas e econômicas/ comunicação visual e multimídia, filosofia, sociologia e ética (1). A remuneração prevista é de R$ 31,0 a hora-aula. As inscrições devem ser feitas pela internet até o dia 28 de junho. VÍDEOS: Tudo sobre a região de Presidente Prudente Veja mais notícias em G1 Presidente Prudente e Região.
Veja Mais

23/06 - Guedes quer ampliar faixa de isenção do IR das pessoas físicas e reduzir tributação sobre empresas
Bolsonaro defendeu na campanha isentar até cinco salários mínimos; agora, Economia cita valor máximo de R$ 2,3 mil. Medida beneficiaria 20% que ganham mais, avalia Tesouro Nacional. O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta quarta-feira (23) que a área econômica quer ampliar a faixa de isenção do Imposto de Renda Pessoa Física, atualmente em R$ 1.903,98. Na prática, a mudança faria com quem menos pessoas pagassem o imposto, e reduziria o valor de quem ainda tivesse de pagar o tributo. "Na pessoa física, vamos pegar os impostos – seja esse aumento de arrecadação, seja o imposto sobre dividendos –, vamos pegar isso e transformar em desoneração lá em baixo, em aumento da faixa de isenção. Uma pessoa que ganha R$ 1.900, R$ 2.000, R$ 2.100, R$ 2.300 de salário, tem de estar isento", declarou o ministro em videoconferência com empresários. Imposto de Renda 2021: Como funciona a tabela do IR? A medida atende a um desejo antigo do presidente Jair Bolsonaro que, na campanha eleitoral de 2018, falou em isentar do IR quem ganha até cinco salários mínimos - R$ 5.500 atualmente. No ano passado porém, o Tesouro Nacional avaliou que a ampliação da faixa de isenção beneficiaria quem ganha mais de R$ 1.951 por mês — os 20% mais ricos da população. Segundo o ministro da Economia, a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda da Pessoa Física seria compensado com o retorno da tributação sobre a distribuição de lucros e dividendos das empresas a pessoas físicas, que vigorou até 1996. VÍDEO: Equipe econômica estuda proposta de ampliar isenção do Imposto de Renda Segundo ele, essa medida pode quase duplicar a faixa de pessoas beneficiadas com isenção do Imposto de Renda. Paulo Guedes acrescentou que o governo também quer reduzir a tributação sobre a renda das empresas, que está acima de 30% no Brasil. Guedes disse que a meta chegar a uma tributação sobre a renda das empresas para cerca de 25% progressivamente ao longo dos anos, contra uma alíquota atual acima de 30%. "Achamos que o imposto de pessoa jurídica tem de ser, no máximo, de 25%, pois a média mundial hoje está em torno de 22%", afirmou o ministro. Com esse projeto, disse ele, é possível atingir o objetivo de uma tributação de 25% em quatro ou cinco anos. "Em compensação, a gente começa a tributar mais a pessoa física um pouco mais rica. Aumentando o ritmo de crescimento, vamos tentar criar uma classe média mais robusta", afirmou. Faixas atuais do Imposto de Renda Faixa 1 – Até R$ 1.903,98: isento Faixa2 – De R$ 1.903,99 até R$ 2.826,65: 7,5% Faixa 3 – De R$ 2.826,66 até R$ 3.751,05: 15% Faixa 4 – De R$ 3.751,06 até R$ 4.664,68: 22,5% Faixa 5 – Acima de R$ 4.664,68: 27,5% Como funcionam essas faixas? O imposto não é cobrado sobre todo o salário – o que é descontado em INSS, por exemplo, não entra na conta. Além disso, as alíquotas não são cobradas integralmente sobre os rendimentos. Quem ganha R$ 4 mil por mês, por exemplo (e se encaixa na faixa 4 acima), não paga 22,5% sobre toda a parte tributável do salário. Pelas contas da Receita, os 'primeiros' R$ 1.903,98 são isentos. O que passar desse valor, e não superar os R$ 2.826,65 (o limite da faixa 2) é tributado em 7,5%. O que superar limite da faixa 2, mas não o da faixa 3, paga 15%, e assim sucessivamente.
Veja Mais

23/06 - Ministro de Minas e Energia diz que governo não trabalha com hipótese de racionamento
Bento Albuquerque afirmou também que o reajuste das bandeiras tarifárias – previsto para a próxima semana – não é uma forma de 'racionamento por preço'. Crise hídrica: ministro de Minas e Energia descarta hipótese de racionamento de energia O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, voltou a reforçar nesta quarta-feira (23) que o governo não trabalha com a hipótese de fazer racionamento de energia para enfrentar a crise hídrica. Nesta terça-feira (22), o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), ter dito que ouviu do ministro que o governo faria um “período educativo” de racionamento de energia para evitar uma crise maior. No mesmo dia, Lira disse em suas redes sociais que teria conversado com Bento Albuquerque, que segundo ele, "esclareceu" que haverá somente um incentivo, "de maneira voluntária" ao "uso eficiente" da energia pelos consumidores. “Nós não trabalhamos com a hipótese de racionamento”, afirmou durante audiência pública na Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados. Uma Medida Provisória (MP) prevê ampliar os poderes do Ministério de Minas e Energia na gestão dos recursos hídricos do país, incluindo os reservatórios das hidrelétricas. Na minuta (versão preliminar) da MP havia um comando que permitia o governo adotar racionamento compulsório de energia. No entanto, desde maio, o ministério nega o risco de racionamento e apagão em 2021. “Sem prejuízo de medidas de outra natureza, as determinações de que trata o caput poderão compreender o estabelecimento de programa prioritário de termeletricidade e de programa de racionalização compulsória do consumo de energia elétrica”, diz parágrafo da minuta da MP. Esse parágrafo deve ser retirado do texto, que ainda não tem previsão de ser pulicado no Diário Oficial da União. Bandeiras tarifárias Durante a audiência na Câmara, o ministro Bento Albuquerque também falou sobre as bandeiras tarifárias – taxa extra cobrada na conta de luz quando há um aumento do custo de geração de energia. Ele confirmou que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) deve anunciar o reajuste das bandeiras na próxima semana, mas não citou dados. O diretor-geral da Aneel, André Pepitone, já adiantou que o aumento será superior a 20% no caso da bandeira vermelha patamar 2, a mais cara do sistema. Atualmente, ela significa uma cobrança adicional de R$ 6,24 para cada 100 kWh de energia consumidos. Albuquerque explicou, ainda, que o acionamento das usinas termelétricas para garantir o fornecimento de energia em 2021 diante da crise hídrica terá um custo e esse custo terá de ser pago pelos consumidores, através do reajuste das bandeiras. Ele negou que o reajuste seja um “racionamento de energia por preço”, tese levantada por alguns especialistas e citada na audiência. “Fonte termelétrica é mais cara, leva a custo maior. Então o reajuste das bandeiras não é uma forma de racionamento por preço, esse preço vai ter que ser pago”, afirmou. Segundo o diretor-geral da Aneel, o acionamento das termelétricas além do previsto neste ano para garantir o fornecimento de energia vai custar R$ 9 bilhões. 2022 Aos deputados, o ministro relembrou as ações que estão sendo adotadas pelo governo e pelas agências reguladoras para evitar o racionamento de energia. São elas: Acionamento de usinas termelétricas adicionais; Importação de energia da Argentina e do Uruguai; Ampliação da possibilidade de acionamento de usinas termelétricas sem contrato vigente de comercialização de energia; Edição de decreto que regulamenta a realização de leilões para contratar usinas “reservas” de geração de energia; Emissão de alerta de emergência hídrica na região da Bacia do Paraná, que abrange os estados de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Paraná; Flexibilização das operações de alguns reservatórios; Restrição do uso da água de algumas bacias hidrográficas; Aplicação em junho às contas de luz da bandeira mais cara do sistema, chamada "vermelha patamar dois"; e Campanha de incentivo ao uso racional de energia e da água. Também estão em estudo: Medida provisória que concentra poderes no Ministério de Minas e Energia para adotar rapidamente medidas a fim de garantir o fornecimento de energia; Programa voluntário para que as indústrias que consomem muita energia desloquem sua produção para fora do horário de pico do sistema elétrico (das 18h às 21h). As indústrias receberiam uma compensação caso aderissem ao programa; Antecipação da entrada em operação de novas usinas de geração de energia e de linhas de transmissão; Antecipação dos leilões de transmissão; e Reajuste das bandeiras tarifárias aplicadas às contas de luz. “Pretendemos chegar ao fim do ano em melhores condições para operar o sistema interligado nacional em 2022, desonerando também o consumidor, para que não tenhamos bandeiras vermelhas, seja em que patamar for, e minimizando uso da bandeira amarela”, afirmou Albuquerque. VÍDEOS: notícias sobre política d
Veja Mais

23/06 - Mudança climática: veja em 7 pontos como será a vida na Terra nos próximos 30 anos, segundo a ONU
Amazônia virando savana, fome, seca, doenças: painel de climatologistas alerta que efeitos do aquecimento global vão remodelar o mundo mesmo se a humanidade conseguir conter as emissões de gases estufa. Um esboço de um relatório histórico do Painel Intergovernamental sobre as Mudanças Climáticas (IPCC) – órgão consultivo da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre o clima – aponta que as mudanças climáticas fruto das ações humanas devem afetar fundamentalmente a vida na Terra já nos próximos 30 anos, mesmo se as emissões de gases estufa forem contidas. Obtido em primeira mão pela agência de notícias France Presse, o documento, que tem 4 mil páginas, aponta riscos como extinção de espécies, disseminação de doenças, calor insustentável à vida e colapso dos ecossistemas, entre outros. "O pior ainda está por vir e afetará as vidas dos nossos filhos e netos muito mais do que as nossas", diz o relatório. O texto só deve ser publicado em 2022 – tarde demais, dizem alguns cientistas, para influenciar decisões na conferência da ONU deste ano sobre o clima, a COP26, em novembro. Nesta reportagem, você vai entender quais são os principais impactos apontados no relatório, divididos pelo G1 em 7 eixos temáticos. Ao final estão algumas possíveis ações de mudança listadas pelos especialistas: Colapso de ecossistemas Extinção de espécies Aumento do nível e aquecimento de oceanos Seca Fome Doenças Calor extremo 1. Colapso de ecossistemas Coral embranquecido é visto no local onde redes de pesca abandonadas o cobriram em um recife na área protegida de Ko Losin, na Tailândia, depois que um grupo de mergulhadores voluntários e o Centro de Pesquisa de Recursos Costeiros, auxiliado pela Marinha Real da Tailândia, removeram 2.750 m² de rede, no dia 20 de junho de 2021. Jorge Silva/Reuters Com emissões altas, a seca e os incêndios florestais podem transformar metade da Floresta Amazônica em savana, produzindo mais aquecimento. Restaurar florestas pode estocar carbono e ajudar a reduzir a vulnerabilidade humana às mudanças climáticas. Entretanto, plantar árvores fora das florestas naturais – como em pastagens e savanas – pode prejudicar a biodiversidade e aumentar os riscos climáticos. EQUILÍBRIO: indígenas viveram na Amazônia por 5 mil anos sem destruir bioma, mostra estudo Uma combinação de temperaturas mais elevadas, aridez e secas significa que as temporadas de incêndios florestais em todo o planeta serão mais longas, e as áreas com potencial de queima dobrarão de tamanho: na tundra ártica e na floresta boreal, a área queimada aumentou nove vezes em toda a Sibéria entre 1996 e 2015. Muitos ecossistemas terrestres, de água doce, oceânicos ou costeiros estão atualmente "perto ou além" dos limites de sua capacidade de adaptação às mudanças climáticas. Com um aquecimento de 2ºC – até agora, a temperatura do planeta já aumentou em 1,1ºC –, cerca de 15% do permafrost siberiano poderia se perder até 2100, liberando entre 36 bilhões e 67 bilhões de toneladas de carbono do solo congelado. Há um risco de extinção cultural dos povos originários do Ártico se o ambiente no qual construíram seus modos de vida e sua história derreter. 1xVelocidade de reprodução0.5xNormal1.2x1.5x2x 2. Extinção de espécies A arara-azul-de-lear é uma espécie ameaçada de extinção Marcelo Brandt/G1 "Mesmo com um aquecimento de 1,5º C, as condições vão mudar além da habilidade de muitos organismos de se adaptar", destaca o relatório. As taxas de extinção estão se acelerando drasticamente e são estimadas em cerca de mil vezes mais do que antes do impacto das atividades humanas na Terra no século passado. Até 54% das espécies terrestres e marinhas do mundo estarão ameaçadas de extinção neste século, com o aquecimento de 2ºC a 3ºC com base nos níveis pré-industriais. Espécies de montanhas e ilhas estão particularmente em risco. Mesmo com o aumento de 2ºC na temperatura, animais polares – como pinguins, focas e ursos – e áreas de rica biodiversidade – como recifes de coral de água quente e manguezais – estarão sob ameaça severa. Entre 70% e 90% dos recifes de coral do mundo devem diminuir com um aquecimento global limitado a 1,5ºC. Para além disso, eles sofrerão "perdas mais extensas". Confrontados com o aumento das temperaturas, muitas plantas e animais irão se afastar em centenas de quilômetros de seus habitats naturais até o fim do século. 3. Aquecimento e aumento do nível dos oceanos Foto de 15 de agosto de 2019 mostra um iceberg enquanto ele flutua ao longo da costa leste da Groenlândia perto de Kulusuk (também conhecido como Qulusuk). Jonathan Nackstrand/AFP Um aumento de 1,5°C na temperatura do planeta resultaria em um aumento de 100 a 200% na população afetada por enchentes em Brasil, Colômbia e Argentina, 300% no Equador e Uruguai e 400% no Peru. No futuro mais imediato, algumas regiões – leste do Brasil, sudeste da Ásia, o Mediterrâneo, centro da China – e as zonas costeiras em quase todo o mundo serão atingidas por três, quatro ou mais calamidades de uma vez: seca, ondas de calor, ciclones, incêndios florestais, inundações. Inundações, irão deslocar, em média, 2,7 milhões de pessoas anualmente na África. Até 2050, mais de 85 milhões de pessoas podem ser obrigadas a deixar suas casas na África Subsaariana devido a impactos induzidos pelo clima. Em 2050, as cidades costeiras na "linha de frente" da crise climática terão centenas de milhões de pessoas expostas ao risco de tempestades cada vez mais frequentes e mais mortais devido à elevação do nível dos mares. Pesquisas recentes mostraram que um aquecimento de 2ºC poderia levar o gelo derretido no topo da Groenlândia e no oeste da Antártica – com água congelada suficiente para elevar os oceanos em 13 metros – a passar do ponto de não retorno. A última vez que os oceanos viram os níveis de acidificação e esgotamento de oxigênio projetados para 2100, com um cenário de altas emissões, ocorreu cerca de 56 milhões de anos atrás. Ondas de calor marinhas – que podem danificar e matar corais, florestas de algas marinhas, prados de ervas marinhas e invertebrados – se tornaram 34% mais frequentes e 17% mais longas entre 1925 e 2016. 4. Seca Barcos no lago Poopo, na Bolívia, região afetada pelas mudanças climáticas Reuters/David Mercado "A água é uma das questões com que a nossa geração vai se confrontar muito em breve. A falta de acesso a água potável afetará nossa saúde, não só na luta pela água, mas também em doenças relacionadas à falta de água e saneamento“, afirmou à AFP Maria Neira, diretora do Departamento de Meio Ambiente, Mudanças Climáticas e Saúde da Organização Mundial de Saúde (OMS). Interrupções no ciclo da água causarão o declínio de cultivos básicos dependentes de chuva na África Subsaariana. Até 40% das regiões produtoras de arroz na Índia podem se tornar menos adequadas para o cultivo do grão. Até 2050, entre 31 e 143 milhões de pessoas terão que se deslocar devido à escassez de água, questões agrícolas e ao aumento do nível do mar na África Subsaariana, sul da Ásia e América Latina, a depender dos níveis de emissões de carbono. "Haverá deslocamentos em massa, migrações em massa e precisamos tratar tudo isso como um problema global“, disse Neira. Até 75% do suprimento de água subterrânea – a principal fonte de água potável para 2,5 bilhões de pessoas – também podem ser afetados até o meio do século. Embora o custo econômico dos efeitos do clima sobre o abastecimento de água varie geograficamente, espera-se que ele reduza em 0,5% o PIB global até 2050. Cerca de 350 milhões a mais pessoas morando em áreas urbanas serão expostas à escassez de água devido a secas severas com um aquecimento de 1,5º C, e 410 milhões com um aquecimento de 2º C. 1xVelocidade de reprodução0.5xNormal1.2x1.5x2x 5. Fome Pandemia faz crescer número de brasileiros em insegurança alimentar grave "A base da nossa saúde é sustentada por três pilares: a comida que comemos, o acesso à água e o abrigo. Esses pilares são totalmente vulneráveis e estão prestes a desabar“, disse à AFP Maria Neira, diretora do Departamento de Meio Ambiente, Mudanças Climáticas e Saúde da Organização Mundial de Saúde (OMS). Até 80 milhões a mais de pessoas correrão o risco de passar fome até 2050. Como acontece com a maioria dos impactos climáticos, os efeitos na saúde humana não serão sentidos da mesma forma por todos; o esboço do relatório sugere que 80% da população sob risco de fome vive na África e no sudeste da Ásia. À medida que as mudanças climáticas reduzem a produtividade e a demanda por cultivos para biocombustíveis e florestas que absorvem CO2 cresce, os preços dos alimentos devem aumentar em quase um terço em meados do século, deixando mais 183 milhões de pessoas em famílias de baixa renda à beira da fome crônica. Dezenas de milhões de pessoas a mais podem enfrentar fome crônica até 2050 e 130 milhões a mais poderão experimentar a pobreza extrema em uma década se permitirmos o aprofundamento da desigualdade. Na Ásia e na África, mais 10 milhões de crianças sofrerão de desnutrição e atraso no crescimento em meados do século, sobrecarregando uma nova geração com problemas de saúde para o resto da vida, apesar do maior desenvolvimento socioeconômico. A produção global de milho já caiu 4% desde 1981 devido às mudanças climáticas, e o aquecimento induzido pela atividade humana na África Ocidental reduziu a produção de milhete e sorgo em até 20% e 15%, respectivamente. A frequência de perdas repentinas na produção de alimentos já vem aumentando de forma constante nos últimos 50 anos. Entre 2015 e 2019, estima-se que 166 milhões de pessoas, principalmente na África e América Central, tenham necessitado de assistência humanitária devido a emergências alimentares relacionadas ao clima. O potencial de captura da pesca marinha – da qual milhões de pessoas dependem como principal fonte de proteína – deve diminuir entre 40% e 70% em regiões tropicais da África, se não houver redução na poluição por carbono. O teor de proteína do arroz, trigo, cevada e batata deve cair entre 6,4% e 14,1%, colocando cerca de 150 milhões de pessoas em risco de deficiência de proteínas. Os micronutrientes essenciais – que já estão em falta em muitas dietas do Sul Global – também caem com o aumento das temperaturas. "Se você sobrepõe os locais onde as pessoas já passam fome com onde as safras serão mais prejudicadas pelo clima, verá que são os mesmos lugares que já sofrem com uma elevada desnutrição", disse à AFP a pesquisadora Elizabeth Robinson, professora de economia ambiental da Universidade de Reading, no Reino Unido, e autora colaboradora na avaliação de saúde global da Lancet Countdown. Como a fome deixa 19 milhões de brasileiros mais vulneráveis à Covid-19: 'Não há sistema imune que resista' 6. Doenças Próxima epidemia ‘já está a caminho’, alerta médico sobre desmatamento na Amazônia Enquanto as temperaturas em elevação aumentam os hábitats dos mosquitos, estima-se que até 2050 metade da população mundial esteja exposta a doenças provocadas por vetores, como dengue, febre amarela e zika. Sem reduções significativa das emissões de carbono, 2,25 bilhões de pessoas a mais poderiam ser colocadas em risco de dengue na Ásia, Europa e África. Os riscos decorrentes da malária e da doença de Lyme devem aumentar, e as mortes infantis por diarreia tendem a crescer até pelo menos o meio do século, apesar do maior desenvolvimento socioeconômico em países de alta incidência. As mudanças climáticas aumentarão o peso de doenças não transmissíveis: as doenças associadas à má qualidade do ar e à exposição ao ozônio, por exemplo, "aumentarão substancialmente". Haverá também maiores riscos de contaminação de alimentos e água por toxinas marinhas, indica o relatório. Assim como a maioria dos impactos relacionados com o clima, estas doenças irão castigar os mais vulneráveis. As escolhas políticas feitas agora podem reduzir essas consequências para a saúde, mas muitas são simplesmente inevitáveis a curto prazo, segundo o relatório. "A Covid tornou as fissuras em nossos sistemas de saúde extremamente visíveis", disse Stephanie Tye, pesquisadora associada da Prática de Resiliência Climática do Instituto Mundial de Recursos, que não esteve envolvida no relatório do IPCC. "Os efeitos e choques das mudanças climáticas irão sobrecarregar os sistemas de saúde ainda mais, por um período muito mais longo e de maneiras que ainda estamos tentando compreender totalmente", acrescentou Tye. 7. Calor extremo Termômetro marcou 42ºC em outubro de 2020 na Bela Vista, região central de São Paulo Celso Tavares/G1 O aumento das temperaturas reduzirá a capacidade física de trabalho, com o sul da Ásia, a África Subsaariana e partes das Américas Central e do Sul perdendo até 250 dias de trabalho por ano até 2100. Um adicional de 1,7 bilhão de pessoas serão expostas a um calor severo e 420 milhões serão submetidas a ondas de calor extremas a cada cinco anos se as temperaturas aumentarem de 1,5°C para 2°C de aquecimento. Esse meio grau a mais na temperatura também significará mais 420 milhões de pessoas expostas a ondas de calor extremas e potencialmente letais. Até 2080, de 390 a 490 milhões de moradores de cidades na África Subsaariana, e de 940 milhões a 1,1 bilhão no sul e sudeste da Ásia poderão enfrentar mais de 30 dias de calor extremo a cada ano. Ações de mudança O IPCC destaca que muito pode ser feito para evitar os piores cenários e nos prepararmos para os impactos que não podem mais ser evitados – esta é a lição final. Mas simplesmente trocar um carro a gasolina por um modelo elétrico ou plantar bilhões de árvores para compensar o modo usual de fazer as coisas não irá resolver o problema. "Nós precisamos redefinir nosso estilo de vida e consumo", alerta o documento. "Precisamos de uma mudança transformadora em processos e comportamentos em todos os níveis: individual, comunitário, n`os negócios, instituições e governos". Veja algumas ações de mudança apontadas: Reduzir à metade o consumo de carne vermelha e dobrar a ingestão de castanhas, frutas e vegetais poderia diminuir as emissões de gases-estufa em até 70% até 2050 e salvar a vida de 11 milhões de pessoas até 2030. A preservação e a restauração dos chamados ecossistemas de carbono azul (que sequestram carbono), tais como florestas de algas e manguezais, por exemplo, aumentam o armazenamento de carbono e protegem contra tempestades, além de fornecer habitats para a vida selvagem, sustento para comunidades costeiras e segurança alimentar. "A vida na Terra pode se recuperar de uma drástica mudança climática evoluindo para novas espécies e criando novos ecossistemas. Os seres humanos não podem", sinaliza o relatório.
Veja Mais

23/06 - Projeção do PIB agro sobe de 2,2% para 2,6%, segundo instituto de pesquisa
Estimativa de crescimento para este ano deve ser puxada por soja (9,4%), arroz (2,8%) e trigo (27,9%). Crise hídrica é fator de risco para expansão do setor. Soja Divulgação/Agropecuária A projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) agropecuário para este ano subiu de 2,2% para 2,6%, segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). A estimativa de crescimento em relação a 2020 deve ser puxada por soja (9,4%), do arroz (2,8%) e do trigo (27,9%). O instituto, por outro lado, espera quedas nas produções de café (-21,0%), algodão (-19,7%), milho (-3,9%) e cana de açúcar (-3,1%). No total, a produção vegetal deve avançar 2,7%. Governo anuncia Plano Safra 2021/22 com R$ 251,2 bilhões Os principais riscos da projeção de crescimento estão relacionados à crise hídrica, que pode prejudicar mais do que o previsto a produção vegetal, e ao segmento da pecuária de bovinos, que ainda tem incertezas relativas à oferta e à demanda. Na produção animal, há projeção de crescimento da produção de todos os segmentos: bovinos (0,9%), suínos (6,8%), aves (6,5%), leite (3,2%) e ovos (2,3%). No total, o segmento deve crescer 2,5%. Apesar de positivo, o desempenho da carne bovina ficou aquém do esperado, porém compensado pela forte alta de suínos e aves. Frango, porco e ovo: por que preços podem subir mais “A produção de suínos e frangos foi impulsionada pelo aumento do consumo em substituição ao da carne bovina, que permanece com preço elevado e oferta limitada de animais para abate”, explicou Pedro Garcia, um dos autores do estudo e pesquisador associado do Ipea. Riscos No caso da produção vegetal, a ocorrência de choques climáticos no Centro-Sul e a possibilidade de adoção de medidas restritivas ao uso da água para a lavoura – em função da necessidade de poupar o recurso para a geração de energia hidroelétrica – pode afetar negativamente as estimativas para alguns produtos. No que diz respeito à produção animal, o risco continua sendo uma possível frustração na projeção de crescimento da produção de bovinos, que pode ser impactada por uma recuperação na oferta de animais mais lenta do que o projetado. VÍDEOS: tudo sobre o agronegócio
Veja Mais

23/06 - Enel faz feirões em São Paulo para parcelamento de contas de luz atrasadas
Para as contas em atraso acima de 180 dias, os consumidores poderão obter um desconto de 40% no valor original das faturas, parcelando a dívida em até seis vezes. Entenda a sua conta de luz A Enel Distribuição São Paulo, concessionária que atua em 24 municípios da Grande São Paulo, realiza a partir de sábado (26) cinco feirões para renegociação e parcelamento de dívidas e atendimento ao cliente. Esses feirões vão até o mês que vem. Entenda como funciona o corte de luz em caso de falta de pagamento O primeiro deles será no próximo dia 26, das 8h às 17h, no CEU Feitiço da Vila, localizado na Rua Feitiço da Vila, 399, Chácara Santa Maria, na Zona Sul da capital paulista. As próximas edições do feirão serão realizadas no dia 3 de julho no Céu Jaguaré (Avenida Kenkiti Simomoto, 80) e 17 de julho no Céu Lajeado (Rua Manuel da Mota Coutinho, 293). A concessionária ainda pretende realizar outros dois feirões no mês de julho, em locais em fase de definição. O atendimento será realizado com horário marcado, e os clientes interessados podem efetuar o agendamento por meio do site da empresa (https://www.enel.com.br/pt-saopaulo), clicar em “Agende seu atendimento presencial”, “Novo agendamento” e “Fique em dia Enel”. Em seguida, o cliente receberá uma mensagem via SMS com a confirmação e senha que deverá ser apresentada no local. De acordo com o diretor de mercado da Enel Distribuição São Paulo, André Oswaldo Santos, durante os feirões, além de renegociar e parcelar contas em atraso, os clientes da concessionária também terão a possibilidade de realizar alguns serviços, como transferência de titularidade, pedido de religação, cadastro baixa renda, esclarecimento de dúvidas sobre a fatura, entre outras facilidades. Como será a renegociação Nesta edição dos feirões, a Enel Distribuição São Paulo irá oferecer diversas opções aos clientes para saldar as suas dívidas com a concessionária. Para as contas em atraso acima de 180 dias, os consumidores poderão obter um desconto de 40% no valor original das faturas, parcelando a dívida em até seis vezes (entrada mais cinco parcelas). Clientes que já são cadastrados como baixa renda têm a opção também de parcelar a sua dívida em até 12 vezes com juros, a despeito do tempo de dívida, sendo uma entrada e mais 11 parcelas. Nesta modalidade, o desconto de 40% não é aplicado, somente a facilidade do parcelamento. Todos os clientes da Enel Distribuição São Paulo, baixa renda ou não, podem também obter parcelamento em até 10 vezes dos seus débitos, sendo uma entrada e mais nove parcelas. Essa opção também não concede desconto no valor da dívida. Todos os valores podem ser pagos na própria conta de luz. Os clientes que se cadastrarem como baixa renda durante os feirões só terão os benefícios do governo federal nas faturas futuras, a partir do momento do cadastro inicial. Os valores em aberto seguirão com as condições da oferta mencionada. Os clientes que realizarem negociação de parcelamento durante os feirões poderão trocar até quatro lâmpadas incandescentes pelo modelo LED, que são 80% mais econômicas e possuem uma vida útil de 25 mil horas. A iniciativa faz parte do programa Luz Solidária, e beneficia os consumidores da distribuidora em todas as regiões. Negociação pode ser online A negociação também pode ser feita por meio dos canais digitais de atendimento: Portal de Negociação (https://portalnegociacao.eneldistribuicaosp.com.br/#/home), Aplicativo Enel São Paulo (https://www.eneldistribuicaosp.com.br/atendimento/aplicativo-enel) Central de Atendimento (0800 72 72 120). Ao realizar a renegociação nos canais digitais, o cliente pode efetuar o pagamento por meio do cartão de crédito.
Veja Mais

23/06 - Real é a 4ª moeda que mais se valorizou no mundo em 2021, aponta ranking com 120 países
Moeda do Brasil acumula no ano ganho de 3,6% em relação ao dólar, perdendo apenas a as divisas da Geórgia, Moçambique e Ilhas Seychelles. Na terça-feira, dólar fechou abaixo de R$ 5 pela primeira vez em mais de 1 ano. Notas de dólar e real em casa de câmbio no Rio de Janeiro, em imagem de arquivo REUTERS/Bruno Domingos O real é a quarta moeda com maior valorização em 2021, segundo levantamento da agência de classificação de risco Austin Rating. A moeda do Brasil acumula no ano ganho de 3,6% em relação ao dólar, considerando o fechamento desta terça-feira (22), quando a cotação da moeda norte-americana no país fechou abaixo de R$ 5 pela primeira vez em mais de 1 ano. Dólar opera em queda e segue abaixo de R$ 5; veja a cotação O ranking usa a cotação do dólar PTax (taxa calculada pelo Banco Central) e compara a variação de 120 moedas. A apreciação do real frente ao dólar só perde para as divisas da Geórgia (4%), Moçambique (15,4%) e Ilhas Seychelles (33,6%). O levantamento mostra que a valorização do real supera a das moedas de grandes economias como Canadá (3,2%) e Reino Unido (2,3%), e também de outros emergentes como África do Sul (1,9%) e Rússia (1,8%). Veja ranking com as 30 maiores altas no ano frente ao dólar Ilhas Seychelles - Rupia: 33,6% Moçambique - Nova Metical: 15,4% Geórgia - Lari: 4,0% Brasil - Real: 3,6% Ucrânia - Hryvnia: 3,5% Islândia - Coroa: 3,2% Canadá - Dólar Canadense: 3,2% Gibraltar - Libra: 2,7% Uganda - Xelim: 2,4% Reino Unido - Libra Esterlina: 2,3% República Dominicana - Peso: 2,2% Belarus - Rublo: 2,2% Paraguai - Guarani: 2,2% Armênia - Dram: 2,1% África do Sul - Rande: 1,9% Paquistão - Rupia: 1,9% Suazilândia - Lilangeni: 1,9% Namíbia - Dólar da Namíbia: 1,9% Lesoto - Loti: 1,9% Tonga - Paanga: 1,8% Rússia - Rublo: 1,8% Mauritânia - Uguia: 1,6% Quênia - Xelim: 1,3% Coveite - Dinar: 1,1% Guatemala - Quetzal: 0,9% Gana - Cedi: 0,9% Angola Kwanza - Angola: 0,7% Papua Nova Guine - Kina: 0,7% China - Renminbi: 0,7%%) ungria - Forint: 0,7% Na outra ponta, as moedas que mais se desvalorizaram no ano frente ao dólar foram as do Sudão (-87,4), Líbia (-70,3%) e Venezuela (-65,4%). Setores da economia comemoram o dólar abaixo de 5 reais Em 2020, real foi a 6ª moeda que mais se desvalorizou Importante lembrar que no ano passado, o real foi uma das moedas que mais se desvalorizaram no mundo. Segundo o levantamento da Austin Rating, a moeda brasileira teve o 6º pior desempenho no mundo frente ao dólar, acumulando em 2020 uma desvalorização de 22,4%. Da lista de 120 países do ranking, o real só ganhou em 2020 das moedas da Venezuela (-95,7%), Ilhas Seychelles (-33,5%), Zâmbia (-33,4%), Argentina (-28,8%) e Angola (-22,4%). O que tem influenciado a queda do dólar no Brasil em 2021 Somente na parcial de junho, o dólar já acumula um recuo de mais de de 5% frente ao real. Nas últimas semanas, a valorização do real tem sido sustentada pela expectativa de uma alta mais acentuada e mais rápida na taxa básica de juros no Brasil e pela percepção dos investidores de uma política monetária mais tolerante nos Estados Unidos. Na semana passada, o Banco Central promoveu a terceira alta consecutiva de 0,75 ponto percentual da taxa Selic, a 4,25%, e a ata de seu encontro mostrou que o Comitê de Política Monetária (Copom) indicou um possível aperto maior em seu encontro de agosto. Juros mais altos no Brasil aumentam a taxa de retorno dos investidores que aplicam em real, tornando o mercado de renda fixa do Brasil mais interessante para os investidores estrangeiros, o que tende a aumentar a entrada de dólares no país e, por consequência, contribui para um dólar mais barato. Já nos EUA, o Federal Reserve (Fed) decidiu manter suas taxas de juros inalteradas e o chair do BC dos EUA, Jerome Powell, disse na terça-feira que a alta na inflação norte-americana é transitória, reduzindo as preocupações do mercado de uma possível antecipação do início do ciclo de alta de juros nos EUA. Ou seja, o cenário tende a continuar favorável para o fluxo de dólares para o Brasil. "Isso vai melhorando o chamado diferencial de juros entre Brasil e Estados Unidos e isso atrai um pouco mais os investidores internacionais e melhora a perspectiva para o real", afirma Alex Agostini, economista chefe da Austin Rating. Outros fatores que contribuem para a queda do dólar no Brasil, segundo ele, é o avanço da vacinação contra a Covi-19 no Brasil, os bons resultados das contas externas e a melhora das expectativas para a recuperação da economia no segundo semestre. "O Brasil vai melhorando a sua solvência em moeda estrangeira e isso vai dando um pouco mais de confiança aos investidores internacionais que acabam não tirando o dinheiro daqui ou trazendo dinheiro", acrescenta. Ele alerta, porém, que alguns riscos dificultam uma queda mais acentuada do dólar por aqui. "Por que o real não se valoriza ainda mais? Porque ainda tem os riscos da questão fiscal, que ainda seguem no radar com alguma preocupação, e o risco político. Toda a hora a gente vê pipocar uma notícia negativa em relação ao governo. E a CPI da Covid ainda está em curso", avalia.
Veja Mais

23/06 - CPI convoca Facebook, Twitter e Google devido a mensagens de Bolsonaro que desinformam
Comissão quer que redes sociais expliquem por que foram mantidas publicações do presidente com conteúdos negacionistas e contrários às medidas sanitárias. CPI da Covid aprova convocação de representantes do Facebook e Twitter A CPI da Covid aprovou nesta quarta-feira (23) a convocação de representantes do Google, Twitter e Facebook. O objetivo da comissão é questionar sobre o motivo de as empresas não tirarem do ar conteúdo considerado contrário às evidências científicas e às medidas sanitárias divulgado pelo presidente Jair Bolsonaro. Os pedidos de convocação foram anunciados pelo vice-presidente da comissão, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), na última sexta-feira (18). Agora a comissão ratificou a medida. No dia anterior, Bolsonaro afirmou, durante transmissão ao vivo pela internet, que a contaminação pelo coronavírus pode ser “mais eficaz” que a própria vacinação. O Brasil registra até o momento mais de 18 milhões de infectados e mais de 502 mil mortos pela Covid. YouTube remove 17 vídeos de Bolsonaro; canal segue no ar Twitter diz que post de Bolsonaro viola regras, mas mantém a mensagem “O senhor presidente da República tem o direito de falar a besteira que quiser, ele só não tem direito de produzir o aumento desses números aqui, de cada vez mais disseminar notícias sem lastro na ciência que produzem o aumento desses números”, afirmou Randolfe na ocasião. “Por muito menos, o Twitter e o Facebook baniram o senhor Donald Trump”, reforçou o senador. Usuários excluídos Também nesta quarta, foi aprovado pedido para que o Twitter que encaminhe à CPI informações sobre as contas de usuários excluídas a partir de junho deste ano. Os senadores querem obter a lista de todas as contas que foram apagadas, além dos respectivos dados utilizados para o cadastro e o motivo da exclusão. Foram solicitados ainda a preservação de todo o conteúdo disponível em cada conta – mesmo aqueles eventualmente apagados – e o histórico completo de logins efetuados, com detalhamento do horário e endereços de IPs. VÍDEOS: veja mais notícias sobre a CPI da Covid
Veja Mais

23/06 - O lado oculto e positivo da síndrome do impostor
Ao mesmo tempo que pode abalar sua confiança, a síndrome do impostor pode oferecer uma vantagem em relação a outros colegas de trabalho. Os comportamentos que os 'impostores' exibem na tentativa de compensar suas inseguranças podem, na verdade, torná-los bons no que fazem Alamy Não é de se admirar que a síndrome do impostor — a sensação de que suas conquistas profissionais não são merecidas e que você provavelmente será desmascarado como uma fraude — seja percebida como prejudicial ao sucesso por aqueles que a vivenciam. Acreditar que você não é digno de suas realizações e que alguém vai acabar descobrindo sua farsa adiciona naturalmente uma camada indesejada de pressão ao dia a dia de trabalho. Mas, de acordo com descobertas recentes da pesquisadora Basima Tewfik, professora assistente de Estudos de Trabalho e Organização no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês), nos EUA, os comportamentos que os 'impostores' exibem na tentativa de compensar suas inseguranças podem, na verdade, torná-los bons no que fazem. Ao se inclinar para os sentimentos de inadequação — em vez de tentar resistir ou superá-los — e colocar um esforço extra na comunicação, os 'impostores' podem, na verdade, superar seus colegas não-impostores em termos de habilidades interpessoais. O que isso significa, diz Tewfik, é que uma característica que a maioria das pessoas não gosta em si mesma pode, na verdade, as estar motivando a ter um desempenho melhor. O ciclo do impostor Segundo o International Journal of Behavioral Science, mais de 70% das pessoas são afetadas por pensamentos impostores no ambiente de trabalho em algum momento de suas vidas. E embora os pontos de pressão específicos variem de acordo com as carreiras, os sintomas internos geralmente são os mesmos. Os 'impostores' têm tendências perfeccionistas, abrigando uma necessidade secreta de serem os melhores no que fazem. Quando são incapazes de atingir seus objetivos perfeccionistas, "os 'impostores' muitas vezes se sentem oprimidos, decepcionados e se generalizam como fracassados". Começa então um ciclo que faz com que os 'impostores' se proíbam de aceitar feedback positivo sobre seu trabalho. Se a ansiedade em relação a um desempenho insatisfatório os leva a se preparar demais para uma apresentação, por exemplo, mesmo se a apresentação for bem-sucedida, eles vão sentir que gastaram muito esforço no processo — e realizar a tarefa deveria ter sido mais fácil. Por outro lado, se procrastinam uma tarefa e ainda conseguem entregá-la a tempo, eles atribuem seu sucesso à sorte, e não à sua própria habilidade. Em seu próximo relatório, o primeiro do tipo a identificar benefícios tangíveis que podem emergir de pensamentos impostores no ambiente de trabalho, Tewfik sugere que um dos principais definidores da síndrome do impostor é uma lacuna em como os indivíduos percebem sua própria competência em comparação com o quão competentes eles são na verdade. Tewfik queria descobrir como essa lacuna de competência percebida pode impactar as carreiras dos 'impostores' — tanto em termos da qualidade de seu trabalho quanto do seu status social entre os colegas. Ela começou trabalhando com supervisores de uma empresa de consultoria de investimentos, que observaram e avaliaram as habilidades interpessoais de seus funcionários — alguns dos quais estavam tendo pensamentos impostores — durante dois meses. O que Tewfik descobriu foi que, apesar de suas inseguranças, os profissionais que tinham pensamentos impostores eram, na verdade, classificados como mais eficazes interpessoalmente do que seus pares não-impostores; os gestores os descreveram como mais cooperativos. Na sequência, ela analisou um grupo de estudantes avançados de medicina, prestes a começar o estágio clínico. Alguns deles foram primeiro induzidos a ter pensamentos impostores ao escrever sobre uma época em que os tenham vivenciado no passado — um processo que efetivamente produz as condições da síndrome do impostor, mesmo em um ambiente controlado, diz Tewfik. Os estudantes foram então incumbidos de diagnosticar doenças em atores treinados para manifestar os sintomas e comportamentos de alguém com uma determinada condição. Mais uma vez, Tewfik constatou que os estudantes 'impostores' recebiam avaliações mais altas dos pacientes por sua conduta. Os 'impostores' costumam ter tendências perfeccionistas Alamy "Eles eram mais empáticos, melhores ouvintes, faziam perguntas melhores", diz ela, observando que os estudantes impostores também mantêm contato visual mais frequente, se inclinam mais para frente e confirmam melhor os sintomas descritos por seus pacientes. Em um experimento final, Tewfik analisou um grupo de indivíduos se passando por candidatos a emprego durante uma pré-entrevista, um "bate-papo no café", com um gerente de contratação. Se impressionassem o gerente e se mostrassem qualificados para o cargo, teriam a oportunidade de uma entrevista formal. Como no teste anterior, os entrevistados induzidos a ter pensamentos impostores foram avaliados como mais efetivos interpessoalmente pelo gerente de contratação do que seus pares não-impostores — eles optaram por fazer perguntas mais envolventes e forneceram respostas mais atraentes. E embora possam ter se sentido uma fraude, análises preliminares mostram que os entrevistados 'impostores' tiveram um desempenho semelhante ao dos colegas no quesito "competência" — eles não eram considerados menos qualificados para avançar para uma entrevista formal. Da mesma forma, os estudantes de medicina 'impostores' do experimento anterior fizeram tantos diagnósticos corretos durante sua avaliação quanto os outros. "Muitas pessoas meio que pintam [a síndrome do impostor] como algo que está impedindo você de avançar. Portanto, poderíamos esperar, por exemplo, que talvez você tivesse um desempenho ruim", diz Tewfik. "Na verdade, não há diferença significativa [em competência] entre aqueles que são induzidos a ter pensamentos impostores e aqueles que não". O que sua pesquisa sugere até agora é que essa lacuna de competência percebida — a ideia de que os impostores estão se fazendo passar por alguém mais capaz do que realmente são — pode não estar afetando negativamente a qualidade de seu trabalho no fim das contas. E, se a insegurança os leva a colocar um esforço extra em suas conexões interpessoais, pode até mesmo ajudá-los a superar seus colegas não-impostores. "Tudo isso junto me deixa muito animada", diz ela. "Pode haver esse lado positivo, e talvez devêssemos começar a pensar em como aproveitá-lo." Abraçando a insegurança A síndrome do impostor é estudada há décadas, mas há muito pouca pesquisa sobre suas implicações para o sucesso. Até Tewfik revelar suas novas descobertas, era amplamente suposto que a condição era debilitante, de acordo com Adam Grant, psicólogo organizacional e professor da Escola de Negócios Wharton da Universidade da Pensilvânia, nos EUA. "A pesquisa dela está abrindo novos caminhos ao destacar que pensamentos impostores podem ser uma fonte de combustível", diz ele. "Pode nos motivar a trabalhar mais para provar nosso valor e trabalhar de maneira mais inteligente para preencher lacunas em nossos conhecimentos e habilidades." Embora haja uma série de recomendações para ajudar os profissionais a tentar superar seus sentimentos de impostor, os especialistas acreditam que o objetivo real deveria ser revisar a suposição subjacente de que a síndrome do impostor é puramente prejudicial. Embora os 'impostores' possam sentir que não são qualificados, uma pesquisa recente mostra que eles se destacam em termos de habilidades interpessoais Alamy É verdade que algumas pessoas apresentam uma crença crônica de que são uma fraude, mas para a maioria de nós, isso se manifesta como dúvidas comuns sobre se estamos à altura dos desafios que enfrentamos, diz Grant. E embora esse autoceticismo possa provocar estresse, medo ou diminuição da autoconfiança, a pesquisa de Tewfik "revela que essas dúvidas são normais e até saudáveis". "Em vez de nos deter, podem nos impulsionar para a frente", ela acrescenta. De acordo com Scott Galloway, empresário e professor de marketing na Universidade de Nova York, nos EUA, a melhor estratégia para os profissionais que desejam aproveitar esse novo potencial é passar pelo componente da emoção negativa e se inclinar ainda mais para os sentimentos impostores. Focar na lacuna de competência percebida entre você e seus colegas — e colocar sua energia para preenchê-la — pode oferecer a vantagem que você está procurando. "Naqueles momentos em que você se sente um impostor... você se dá conta de que 'tem algo a provar', então você não é complacente", disse ele ao destacar o trabalho de Tewfik no podcast Pivot, que apresenta com Kara Swisher. "Quer saber, este pode ser um momento de humildade confiante, em que posso reconhecer o quão pouco sei e ainda ter uma forte convicção na minha capacidade de aprender."
Veja Mais

23/06 - Brasil liderou 'perda' de milionários em 2020 – na contramão do mundo, que 'ganhou' 5 milhões deles
Desvalorização do real frente ao dólar contribuiu para queda da riqueza das famílias brasileiras no ano passado, segundo levantamento do banco Credit Suisse. O Brasil foi o país que mais 'perdeu' milionários em 2020, segundo um levantamento do banco Credit Suisse. Junto com a crise, 108 mil pessoas no país deixaram de possuir riqueza superior a US$ 1 milhão. O número é quase o dobro do registrado na Índia, o segundo maior 'perdedor' de milionários no ano (-66 mil). O movimento por aqui foi na contramão do mundo: globalmente, o número de milionários cresceu em 5,2 milhões no ano passado, apesar da pandemia, chegando a 56,084 milhões, de acordo com o levantamento. Cerca de um terço dos novos milionários vieram dos Estados Unidos. Variação no número de milionários em 2020 Economia G1 Segundo o Credit Suisse, a riqueza global acumulada pelos domicílios cresceu cerca de US$ 28,7 trilhões no ano passado, inflada pelos recursos injetados pelos bancos centrais de diversos países para fazer frente à crise causada pela Covid-19 – que acabou por elevar os valores dos ativos. "Ainda assim, tendo em vista a ampla perturbação econômica, a riqueza das famílias e os indicadores macroeconômicos parecem estar em trajetórias diferentes", aponta o Credit Suisse. "Mais estranhamente ainda, os países mais afetados pela Covid frequentemente são aqueles que tiveram os maiores ganhos de riqueza por adulto". "O contraste entre o que aconteceu com a riqueza das famílias e o que está acontecendo na economia em geral não poderia ser mais nítido", apontou o banco. No Brasil, grande parte da perda de riqueza das famílias foi resultado da depreciação do real frente ao dólar. Disparidades Enquanto 56 milhões de pessoas ao redor do mundo (1,1% do total) tinham mais de US$ 1 milhão, outras cerca de 2,9 bilhões de pessoas – 55% de todos os adultos – tinham menos de US$ 10 mil em 2020. Enquanto a riqueza do primeiro grupo equivalia a 45,8% de toda a riqueza global, a do segundo representava apenas 1,3% do total. O relatório aponta ainda que 1,7 bilhão de pessoas tinha entre US$ 10 mil e US$ 100 mil no ano passado. Essa fatia mais que triplicou desde o ano 2000, quando 507 milhões de pessoas estavam nessa faixa de riqueza.
Veja Mais

23/06 - Quase 4 em cada 10 brasileiros tinham alguma dificuldade de acesso à água antes da pandemia, aponta IBGE
Além do déficit no saneamento, estudo apontou que quase 20% da população brasileira morava em domicílios com mais de duas pessoas por dormitório. Além disso, revelou que mais de 5,4 milhões de brasileiros não tinham banheiro em casa. Acesso à água tratada era restrito a 62% dos brasileiros antes da pandemia e 8,1% sequer tinha banheiro em casa Ary Souza Um levantamento divulgado nesta quarta-feira (23) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontou que, antes da pandemia, quase 38% da população brasileira tinha alguma dificuldade de acesso à água tratada. Além disso, mostrou que quase 20% vivia em domicílios com mais de duas pessoas dormindo em um mesmo cômodo e que 2,6% sequer tinha banheiro em casa. Os dados são de 2019 e foram coletados por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad). A partir deles, o IBGE construiu os Indicadores Sociais de Moradia no Contexto Pré-Pandemia de Covid-19. O objetivo, segundo o instituto, foi identificar a parcela da população que tinha condições de, no ambiente doméstico, tomar medidas sanitárias de prevenção ao coronavírus. “No contexto atual, no qual autoridades de saúde apontam a importância do distanciamento social e da lavagem das mãos com água e sabão para o combate à pandemia, o IBGE considera fundamental disponibilizar informações que auxiliem a superação da crise e a proteção da população frente ao grave quadro de saúde pública global”, avaliou o analista do estudo, Bruno Mandelli Perez. De acordo com o estudo, apenas 62,2% da população contava com água tratada por meio de rede geral de distribuição, com abastecimento diário e estrutura de armazenamento. Outros 22,4% moravam em domicílios sem abastecimento diário ou estrutura de armazenamento de água, enquanto 11,9% eram abastecidos por outra forma que não a rede geral. Além disso, 3,4% dos domicílios não estavam ligados à rede geral de água nem contavam com canalização. Pandemia agrava retrato assustador do saneamento básico no Brasil As regiões Norte e Nordeste eram as que tinham as piores condições de acesso à água tratada. No Norte, 10,7% da população residia em domicílios sem canalização interna de água e abastecidos principalmente de outra forma, que não a rede geral de distribuição de água. No Nordeste, essa proporção era de 7,9%. O IBGE enfatizou que na média nacional essa proporção era de 3,4%. Entre os estados, o Pará era o que tinha a maior proporção de pessoas nessa condição: 13,8%. Antes da pandemia, quase 4 em cada 10 brasileiros tinham dificuldade de acesso à água tratada Reprodução/IBGE O IBGE destacou que havia déficit mesmo entre os domicílios que eram abastecidos pela rede geral de água. Nas áreas urbanas, 10,4% das pessoas não contavam com fornecimento diário de água tratada. Nas áreas rurais a situação era ainda mais grave, uma vez que 18,8% das pessoas moravam em domicílios sem acesso à rede geral de abastecimento e sem canalização interna. Mais de 5,4 milhões de brasileiros sem banheiro em casa Outra precariedade enfatizada pelo estudo foi a falta do cômodo usado para higienização pessoal no domicílio. Faltava banheiro na casa de mais de 5,4 milhões de brasileiros, o que corresponde a 2,6% de toda a população do país. Na região Norte, essa proporção chegava a 11%. Brasil tem 31,3 milhões sem água encanada e 11,6 milhões em casas 'superlotadas' Número de cidades com esgotamento sanitário cresce só 9,4% em dez anos, diz IBGE Aglomeração no lar Além do déficit no acesso à água tratada, dificultando a higienização da população, a pesquisa mostrou que as condições de moradia de parcela significativa dos brasileiros se mostravam contrárias ao distanciamento social, uma das principais medidas de contenção ao coronavírus. De acordo com o estudo, quase 10% da população vivia em domicílios com seis ou mais moradores, o que é considerado adensamento doméstico excessivo. Para além disso, 19,7% dos brasileiros viviam em casas com mais de duas pessoas dormindo em um mesmo cômodo. “Isso mostra a dificuldade de alguns brasileiros de praticarem o isolamento social no domicílio caso algum morador apresente algum sintoma”, apontou Bruno Perez. A análise regional apontou que em alguns lugares triplicava a proporção de pessoas vivendo em casas com grande adensamento. É o caso do Amapá (32,5%), da região metropolitana de Macapá (32,4%) e da capital, Macapá (32,0%), que apresentaram a maior proporção de pessoas vivendo em domicílios com seis pessoas ou mais. IBGE mapeou o adensamento domiciliar no Brasil. Amapá era o estado com a maior proporção de pessoas vivendo em um mesmo domicílio. IBGE A Região Norte também era a que tinha a maior proporção da população (35,4%) dormindo em cômodos com mais de duas pessoas. O estado de Roraima liderava esse ranking, com quase metade da população (46,5%) dormindo em quartos muito adensados. Pretos e pardos mais vulneráveis O IBGE destacou que a população preta e parda era a mais vulnerável tanto em relação ao acesso à água tratada quanto ao adensamento domiciliar. Enquanto 4,8% das pessoas pretas e pardas viviam em casas que não tinham a rede geral como principal meio de abastecimento de água e nem canalização interna, entre os brancos essa proporção era de apenas 1,6%. Já a proporção de pretos e pardos vivendo em casas com seis ou mais moradores era de 12,3%, contra 6,5% entre a população branca.
Veja Mais

23/06 - 'Golpe do PIX agendado': entenda o boato que circula nas redes sociais
Mensagem alerta que criminosos estão pedindo para vítimas devolverem suposto pagamento, mas Banco Central diz que conteúdo não passa de rumor. Boato diz que golpistas estão usando ferramenta de agendamento do PIX para convencer vítimas a devolver dinheiro. ADRIANO ISHIBASHI/FRAMEPHOTO/FRAMEPHOTO/ESTADÃO CONTEÚDO Circula pelo WhatsApp e pelas redes sociais um boato que criminosos estariam usando a função de agendamento do PIX para aplicar golpes. Porém, o Banco Central alerta que o conteúdo é falso e que a descrição da armadilha montada pelos golpistas não funcionaria na prática. De acordo com a mensagem que está sendo compartilhada na internet, a vítima recebe uma notificação de um PIX de um desconhecido, que estaria na "opção agendada". LEIA MAIS: PIX terá sistema para devolver valores em caso de fraude ou falha a partir de novembro, diz BC Golpes no PIX: Febraban dá dicas para evitar cair nos principais Em seguida, a pessoa que enviou o dinheiro entra em contato e afirma ter feito a transferência por engano, solicitando o valor de volta. A vítima, então, faz um PIX no valor equivalente. Depois, o golpista cancela o agendamento realizado originalmente. O G1 procurou o Banco Central (BC), que esclareceu que, embora exista a ferramenta de agendamento para o PIX, a descrição do tal golpe não passaria de um boato. Isso porque o banco que recebe uma transferência agendada não tem como saber que existe um PIX para uma conta em uma data futura. Ou seja, a vítima não teria como receber uma notificação de um valor que caiu em sua conta, como descreve a mensagem que circula nas redes. Ainda segundo o BC, o recebedor só tem conhecimento da transação quando o agendamento chega à data marcada e quando o dinheiro cai na conta. Precauções Um pagamento agendado pode ser cancelado a qualquer momento. Por isso, se alguém enviar uma mensagem afirmando que programou por engano uma transferência, ela mesmo pode voltar atrás. Golpes no Whatsapp: saiba como se proteger O BC diz que todas as operações do PIX são rastreáveis e que, a mando das autoridades judiciais, pode identificar os titulares das contas de origem e de destino de toda e qualquer transação. A ferramenta de PIX agendado está disponível desde o lançamento da modalidade, em novembro passado, mas nem todos os bancos disponibilizaram a opção ainda. O agendamento passa a ser obrigatório para todos as instituições a partir de 1º de setembro. Já a opção de agendar um QR Code com data de vencimento passa a ser obrigatório a partir 1º de julho. Veja mais dicas sobre segurança digital: Entenda o que é NFT
Veja Mais

23/06 - Bovespa fecha em queda mesmo com alta nas commodities
Nesta quarta-feira, o principal índice da bolsa recuou 0,26%, a 128.428 pontos. A bolsa de valores brasileira, a B3, fechou em queda nesta quarta-feira (23), mesmo com alta de commodities e tendo como pano de fundo um cenário de certa acomodação nos mercados no exterior. O Ibovespa recuou 0,26%, a 128.428 pontos. Veja mais cotações. No dia anterior, o Ibovespa teve queda de 0,38%, a 128.767 pontos. Com o resultado de hoje, passou a acumular avanço de 1,75% no mês. No ano, a valorização é de 7,91%. 1xVelocidade de reprodução0.5xNormal1.2x1.5x2x Cenário VÍDEO: Equipe econômica estuda proposta de ampliar isenção do Imposto de Renda A equipe econômica estuda proposta de ampliar isenção do Imposto de Renda, segundo a comentarista da GloboNews Ana Flor. A ideia é ampliá-la a partir de janeiro, para R$ 2,5 mil. Atualmente, o valor é de R$ 1,9 mil. O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central informou na terça-feira, por meio da ata de sua última reunião, que os últimos dados disponíveis sobre o nível da atividade econômica "continuam surpreendendo positivamente", apesar da intensidade da segunda onda da pandemia. O destacou ainda que que tarifas de energia devem manter a inflação alta no curto prazo e que chegou a considerar uma alta maior da Selic. O encontro do Comitê ocorreu na semana passada, quando a taxa básica de juros foi elevada de 3,5% para 4,25% ao ano, o maior patamar em um ano e meio. O Senado aprovou na terça-feira a medida provisória que aumenta as alíquotas sobre o lucro líquido de instituições financeiras a fim de bancar a desoneração sobre o diesel e o gás. A Câmara dos Deputados aprovou na segunda-feira a medida provisória 1031 que viabiliza a privatização da Eletrobras, já com as alterações feitas pelo Congresso Nacional. O texto aguarda agora a sanção presidencial. Saiba ponto a ponto o que prevê a MP aprovada pela Câmara. Na B3, foi lançado nesta quarta o QBTC11, um novo ETF que espelha a cotação do bitcoin. O produto é o primeiro 100% bitcoin da América Latina e foi criado pela QR Asset. Variação do Ibovespa em 2021 G1 Economia
Veja Mais

23/06 - BPC: sancionada lei que amplia benefício a idosos e pessoas com deficiência; veja o que muda
Lei amplia critérios de renda mínima per capita para solicitar o benefício e cria auxílio-inclusão de meio salário mínimo às pessoas com deficiência que conseguirem ingressar no mercado de trabalho Fachada da Previdência Social INSS em Campinas Reprodução/EPTV O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta terça-feira (22) a lei que amplia os critérios de renda para a concessão do Benefício de Prestação Continuada (BPC) – ajuda de um salário mínimo paga a idosos e pessoas com deficiência de baixa renda. A Lei nº 14.176 também cria o auxílio-inclusão, que prevê o pagamento de meio salário mínimo ao beneficiário com deficiência grave ou moderada que conseguir se inserir no mercado de trabalho. Segundo o Ministério da Cidadania, a lei "deve permitir, quando regulamentada, a entrada de cerca de 200 mil cidadãos no programa, ao mesmo tempo em que vai aprimorar os mecanismos de revisão de renda". O que muda? Hoje, o benefício garante todo mês um salário mínimo (atualmente R$ 1.100) para idosos a partir de 65 anos e pessoas com deficiência de qualquer idade que comprovem não ter meios próprios de se sustentar nem auxílio da família. Atualmente, para ter direito ao BPC, a pessoa precisa que a renda per capita máxima da família precisa ser inferior a um quarto de salário mínimo (R$ 275). Com a nova lei, o rendimento pode ser igual a um quarto do salário mínimo. Há ainda a abertura para casos excepcionais, em que a renda por pessoa na família pode chegar a meio salário mínimo (atualmente R$ 550). As novas regras passam a valer em 1º de janeiro de 2022. O acesso ao BPC passará a ser da seguinte forma: A renda familiar per capita máxima poderá ser de até um quarto de salário mínimo (hoje, R$ 275); A partir de 2022, a renda per capita máxima da família poderá chegar a até meio salário mínimo (R$ 550) para casos excepcionais. Isso significa que, além da renda, serão analisados fatores como a condição social. Os casos excepcionais levarão em conta os seguintes aspectos: o grau da deficiência; a dependência de terceiros para o desempenho de atividades básicas da vida diária; e o comprometimento do orçamento do núcleo familiar exclusivamente com gastos médicos, com tratamentos de saúde, com fraldas, com alimentos especiais e com medicamentos do idoso ou da pessoa com deficiência não disponibilizados gratuitamente pelo SUS, ou com serviços não prestados pelo Suas, desde que comprovadamente necessários à preservação da saúde e da vida. Entenda a renda per capita Para saber a renda per capita da família do idoso ou da pessoa com deficiência é preciso: Somar todos os rendimentos recebidos no mês por aqueles que compõem a família; Considerar como família o grupo de pessoas que vivem na mesma casa, formado pelo solicitante do benefício, o cônjuge ou companheiro, os pais e, na ausência deles, a madrasta ou o padrasto, irmãos solteiros, filhos e enteados solteiros e os menores tutelados; O valor total dos rendimentos, chamado de renda bruta familiar, deve ser dividido pelo número de integrantes da família. Se o valor final for menor que metade do salário mínimo, o requerente poderá receber o BPC, desde que cumpridos todos os demais critérios. Auxílio-inclusão O benefício do auxílio-inclusão já consta na Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, aprovada em 2015, mas dependia de regulamentação. Pela nova lei, o valor do auxílio será de 50% do valor do BPC e será pago ao beneficiário com deficiência grave ou moderada que conseguir ingressar no mercado de trabalho. Condição: para receber o benefício de meio salário mínimo, a pessoa não pode ter rendimento familiar per capita superior a 2 salários mínimos e deve ter recebido ao menos uma parcela do BCP nos últimos 5 anos. Se perder emprego, volta a receber o BPC: ao ser contemplada com o auxílio-inclusão, a pessoa deixa de receber o BPC. Caso a pessoa com deficiência perca o emprego ou a renda adquirida, ela volta automaticamente ao BCP. O objetivo do auxílio é permitir que as pessoas que recebem o BPC e sejam portadoras de deficiência possam buscar meios de se incluir na sociedade sem medo de perder o benefício. O auxílio-inclusão passa a valer já a partir de 1 de outubro de 2021. As alterações no BCP foram feitas através da Medida Provisória 1.023 aprovada pela Câmara dos Deputados em 26 de maio. No dia seguinte, o texto também foi aprovado pelo Senado e seguiu para sanção presidencial. Como pedir O requerimento do BPC é realizado nas Agências da Previdência Social (APS) ou pelos canais de atendimento do INSS. O telefone é o 135 – ligação gratuita de aparelhos fixos – ou pelo site ou aplicativo de celular “Meu INSS”. Além da renda, as pessoas com deficiência também passam por avaliação médica e social no INSS. O beneficiário do BPC e a família dele devem estar inscritos no Cadastro Único antes de o pedido ser feito. As novas regras do BPC também permitem que a avaliação social da deficiência seja feita por videoconferência, sem a necessidade de deslocamento do requerente a uma agência do INSS. É importante lembrar que o BPC não é aposentadoria e, para ter direito a ele, não é preciso ter contribuído para o INSS. Diferente dos benefícios previdenciários, o BPC não paga 13º salário e não deixa pensão por morte. Segundo o governo federal, em abril deste ano, o BPC foi concedido a 4,65 milhões de beneficiários, sendo 2,55 milhões de pessoas com deficiência e 2 milhões de idosos. Em 2020, as transferências aos integrantes do programa somaram R$ 58,4 bilhões.
Veja Mais

23/06 - Dólar fecha em queda nesta quarta-feira
Moeda norte-americana recuou 0,11%, cotada a R$ 4,9608. Notas de dólar Gary Cameron/Reuters O dólar fechou em queda nesta quarta-feira (23), com o mercado dando uma pausa na sequência de baixas acentuadas à espera de novos catalisadores. A moeda norte-americana recuou 0,11%, cotada a R$ 4,9608. Veja mais cotações. Com a queda desta quarta, o dólar voltou a marcar a menor cotação desde 10 de junho do ano passado (R$ 4,9334). Na terça-feira, o dólar fechou em queda de 1,12%, a R$ 4,966. Com o resultado desta quarta, a moeda norte-americana passou a acumular queda de 5,04% no mês e de 4,36% no ano. Real é a 4ª moeda que mais se valorizou no mundo em 2021, aponta ranking com 120 países Dólar fecha abaixo de R$ 5 pela primeira vez em mais de um ano Cenário Segundo a agência Reuters, investidores mantiveram as atenções no noticiário sobre a inflação nos Estados Unidos e seus potenciais efeitos sobre a política monetária norte-americana, um dia depois de o presidente do banco central dos EUA, Jerome Powell, tranquilizar agentes financeiros ao reafirmar ausência de pressa para subir os juros. Na quinta-feira, será divulgada a terceira leitura do Produto Interno Bruto (PIB) do primeiro trimestre, e um dado acima do esperado pode voltar a deixar investidores nervosos acerca do momento de elevação de juros nos EUA. Rompido o suporte de R$ 5, alguns no mercado questionam se já não seria o momento de recompor posições compradas em dólar. Para Vitor Péricles, estrategista-chefe da Laic Asset Management, o Banco Central está e vai continuar atrás da curva a respeito de inflação, enquanto nos EUA a narrativa deve mudar para se ajustar a um cenário de alta persistente dos preços. Na quinta-feira, o Banco Central divulgará o Relatório Trimestral de Inflação (RTI), que pode avançar na discussão da autoridade monetária sobre as perspectivas para os preços e, consequentemente, para a política monetária. "(O ano de) 2022 será um ano desafiador em termos políticos e de atividade, e a volatilidade da moeda, e dos fundamentos, deve aumentar", disse o estrategista. "Levando tudo isso em consideração, também acho ainda que o exportador seguirá contratando pouco câmbio, a despeito de eventuais bons saldos comerciais." Variação do dólar em 2021 Economia G1
Veja Mais

23/06 - Como privatização da Eletrobras deve encarecer cerveja, carne e leite
Medida aprovada no Congresso gera R$ 400 bilhões em custos aos consumidores, estima Fiesp. Cerveja, carne, leite e material de construção mais caros. E além de tudo isso, uma conta de luz ainda mais salgada do que a atual. Segundo representantes da indústria e de entidades de defesa do consumidor, esses podem ser alguns dos efeitos da MP (medida provisória) de privatização da Eletrobras, aprovada na segunda-feira (21/06) pelo Congresso e que agora aguarda sanção presidencial – o que deve acontecer num prazo de até 15 dias, que vence em 6 de julho. Miriam Leitão sobre Eletrobras: ‘É um fiasco essa privatização’ O governo contesta as estimativas dos especialistas e afirma que a desestatização da gigante do setor elétrico pode reduzir a conta de luz entre 5% e 7% já a partir do próximo ano. Privatização da Eletrobras: saiba ponto a ponto o que prevê a MP Segundo o secretário especial de Desestatização, Desinvestimento e Mercados do Ministério da Economia, Diogo Mac Cord, a economia seria possível com a destinação de R$ 48 bilhões para atenuar as tarifas dos consumidores por meio da CDE (Conta de Desenvolvimento Energético). O dinheiro seria aportado ao longo dos anos, após a privatização da empresa. O Ministério da Economia estima que a desestatização pode gerar R$ 100 bilhões aos cofres públicos, sendo R$ 20 bilhões numa oferta primária de ações e outros R$ 80 bilhões em potenciais ofertas secundárias, que aproveitariam o aumento de valor de mercado da empresa. Segundo Mac Cord, o valor faria da operação a "maior privatização já vista no país". A expectativa é de que essa oferta primária - que representará a privatização da empresa, ao reduzir a parcela do governo no capital dos atuais 61% para 45% – seja concluída até fevereiro de 2022. Para os representantes da indústria e dos consumidores, no entanto, os potenciais benefícios da arrecadação de recursos com a venda das ações serão mais do que compensados pela alta de custos resultantes de quatro pontos problemáticos da MP de privatização. Entenda esses quatro pontos e como isso vai chegar no seu bolso. 1. Venda de energia mais cara após a privatização A Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) estima que a MP de privatização da Eletrobras, da forma como foi aprovada pelo Congresso, deve gerar um custo adicional de R$ 400 bilhões aos consumidores ao longo dos próximos 30 anos. A maior parcela desse custo, de R$ 300 bilhões nos cálculos da entidade, será resultado da venda a preços de mercado de uma energia comercializada atualmente mais barata pela Eletrobras, devido ao fato de ser produzida por usinas hidrelétricas antigas, cujos investimentos já foram amortizados ao longo dos anos de operação. "O projeto de capitalização da Eletrobras foi apresentado em 2017, ainda no governo Michel Temer [MDB]", lembra Carlos Cavalcanti, diretor do departamento de Infraestrutura da Fiesp. "Nesse projeto, a atratividade para o novo investidor – o bônus, o prêmio que está prometido para ele – é a chamada 'descotização' das usinas que tiveram seu preço de geração reduzido em 2013", explica o representante do setor industrial. No ano àquele, a ex-presidente Dilma Rousseff (PT) sancionou uma medida provisória (MP 579) que causou grandes desequilíbrios no setor elétrico. Por outro lado, essa MP resultou na redução do custo de produção de energia de um grupo de hidrelétricas da Eletrobras para cerca de R$ 100 por MWh (megawatt-hora), comparado a R$ 200 por MWh das usinas que vendem energia a preços de mercado. "A 'descotização' significa vender essa energia a preços de mercado, então ela vai passar de R$ 100, para R$ 200", diz Cavalcanti. "Estão tentando convencer o consumidor de que a hora que você aumenta o preço de R$ 100 para R$ 200, vai abaixar o valor da energia elétrica. Não há matemática no mundo que sustente isso." 2. Obrigação de construir termelétricas a gás onde não há oferta do combustível Um segundo fator que deve gerar custos adicionais para os consumidores foi uma obrigação criada pelos parlamentares na tramitação da MP de contratação pelo governo de 8 GW (gigawatts) em termelétricas a gás natural, que devem ser instaladas em sua maioria em Estados das regiões Norte, Centro-Oeste e Nordeste. É o que se chama em política de "jabuti" – uma norma incluída na tramitação de um projeto de lei ou medida provisória que não tem relação com o tema em discussão. O termo tem origem no ditado popular "jabuti não sobe em árvore", que se refere a fatos que não acontecem de forma natural. "Houve uma interferência direta do Legislativo no planejamento energético", avalia Clauber Leite, coordenador do programa de Energia e Sustentabilidade do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor). "No planejamento, técnicos fazem estudos para atender a demanda com o menor preço possível, usando mecanismos como leilões, que consideram as vocações de cada região do país. Isso é feito através da EPE, a Empresa de Pesquisa Energética", explica. "O que aconteceu na MP foi uma reserva de mercado que desconsidera qualquer planejamento." Pela MP aprovada, as novas termelétricas vão operar na base do sistema, isto é, de forma permanente e não apenas quando as demais fontes estiverem gerando de forma insuficiente. E com uma inflexibilidade de 70%, o que significa que elas vão operar obrigatoriamente 70% do tempo, mesmo que outras fontes mais baratas e limpas possam atender a demanda num determinado momento. Além disso, como a produção de gás natural do Brasil vem principalmente do pré-sal, em alto mar, será necessário construir gasodutos e linhas de transmissão para integrar essas usinas ao sistema. A Fiesp estima que a construção dessa infraestrutura pode gerar um custo adicional de R$ 50 bilhões aos consumidores em 20 anos. Na terça-feira (22/06), o secretário Diogo Mac Cord argumentou que o preço de geração da energia nessas usinas é mais barato do que o de usinas a óleo diesel e que, por conta disso, essa medida também contribuirá para reduzir o valor da conta de luz. 3. Obrigação de contratar pequenas hidrelétricas Outro "jabuti" incluído pelos parlamentares na MP da Eletrobras foi a obrigação de contratar PCHs (pequenas centrais hidrelétricas), usinas de pequeno porte e alto custo de geração, devido à ausência de ganhos de escala. "A obrigatoriedade de contratação de pequenas centrais hidrelétricas vai contra toda a lógica do setor elétrico: a fonte é a menos competitiva dentre as renováveis, pressionando os custos finais da energia", escreveu o Idec, em nota divulgada em meados de junho. "Não há, portanto, qualquer razão técnica, econômica e social para tratamento diferenciado para essa tecnologia." A Fiesp estima que a reserva de mercado para PCHs representa quase R$ 30 bilhões de custos adicionais em 20 anos, na comparação com outras renováveis mais competitivas. 4. Renovação de contratos de eólicas incentivadas Por fim, a quarta medida que deve gerar custos adicionais para os consumidores foi a prorrogação de contratos de energia de eólicas incluídas no Proinfa (Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica). "Essas usinas tiveram subsídio durante 20 anos e os contratos estão sendo prorrogados ao custo de energia de um leilão de usinas novas. Nesse tipo de leilão, as usinas ainda precisam ser construídas, então o custo da energia contempla a amortização dos investimentos", explica Clauber Leite, do Idec. Assim, pelo que foi aprovado na MP, os contratos dessas usinas, que são antigas e já tiveram seus custos de instalação amortizados, estão sendo prorrogados a esse preço mais alto. "Isso vai encarecer a tarifa para os consumidores em geral", avalia o especialista. A Fiesp estima que o custo adicional com essa prorrogação do subsídio será de cerca de R$ 20 bilhões em 20 anos. Mas como tudo isso chega no preço da cerveja, da carne e do leite? Todos esses bilhões em custos adicionais vão encarecer a conta de luz dos consumidores nos próximos anos, explicam os especialistas. Mas o efeito não para por aí. Isso porque a energia elétrica representa uma parte relevante dos custos da indústria e do setor de serviços. Assim, esse aumento de preço da energia deverá também ser repassado aos produtos que consumimos, assim como acontece quando o diesel e o gás natural são reajustados. Segundo levantamento da Abrace (Associação dos Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres), o custo com energia elétrica representa 48% do preço do leite, 34% do valor da carne, 28% do que pagamos na cerveja e 10% do gasto em materiais de construção e açúcar. "Este acréscimo de custo pode representar, por exemplo, um aumento de 10% no leite e 7% na carne para todos os brasileiros", estimou a Abrace, em comunicado publicado em maio. Esse impacto se adiciona a um cenário que já é de pressão nas tarifas, com reajustes que podem chegar a 20% ou 30% em 2022, por causa da situação dos reservatórios em meio à crise hídrica e de aumentos que foram evitados pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) em meio à pandemia, alertou ainda a entidade. Dois terços do impacto da alta de preços da energia elétrica se dá nos produtos ou serviços consumidos pela população, estima o setor produtivo. Por exemplo, o vergalhão de aço, o cimento e o vidro, usados na reforma de residências, vão sofrer os efeitos desse aumento de custos. O frango congelado e a carne, que usam muita energia em seus processos produtivos, também devem ficar mais caros. O salão de beleza, com seus diversos equipamentos elétricos, pode ter de cobrar mais dos consumidores. Ou seja, o impacto indireto é maior do que o efeito direto sobre as contas de luz. E há chance disso ser revertido na sanção presidencial? Os especialistas acreditam que não, por dois motivos. O primeiro deles é que os "jabutis" incluídos pelos parlamentares na medida provisória serviram de moeda de troca para que ela fosse aprovada rapidamente no Congresso. "A MP só avançou por causa dos jabutis, então foram os jabutis que carregaram ela nas costas, do contrário, ela não teria sido aprovada", diz o representante do Idec. Um segundo ponto é que a MP foi redigida pelo Congresso de forma a, na prática, impossibilitar qualquer veto presidencial. "O artigo 1 da MP basicamente inviabiliza o Executivo de vetar qualquer coisa ali. Ele foi construído de uma forma que, se for vetado, inviabiliza a privatização, mas ele contém também a maioria desses jabutis", explica o especialista. "Então a MP foi construída de uma forma proposital para que não haja veto. O que pode acontecer é uma judicialização", avalia Leite. Desde 2015, o STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu que o "contrabando legislativo" na forma de jabutis é inconstitucional, o que dá espaço para que os partidos recorram da MP de privatização da Eletrobras na corte superior. Representantes dos trabalhadores da Eletrobras lamentam o açodamento para aprovação da proposta em meio à crise sanitária. "Nesse contexto de pandemia, qual é a relevância e a urgência para privatizar a Eletrobras?", questiona Nailor Gato, funcionário da Eletronorte e coordenador do Coletivo Nacional dos Eletricitários (CNE). "Temos 14 milhões de desempregados, 6 milhões de desalentados, milhões sem alimento e sem vacina, em meio à maior crise sanitária da história do país. Faltou debate com a sociedade", avalia o sindicalista.
Veja Mais

23/06 - Entenda como funciona o corte de luz em caso de falta de pagamento
Empresas podem cortar a energia de quem deixa de pagar a conta de luz, mas existem procedimentos que devem ser cumpridos, segundo a entidade de direitos do consumidor Proteste. Entenda a sua conta de luz Com o aumento da conta de luz, os brasileiros estão tendo que desembolsar mais dinheiro para manter o fornecimento de energia dentro de casa. E, com o risco de inadimplência, a tendência de ter a luz cortada aumenta. A Proteste, entidade de defesa do direito dos consumidores, alerta que as empresas podem cortar a energia de quem deixa de pagar a conta de luz, mas existem procedimentos que devem ser cumpridos pelas empresas. Entenda por que a conta de luz está mais cara, e por que deve continuar a subir Conta de luz: entenda a cobrança e para onde vai o seu dinheiro Em maio, energia elétrica saltou 5,37% e puxou a inflação oficial do país Veja abaixo quando isso pode acontecer, o que o consumidor deve fazer e o prazo para a luz ser religada, segundo a Proteste. Corte pode vir com apenas uma conta atrasada Os consumidores que ficarem com as contas de luz atrasadas podem ter o serviço interrompido e sofrer corte de energia. Entretanto, não existe uma quantidade mínima de contas em aberto que permita o corte no fornecimento de energia. Ou seja, a companhia elétrica pode cortar a luz da casa do consumidor inadimplente com apenas uma conta em aberto. Porém, isso não significa que, logo após o pagamento da conta ficar em atraso, a energia elétrica de uma casa será cortada. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) estabelece regras e prazos para cortar a energia. Prazo para o corte de energia Uma das diretrizes da Aneel é que os consumidores devem ser avisados sobre a falta de pagamento de uma conta com uma antecedência mínima de 15 dias antes do corte. Portanto, esse é o prazo mínimo para cortar a energia. Caso a empresa não mande o aviso, a interrupção do serviço será indevida e a concessionária pode ser obrigada a pagar uma indenização ao consumidor, mesmo que a conta não tenha sido paga. Além disso, o corte só pode ser feito em um prazo máximo de 90 dias após o vencimento da conta de luz. Caso o prazo seja ultrapassado, a companhia elétrica não poderá mais realizar o corte. Se isso acontecer, o débito só poderá ser cobrado na Justiça ou via administrativa. De forma geral, o aviso prévio em relação ao corte de energia é feito na própria conta de luz. Por isso, é recomendado ler a conta com atenção para verificar se existe algum aviso de interrupção do fornecimento de energia. Renegociação dos débitos Embora não tenham obrigação legal, muitas empresas realizam a renegociação das dívidas e parcelamento do valor das faturas que estão abertas. Algumas delas permitem o parcelamento das dívidas em até 12 vezes, como é o caso da Enel São Paulo. Ao negociar o valor das contas de luz que estão com pagamento em aberto, os consumidores podem evitar o corte no fornecimento. Desconto para famílias de baixa renda Desde 2002, famílias de baixa renda recebem descontos no valor da conta, com a chamada Tarifa Social. De acordo com a Aneel, os grupos com direito aos benefícios da Tarifa Social são: Famílias que estão no Cadastro Único para programas sociais do governo federal e têm renda per capita de até meio salário mínimo (R$ 550); Idosos com 65 anos ou mais ou pessoas com deficiência que recebam o Benefício de Prestação Continuada (BPC); Famílias que estão no Cadastro Único com renda mensal de até 3 salários mínimos (R$ 3.300) que tenham na família portador de doença ou deficiência que demande tratamento com uso continuado de aparelhos que precisam de energia elétrica. Para se cadastrar na Tarifa Social, a Aneel recomenda procurar a distribuidora de energia do seu estado para classificar a residência como apta ao benefício. Além disso, no telefone 167, é possível tirar dúvidas com a agência sobre esse benefício. Para este grupo de consumidores, enquadrados na Tarifa Social, os cortes de energia por falta de pagamento estão suspensos até 30 de setembro, por decisão da Aneel. Ou seja, quem deixar de pagar a conta até lá não pode ter a luz cortada. Aviso de corte: como proceder Se o consumidor recebeu o aviso de inadimplência de uma conta que levará ao corte da luz, é necessário fazer o pagamento dos débitos pendentes o mais rápido possível. Isso significa que todos os valores da conta, juros e outros débitos que estão relacionados ao aviso de corte devem ser pagos. Os pagamentos devem ser feitos em qualquer agência bancária ou casa lotérica. É recomendado guardar os comprovantes da quitação das contas para mostrar que o valor já foi pago, caso a empresa envie técnicos à residência para realizar o corte. Se não puder pagar, é indicado procurar a empresa para negociar e, eventualmente, parcelar o pagamento da conta em aberto. Após o pagamento, guarde todos os comprovantes, protocolos de atendimento e todos os documentos que comprovem que você já quitou a dívida. Prazo para religação da luz As empresas de energia podem cortar a luz de uma residência apenas em horário comercial, entre 8h e 18h. Além disso, resolução da Aneel estabelece que a suspensão do serviço não pode acontecer às sextas-feiras, sábados, domingos, feriados e em vésperas de feriados. Em caso de interrupção do serviço de luz, a religação só acontece após o pagamento do débito. Depois, é necessário procurar a empresa de energia para informar a quitação da dívida. O prazo para o retorno do serviço de luz depois da comunicação do pagamento é de 24 horas para as áreas urbanas e 48 horas para as rurais. Se o pedido de ligação for feito nos dias úteis, entre 8h e 18h, o prazo começa a contar no mesmo dia; Para pedidos realizados depois das 18h, o prazo só começa a valer a partir das 8h da manhã do dia seguinte; Se a solicitação for após as 18h de sexta-feira ou durante o fim de semana, o prazo para religação será a partir das 8h de segunda-feira; Caso o pedido de religação seja feito em feriados, o prazo para retorno do serviço será a partir das 8h do próximo dia útil. Se a energia elétrica não for religada dentro das regras e prazos estabelecidos, o consumidor pode procurar os órgãos de defesa do consumidor ou entrar com uma ação no Juizado Especial Cível para exigir a reparação de danos materiais e morais por causa da falha da prestadora de serviços. Economia evita inadimplência Uma das formas para evitar o corte de luz em casa é justamente reduzir o consumo de eletricidade, fazendo com que o valor da conta caiba no bolso. Veja abaixo dicas da Enel Distribuição São Paulo para economizar neste começo de inverno, quando a tendência é de aumento no consumo de energia. Chuveiros elétricos A recomendação é ficar o mínimo possível no banho. Os aparelhos mais comuns têm potência de, aproximadamente, 5.500W. Desta forma, o banho de 15 minutos por dia, por pessoa, para uma família de quatro pessoas, equivale ao consumo de energia de mais de 400 lâmpadas LED de 13W ligadas por uma hora, o que corresponde a cerca de R$ 100 na conta. Se utilizarmos o chuveiro elétrico na posição morno ou verão, haverá uma economia de cerca de 30%, ou seja, R$ 30,00. Se possível, programe o banho para as horas mais quentes do dia. Aquecedores e ar-condicionado No inverno, podem chegar a corresponder a 1/3 do gasto doméstico com eletricidade, conforme a utilização. Evite deixar o aquecedor ligado por longos períodos e utilize-o apenas quando estiver no ambiente. Em relação aos aparelhos de ar-condicionado, evite usá-lo por períodos longos e opte por modelos inverter, que são mais eficientes e econômicos. Iluminação Aproveite a luz natural e abra janelas e cortinas durante o dia. Ao pintar paredes e tetos, dê preferência às cores claras, que refletem melhor a luminosidade. Troque lâmpadas incandescentes por fluorescentes ou LED, que consomem de 60% a 80% menos energia e aquecem menos o ambiente. TVs e computadores Não deixe a TV ligada sem que haja alguém assistindo. Programe o timer (desligamento automático) antes de dormir, evitando que a TV fique ligada desnecessariamente. No caso do computador, desligue o aparelho sempre que ficar mais de 2 horas sem utilização. Desligue o monitor a partir de 15 minutos de inatividade. Stand-by Desligue ou tire da tomada quando não estiver usando um eletrodoméstico. Não deixe os aparelhos em stand-by porque seguem consumindo energia. Máquinas de lavar e secar Utilize a capacidade máxima das máquinas de lavar e secar. Nas máquinas de lavar, fique alerta à quantidade de sabão, evitando repetir a operação de enxágue. Para as máquinas que têm a função de água aquecida, a empresa recomenda não usar esse recurso. Quanto às secadoras, utilize-as apenas quando realmente necessário e com a capacidade máxima. Geladeiras Não abra a porta da geladeira desnecessariamente para não forçar o motor do eletrodoméstico. Verifique se a borracha de vedação da porta está cumprindo sua função. Nunca utilize a parte traseira do equipamento para secar roupas ou sapatos. No inverno, reduza a potência de resfriamento da geladeira, tendo em vista que a temperatura externa já estará mais fria. Eficiência energética dos equipamentos Escolha eletrodomésticos de baixo consumo de energia, de preferência com selo A do Procel. Procure por aparelhos com selo do Procel (no caso de nacionais), preferencialmente com alta eficiência energética, ou Energy Star (no caso de importados). Outras dicas Sempre desligue os aparelhos ao sair de um ambiente. Nas pausas para o almoço ou intervalo, faça o mesmo. Verifique periodicamente as condições da rede elétrica interna para identificar pontos de fuga de energia, que aumenta o valor da conta de luz, ou fios e cabos desencapados que podem trazer risco à segurança dos moradores.
Veja Mais

23/06 - Alto Tietê reúne mais de 450 vagas para quem busca emprego nesta quarta; veja lista
Vagas são para trabalhar nos municípios de Santa Isabel, Ferraz de Vasconcelos, Suzano, Itaquaquecetuba e Mogi das Cruzes. Alto Tietê reúne mais de 450 vagas para quem busca emprego nesta quarta Heloise Hamada/G1 Os programas de encaminhamento ao emprego do Alto Tietê oferecem 456 vagas de trabalho nesta quarta-feira (23). As oportunidades são para atuar nas cidades de Mogi das Cruzes, Ferraz de Vasconcelos, Itaquaquecetuba, Suzano e Santa Isabel. PATs Os Postos de Atendimento ao Trabalhador de Itaquaquecetuba, Santa Isabel e Ferraz de Vasconcelos estão oferecendo 106 vagas. Para concorrer é necessário acessar os aplicativos Sine Fácil e CTPS Digital. O e-mail para mais informações é o suporte.sd@sde.sp.gov.br. Vagas de emprego dos Postos de Atendimento ao Trabalhador do Alto Tietê Suzano Já no programa de encaminhamento ao emprego de Suzano há 76 oportunidades. Os interessados podem procurar uma das duas unidades do Centro Unificado de Serviços (Centrus). A central fica na Avenida Paulo Portela, 210. Já o Centrus Norte está localizado na Avenida Francisco Marengo, 2.301, no Jardim Dona Benta. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail suzano.vagas@gmail.com ou pelo telefone 4745-2264. Vagas de emprego em Suzano Mogi Conecta A cidade de Mogi das Cruzes possui 274 vagas. As pessoas interessadas devem acessar a plataforma Mogi Conecta para participar. Os telefones para mais informações são 4699-1900, 4699-2784, 4798-6315 ou 97422-4273. Os detalhes sobre as vagas em Mogi, como remuneração oferecida e outras exigências, podem ser acessados no site da Prefeitura. Vagas de emprego do programa Mogi Conecta Assista a mais notícias
Veja Mais

23/06 - 9 empresas abrem vagas de emprego, aprendiz e estágio; veja lista
Grupo CCR, VLI, Log-In Logística Intermodal, MRS Logística, OLX Brasil, Lendico, Fohat, Sled e idwall são as empresas com seleções abertas. As empresas Grupo CCR, VLI, Log-In Logística Intermodal, MRS Logística, OLX Brasil, Lendico, Fohat, Sled e idwall estão com vagas de emprego, aprendiz e estágio abertas. Veja abaixo detalhes dos processos seletivos. Veja mais vagas de emprego pelo país Grupo CCR O Grupo CCR abriu 1.650 vagas em regime CLT para as zonas Oeste, Centro e Sul de São Paulo, para a CCR Mobilidade. Veja as vagas e requisitos: Agente de atendimento e segurança: 600 vagas Ensino médio completo Boa comunicação e experiência com atendimento ao cliente Disponibilidade de horários (trabalhar em turnos) Esta vaga exige: aprovação no TAF (Teste de Aptidão Física) que será realizado pela companhia. Operador de trem: 230 vagas Ensino médio completo Disponibilidade de horários Agente de atendimento de manutenção: 820 vagas CNH B Conhecimentos de Pacote Office de básico a intermediário Mínimo de 6 meses de experiência na função Esta vaga exige: curso técnico completo em uma das seguintes áreas: Manutenção Geral, Técnico em Elétrica, Mecânica, Eletromecânica, Eletrotécnica, Mecatrônica, Automação Industrial, Refrigeração, construção civil ou correlatas. Todas as vagas oferecem programa de remuneração variável; assistência médica e odontológica; seguro de vida; vale refeição ou alimentação; previdência privada; licença maternidade de 6 meses e paternidade 20 dias; gympass, dia de folga no aniversário e política de flexibilidade no ambiente de trabalho. Inscrições pelo site www.grupoccr.com.br, em Trabalhe Conosco. VLI A VLI está com 30 vagas abertas para maquinistas na Baixada Santista, em São Paulo. Podem se inscrever pessoas que tenham ensino médio completo; sólida experiência como maquinista de viagem; disponibilidade para atuar em regime de escala e turnos; e que residam em Santos, Cubatão, Praia Grande, São Vicente, Embu-Guaçu, Boa Vista, Mairinque ou ter disponibilidade para mudança. Também é desejável ter experiência em trecho de serra. Os interessados devem se inscrever até o dia 30 de junho pela página de carreira da empresa. Os selecionados terão benefícios como cartão-refeição, vale-alimentação; vale-transporte e/ou ônibus fretado; assistência médica e odontológica; plano de previdência complementar; participação nos lucros e resultados, entre outros. Log-In Logística Intermodal A Log-In Logística Intermodal abriu inscrições para o programa Aprendiz 2021 do terminal portuário de Vila Velha (ES). O programa busca selecionar jovens com idades entre 18 e 22 anos e que morem, preferencialmente, nas cidades de Vitória, Cariacica, Vila Velha e Serra. Serão disponibilizadas 14 vagas. O programa oferece aos estudantes da rede pública oportunidade de inserção no mercado de trabalho por meio do processo de aprendizagem e prática. Além disso, prioriza os jovens que residem no entorno do terminal e vivem em situação de vulnerabilidade social, com renda familiar per capita de até dois salários mínimos. Podem participar também os estudantes da rede particular, desde que bolsistas, com bom aproveitamento e frequência regular na escola. Outro pré-requisito é estar cursando, no mínimo, o último ano do ensino médio. Caso já tenha concluído o ensino médio, não pode ter nível superior completo. As inscrições vão até o dia 30 de junho, pelo link: https://bit.ly/3q5bV1c MRS Logística A MRS Logística abriu inscrições para seu Programa de Estágio, com 46 vagas distribuídas por cidades de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. Há oportunidades para estudantes universitários e alunos de escolas técnicas. As vagas estão distribuídas em áreas como Manutenção Ferroviária, Operação Ferroviária, Finanças, Recursos Humanos, Relações Institucionais, Jurídica, Comercial, entre outras. As cidades onde há vagas para estagiários são Barra do Piraí, Belo Horizonte, Conselheiro Lafaiete, Cachoeira Paulista, Itaguaí, Juiz de Fora, Jundiaí, Pederneiras, Rio de Janeiro, Rio Grande da Serra, Santos, São Brás Suaçuí e São Paulo. Os benefícios são vale transporte, vale alimentação/refeição, Assistência médica, Seguro de vida e gympass. As inscrições devem ser feitas até 2 de julho por meio do site MRS, na aba Trabalhe Conosco. OLX Brasil A OLX Brasil lançou o programa de estágio Geração Elas em Tech, exclusivo para mulheres, cis e trans, na área de tecnologia, com duração de até dois anos. As vagas são para os escritórios de São Paulo e Rio de Janeiro da empresa. As candidatas selecionadas serão alocadas dentro da área de engenharia, sendo 50% das vagas destinadas para estudantes de baixa renda ou em vulnerabilidade social. Para participar, as estudantes precisam estar cursando, em qualquer ano, ciências da computação, engenharia da computação, matemática e áreas correlacionadas. As inscrições vão até 9 de julho, através do link https://www.ciadeestagios.com.br/vagas/olxbrasil/ O estágio terá início em 19 de agosto com bolsa compatível com o mercado, além de vale refeição, auxílio home office e assistência médica. Lendico A Lendico está com 16 oportunidades para áreas como Tecnologia, Dados, Marketing e Produto. Na área de Tecnologia, há uma vaga para Analista de Suporte a Sistemas Pleno e duas vagas para Desenvolvedor de Back-End Pleno. O time de Dados contrata Analista de Business Intelligence Pleno e Gerente de Business Intelligence. Já o Marketing está com posições para Estágio em Design e Partership Specialist. No time de Crédito e Risco, as posições são para Gerente de Mesa de Crédito, Gerente de Risco de Crédito e Head of Credit Risk. Em Produto, há vaga para Senior Product Manager, enquanto a área de Operações contrata Coordenador de Processos. Para profissionais da área comercial, o time de Desenvolvimento de Negócios da Lendico também está com posições abertas: uma para Gerente Comercial e outra para Operador Comercial Pleno. Além dessas vagas, a Lendico também está com duas vagas abertas para cargos estratégicos: CPO (Chief Product Officer) e CFO (Chief Financial Officer). Os interessados devem se candidatar através do link: https://jobs.kenoby.com/trabalhenalendico. Fohat A Fohat está com sete posições para trabalho remoto em segmentos como tecnologia e recursos humanos. As oportunidades são para os cargos de Business Partner, Scrum Master Sênior, Arquiteto de Dados, Dev Front-End Pleno (React.js), Dev Back-End Sênior (Java/Kotlin), Dev Back-End Pleno (Python), DEV Back-End Sênior (Python), DEV Front-End Sênior (React.js). Os interessados podem se candidatar através do link: https://fohat.bamboohr.com/jobs/ Sled A Sled está com quatro vagas na modalidade remota. As posições são para Analista de Automação de de Marketing, Analista de Pré-Vendas, Engenheiro de Software Pleno e Vendedor-Closer. Os interessados devem se candidatar através do link: https://sled.abler.com.br/ idwall A idwall está com 64 vagas abertas para diferentes áreas. Entre os benefícios estão plano de saúde e odontológico, seguro de vida, auxílio home office de R$ 150 enquanto a pandemia durar, vale-refeição de R$ 710, vale-alimentação de R$ 300, auxílio creche para filhos de funcionários que tenham entre 0 e 5 anos no valor de R$ 422,65 e terapia uma vez por semana a custo zero. Podem se candidatar pessoas de todo o Brasil por meio do link: https://idwall.co/vagas/
Veja Mais

23/06 - Emprego: confira as 333 vagas ofertadas através da Agência do Trabalho em 18 municípios de Pernambuco nesta quarta-feira
Do total, 82 oportunidades são para pessoas com deficiência. Atendimento a interessados nos postos de trabalho é feito mediante agendamento. Oportunidades desta quarta-feira (23) foram oferecidas em 18 municípios Getty Images Profissionais em busca de emprego têm 333 vagas disponíveis através da Agência do Trabalho, da Secretaria do Trabalho, Emprego e Qualificação (Seteq), em 18 municípios do estado, nesta quarta-feira (23). Do total, 82 oportunidades são para pessoas com deficiência. Gerente comercial, auxiliar de limpeza, carpinteiro, cardiologista, motorista de caminhão, eletricista e camareira de hotel estão entre os postos de trabalho ofertados nos municípios (confira lista completa mais abaixo). Os salários informados vão até R$ 6,4 mil. As vagas foram disponibilizadas no Recife (42), Araripina (2), Bezerros (2), Cabo de Santo Agostinho (84), Caruaru (14), Garanhuns (2), Goiana (37), Igarassu (2), Ipojuca (10), Nazaré da Mata (3), Paudalho (2), Paulista (97), Petrolina (8), Salgueiro (4), Santa Cruz do Capibaribe (8), São Lourenço da Mata (3), Serra Talhada (5) e Vitória de Santo Antão (8). Os interessados devem realizar agendamento para as unidades da Agência do Trabalho através do site da Seteq-PE. De acordo com a secretaria, até o sábado (26) as Agências dos municípios de Arcoverde, Bezerros, Belo Jardim, Caruaru, Garanhuns, Igarassu, Palmares, Pesqueira e Santa Cruz do Capibaribe não fazem atendimento ao público. Nessas cidades, é possível entrar em contato para dúvidas pelos telefones e e-mails disponibilizados no endereço virtual da secretaria. Vagas de emprego Vagas para pessoas com deficiência Vagas temporárias Carteira digital Atualmente, o trabalhador pode usar a versão digital da carteira de trabalho (veja vídeo abaixo): Veja como ter acesso à carteira de trabalho digital VÍDEOS: Mais assistidos de PE nos últimos 7 dias
Veja Mais

23/06 - 60% dos jovens com até 30 anos querem ser empreendedores, mostra levantamento
Estudo realizado pela Globo mostra que 24% dos jovens das classes A, B e C já têm negócio próprio. População mais jovem busca independência financeira e autonomia no trabalho. Num país com um mercado de trabalho fragilizado, uma parcela significativa dos jovens brasileiros já empreende ou espera ter o negócio próprio. E o que leva boa parte dos mais novos para esse caminho é o desejo de independência financeira para fugir do desemprego e autonomia no trabalho. Um levantamento realizado pela Globo mostrou que 24% dos jovens das classes A, B e C com até 30 anos já são empreendedores e 60% querem ter um negócio próprio no futuro. Entre os jovens que desejam empreender, os principais pontos levantados pela pesquisa foram: 67% querem ter um negócio para se tornar independentes financeiramente; 39% para ter mais autonomia e não ter chefe; 33% ter tempo mais flexível; e 31% querem oferecer um produto/serviço inovador no mercado. O levantamento foi realizado de 2 a 5 de março. Foram entrevistadas 1,5 mil pessoas de 16 a 30 anos. A margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais. De fato, os números do mercado de trabalho apurados pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) Contínua mostram que os jovens são os mais castigados pela fraqueza da economia, o que ajuda a entender a necessidade desse grupo buscar uma atividade própria. No primeiro trimestre deste ano, a taxa de desocupação entre a população de 14 a 17 anos chegou a 46,3%; entre os de 18 a 24 anos, o desemprego foi de 31%; e, por fim, de 25 a 39 anos, ficou em 14,7%, mesma taxa observada no conjunto do país no período. Norte e Nordeste puxam desemprego recorde no 1º trimestre "Num momento como esse (de crise), o jovem passa por dificuldade porque a inserção dele no mercado de trabalho fica difícil", afirma Cosmo Donato, economista da LCA. "As vagas de trabalho se tornam mais escassas, e ele (jovem) acaba perdendo justamente para aquele profissional com mais experiência e mais qualificado." Desemprego no Brasil sobe para 14,7%, no 1º trimestre do ano Mais do que uma política econômica que ajude na criação de empregos, Cosmo diz que o país tem de criar um ambiente que incorpore esses novos empreendedores, sobretudo diante do quadro de mudança estrutural do emprego, em que as formas tradicionais de vínculos empregatícios estão deixando de existir ao redor do mundo. "Hoje, o emprego com carteira de trabalho está cada vez mais restrito ao de altíssima qualificação”, afirma Cosmo. "Na questão do jovem, o maior desafio do Brasil é crescer para oferecer oportunidade, seja do ponto de vista de emprego ou mesmo via empreendedorismo." Empreendedorismo por necessidade dispara Um mapeamento feito pelo Sebrae ajuda a dar a dimensão de como o empreendedorismo virou uma porta de saída para quem precisa de alguma renda. No ano passado, o empreendedorismo por necessidade foi responsável por 53,9% dos negócios com até três meses de vida no país e voltou ao patamar de 2002. Na leitura anterior, feita em 2018, essa fatia era de 20,3%. Esse movimento, segundo o Sebrae, tem sido puxado justamente por jovens, mulheres e população de baixa escolaridade. Empreendedorismo por necessidade Economia/G1 "A pandemia fez com que os desempregados procurassem alguma forma de sobrevivência. Não tinha emprego, mas essas pessoas procuraram trabalho", afirma Carlos Melles, presidente do Sebrae. "E, assim, elas buscaram se tornar mais micro e pequenos empreendedores e também empreendedor individual." Entre janeiro e abril, 1 milhão de pequenas e micro empresas foram abertas no Brasil. Vídeos: Últimas notícias de economia
Veja Mais

23/06 - Veja as vagas de emprego oferecidas em Petrolina, Araripina e Salgueiro nesta quarta-feira
Os interessados nas oportunidades podem entrar em contato com a Seteq através da internet. Carteira de trabalho. Heloise Hamada/G1 Foram divulgadas as vagas de emprego disponíveis nesta quarta-feira (23) em Petrolina, Araripina e Salgueiro, no Sertão de Pernambuco. As oportunidades são disponibilizadas pela Agência do Trabalho de Pernambuco e atualizadas no G1 Petrolina. Os interessados nas oportunidades podem entrar em contato com a Seteq através da internet. O atendimento na Agência do Trabalho ocorre apenas com agendamento prévio, feito tanto pelo site da secretaria, quanto pelo Portal Cidadão. Petrolina Contato: (87) 3866 - 6540 Vagas disponíveis Salgueiro Contato: (87) 3871-8467 Vagas disponíveis Araripina Contato: (87) 3873 - 8381 Vagas disponíveis Vídeos: mais assistidos do Sertão de PE
Veja Mais

23/06 - Ransomware: entenda como o vírus é usado em extorsões e saiba como se proteger
Arquivo exige pagamento de resgate para liberar acesso a dispositivos e tem feito diversas empresas como vítimas. VÍDEO: Ransomware - entenda como vírus é usado em extorsões Os ataques virtuais por ransomware têm ganhado mais evidência. A prática, que se concentrava em usuários individuais, passou a exigir quantias expressivas de empresas e governos. No vídeo acima, o G1 explica que o ransomware é um tipo de vírus que impede o acesso às informações armazenadas em um dispositivo. Com isso, os cibercriminosos pretendem forçar a vítima a pagar para recuperarem o acesso ao sistema. Golpes no WhatsApp: saiba como se proteger Celular roubado ou perdido? Saiba o que fazer Um dos casos que mais chamaram a atenção teve como alvo a JBS, maior processadora de carnes do mundo. Após o ataque forçar a interrupção de algumas de suas operacões na Austrália, no Canadá e nos Estados Unidos, a empresa aceitou pagar US$ 11 milhões em resgate. Para chegarem a esse ponto, os cibercriminosos levaram anos para melhorarem suas técnicas. Nos casos mais antigos, a ação tinha alvos indiscriminados e os valores dos resgates costumavam ser relativamente baixos. Relembre alguns casos: 2009: o Gpcode bloqueava o computador e liberava chave de desbloqueio após a vítima enviar um SMS, que era cobrado pelos cibercriminosos na conta telefônica; 2013: o CryptoLocker se destacou ao adotar o bitcoin como meio de pagamento de resgates entre US$ 500 e US$ 1.000, e ao alcançar uma criptografia inquebrável; 2015: o TeslaCrypt cobrava resgate para liberar arquivos de jogos; 2016: o Petya agia diretamente no disco rígido, e não só nos arquivos, para impedir inicialização do sistema; 2017: WannaCry cobrava US$ 300 por vítima e chegou a arrecadar US$ 60 mil. Nos anos seguintes, os cibercriminosos adotaram uma atuação mais direcionada, com estratégias específicas para atingir os sistemas de cada vítima, o que permite cobrar valores mais altos pelo resgate. Estes são alguns dos exemplos: 2018: sistemas da cidade de Atlanta, nos Estados Unidos, foram afetados por um ransomware que pedia US$ 50 mil em bitcoin; 2021: parte de uma nova onda de vírus de resgate que adotam estratégias específicas para cada vítima, o Ryuk cobra entre US$ 600 mil e US$ 10 milhões para liberar o acesso a sistemas; 2021: o DarkSide cobrou US$ 5 milhões para liberar o sistema da Colonial Pipeline; 2021: o grupo REvil foi apontado como responsável pelo ataque à JBS, que resultou no resgate de US$ 11 milhões. Como se proteger de golpes no WhatsApp Golpes no Whatsapp: saiba como se proteger Como ter mais segurança na internet 5 dicas de segurança para sua vida digital Entenda o que é NFT
Veja Mais

23/06 - Covaxin: CPI acredita ter indícios de que Planalto sabia de irregularidades em negociações
Senadores da CPI da Covid acreditam que podem obter, nos próximos dias, provas contundentes de que o Palácio do Planalto sabia das supostas irregularidades nas negociações envolvendo a compra da vacina Covaxin e não denunciaram, o que pode representar crime contra a administração. A suspeita surgiu a partir de indícios e documentos obtidos pela comissão que detalham o interesse do governo em negociar a importação da vacina por meio da Precisa Medicamentos, representante no Brasil da empresa indiana Barath Biontech, desenvolvedora da vacina. Pessoas que ocupam cargos públicos e servidores têm obrigação de denunciar irregularidades ao tomar conhecimento, sob pena de cometerem crime. A lei vale também para ocupantes de cargos públicos eleitos. Segundo relatos obtidos pelo blog, a antecipação do depoimento de Luis Ricardo Miranda, chefe de importação do Departamento de Logística em Saúde do Ministério da Saúde, tem por objetivo obter mais informações. Miranda irá como convidado. Além dele, há a expectativa de que informações serão levadas pelo irmão de Luis Ricardo, o deputado federal Luis Claudio Miranda (DEM-DF). O deputado esteve com senadores da CPI e pediu para acompanhar o irmão e apresentar informações. Já Luis Ricardo afirmou que recebeu pressões para favorecer a Precisa em depoimento ao Ministério Público no inquérito que apura a conduta do ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello. Para os senadores, outras autoridades podem ter tido conhecimento de fatos e não agiram para que fossem investigados.
Veja Mais

23/06 - IR 2021: Receita libera consultas ao 2º lote de restituição
Restituição será paga no dia 30 de junho a 4,2 milhões de pessoas. Lote abrange contribuintes prioritários e pessoas que entregaram declaração até 21 de março. A Receita Federal liberou nesta quarta (23), a partir das 10h, as consultas ao segundo lote de restituição do Imposto de Renda 2021, relativo ao ano-base 2020. As consultas podem ser feitas: na página da Receita na internet; no aplicativo da Receita para tablets e smartphones. A restituição será paga no dia 30 de junho. O pagamento é feito diretamente na conta bancária informada na declaração do IR. Segundo a Receita, 4,2 milhões de contribuintes receberão a restituição no segundo lote. O valor total a ser pago é de R$ 6 bilhões. Foram contemplados no segundo lote: idosos acima de 80 anos (97.082 pessoas); contribuintes entre 60 e 79 anos (779.763); contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave (54.240); contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério (385.591); contribuintes não prioritários que entregaram a declaração até 21 de março (2.906.310). O lote também contempla restituições residuais de anos anteriores. O primeiro lote foi pago em 31 de maio. Ao todo, foram creditados R$ 6 bilhões a 3,4 milhões de contribuintes. Alguns dos homens mais ricos do mundo não pagaram nada de imposto de renda nos últimos anos, diz site Malha fina Caso o contribuinte identifique alguma pendência na declaração, é possível retificar a declaração, corrigindo as informações que estejam equivocadas. As restituições de declarações que apresentam inconsistência (em situação de malha) são liberadas apenas depois de corrigidas pelo cidadão, ou após o contribuinte apresentar comprovação de que sua declaração está correta. Calendário Confira, abaixo, o calendário completo de pagamento das restituições do IR 2021: 1º lote: 31 de maio (já pago); 2º lote: 30 de junho; 3º lote: 30 de julho; 4º lote: 31 de agosto; 5º lote: 30 de setembro.
Veja Mais

23/06 - Auxílio Emergencial 2021: Caixa paga 3ª parcela a nascidos em maio e beneficiários do Bolsa Família com NIS final 5
Para os trabalhadores fora do Bolsa Família, ajuda será creditada em conta poupança social digital da Caixa. A Caixa Econômica Federal (Caixa) paga nesta quarta-feira (23) a terceira parcela do Auxílio Emergencial para os trabalhadores nascidos em maio, inscritos no programa por meio do site e do aplicativo, além daqueles que fazem parte do Cadastro Único, mas estão fora do Bolsa Família. Também nesta quarta, recebem a terceira parcela os beneficiários do Bolsa Família com NIS encerrado em 5. Terei direito? Quanto vou receber? Veja perguntas e respostas Veja o calendário completo Veja como saber se você vai receber Saiba como contestar se você teve o beneficio negado Beneficiário precisa estar com o CPF regular; saiba como fazer SAIBA TUDO SOBRE O AUXÍLIO EMERGENCIAL Para os trabalhadores fora do Bolsa Família, ajuda será creditada em conta poupança social digital da Caixa, que poderá ser usada inicialmente para pagamento de contas e compras por meio do cartão virtual. Saques e transferências para quem receber o crédito nesta quarta serão liberados no dia 8 de julho. (veja nos calendários mais abaixo). Para os beneficiários do Bolsa Família, os pagamentos são feitos da mesma forma que o Bolsa. Auxílio emergencial 2021: entenda as regras da nova rodada VEJA QUEM RECEBE NESTA QUARTA trabalhadores que não fazem parte do Bolsa Família, nascidos em maio beneficiários do Bolsa Família com NIS final 5 Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial, pelo site auxilio.caixa.gov.br ou pelo https://consultaauxilio.cidadania.gov.br/ Calendários de pagamento Veja abaixo os calendários de pagamento. BENEFICIÁRIOS DO BOLSA FAMÍLIA Segundo o Ministério da Cidadania, 9,77 milhões de famílias receberão a terceira parcela do Auxílio Emergencial 2021. Auxílio Emergencial 2021 Bolsa Família Economia G1 BENEFICIÁRIOS FORA DO BOLSA FAMÍLIA Auxílio Emergencial calendário completo 15.06.21 Economia G1 VÍDEOS: as últimas notícias sobre o Auxílio Emergencial
Veja Mais

23/06 - Senado aprova MP que aumenta tributos dos bancos para desonerar diesel e gás
Texto já passou pela Câmara, mas foi alterado no Senado e seguirá para nova análise dos deputados. Governo diz que medida é necessária para cumprir Lei de Responsabilidade. O Senado aprovou nesta terça-feira (22) a medida provisória (MP) que aumenta as alíquotas sobre o lucro líquido de instituições financeiras a fim de bancar a desoneração sobre o diesel e o gás. A proposta também altera regras sobre a isenção de IPI na compra de carros novos por pessoas com deficiência (veja detalhes mais abaixo). Por se tratar de medida provisória, o texto está em vigor desde março, quando foi publicado pelo governo. Para se tornar lei em definitivo, porém, precisa ser aprovado pelo Congresso. Como a versão aprovada pela Câmara dos Deputados foi modificada no Senado, o texto terá de ser reanalisado pelos deputados. A MP expira no próximo dia 28, portanto, precisa ser votada antes disso para não perder validade. As mudanças foram propostas pelo governo para compensar a redução das alíquotas de PIS, Pasep e Cofins incidentes sobre o óleo diesel e o gás de cozinha, determinada em março deste ano por meio de um decreto (veja detalhes no vídeo abaixo). Ao editar a MP, o governo argumentou que as medidas visam o cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), que exige compensação quando há renúncia de receita. Bolsonaro assina decreto que zera impostos federais sobre o gás de cozinha e o diesel Lucro líquido O texto aprovado pelo Senado aumenta as alíquotas de Contribuição Sobre Lucro Líquido (CSLL) cobrada de empresas do setor financeiro: Seguros privados, capitalização, distribuidoras de valores mobiliários, corretoras de câmbio: a alíquota passa de 15% para 20% até o dia 31 de dezembro de 2021, retornando a 15% a partir de 1º de janeiro de 2022; cooperativas de crédito: a alíquota passa de 15% para 20% até o dia 31 de dezembro de 2021, retornando a 15% a partir de 1º de janeiro de 2022; bancos de qualquer espécie: a alíquota passa de 20% para 25% até o dia 31 de dezembro de 2021, retornando a 20% a partir de 1º de janeiro de 2022. O governo calcula que a medida pode gerar aumento de R$ 2,27 milhões em arrecadação. Pessoas com deficiência A MP enviada pelo governo previa valor máximo de R$ 70 mil para carros novos que podem ser comprados com isenção de IPI por pessoas com deficiência. A Câmara aumentou o limite para R$ 140 mil. O Senado excluiu o trecho, retomando a regra atual, segundo a qual não há limite. Os senadores também aprovaram emenda para prorrogar a isenção de IPI para pessoas com deficiência, que acabaria no fim deste ano, até 31 de dezembro de 2026. A senadora Mara Gabrilli (PSDB-SP), tetraplégica, foi autora de uma das emendas aprovadas. O relator da MP no Senado foi contra a retirada do limite. Outra mudança em relação ao texto original do governo diz respeito ao intervalo de tempo em que as que pessoas com deficiência podem usar a isenção. A lei sobre o desconto prevê o uso da isenção a cada dois anos. O governo aumentou para quatro anos; a Câmara mudou para três anos; e o Senado retomou a previsão de a cada dois anos. Indústria química A medida provisória enviada pelo governo revogava, a partir de julho, o chamado Regime Especial da Indústria Química (Reiq), que estabelece reduções no PIS/Pasep e da Cofins para matérias-primas básicas destinadas a centrais petroquímicas. Ao editar a MP, o Executivo argumentou que os benefícios do programa “já perduram há tempo suficiente para a efetivação de seus objetivos de fomento à atividade econômica contemplada.” Na Câmara, os deputados estipularam uma redução gradual, em quatro anos, dos benefícios. No Senado, foi aprovada regra de 8 anos. Zona Franca de Manaus A MP altera um dispositivo no decreto-lei que trata da Zona Franca de Manaus para flexibilizar a equiparação das vendas destinadas para o local à exportação. Hoje, a exportação de mercadorias de origem nacional para consumo ou industrialização na Zona Franca de Manaus, ou a reexportação para o estrangeiro, são consideradas exportação brasileira para fora do país - e, portanto, não há incidência de PIS/Cofins. O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), diz que esse trecho, que foi incluído na Câmara, deve ser vetado pelo presidente Jair Bolsonaro quando a MP for sancionada. Ele sustenta que essa alteração não poderia ser feita por medida provisória. Outra mudança incluída pelo Congresso altera a destinação da arrecadação em loterias de apostas de quota fixa - apostas, por exemplo, em resultados de eventos esportivos em que o apostador sabe previamente quanto pode ganhar.
Veja Mais

23/06 - Horas após dizer que governo fará racionamento, Lira volta atrás e fala em 'uso eficiente' de energia
Presidente da Câmara havia anunciado racionamento após evento no Palácio do Planalto. Ele disse ter recebido a informação do ministro Bento Albuquerque (Minas e Energia), que nega. Lira volta atrás após falar em 'racionamento educativo' de energia Horas após afirmar que o governo previa executar um plano de racionamento "educativo" de energia a fim de evitar um apagão, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), voltou atrás e disse nas redes sociais que haverá somente um incentivo de "uso eficiente" da energia pelos consumidores, "de maneira voluntária". Lira havia feito o anúncio mais cedo, depois de participar no Palácio do Planalto da cerimônia de lançamento do Plano Safra 2021-2022. Ele disse ter recebido a informação do ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, que vinha negando a hipótese de racionamento (leia mais abaixo). “Falei há pouco com o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, que esclareceu que a medida provisória não irá trazer qualquer comando relativo ao racionamento de energia. Será feito o incentivo ao uso eficiente da energia pelos consumidores de maneira voluntária”, escreveu Arthur Lira em postagem nas redes sociais — a medida provisória à qual o presidente da Câmara se referiu prevê ampliar os poderes do Ministério de Minas e Energia na gestão dos recursos hídricos do país, incluindo os reservatórios das hidrelétricas. Horas antes de publicar a mensagem, em entrevista no Palácio do Planalto, Lira havia afirmado: "O ministro Bento [Albuquerque, das Minas e Energia] esteve comigo, fazendo análise de cenário, garantindo que nós não vamos ter nenhum tipo de problema com apagão, mas vamos ter que ter um período educativo de algum racionamento para não ter nenhum tipo de crise maior." No último dia 17, em entrevista à GloboNews (vídeo abaixo), o ministro Bento Albuquerque disse que não trabalhava com a hipótese de racionamento. Ministro Bento Albuquerque diz não trabalhar com hipótese de racionamento Na ocasião, Albuquerque informou que, de fato, esteve com Lira e considerava que o presidente da Câmara poderia ter cometido um "equívoco" ao se referir a racionamento, conforme havia informado o jornal "Valor Econômico". "Isso foi colocado quando estive lá com o presidente da Câmara, o deputado Arthur Lira. Me parece que houve um equívoco quando ele se expressou. Na realidade, ele estava falando do uso racional da energia e das águas. E talvez ele tenha se confundido com racionamento. Mas não trabalhamos com a hipótese de racionamento. Monitoramos o sistema 24 horas por dia, 365 dias por ano. Desde outubro do ano passado, estamos tomando medidas justamente para que nós tenhamos a segurança energética para atendimento ao sistema elétrico nacional", declarou Bento Albuquerque. O governo prepara ações para enfrentar o atual período de escassez de chuvas — o mais intenso em 91 anos —, o que afeta o volume dos reservatórios das usinas hidrelétricas. Segundo o Operador Nacional do Sistema (ONS), os reservatórios de hidrelétricas de Sudeste e Centro-Oeste, responsáveis por 70% da energia gerada no país, devem atingir em novembro o menor nível em 20 anos.
Veja Mais

22/06 - Pandemia mudou modo como pessoas dão 'match', diz chefe do Tinder
Em entrevista exclusiva à BBC, Jim Lanzone, diretor do aplicativo explica reformulação do aplicativo — que busca contemplar novas tendências trazidas pela pandemia e pela Geração Z. 'É hora de darmos às pessoas mais ferramentas para mostrar uma versão mais multidimensional de si mesmas', diz Jim Lanzone, diretor do Tinder. Getty Images Deslizar para esquerda ou para a direita, o gesto típico de quem usa o aplicativo Tinder, parece não ser mais suficiente para os solteiros vivendo no contexto de isolamento durante a pandemia de coronavírus. O "match", a confirmação de que os dois lados se interessaram reciprocamente, era antes apenas um pontapé para o encontro presencial — mas isso mudou com o novo cenário de intensas interações virtuais, disse à BBC o diretor do aplicativo, Jim Lanzone. Agora, o Tinder está passando por uma reformulação para que os perfis sejam apresentados de forma mais "holística", para que os usuários possam se conhecer bastante online. SAIBA MAIS: Usuários do Tinder no Brasil poderão adicionar vídeos ao perfil a partir de agosto Tinder, Bumble e outros apps de namoro oferecem filtro de ‘vacinado’ e bônus a quem se imunizou no Reino Unido As mudanças refletem uma nova postura, explica Lanzone, 50 anos, na única entrevista concedida no Reino Unido antes da reformulação do aplicativo. "Como sabemos, nos últimos 15 a 18 meses, as pessoas realmente se abriram para se conhecer virtualmente antes de definirem relacionamentos offline; ou se abriram até para ter relacionamentos virtuais", afirmou o diretor do Tinder. "A maior tendência aqui é que as pessoas no Tinder, saindo da pandemia de covid… elas só querem desacelerar as coisas e se conhecer muito mais antes de decidirem 'dar o match' e de encontrar alguém offline." Chat antes do 'match' Os dados do aplicativo indicam que o número médio de mensagens enviadas por dia aumentou 19% em comparação com o período anterior à pandemia, e as conversas são 32% mais longas. Metade dos usuários da Geração Z, como são normalmente classificados aqueles nascidos entre 1997 e 2015, teve encontros por conversa de vídeo e um terço fez mais atividades virtuais em conjunto, diz a empresa. A reformulação manterá a opção de uma pessoa deslizar para a direita se tiver interesse em outra, e para a esquerda se não. No entanto, as pessoas terão "mais ferramentas para mostrar uma versão mais multidimensional de si mesmas", de acordo com Lanzone, que mora em San Francisco, Estados Unidos, e se tornou CEO do Tinder durante a pandemia no ano passado. Os novos recursos incluem a opção de adicionar vídeos aos perfis e buscas mais precisas — por exemplo, alguém pode dizer ao aplicativo que quer encontrar pessoas que tenham animais de estimação ou que gostem de aventuras. Pela primeira vez, os usuários poderão bater um papo com alguém antes de dar "match", usando um recurso que lhes pede para dar sua opinião sobre um tópico. Outros aplicativos de namoro — como o Hinge, que pertence à mesma empresa do Tinder, e o Bumble — já pedem aos usuários que respondam a perguntas e também postem fotos. Mas Lanzone explica que esses aplicativos são destinados àqueles que procuram um relacionamento sério — um "estágio diferente" das pessoas na casa dos 20 anos que estão "abertas a uma gama mais ampla de possibilidades". A decisão do Tinder de se concentrar mais em vídeos vem em um momento em que a popularidade do TikTok continua a crescer. ByteDance, a empresa chinesa por trás do aplicativo de vídeo de grande sucesso, viu seus lucros dobrarem no ano passado. Lanzone disse que os jovens da Geração Z, hoje cerca de metade dos usuários do Tinder, "vivem de vídeos, e por isso espera que estes usuários do Tinder atualizem constantemente seu perfil — em vez de ficar um tempo com o mesmo conjunto de vídeos e fotos. Os dados do Tinder sugerem que usuários mais jovens valorizam em um parceiro a autenticidade e a abertura. Há também mais menções à saúde mental e a palavras como "ansiedade e" normalizar " nos perfis. Lanzone garante que o Tinder não se tornará uma mídia social, ao contrário do rival Bumble. Menos drinks, mais trilhas No entanto, o diretor afirma que a pandemia tirou as pessoas da trajetória linear do namoro que, em princípio, envolvia buscar candidatos no Tinder, dar "match", combinar um encontro, ter um relacionamento e se casar. "No verão passado (no hemisfério norte), quando houve uma flexibilização antes da próxima onda (de covid-19) chegar, a tendência mudou muito rapidamente. Foram menos encontros para tomar um drink, e mais para fazer uma trilha juntos." Há "muito mais" em conhecer alguém "do que apenas dar 'match' e bater um papo rápido antes de se encontrar offline", acrescentou ele. "Acho que é hora de darmos às pessoas mais ferramentas para mostrar uma versão mais multidimensional de si mesmas."
Veja Mais

22/06 - Lira diz que governo prevê racionamento 'educativo' de energia para evitar apagão
Presidente da Câmara afirmou que recebeu informação do ministro Bento Albuquerque (Minas e Energia). Na semana passada, ministro negou trabalhar com hipótese de racionamento. O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), afirmou nesta terça-feira (22) que o governo planeja um racionamento "educativo" para evitar um apagão da energia elétrica no segundo semestre. Lira deu a declaração após participar no Palácio do Planalto da cerimônia de lançamento do Plano Safra 2021-2022. "O ministro Bento [Albuquerque, das Minas e Energia] esteve comigo, fazendo análise de cenário, garantindo que nós não vamos ter nenhum tipo de problema com apagão, mas vamos ter que ter um período educativo de algum racionamento para não ter nenhum tipo de crise maior", afirmou Arthur Lira. (ATUALIZAÇÃO: horas depois de ter dado a declaração, o presidente da Câmara recuou e disse ter conversado com o ministro, que segundo ele, "esclareceu" que haverá somente um incentivo, "de maneira voluntária" ao "uso eficiente" da energia pelos consumidores.) Na semana passada, o ministro negou que o governo trabalhasse com a hipótese de racionamento (leia mais abaixo). O governo já começou a preparar ações para enfrentar o atual período de escassez de chuvas — o mais intenso em 91 anos —, o que afeta o volume dos reservatórios das usinas hidrelétricas. Uma dessas ações é a edição de uma medida provisória que deve ampliar os poderes do Ministério de Minas e Energia na gestão dos recursos hídricos do país – incluindo os reservatórios das hidrelétricas. Segundo o Operador Nacional do Sistema (ONS), os reservatórios de hidrelétricas de Sudeste e Centro-Oeste, responsáveis por 70% da energia gerada no país, devem atingir em novembro o menor nível em 20 anos (vídeo abaixo). Reservatórios do Sudeste e Centro-Oeste devem atingir, em novembro, menor nível em 20 anos O presidente da Câmara disse que o ministro Bento Albuquerque esteve com ele na semana passada e informou que o governo estaria "negociando" no Supremo Tribunal Federal a fim de ter "segurança jurídica" para implementar a medida. "Ele esteve lá na residência oficial na semana passada, muito 'en passant', nada específico sobre o tema, nada com texto ainda, mas com perspectiva de que estavam tratando de alguma medida para isso, negociando inclusive dentro do Supremo para ter segurança jurídica sobre qualquer medida que pudesse vir a ser anunciada", declarou. Ministro Bento Albuquerque diz não trabalhar com hipótese de racionamento Ministro já negou racionamento No último dia 17, em entrevista à GloboNews (vídeo acima), o ministro Bento Albuquerque disse que não trabalhava com a hipótese de racionamento. Na ocasião, Albuquerque informou que, de fato, esteve com Lira e considerava que o presidente da Câmara poderia ter cometido um "equívoco" ao se referir a racionamento, conforme havia informado o jornal "Valor Econômico". "Isso foi colocado quando estive lá com o presidente da Câmara, o deputado Arthur Lira. Me parece que houve um equívoco quando ele se expressou. Na realidade, ele estava falando do uso racional da energia e das águas. E talvez ele tenha se confundido com racionamento. Mas não trabalhamos com a hipótese de racionamento. Monitoramos o sistema 24 horas por dia, 365 dias por ano. Desde outubro do ano passado, estamos tomando medidas justamente para que nós tenhamos a segurança energética para atendimento ao sistema elétrico nacional", declarou Bento Albuquerque. Medidas Até o momento, o governo ou as agências reguladoras já adotaram as seguintes medidas para contornar o problema do baixo volume dos reservatórios, motivado pela escassez de chuvas: autorização do acionamento de usinas termelétricas adicionais; edição de decreto que regulamenta a realização de leilões para contratar usinas “reservas” de geração de energia; ampliação da possibilidade de acionamento de usinas termelétricas sem contrato vigente de comercialização de energia; autorização para importação de energia da Argentina e do Uruguai; emissão de alerta de emergência hídrica na região da Bacia do Paraná, que abrange os estados de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Paraná; flexibilização das operações de alguns reservatórios; restrição do uso da água de algumas bacias hidrográficas; e aplicação em junho às contas de luz da bandeira mais cara do sistema, chamada "vermelha patamar dois". Essa bandeira representa uma cobrança adicional de R$ 6,24 para cada 100 kWh de energia consumidos. O governo ou as agências também estudam: publicar medida provisória que concentra poderes no Ministério de Minas e Energia para adotar rapidamente medidas a fim de garantir o fornecimento de energia; programa voluntário para que as indústrias que consomem muita energia desloquem sua produção para fora do horário de pico do sistema elétrico (das 18h às 21h). As indústrias receberiam uma compensação caso aderissem ao programa; reajuste das bandeiras tarifárias aplicadas às contas de luz. No caso da bandeira “vermelha patamar dois”, o aumento seria superior a 20%. A tendência é que essa bandeira vigore até novembro; e campanha de incentivo ao uso racional de energia e da água.
Veja Mais

22/06 - Google destaca locais de vacinação na busca e no Maps para mais 36 cidades no Brasil
Recurso mostra endereço e detalhes sobre campanha de imunização contra a Covid-19 nos municípios. Informações de outras 30 localidades estão disponíveis desde abril. Informações sobre postos de vacinação no Brasil aparecem no Google Maps e nas buscas. Divulgação/Google O Google anunciou nesta terça-feira (22) a expansão para mais 36 cidades brasileiras do recurso que mostra informações sobre locais de vacinação contra Covid-19 na busca e no Google Maps. A opção estava disponível para outros 30 municípios desde abril (veja a lista completa ao final do texto). Para encontrar as informações sobre os postos de vacinação, basta buscar por expressões como “vacina covid perto de mim”, “vacina covid” ou “onde vacinar contra covid na [cidade]”. Em seu serviços, o Google destaca o endereço do posto e outras informações importantes. As páginas indicam, por exemplo, se a vacinação é limitada a certos grupos e se é necessário fazer agendamento. SAIBA MAIS: Veja quem pode tomar vacina agora na sua cidade e o que fazer Veja o que é preciso para se imunizar Mapa da vacinação contra Covid-19 no Brasil As informações são apresentadas a partir de parceiros e fontes oficiais, como secretarias de saúde e agências sanitárias. O Google lembra que os dados variam de acordo com o município e estão sujeitos a alterações. Por isso, a companhia orienta que, além da busca e do Google Maps, os cidadãos confirmem as informações no site do órgão de saúde de sua região antes de ir ao local de vacinação. As plataformas oferecem o link para a página das secretarias de saúde e das agências sanitárias. Confira as 36 cidades que ganharam o recurso nesta terça-feira (22): Aparecida de Goiânia (GO) Belford Roxo (RJ) Betim (MG) Blumenau (SC) Campina Grande (PB) Campos dos Goytacazes (RJ) Carapicuíba (SP) Caxias do Sul (RS) Contagem (MG) Diadema (SP) Duque de Caxias (RJ) Feira de Santana (BA) Jaboatão dos Guararapes (PE) Joinville (SC) Juiz de Fora (MG) Jundiaí (SP) Londrina (PR) Maringá (PR) Mauá (SP) Mogi das Cruzes (SP) Montes Claros (MG) Niterói (RJ) Nova Iguaçu (RJ) Osasco (SP) Piracicaba (SP) Ribeirão Preto (SP) Santo André (SP) Santos (SP) São Bernardo do Campo (SP) São João de Meriti (RJ) São José do Rio Preto (SP) São José dos Campos (SP) Serra (ES) Sorocaba (SP) Uberlândia (MG) Vila Velha (ES) Veja as 30 cidades que já tinham a opção desde abril: Aracaju (SE) Belém (PA) Belo Horizonte (MG) Boa Vista (RR) Brasília (DF) Campinas (SP) Campo Grande (MS) Cuiabá (MT) Curitiba (PR) Florianópolis (SC) Fortaleza (CE) Goiânia (GO) Guarulhos (SP) João Pessoa (PB) Macapá (AP) Maceió (AL) Manaus (AM) Natal (RN) Palmas (TO) Porto Alegre (RS) Porto Velho (RO) Recife (PE) Rio Branco (AC) Rio de Janeiro (RJ) Salvador (BA) São Gonçalo (RJ) São Luís (MA) São Paulo (SP) Teresina (PI) Vitória (ES) Veja perguntas e respostas sobre a vacinação contra a Covid-19
Veja Mais

22/06 - Usuários do Tinder no Brasil vão poder adicionar vídeos ao perfil a partir de agosto
Aplicativo de relacionamento também terá nova sala de chat entre usuários antes do match e seção para encontrar pessoas com base em seus interesses. Perfis no Tinder podem adicionar vídeos Divulgação O aplicativo de relacionamento Tinder anunciou nesta terça-feira (22) algumas novidades para os usuários, entre elas, a possibilidade de adicionar vídeos ao ser perfil. A novidade foi lançada nos Estados Unidos, mas chegará ao Brasil a partir de agosto deste ano. Golpes no WhatsApp: saiba como se proteger Celular roubado ou perdido? Saiba o que fazer Além da funcionalidade com vídeos, o Tinder terá duas novas maneiras de interação: os "Hot takes" e seção "Explorar" para encontrar matches a partir de interesses em comum. Ambas ainda sem uma data específica para chegar ao país. O que são os 'Hot takes'? Possibilidade de bater um papo com outros usuários antes do match. Sala de conversa tem cronômetro com contagem regressiva. Participantes têm que decidir se dão match antes da sala expirar. 'Hot takes' será sala de chat momentânea para antes de dar match no Tinder Divulgação Como é a navegação por interesse no Tinder? Membros podem descobrir matches que compartilham "Paixões" semelhantes e conhecer diferentes lados do Tinder como Modo Festival. "Hot Takes" e outros eventos no aplicativo estarão ao vivo na seção Explorar quando o recurso for lançado. Saiba como evitar golpes no WhatsApp Golpes no Whatsapp: saiba como se proteger Celular virou a nova carteira; entenda Celular é a nova carteira: saiba manter seu aparelho seguro e o que fazer em caso de roubo O que é NFT
Veja Mais