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26/01 - Após saída de Wilson Ferreira, Eletrobras vai buscar executivo no mercado
Estatal vai contratar uma consultoria externa especializada em recrutamento e seleção de altos executivos para assessorar o conselho de administração no processo de seleção e eleição do novo presidente, depois da renúncia de Wilson Ferreira Junior no domingo (24). Wilson Ferreira Jr. Ueslei Marcelino/Reuters A Eletrobras informou que vai contratar uma consultoria externa especializada em recrutamento e seleção de altos executivos para assessorar o conselho de administração no processo de seleção e eleição do novo presidente, depois da renúncia de Wilson Ferreira Junior no domingo (24). A companhia informou ainda que Wilson Junior continua ocupando uma das cadeiras do conselho de administração. A renúncia reforçou a ideia no mercado de que a privatização está fora do radar do governo, pelo menos no curto prazo. Wilson Ferreira Junior alegou que sua saída da empresa foi motivada pela "quebra de perspectiva" de privatização da empresa. Na segunda-feira (25), ele foi anunciado como futuro presidente da BR Distribuidora. Nesta terça-feira, as ações da Eletrobras caíam ao redor de 10% na Bovespa, com o mercado repercutindo a saída de Ferreira Junior. "A privatização carece de capital político. Tivemos a pandemia, que deslocou os planos para o segundo semestre do ano passado, e agora tivemos manifestação de candidatos [na eleição legislativa] de que esse processo não seria prioritário", disse o executivo em entrevista coletiva na segunda-feira. "O que falta fazer é aumentar a capacidade de investimento, se não consigo ver perspectiva de prioridade para esse processo, minha contribuição fica perdida", afirmou. O executivo não mencionou nomes, mas a declaração a que fez referência foi de Rodrigo Pacheco (DEM-MG), candidato à presidência do Senado. O parlamentar disse ao jornal O Estado de S. Paulo que a privatização da empresa não estava garantida e deveria ser feita sem se subter a "entreguismo sem critério". "Não estou aqui para questionar. Posso dizer que é uma prioridade do Ministério de Minas e Energia e Ministério da Economia, necessário para fazer frente aos desafios fiscais que o país tem. É uma condição necessária, mas, aparentemente, não suficiente", disse Ferreira Junior. Para ele, a discussão sobre privatizações amadureceu pouco no país e sofre resistência da opinião pública. Assim, novos atrasos no cronograma inviabilizariam a conclusão do processo no curto prazo pela proximidade com as eleições de 2022. Ferreira Junior pode ter que cumprir quarentena antes de assumir a BR Distribuidora. A partir de 1º de fevereiro, e até que ele possa assumir o posto, a companhia será liderada interinamente pelo diretor executivo de operações e logística, Marcelo Bragança, que será apoiado por um comitê de transição. Privatização a passos lentos A saída do executivo, que antes da Eletrobras presidiu por 18 anos a CPFL Energia, vem após poucos avanços na desestatização – Ferreira Jr. é grande defensor da privatização da empresa. No cargo desde julho de 2016, ele foi nomeado pelo ex-presidente Michel Temer. Depois, foi convidado pelo governo de Jair Bolsonaro para continuar no comando da estatal, sob expectativas de que liderasse a continuidade de planos para a privatização da companhia. Em dezembro, o governo anunciou que pretende realizar nove privatizações em 2021, entre as quais a da Eletrobras. A venda da estatal, porém, é um dos grandes desafios do governo Bolsonaro. A expectativa da pasta era que o projeto fosse aprovado ainda no primeiro semestre. Mas, na semana passada, o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, afirmou que não haverá prejuízo se a votação pelo Congresso Nacional da privatização da companhia ficar para o segundo semestre deste ano. O governo prevê levantar cerca de R$ 16 bilhões com a privatização da Eletrobras, por meio de uma capitalização da companhia por meio da emissão de novas ações e envolve pagamento de outorgas à União. O governo anterior, de Michel Temer, falava em promover uma desestatização da Eletrobras, por meio de uma operação em que a empresa emitiria novas ações e diluiria a fatia governamental na companhia para uma posição minoritária. A gestão Bolsonaro passou a adotar o termo "capitalização" para se referir ao processo. A equipe do ministro Paulo Guedes teve grande dificuldade para avançar em 2020 com o programa federal de privatizações. Em dois anos de governo, nenhuma estatal de controle direto da União foi vendida e muitos dos leilões de concessão ou de parceria com a iniciativa privada previstos para o ano foram adiados ou cancelados. Em novembro, Guedes admitiu estar "bastante frustrado" por ainda não ter conseguido vender uma estatal. Na ocasião, ele afirmou que "acordos políticos" no Congresso têm impedido as privatizações. A nova meta da equipe econômica é realizar 104 leilões em 2021, incluindo 9 privatizações, entre as quais Eletrobras e Correios, além de 25 projetos de estados e prefeituras. Se os projetos saíram do papel, a expectativa é que resultem em mais de R$ 371 bilhões em investimentos ao longo dos anos de contrato. Assista a mais notícias de Economia:
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26/01 - Bovespa opera em alta após feriado; Eletrobras tem forte queda
Na sexta-feira, o principal índice da bolsa caiu 0,80%, a 117.380 pontos. Ibovespa é o principal índice da B3, a bolsa brasileira Amanda Perobelli/Reuters ooo O principal índice da bolsa de valores brasileira, a B3, opera em alta nesta terça-feira (26), na retomada dos negócios após o feriado da véspera, aniversário da cidade de São Paulo. Às 10h38, o Ibovespa tinha alta de 0,44%, a 117.898 pontos. Veja mais cotações. As ações da Eletrobras eram destaque de queda, recuando mais de 10%, depois que o presidente da estatal, Wilson Ferreira Junior, anunciou sua renúncia ao cargo no último domingo. O executivo foi indicado para assumir o comando da BR Distribuidora. Na última sexta, a bolsa fechou em queda de 0,80%, a 117.380 pontos, e acumulou queda de 2,47% na semana. Cenário O dia é de cautela nos mercados. Por aqui, o O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central informou mais cedo que a evolução da pandemia, com o aumento do número de casos neste começo de ano, assim como o fim do auxílio emergencial, podem implicar um cenário doméstico "caracterizado por mais gradualismo ou até uma reversão temporária da retomada econômica". O Copom também afirmou que chegou a avaliar uma elevação na taxa básica de juros. Dados da Fundação Getulio Vargas apontaram pioras nas confianças do consumidor e da indústria da construção, indicando um início de ano caminhando para o pessimismo. Também mais cedo, o IBGE divulgou os primeiros dados sobre a inflação em 2021: a prévia do IPCA trouxe uma alta de 0,78% em janeiro, o maior resultado para o mês desde 2016. Nos Estados Unidos, a espera é pela reunião do Federal Reserve, o Banco Central local. Poucas mudanças são esperadas no comunicado de política monetária do banco central na quarta-feira, com o chair Jerome Powell devendo falar sobre a inflação na entrevista após a reunião. Ibovespa - 22.01.2021 Economia G1 VÍDEOS: Últimas notícias de Economia
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26/01 - FMI vê nova melhora em projeções para PIB global; Brasil deve ter 'encolhido' 4,5% em 2020
Para este ano e o próximo, fundo projeta altas de 5,5% e 4,2% na economia global; e de 3,5% e 2,6% no Brasil. O Fundo Monetário Internacional (FMI) revisou nesta terça-feira (26) suas estimativas para a economia mundial. Na atualização de seu relatório 'World Economic Outlook', o fundo estima que a economia global levou um tombo de 3,5% em 2020 - uma melhora em relação à projeção feita em outubro, que via uma queda de 4,4%. Houve uma nova melhora também nas estimativas para o Brasil: o FMI agora vê uma queda de 4,5% no PIB brasileiro do ano passado. Em outubro, a estimativa era de um tombo de 5,8% - já bem menos acentuado que a queda de 9,1% que a entidade projetava para o ano em junho. Os números oficiais serão divulgados em 3 de março pelo IBGE. "Apesar do alto e crescente custo humano da pandemia, a atividade econômica parece estar adaptando-se a atividades intensivas de contato moderadas com o passar do tempo. Finalmente, medidas adicionais anunciadas no final de 2020 - principalmente nos Estados Unidos e no Japão - são esperadas para fornecer mais apoio em 2021–22 à economia global", diz o fundo. Previsões do FMI para 2020 Economia G1 2021 e 2022 O fundo também revisou para cima suas projeções para o desempenho da economia global - e do Brasil - neste ano. No documento, o FMI afirma que, "ainda que as recentes aprovações de vacinas tenham aumentado as esperanças de uma reviravolta na pandemia ainda este ano, renovadas 'ondas' e novas variantes do vírus representam preocupações para as projeções". Desse modo, "em meio a uma incerteza excepcional", o fundo projeta um crescimento de 5,5% na economia global em 2021 - acima da taxa de 5,2% estimada em outubro. Para 2022, o crescimento esperado é de 4,2%. Para o Brasil, o FMI estima expansões de 3,6% e 2,6% neste ano e no próximo, respectivamente. Em outubro, as projeções apontavam para altas de 2,8% e 2,3%. Os Estados Unidos aparecem como destaque positivo nesta revisão: a estimativa de junho, de queda de 8%, foi substancialmente melhorada, para uma queda de 4,3%. Economias avançadas A estimativa do FMI é que a economia desse bloco tenha fechado 2020 com queda de 4,9%, inferior à projeção de tombo de 5,8% feita em outubro. Os Estados Unidos devem mostrar um desempenho superior ao da zona do euro, com queda de 3,4%, ante 7,2% no bloco europeu - onde a Espanha é destaque negativo, com tombo de 11,1% seguida pela queda de 10% na Itália. Já para este ano e o próximo, o fundo vê expansões de 5,5% e 4,2%. Economias em desenvolvimento Nos países emergentes e em desenvolvimento, o PIB de 2020 deve mostrar queda de 2,4% - bastante ajudado pelo resultado da China, onde a economia aponta para um crescimento de 2,3% (seguido por fortes altas de 11,5% e 6,8% em 2021 e 2022). Quedas mais acentuadas nos números de 2020 devem ser registradas no México (-8,5%), na Índia (-8%) e África do Sul (-7,5%). Já para 2021 e 2022, o FMI projeta expansões de 6,3% e 5% no PIB das economias emergentes e em desenvolvimento. FMI - Projeções para o PIB Economia G1 Assista as últimas notícias de economia
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26/01 - Índices da China fecham em baixa em meio a especulação de aperto da política monetária
É a maior perda diária desde setembro, depois de tocar máxima de 13 anos na sessão anterior, em meio ao aperto das condições de liquidez e às tensões sino-americanas. O índice de blue-chips da China recuou nesta terça-feira (26), marcando a maior perda diária desde setembro depois de tocar máxima de 13 anos na sessão anterior, em meio ao aperto das condições de liquidez e às tensões sino-americanas. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, caiu 2,01%, maior queda no dia desde 9 de setembro. O índice de Xangai teve recuo de 1,51%, maior perda diária desde 22 de dezembro. O subíndice do setor financeiro do CSI300 recuou 1,71%, o setor de consumo teve queda de 1,11% e o de saúde caiu 3,04%. As empresas financeiras ficaram sob pressão diante do cenário de aperto das condições de liquidez. As taxas de curto prazo saltaram para níveis pré-Covid nesta terça-feira, com alguns investidores especulando que o banco central pode adotar um viés de aperto em sua política monetária. As relações entre China e Estados Unidos continuam a pesar sobre o sentimento. A China afirmou nesta terça-feira que realizará exercícios militares no Mar do Sul da China, poucos dias depois de Pequim ter se irritado com a entrada de um grupo de porta-aviões dos EUA na região. Em TÓQUIO, o índice Nikkei recuou 0,96%, a 28.546 pontos. Em HONG KONG, o índice HANG SENG caiu 2,55%, a 29.391 pontos. Em XANGAI, o índice SSEC perdeu 1,51%, a 3.569 pontos. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, retrocedeu 2,01%, a 5.512 pontos. Em SEUL, o índice KOSPI teve desvalorização de 2,14%, a 3.140 pontos. Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou baixa de 1,80%, a 15.658 pontos. Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES desvalorizou-se 0,95%, a 2.945 pontos. Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 permaneceu fechado. Assista a mais notícias de Economia:
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26/01 - Dólar opera em queda após baixa liquidez na véspera
Na segunda-feira, o dólar fechou em alta de 0,6%, a R$ 5,5125. O dólar opera em queda no início dos negócios desta terça-feira (26), após um dia de baixa liquidez na véspera, devido ao feriado municipal pelo aniversário de São Paulo. Às 10h33, a moeda norte-americana era vendida a R$ 5,4347 em queda de 1,41%. Veja mais cotações. Na segunda-feira, o dólar fechou em alta de 0,6%, a R$ 5,5125. Cenário O dia é de cautela nos mercados. Por aqui, o O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central informou mais cedo que a evolução da pandemia, com o aumento do número de casos neste começo de ano, assim como o fim do auxílio emergencial, podem implicar um cenário doméstico "caracterizado por mais gradualismo ou até uma reversão temporária da retomada econômica". O Copom também afirmou que chegou a avaliar uma elevação na taxa básica de juros. Dados da Fundação Getulio Vargas apontaram pioras nas confianças do consumidor e da indústria da construção, indicando um início de ano caminhando para o pessimismo. Também mais cedo, o IBGE divulgou os primeiros dados sobre a inflação em 2021: a prévia do IPCA trouxe uma alta de 0,78% em janeiro, o maior resultado para o mês desde 2016. Nos Estados Unidos, a espera é pela reunião do Federal Reserve, o Banco Central local. Poucas mudanças são esperadas no comunicado de política monetária do banco central na quarta-feira, com o chair Jerome Powell devendo falar sobre a inflação na entrevista após a reunião. Para onde o dólar vai em 2021? Entenda os fatores que pesam no câmbio Risco fiscal: entenda o que é e saiba por que a situação das contas públicas preocupa Dólar 25.01.2021 Economia G1 VÍDEOS: Últimas notícias de Economia
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26/01 - IPCA-15: prévia da inflação oficial fica em 0,78% em janeiro, aponta IBGE
Este foi o maior resultado para um mês de janeiro desde 2016. Índice desacelerou na passagem de dezembro para janeiro pressionado pela energia elétrica, que teve bandeira tarifária reduzida, mas alimentos seguem pressionando a inflação no país. Redução da bandeira tarifária das contas de energia elétrica ajudou a desacelerar o indicador prévio da inflação na passagem de dezembro para janeiro, segundo o IBGE Marcos Santos / USP Imagens O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que é uma prévia da inflação oficial do país, ficou em 0,78% em janeiro, conforme divulgado nesta terça-feira (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Este foi o maior resultado para um mês de janeiro desde 2016, quando o índice ficou em 0,92%. Em 12 meses, o IPCA-15 acumula alta de 4,30%, acima dos 4,23% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. IPCA: inflação oficial fecha 2020 em 4,52%, maior alta desde 2016 Analistas do mercado sobem estimativa de inflação para 3,50% em 2021 Em dezembro de 2020, o IPCA-15 ficou em 1,06%. A desaceleração do indicador, segundo o IBGE, foi pressionada pela energia elétrica, já que houve redução das contas de luz devido à mudança da bandeira tarifária. Todavia, os preços dos alimentos seguem pressionando a inflação no país. IPCA-15, prévia da inflação oficial (variação mensal) Economia/G1 Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados pelo IBGE, oito apresentaram alta em janeiro. Apenas comunicação apresentou deflação no mês. Veja o resultado para cada um dos grupos: Alimentação e bebidas: 1,53% Habitação: 1,44% Artigos de residência: 0,81% Vestuário: 0,85% Transportes: 0,14% Saúde e cuidados pessoais: 0,66% Despesas pessoais: 0,40% Educação: 0,11% Comunicação: -0,01% Para seis grupos, o índice desacelerou na passagem de dezembro para janeiro. Houve aceleração do indicador apenas para Vestuário, Saúde e cuidados pessoais e Despesas pessoais. Alimentação segue pressionando a inflação De acordo com o IBGE, o maior impacto no IPCA-15 de janeiro partiu do grupo de Alimentação e bebidas, embora a alta nos preços deste grupo tenha desacelerado de 2% em dezembro para 1,53% em janeiro. A desaceleração dos preços da alimentação ocorreu principalmente por conta dos alimentos para consumo no domicílio, que passaram de 2,57% em dezembro para 1,73% em janeiro. Óleo de soja tem maior subida de preço em 2020; veja as maiores altas e baixas As carnes (1,18%), o arroz (2,00%) e a batata-inglesa (12,34%) apresentaram altas menos intensas na comparação com o mês anterior, quando variaram 5,53%, 4,96% e 17,96%, respectivamente. Já as frutas subiram 5,68%, frente à alta de 3,62% no mês anterior, e contribuíram com o maior impacto (0,06 p.p.) entre os itens pesquisados. No lado das quedas, o destaque foi o recuo nos preços do tomate (-4,14%). Já os alimentos para consumo fora do domicílio seguiram movimento inverso e aceleraram de 0,58% em dezembro para 1,02% em janeiro. Enquanto a refeição (0,81%) apresentou variação próxima à do mês anterior (0,86%), o lanche passou de um recuo de 0,11% para alta de 1,45%, "contribuindo decisivamente para o resultado observado em janeiro", enfatizou o IBGE. Energia elétrica tem o maior impacto individual no mês Depois de Alimentação e bebidas, o segundo maior impacto no índice do mês partiu do grupo Habitação, que teve alta de 1,44% no mês, levemente abaixo do registrado em dezembro (1,50%). O principal impacto na alta da Habitação partiu da energia elétrica que, segundo o IBGE, foi o item com o maior impacto individual no mês (0,14 p.p.), ajudando a desacelerar a inflação na passagem de dezembro para janeiro. A energia elétrica passou de uma alta de 4,08% em dezembro para 3,14% em janeiro. Isso porque passou a vigorar a bandeira tarifária amarela, em que há acréscimo de R$1,34 na conta de luz a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos - em dezembro estava em vigor a bandeira tarifária vermelha patamar 2, cujo acréscimo é de R$ 6,24 para cada 100 kWh consumidos. Ainda no grupo Habitação, o segundo maior impacto veio do gás de botijão, que teve alta de 2,42%, foi o oitavo mês consecutivo com alta de preços para o produto. Alta dos transportes desacelera de 1,43% para 0,14% O IBGE destacou que o grupo de Transportes, que é o segundo de maior peso no IPCA-15, apresentou forte de desaceleração - passou de 1,43% em dezembro para 0,14% em janeiro. "Isso ocorreu tanto pela queda nos preços das passagens aéreas quanto pela alta menos intensa da gasolina, que passou de 2,19% em dezembro para 0,95%", destacou o IBGE. As passagens aéreas registraram deflação de 20,49% em janeiro. Segundo o IBGE, essa queda também ajuda a explicar a desaceleração do IPCA-15 na passagem de dezembro para janeiro, somada à redução da energia elétrica. Alta em todas as regiões Todas as 11 regiões pesquisadas pelo IBGE registraram alta do IPCA-15 em janeiro, sendo que em apenas quatro delas o resultado tenha ficado abaixo da média nacional. O maior índice foi observado na região metropolitana do Recife, enquanto Brasília teve o menor resultado. Veja a prévia da inflação para cada uma das regiões pesquisadas pelo IBGE: Recife: 1,45% Porto Alegre: 1,11% Fortaleza: 0,97% Belo Horizonte: 0,97% Rio de Janeiro: 0,95% Goiânia: 0,89% Belém: 0,78% Brasil: 0,78% São Paulo: 0,63% Curitiba: 0,62% Salvador: 0,38% Brasília: 0,33% Para o cálculo do IPCA-15, o IBGE coletou os preços no período de 12 de dezembro de 2020 a 14 de janeiro de 2021 e os comparou àqueles vigentes de 13 de novembro a 11 de dezembro de 2020. Perspectivas e meta de inflação A meta central do governo para a inflação em 2021 é de 3,75%, e o intervalo de tolerância varia de 2,25% a 5,52%. Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic), que está atualmente em 2% ao ano. Os analistas das instituições financeiras projetam uma inflação de 3,50% no ano, conforme aponta a última pesquisa Focus do Banco Central. Em 2020, a inflação fechou em 4,52%, acima do centro da meta do governo, que era de 4%. Foi a maior inflação anual desde 2016. Metas para a inflação estabelecidas pelo Banco Central Aparecido Gonçalves/Arte G1 Assista às últimas notícias de Economia: q
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26/01 - De olho em 2022, aliados do governo defendem taxar mais ricos por nova rodada do Auxílio Emergencial
Planalto aguarda fim das eleições no Congresso para retomar projetos que possam trazer dividendos políticos e eleitorais a Bolsonaro. No ano passado, ele chegou a descartar uma nova rodada do programa. O presidente Jair Bolsonaro em foto do dia 19 de janeiro de 2021 Eraldo Peres/AP Photo Com a queda na popularidade do presidente Bolsonaro – e a pressão por vacinas – o governo federal aguarda o fim das eleições no Congresso, marcadas para a próxima segunda-feira (1º), para retomar projetos que possam trazer ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) dividendos políticos e eleitorais – como o Auxílio Emergencial. No fim de 2020, Bolsonaro chegou a descartar uma nova rodada do programa, dizendo que o Brasil estava no limite. Mas, nos bastidores, o governo segue trabalhando numa saída jurídica para garantir um novo pagamento da ajuda aos mais vulneráveis durante a pandemia. 40% reprovam o governo Bolsonaro e 37% aprovam, diz Datafolha Candidatos à presidência da Câmara, como Baleia Rossi (MDB-SP) e Arthur Lira (PP-AL), têm defendido nos bastidores – e junto ao mercado financeiro – a viabilidade da proposta dentro do teto de gastos. Fontes do mercado ouvidas pelo blog veem com ceticismo e preocupação a possibilidade de uma nova rodada do auxílio sem cortar gastos, e questionam qual seria a fonte de recursos. Integrantes do governo ouvidos pelo blog têm ouvido da equipe econômica que será necessário um corte em gastos com servidores, por exemplo. Do lado político, aliados de Bolsonaro defendem uma proposta que cobre mais de ricos, uma espécie de taxa. Nos bastidores, já há estudos entre governistas sobre quais isenções podem ser eliminadas para ajudar a financiar o auxílio emergencial. O auxílio é visto como um dos principais fatores que turbinaram a popularidade do presidente. Com o atraso na imunização contra a Covid-19, e a gestão considerada errática do Ministério da Saúde na pandemia, o governo quer compensar e evitar novos desgastes para a imagem do presidente, principalmente de olho em 2022.
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26/01 - Confiança da construção recua com nova piora nas expectativas, aponta FGV
O resultado negativo em janeiro refletiu a piora da percepção dos empresários na avaliação sobre o momento presente e redução das expectativas em relação aos próximos meses. A confiança da construção voltou a recuar em janeiro, segundo dados divulgados nesta terça-feira (26) pela Fundação Getulio Vargas (FGV). O indicador caiu 1,4 ponto, para 92,5 - próximo ao nível registrado em fevereiro de 2020, antes da pandemia do coronavírus. Confiança da construção em janeiro/2021 Economia G1 O resultado negativo em janeiro refletiu a piora da percepção dos empresários na avaliação sobre o momento presente e redução das expectativas em relação aos próximos meses. Em relação ao momento presente, a queda foi de 1,9 ponto, para 90,5. Já nas expectativas, o recuo ficou em 0,9 ponto, para 94,6. Foi a terceira queda consecutiva do subíndice. “O ano se inicia com um arrefecimento no ânimo dos empresários da construção. O resultado ocorre no momento em que vem ganhando destaque a elevação dos preços dos insumos setoriais entre os fatores assinalados como limitantes aos negócios", avaliou Ana Maria Castelo, Coordenadora de Projetos da Construção da FGV IBRE. Assista as últimas notícias de economia
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26/01 - Lojas dos shoppings de Mogi e Suzano reúnem 24 vagas para quem busca emprego nesta terça; veja lista
Interessados podem acessar as lojas de acordo com o descritivo ou procurar pessoalmente o Balcão de Informações. Lojas dos shoppings de Mogi e Suzano reúnem 24 vagas para quem busca emprego Cristina Requena/Divulgação As lojas dos shoppings de Mogi das Cruzes e Suzano reúnem 24 oportunidades de emprego nesta terça-feira (26). Os candidatos devem acessar os estabelecimentos de acordo com o descritivo ou procurar pessoalmente o Balcão de Informações. As oportunidades são para as funções de vendedor, coordenador, operador de caixa, gerente, ajudante de cozinha, atendente, chapeiro, consultor de vendas, professor de ginástica e assistente administrativo PCD. Oportunidades em Mogi das Cruzes Vagas de emprego no shopping de Mogi das Cruzes O SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente) está à disposição dos candidatos para informações, em frente à C&A. O Mogi Shopping fica na Avenida Vereador Narciso Yague Guimarães, 1001 e funciona das 10h às 20h. Para mais informações o telefone é 4798-8800. Oportunidades em Suzano Vagas de emprego no shopping de Suzano As vagas também estão disponíveis no site. O Suzano Shopping fica na Rua Sete de Setembro, 555 e funciona das 11h às 21h. Para mais informações o telefone é 2500-7940. Assista a mais notícias
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26/01 - Para novos gastos com a pandemia, Economia quer 'cláusula de calamidade' pública
A equipe econômica tem pronta para enviar ao Congresso, logo após a eleição para os comandos da Câmara e do Senado, uma sugestão de "cláusula de calamidade" pública para ser incluída na proposta de emenda à Constituição (PEC) do Pacto Federativo, que permitiria acionar mecanismos para gastos extras em “situações agudas” do país, como a atual segunda onda do coronavírus. A informação foi confirmada ao blog por fontes da equipe do ministro Paulo Guedes. A ideia já foi discutida com a área política do governo, que debate a volta do auxílio emergencial para a população que segue desassistida em meio ao crescimento de casos e mortes pela Covid-19. Os candidatos às presidências da Câmara e Senado têm defendido a volta do auxílio. Com a inclusão da cláusula na PEC do Pacto Federativo, a situação de calamidade pública permitiria gastos via créditos extraordinários, desobrigando o cumprimento de regras como a do teto de gastos, e suspenderia temporariamente metas de resultado primário. Em troca, a cláusula exigiria que governos federal, estadual e municipal suspendessem reajustes de salários para servidores, além de limitar outros gastos. O mecanismo poderia ser utilizado por períodos menores do que um ano. Ao longo de 2020, o orçamento de guerra aprovado no Congresso permitiu que recursos fossem utilizados para fazer frente à pandemia sem precisar respeitar metas para controle de gastos públicos. Os recursos utilizados ao longo do ano somaram mais de 10% do PIB do país, ampliando a dívida pública. Além de segurar reajustes de salários – medida exigida dos estados e municípios para liberar a ajuda federal em 2020, mas que vem sendo burlada por gestores no país – o governo pensa em condicionar recursos a outros compromissos, como a venda de estatais ou suspensão temporária de realização de novos concursos públicos. VÍDEOS: veja mais notícias de economia
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26/01 - Em ata, Copom diz que avaliou elevar juro e que pandemia pode reverter temporariamente a retomada econômica
Informações foram divulgadas nesta terça-feira por meio da ata da última reunião do Copom, realizada na semana passada. Na ocasião, o comitê manteve a taxa básica de juros em 2%, a menor da história. O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central informou nesta terça-feira (26) que a evolução da pandemia, com o aumento do número de casos neste começo de ano, assim como o fim do auxílio emergencial, podem implicar um cenário doméstico "caracterizado por mais gradualismo ou até uma reversão temporária da retomada econômica". O Copom também afirmou que chegou a avaliar uma elevação na taxa básica de juros. As informações constam na ata da última reunião do Copom, realizada na semana passada, quando a taxa básica de juros da economia foi mantida na mínima histórica de 2% ao ano. "A incerteza sobre o ritmo de crescimento da economia permanece acima da usual, sobretudo para o primeiro trimestre deste ano, concomitantemente ao esperado arrefecimento dos efeitos dos auxílios emergenciais", informou. Acrescentou ainda que a "pouca previsibilidade associada à evolução da pandemia e ao necessário ajuste dos gastos públicos a partir de 2021 aumenta a incerteza sobre a continuidade da retomada da atividade econômica". Depois de cair com decisão do Copom, dólar vira e é negociado a R$ 5,39 Taxa Selic O Copom disse que preferiu tomar uma decisão sobre uma eventual alta dos juros quando surgirem mais informações sobre o cenário. "Alguns membros questionaram se ainda seria adequado manter o grau de estímulo extraordinariamente elevado, frente à normalização do funcionamento da economia observada nos últimos meses (...) Esses membros julgam que o Copom deveria considerar o início de um processo de normalização parcial, reduzindo o grau 'extraordinário' dos estímulos monetários", diz a ata. No encontro, o Copom também anunciou o fim do chamado "forward guidance", a orientação futura que indica a manutenção dos juros respeitadas certas condições. O BC informou que essas condições deixaram de ser satisfeitas já que as expectativas de inflação estão próximas da meta. Segundo a instituição, isso não significa, no entanto, que haverá uma elevação da taxa de juros no próximo encontro do Copom, “pois a conjuntura econômica continua a prescrever, neste momento, estímulo extraordinariamente elevado frente às incertezas quanto à evolução da atividade”. A expectativa do mercado financeiro é de que a taxa básica de juros permaneça no atual patamar de 2% ao ano até junho deste ano, quando a taxa avançaria para 2,25% ao ano. A previsão é de que a Selic termine 2021 em 3,5% ao ano e 2022 em 4,75% ao ano. Choques 'temporários' de inflação Na ata do Copom, o BC avalia que a recente elevação no preço de "commodities" (produtos com cotação internacional, como petróleo, minério de ferro e soja) e seus reflexos sobre os preços de alimentos e combustíveis implicam elevação das projeções de inflação para os próximos meses. "Apesar da pressão inflacionária mais forte no curto prazo, o Comitê mantém o diagnóstico de que os choques atuais são temporários, ainda que tenham se revelado mais persistentes do que o esperado. Assim, o Copom segue monitorando sua evolução com atenção, em particular as medidas de inflação subjacente", acrescentou. O Copom fixa a taxa básica de juros com base no sistema de metas de inflação, olhando para o futuro pois as decisões demoram de seis a nove meses para terem impacto pleno na economia. Neste ano, a meta central é de 3,75%, mas o IPCA pode ficar entre 2,25% a 5,25% sem que a meta seja formalmente descumprida. Para 2022, a meta central é de 3,5% e será oficialmente cumprida se o índice oscilar de 2% a 5%. Considerando as projeções do mercado de para câmbio e juros (alta para 3,5% ao ano em 2021 e 4,75% ao ano em 2022), o BC estimou que o IPCA, a inflação oficial do país, ficará em torno de 3,6% neste ano e de 3,4% em 2022, ou seja, já próximos das metas centrais fixadas pelo Conselho Monetário Nacional. VÍDEOS: veja mais notícias de economia
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26/01 - Confiança do consumidor cai para menor valor desde junho de 2020
Sem o suporte dos benefícios emergenciais, as famílias continuam postergando consumo e dependendo da recuperação do mercado de trabalho, que tende a ser lenta diante do cenário atual, segundo coordenadora das sondagens da FGV. Consumidor Jefferson Severiano Neves/EPTV O índice que mede a confiança do consumidor caiu 2,7 pontos em janeiro, para 75,8 pontos, menor valor desde junho de 2020 (71,1 pontos), quando se iniciava a fase de recuperação das perdas sofridas nos primeiros quatro meses de 2020, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV). “A confiança do consumidor manteve a trajetória de queda pelo quarto mês consecutivo. O recrudescimento da pandemia e a necessidade de adoção de medidas mais restritivas por algumas cidades geram grande preocupação com os rumos da situação econômica do país e das famílias. Sem o suporte dos benefícios emergenciais, as famílias continuam postergando consumo e dependendo da recuperação do mercado de trabalho, que tende a ser lenta diante do cenário atual”, afirma Viviane Seda Bittencourt, Coordenadora das Sondagens da Fundação Getulio Vargas (FGV). Em janeiro, houve piora tanto da percepção dos consumidores em relação ao momento quanto das expectativas para os próximos meses. O indicador que mede as perspectivas sobre a economia foi o que mais contribuiu para a queda do índice de confiança. Já a percepção de piora da situação corrente é mais evidente na satisfação com as finanças familiares. Com perspectivas mais pessimistas, consumidores sinalizam também um menor ímpeto de compras, com o menor patamar desde julho de 2020. Por faixas de rendimento, houve recuo da confiança em todas as famílias, exceto nas de renda até R$ 2,1 mil, que teve aumento. Apesar disso, como o índice desta faixa de renda mais baixa havia recuado no mês anterior, continua sendo o menor entre as quatro classes de renda. Para as famílias de maior poder aquisitivo, a queda da confiança foi influenciada pela piora nas expectativas em relação à situação econômica e ao mercado de trabalho. Assista a mais notícias de Economia:
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26/01 - Auxílio Emergencial: Cidadania libera pagamento para mais 196 mil beneficiários
Receberão o recurso beneficiários que fizeram a contestação em novembro e dezembro ou que tiveram o pagamento reavaliado em janeiro de 2021; liberação do dinheiro será no próximo dia 28. Auxílio emergencial Reuters O Ministério da Cidadania divulgou calendário de pagamento do Auxílio Emergencial para o total de 196 mil beneficiários, totalizando R$ 248,6 milhões em recursos. Trata-se de dois grupos que receberão o benefício: Beneficiários que fizeram a contestação no período de 7 a 16 de novembro e de 13 a 31 de dezembro de 2020 - 191 mil pessoas; Beneficiários que tiveram o pagamento reavaliado em janeiro de 2021, decorrente de atualizações de dados governamentais - 5 mil pessoas. Esses beneficiários receberão de uma só vez todas as parcelas a que têm direito. Os recursos estarão disponíveis no dia 28 de janeiro, quinta-feira, tanto para transferências e pagamentos quanto para saques. Entre o total de 196 mil trabalhadores: 8,3 mil receberão a segunda, a terceira, a quarta e a quinta parcelas do Auxílio Emergencial 40,9 mil pessoas receberão as três últimas parcelas. 68,1 mil terão direito à quarta e à quinta parcelas. 78,3 mil vão receber somente a quinta parcela. Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial ou pelo site auxilio.caixa.gov.br. Veja o calendário completo de pagamentos do Auxílio Emergencial Saiba como liberar a conta bloqueada no aplicativo Caixa Tem Tira dúvidas sobre o Auxílio Emergencial SAIBA TUDO SOBRE O AUXÍLIO EMERGENCIAL Os créditos das últimas parcelas do benefício se encerraram no último dia 29 de dezembro. Já a liberação de saques termina nesta quarta-feira (27). Calendário de saques do Auxílio Emergencial Reprodução/Caixa Econômica Federal O Auxílio Emergencial foi liberado para 68 milhões de trabalhadores - 32,2% da população e cerca de 40% das residências - pagando o total de R$ 330 bilhões, segundo o Ministério da Cidadania. Assista a mais notícias de Economia:
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26/01 - 12 empresas têm vagas de emprego abertas; veja lista
Omie, Propz, Sambatech, Konduto, Getrak, Zup, Méliuz, Pessoalize, Provi, Cidadania4u, SalesFarm e Sólides são as empresas com vagas abertas. As empresas Omie, Propz, Sambatech, Konduto, Getrak, Zup, Méliuz, Pessoalize, Provi, Cidadania4u, SalesFarm e Sólides estão com vagas de emprego abertas. Veja abaixo detalhes dos processos seletivos: Veja mais vagas de emprego pelo país Omie A Omie abriu 87 vagas de emprego para a unidade matriz na cidade de São Paulo e em franquias como as capitais Rio de Janeiro, Salvador, Belém, Porto Alegre e cidades do interior de São Paulo e de Minas Gerais. As oportunidades oferecidas são para Executivo de Vendas e de Contas, Analista de Projetos, Analista de SEO, Consultor de Campo e de Expansão, Customer Success, Agente de Relacionamento, Coord. Comercial, entre outros. Para se candidatar acesse o link https://trabalheconosco.vagas.com.br/omie. Propz A Propz está com vagas para as seguintes funções: Analista de Marketing Pleno, Cientista de Dados Pleno, Senior Data Engineer, Coordenador de BI, Analista de BI, Analista de Requisitos ((PRD) Produtos - Core & XP), Analista de CRM (Ativação), Analista de CRM Sênior (Planejamento), Analista de Infraestrutura ((SEG) Segurança da Informação e TI), Consul. de Relacionamento ((B2B) Relacionamento B2B). Para ter mais detalhes das vagas, acesse https://propz.recruitee.com/. Sambatech A Sambatech está com 27 vagas abertas para customer success (analista); analista comercial júnior, coordenação comercial, analista de qualidade e teste de software, desenvolvimento Backend Java/Python Jr, desenvolvimento Backend Java/Python Pleno, desenvolvimento Front-End (Pleno), Business Development Representative (BDR), para analista de projetos (Home Office / Remoto) e UX/UI Designer (Home Office / Remoto) . Além disso, a nova unidade de negócios da empresa, a Samba Digital, focada em transformação digital, também está com vagas para: Desenvolvedor (a) .NET Pleno, Desenvolvedor (a) .NET Sênior, Desenvolvimento Backend PHP/Node Júnior, Desenvolvimento Backend PHP/Node Pleno, Desenvolvimento Front-End - (Home Office / Remoto), Desenvolvimento ML Node/Python Pleno e Desenvolvimento iOS/Android híbrido [React Native] - (Home Office / Remoto). Os interessados devem se candidatar pelo https://jobs.kenoby.com/sambatech-carreiras/. Konduto A Konduto está com vagas abertas para: UX/UI Designer, Analista Comercial SDR, Analista de Dados, Dev Full Stack, DevOps Engineer SR e Backend Engineer. Os interessados devem se candidatar pelo link https://carreiras.konduto.com/. Getrak A Getrak está com 7 vagas para Desenvolvedor Back End Pleno, Desenvolvedor Back End Sênior, Desenvolvedor Front End Sênior, Desenvolvedor Front End Pleno, Analista de Produto/ PO, Scrum Master e Analista DevOps. Os interessados devem se candidatar pelo site https://www.linkedin.com/feed/update/urn:li:activity:6723996598029848576/. Zup A Zup criou o programa Orange Talents para contratar mais de 500 desenvolvedores juniores. Após 12 semanas, elas terão a oportunidade de continuar trabalhando na empresa, subir de cargo e dobrar o salário inicial. A página oficial do programa é: https://www.zup.com.br/orange-talents. Méliuz A Méliuz está com 40 vagas abertas para a área de tecnologia para desenvolvedor Back-end e Front-End, desenvolvedor de Testes, desenvolvedor Mobile, SRE/DevOps e Product Mananger. Todas as vagas são para posições Pleno e Sênior, 100% remotas. Inscrições pelo site https://meliuz.gupy.io/ Pessoalize A Pessoalize está com vagas abertas para surdos e intérpretes fluentes em Libras nas áreas atendimento ao cliente. Os interessados podem acessar os detalhes da vaga no site https://www.instagram.com/pessoalize Provi A Provi está com vagas abertas para as áreas de tecnologia, inovação, experiência do cliente, vendas, entre outras. Os interessados podem acessar as informações no site: https://www.notion.so/Carreiras-na-Provi-0db6d02b3f114837aac361adf8dad9ff Cidadania4u A Cidadania4u está com oito vagas abertas para Inside Sales em formato remoto/home office. É desejável que o candidato tenha formação em administração, marketing, engenharias, Direito ou áreas afins; experiência com vendas; e conhecimento de técnicas de vendas (SPIN Selling, BANT, GPCT) é um diferencial. Os interessados devem se candidatar pelo link https://cidadania4u.gupy.io/jobs/634070?jobBoardSource=gupy_public_page . SalesFarm A SalesFarm está com 30 vagas abertas para a vendedor. As oportunidades são para qualquer lugar do Brasil, pois o trabalho é 100% remoto. Os interessados devem se candidatar pelo site https://www.salesfarm.com.br/entrevista. Sólides A Sólides está com 19 vagas atualmente e até fevereiro vai disponibilizar em torno de 100 oportunidades para os cargos de vendedor(a) - Inside Sales, gerente de Inbound Marketing, desenvolvedor(a) Ruby On Rails - Pleno, estágio em Recrutamento e Seleção, analista de QA Pleno, desenvolvedor(a) React.js, engenheiro de Machine Learning e IA, customer Success OPS (Análise de dados), gestor(a) VSB (Very Small Business), estagiário Inside Sales, gestor(a) de HRScore, analista de Processos, secretária (o) executiva (o), estagiário de Métricas em Marketing, UX/UI - Product Designer Pleno, Analista de Suporte Técnico e Desenvolvedor(a) Backend - PHP Pleno, entre outros. Os interessados devem se candidatar pelo link https://solides.solides.jobs/. Assista a mais notícias de Economia:
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26/01 - O que pode acontecer após uma invasão da conta de e-mail, conta Google ou outra credencial de sistema?
Tira-dúvidas comenta a importância da conta do e-mail e explica como você pode se proteger de acessos não autorizados. Se você tem alguma dúvida sobre segurança da informação (antivírus, invasões, cibercrime, roubo de dados etc.), envie um e-mail para g1seguranca@globomail.com. A coluna responde perguntas deixadas por leitores às terças e quintas-feiras. Violação da conta de e-mail pode revelar muitos outros dados e informações pessoais. linusb4/Freeimages.com O que alguém poderia fazer se tivesse acesso ao meu Gmail? – 'O. Oliveira' O Gmail está ligado à sua conta Google. Na prática, uma invasão ao Gmail significa que houve também uma invasão da conta Google, e você poderá ter problemas decorrentes desses dois fatores. Sendo assim, vamos pensar nessa pergunta em partes: os riscos associados ao e-mail em si e, depois, a conta Google. Riscos de invasão ao e-mail Esses riscos existem para qualquer conta de e-mail, incluindo Yahoo, Zoho, Outlook e outros. O invasor terá acesso a todas as suas mensagens, e isso inclui comunicações pessoais realizadas por e-mail. É comum receber documentos (como notas fiscais eletrônicas) no e-mail. Esses arquivos terão seus dados pessoais, como CPF, endereço e as informações do serviço prestado. Todos esses dados podem ser facilmente obtidos pelo invasor com uma pesquisa. O invasor poderá saber em quais lojas você faz compras e até em quais bancos você tem conta. Ele pode usar esses dados para aplicar novos golpes com impacto financeiro direto contra você. Imagine receber uma ligação falsa sobre uma compra que você acabou de fazer, com todos os dados corretos dela – a chance de acreditar que o contato é legítimo é muito maior. O endereço de e-mail é usado como fator de recuperação de conta em vários serviços. Isso significa que sua caixa de mensagens é um excelente ponto de partida para aprofundar o acesso a outras contas, como redes sociais, lojas (incluindo lojas de serviços online, como jogos e aplicativos). Riscos para contas de sistema Os riscos abaixo também existem para outras contas que dão acesso a diversos serviços de internet e a serviços de sistema operacional, como Google (Android/ChromeOS), Microsoft (Windows/Office) e ID Apple (iOS/macOS). A conta Google dá acesso ao Google Drive, onde você estar armazenando documentos pessoais, e ao Google Fotos, onde você pode ter muitas fotos pessoais, incluindo imagens íntimas. Todos esses dados podem ser usados contra você. Já a conta Microsoft dá acesso ao OneDrive, enquanto o ID Apple abre o iCloud. Se você não desligou o Histórico do YouTube, o invasor saberá todos os vídeos que você assistiu na plataforma, além de ter acesso às suas listas de reprodução, vídeos não listados e privados. A conta Microsoft pode ter dados sobre os programas que você usa em seu computador. Há muitos serviços associados a essas contas com dados potencialmente pessoais. É possível que o invasor consiga extrair todos esses dados de uma só vez por meio de recursos como o "Takeout" (Google) e o "Baixe seus dados" (Microsoft). Caso não consiga recuperar uma conta invadida, você corre risco de perder o acesso a aplicativos e conteúdo comprados na Play Store (Android), Microsoft Store e Xbox (Windows) ou App Store e iTunes (Apple). Riscos circunstanciais Esses riscos dependem das configurações que você realiza em outros serviços. O Google (assim como o Facebook e a Apple) é um prestador de "login único" bastante popular. Vários outros serviços na internet podem usar sua conta Google como login direto. Quem tiver acesso à sua conta Google poderá acessar todos os serviços em que você usou sua conta Google para realizar o login. Se você utiliza o backup online do WhatsApp no celular, o arquivo de backup é armazenado na sua conta Google (Android) ou Apple (iPhone/iOS). Sendo assim, o acesso à sua conta Google facilita o acesso ao backup contendo todas as suas mensagens, e este poderá ser acessado de forma bastante simples ao ativar seu número do WhatsApp em um celular do invasor (caso ele consiga ativar o seu WhatsApp também). Além do WhatsApp, vários outros apps realizam backups ou salvam dados no Google Drive. Todos esses dados poderão ser acessados pelo invasor. Como proteger sua conta? A verificação ou confirmação em duas etapas (também chamada de "autenticação multifatorial") é a melhor forma de proteger suas contas em serviços on-line. Você pode gerenciar suas configurações de verificação em duas etapas pela verificação de segurança do Google (https://myaccount.google.com/security/). Verificação de segurança do Google oferece uma visão geral sobre a sua conta. Você pode desautorizar dispositivos antigos e ativar a verificação em duas etapas. Reprodução Veja todas as dicas: Cuidado com sites falsos. Sempre confira se o endereço que aparece no seu navegador web está correto (por exemplo, com "google.com" em destaque ao final do endereço) antes de digitar sua senha. Use apenas dispositivos confiáveis. Não utilize computadores ou celulares de outras pessoas. Cuidado com programas que roubam senhas. instale aplicativos ou programas piratas e não abra links em e-mails inesperados. Cuidado com mensagens e e-mails. Cuidado com ofertas inesperadas que exijam um login na sua conta Google, acesso a links desconhecidos ou abertura de anexos. Use o bloqueio de tela. Bloqueie o seu computador ou celular para evitar que outras pessoas tenham acesso quando você não estiver olhando. Cuidados com a verificação em duas etapas Com a verificação em duas etapas, você terá de fazer login usando sua senha e um fator adicional de autenticação. Esse fator adicional, no Google, pode ser um código recebido em seu telefone, um código gerado por um aplicativo ou uma autorização por um dispositivo USB/NFC (sem fio de celular). A autorização por USB/NFC exige a aquisição de do aparelho (chamado de "chave U2F" ou "chave FIDO"). Para quem não quer gastar esse dinheiro, o código gerado por aplicativo é a opção mais segura. Tenha cuidado para não ficar sem a chave de acesso adicional. O Google permite gerar "chaves fixas" que podem ser usadas em caso de problemas, permitindo que você reconfigure a verificação em duas etapas da sua conta. Gere e guarde essas chaves de recuperação em segurança. Dúvidas sobre segurança digital? Envie um e-mail para g1seguranca@globomail.com. Veja dicas sobre Segurança Digital 5 dicas de segurança para sua vida digital Vídeos para navegar com segurança na rede
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26/01 - Veja as vagas de emprego disponíveis nesta terça -feira (26) em Petrolina e Salgueiro
Os interessados nas oportunidades podem entrar em contato com a Seteq através da internet. As oportunidades são disponibilizadas pela Agência do Trabalho de Pernambuco Beatriz Braga/G1 Petrolina Foram divulgadas as vagas de emprego disponíveis nesta terça-feira (26) em Petrolina e Salgueiro, Sertão de Pernambuco. As oportunidades são disponibilizadas pela Agência do Trabalho de Pernambuco e atualizadas no G1 Petrolina. Os interessados nas oportunidades podem entrar em contato com a Seteq através da internet. O atendimento na Agência do Trabalho ocorre apenas com agendamento prévio, feito tanto pelo site da secretaria, quanto pelo Portal Cidadão. Petrolina Contato: (87) 3866 - 6540 Vagas disponíveis Salgueiro Contato: (87) 3871-8467 Vagas disponíveis GR1 de segunda-feira, 25 de janeiro
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26/01 - Emprego: confira as 337 vagas oferecidas através da Agência do Trabalho nesta terça
Oportunidades foram disponibilizadas em 16 municípios do estado e incluem cargos como costureira, técnico em nutrição e vendedor pracista. Vagas foram oferecidas pelas Agências do Trabalho Divulgação/PMR Profissionais que estão em busca de uma oportunidade de emprego têm 337 vagas disponíveis através da Agência do Trabalho, da Secretaria do Trabalho, Emprego e Qualificação (Seteq), em 16 municípios do estado, nesta terça-feira (26). Há oportunidades no Recife (141), Arcoverde (5), Bezerros (4), Cabo de Santo Agostinho (30), Caruaru (52), Garanhuns (2), Igarassu (1), Ipojuca (1), Paudalho (1), Nazaré da Mata (2), Petrolina (9), São Lourenço da Mata (5), Salgueiro (13), Santa Cruz do Capibaribe (44), Serra Talhada (5) e Vitória de Santo Antão (27). Do total, há mais de cem vagas para o cargo de costureira de máquinas industriais, no Recife. Outras dez oportunidades foram reservadas para pessoas com deficiência e são para o cargo de operador de atendimento receptivo (telemarketing), também na capital pernambucana (confira lista completa mais abaixo). Interessados devem agendar atendimento em uma das Agências do Trabalho do estado. O atendimento ocorre preferencialmente com agendamento, feito pelo site da secretaria ou pelo Portal Cidadão. Vagas de emprego Vagas para pessoas com deficiência Vagas temporárias VÍDEOS: Concursos e emprego
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26/01 - Abertura de vagas em tecnologia cresce mais de 600% em São Paulo em 2020; veja cargos em alta
Levantamento da plataforma Catho mostra que pandemia impulsionou procura por profissionais do setor. Cientista de dados Myriam Jessier/Unsplash O estado de São Paulo registrou crescimento de até 671% em 2020 nas vagas do setor de tecnologia, segundo levantamento da Catho. Segundo a pesquisa, que compara a abertura de vagas de 2020 com 2019, os cargos que mais tiveram maior crescimento na oferta de vagas foram cientista de dados (671%), desenvolvedor.NET (517%), devOps (460%), web developer (97%) e programador ADVPL (60%). Para Eber Duarte, diretor de tecnologia da Catho, o aumento na procura por profissionais mesmo em meio à pandemia é reflexo da transformação digital vivenciada por empresas de diversos segmentos que atuam na cidade e estado. "Nesta mudança para o digital, o profissional de tecnologia é imprescindível. É ele quem irá conduzir esse processo, que pode ser desde a criação de um site que irá permitir que lojas físicas se tornem e-commerces até a otimização e automação de processos internos que possibilitam a eficiência operacional das companhias. E este movimento não deve terminar num cenário pós-pandemia. É uma tendência que veio para ficar." Conheça abaixo os cinco cargos em tecnologia que mais cresceram no estado de São Paulo no último ano: Cientista de dados (671%): Essa área tem ganhado cada vez mais destaque, uma vez que o maior ativo das empresas hoje são os dados, e é de interesse do negócio saber padrões de comportamento de seus clientes, produtos e serviços. Cabe a esse profissional reunir, interpretar e comunicar toda informação relevante contida em toneladas de dados que as empresas armazenam, e dar a eles valor e relevância. Desenvolvedor.NET (517%): O profissional é responsável por planejar, codificar, depurar e testar sistemas utilizando a linguagem .NET. Ou seja, participa de todo o ciclo de desenvolvimento de websites e aplicações .NET. DevOps (460%): Esse profissional atua próximo ao time de desenvolvimento de softwares, ampliando o conhecimento dos desenvolvedores sobre infraestrutura. Na prática, é o profissional que trabalha construindo mecanismos que buscam trazer mais confiabilidade e qualidade para os sistemas. Web Developer (97%): Realiza o desenvolvimento técnico e visual de páginas da internet e manutenção de sites, definindo linguagens, bancos de dados, armazenamento e atualização de informações, a fim de atender o volume de internautas e seu correto funcionamento. Programador ADVPL (60%): Programa e desenvolve em sistema ADVPL, codifica e testa sistemas. Executa a manutenção dos sistemas, fazendo eventuais correções necessárias, visando atender às necessidades dos usuários. Desenvolve trabalhos de montagem, depuração e testes de programas, executando serviços de manutenção nos programas já desenvolvidos. Assista a mais notícias de Economia:
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26/01 - Como começar um negócio do zero com pouco dinheiro
Veja dicas de 7 áreas que precisam de investimento baixo para começar, segundo o Sebrae. Como começar um negócio do zero com pouco dinheiro Empresas que começaram em uma garagem e viraram gigantes chamam a atenção. A Amazon, de Jeff Bezos, partiu de uma pequena revendedora de livros usados, ainda com o nome de “Cadabra”, para se tornar uma das marcas mais valiosa do mundo. Mas a realidade de quem está começando um negócio do zero com pouco dinheiro, ainda mais em tempos de Covid-19, é muito diferente, como explica Edgard Barki, professor e coordenador do centro de empreendedorismo e novos negócios da Fundação Getúlio Vargas (FGV) EAESP. “Existem muitos que tentaram [criar um negócio com pouco dinheiro] , e não conseguiram. O segredo não é ter dinheiro ou não, é saber usar o que você tem do melhor jeito possível”, diz Edgard Barki, da FGV. Bezos, na verdade, obteve um empréstimo dos pais para começar o negócio, além de captar recursos com investidores desde o começo. "Mais do que dinheiro, depende de uma visão para enxergar oportunidades", afirma Barki. 10 erros ao abrir uma empresa 5 passos para começar um negócio digital Plano de negócios: como montar o seu Desde a chegada do coronavírus ao país, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) de São Paulo relata alta no interesse dos brasileiros em começar novos negócios. Segundo a entidade, os atendimentos com orientações aos empreendedores triplicaram durante a pandemia. Diante das crises de saúde e econômica, o desemprego bateu recordes durante 2020, segundo o IBGE, e o número de trabalhadores que passaram a exercer atividades por conta própria aumentou. Pensando em estratégias para começar um negócio com pouco dinheiro, o G1 reuniu quais são os principais pontos para começar uma empresa do zero, de acordo com especialistas do setor. Áreas de baixo custo inicial A pergunta a se fazer na hora de definir o ramo do negócio é qual o “problema” atual do consumidor. Isso significa encontrar uma resolução para o que as pessoas estão precisando no momento. Com o isolamento social e mais tempo em casa, o consumidor tem novos hábitos, como trabalhar em home office e o uso de máscaras. “O empreendedor deve pensar em desenvolver um serviço para essa nova realidade”, explica Wilson Poit, diretor-superintendente do Sebrae-SP. Dicas de 7 áreas que precisam de pouco dinheiro para começar, segundo o Sebrae: Artesanato (confecções simples, como objetos de decoração, roupas confortáveis, pantufas, aromatizadores e máscaras). Refeições e doces por encomenda (kits de café da manhã, kits para finalizar o produto em casa e kits para público específico, como alimentos sem glúten). E-commerce de nicho (vender alguma coisa que gosta e entende pela internet, como plantas, vinhos, entre outros). Aulas e cursos online (consultorias, reforço escolar, exercício físico, yoga, etc). Mercado infantil (kits de brinquedos, jogos, parquinho para dentro de casa, etc). Reparos domésticos (consertos em geral, pintores, pedreiros, encanadores). Brechó digital (revender peças que sobram nas casas das pessoas). Veja 10 erros ao abrir uma empresa: de trabalhar como hobby a confundir PF com PJ Busque conhecimento (e parceiros) Um exercício proposto por Poit, do Sebrae, é pegar duas folhas em branco. Em uma delas, escreva algo em que tenha talento. “Não existe nenhuma pessoa que não tenha uma habilidade”, afirma. No segundo pedaço de papel deve estar uma lista de amigos. “São todas pessoas que você pode pedir, sem hesitar, uma ajuda”. Com essa rede formada, você deve divulgar o negócio e conseguir apoio dessas pessoas, que podem se tornar futuros colaboradores. Outra dica importante é buscar conhecimento em aulas e cursos de empreendedorismo. O próprio Sebrae possui uma lista de aulas gratuitas e que podem ser feitas pela internet, até mesmo por WhatsApp. O curso mais acessado, inclusive, se chama “Seu negócio digital em 5 dias”. Para o professor da FGV, Edgard Barki, a base do empreendimento é "vender o tempo todo", não especificamente o produto, mas a ideia por trás de seu negócio. “Quando você não tem nada [de dinheiro], muitas vezes você tem uma ideia. E você tem que convencer as pessoas que aquilo é uma boa ideia”, argumenta. Isso é importante para ter potenciais colaboradores no negócio. “Eles vão começar com você vislumbrando futuros ganhos”, explica. Estrutura enxuta Nada de megalomania logo no início do negócio, o importante é dar um passo de cada vez. Para isso, é essencial manter uma estrutura enxuta e sem gastos desnecessários. Veja algumas dicas para gastar pouco no negócio: Começar sozinho, sem funcionários (é importante consolidar o negócio para poder iniciar contratações). Utilizar a própria residência como local de trabalho. Usar meios digitais sem custo para chegar ao cliente (WhatsApp e redes sociais). Para formalizar o seu negócio a modalidade indicada é a de Microempreendedor Individual (Mei). “A luz para o negócio é testar. Se não tem dinheiro, comece pequeno”, afirma Edgard Barki, da FGV. Faça o planejamento Fazer um plano muito minucioso de como funcionará o empreendimento pode não ser fácil para quem está começando, ainda mais com pouca verba, mas é essencial ao negócio ter um planejamento como base. “Mesmo que não seja algo muito detalhado, é importante fazer uma análise inicial”, afirma Wilson Poit. O Sebrae indica a elaboração do chamado plano de negócios, que é um documento com referências sobre a empresa para que se possa mensurar os riscos, avaliar alternativas e evitar decisões erradas (saiba como fazer o plano de negócios aqui). Conheça sete passos para montar um plano de negócios Venda antes, compre depois Uma estratégia indicada é construir uma base de clientes e, eventualmente, até conseguir as encomendas antes mesmo de comprar ou produzir o produto final. Desse modo, quando efetuar o pedido ao fornecedor ou iniciar a manufatura já estará com o lote vendido. “Isso é possível, desde que a pessoa consiga planejar”, afirma Poit, do Sebrae. Ele recomenda começar devagar e conhecer bem o fornecedor para não atrasar a entrega e o cliente não fique na mão. Comece no meio digital Como foi dito sobre a parte estrutural, os meios digitais são vantajosos para quem está começando. Se você quer fabricar bolos, por exemplo, não precisa ter uma loja e pagar aluguel. Pode fazer o preparo em casa e as vendas pela internet. “Hoje é possível vender por WhatsApp, combinar com o cliente o pedido e a entrega”, diz Poit, do Sebrae. “Muitos estão recebendo pelo Pix”. O novo sistema de pagamentos e transferências desenvolvido pelo Banco do Brasil é gratuito. Ele está disponível a qualquer hora, 7 dias por semana (saiba mais como funciona o Pix). Para Barki, da FGV, o digital ou mesmo um serviço porta a porta podem servir como escalada para que um dia tenha o negócio físico. “A loja física ainda tem sua força. Muitas vezes o sucesso pode ir contra a maré”, explica. 5 passos para começar um negócio digital ou levar sua empresa para a internet Vale a pena buscar empréstimo? Nem todos podem contar com o auxílio que Bezos teve ao começar sua empresa, mas uma alternativa para quem não tem dinheiro é buscar um empréstimo para empreender. Caso consiga levantar o dinheiro, os especialistas indicam cuidado extra com o planejamento. “É preciso muito cuidado porque não é crédito só para começar, mas para manter o negócio por alguns meses e atingir o ponto de equilíbrio”, diz Poit, do Sebrae, se referindo ao momento que o empreendimento começa a dar lucro. “Antes de pegar o crédito, é melhor colocar em prática sua ideia, com um modelo enxuto”, complementa Barki, da FGV. Veja mais dicas e estratégias para quem está começando um negócio:
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26/01 - Chefe de engenharia de hardware da Apple deixa cargo para focar em novo projeto
Poucos detalhes sobre o novo papel do executivo foram revelados pela empresa. Dan Riccio se reportará ao presidente-executivo Tim Cook, disse a Apple em um comunicado. iPhone 12 está disponível nas cores preta, branca, azul, vermelha e verde. Divulgação/Apple O chefe de engenharia de hardware da Apple, Dan Riccio, deixará o cargo para supervisionar um novo projeto, disse a fabricante do iPhone nesta segunda-feira (25). Poucos detalhes sobre o novo papel do executivo foram revelados pela empresa. Riccio se reportará ao presidente-executivo Tim Cook, disse a Apple em um comunicado. Ele será substituído pelo veterano da empresa John Ternus, que se juntará à equipe executiva como vice-presidente sênior de engenharia de hardware. Apple alerta sobre cuidados no uso do iPhone 12 por pessoas com marca-passo Riccio, que ingressou na Apple há mais de duas décadas como vice-presidente de design de produto, foi nomeado vice-presidente de engenharia de hardware do iPad em 2010 e lidera as equipes de engenharia de Mac, iPhone, iPad e iPod. A empresa tem se concentrado em projetos mais novos e avançando com a tecnologia de carros autônomos, visando 2024 para produzir um veículo de passageiros que poderia incluir sua própria tecnologia de bateria inovadora, informou a Reuters no mês passado. Assista vídeos de TECNOLOGIA no G1
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26/01 - Wall Street fecha com tendências opostas; Nasdaq e S&P têm recorde
"A prudência predominou no começo de uma das semanas mais carregadas da temporada de resultados", disseram analistas de Schwab. Bolsa de Nova York (NYSE), nos EUA Brendan McDermid/Reuters A bolsa de Nova York fechou com tendências opostas nesta segunda-feira (25) no começo de uma semana repleta de resultados de empresas e da primeira reunião prevista do Fed após a posse de Joe Biden. Mesmo assim, Nasdaq e S&P fecharam com níveis recorde. O Dow Jones perdeu 0,12% a 30.960,00 pontos, mas o tecnológico Nasdaq subiu 0,69% com um novo recorde de 13.635,99 unidades e o S&P 500 ganhou 0,36% a um máximo de 3.855,36 pontos. Em dia de baixa liquidez, dólar comercial fecha em alta de 0,60% "A prudência predominou no começo de uma das semanas mais carregadas da temporada de resultados, quando o Federal Reserve [Fed, banco central americano] terá sua primeira reunião de política monetária de 2021", resumiram os analistas de Schwab. "Os mercados digerem as notícias favoráveis sobre o combate ao novo coronavírus e suas variantes depois que (o laboratório) Moderna anunciou que sua vacina deveria ser eficaz contra as mutações do vírus provenientes do Reino Unido e da África do Sul", acrescentaram os analistas. Nos próximos dias, esperam-se os resultados de Apple, Facebook e Microsoft, além de Boeing e Tesla. Na quarta-feira será celebrada a coletiva de imprensa do titular do Fed, Jerome Powell. E na quinta-feira, a primeira estimativa do PIB dos Estados Unidos para o último trimestre de 2020. VÍDEOS: Últimas notícias de Economia
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26/01 - Preço do petróleo começa a semana em alta
O barril de Brent do Mar do Norte para entrega em março subiu 0,85% a 55,88 dólares em Londres. Enquanto isso, o barril de WTI para entrega no mesmo prazo subiu 0,96%, a 52,77 dólares. Campo de exploração de petróleo no RN Getúlio Moura/Petrobras/Divulgação Os preços do petróleo avançaram nesta segunda-feira (25), influenciados pelas perspectivas de uma demanda maior nos Estados Unidos. O barril de Brent do Mar do Norte para entrega em março subiu 0,85% a 55,88 dólares em Londres. Enquanto isso, o barril de WTI para entrega no mesmo prazo subiu 0,96%, a 52,77 dólares. "Mesmo se a pandemia não frear, os preços do petróleo têm boas razões para começar a semana em alta, graças a um coquetel de notícias com tendência de alta", disse Bjornar Tonhaugen, analista da Rystad. Primeiro na lista está o programa de estímulo por US$ 1,9 trilhão que o presidente americano, Joe Biden, deseja apresentar ao Congresso, e que poderia fomentar o consumo de petróleo como resultante do aumento da atividade econômica. Também há "notícias positivas na frente da Opep, com o Iraque comprometido a reduzir sua produção de petróleo em janeiro e fevereiro para compensar o superávit de 2020" sobre o pactuado com o cartel, acrescentou o analista, em alusão a informações reportadas pela Bloomberg. VÍDEOS: Últimas notícias de Economia
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25/01 - Janet Yellen é confirmada como a primeira mulher secretária do Tesouro dos Estados Unidos
A economista de 74 anos também foi a primeira mulher a ser presidente do Federal Reserve e a chefiar o Conselho de Assessores Econômicos da Casa Branca. Janet Yellen, indicada pelo presidente eleito Joe Biden para comandar o Tesouro dos Estados Unidos Reuters o A economista Janet Yellen foi confirmada nesta segunda-feira (25) pelo Senado para se tornar a primeira mulher secretária do Tesouro dos Estados Unidos. O placar de votação no Senado foi de 84 a favor e 15 contra. Yellen, de 74 anos, foi a primeira mulher a ser presidente do Federal Reserve (Fed, banco central americano) e também a primeira mulher a chefiar o Conselho de Assessores Econômicos da Casa Branca. A chefe do Departamento do Tesouro é a maior autoridade da política fiscal dos EUA, ou seja, quem toma as decisões a respeito dos gastos governamentais do país. Ela tem papel-chave na elaboração da política econômica do presidente democrata Joe Biden em meio à pandemia de Covid-19, incluindo o pacote de estímulo econômico de US$ 1,9 trilhão destinado a acelerar a recuperação do país. Quem é quem no governo Biden: Janet Yellen, chefe do Tesouro "Estarei focada no primeiro dia em fornecer apoio aos trabalhadores e às pequenas empresas, colocando em prática, de forma mais rápida e eficiente possível, o plano de ajuda que foi aprovado recentemente e, em seguida, trabalhando com o tempo para um segundo pacote que eu acho que precisamos passar por esses tempos sombrios", disse Yellen em sabatina no Senado na semana passada. Yellen é o terceiro membro do gabinete de Biden aprovado pelo Senado. Foram aceitos Avril Haines, diretora nacional de Inteligência, e o secretário da Defesa, Lloyd Austin, primeiro afro-americano a chefiar o Pentágono. Joe Biden escolhe Janet Yellen para comandar a secretaria do Tesouro Nova equipe Além da confirmação de Yellen, o Tesouro anunciou membros da nova equipe. Natalie Wyeth Earnest será conselheira da secretária de comunicações estratégicas. Mark Mazur, ex-secretário assistente do Tesouro para política tributária, foi nomeado subsecretário adjunto para política tributária do Escritório de Assuntos Legislativos do Tesouro. Aruna Kalyanam, ex-assessora tributária adjunta do Comitê de Caminhos e Meios da Câmara, será subsecretária adjunta para impostos e orçamento no Escritório de Assuntos Legislativos. Quem é Janet Yellen Janet Yellen foi antes presidente do Fed, órgão responsável pela política monetária do país, e com o novo cargo vai ocupar, em governos diferentes, os dois postos mais importantes da economia do país. Formada em economia pela Brown University, ela foi trabalhar no Fed depois de formada. De lá, ela se tornou assessora da Casa Branca durante o governo de Bill Clinton. Yellen diz que novo governo deve focar nos trabalhadores e indica novo pacote de estímulos nos EUA Yellen voltou ao Fed, mas com um cargo mais importante: ela virou a chefe do banco na Costa Oeste do país. Em 2013, o presidente do Fed decidiu deixar o posto, e Yellen foi nomeada para ocupá-lo. Nos anos em que esteve na liderança, ela deu prioridade à criação de empregos, uma política que funcionou, os EUA foram diminuindo sua taxa de desemprego incessantemente nos anos seguintes. A desigualdade passou a ser parte das preocupações do Fed a partir da gestão de Yellen – antes, o órgão não incluia essa questão entre as suas tarefas. 1xVelocidade de reprodução0.5xNormal1.2x1.5x2x VÍDEOS: Últimas notícias de Economia VÍDEOS: Últimas notícias de Economia| em G1 / Economia
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25/01 - Coalizão de 48 empresas firma compromisso contra o racismo no ambiente de trabalho
Iniciativa foi anunciada no Fórum Econômico Mundial, de Davos, e tem por objetivo conscientizar o alto escalão sobre diversidade racial e ampliar a presença de negros entre as equipes. Em Londres, manifestantes gesticulam e gritam durante um protesto do 'Black Lives Matter' após a morte de George Floyd, nos EUA. Para empresas, discussões sobre racismo se reacenderam em 2020. Simon Dawson/Reuters Uma coalizão de 48 multinacionais, dentre as quais Microsoft, Google, Facebook e Coca-Cola, anunciou um compromisso contra o racismo e por mais equidade racial entre os funcionários. A iniciativa foi revelada nesta segunda-feira (25), no Fórum Econômico Mundial. Chamada "Partnering for Racial Justice in Business" (que se traduz como União pela Justiça Racial nos Negócios), trata-se de um compromisso global de organizações e seus líderes para construir locais de trabalho "equitativos e justos" para profissionais com identidades raciais e étnicas sub-representadas, como diz o documento de divulgação. "Para projetar locais de trabalho racialmente justos, as empresas devem enfrentar o racismo em um nível sistêmico – abordando tudo, desde a mecânica estrutural e social de suas próprias organizações até o papel que desempenham nas comunidades em que operam e na economia em geral", diz o texto. As empresas envolvidas somam 5,5 milhões de funcionários em todo o mundo, em 13 diferentes setores produtivos. (Veja a lista completa no fim da reportagem) O ponto de partida da iniciativa será formatar ações para combater as formas mais evidentes de racismo, mas também o viés subjetivo que faz com que negros sejam preteridos em momentos de promoção ou mesmo de contratação. Programa de trainee para negros do Magazine Luiza cumpre papel constitucional Para justificar como os negros costumam ficar para trás no mundo dos negócios, o documento cita a falta de representatividade no alto comando das maiores empresas do mundo. Houve apenas 15 negros que chegaram a CEO nas empresas da Fortune 500 em mais de 60 anos de existência da lista. Atualmente, apenas 1% das 500 principais empresas tem um CEO negro. "À medida que a iniciativa evoluir, ela buscará aumentar a visibilidade de líderes racial e etnicamente diversificados em todos os setores e expandir seu foco para incluir grupos raciais e étnicos adicionais", diz a nota. Isso porque, apesar de focar majoritariamente nos negros, o programa reconhece que a carência de diversidade pode variar de acordo com as minorias marginalizadas de cada país. Veja as empresas que assinaram o compromisso A.P. Møller-Maersk AlixPartners AstraZeneca Bank of America BlackRock Bloomberg Boston Consulting Group Bridgewater Associates Centene Cisco Systems Cognizant Dentsu International Deutsche Bank EY Facebook Google H&M Group Henry Schein HP Infosys Ingka Group (IKEA) Jacobs Engineering Group Jefferson Health Johnson & Johnson Kaiser Permanente Kearney LinkedIn ManpowerGroup Mastercard Mayo Clinic McKinsey & Company Microsoft Nestlé PayPal PepsiCo Procter & Gamble PwC Salesforce SAP Standard Chartered Bank Tata Consultancy Services The Coca-Cola Company Depository Trust and Clearing (DTCC) Thermo Fisher Scientific Uber Technologies Unilever UPS Willis Towers Watson VÍDEOS: Últimas notícias de Economia Para justificar como os negros costumam ficar para trás no mundo dos negócios, o documento cita a falta de representatividade no alto comando das maiores empresas do mundo. Houve apenas 15 negros que chegaram a CEO nas empresas da Fortune 500 em mais de 60 anos de existência da i. Atualmente, apenas 1% das 500 principais empresas tem um CEO negro.
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25/01 - Em dia de baixa liquidez, dólar comercial fecha em alta de 0,60%
Com a alta das expectativas de inflação ganhando corpo nos Estados Unidos, momento mais benigno para as moedas emergentes pode ter ficado para trás. Dólar: dia foi de baixa liquidez por causa do feriado do aniversário de São Paulo. pasja1000/Creative Commons Em dia baixa liquidez por causa do feriado do aniversário de São Paulo, que fechou a B3 e limitou os negócios às operações de balcão, o dólar comercial teve alta moderada, de 0,60%, a R$ 5,5125. Após iniciar o dia em baixa, o mercado de câmbio local acabou seguindo o movimento mais amplo do exterior, onde o dólar se fortalece contra a maior parte das divisas emergentes. No horário de fechamento no Brasil, o dólar subia 1,71% contra o peso mexicano, 0,88% ante o peso mexicano, e 0,91% na comparação com o rand sul-africano. Já o índice DXY da ICE avançava 0,18%, aos 90,52 pontos. Já a taxa Ptax, calculada pelo Banco Central, terminou o dia cotada a R$ 5,2089. O nível equivale a uma alta diária de 1,45% sobre o fechamento de sexta-feira. 'Sem a privatização da Eletrobras, minha contribuição fica perdida', diz Wilson Ferreira Jr. O dia ficou marcado pela repercussão da saída do presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira Jr. A renúncia do executivo elevou preocupações sobre o programa de privatizações do governo brasileiro e fez o recibo de ações da estatal recuar mais de 10% em Wall Street. Já o EWZ, principal fundo de índices de ações brasileiras negociado em Nova York, o EWZ, cedia 1,54% no horário acima. Com a alta das expectativas de inflação ganhando corpo nos Estados Unidos, o Morgan Stanley acredita que o momento mais benigno para as moedas emergentes já ficou para trás. Essa mudança de cenário, combinada com fatores locais, significou uma revisão de neutra para "negativa" em relação à perspectiva da moeda local. Eletrobras comunica renúncia de Wilson Ferreira Júnior do cargo de presidente da empresa “Mudamos de visão sobre o real e esperamos que a moeda tenha performance abaixo de seus pares regionais nas próximas semana”, afirmam os estrategistas do banco. “Um dólar global mais neutro, progresso bastante lento no front da vacina e perspectiva de mais lockdowns devem pesar sobre o ativo. Além disso, o ruído fiscal deve crescer após a eleição dos presidentes da Congresso, quando os mercados deverão voltar a focar mais na reforma tributária”, dizem os estrategistas do banco. Com isso, a equipe do banco americano encerrou uma aposta no real contra o peso colombiano e abriu outra, apostando na alta da volatilidade da moeda brasileira, através de opções. VÍDEOS: Últimas notícias de Economia
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25/01 - Apple alerta sobre cuidados no uso do iPhone 12 por pessoas com marca-passo
Empresa recomendou uma distância segura entre o celular e esses dispositivos médicos após estudo apontar risco de interferência em implantes do tipo desfibrilador. iPhone 12 Pro. Reprodução/Apple A Apple publicou nesta segunda-feira (25) uma página de suporte em português sobre os cuidados que pessoas com marca-passo ou outro dispositivo eletrônico cardíaco implantável (DCI) devem ter ao usar os novos iPhone 12. O material foi divulgado algumas semanas depois de um estudo nos Estados Unidos sugerir que um iPhone 12 poderia desativar um marca-passo desfibrilador. O alerta está relacionado com o fato de a nova linha dos celulares possuir mais ímãs do que modelos anteriores do iPhone. Na nova geração, a fabricante adicionou um recurso chamado MagSafe, para encaixar acessórios como carregadores sem fio, capinhas e carteiras para cartão de crédito por meio de magnetismo. A empresa afirma que quem possui marca-passo deve manter uma distância de 15 cm entre o celular e o implante para ter mais segurança. Se o celular estiver carregando em uma base sem fio, o recomendável é ficar a 30 cm de distância. Demonstração de um acessório MagSafe no iPhone 12 Divulgação/Apple A Apple pede para que as pessoas confirmem com seus médicos se é preciso manter essa distância entre o dispositivo médico que usam e o iPhone. "Embora todos os modelos de iPhone 12 contenham mais ímãs que os modelos anteriores de iPhone, não se espera que eles representem maior risco de interferência magnética em dispositivos médicos que os modelos anteriores de iPhone", diz o aviso da empresa. Martino Martinelli, diretor da unidade de estimulação cardíaca do Instituto do Coração (InCor) de São Paulo, explica que DCIs modernos possuem filtros que não restrigem o uso da maioria dos aparelhos celulares, mas que o estudo publicado na revista "Heart Rhythm Journal" mostrou que o novo iPhone tem um ímã mais potente. "No geral, é pouco provável que haja interferência com os filtros atuais dos dispositivos cardíacos, mas o estudo mostrou que pode acontecer com o iPhone 12" disse o cardiologista ao G1. Martinelli explicou que existem três tipos de marca-passo: o tradicional, o ressincronizador e o desfibrilador – esse último dá choques que interrompem uma arritmia grave, como um ataque cardíaco. O artigo científico mostrou que o iPhone 12 causa interferência eletromagnética especificamente em desfibriladores, o que pode fazer com que ele deixe de dar um choque quando necessário. O estudo O estudo, conduzido por pesquisadores do Instituto Vascular e do Coração do Hospital Henry Ford, nos EUA, apontou que um iPhone 12 colocado próximo da área esquerda do peito de um paciente suspendia o funcionamento do seu DCI. Os pesquisadores apontaram que descobertas semelhantes já foram feitas com outros aparelhos eletrônicos. A recomendação de distância pode valer para outros celulares que possuem componentes que emitem campos eletromagnéticos, especialmente se o paciente utilizar um dispositivo médico mais antigo. "O que pode haver é que tenha gente com aparelho de mais de 10 anos. É raro, mas pode ter. São indivíduos que são pouco dependentes do aparelho, a bateria dura muito e aí vale essa recomendação" disse médico do InCor. Uma página da Agência de Alimentos e Medicamento (FDA) dos EUA, equivalente à Anvisa, tem uma lista de precauções que pessoas com marca-passo devem seguir. Entre elas: segurar o celular no ouvido oposto do lado do corpo em que o marca-passo foi implantado; evitar colocar um celular ligado próximo ao marca-passo, como deixá-lo no bolso de uma jaqueta que esteja diretamente sobre o implante. O órgão diz ainda que são raros os eventos de interferência, mas caso aconteçam podem impedir que o marca-passo envie os pulsos estimulantes que regulam o ritmo cardíaco, fazer com que envie pulsos de forma irregular ou envie pulsos em ritmo fixo. Veja vídeos sobre tecnologia no G1 Ele explicou que o artigo científico mostro
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25/01 - Balança comercial acumula déficit de US$ 2,2 bi até a terceira semana de janeiro
Na terceira semana do ano o déficit foi de US$ 824 milhões. Janeiro registra aumento de 17,7% nas importações e de 8,4% nas exportações. A balança comercial brasileira voltou a registrar déficit na terceira semana de janeiro. Segundo dados divulgados nesta segunda-feira (25) pelo Ministério da Economia, a terceira semana de janeiro registrou déficit de US$ 824 milhões. O déficit é registrado quando as importações superam as exportações. Se ocorre o contrário, é registrado superávit comercial. Com o resultado, o mês de janeiro acumula um déficit de US$ 2,268 bilhões. No período as exportações somaram US$ 10,713 bilhões e as importações US$ 12,981 bilhões. Considerando a média por dia útil, o valor das importações das três primeiras semanas de janeiro está 17,7% maior do que o registrado em janeiro de 2020, já as exportações estão 8,4% maior. Com relação às importações, o Ministério da Economia destaca o crescimento de 19,8% nas compras de produtos da indústria extrativa, com aumento nas importações de minério de ferro e gás natural. As compras de produtos da indústria de transformação cresceram 15,8% com aumento nas compras de válvulas e tubos termiônicas, de cátodo frio ou foto-cátodo, diodos, transistores e de plataformas, embarcações e outras estruturas flutuantes. As importações de produtos agropecuários também aumentaram, com alta de 9,1%, influenciadas pela compra de trigo e centeio, milho e soja. Nas exportações houve aumento de 28,1% na venda de produtos da indústria extrativa, com destaque para minério de ferro e seus concentrados e minérios de cobre e seus concentrados. A exportação de produtos agropecuários cresceu 0,4% e a de produtos da indústria de transformação aumentou 2,1%. Balança comercial brasileira tem saldo positivo de US$ 51 bi em 2020 VÍDEOS: notícias de economia
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25/01 - 'Sem a privatização da Eletrobras, minha contribuição fica perdida', diz Wilson Ferreira Jr.
Eletrobras anunciou no domingo a renúncia de seu presidente. Executivo diz que continua no Conselho de Administração para auxiliar na agenda de desinvestimento estatal, mas não vê privatização como prioridade no Congresso Nacional. O presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira Jr. Ueslei Marcelino/Reuters O presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira Jr, afirmou nesta segunda-feira (25) que sua saída da empresa foi motivada pela "quebra de perspectiva" de privatização da empresa. Ele pediu demissão do cargo neste domingo (24) e foi anunciado como futuro presidente da BR Distribuidora. "A privatização carece de capital político. Tivemos a pandemia, que deslocou os planos para o segundo semestre do ano passado, e agora tivemos manifestação de candidatos [na eleição legislativa] de que esse processo não seria prioritário", disse. "O que falta fazer é aumentar a capacidade de investimento, se não consigo ver perspectiva de prioridade para esse processo, minha contribuição fica perdida", afirmou Ferreira Jr. "Vou continuar no Conselho de Administração. Se o processo seguir, poderei ajudar", disse. Renúncia do presidente da Eletrobras torna privatização mais difícil O executivo não mencionou nomes, mas a declaração a que fez referência foi de Rodrigo Pacheco (DEM-MG), candidato à presidência do Senado. O parlamentar disse ao jornal O Estado de S. Paulo que a privatização da empresa não estava garantida e deveria ser feita sem se subter a "entreguismo sem critério". "Não estou aqui para questionar. Posso dizer que é uma prioridade do Ministério de Minas e Energia e Ministério da Economia, necessário para fazer frente aos desafios fiscais que o país tem. É uma condição necessária, mas, aparentemente, não suficiente", disse Ferreira Jr. "Então, [a saída] foi uma decisão pessoal, vendo que a reestruturação da empresa estava cumprida e ela tem hoje capacidade de investimentos modestos, mas suficientes", afirma. O executivo elencou conquistas na empresa desde sua chegada em 2016. Ele afirma que reduziu em 50% o pessoal empregado e em 40% os custos fixos, o que levou a um endividamento menor, possibilitando a retomada de investimentos. Ferreira Jr. afirma, contudo, que a discussão sobre privatizações amadureceu pouco no país e sofre resistência da opinião pública. Assim, novos atrasos no cronograma inviabilizariam a conclusão do processo no curto prazo pela proximidade com as eleições de 2022. "No quarto ano de mandato, começam as discussões para a eleição [presidencial]. Se não for uma prioridade agora, de viabilizar neste ano, passaria para o ano que vem e encontraríamos dificuldades", disse o executivo. "Não quero dizer que não possa ser feito, mas é mais difícil de fazer." Ana Flor: Renúncia de presidente da Eletrobrás tem relação com sucessão no Congresso Transição Ferreira Jr. pode ter que cumprir quarentena antes de assumir a BR Distribuidora. A partir de 1 de fevereiro, e até que ele possa assumir o posto, a Companhia será liderada interinamente pelo Diretor Executivo de Operações e Logística, Marcelo Bragança, que será apoiado por um comitê de transição. Saída da Eletrobras A saída do executivo, que antes da Eletrobras presidiu por 18 anos a CPFL Energia, vem após poucos avanços na desestatização – Ferreira Jr. é grande defensor da privatização da empresa. No cargo desde julho de 2016, ele foi nomeado pelo ex-presidente Michel Temer. Depois, foi convidado pelo governo de Jair Bolsonaro para continuar no comando da estatal, sob expectativas de que liderasse a continuidade de planos para a privatização da companhia. Em dezembro, o governo anunciou que pretende realizar nove privatizações em 2021, entre as quais a da Eletrobras. A venda da estatal, porém, é um dos grandes desafios do governo Bolsonaro. A expectativa da pasta era que o projeto fosse aprovado ainda no primeiro semestre. Mas, na semana passada, o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, afirmou que não haverá prejuízo se a votação pelo Congresso Nacional da privatização da companhia ficar para o segundo semestre deste ano. O governo prevê levantar cerca de R$ 16 bilhões com a privatização da Eletrobras, por meio de uma capitalização da companhia por meio da emissão de novas ações e envolve pagamento de outorgas à União. O governo anterior, de Michel Temer, falava em promover uma desestatização da Eletrobras, por meio de uma operação em que a empresa emitiria novas ações e diluiria a fatia governamental na companhia para uma posição minoritária. A gestão Bolsonaro passou a adotar o termo "capitalização" para se referir ao processo. Último balanço mostra que a Eletrobras teve lucro de R$ 95,764 milhões no terceiro trimestre de 2020, queda de 86,6% em relação ao mesmo período de 2019, quando o ganho ficou em R$ 715,872 milhões. A empresa justificou a queda do lucro ao aumento das provisões por redução na geração de energia, por processos judiciais e de contratos onerosos. VÍDEOS: Últimas notícias de Economia
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25/01 - Twitter cria ferramenta contra a desinformação que permite a usuário contextualizar postagens
Por enquanto, painel chamado de Birdwatch está disponível apenas nos EUA. No futuro, comentários podem afetar a maneira como as pessoas recebem os tuítes e as recomendações. Birdwatch é nova iniciativa do Twitter contra a desinformação REUTERS/Kacper Pempel O Twitter anunciou nesta segunda-feira (25) a introdução da Birdwatch, uma ferramenta que permite aos usuários identificar informações falsas em postagens e fornecer um contexto informativo. Ainda em projeto piloto, o painel está disponível apenas nos Estados Unidos. A empresa disse que pretende tornar as notas visíveis para o público em geral no Twitter, quando houver um "consenso de um amplo e diversificado grupo de colaboradores". O que acontece quando um post no Twitter é marcado como enganoso Por enquanto, os comentários sobre as postagens estão em um link externo, disse a rede social, em comunicado. Initial plugin text "Essas notas estão sendo intencionalmente mantidas separadas do Twitter por enquanto, enquanto criamos o Birdwatch e ganhamos confiança de que ele produz um contexto que as pessoas consideram útil e apropriado", afirmou o Twitter. Além de trazer a contextualização sobre o assunto, os comentários afetarão a maneira como as pessoas recebem os tuítes e as recomendações da plataforma. Dados públicos O Twitter informa que todos os comentários feito na Birdwatch estarão disponíveis para visualização e download. A empresa disse que também pretende divulgar o código de algoritmo que for desenvolvido com o passar do tempo - o código inicial da plataforma já está disponível. Veja vídeos sobre TECNOLOGIA no G1
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25/01 - Facebook apaga post do primeiro-ministro de Israel que pedia telefone de cidadãos relutantes à vacina
Rede social disse que publicação feria política de privacidade: 'não permitimos conteúdo que compartilhe ou solicite informações médicas das pessoas'. Benjamin Netanyahu em discurso após eleições de Israel em março de 2020. Ammar Awad/Reuters O Facebook disse nesta segunda-feira (25) que removeu um post e suspendeu uma mensagem automática da página do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, depois que ele publicou que queria números de telefone para ligar e convencer as pessoas a tomar vacina contra a Covid-19. Netanyahu publicou na última quinta-feira (21) um vídeo no Twitter incentivando os idosos a se vacinarem, e terminou com a frase: "Se você conhece alguém que está nervoso em ser vacinado, me mande seu nome e número de telefone, talvez receba um telefonema surpresa meu, e vou convencê-los." Um programa republicou de forma automática uma mensagem semelhante na página do Facebook do primeiro-ministro. Posteriormente, ela foi removida pela rede social por questões de privacidade. O vídeo ainda estava no Twitter. "De acordo com nossa política de privacidade, não permitimos conteúdo que compartilhe ou solicite informações médicas das pessoas", disse uma porta-voz do Facebook. "Removemos a postagem ofensiva e suspendemos temporariamente o robô do Messenger, que compartilhava esse conteúdo, por quebrar essas regras." O partido Likud, de Netanyahu, disse que o objetivo da postagem era simplesmente "encorajar os israelenses com mais de 60 anos a se vacinarem para salvar suas vidas". Israel se tornou um líder mundial na vacinação de sua população contra a Covid-19, o que poderia dar a Netanyahu um impulso antes das eleições de 23 de março. Saiba mais: Israel começa vacinação em pessoas menores de 18 anos Veja vídeos sobre tecnologia no G1
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25/01 - Vazamentos de dados expõem informações de 223 milhões de números de CPF
Dezenas de arquivos foram disponibilizados publicamente e colocados à venda por criminosos. Novos pacotes de dados expuseram informações de milhões de brasileiros. Altieres Rohr/Especial para o G1 Pacotes de dados com informações pessoais de mais de 223 milhões de brasileiros apareceram em fóruns usados por criminosos digitais. Os dados estão separados por número de CPF e também estão acompanhados de informações de veículos cadastrados no Brasil. São dois vazamentos separados. Um deles, que contém os dados dos veículos e informações limitadas de cada número do CPF, está em livre circulação na internet e disponível para download – basta conhecer um link ativo. O outro vazamento, muito mais abrangente, está com distribuição mais limitada. Esse pacote inclui dados de escolaridade, benefícios do INSS e programas sociais (como o Bolsa Família), renda e score de crédito (que estima se uma pessoa é um bom pagador). Os criminosos estão tentando vender os dados nesse pacote, e a oferta não cobre a integralidade dos dados – só é possível comprar trechos. Para comprovar a autenticidade da oferta, os criminosos publicaram arquivos de "exemplo" com mil amostras de cada tipo de informação. O número de cadastros no pacote supera a população brasileira (estimada em 212 milhões). Isso é possível porque os dados incluem CPFs de pessoas falecidas. Não há, por outro lado, CPFs de pessoas nascidas em 2020 e não é possível afirmar que todas as pessoas nascidas antes de 2019 foram expostas. Um terceiro conjunto de dados que está à venda contém informações sobre empresas, incluindo das mesmas informações atreladas ao CPF. Fonte de dados é desconhecida Muitas ofertas de dados publicadas por criminosos indicam a fonte da informação ou, ao menos, um tipo de fonte ("uma seguradora" ou "um banco", por exemplo). Mas, neste caso, não há indicação de uma fonte específica. Parte das informações fazem referência a empresas ou serviços, mas não é possível afirmar se esses dados realmente foram retirados das companhias mencionadas. É possível que o pacote tenha sido consolidado a partir de diversas fontes, incluindo outros vazamentos anteriores. Ao longo dos anos, diversas informações pessoais de brasileiros têm circulado inclusive entre empresas que, sem ter obrigação de proteger estes dados, decidiram acumulá-los. Empresa expõe dados atribuídos a 190 milhões de brasileiros e 35 milhões de empresas na web Detran-RN investiga se falha no sistema liberou acesso a dados de motoristas de todo o país Nova falha do Ministério da Saúde expõe dados de 243 milhões de brasileiros na internet, diz jornal Apenas a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que entregou em vigor em 2019, começou a responsabilizar empresas pelos dados que elas guardam de brasileiros. Contudo, as multas previstas na lei ainda não estão sendo aplicadas, pois dependem da atuação da Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD), que ainda não está funcionando. O que foi divulgado publicamente Alguns arquivos, aparentemente ligados ao mesmo pacote de vazamento, estão sendo distribuídos abertamente na internet. O blog conseguiu acesso a esses arquivos e verificou que, embora não seja possível afirmar que todas as informações sejam verdadeiras, muitas delas estão corretas. Os seguintes arquivos estão em circulação: Um arquivo de 14 GB com dados básicos referentes a 223 milhões de CPFs. As informações que constam neste arquivo são: nome, sexo e data de nascimento. As informações só incluem pessoas nascidas até 2019. Um arquivo semelhante ao primeiro, mas com dados do CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas). Em vez do nome das pessoas está o nome da empresa e, no lugar data de nascimento, consta a data de abertura do CNPJ. Essas informações são públicas – a Receita Federal permite consultar diversos dados referentes aos números de CNPJ. Uma tabela de 23 GB com dados de veículos. Os dados neste arquivo estão aparentemente limitados ao ano de 2007. Uma tabela de 37 colunas com os mesmos 223 milhões de CPFs que serve de referência para saber quais dados estão disponíveis nos 37 pacotes que foram colocados à venda. O que foi colocado à venda O conjunto que está sendo vendido por criminosos é formado por 37 pacotes, mas nem todos os CPFs aparecem em todos eles. Ou seja, algumas informações que estão disponíveis para um CPF podem não estar disponíveis para outros. Esses 37 arquivos incluem as seguintes informações: Dados básicos relativos ao CPF (os mesmos já inclusos no arquivo público, como nome, data de nascimento e endereço) Endereços Fotos de rosto Score de crédito, renda, cheques sem fundo e outras informações financeiras Imposto de renda de pessoa física Dados cadastrais de serviços de telefonia Escolaridade Benefícios do INSS Dados relativos a servidores públicos Informações do LinkedIn Muitas das informações oferecidas não são públicas, mas algumas delas podem ser obtidas em portais do governo ou a partir de serviços privados. Informações de servidores públicos, por exemplo, são frequentemente registradas em diários oficiais do governo e nos portais de transparência. Esses dados podem ser "raspados" para formar bancos de dados como estes que estão sendo oferecidos. Em outras palavras, embora os dados já sejam públicos, é possível que criminosos ou empresas tenham se dado ao trabalho de copiá-los fontes oficiais e organizá-los com o intuito de facilitar operações de marketing e crédito (no caso de empresas) ou fraudes (no caso de criminosos). Isso também vale para o LinkedIn (as informações ficam públicas nos perfis) e certas informações de crédito, pois há serviços que permitem consultar CPFs para saber se uma pessoa específica é um bom pagador. Além disso, fotos também podem ser obtidas em redes sociais. Pessoas devem ficar atentas Com tantos dados disponíveis para cibercriminosos, é preciso ficar atento a tentativas de fraudes com suas informações. Não confie em e-mails ou contatos inesperados. Se uma mensagem vem com seu nome, CPF ou outros dados pessoais, isso não significa que ela é legítima. Caso tenha dúvida sobre a legitimidade de um e-mail, procure o telefone de contato da instituição e ligue para o serviço de atendimento. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com Veja 5 dicas para sua segurança digital: 5 dicas de segurança para sua vida digital Assista a mais vídeos para se manter seguro na internet:
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25/01 - Vacinação em massa é 'decisiva' para o bom desempenho da economia brasileira, diz Guedes
Ministro rebateu críticas às ações do governo para adquirir vacinas contra a Covid-19 e afirmou que o país tenta negociar com fabricantes para comprar doses disponíveis. Paulo Guedes: retomada econômica depende de vacinação em massa O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta segunda-feira (25) que a vacinação em massa é decisiva para a retomada do crescimento econômico. “A volta segura ao trabalho é importante e a vacinação em massa é decisiva, é um fator crítico de sucesso para o bom desempenho da economia logo à frente”, disse Guedes durante entrevista em que comentou o resultado da arrecadação federal em 2020. Guedes também rebateu as críticas de que o governo brasileiro não negociou com mais fabricantes de vacinas. O governo conseguiu até agora receber doses da vacina de Oxford, desenvolvida pela AstraZeneca, e da CoronaVac, mas esta resultado de um acordo entre a China e o Instituto Butantan, ligado ao governo de São Paulo. “O Brasil está realmente tentando comprar todas as vacinas. A crítica de que teríamos ficado com uma vacina só não cabe. Estamos tentando adquirir todas as vacinas. Eu sou testemunha do esforço de logística para isso”, afirmou. Ao contrário do discurso adotado por parte do governo ao longo da pandemia, que defendeu a volta à “normalidade” e ao trabalho apesar do aumento no número de casos da doença e de mortes, Guedes pediu que as pessoas se cuidem. “Espero que todos se cuidem, saúde e vacinação em massa são críticos, são fatores críticos de desempenho econômico também. Então, para que a economia possa voar novamente, nós precisamos acelerar essa vacinação em massa”, disse. Congresso O ministro afirmou que espera que o Congresso retome a pauta de reformas e vote as propostas que já estão em análise tanto no Senado quanto na Câmara dos Deputados. Guedes citou os projetos de privatizações e a reforma tributária. “Vamos limpar a pauta. Está lá todo o destravamento da nossa retomada, o desafio de transformar essa recuperação cíclica baseada em consumo em uma retomada sustentável do crescimento, baseada em investimento”, disse. O ministro tem reclamado da demora do Congresso em aprovar as propostas de privatizações. Entre os projetos que estão parados está o que permite a privatização da Eletrobras. No domingo, o presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira Junior, comunicou que deixará a empresa por motivos pessoais. A avaliação de economistas é que a saída de Ferreira deve atrasar ainda mais a reformulação da estatal. VÍDEOS: vacinas contra a Covid-19
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25/01 - Falta de insumos ou alto custo afeta mais da metade das empresas de construção, diz CNI
Segundo a entidade, situação financeira da indústria da construção melhorou no quarto trimestre de 2020 mas a confiança dos empresários recuou no começo deste ano. A falta de insumos, ou o custo elevado, foi o principal problema enfrentado pelo setor de construção no no quarto trimestre do ano passado, de acordo com empresas ouvidas em levantamento divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) nesta segunda-feira (25). A Sondagem da Indústria da Construção Civil ouviu 445 empresas entre 4 e 15 de janeiro. A escassez ou alto custo do material foi apontada por 50,8% dos entrevistados. Em seguida aparecem a elevada carga tributária e a burocracia excessiva, com respectivamente 26,8% e 24,1% das respostas. De acordo com a entidade, a situação financeira da indústria da construção melhorou no quarto trimestre de 2020 e a satisfação com a margem de lucro operacional também avançou. Por outro lado, o acesso ao crédito tornou-se mais difícil. Construção civil vive alta nas contratações e vagas de emprego devem crescer em 2021 A confiança dos empresários da indústria da construção recuou 3,2 pontos em janeiro de 2021, para 56,9 pontos. Mas como o índice permanece acima dos 50 pontos, ainda indica confiança dos empresários, informou a CNI. "A construção espera maior crescimento para compra de insumos, atividade e emprego nos próximos seis meses. A confiança dos empresários da construção, por outro lado, caiu, refletindo maior pessimismo com relação ao estado atual da economia brasileira”, avaliou o gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo. Já a chamada "utilização da capacidade operacional", ou seja, o nível de uso do parque industrial, caiu de 63% para 62%. Mesmo assim, o indicador atingiu o maior nível para o mês de dezembro desde 2014. VÍDEOS: veja as últimas notícias de economia
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25/01 - Bolsas da Europa fecham em queda, com receios sobre novas medidas de restrição
Bancos, montadoras e companhias dos setores de turismo e lazer estiveram entre as maiores quedas do dia. Passageiros usam máscara na Estação de Waterloo, em Londres, no primeiro dia do novo lockdown na Inglaterra Justin Tallis/AFP Os principais índices da Europa encerraram a sessão em queda consistente, pressionados pelos temores renovados dos investidores com medidas adicionais de restrição para conter o avanço da pandemia do coronavírus no continente. O índice Stoxx 600 Europe encerrou a sessão em queda de 0,83%, aos 405,13 pontos. Em Londres, o FTSE 100 recuou 0,84%, aos 6.638,85 pontos, enquanto o DAX, de Frankfurt, recuou 1,66%, aos 13.643,95 pontos. O CAC 40, de Paris, caiu 1,57%, aos 5.472,36 pontos. Em Milão e Madri, as referências perderam 1,60% e 1,73%, respectivamente. Presidente da China critica 'mentalidade da Guerra Fria' em Fórum de Davos A União Europeia (UE) propôs nesta segunda-feira que os 27 países do bloco imponham mais restrições às viagens como forma de conter a disseminação de novas variantes da Covid-19. Em meio a preocupações relacionadas ao atraso na entrega de vacinas na região, a Comissão Europeia, o braço executivo da UE, pediu hoje que os países reforcem os testes e as quarentenas para os viajantes, temendo que as mutações mais transmissíveis do vírus possam sobrecarregar os hospitais. Ao mesmo tempo, notícias de que o Reino Unido e a França devem adotar medidas ainda mais duras de restrição pressionou de maneira generalizada os ativos da região. As ações do setor de turismo e lazer terminaram em queda de 2,48%. Em Londres, as ações da IAG caíram 7,65%, da Easyjet recuaram 6,66% e da Carnival perderam 6,51%. Os bancos também foram destaques negativos, com perdas de 3,06% para o setor. As ações do Commerzbank fecharam em queda de 5,50% e do ING Group recuaram 4,51%. Premiê britânico diz que variante do coronavírus pode ser mais letal Dados de confiança empresarial mais fracos do que o esperado na Alemanha também contribuíram para a fraqueza observada nos ativos de risco. O índice caiu para 90,1 pontos em janeiro, de 92,2 no período anterior, de acordo com dados divulgados mais cedo pelo Instituto ifo, em meio às restrições para conter o avanço da pandemia. O dado ficou abaixo da expectativa dos economistas consultados pelo The Wall Street Journal, de leitura a 91,9 pontos. VÍDEOS: Últimas notícias de Economia
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25/01 - De saída da Eletrobras, Wilson Ferreira Jr. vai assumir comando da BR Distribuidora
Eletrobras anunciou no domingo a renúncia de seu presidente. Na BR, ele vai assumir cargo que é de Rafael Grisolia. O presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira Jr. Ueslei Marcelino/Reuters O atual presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira Junior, vai assumir o comando da BR Distribuidora, afirmou nesta segunda-feira (25) a empresa, que já foi subsidiária da Petrobras. No domingo, a Eletrobras comunicou que Ferreira Junior renunciou ao cargo na estatal. Em fato relevante, a empresa afirma que a decisão foi tomada por motivos pessoais. Ferreira Jr. ficará no cargo até o dia 5 de março para fazer transição para seu sucessor, que ainda será indicado. Ele deve fazer um pronunciamento nesta segunda-feira (25). Na BR, ele foi indicado para assumir a presidência no lugar de Rafael Grisolia, que vai deixar a companhia no final deste mês. Renúncia do presidente da Eletrobras torna privatização mais difícil Ana Flor: Renúncia de presidente da Eletrobrás tem relação com sucessão no Congresso Transição Ferreira Jr. pode ter que cumprir quarentena antes de assumir a BR. A partir de 1 de fevereiro, e até que ele possa assumir o posto, a Companhia será liderada interinamente pelo Diretor Executivo de Operações e Logística, Marcelo Bragança, que será apoiado por um comitê de transição. Saída da Eletrobras A saída do executivo, que antes da Eletrobras presidiu por 18 anos a CPFL Energia, vem após poucos avanços na desestatização - Ferreira Jr. é grande defensor da privatização da empresa. No cargo desde julho de 2016, ele foi nomeado pelo ex-presidente Michel Temer. Depois, foi convidado pelo governo de Jair Bolsonaro para continuar no comando da estatal, sob expectativas de que liderasse a continuidade de planos para a privatização da companhia. Em dezembro, o governo anunciou que pretende realizar nove privatizações em 2021, entre as quais a da Eletrobras. A venda da estatal, porém, é um dos grandes desafios do governo Bolsonaro. A expectativa da pasta era que o projeto fosse aprovado ainda no primeiro semestre. Mas, na semana passada, o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, afirmou que não haverá prejuízo se a votação pelo Congresso Nacional da privatização da companhia ficar para o segundo semestre deste ano. O governo prevê levantar cerca de R$ 16 bilhões com a privatização da Eletrobras, por meio de uma capitalização da companhia por meio da emissão de novas ações e envolve pagamento de outorgas à União. O governo anterior, de Michel Temer, falava em promover uma desestatização da Eletrobras, por meio de uma operação em que a empresa emitiria novas ações e diluiria a fatia governamental na companhia para uma posição minoritária. A gestão Bolsonaro passou a adotar o termo "capitalização" para se referir ao processo. Último balanço mostra que a Eletrobras teve lucro de R$ 95,764 milhões no terceiro trimestre de 2020, queda de 86,6% em relação ao mesmo período de 2019, quando o ganho ficou em R$ 715,872 milhões. A empresa justificou a queda do lucro ao aumento das provisões por redução na geração de energia, por processos judiciais e de contratos onerosos. Assista as últimas notícias de economia
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25/01 - Com pandemia, arrecadação federal recua 6,91% em 2020 e tem o pior resultado em dez anos
Segundo a Receita Federal, arrecadação somou R$ 1,479 trilhão no ano passado. Queda é reflexo de desaceleração da economia e de medidas do governo para enfrentamento da crise. A arrecadação de impostos, contribuições e demais receitas federais registrou queda real (descontada a inflação) de 6,91% em 2020, para R$ 1,479 trilhão, informou a Secretaria da Receita Federal nesta segunda-feira (26). É o pior resultado para um ano fechado desde 2010, ou seja, em dez anos. Quando corrigida pela inflação, a arrecadação em 2020 ficou em R$ 1,526 trilhão. O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que considerou o resultado da arrecadação excelente, levando-se em consideração a crise econômica provocada pela pandemia da Covid-19. Segundo o ministro, a queda registrada no ano passado ficou abaixo da prevista por economistas. “A queda de arrecadação foi bem abaixo do que estava previsto no início do ano pelos economistas brasileiros, pelas agências que acompanham a situação econômica brasileira”, afirmou. “Uma queda de 3,75% [queda nominal, que não considera a inflação] num ano em que enfrentamos o maior desafio da economia brasileira, jamais enfrentado antes, que foi um total colapso da mobilidade social, isso é um resultado que eu considero excelente, dada a situação”, afirmou. Motivos para a queda na arrecadação A queda na arrecadação de 2020 é reflexo da pandemia do novo coronavírus, que gerou tombo da economia brasileira, além de medidas do governo e de empresas para enfrentar a crise. A previsão de analistas do mercado financeiro é de que a retração tenha ficado em 4,32%. Já a estimativa mais recente do governo aponta para uma queda de 4,5%. O resultado oficial do PIB de 2020 será divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em março. No ano passado, empresários lançaram mão de compensações tributárias a que tinham direito, o que ajudou a derrubar os valores arrecadados pelo governo. Essas compensações são feitas por empresas que pagaram tributos a mais no passado. Em 2020, as compensações de impostos somaram R$ 167,679 bilhões. Em 2019, haviam ficado em R$ 105,554 bilhões. Outro fator que impactou a arrecadação foi o adiamento da cobrança de impostos. Como medida para aliviar o caixa das empresas em meio à crise gerada pela pandemia, o governo adiou no ano passado a data para pagamento de alguns impostos. Entretanto, dos R$ 85,154 bilhões em impostos adiados, R$ 64,397 bilhões entraram nos cofres públicos. Segundo a Receita, essa diferença de R$ 20,758 bilhões ocorreu porque: R$ 9,937 bilhões foram compensados pelas empresas R$ 1,121 bilhão ingressará em 2021 (oitava cota do IRPF) R$ 9,115 bilhões representam "outras situações". Durante sua apresentação inicial, o ministro Paulo Guedes afirmou que o valor do imposto adiado que não será recuperado pela Receita Federal é de R$ 8 bilhões. “Dos mais de R$ 80 bilhões de diferimentos, ou seja, uma folga para as empresas brasileiras poderem respirar, essa asfixia que se coloca sobre a economia brasileira, elas conseguiram se recuperar e devolver os recursos que foram diferidos. Dos mais de R$ 80 bilhões só R$ 8 bilhões não voltaram”, disse. Outro fator que contribuiu para a queda da arrecadação foi a redução de alguns tributos, como o Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF) e, também, o Imposto de Importação de produtos médicos ligados ao combate à Covid-19. Somente a redução do IOF gerou uma perda de R$ 19,690 bilhões no último ano, segundo dados da Receita Federal. Estados Durante a apresentação da arrecadação de 2020, o secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, afirmou que os dados preliminares de dezembro apontam que a arrecadação dos estados com ICMS e IPVA apresentou um crescimento nominal – sem considerar a inflação do período – de 2,14% em 2020, na comparação com 2019. O secretário afirmou ainda que a partir de junho a arrecadação somada ao auxílio dado aos estados por meio da Lei Complementar nº 173 - que prevê ajuda financeira de R$ 60 bilhões a estados e municípios -, foi mais do que suficiente para compensar as perdas de arrecadação sofridas em 2020. “O auxilio recebido pelos estados foi mais que suficiente, a suficiência do suporte considerado todos os estados foi de 115,7%”, disse. VÍDEOS: notícias de economia
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25/01 - Datafolha: 69% dos brasileiros que receberam Auxílio Emergencial não encontraram outra fonte de renda para substituir benefício
Pesquisa foi feita por telefone entre os dias 20 e 21 de janeiro de 2021, com 2.030 brasileiros. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Pesquisa Datafolha divulgada nesta segunda-feira (25) pelo jornal "Folha de S.Paulo" mostra que 69% dos brasileiros que receberam o Auxílio Emergencial do governo não encontraram outra fonte de renda para substituir o benefício, que acabou ao final do ano passado. Os percentuais do levantamento são: Fonte de renda X Auxílio Emergencial Economia G1 A pesquisa também questionou se os entrevistados pediram o benefício. As respostas foram: 40% sim 60% não Entre os entrevistados que pediram o Auxílio Emergencial: 1% receberam 1 parcela 2% receberam 2 parcelas 6% receberam 3 parcelas 8% receberam 4 parcelas 19% receberam 5 parcelas 12% receberam 6 parcelas 8% receberam 7 parcelas 16% receberam 8 parcelas 18% não receberam nenhuma parcela 10% disseram não saber Os entrevistados também foram perguntados se economizaram dinheiro para quando o Auxílio acabasse. Veja as respostas: 38% sim 62% não Foi perguntado ainda se o entrevistado ja parou de receber as parcelas. Confira: 89% sim 11% não A pesquisa Datafolha foi realizada entre os dias 20 e 21 de janeiro de 2021, com 2.030 pessoas, por telefone. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Assista as últimas notícias de economia: o
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25/01 - Nasdaq renova máximas antes de balanços de tecnológicas
Investidores estão otimistas com os balanços depois dos resultados favoráveis da Netflix Inc na semana passada. O Nasdaq bateu um novo recorde nesta segunda-feira (25), com os mercados se preparando para uma semana movimentada de balanços de gigantes de tecnologia, enquanto ações sensíveis aos ciclos econômicos devolveram ganhos recentes. As empresas que ganham com o isolamento social, incluindo Microsoft Corp, Facebook Inc e Apple Inc, subiam entre 1,7% e 4,3%, com investidores otimistas com seus balanços depois dos resultados favoráveis da Netflix Inc na semana passada. A Microsoft, que deve divulgar seus resultados na terça-feira, subia 0,7% com a Wedbush elevando seu preço-alvo para as ações da fabricante de software com a expectativa de um maior crescimento em seus negócios de nuvem para 2021. "Todos os olhos estão voltados para o setor de tecnologia, pois agora ele tem a chance de recuperar um pouco da força que perdeu nos últimos meses", disse Thomas Hayes, presidente da Great Hill Capital em Nova York. O setor de tecnologia da S&P 500 subia 1,1%, enquanto a Tesla Inc tinha alta de 6,1% antes da divulgação de seus resultados trimestrais na quarta-feira. O lucro das empresas do S&P 500 deve aumentar 23,7% este ano, depois de ter caído 14,1% em 2020, de acordo com a Refinitiv. Os investidores estão esperançosos de que as autoridades do governo Joe Biden possam afastar as preocupações dos republicanos de que sua proposta de alívio à pandemia de 1,9 trilhão de dólares é muito cara, mesmo com legisladores de ambas as partes concordando que levar a vacina Covid-19 aos americanos deve ser uma prioridade. Os preços das ações do Facebook são exibidos dentro da Nasdaq, em imagem de arquivo Shannon Stapleton/Reuters "Estamos focados em duas coisas esta semana, se a grande tecnologia pode entregar, o que estamos bastante otimistas, e se o Congresso pode seguir em frente com o pacote de estímulo que o mercado está antecipando", disse Hayes. Os principais índices de Wall Street atingiram recordes históricos na semana passada na esperança de uma reabertura econômica total e distribuição eficiente de vacinas em todo o país, que sofre de mais de 175 mil novos casos diários de Covid-19 e milhões de desempregados. No entanto, o índice Dow Jones e o S&P 500 penavam para acompanhar o rali do Nasdaq nesta segunda-feira, com ganhadores recentes, incluindo setores como financeiro, de energia e industrial sofrendo perdas. Assista as últimas notícias de economia
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25/01 - Como um agrotóxico usado na Guerra do Vietnã está destruindo videiras na Campanha Gaúcha
Usado em substituição ao glifosato, produto químico que é um dos componentes do 'agente laranja' é usado contra pragas da soja no Estado — mas, levado pelo vento, contamina vinhedos Maior parte dos pesticidas considerados prejudiciais à saúde e ao meio ambiente é vendidos a países pobres ou emergentes Getty Images Há cerca de 15 anos, a Campanha gaúcha — a metade sul do Rio Grande do Sul — começou a entrar na lista das regiões produtoras de uvas e vinhos finos do mundo. Entre 2000 e 2015 sua participação no mercado nacional cresceu de 12%, para 20%. Mas a produção de vinho na região está ameaçada. Usado nas plantações de soja, o agrotóxico 2,4-D tem contaminado as videiras vizinhas, causando grandes prejuízo aos vitivinicultores — e levando muitos deles a desistir da atividade. Brasil bate novo recorde de liberação de agrotóxicos em 2020 É o caso de Jacenir Freitas Soares, que tem sete hectares de vinhedo das uvas Cabernet Sauvignon e Cabernet Franc no munícipio de Lavras do Sul, a 322 km de Porto Alegre. "Antes da chegada da soja na região — e com ela, o 2,4-D — , eu colhia 24 toneladas da primeira e 40 da segunda", conta. "No ano passado, a queda da produção foi de cerca de 50%. Colhi 13,5 toneladas de Sauvignon e 20,3 de Franc. Assim não vai dar para continuar. Em 2022, vou cortar as parreiras e parar de produzir." O agrotóxico, quando aplicado de forma incorreta ou em condições atmosféricas inadequadas, é levado pelo vento (fenômeno chamado de deriva) e pode chegar a 20 ou 30 km de distância do ponto de origem. Com a deriva, ele atinge os vinhedos vizinhos, causando a queda da produção de uvas e, consequentemente, de vinho. Tecnicamente chamado de ácido diclorofenoxiacético, ele é um herbicida hormonal (que mimetiza alguns hormônios das plantas) desenvolvido na década de 1940. Esse químico se tornou mais conhecido, no entanto, durante a Guerra do Vietnã (1959-1975, com a participação dos Estados Unidos a partir de 1965), quando associado ao 2,4,5-T ou ácido 2,4,5-triclorofenoxiacético. Essa combinação era usada para produzir o famoso agente laranja, empregado pelo Exército americano para desfolhar as matas daquele país e facilitar a localização de soldados inimigos. Hoje, o 2,4-D é utilizado nas lavouras de soja antes do plantio para eliminar as plantas consideradas pragas para a cultura. Grandes culturas de soja e milho transformaram o Brasil no principal comprador de agrotóxicos do mundo AFP Três fatores em três momentos diferentes deram origem ao problema de contaminação com o 2,4-D, segundo o agrônomo Aldo Merotto Junior, da Faculdade de Agronomia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). "O primeiro foi a expansão de áreas cultivadas no sistema de plantio direto (um sistema de manejo do solo), no final dos anos 90", conta. "Até então, o herbicida 2,4-D era usado na cultura do trigo e, no inverno, em áreas cultivadas em plantio direto para aplicações em pré-semeadura, nas regiões que estavam iniciando o uso desta tecnologia (Planalto do Rio Grande do Sul e Sudoeste do Paraná)." Por que a produção de alimentos depende tanto de agrotóxicos? No final da década de 1990, o plantio direto se difundiu para outras áreas da região sul do Brasil, e assim passou a estar próximo de culturas sensíveis ao 2,4-D, como as videiras, quando então os danos passaram a acontecer com mais frequência. "O segundo fato foi o surgimento de plantas daninhas resistentes ao herbicida glifosato (muito usado nas lavouras de soja) e a necessidade de maior utilização do 2,4-D", explica Merotto. "Isto ocorreu de forma mais intensa a partir de 2010." O terceiro fator, diz, foi a recente e grande expansão da cultura da soja na Campanha gaúcha, a partir de 2015. De acordo com o agrônomo Norton Victor Sampaio, professor dos cursos de Enologia e Agronegócio da Universidade Federal do Pampa (Unipampa), os primeiros casos de 2,4-D danificando vinículas foram registrados nas regiões de Napa Valley e Santa Helena, no Estado da Califórnia, nos Estados Unidos. "Mas aqui na nossa região foi em 2016, 2017 que começaram a aparecer os estragos, e a partir de 2018, ficaram mais intensos e começaram realmente a causar danos seríssimos", afirma Sampaio Substitutivo do glifosato A Cooperativa São José, de Jaguari, a 411 km de Porto Alegre, também tem tido prejuízos desde 2013, afirma o técnico em vitivinicultura (produção de uva e vinho), Alexandre Maia. A cooperativa tem 58 produtores associados e capacidade de produção e armazenamento de 1,6 milhão de litros de vinho, mas a queda de produtividade desde então chegou a 40% na média — atingindo 70% em algumas propriedades, diz Maia. LISTA: os agrotóxicos mais vendidos O problema começou, afirma, quando a buva, uma erva daninha da soja, adquiriu resistência ao herbicida glifosato. "O 2,4-D foi então integrado ao manejo de pré-plantio da soja para substituit o glifosato, pois seu princípio ativo controla as pragas de folhas largas (como a buva)", explica. De acordo com Maia, o 2,4-D atinge o sistema vegetativo das videiras, causando graves danos nas brotações e fazendo com que as plantas parem de se desenvolver. Ele leva ao fechamento nas folhas novas, diminuindo o vigor e assim o potencial produtivo dos vinhedos. Em casos mais graves, causa morte das plantas e sua erradicação. "Os prejuízos vêm aumentando ano a ano", conta. O 2,4-D começou a ser usado em substituição ao glifosato AFP Os pesquisadores da Unipampa calcularam os prejuízos dos produtores em dinheiro. "Para 2019, concluímos que foi de R$ 100 milhões, e em 2020 de R$ 200 milhões, somente na viticultura", revela Sampaio. Mas esse número pode aumentar, diz Sampaio, já que não se sabe como vai ser o comportamento futuro dos vinhedos que estão já no terceiro ano seguido de forte impacto do 2,4-D. "Pode ser que até que eles sejam perdidos", diz. "Já existem vários produtores que estão desistindo, eliminando suas videiras, porque o custo de produção, do trabalho e da mão de obra é bastante alto, e o prejuízo vem se aprofundando cada vez mais." Sampaio diz que é preciso levar em conta também que o problema afeta toda uma cadeia produtiva que está se instalando na região. "Há prejuízos não só da produção de uva, mas em toda a cadeia produtiva, como trabalho, mão de obra, a uva que não vai para a vinícola, a vinícola que não produz o vinho, o mercado que não trabalha", explica Sampaio. "Ou seja, todos os elos da cadeia produtiva somados com certeza contabilizariam bem mais que esses R$ 200 milhões aqui na região da Campanha do Rio Grande do Sul." Sem indenização Para piorar, os produtores de uva e vinho têm dificuldade para conseguir indenização dos prejuízos. É muito difícil identificar a lavoura de soja de onde veio o agrotóxico, explicam. As vinícolas estão rodeadas de lavouras de soja e é impossível determinar de qual delas veio o 2,4-D, que pode viajar pela deriva até 30 km. "Além disso, há a morosidade da Justiça", diz Soares. "Há muitas ações pedindo indenização, mas o processo é muito demorado." Como reduzir a chance de ingerir resíduos No dia 16 de dezembro do ano passado, a Associação dos Produtores de Vinhos Finos da Campanha Gaúcha e a Associação Gaúcha dos Produtores de Maçã (Agapomi) (cultura que também vem sendo prejudicada pela deriva do 2,4-D), entraram com uma ação civil pública contra o governo do Rio Grande do Sul, solicitando a suspensão temporária do uso agrotóxico em todo o Estado. Elas querem que o herbicida fique proibido "até que sejam delimitadas zonas de exclusão, ou seja, implementado o efetivo monitoramento e fiscalização da aplicação do 2,4-D, para evitar a deriva em culturas sensíveis". Como a ação ainda não foi julgada, os representantes das duas associações, por recomendação de seus advogados, não quiseram dar entrevista à BBC Brasil. O 2,4-D causa problemas nas videiras, como aparecimento de cachos sem bagas Jacenir Freitas Soares Apesar dos problemas, a Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR) do Rio Grande do Sul afirma que "a situação está melhorando". No final do ano passado, o órgão divulgou um relatório com dados de um levantamento, realizado por seus técnicos de agosto a dezembro, referente à safra de uva de verão 2020/2021. Segundo o documento, houve redução de 25,89% (de 88% para 62,34%) nas amostras de vinhedos contaminadas por 2,4-D, em relação à safra anterior. O número de propriedades atingidas também diminuiu, de 110, em 2019, para 89, em 2020. De acordo com Rafael Friedrich de Lima, chefe da Divisão de Insumos e Serviços Agropecuários da SEAPDR, a secretaria tem recebido denúncias e coletado material vegetal para verificar quais compostos estão presentes na deriva. "A SEAPDR realiza também a fiscalização do cumprimento das normas legais", afirma. "Sempre que os fiscais estaduais agropecuários constatam alguma irregularidade é lavrado auto de infração, que vai gerar processo administrativo, podendo acabar em multa." O vice-diretor da Associação dos Produtores de Soja do Rio Grande do Sul (Aprosoja-RS), Luís Fernando Marasca Fucks, reconhece que a contaminação das videiras pelo 2,4-D "tem acontecido". Mas ele afirma que ela aconteceu devido ao manejo incorreto do agrotóxico. De acordo com ele, nem todos os produtores usam técnicas e equipamentos apropriados e eficientes. "Mesmo os aparelhos mais simples dispõem de tecnologias de bico adequados, de adjuvantes (substâncias que tornam as gotículas do agrotóxico mais pesadas, evitando que elas sejam elevadas pelo vento) e boas práticas de aplicação", afirma. "Mas elas (as regras) não são obedecidas por alguns poucos produtores de soja e aplicadores do produto. Então, ocorre a deriva, que é uma situação que acontece com qualquer produto se não forem seguidas as recomendações para a pulverização." Ele afirma que, entre as práticas corretas, está a observância das melhores horas do dia para a aplicação: as que têm as menores temperaturas possíveis. O recomendado é pulverizar o herbicida de manhã cedo ou mais à noite, quando as temperaturas são mais baixas a umidade relativa do ar é maior. "Isso evita a deriva e a evaporação das gotículas menores, quando elas não atingem o solo, ficam em suspensão no ar e evaporam. E aí qualquer brisa as leva para áreas vizinhas", explica Fucks. O herbicida queima flores de videiras Jacenir de Freitas Soares Segundo Domingos Velho Lopes, presidente do Conselho Superior da Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul), foram organizados cursos de treinamento para capacitar produtores e aplicadores para fazerem a pulverização correta. "Em 2018, foi criado um grupo de trabalho para tratar do problema do 2,4-D, liderado pelo Ministério Público do Estado, junto com a SEAPDR e entidades representativas do setor agropecuário gaúcho", conta. O grupo constatou que nos anos de 2018, 2019 e 2020 houve problemas de deriva do herbicida que afetaram algumas propriedades do Rio Grande do Sul com culturas sensíveis, como uva, maçã e noz, por exemplo. "Foi verificado que o problema era o equipamento de pulverização ou fatores climáticos não ideais", explica Lopes. "Para resolver isso, foram elaboradas as três instruções normativas que estabelecem regras para a aplicação." O grupo de trabalho também descobriu que a contaminação de videiras e outras culturas sensíveis ao agrotóxico se concentrava em 24 municípios. "Então foi feito em todos eles um treinamento forte de orientação, não só dos aplicadores, mas também do produtor rural", assegura Lopes. "Este é o norte, a boa capacitação, para que sejam respeitadas as condições climáticas e as técnicas de boas práticas agronômicas, para que a aplicação seja feita dentro das normas." Lopes diz que é um "problema pontual". "Se pensarmos que temos 6 milhões de litros de 2,4-D aplicados no Estado, numa média de 1 a 1,5 litro por hectare, teremos entre 4 milhões e 5 milhões de hectares com o herbicida", afirma. "Se temos cerca de 80 resultados positivos de contaminação isso quer dizer que é quase insignificante. Claro que para quem sofreu a deriva isso é um problema gravíssimo. E quem executou mal a aplicação vai ter problema grave, porque não pode desrespeitar as regras de pulverização." "(O problema) deve ser muito bem analisado e o que o grupo de trabalho está fazendo está surtindo efeito", diz. "Tenho certeza que no momento que a vida voltar ao normal e os cursos de treinamento forem intensificados, os resultados vão ser cada vez melhores." Soares, o produtor de Lavras do Sul, não está confiante nisso. "Formei o vinhedo em 2000 e 2001, com mudas clonadas compradas na Itália e na África do Sul", conta. "Investi R$ 68 mil e o vizinho com dois baldes de 2,4-D gastou menos de R$ 500 e derrubou quase todo a carga [produção] das videiras. Eles contabilizam lucros com a soja e eu somo prejuízo na uva." Ele diz que na época em que plantou o vinhedo, não havia lavoura de soja na região e seus vizinhos usavam as terras para a pecuária. "Hoje minha propriedade está cercada pela nova cultura — o produtor mais próximo fica a 50 metros", diz. "Com o vento, a deriva do 2,4-D atinge pelo menos 20 km. Não dá para continuar, pois os custos são altos e o retorno financeiro pequeno." "Vou trabalhar nessa safra e na de 2022, porque tenho as minhas dívidas que o agrotóxico me deixou de herança. É com aperto no coração que terei que acabar com as videiras, que tinha plantado para deixar para minha filha e meus netos."
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25/01 - BB sobe para 40% percentual do lucro de 2021 a ser distribuído a acionistas
Há duas semanas, banco anunciou dois PDVs com previsão para redução do número de funcionários em 5 mil. O conselho de administração do Banco do Brasil aprovou a revisão de sua política de remuneração aos acionistas e estabeleceu o percentual de 40% do lucro líquido a ser distribuído referente ao exercício de 2021 via dividendos e/ou juros sobre o capital próprio (JCP). O percentual representa um aumento frente ao percentual de 35,29% aprovado para o exercício de 2020, conforme fato relevante à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) nesta segunda-feira (25). Há duas semanas, o Banco do Brasil anunciou a abertura de dois Programas de Demissão Voluntária com a previsão de adesão de cerca de 5 mil funcionários. O banco também deve fechar 361 unidades - 112 agências, 7 escritórios e 242 postos de atendimento - no primeiro semestre deste ano. Assista as últimas notícias de economia
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