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21/04 - Como descobrir a chave da ativação do Office instalado no PC?
Blog também tira dúvidas sobre perda de desempenho do Windows com o passar do tempo e se existe programa espião para iPhone. (Se você tem alguma dúvida sobre tecnologia, utilize o espaço para comentários abaixo e escreva sua pergunta) Como descobrir a chave da licença do Office instalado no PC? Oi, Ronaldo! Eu tenho uma licença origina do Microsoft Office, mas perdi a embalagem que continha o serial. Como eu faço para descobrir o serial do Office instalado no meu PC? Dionísio Microsoft Office 2019 Divulgação Olá, Dionísio! Para identificar qual é a chave correspondente ao Microsoft Office instalado no seu PC, siga os passos descritos abaixo: Digite a palavra CMD no Cortana ou clique com o botão direito do mouse sobre o Menu Iniciar e selecione “Prompt de comandos”; Na janela de Prompt de comandos digite a instrução cscript “C:\Arquivos de ProgramasMicrosoft Office\Office14\OSPP.VBS” /dstatus e tecle ENTER. Serão exibidos os três últimos caracteres correspondente a licença. O restante dos dados você obterá ligando para o suporte da Microsoft (0800-761-7454.). O comando indicado acima varia, dependendo da versão do Office e da arquitetura do Windows. Veja qual é o comando apropriado, de acordo com as configurações do seu PC: Windows de 32 bits Office 2010 cscript “C:\Arquivos de ProgramasMicrosoft Office\Office14\OSPP.VBS” /dstatus; Office 2013 cscript “C:\Arquivos de Programas\Microsoft Office\Office15\OSPP.VBS” /dstatus; Office 2016 cscript “C:\Arquivos de Programas\Microsoft Office\Office16\OSPP.VBS” /dstatus; Windows de 64 bits Office 2010 (64 bits) cscript “C:\Arquivos de Programas\Microsoft Office\Office14\OSPP.VBS” /dstatus; Office 2013 (32 bits) cscript “C:\Arquivos de Programas (x86)\Microsoft Office\Office15\OSPP.VBS” /dstatus; Office 2013 (64 bits) cscript “C:\Arquivos de Programas\Microsoft Office\Office15\OSPP.VBS” /dstatus; Office 2016 (32 bits) cscript “C:\Arquivos de Programas\Microsoft Office\Office16\OSPP.VBS” /dstatus; Office 2016 (64 bits) cscript “C:\Arquivos de Programas (x86)\Microsoft Office\Office16\OSPP.VBS” /dstatus; Windows lento Oi, Ronaldo! O meu notebook possui uma boa configuração de hardware, mas, depois de algum tempo, é necessário "formatá-lo", para recuperar o desempenho. Por que isso acontece? Mônica Olá, Mônica! A perda de desempenho do Windows está relacionada a diversos fatores. O principal deles é a ausência de manutenções preventivas. O ideal é que você siga algumas boas práticas para manter o sistema otimizado. A reinstalação do Windows resolve, porque o sistema volta a funcionar como se tivesse saído da fábrica. Mas recorrer à "formatação" de ser a última alternativa para a correção de problemas. O ideal é entender o problema e resolvê-lo sem ter que reinstalar o Windows. O blog já publicou um guia completo sobre as melhores práticas para manter o desempenho do PC sem ter que reinstalar o Windows. Existe programa espião para iPhone? Eu acho que instalaram um programa espião no meu iPhone e estão monitorando as minhas mensagens. Isso é possível? Carlos Alberto Olá, Carlos Alberto! Oficialmente não existe esse tipo de app, porém fora da app store são anunciados aplicativos que prometem funções para o monitoramento do iPhone. Para instalar esse tipo de aplicativo requer que o "espião" tenha acesso ao seu celular, o que despertaria desconfiança. Para eliminar qualquer dúvida, você pode realizar a redefinição das configurações originais através do iTunes. Após o procedimento, se havia algum aplicativo malicioso, ele será removido pelo processo de restauração.
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21/04 - O que a desaceleração da ‘locomotiva’ Alemanha revela sobre a preocupante economia europeia
As previsões de crescimento da poderosa economia alemã foram reduzidas, ante quedas na produção industrial e nas exportações. O que está por trás dos problemas da maior economia da Europa, e que impacto eles têm no resto do continente? A Alemanha, chamada de "locomotiva" da Europa, tem emitido sinais econômicos preocupantes. Em dezembro passado, o Banco Central alemão previa um crescimento de 1,6% da economia para este ano, mas essa estimativa caiu para 1% na sexta-feira passada. E, na quarta-feira, um novo rebaixamento: o ministro da Economia, Peter Altmaier, afirmou que a expectativa é de que o país cresça apenas 0,5%, em razão de fatores como estagnação da economia global, guerras comerciais internacionais e a incerteza causada pelo Brexit, processo de saída do Reino Unido da União Europeia. Embora nem todos os indicadores sejam negativos, a baixa na previsão do crescimento alemão é parte de uma tendência iniciada no ano passado e preocupa uma das maiores economias do mundo. No último trimestre de 2018, o PIB (Produto Interno Bruto) alemão se contraiu 0,2% e não recuperou o crescimento no primeiro trimestre deste ano, embora tenha escapado de uma recessão. Queda da produção industrial Uma das razões do esfriamento está na queda da produção industrial alemã nos últimos meses, decorrente da retração da demanda – em níveis que só são superados pela retração vista em 2008, ano em que eclodiu a crise financeira europeia. Em fevereiro, as exportações alemãs caíram 1,3% em relação ao mês anterior, segundo dados da Agência Federal de Estatísticas. Trata-se da maior queda registrada no último ano. Embora no total as exportações tenham crescido 3,9% nos últimos 12 meses, as perspectivas de curto prazo não são vistas com otimismo. Jens Weidmann, presidente do Banco Central alemão; órgão reduziu as expectativas de crescimento do país Reuters Um estudo publicado no início de abril diz que as encomendas à Alemanha e as exportações do país estão "caindo a um ritmo não visto desde a última crise financeira global", por causa sobretudo da redução da demanda da China, que é um dos maiores clientes da Alemanha. Por que a economia alemã é importante? Do estado da economia alemã – que responde por 29% de toda a atividade econômica da zona do euro – depende boa parte da saúde econômica do resto da Europa. E o impacto se estende ao resto do mundo. A Alemanha é a quarta economia global, atrás apenas de EUA, China e Japão, e o terceiro maior exportador do mundo, depois de China e EUA. Os vínculos alemães com a América Latina também são intensos. Berlim é o quarto exportador para as principais economias latino-americanas – Brasil, Argentina, México, Colômbia e Chile. Só para o Brasil, as exportações alemãs somam US$ 10,5 bilhões em 2018, sendo medicamentos, peças automotivas e outros manufaturados os principais produtos. Ao mesmo tempo, o Brasil exportou US$ 5,2 bilhões aos alemães no ano passado, sobretudo café, farelo de soja e minérios. Dados positivos Vale dizer que nem todos os indicadores econômicos alemães são negativos. A taxa de desemprego no país, de 3,1%, segue sendo uma das mais baixas do mundo e continuou baixando mesmo enquanto o PIB não decolava. O setor da construção civil na Alemanha, ao lado do de serviços, continua tendo bons resultados no país AFP Dentro do grupo de economias desenvolvidas, apenas Islândia, Japão e República Tcheca têm índice de desemprego menor. Também cresceu a porcentagem da população em idade produtiva que está empregada, a um ritmo de 0,2% em cada um dos últimos trimestres de 2018. A explicação para essa aparente contradição entre diferentes indicadores é que, embora a produção industrial esteja passando por um momento delicado, os setores de serviço e construção vivem expansão, em meio a um aquecido mercado interno. Impactos na zona do euro Fora das fronteiras alemãs, o freio do crescimento do país se faz sentir na zona do euro. Alguns países – como a Espanha, entre as grandes economias do bloco – seguiram crescendo em bom ritmo, mas outros, como a Itália, vivem cenários recessivos. A economia italiana, inclusive, não recuperou o tamanho que tinha antes da crise financeira de dez anos atrás. E, diferentemente da Alemanha, os índices de desemprego no continente europeu oscilam muito de país para país. No conjunto da zona do euro, a taxa média é de 7,8% – relativamente elevada. Em países como Itália, Espanha e Grécia, o desemprego chega a dois dígitos – no caso grego, chegou a 18%. As origens da desaceleração: dos EUA ao Brexit As razões por trás dos problemas econômicos da Alemanha e da zona do euro são diversas. Primeiro, a recuperação depois da crise financeira de 2008 nunca foi plena. Depois, no último ano, a região foi afetada pela má situação do comércio global. Além do esfriamento da economia chinesa, as tarifas impostas pelo presidente dos EUA, Donald Trump, sobre as importações americanas de aço e alumínio também tiveram impacto. A possibilidade de que essas tarifas se apliquem também à importação de automóveis causa preocupações acerca de um efeito ainda mais profundo, sobretudo para a economia alemã. Ao mesmo tempo, a incerteza derivada da falta de acordo em torno do Brexit – uma vez que ainda não foram definidos os termos da saída britânica da União Europeia – é outro fator mencionado pelas empresas alemãs nas pesquisas que tentam entender a diminuição da pujança econômica. Fatores internos O recente acordo para prorrogar o Brexit até 31 de outubro (o prazo anterior era 29 de março), por sua vez, teve um impacto positivo no humor dos investidores alemães. O indicador chamado ZEW, que mede o estado de ânimo da economia do país, subiu até 3,1 em abril e tornou-se positivo pela primeira vez desde março de 2018. Só que, em meio ao vaivém no contexto internacional, a economia alemã também se viu exposta a fatores conjunturais internos, como a implementação de novos testes de emissão de gases nocivos derrubou a produção e venda de automóveis no final do ano passado, em meio à dificuldade das montadoras em se ajustar às regras. Além disso, uma das piores secas já registradas afetou os níveis de água do rio Reno, uma importante artéria comercial da indústria alemã. As (poucas) opções do Banco Central alemão Ante esse cenário, uma das perguntas é: o que pode fazer o Banco Central alemão para incentivar o crescimento do país e da Europa? As opções do órgão são limitadas, e usar a política econômica como ferramenta para contrastar o esfriamento da economia pode ser complexo. As taxas de juros do Banco Central Europeu já se encontram em níveis bastante baixos; no final do ano passado, o organismo interrompeu, depois de quatro anos, sua política de "flexibilização quantitativa", que consiste em injetar dinheiro na economia por meio da compra de títulos do Tesouro que estejam no mercado financeiro. Retomar esse tipo política é possível, mas traz complicações. Para certos tipos de títulos, o BCE já possui praticamente a quantidade máxima que quer ter sem distorcer em excesso o funcionamento natural do mercado financeiro. Do ponto de vista político, ao mesmo tempo, tal medida seria vista com receio, especialmente na Alemanha. Isso porque injetar dinheiro na economia pode levar ao aumento da inflação – medo que afeta os alemães em particular porque o país viveu um processo inflacionário agudo na primeira metade do século 20. Fábrica de automóveis na Alemanha: são poucas as opções de política econômica para reativar setores afetados Reuters O que o governo alemão pode fazer? Outras ferramentas para animar a economia, como a redução de impostos e o aumento dos investimentos públicos, estão nas mãos do governo alemão. Muitos economistas argumentam que a Alemanha tem margem para colocar essas políticas em prática. Berlim gasta menos do que arrecada em impostos, mas se mostra reativo em usar suas finanças para estimular a economia. Além disso, as recomendações mais recentes da Comissão Europeia (braço executivo da União Europeia) apontam que ainda é necessário aplicar políticas "prudentes", que assegurem a sustentabilidade das contas dos governos da UE. Alguns críticos, porém, acham que as regras da UE sobre as contas governamentais da zona do euro são excessivamente cautelosas.
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21/04 - Casal produz em MG único azeite biodinâmico da América Latina
Além de não usar agrotóxicos, cultivo de azeitonas segue calendário astronômico. Fazenda, em Minas Gerais, produz um dos poucos azeites orgânicos e biodinâmicos do mundo Em Minas Gerais se encontra um dos poucos cultivos de azeitonas orgânicas do mundo. Luiz e Edna Yamaguti, os donos da plantação, vão além: a partir dela, produzem azeite biodinâmico. A agricultura biodinâmica, além de ser uma forma de cultivo sem agrotóxicos, é baseada em conhecimentos químicos geológicos e astronômicos. Ela trabalha a energia do lugar, como explica o casal. A técnica começou a ser desenhada na década de 1920 pelo filósofo austríaco Rudolph Steiner. Nesse sistema, é a lua, com seus movimentos ao redor da Terra, que define os dias favoráveis e desfavoráveis para as diferentes práticas agrícolas. Tudo indicado no calendário astronômico, seguido pelos agricultores. Há 10 anos, quando o casal comprou a primeira propriedade, em Maria da Fé. O solo era muito pobre e, ao lado das cachoeiras, havia basicamente pasto. Eles começaram com o plantio de palmeira real, mas não deu certo e sobraram poucas. Como a cidade estava despontando na produção de oliveiras, eles decidiram também tentar o cultivo. Hoje são 3,5 mil pés produtivos, em um clima ideal para a cultura. As oliveiras precisam de clima frio, muito sol, o solo bem drenado e, no mínimo, 300 horas de frio abaixo de 7 graus por ano. Na fazenda, elas estão a 1,5 mil metros de altitude, plantadas em um espaçamento de 7 por 7 metros, para ficarem bem arejadas. A técnica de cultivo é uma novidade no Brasil e também para dois agricultores novatos. Edna e Luiz viviam e trabalhavam na cidade grande, em São Paulo. Ele é engenheiro mecânico e ela, farmacêutica, com pós-graduação em homeopatia. A ligação de Edna com terapias alternativas explica a opção da biodinâmica. "Na verdade, eu não deixei de trabalhar com a saúde pública. O que eu tenho em mente é que eu estou trabalhando de uma forma mais ampla, porque a energia que é gerada nesta propriedade e na outra vai além das porteiras. É uma coisa que não fica parada em um lugar", diz. 3 tipos de azeitona Para produzir um azeite excelente, são cultivadas na fazenda 3 variedades de oliveiras: a koroneiki, de origem grega; a grappolo, italiana; e a arbequina, da Espanha. A arbequina rende um azeite mais suave e é a plantada em maior quantidade. A koroneiki é mais intensa, mais amarga e mais picante. A grappola é muito forte. As 3 são usadas em um "blend" para se ter um azeite em intensidade média, suave ou intensa. As árvores da propriedade estão com 6 anos e, há 1, começaram a produzir. Algumas chegam a dar 70 quilos de frutos, mas a média é de 10 quilos por planta. Os agricultores não deixam que as plantas produzam antes disso para que a raiz se fortaleça e ela gere, no futuro, "um fruto de qualidade mais energética". Chifres 'biodinâmicos' São muitos os detalhes em busca da energia da agricultura biodinâmica. Dois compostos usados na plantação, por exemplo, são preparados dentro de chifres de vaca: o "chifre sílica", feito a partir de pedra triturada; e o "chifre esterco", com material orgânico fresco de animais. Os chifres são fechados com argila e enterrados por meses. Ficam na terra do outono até a primavera, período do ano em que as forças estão na terra e são captadas pelo material, segundo os agricultores. Depois de desenterrado, o chifre de esterco é diluído na água, mexendo bem para os 2 lados para dinamizar o composto. Depois, é aplicado sobre a muda recém-plantada em doses homeopáticas. O objetivo é facilitar o enraizamento e dar mais vigor à planta. Já o chifre sílica é conhecido como pó de luz e é aplicado sobre as oliveiras. De acordo com a biodinâmica, ele ajuda a luz solar a trabalhar de forma equilibrada na planta. O composto orgânico também recebe 5 preparados, colocados em pequenas quantidades dentro de uma bolinha de argila. Cada uma é enterrada em um ponto do monte de composto. O principal objetivo é vivificar o solo, trazer vida. Segundo José Augusto, funciona. "A terra mudou muito. Não tinha minhoca, agora tem. Você sente a terra mais fofa, mais rica, olha aí os bichinhos." Para ajudar ainda mais o solo, Luiz lança mão do consórcio com outras plantas, como o feijão. A lavanda também não está na propriedade só pela beleza. Ela atrai insetos benéficos e espanta outros indesejáveis para o cultivo das oliveiras. Todo esse cuidado está segurando a produção em um ano difícil, com produtividade bem abaixo do esperado. A propriedade tem condições de produzir 30 toneladas, mas o número não deve passar das 10. Os agricultores dizem que em toda a região da Serra da Mantiqueira a queda foi brutal, talvez pela falta de frio. Ainda assim, vale a pena aproveitar os momentos sem chuva e colher o que está no campo. Produção do azeite A azeitona recém-colhida deve ser processada no mesmo dia. E isso tem que ser feito em um local onde só entram produtos orgânicos. Caso contrário, o azeite vai perder a certificação de orgânico e biodinâmico e passar a ser considerado um azeite qualquer. Foi por isso que Luiz investiu na compra de um lagar, nome do local onde o azeite é extraído. Nem era a intenção adquirir mais olivais, mas o caminho estava tão certo que, junto com a indústria montada, veio o pomar produtivo com 4,6 mil oliveiras, na cidade de Delfim Moreira. A produção de lá e da propriedade da vizinha Maria da Fé, onde tudo começou, vai toda para a indústria. É a única fábrica que processa azeitona orgânica e biodinâmica da América Latina, segundo Luiz. A estrutura tem capacidade para processar 300 quilos de azeitona por hora, mas hoje ainda usa apenas 10% da capacidade. Os resíduos do processo de produção são armazenados. Os sólidos entram na produção de composto e os líquidos viram biofertilizante. Depois de extraído, o azeite fica decantando por 30 a 40 dias, é filtrado, analisado e classificado. A variedade de azeitona arbequina tem rendimento de 16%. Mas, trabalhando na temperatura mais baixa e tempo de batimento mínimo, os produtores conseguiram um rendimento de 9%. Segundo eles, assim, a qualidade fica melhor. O azeite biodinâmico é vendido para pequenos empórios, lojas de orgânicos e mercados que atendem a classe mais elitizada. Outro ponto de venda é a loja que fica na entrada da propriedade, onde produto divide espaço com geleias dos mais diferentes sabores, todas feitas com frutas vindas das duas fazendas. Este é o segundo ano da produção de azeite biodinâmico. A primeira safra foi produzida em fevereiro do ano passado. Em 2018, o Brasil produziu 1,2 mil litros de azeite, o dobro do ano anterior, mas o país ainda importa 98% do que consome.
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21/04 - Rio sobe mais cedo e invade plantação de juta no Amazonas
Em 2018, a produção chegou a 6,5 mil toneladas. Este ano não deve passar de 2 mil. Rio sobe mais cedo e invade plantação de juta no Amazonas A subida adiantada da água do Rio Solimões tem prejudicado a plantação de juta no Amazonas. Ela aconteceu em janeiro, 2 meses mais cedo em relação ao ano passado. Em 2018, a produção chegou a 6,5 mil toneladas. Este ano não deve passar de 2 mil. Em todo o Amazonas cerca de 7 mil famílias dependem da fibra retirada das plantas. Para quem espera o momento de colher os frutos não está nada fácil. Quando a planta fica muito tempo submersa, pode apodrecer. O Globo Rural foi até a comunidade Cabaleana, no município de Manacapuru. No quintal de Carlos Alberto Soares, a água invadiu a plantação de juta e de malta: duas fibras bem parecidas e importantes para a região. "Eu perdi aqui mais de 3 toneladas de fibra", estima. Além da água, outro problema acabou afetando a colheita. Segundo o agricultor, a semente, entregue por uma cooperativa, foi distribuída fora da época de plantio. Com isso, o desenvolvimento ficou comprometido. A malva, por exemplo, que pode passar dos três metros, não alcançou nem dois.
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21/04 - Chuva deixa sertão verde, mas é insuficiente para agricultura
Em Pernambuco, 1,6 milhão de pessoas foram afetadas pela seca no estado. Prejuízos no Nordeste já chegam perto de R$ 3 bilhões. Chuva deixa sertão verde, mas é insuficiente para agricultura O sertão está do jeito que o nordestino gosta de ver: nesta época do ano, a vegetação, que parecia estar morta, renasce. Mas a exuberância da caatinga nem de longe representa o fim de um problema bem conhecido por lá. "Plantei milho, plantei feijão... Eu plantei na chuva, que a chuva boa foi no mês de dezembro, só que não vingou. Porque não teve mais chuva", resume a agricultora Neuza Maria da Costa Souza. Agora que o período chuvoso já passou, é possível perceber que não foi o suficiente para as plantações se desenvolverem, e nem para encher os reservatórios de água. Segundo a Defesa Civil de Pernambuco, 1,6 milhão de pessoas foram afetadas pela seca no estado, sendo 700 mil só na região do sertão. Lá, choveu 10% a menos que o esperado para este ano até agora, de acordo com a Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac). Os prejuízos provocados pela seca em todo o Nordeste já chegam perto de R$ 3 bilhões, segundo a confederação nacional dos municípios. 'Seca verde' Por outro lado, a caatinga conseguiu se recuperar, e está florescendo. Este cenário de contrastes caracteriza o fenômeno que os especialistas chamam de seca verde. "Significa que é seca, pelo fato de a gente não estar conseguindo produzir o feijão, o milho e a mandioca, que são culturas tradicionais e de subsistência dos agricultores. É verde porque está conseguindo produzir a forragem, que é própria da caatinga. Aí essa forragem serve para agropecuária", explica Nélio Gurgel, agrônomo do Instituto Agronômico de Pernambuco.
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21/04 - Região Norte vacina rebanho contra febre aftosa
Esta deve ser a penúltima campanha de imunização, antes de o país ser certificado como livre da doença, em 2020. A próxima está marcada para outubro e novembro. Região Norte vacina rebanho contra febre aftosa A vacinação dos rebanhos contra a febre aftosa começou nesta semana no Norte do país. A expectativa é de que esta seja a penúltima campanha antes de o Brasil ser reconhecido como livre da doença, sem necessidade de vacinação. A campanha começou na segunda-feira (15) e vai até o dia 15 de maio. É uma agulhada necessária: garante a saúde do animal, tranquilidade na propriedade rural e venda certa. Devem ser vacinadas mais de 14 mil cabeças de bovinos e bubalinos, de todas as idades. A última rodada de vacinação está programada para outubro e novembro. A partir de 2020, tudo indica que Rondônia e Acre serão os primeiros estados da região Norte a conquistar a certificação de livre de aftosa. Hoje, Santa Catarina é o único estado com esse status. O objetivo do Ministério da Agricultura é que o país inteiro seja considerado livre da doença sem precisar imunizar o rebanho. Na propriedade do pecuarista Vinícius Guedes, em Porto Velho, a imunização foi feita com a presença dos fiscais da Agência de Defesa Sanitária Animal (Idaron). Segundo ele, o fim da vacina vai significar menos custo e mais valorização do rebanho. Além de Rondônia, estão sendo vacinados os rebanhos do Amazonas, Pará e Roraima. Nos outros estados, a campanha começa em maio.
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21/04 - Surto de peste suína africana na China altera dinâmica do mercado de carnes no Brasil
Com queda na oferta de carne suína, gigante asiático passou a comprar mais frango brasileiro. Ministério da Agricultura está tomando medidas para que doença não chegue ao país. Surto de peste suína africana na China altera dinâmica do mercado de carnes no Brasil Criadores na China tiveram que abater mais de 1 milhão de porcos por causa de um surto de peste suína africana. Em volume de carne, é mais do que o triplo que o Brasil produz durante o ano inteiro. Essa crise afeta o mercado mundial. A China é o maior produtor de carne suína do mundo: são cerca de 54 milhões de toneladas por ano. Os primeiros casos de peste suína africana por lá surgiram em agosto de 2018. Os principais sintomas da doença, que é causada por vírus, são febre alta, sangramento e dificuldade respiratória, explica o veterinário do Globo Rural, Enrico Ortolani. "Ela não passa para os humanos, mas é contagiosa e fatal para os animais porque não tem vacina nem cura." Para tentar conter o avanço da doença, os chineses estão fazendo o abate sanitário do plantel. Com isso, já perderam cerca de 20% da produção, algo em torno de 10 milhões de toneladas de carne. O vírus é transmitido através do contato direto entre os animais e também pode ser carregado, por exemplo, nas solas dos sapatos de quem circula por granjas infectadas, ou em produtos feitos com a carne. O grande temor hoje é de que essa doença chegue a outras regiões importantes na produção de carne suína do mundo, como o Brasil. O risco maior está na entrada do país de pessoas e carnes vindas da China. O Brasil é o quarto maior produtor e exportador de carne suína do mundo. Aqui, o último caso de peste suína africana aconteceu em 1978. "Nós estamos fortalecendo as medidas, a preocupação maior é a inspeção de bagagens, de ingresso de viajantes que vêm ao Brasil oriundos dessas áreas. Já tem medidas hoje tomadas nos portos e aeroportos", diz o diretor do Departamento de Saúde Animal do Ministério da Agricultura, Geraldo Marcos de Moraes. Maior compradora de frango O presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Francisco Turra, explica que, como o porco demora 8 meses para chegar ao ponto de abate, o Brasil não consegue imediatamente aumentar a oferta de carne suína para a exportação. Mas o país já se beneficia como o crescimento da demanda chinesa por outros tipos de carne. "A China nesses 3 meses já se tornou a maior importadora de carnes e suínos, para a nossa surpresa, de aves, suplantando a própria Arábia Saudita, que foi, durante 20 anos, o maior importador. Eles perderam espaço porque a China está precisando de proteína animal", A peste suína não é detectada no Brasil há décadas, mas nós temos casos de peste suína clássica. Eles foram registrados em algumas regiões do Nordeste, longe dos grandes estados produtores.
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21/04 - Pequenas Empresas & Grandes Negócios: contatos de 21/04/2019
Veja como obter informações das empresas citadas no programa. Veja a reportagem: Casal espera dobrar a venda de ovos de colher na Páscoa FELICIDADE É BRIGADEIRO Av. Paulista, 1100 – Bela Vista São Paulo / SP – CEP: 01310-100 Telefone: (11) 98463-3684 Instagram: @bikefelicidadeebrigadeiro Facebook: www.facebook.com/bikeFelicidadeeBrigadeiro KOPENHAGEN www.kopenhagen.com.br Veja a reportagem: Empreendedores mantêm tradição da panela de barro no Espírito Santo ASSOCIAÇÃO DAS PANELEIRAS DE GOIABEIRAS R. das Paneleiras, 55 – Goiabeiras Vitória /ES – CEP: 29075-105 Endereço: Rua Leopoldo Gomes Salles 94 - Goiabeiras – Vitória/ES Telefone: (27) 99899-1055 BAR E RESTAURANTE PIRÃO Rua Joaquim Lyrio, 753 – Praia do Canto Vitória/ES – CEP: 29055-460 Telefone: (27) 32271165/ (27) 993099415 Site: www.piraovitoria.com.br E-mail: piraovitoria@hotmail.com Veja a reportagem: Edtechs: conheça as startups com foco em educação ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE STARTUPS (Abstartups) Site: www.abstartups.com.br E-mail: contato@abstartups.com.br ESKOLARE Alameda Vicente Pinzon, 54 - 7 andar São Paulo/ SP - CEP: 04547-130 E-mail: atendimento@eskolare.com.br Site: www.eskolare.com.br SEE-SAW PANAMBY R. Visc. de Nacar, 86 - Real Parque São Paulo - SP, 05685-010 E-mail: contato@see-saw.com.br Site: http://see-saw.com.br/ BEETOOLS Av. Água Verde, 1413, 10º andar Curitiba/PR - CEP 80620-200 E-mail: contato@beetools.com.br https://www.beetools.com.br/ Instagram: @beetools Facebook: https://www.facebook.com/beetools.smartschool/ Linkedin: https://www.linkedin.com/company/beetools/ EXPLORUM Praça General Craveiro Lopes, 19 – Bela Vista São Paulo/SP – CEP: 01319-020 Telefones: (11) 2365-5470. E-mail: contato@explorum.com.br Fanpage: @explorum (Facebook e Instagram) Site: http://explorum.com.br/contact/ Veja a reportagem: MEI: saiba passo a passo como tirar o registro CONSULTOR MARCELO MORAES MEI Fácil Av. Rebouças, 1585 – Pinheiros São Paulo/SP – CEP: 05422-001 E-mail: contato@meifacil.com Site: www.meifacil.com ATELIÊ CASA DA ALICE R. Francisco Moracci, 39 - Parque Alexandre Cotia/ SP –CEP: 06714-220 Telefone: 11 989796087 Email: ateliecasadaalice@gmail.com Redes sociais: @ateliecasadaalice
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21/04 - MEI: saiba passo a passo como tirar o registro
Brasil registra mais de oito milhões de microempreendedores individuais. MEI: saiba passo a passo como tirar o registro Muita gente que escreve para o Pequenas Empresas & Grandes Negócios pergunta sobre como se tornar microempreendedor individual. Marcos Paulo, de Indaiatuba, interior de São Paulo, pediu para abordar mais sobre esse assunto no programa. Por isso, damos algumas dicas para tirar o registro de MEI e se tornar dono do próprio negócio. A categoria MEI foi criada por lei em 2008 e entrou em vigor em 1º de julho de 2009. Quase dez anos depois, o Brasil registra mais de oito milhões de microempreendedores individuais. Metade se tornou MEI depois de perder o emprego de carteira assinada. “São desempregados que viraram empreendedores e viram no MEI uma alternativa simples e barata de começar um negócio e gerar uma renda”, explica Marcelo Moraes, especialista em MEI. Sandra Lima é uma dessas pessoas. Ela trabalhava como secretaria-executiva. Quando pediu demissão em 2016, resolveu fazer e vender artesanato. Para isso, tirou registro de MEI. Para se tornar MEI, tem que tirar o CNPJ - Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica. Qualquer brasileiro maior de 18 anos ou com 16 emancipado pode tirar o registro. Só não pode ser servidor público federal. “Você consegue abrir pela internet, de maneira gratuita, e o seu CNPJ sai na hora. Você pode entrar Portal do Empreendedor do governo ou encontrar algum aplicativo que te auxilie no processo. Depois de poucos minutos você já está legalizado para ser um microempreendedor individual”, explica Marcelo. Tirar o CNPJ é um serviço gratuito. Depois disso, tem que pagar um único imposto mensal. INSS, FGTS, ICMS ISS, IRPJ... Todo mês uma empresa no Brasil tem um monte de impostos para pagar e é obrigada a ter um contador só para calcular o valor desses impostos. Com o MEI, o empreendedor troca tudo isso por uma única guia, que você mesmo emite. É, literalmente, o fim da burocracia nos negócios. O imposto mensal para MEI varia de R$ 50 a quase R$ 55, dependendo da atividade. “Primeiro, ele dá acesso aos aos benefícios do INSS, aposentadoria, licença maternidade e licença acidentes. O segundo benefício é o desconto na compra de mercadorias, ou seja, o MEI que compra uma mercadoria para revender ou para transformar, ele consegue com o CNPJ ter desconto na compra de muitas mercadorias”, afirma o especialista. Agora, é preciso ficar atento: o MEI só pode ter um funcionário e faturar até R$ 81 mil por ano. "Pode parecer pouco, mas isso significa R$ 6.750 por mês", alerta. “É um programa que gera renda, movimenta renda e gera mais impostos pro governo e pra economia, 30% do PIB passa pelo pequeno empreendedor”, diz Marcelo. O MEI também tem que fazer a declaração anual de imposto de renda. É simples e dá pra fazer tudo no Portal do Empreendedor ou por um aplicativo no celular. Em São Paulo, também é possível tirar o MEI nos Centros de Atendimento ao Trabalhador (CAT). Clique aqui e veja os endereços. CONSULTOR MARCELO MORAES MEI Fácil Av. Rebouças, 1585 – Pinheiros São Paulo/SP – CEP: 05422-001 E-mail: contato@meifacil.com Site: www.meifacil.com ATELIÊ CASA DA ALICE R. Francisco Moracci, 39 - Parque Alexandre Cotia/ SP –CEP: 06714-220 Telefone: 11 989796087 Email: ateliecasadaalice@gmail.com Redes sociais: @ateliecasadaalice
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21/04 - Edtechs: conheça as startups com foco em educação
Veja exemplos de como startups estão ajudando a montar a escola do futuro para alunos, pais e educadores. Edtechs: conheça as startups com foco em educação As edtechs, startups de tecnologia da área de educação, chegaram para facilitar a vida de pais, escolas e acelerar o aprendizado. O empresário Erick Moutinho criou em 2017, com dois sócios, um marketplace para educação. Cada instituição de ensino contrata a startup, que cria uma página para ela no site. Os pais de alunos acessam a plataforma e escolhem produtos e serviços como material escolar, uniforme e até aulas extras curriculares. Uma escola em São Paulo adotou a plataforma para os pais escolherem aulas de futebol. A startup tem 180 escolas cadastradas e oferece 405 mil produtos e serviços. O faturamento vem da comissão cobrada dos fornecedores. Em dois anos, já movimentou R$ 3 milhões. Em 2018, a Associação Brasileira de Startup mapeou 364 editechs no Brasil e quase metade atua no ensino básico. Um exemplo de escola do futuro, é uma de ensino de inglês, que tem um método que usa tecnologia em todo processo, como ter um tablet para sala de aula e o aluno faz os exercícios em um app. Na escola tem ciclos de aprendizagem: é um conceito chamado “flipped classroom” ou sala de aula invertida. O aluno treina no aplicativo e agenda a aula. Fábio Ivatiuk criou a escola em Curitiba em 2018 com investimento de 400 mil reais. Hoje, já tem 13 unidades franqueadas. “O aluno treina no app agenda aula e vem aqui. Depois que faz o home school, vem pra sala de aula e é um circuito. Cada um tá na sua trilha individual. Tem aluno de primeiro a quinto nível", diz o empresário. Uma outra edtech é uma plataforma que opera no mercado educacional formando professores e criando uma nova dinâmica de ensino dentro de sala de aula. "Essa dinâmica passa pelo conceito Maker, que é apoiado em vários pilares, com as tecnologias emergentes em robótica, Maker, Tinker, inteligência artificial, internet das coisas e até blockchain, que são as tecnologias emergentes", conta o CEO da empresa, Eduardo Azevedo. O curso tem aulas online e também presenciais. A metodologia foi criada pela startup. O objetivo é oferecer ferramentas para o professor se atualizar e montar aulas mais atrativas. O curso pode ser contratado pela escola ou pelo próprio professor. Segundo Eduardo, são aulas para grupos de 10 ou 20 professores. A startup oferece 18 horas de aulas no valor de até R$ 700 por professor. A empresa investiu, no início das operações, em 2017, um R$ 1,1 milhão. Em 2018, teve um faturamento de R$ 1,3 milhão. A projeção é de crescimento também para 2019. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE STARTUPS (Abstartups) Site: www.abstartups.com.br E-mail: contato@abstartups.com.br ESKOLARE Alameda Vicente Pinzon, 54 - 7 andar São Paulo/ SP - CEP: 04547-130 E-mail: atendimento@eskolare.com.br Site: www.eskolare.com.br SEE-SAW PANAMBY R. Visc. de Nacar, 86 - Real Parque São Paulo - SP, 05685-010 E-mail: contato@see-saw.com.br Site: http://see-saw.com.br/ BEETOOLS Av. Água Verde, 1413, 10º andar Curitiba/PR - CEP 80620-200 E-mail: contato@beetools.com.br https://www.beetools.com.br/ Instagram: @beetools Facebook: https://www.facebook.com/beetools.smartschool/ Linkedin: https://www.linkedin.com/company/beetools/ EXPLORUM Praça General Craveiro Lopes, 19 – Bela Vista São Paulo/SP – CEP: 01319-020 Telefones: (11) 2365-5470. E-mail: contato@explorum.com.br Fanpage: @explorum (Facebook e Instagram) Site: http://explorum.com.br/contact/
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21/04 - Empreendedores mantêm tradição da panela de barro no Espírito Santo
Associação produz e vende a panela de barro que já virou patrimônio imaterial do estado. Empreendedores mantêm tradição da panela de barro no Espírito Santo Uma palavra que se ouve muito no mundo dos negócios é inovar. Mas e quem investe há séculos em um mesmo produto? O Pequenas Empresas & Grandes Negócios foi até Vitória para encontrar essa resposta. É lá que um grupo de empreendedores produz e vende a panela de barro que já virou patrimônio imaterial do Espirito Santo. Esse trabalho, tão tradicional no estado, é feito por uma associação de mulheres, conhecidas como “Paneleiras de Goiabeiras”. Todo o processo de fabricação é mantido há mais de 400 anos. “A técnica nunca mudou. Do mesmo jeito que retiravam o barro 400 anos atrás, hoje continua do mesmo jeito. A fabricação da panela é feita à mão, com auxílio de uma tábua, uma cuia e água”, conta Berenice Nascimento, presidente da Associação das Paneleiras de Goiabeiras. Eonete Corrêa é uma das paneleiras. Ela aprendeu a técnica aos 12 anos e hoje, aos 67, continua fazendo o artesanato e garante o sustento da família dela: “Todas as paneleiras aqui sobrevivem da panela de barro, porque nós fomos criados na panela de barro. De geração em geração. Eu faço parte da quarta geração”. Antigamente, esse trabalho era feito dentro das casas. Depois, foi criado um espaço próprio no bairro de Goiabeiras, em Vitória, o que ajudou a profissionalizar o negócio. O trabalho é 100% artesanal e demorado. Depois de moldadas à mão, cada paneleira leva as peças para queimar em uma fogueira. Só então elas fazem o acabamento com uma tinta natural feita de tanino. Os restaurantes usam para servir a famosa moqueca capixaba. Os preços variam de acordo com o tipo e tamanho da panela, de R$ 10 até R$ 140. O galpão onde as paneleiras trabalham virou um ponto turístico da cidade e recebe mais de duas mil pessoas por mês. “Eles têm quase cinco gerações envolvidas nesse processo. É maravilhoso o fortalecimento dessa economia familiar”, afirma o engenheiro agrônomo Renato Stephanoski. Oitenta e cinco pessoas trabalham na associação. Elas não sabem dizer quantas panelas são vendidas por mês. “Na semana, a gente tira uns R$ 1,5 mil quando tem muito turista. Tem muitos restaurantes no exterior que cozinham nas nossas panelas. Eles vêm pra cá comprar e levam pra lá pra servir a moqueca capixaba. Porque o resto é peixada”, afirma Eonete. ASSOCIAÇÃO DAS PANELEIRAS DE GOIABEIRAS R. das Paneleiras, 55 – Goiabeiras Vitória /ES – CEP: 29075-105 Endereço correspondência: Rua Leopoldo Gomes Salles 94 - Goiabeiras – Vitória/ES Telefone: (27) 99899-1055 BAR E RESTAURANTE PIRÃO Rua Joaquim Lyrio, 753 – Praia do Canto Vitória/ES – CEP: 29055-460 Telefone: (27) 32271165/ (27) 993099415 Email: piraovitoria@hotmail.com www.piraovitoria.com.br
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21/04 - Pesquisadores, ambientalistas e produtores rurais lutam para salvar de extinção árvore que deu nome ao Brasil
País possui apenas 7% de pau-brasil no território nacional. Estudiosos falam que é possível reunir cuidado ambiental com rentabilidade, já que metro cúbico da árvore custa R$ 10 mil. Pesquisadores e ambientalistas estão lutando contra a extinção do Pau-Brasil Pesquisadores, ambientalistas e produtores rurais lutam para salvar de extinção árvore que deu nome ao Brasil: o pau-brasil. Na segunda-feira (22), o Brasil comemora 519 anos e, segundo pesquisadores, apenas 7% do território brasileiro é tomado pela árvore. Diante do risco de extinção, ao lado de ambientalistas e apoio de produtores rurais, pesquisadores lutam para reverter a situação. Os produtores pensam nos benefícios ambientais do plantio da árvore, mas também olham para o futuro e visualizam a rentabilidade, já que o metro cúbico do pau-brasil custa R$ 10 mil. Porém, os produtores precisam esperar, já que o pau-brasil é vendido como madeira nobre quando atinge 25 anos. A madeira pode ser usada na fabricação de arcos de violinos e móveis, entre outras utilidades. São poucos os exemplares do pau-brasil ainda existentes no país Arquivo TG De acordo com Juliana Rocha, engenheira ambiental e pesquisadora da Universidade Federal do Sul da Bahia (Ufsb), estudos sobre o plantio do pau-brasil podem mostrar aos produtores rurais que é possível plantar essas árvores mesmo em áreas onde já existe uma plantação como a do cacau, por exemplo. "São duas espécies de grande valor econômico, social e histórico, tanto o cacau quanto o pau-brasil. Então o nosso objetivo é garantir que essa madeira vá crescendo aqui, em quantidade e qualidade adequados", disse a pesquisadoras. Durante a pesquisa, a plantação de pau-Brasil de uma fazenda na cidade de Ilhéus, também no sul da Bahia, chamou a atenção dos estudiosos. Há 519 anos, a árvore era tão abundante no país que acabou sendo fonte de inspiração para nomear o território nacional. A pesquisadora conta que a estimativa é de que o pau-brasil ocupava mais de um milhão de metros quadrados do Brasil. Atualmente, apenas 7% do território brasileiro é tomado pela árvore. "Fazer esse plantio, esses sistemas agroflorestais, também agregam valor ecológico principalmente porque essas florestas tropicais elas contribuem com o estoque de carbono, onde se tem mais biomassa florestal, muito valor ecológico", explicou Juliana Rocha. Uma fazenda de Ilhéus possui aproximadamente mil pés da espécie. O plantio da árvore é incentivado pelo Instituto Floresta Viva por meio do Projeto Pau Brasil. As mudas são doadas pelo instituto e saem do viveiro que fica em Uruçuca, também no sul da Bahia. As sementes da espécie germinam muito rápido, por isso, elas são colhidas por membros do instituto ainda nas árvores ou logo depois de caírem do pé. A partir daí, elas são plantadas com substratos em estufas, onde ficam por um ano antes de serem doadas aos produtores. "O viveiro do Floresta Viva tem uma estrutura de árvores matrizes, que são árvores que produzem sementes para atender nossa necessidade. Então a gente tem aproximadamente 1.500 árvores identificadas na região como árvores matrizes, em 60 propriedades rurais e que nos trazemos diferentes espécies para cá. Cerca de 80 espécies estão sendo produzidas aqui não apenas espécies para fins madeireiros mas também para fins de recuperação de floresta", explicou Rui Rocha, presidente do instituto Floresta Viva. O principal objetivo do projeto é incentivar o plantio do pau-brasil como atividade econômica. "O pau-brasil pode-se dizer que é a madeira mais nobre das madeiras tropicais do mundo. Primeiro porque ela é muito rara, segundo porque o uso dela é absolutamente nobre. Temos uma parceria com pessoas que produzem violino e eles têm interesse de que no futuro os produtores rurais possam produzir a madeira do pau-brasil para atender a necessidade desse instrumento musical. A melhor madeira para fazer o pau do violino é o pau-brasil e ela está em extinção. Temos que difundir essa espécie não apenas para fins econômicos, mas também para fins ecológicos", concluiu Rocha.
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21/04 - Casal espera dobrar a venda de ovos de colher na Páscoa
Andressa Vieira e Will José da Luz têm uma food bike na Avenida Paulista. O sonho do casal é montar uma brigaderia. O PEGN levou o casal para conhecer o processo de produção de uma grande fábrica de chocolate. Casal espera dobrar a venda de ovos de colher na Páscoa O casal Andressa Vieira e Will José da Luz vende brigadeiros gourmet numa food bike na Avenida Paulista. São 40 sabores, feitos com chocolate belga e ingredientes importados e cada um custa R$ 4. O carro-chefe é o brigadeiro tradicional e são vendidos de 150 a 200 brigadeiros por dia. O casal teve a ideia do negócio na faculdade, em 2017. Primeiro se especializaram e fizeram cursos de confeitaria e começaram vendendo brigadeiros em eventos e para funcionários de empresas. O investimento inicial no negócio foi de R$ 8 mil. Hoje, eles pagam R$ 1,5 mil para estacionar a food bike numa galeria e têm uma microempresa. A sede da produção, por enquanto, ainda é caseira e Will é o cozinheiro. Além de cuidar das vendas, o casal produz 4 mil brigadeiros por mês e fatura R$ 15 mil reais mensalmente. Nesta Páscoa, o objetivo é dobrar as vendas de ovos de colher, que no ano passado chegaram a 80 unidades. Eles receberam uma encomenda extra de 500 mini-ovos e vão superar a meta. O casal sonha em abrir uma brigaderia. Com o sonho de abrir um negócio próprio, casal visita uma das maiores fábricas de chocolates finos do país A meta do casal Andressa Vieira e Will José da Luz, pequenos empresários que vendem brigadeiros gourmets, doces e chocolates numa food bike, é abrir uma loja. Para ajudar neste sonho, o casal foi visitar uma das maiores fábricas de chocolates finos do país, com 90 anos de tradição. A fábrica fica em Extrema, no Sul de Minas Gerais, e tem capacidade para produzir até dez mil toneladas de chocolate por ano. É responsável pelo abastecimento de mais de 770 lojas, a maioria, franquias. Renata Vichi, vice-presidente do grupo, lidera o marketing e o comercial da rede, que vendeu mais de três milhões de ovos em 2018. Ela recebeu o casal que foi conhecer a linha de produção e o diretor industrial da fábrica, Fernando Francalassi, acompanha Andressa e Will na visita. A fábrica tem 30 mil metros quadrados de produção e chega a fazer 3,5 mil ovos de Páscoa por hora. Num computador, ficam todas as receitas. E a automação convive com o trabalho artesanal. Na produção de bombons com licor, por exemplo, Fernando Francalessi explica que leva 15 dias para fazer o processo do produto. A Andressa ficou surpresa ao descobrir que uma fábrica de uma marca tão famosa usava trabalho manual, praticamente o mesmo que é feito por ela e o marido. Na fábrica, a Páscoa responde por 30% do volume de vendas do grupo. A operação para atender a data, começa com cinco meses de antecedência e tem que terminar a tempo de possibilitar a distribuição dos produtos para toda a rede. Na parte da venda, o foco é o consumidor. A vice- presidente Renata Vichi diz que quando se coloca o cliente como centro da estratégia já se tem 50% do sucesso garantido e diz também que o varejo é muito dinâmico. O principal desafio da empresa é saber lidar com essa velocidade do varejo e saber se antecipar às necessidades. KOPENHAGEN www.kopenhagen.com.br FELICIDADE É BRIGADEIRO Av. Paulista, 1100 – Bela Vista São Paulo / SP – CEP: 01310-100 Telefone: (11) 98463-3684 Instagram: @bikefelicidadeebrigadeiro Facebook: www.facebook.com/bikeFelicidadeeBrigadeiro
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21/04 - 20 órgãos abrem inscrições nesta segunda para 1,5 mil vagas
Cargos são de todos os níveis de escolaridade. Os salários chegam a R$ 12.473,36. Pelo menos 20 órgãos abrem as inscrições nesta segunda-feira (22) para 1.568 vagas em cargos de todos os níveis de escolaridade. Os salários chegam a R$ 12.473,36 na Prefeitura de São João da Paraúna (GO). VEJA A LISTA COMPLETA DE CONCURSOS E OPORTUNIDADES Veja abaixo os detalhes de cada concurso: Câmara Municipal de Itambé do Mato Dentro (MG) Inscrições: até 23/05/2019 2 vagas Salário: R$ 998,00 Cargos de nível fundamental e médio Veja o edital Câmara Municipal de Piracicaba (SP) Inscrições: até 27/05/2019 14 vagas Salários: até R$ 5.815,75 Cargos de nível fundamental, médio e superior Veja o edital Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP) Inscrições: até 22/05/2019 26 vagas Salários: até R$ 4.180,66 Cargos de nível médio e superior Veja o edital Ministério Público de Santa Catarina Inscrições: até 24/05/2019 23 vagas para promotor Cargo de nível superior Veja o edital Polícia Militar de São Paulo Inscrições: até 06/06/2019 190 vagas Salários: até R$ 3.116,76 Cargo de nível médio Veja o edital Prefeitura de Andrelândia (MG) Inscrições: até 23/05/2019 144 vagas Salários: até R$ 10.175,29 Cargos de nível fundamental, médio e superior Veja o edital Prefeitura de Balsa Nova (PR) Inscrições: até 21/05/2019 64 vagas Salários: até R$ 9.000,00 Cargos de nível fundamental, médio e superior Veja o edital Prefeitura de Guarabira (PB) Inscrições: até 19/05/2019 192 vagas Salários: até R$ 2.550,00 Cargos de nível fundamental, médio e superior Veja o edital Prefeitura de Itapuranga (GO) Inscrições: até 22/05/2019 2 vagas para contador e procurador municipal Salários: até R$ 3.500,00 Cargos de nível superior Veja o edital Prefeitura de Jacutinga (MG) Inscrições: até 21/05/2019 10 vagas de guarda municipal Salários: até R$ 1.200,00 Cargo de nível médio Veja o edital Prefeitura de Jaru (RO) Inscrições: até 26/04/2019 12 vagas Salários: até R$ 7.000,00 Cargos de nível fundamental, médio e superior Veja o edital Prefeitura de Nanuque (MG) Inscrições: até 26/04/2019 45 vagas para cuidador de idoso Salário: R$ 1.047,13 Cargo de nível médio Veja o edital Prefeitura de Nova Floresta (PB) Inscrições: até 19/05/2019 32 vagas Salários: até R$ 1.678,42 Cargos de nível fundamental, médio e superior Veja o edital Prefeitura de Passos (MG) Inscrições: até 10/05/2019 61 vagas Salários: até R$ 10.182,58 Cargos de nível médio e superior Veja o edital Prefeitura de Santa Luzia (MG) Inscrições: até 23/05/2019 530 vagas Salários: até R$ 3.811,44 Cargos de nível médio e superior Veja o edital Prefeitura de São João da Paraúna (GO) Inscrições: até 12/05/2019 34 vagas Salários: até R$ 12.473,36 Cargos de nível fundamental, médio e superior Veja o edital Prefeitura de Sidrolândia (MS) Inscrições: até 24/04/2019 23 vagas para agente comunitário de saúde Salários: até R$ 1.168,87 Cargo de nível médio Veja o edital Prefeitura de Uberaba (MG) Inscrições: até 26/04/2019 10 vagas para professores Salário: R$ 10,28 hora/aula Cargo de nível superior Veja o edital Prefeitura de Volta Redonda (RJ) Inscrições: até 29/04/2019 65 vagas para médicos Salários: até R$ 7.648,06 Cargos de nível superior Veja o edital Superintendência de Água e Esgoto de Catalão (GO) Inscrições: até 24/04/2019 89 vagas Salários: até R$ 1.900,00 Cargos de nível fundamental e médio Veja o edital
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21/04 - Imposto de Renda 2019: o que fazer se você não recebeu o informe de rendimentos
Empresas, bancos e corretoras deveriam fornecer o documento até o dia 28 de fevereiro, sob pena de multa. Principal recomendação a quem não o recebeu é fazer a declaração com os dados que tiver disponível. Arte G1 Para fazer a Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF), é indispensável ao contribuinte ter em mãos o informe de rendimentos – sejam aqueles pagos pela empresa para a qual trabalha, sejam aqueles advindos de aplicações financeiras em bancos e corretoras. Sua ausência não exime o contribuinte de apresentar a declaração dentro do prazo, que vai até 30 de abril. A entrega do documento é obrigatória para todas as empresas e deveria ter sido feita até o dia 28 de fevereiro, sob o risco de multa. Saiba tudo sobre o Imposto de Renda 2019 Dicas IR 2019: Ter imposto a pagar não significa que houve erro na declaração Sem o informe de rendimentos o contribuinte não consegue preencher a declaração do Imposto de Renda com exatidão. Ele corre o risco, por exemplo, de errar nos cálculos, como somatório de salários e pagamento de benefícios, e, assim, cair na malha fina. O G1 conversou com dois especialistas para saber quais providências o contribuinte deve tomar caso não tenha recebido o informe de rendimentos. Ambos foram unânimes: o mais importante é enviar a declaração dentro do prazo, que termina no dia 30 de abril, mesmo que para tanto ele preencha os dados com erros ou de forma incompleta. Segundo o advogado tributarista Samir Choaib, do escritório Choaib, Paiva e Justo Advogados, é raro que bancos deixem de enviar o documento e, geralmente, quando cobrados o enviam rapidamente. O mesmo acontece com financeiras e corretoras. Já no caso de empresas empregadoras, é comum ocorrer atraso ou sonegação. “Às vezes, deixam de entregar por questões burocráticas e/ou administrativas quando, por exemplo, terceirizam esse serviço a empresas de contabilidade que não cumprem o serviço. Outra situação é empresa que fecha ou suspende a atividade e o empregado fica sem a informação”, destacou o professor de finanças do IBMEC e da Fundação Dom Cabral, Gilberto Braga, “Se for ex-correntista, basta ligar no SAC do banco e o documento pode ser enviado por e-mail. Caso seja ex-funcionário, ligue no departamento de recursos humanos da empresa e envie um e-mail para formalizar a solicitação”, orientou o advogado Choaib. O advogado enfatizou a importância de o contribuinte registrar que fez a cobrança do documento como forma de ter um comprovante de que acionou a empresa em caso de ter de prestar contas ao Leão. Veja abaixo as principais orientações dos dois especialistas aos contribuintes que não receberam o informe de rendimentos. Não recebi o informe. Posso deixar de apresentar a declaração? Se o contribuinte estiver obrigado a declarar, a falta do informe de rendimentos não o exime de enviar a declaração dentro do prazo estipulado pela Receita. “O que a gente orienta é fazer declaração com informações que tiver em mãos. Ela tem que gerar, por seus próprios meios, a mesma informação que a empresa forneceria. Minha sugestão é fazer uma tabela, listando contra-cheque por contra-cheque e separando cada uma das informações, como salário, 13º, contribuição previdenciária, etc”, disse o professor Gilberto Braga. Se os dados que eu tiver estiverem incompletos, ou se eu fizer soma errada, não corro o risco de cair na malha fina? A Receita Federal possui um arrojado sistema que confronta as informações prestadas pelo contribuinte. Se houver inconsistência do que foi declarado com o que há de informações na base de dados do órgão, certamente ele cairá na malha fina. Porém, os especialistas garantem que não enviar a declaração é pior e sai mais caro, já que há multa para quem deixa de declarar ou apresenta a declaração fora do prazo. “Por isso é importante que o contribuinte formalize a cobrança do informe de documentos. Se ele cair na malha fina, deverá apresentar esse comprovante para comprovar que notificou a fonte pagadora”, destacou o advogado tributarista Samir Choaib. Devo denunciar a empresa por ter descumprido o prazo? Segundo os especialistas ouvidos pelo G1, embora não seja uma obrigação do contribuinte, ele pode comunicar o fato à Receita Federal, que é o órgão com atribuição para cobrar e penalizar a empresa que descumpriu o prazo. “A multa é de R$ 41,43 para a empresa por cada informe não entregue dentro do prazo. E se tiver informações falsas no documento enviado ao contribuinte, a empresa terá ainda que pagar uma multa de 300% sobre o valor que foi indevidamente utilizado como forma de obter redução do imposto a pagar”, explicou o advogado Choaib. Acionei a empresa, mas ela me cobrou uma taxa para fornecer o informe. Devo pagar? A entrega do informe de rendimentos é obrigatória a todas as empresas, que o devem fazer de forma gratuita e espontânea dentro do prazo estipulado pela Receita Federal. Se houver cobrança para emissão e envio do documento, o contribuinte deve se recusar a pagar. “A cobrança ilegal. O contribuinte tem que tentar se documentar para provar que foi cobrado e, aí sim, denunciar o caso à Receita. Ele deve pedir à empresa que envie a cobrança por escrito”, esclareceu o advogado. Recebi o informe de rendimentos, mas há informação errada ou dados incompletos. O que faço? A empresa é obrigada a fornecer o documento completo e ela irá responder, e até ser penalizada, caso tenha incluído informações falsas no documento. A orientação dos dois especialistas ouvidos pelo G1 é cobrar da empresa, preferencialmente por escrito, a retificação do documento dentro do prazo legal para envio da declaração. “Se tiver muita dificuldade para conseguir o documento correto, vale enviar a cobrança por meio de carta registrada ou com Aviso de Recebimento (AR), da mesma forma que faria caso não tenha recebido o documento”, orientou Choaib. A empresa para a qual trabalhei me enviou o informe de rendimentos, mas o banco ou corretora não. O que faço? Todos os rendimentos recebidos devem ser declarados à Receita, incluindo aqueles provenientes de aplicações financeiras. Assim, da mesma forma que deveria fazer com a fonte pagadora que não enviou o documento dentro do prazo, o contribuinte deve fazer a cobrança. “Geralmente, os bancos não impõem dificuldades para fornecer o informe. Eles costumam disponibilizar essa informação no próprio site. Se não houver, basta ligar para o SAC [Serviço de Atendimento ao Cliente] do banco e solicitar o envio por email”, orientou o advogado tributarista Samir Choaib.
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21/04 - Estagnado, Brasil vê riqueza de colombianos e peruanos se aproximar
Em 2018, renda média da população da Colômbia e do Peru equivalia a 93% e 88% da brasileira, respectivamente. Distância vem diminuindo ao longo dos anos. Os efeitos provocados pela crise continuam causando estragos no Brasil. A recessão e a lenta retomada da atividade econômica dos últimos anos deixou a renda média dos brasileiros praticamente equivalente à de países como a Colômbia e o Peru, um cenário impensável há algumas décadas. Em 2018, os dados do Fundo Monetário Internacional (FMI) mostraram que o Produto Interno Bruto (PIB) per capita da Colômbia chegou a US$ 14,943 mil, enquanto o do Peru foi a US$ 14,424 mil. A riqueza dois países equivaliam, respectivamente, a 93% e 88% da renda do brasileiro (US$ 16,154 mil) no ano passado. É a menor diferença já registrada pelo fundo. A aproximação das economias colombiana e peruana marca mais um revés para o Brasil e deixa evidente que o país tem ficado para trás na região. Nas últimas décadas, a economia brasileira já foi superada pelo Chile e viu a distância de outros países latino-americanos, como México e Argentina, crescer em vários momentos. O PIB per capita é um indicador que mede toda a riqueza produzida por um país e a divide pela quantidade de habitantes. Os dados foram calculados em Paridade do Poder de Compra (PPC) e, portanto, permitem a comparação entre os países porque exclui qualquer tipo de efeito do câmbio nas moedas locais. PIB per capita dos países da América Latina Igor Estrella/Arte G1 Em 1980, quando o indicador começou a ser mensurado pelo órgão, a distância do Brasil para Colômbia e Peru era bem maior. O PIB per capita colombiano equivalia a 56% do brasileiro, enquanto o peruano correspondia a 64%. Naquele ano, o Brasil tinha um PIB per capita de US$ 4,9 mil, enquanto o da Colômbia somava US$ 2,762 mil, e o Peru tinha uma riqueza média de US$ 3,151 mil. O Brasil também superava o Chile, cuja renda per capita era de US$ 3,441 em 1980. Em 2018, no entanto, o PIB per capita chileno avançou a US$ 27,059 mil – 60% superior ao brasileiro no mesmo ano. Brasil cresce menos O mau desempenho do Brasil na comparação com os pares latino-americanos é explicado pelo baixo crescimento econômico ao longo dos últimos anos. O cenário foi agravado com a recessão de 2015 e 2016 e por avanços modestos do PIB nos dois anos seguintes, em 2017 e 2018. "A Colômbia e o Peru apresentam uma tendência de evolução no crescimento, enquanto o Brasil enfrenta dificuldades", diz Marcel Balasiano, pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia, da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV). Uma análise detalhada dos números do PIB dos países latino-americanos feita por Balasiano entre 1980 e 2018 confirma a lentidão brasileira. Nesse quase 40 anos, o crescimento médio do Brasil foi de 2,3%, enquanto o PIB da Colômbia subiu 3,5% e do Peru avançou 3,2%. De forma geral, o desempenho econômico dos países da América Latina se destacou, sobretudo, nos anos 2000, quando a economia mundial foi beneficiada pelo boom de commodities. O rápido crescimento chinês aumentou a demanda por produtos básicos, o que estimulou toda a economia da região. Hoje, com o fim deste ciclo, todas as economias da região crescem menos do que no passado, mas países com desequilíbrios macroeconômicos, como Brasil e Argentina, estão sofrendo mais. "O Brasil teve um excesso de estímulo monetário, fiscal e parafiscal. Uma hora tudo isso se esgotou", diz João Pedro Bumachar, economista do Itaú Unibanco. "Na hora em que a economia brasileira precisou de algum estímulo, havia pouca margem." Diferença vai seguir caindo Nas projeções do fundo, a diferença da Colômbia e do Peru para a economia brasileira deve continuar diminuindo e os países devem praticamente se igualar no quesito PIB per capital em poucos anos. Em 2024, a projeção do FMI é que o PIB per capita da Colômbia chegue a US$ 19,766 mil e alcance 99% da renda do Brasil (US$ 20,052 mil). Já o PIB per capita peruano (US$ 19,027 mil) deve equivaler a 95% do brasileiro. "Colômbia e Peru foram economias que se voltaram mais para o mundo", afirma Alexandre Chaia, professor de finanças do Insper. "O Brasil é um país extremamente fechado, com baixo nível de exportação e importação. Isso não gera o benefício das trocas comerciais e foi por meio das trocas que o mundo cresceu nos anos 1990 e 2000."
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20/04 - Conheça os desafios e as equipes do Hackathon Globo 2019
Equipes escolheram um entre sete desafios selecionados pela empresa e tem até amanhã para apresentar um projeto. Hackathon 2019: maratona de tecnologia da Globo acontece na casa do BBB Luiz Vitulo/Globo Começou neste sábado (20) o Hackathon 2019, quinta edição da maratona de tecnologia da Globo. AO VIVO: acompanhe a cobertura do Hackathon 2019 Com recorde de inscrições, 52 participantes foram selecionados e passam o final de semana na casa do “Big Brother Brasil” concebendo um projeto que solucione um dos sete desafios propostos em áreas como Esporte, Gshow, marketing, operações comerciais, digital e Globo Internacional. Os "hackathoners" vão virar a noite trabalhando nos projetos, que serão apresentados aos jurados neste domingo (21). Tiago Leifert dá boas-vindas aos participantes do Hackathon 2019 Confira os desafios: Operações comerciais: Como adequar conteúdo do anunciante ao conteúdo Globo em todas as plataformas Marketing: Como mensurar o retorno do investimento (ROI) dos anunciantes de maneira assertiva, em diferentes meios como digital e TV Digital: Como melhorar a experiência de cadastro na Globo Digital Globo Internacional: Como adequar obras internacionais da Globo à audiência local Gshow: Como gerar e interpretar dados estratégicos com os conteúdos de entretenimento da Globo Esporte: Como utilizar, da melhor maneira possível, os dados gerados pelo Cartola FC Esporte: Como aplicar novas tecnologias ao consumo de vídeo A escolha dos desafios funcionou com um sorteio, que selecionou 13 pessoas que deveriam escolher um deles — depois disso os grupos foram formados, com dois desenvolvedores, um especialista em negócios e um designer. Cada um dos desafios só poderia ser escolhido duas vezes. Como dois grupos têm um mesmo tema, o clima é de competição na casa do BBB. Principalmente porque a equipe que vencer o hackathon leva uma viagem para o Vale do Silício, em São Francisco, nos Estados Unidos. Conheça os grupos e seus projetos Grupo 1 A equipe escolheu o desafio 2. Diante da dificuldade de gerar métrica em conteúdos offline, na TV por exemplo, o grupo quer criar uma ferramenta de reconhecimento de imagem para permitir que usuários da Globo possam interagir com publicidade offline da empresa. Assim, a empresa poderia ter mais informações sobre usuários que interagem com anúncios. Grupo 1 no Hackathon 2019 Thiago Lavado/G1 Grupo 2 A equipe escolheu o desafio 3 e vai tentar solucionar os problemas no cadastro digital da Globo, criando um sistema para melhorar a experiência dos usuários nos serviços digitais da Globo, tratando-os de acordo com suas necessidades na hora do cadastro. Introduzir o cadastro em compartilhamento de conteúdos também é uma ideia cogitada pelo grupo. Grupo 2 no Hackathon 2019 Thiago Lavado/G1 Grupo 3 O grupo escolheu o desafio 4 e planeja focar em um país específico, onde será feita coleta e análise de dados para captar métricas de quem consome produtos da Globo fora do país. Assim, a aplicação permitirá à GloboPlay saber em quais conteúdos focar no exterior e como tratar esse produto para a audiência local. Grupo 3 no Hackathon 2019 Thiago Lavado/G1 Grupo 4 Focando no desafio 7, a equipe vai criar uma ferramenta de interatividade que permita usar dados de emoções para melhorar o engajamento com o consumo de vídeo no Esporte em diferentes horários. Grupo 4 no hackathon 2019 Thiago Lavado/G1 Grupo 5 Para solucionar os problemas do desafio 4, a equipe quer usar tecnologia de análise de dados para filtrar os conteúdos elaborados pela Globo para ajudar na venda desse conteúdo a emissoras internacionais em outros países, com valores e cultura diferentes do Brasil. Grupo 5 no Hackathon 2019 Thiago Lavado/G1 Grupo 6 A equipe, que tem o desafio 7, planeja usar inteligência artificial e realidade aumentada para gerar mais interação e consumo de vídeo do Esporte durante jogos ao vivo, apresentando outros vídeos e conteúdos do Globo Esporte com essa interação. Grupo 6 no hackathon 2019 Thiago Lavado/G1 Grupo 7 O grupo tem o desafio 5 e quer usar uma aplicação de análise e interpretação de dados para que o Gshow possa produzir em cima de conteúdos que tiveram sucesso, sabendo com maior precisão o interesse dos espectadores. Grupo 7 no Hackathon 2019 Thiago Lavado/G1 Grupo 8 Para resolver o desafio 6, a equipe quer desenvolver uma plataforma, para usuários do Cartola FC, que permita interações dentro do jogo com outras pessoas, além de contar com informações e notícias da Globo e do Globo Esporte com base nos jogadores escalados. Grupo 8 no Hackathon 2019 Thiago Lavado/G1 Grupo 9 Com o desafio 5 em mãos, o time quer criar uma ferramenta de inteligência artificial para melhorar a experiência do usuário no portal do Gshow, coletando informações que serão usadas para fornecer conteúdo de entretenimento de acordo com o perfil do usuário. Grupo 9 no Hackathon 2019 Thiago Lavado/G1 Grupo 10 A equipe quer solucionar o desafio 1 usando um sistema de reconhecimento de vídeo para classificar os anúncios seguindo contextos pré-definidos e fazer um ‘match’ entre publicidade e conteúdo da Globo. Isso permitirá oferecer melhores lugares aos anunciantes para colocação das publicidades em produtos da emissora. Grupo 10 no Hackathon 2019 Thiago Lavado/G1 Grupo 11 A equipe quer resolver o desafio 3 com um chatbot para transformar o formulário de cadastro da Globo, deixando-o mais interativo e próximo do usuário. Com esses dados e informações, será possível indicar, de melhor maneira, o conteúdo da empresa. Grupo 11 no Hackaton 2019 Thiago Lavado/G1 Grupo 12 A equipe ficou com o desafio 1, que precisa fazer a adequação de anúncios. A ideia é criar uma ferramenta com inteligência artificial para automatizar um processo que hoje é manual e um vínculo entre anunciantes, a Globo e o público. Essa ferramenta conseguiria alocar a publicidade em conteúdos da empresa que sejam próximos do tema presente no anúncio. Grupo 12 no hackaton 2019 Thiago Lavado/G1 Grupo 13 A equipe, que escolheu o desafio 6, quer usar cruzamentos de dados do Globo Esporte e de outros produtos e parceiros da Globo para melhorar as informações disponíveis sobre os jogadores no Cartola FC e permitir que usuários do jogo estejam mais preparados para fazer escalação de times. Grupo 13 no Hackathon 2019 Thiago Lavado/G1
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20/04 - Sardinhas em troca de leite em pó: Crise e hiperinflação obrigam venezuelanos a retornar ao escambo
No mercado de Los Cocos, em uma das principais cidades da Venezuela, pescadores chegam a trocar 24 quilos de sardinha por um pacote de leite em pó. Centenas de pessoas vão ao mercado de Los Cocos de Puerto La Cruz para trocar produtos por peixes Mohamed Madi Beudis Matínez é pescador desde os dez anos de idade, mas só agora não encontra quem compre seus peixes. Não com dinheiro, pelo menos. Mas ele está satisfeito, pois conseguiu trocar 24 kg de sardinha por um pacote de leite em pó para alimentar seu filho. Esse tipo de transação se tornou comum no mercado Los Cocos de Puerto La Cruz, uma das cidades mais importantes da Venezuela. Matínez, como muitos outros pescadores, passou a aceitar trocar sua mercadoria não por dinheiro, mas por outros itens, preferencialmente alimentos. Trata-se de uma forma moderna de escambo, a modalidade comercial das sociedades primitivas, que voltou a ser praticada na Venezuela. A crise sofrida pela Venezuela fez com que muitos peixes se tornassem a única maneira de obter proteína no país Mohamed Madi Afetados há alguns anos pela escassez de dinheiro em espécie e por uma hiperinflação que corrói o valor do bolívar, a moeda nacional, muitos venezuelanos, sobretudo no interior do país, têm encontrado no escambo uma forma de se abastecer. Em Puerto La Cruz, moradores e comerciantes estão acostumados a um mercado onde não se usam mais moedas ou cartões de crédito. "Vim aqui para trocar um pacote de macarrão e esta ferramenta", diz um homem segurando uma chave enferrujada com a mão esquerda. Ele se junta a outros que esperam para entrar em um barco amarrado a um dique, um dos locais onde ocorrem as transações com os pescadores. "Com a inflação você não consegue comprar (com dinheiro) nem um pacote de farinha", diz Matínez. No dia em que a BBC News Mundo, serviço em espanhol da BBC, visitou o local, o pescador teve uma jornada boa. "Ao menos, eu consegui leite para meu filho. Normalmente tenho dificuldade em conseguir o cálcio de que ele precisa", afirma. A família de Beudis Matínez sempre se dedicou à pesca nessa cidade do Estado de Anzóategui, outrora uma das mais favorecidas pela renda proveniente do petróleo venezuelano. Na Venezuela, 24 kg de sardinha são trocados por um pacote de leite em pó Mohamed Madi Medicamentos Beudis Matínez mal consegue sobreviver. Isso porque subiu muito o custo do combustível para abastecer seu pequeno barco e, por outro lado, caiu a capacidade da população de comprar peixe, que é o fruto de seu trabalho. Ele ainda teve outros problemas inesperados, como uma infecção urinária sofrida por um sobrinho recentemente, que demandou gastos com medicamentos. O escambo surgiu em seu auxílio. "Eu tinha procurado em todos os lugares os remédios que os médicos receitaram, mas não consegui encontrá-los. Até que um dia alguém apareceu no mercado e ofereceu esses medicamentos, e eu consegui trocar o peixe por eles." No mercado de Los Cocos, ferramentas antigas e até ventiladores são trocados por comida Mohamed Madi Os remédios são um dos produtos mais cobiçados em mercados como o de Puerto La Cruz, embora os pescadores também recebam como moeda de troca macarrão, arroz e óleo - estes são mais acessíveis à população. "Normalmente, a gente paga com outra comida", resume um dos homens na fila para entrar no barco. Também há moradores com ferramentas antigas e outros equipamentos, como ventiladores. A hiperinflação venezuelana, que chegou a 1.000.000% no ano passado, fez com que o preço da carne subisse substancialmente. Isso fez com que os pescados, em especial as sardinhas, se tornassem uma das poucas fontes de proteína acessíveis. Ainda assim, o valor do produtor tem caído. Yomaira Herrera passa horas esperando para conseguir realizar transações com os pescadores Mohamed Madi "Com os cortes de energia elétrica, as pessoas não conseguem manter o peixe congelado. Então, elas preferem não comprá-los para não perdê-los depois", diz Beudis Matínez. Os 24 kg de pescado que ele trocou por um pacote de leite em pó na Venezuela, por exemplo, valeriam cerca de U$ 190 (R$ 724) no mercado europeu. Para quem vai ao mercado de Los Cocos, nem sempre é fácil conseguir o que procura. Uma das mulheres que se aglomeram na fila é Yomaira Herrera, que chegou ao mercado às 6h. "Estou aqui há quatro horas e somente agora estou conseguindo um pacote de sardinhas", diz ela. Moradores voltam para casa carregados com enormes baldes de peixe Mohamed Madi Multidão faminta O público subiu nos barcos antes mesmo de os pescadores amarrarem as embarcações no cais. Para acalmar a multidão faminta, os pescadores às vezes param os barcos longe do cais - garotos com botes levam e trazem produtos que serão trocados. Ao mesmo tempo, pelicanos aterrizam para comer os restos das sardinha jogados pelos pescadores. Em outros pontos da Venezuela também há escambo. Na cidade de Cúpira, o comerciante Génesis Melo tem um pequeno posto que oferece um excelente cacau abundante na região, além de um pão feito com farinha de mandioca típica da área. "Quase tudo que eu vendi é para troca, porque as pessoas não têm dinheiro - é a única maneira de conseguir algo em troca de meus produtos", explicou. Em Cúpira, comerciantes locais aceitam outros produtos pelo tradicional cacau da região Guillermo Olmo Uma velha aposta de Hugo Chávez Situações semelhantes de escambo foram registradas em países como a Grécia por volta de 2009, após o país ser um dos mais duramente afetados pela crise econômico-financeira que eclodiu um ano antes. Mas economistas explicam que, do ponto de vista econômico, trata-se do estágio mais primitivo das trocas comerciais, já que exige que dois lados coincidam perfeitamente no que querem trocar entre si, o que nem sempre permite trocas igualitárias. O advento do dinheiro serviu justamente para facilitar isso. Ainda que para muitos o escambo seja visto como um retrocesso, o ex-presidente Hugo Chávez, que morreu em 2013, defendeu essa modalidade econômica. "O socialismo que estamos começando a construir é diferente, é baseado na solidariedade, é por isso que é socialismo. (...) Devemos promover o escambo: isso é um mercado, um mercado que pode ser reativado através de escambo e não moeda", disse ele, em 2006. Indiretamente, a promessa de Chávez se cumpriu.
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20/04 - Hackathon 2019
Hackathon 2019 5ª edição do Hackathon da Globo acontece na casa do BBB neste sábado (20) e domingo (21).. 52 participantes, divididos em 13 grupos, vão criar soluções inovadoras para produção e consumo de conteúdo.
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20/04 - Aplicativo de doações digitais combate pobreza nas ruas de Londres
Aplicativo que será lançado na capital britânica em setembro usa código QR entregue previamente por organizações beneficentes, hotéis ou entidades associadas ao projeto. Os moradores de rua de Londres já não recebem esmolas dos pedestres. "Não tenho trocado", ouvem. E, embora soe como uma desculpa, é realmente o reflexo de uma sociedade na qual quase ninguém mais anda com dinheiro no bolso. Mas, e se a tecnologia permitisse que este coletivo pudesse continuar recebendo doações sem que os transeuntes precisem ter dinheiro na mão? Agora, isso é possível com um smartphone e um código QR, graças à espanhola Irene López e sua equipe, que desenvolveram o "Giving Streets", um aplicativo que será lançado na capital britânica em setembro. Grego pede esmola em Atenas AFP "O futuro do dinheiro é virtual", disse López em entrevista à Agência Efe, "e nós não podíamos olhar para outro lado enquanto havia pessoas que estavam sendo excluídas de uma realidade na qual é cada vez mais difícil ser espontâneo na hora de dar donativos". Diante deste cenário e a fim de fomentar uma sociedade sem dinheiro mais inclusiva, o projeto "Giving Streets" surgiu há dois anos, quando esta socióloga industrial e seus companheiros se deram conta de que este era um "problema global" que ficava mais evidente em países como o Reino Unido, o terceiro do mundo com menos dinheiro em espécie. Para López e sua equipe, a solução para esta exclusão social estava na tecnologia, nos aplicativos e, especificamente, nos códigos QR (Quick Response - Resposta Rápida), que são códigos de barras bidimensionais que, ao serem escaneados, dão acesso imediato a seu conteúdo. "Optarmos por este formato ao invés de pagamentos 'contactless' transforma a iniciativa em um projeto muito mais sustentável, flexível e barato, pois não dependemos de nenhum terminal com hardware que precisa de conexão com a internet e que consome energia", explicou López. O "Giving Streets" começa com uma fórmula que é muito simples: abrir a câmera do celular, escanear - fotografar - o código QR que te leva a um site e, por último, doar a quantia que quiser após fazer um cadastro ou de forma anônima. Desta forma, é efetuada uma transação virtual que só precisa de dois elementos: um telefone celular nas mãos do doador e um cartão de papel pessoal e intransferível com tal código QR entregue previamente ao beneficiado por uma das organizações beneficentes, hotéis ou entidades associadas ao projeto. Neste sentido, López destacou a importância destes intermediários, que atuam como canais de distribuição e que se encarregam de cadastrar e identificar os moradores de rua que vivem de esmolas, para garantir ao usuário um processo transparente e confiável."O cartão com o código QR do receptor atua como uma carteira digital na qual o dinheiro doado vai sendo acumulado e essa quantia virtual pode ser trocada depois, por exemplo, por comida em um supermercado ou por uma noite em um hotel", detalhou López sobre o procedimento do "Giving Streets", que, em nenhum caso, inclui dinheiro vivo. Deste modo, elimina-se ao mesmo tempo a barreira digital de acesso a novas tecnologias que existe para os sem-teto, pois estes não têm a obrigação de dispor de um celular para receber uma doação, simplesmente devem ter à sua disposição um cartão de papel.Neste ponto, a espanhola também ressaltou a possibilidade de fazer microdoações "para que os cidadãos com menos recursos ou as pessoas jovens possam transferir cotas pequenas se assim desejarem". Além da doação instantânea, o "Giving Streets" também oferece ao usuário um painel de acompanhamento do dinheiro transferido. "O indivíduo que doa sabe onde vai investir sua ajuda porque recebe uma notificação de onde a esmola foi gasta, um aspecto que gera uma resposta positiva esplêndida e faz o usuário se sentir à vontade doando porque tem informações do destino da sua doação", comentou López, acrescentando que existem controles que proíbem gastar em álcool, entre outros produtos. Esta solução moderna só conta com dois inconvenientes, segundo a espanhola, que são a adoção e o financiamento. A primeira é questão de tempo e, para a segunda, López e sua equipe vão levar o "Giving Streets" na primeira semana de maio a Amsterdã, na Holanda, onde acontecerá a final do concurso "The Chivas Venture", à qual chegaram após vencerem em dezembro do ano passado o prêmio de empreendedores do ano na Inglaterra. López é especialmente positiva quanto ao "Voto do Público", pois espera que várias pessoas visitem o "Giving Streets" para apoiar sua iniciativa antes de 30 de abril e ganhar assim os US$ 100 mil desta categoria. Esta recompensa econômica seria usada no futuro para transformar os cartões de código QR em cadernetas de poupança e ajudar as pessoas sem-teto a pagar um aluguel graças às doações voluntárias.
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20/04 - China divulga novas regras para aprovação de jogos online
Mesmo com a liberação, jogos poderão ter conteúdos vetados e o número de aplicações será controlado. Pessoas participam de jogos online numa loja em Anhui, província da China, em agosto de 2018 Stringer/Reuters O órgão regulatório da imprensa e das comunicações da China divulgou novas regras para a publicação de jogos online no país, sinalizando uma possível aceleração na concessão de aprovações. A China parou de conceder licenças para monetizar games online em março de 2018, prejudicando desenvolvedoras dessas aplicações, como a Tencent e a NetEase. As aprovações foram retomadas em dezembro, mas suspensas de novo em fevereiro.  O Departamento Estatal de Imprensa, Publicações, Rádio, Filmes e Televisão da China divulgou as novas regras na noite de sexta-feira. Mesmo com a liberação, jogos poderão ter conteúdos vetados e o número de aplicações será controlado. Os desenvolvedores chineses têm sido incentivados a criar jogos que carreguem "valores centrais da China", incluindo a cultura tradicional local. 
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20/04 - 'Já demos uma trava na Petrobras', diz Onyx Lorenzoni a caminhoneiro em áudio
Chefe da Casa Civil comentou em gravação enviada por aplicativo de mensagem ações do governo federal para atender demandas da categoria. Petrobras ainda não se manifestou. Em áudio enviado a caminhoneiro, Onyx diz que o ‘governo deu uma trava na Petrobras’ Em uma mensagem de áudio enviada a um caminhoneiro, o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, comentou medidas articuladas pelo Palácio do Planalto para atender demandas da categoria que paralisou o país em maio do ano passado e afirmou ao interlocutor que o governo havia dado uma "trava" na Petrobras para evitar reajustes de combustíveis com frequência inferior a 15 dias. O áudio, revelado pela revista "Veja", viralizou em grupos de conversas de caminhoneiros em aplicativos de mensagens. Não é possível identificar a data em que a mensagem foi enviada, mas, em entrevista ao jornal "Folha de S.Paulo", o caminhoneiro Marconi França disse que era o interlocutor do áudio enviado pelo chefe da Casa Civil e informou que a mensagem foi trocada em 27 de março. "Já demos uma trava na Petrobras. Qualquer modificação de preço, no mínimo entre 15 e 30 dias, não pode ter menos que isso", declarou Onyx ao caminhoneiro (ouça o áudio), dando a entender que o governo interveio na petroleira. Ao G1, a assessoria da Casa Civil afirmou que o ministro não vai se manifestar sobre o áudio. A assessoria da Petrobras também foi procurada, mas até a última atualização desta reportagem ainda não havia obtido resposta sobre o conteúdo da gravação. Em 26 de março, véspera da data em que o ministro enviou a mensagem ao caminhoneiro, a Petrobras informou, em um comunicado ao mercado, que a diretoria da petroleira havia aprovado mudanças na periodicidade de reajuste nos preços do diesel vendido para as refinarias. Na ocasião, os preços passaram a ser reajustados, no mínimo, a cada 15 dias.  Com o fim do governo Michel Temer, a petroleira havia voltado a reajustar os combustíveis em intervalos sem frequência mínima, de acordo com as oscilações do barril de petróleo no mercado internacional e também considerando as varições da cotação do dólar. A mudança ocorreu com o fim do programa de subsídios lançado pelo governo Temer após a greve dos caminhoneiros. Fiscalização No áudio, Onyx Lorenzoni também destacou ao interlocutor que o governo iria para cima da fiscalização – sem esclarecer qual seria essa fiscalização. Segundo o chefe da Casa Civil, o presidente Jair Bolsonaro estava trabalhando para melhorar as condições dos caminhoneiros e, no dia seguinte ao diálogo, tinha programado uma manifestação de apoio à categoria em uma transmissão ao vivo em uma rede social. "Por outro lado, nós também tamo resolvendo aquela questão dos postos e nós vamos pra cima da fiscalização, tá?", enfatizou o ministro. No dia seguinte, 28 de março, Bolsonaro comentou em uma live em uma rede social sobre a fiscalização dos radares eletrônicos instalados na rodovias. Na transmissão pela internet, o presidente também detalhou, entre outros pontos, sobre o cartão caminhoneiro, que permitirá a compra antecipada de até 500 litros de combustível para ser usado durante o trajeto. "Vamos agora à questão dos caminhoneiros. Antes dizer o seguinte: eu, enquanto pré-candidato, em alguns momentos, estive com os caminhoneiros do Brasil, estive em Gramado, no Rio Grande do Sul, estive também no Rio de Janeiro e aqui em Brasília. Tinha naquele tempo a questão do eixo levantado, que cobravam pedágio. No governo anterior esse assunto foi resolvido. Também uma reclamação na multagem [sic] eletrônica. O que eu acertei com o ministro Tarcísio [Gomes de Freitas, da Infraestrutura]? Nós não queremos mais novos pardais no brasil que visam aí a cobrança eletrônica, cobrança não né, multagem eletrônica, não queremos mais isso." Três dias depois, o presidente anunciou a suspensão da instalação de novos pardais nas rodovias federais administradas pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit). "O presidente entrou nisso [reivindicações dos caminhoneiros], tu vai ver que já muitas coisas vão começar a acontecer já nesta semana. O presidente amanhã deve se manifestar pelas redes sociais em direção à categoria dos caminhoneiros, particularmente aos autônomos", ressaltou na ocasião o chefe da Casa Civil. Intervenção na Petrobras Bolsonaro manda suspender aumento do preço do diesel A troca de mensagens entre Onyx Lorenzoni e o caminhoneiro Marconi França ocorreu duas semanas antes de Bolsonaro intervir para barrar um reajuste de 5,74% que havia sido anunciado pela estatal do petróleo no preço do diesel. A intervenção do presidente da República na política de preços de combustíveis da petroleira teve forte impacto na bolsa de valores. Por conta do episódio, a Petrobras perdeu R$ 32,4 bilhões em valor de mercado. Recuo no preço do diesel coloca em dúvida agenda liberal do governo, dizem analistas; ENTENDA Diante da repercussão negativa da intervenção na Petrobras, Bolsonaro foi convencido por auxiliares e aliados a autorizar a retomada da política de reajuste dos combustíveis de acordo com as oscilações do petróleo e do dólar. Na última quarta-feira (17), o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, anunciou uma alta de R$ 0,10 por litro do óleo diesel. Petrobras anuncia alta de R$ 0,10 por litro no diesel Com o reajuste, o litro do diesel passou a custar R$ 2,2470 nas distribuidoras. O anúncio se deu seis dias após a estatal voltar atrás no último aumento, por determinação do presidente da República. Em contrapartida à liberação dos reajustes, o governo Bolsonaro anunciou nesta semana uma série de medidas para acalmar os caminhoneiros e tentar afastar a possibilidade de uma nova greve da categoria. Após negociações do Planalto com caminhoneiros, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) abriu uma linha de crédito a caminhoneiros autônomos de R$ 30 mil para manutenção dos caminhões. O governo também anunciou investimento de R$ 2 bilhões em rodovias. Governo anuncia medidas em favor dos caminhoneiros Reação 'natural' Em entrevista à GloboNews, Paulo Guedes tentou minimizar intervenção de Bolsonaro na Petrobras Em entrevista à GloboNews na última quarta-feira, o ministro da Economia, Paulo Guedes, tentou explicar o episódio no qual Bolsonaro interveio na política de preços da Petrobras. Na avaliação do ministro, "é natural" a reação do presidente diante da pressão externa. O ministro da Economia, que estava em Nova York no dia em que Bolsonaro barrou o aumento do diesel, alega que não houve interferência presidencial na política de preços da Petrobras, embora o próprio presidente da República tenha admitido que confrontou a petroleira sobre o reajuste. À GloboNews, Paulo Guedes contou que Bolsonaro ligou para o presidente da Petrobras, mas para pedir explicações. "Ele [Bolsonaro] me disse que ligou pro presidente da Petrobras e disse o seguinte: 'olha, nos meus cem dias, na minha festa de aniversário, você botou diesel no meu chope. Que negócio é esse? Você podia vir me explicar aqui?'. Em nenhum momento, ele mandou suspender o reajuste ou mandou não dar o reajuste. O presidente da Petrobras é que teve a atenção de dizer: 'bom, vou explicar pro presidente e depois, jogo que segue'. E foi exatamente isso que aconteceu. Nós nos reunimos, cuidamos um pouco da coisa de caminhoneiros", justificou Guedes. "O presidente até dizia o seguinte: 'poxa, eu não posso nem fazer pergunta que já dizem que estou interferindo em tudo! Eu quero saber o que está acontecendo'. Dito isso, ficou uma lição importante também... Essa necessidade de clareza na comunicação nos preços chave da economia", complementou.
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20/04 - Hackathon 2019: começa a quinta edição do desafio de tecnologia da Globo
Maratona de desenvolvimento da empresa acontece durante 35h e vai até domingo. Quem vencer ganha uma viagem para o Vale do Silício. Começou nesta sábado (20) a edição 2019 do Hackathon Globo, uma maratona de desenvolvimento e tecnologia que reúne 52 participantes selecionados, na casa do “Big Brother Brasil”. AO VIVO: acompanhe a cobertura em tempo real do hackathon da Globo Hackathoner posam para foto oficial Thiago Lavado/G1 Os “hackathoners” foram recebidos nesta manhã na casa e tiveram as primeiras orientações para formação dos grupos. Eles foram selecionados em meio a mais de 2,8 mil inscritos, um recorde para o evento. Os 13 times de 4 pessoas devem reunir conhecimentos de desenvolvimento, design, negócios ou marketing e trabalhar em um projeto de tecnologia pelas próximas 35 horas. A equipe vencedora ganha uma viagem para o Vale do Silício, em São Francisco na Califórnia. Participantes do Hackathon 2019 Thiago Lavado/G1
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20/04 - Região de Campinas concentra US$ 2,1 bilhões em investimentos e indústria é líder em SP, aponta Seade
O montante da Região Administrativa de Campinas equivale a 14,1% do aporte total estadual, que soma US$ 15,2 bilhões. Investimentos apontam confiança de empresas na região, mas valor é o 2º mais baixo em 7 anos. Indústrias da Região Administrativa de Campinas são destaque no cenário estadual, aponta pesquisa da Fundação Seade. Reprodução/EPTV A Região Administrativa (RA) de Campinas (SP) foi destaque no estado de São Paulo em investimentos anunciados confirmados no ano de 2018. O montante de US$ 2,1 bilhões equivale a 14,1% do aporte total estadual, US$ 15,2 bilhões. A RA de Campinas foi a que mais teve participação na indústria em SP, 38,4%. O levantamento faz parte da Pesquisa de Investimentos Anunciados no Estado de São Paulo (Piesp), realizada pela Fundação Seade. "A região de Campinas lidera os investimentos na indústria, e a maior parte é de empresas multinacionais, que usam o estado de São Paulo como plataforma da América do Sul", afirma Margarida Kalemkarian, coordenadora do estudo e economista da Seade. O valor representa a confiança de investidores - privados, na maioria, e alguns públicos. Margarida explica que, quando as empresas privadas investem, é porque elas estão visualizando possibilidade de avanço e novas atividades que surgem. Desta forma, acabam impulsionando toda a atividade econômica. "Vão sinalizando que a atividade econômica está avançando. Na medida em que existe uma segurança por parte das empresas para investir, esse clima de negócios acaba sendo positivo", diz. No entanto, o aporte computado em 2018 é um dos menores dos últimos anos na região. No período de 2012 a 2018, a RA de Campinas contabilizou um total de US$ 24,8 bilhões, com altos e baixos. A quantia do ano passado é 14,65% menor do que a de 2017, que somou US$ 2,5 bilhões. Só em 2016, que registrou US$ 1,3 bilhão por conta da recessão na economia, o valor foi menor do que em 2018. Veja no gráfico, abaixo. "No ano passado, a gente teve uma série de problemas que acabaram influenciando negativamente a atividade econômica, mas, mesmo assim, a gente teve um resultado bastante razoável. Teve a greve dos caminhoneiros, eleições, problemas no cenário internacional, as exportações para a Argentina foram reduzidas, uma série de fatores", explica a economista. O ano de 2012 foi o primeiro da série de estudos da Fundação com dados mais completos sobre os investimentos de cada região. Este também foi o ano com maior valor anunciado por investidores, US$ 9,4 bilhões . "Aquele ano foi dos melhores anos para São Paulo e para o país. Tinha um grande crescimento de infraestrutura; o aeroporto de Viracopos; Paulínia, que puxou bastante investimento da Petrobras para criar novos tipos de combustíveis", lembra Margarida. Influência do dólar x situação em real A economista ressalta que a variação no dólar no ano passado influenciou diretamente no resultado do estado, mas o cenário muda quando se converte os valores em real (R$). A diferença entre os investimentos de 2018 e 2017 na RA de Campinas foi equivalente a 14,65% em dólares e a 2,1% em reais. Considerando só o setor da indústria, houve redução de 4,1% nos valores em dólares, mas alta de 11,5% em reais, representando um avanço, segundo a economista. "A diferença se dá por conta do câmbio. O dólar subiu muito no ano passado. Em setembro, atingiu o nível mais alto de toda a série. Quando a gente faz a conversão de reais para dólares, isso acaba alterando um pouco o cenário. A gente tem que considerar que também houve a questão da desvalorização do real no ano passado, mas muitas empresas estrangeiras aplicaram recursos aqui", explica Margarida. Onde estão os investimentos de 2018 O aporte de 2018 teve influências de peso na região, segundo a coordenadora do estudo. Os investimentos da Toyota em Indaiatuba (SP), com um modelo de veículo mais sustentável; atividade de informática e eletrônicos; o anúncio da Qualcomm, que vai fabricar em Jaguariúna (SP) um chip compactado que não existe na América Latina; e, ainda, uma produtora de chip em Atibaia (SP) que vai lançar novos produtos de transformação digital. Veja o ranking dos destaques por setor: Indústria - US$ 1,03 bilhão, com destaque para equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos; e veículos automotores, reboques e carrocerias. Serviços - US$ 868,6 milhões, destaque para atividades de prestação de serviços de informação e do ramo imobiliário. Infraestrutura - US$ 214,3 milhões, sendo que eletricidade e gás tem maioria dos investimentos, seguido por armazenamento e atividades auxiliares dos transportes. Comércio - US$ 21,4 milhões, com destaque para comércio por atacado, exceto veículos automotores e motocicletas. Outros - US$ 3 milhões, investidos em agricultura, pecuária e serviços relacionados. No estado de SP Dados da Piesp mostram que foram contabilizados 483 investimentos em 2018 no estado. A Região Administrativa de Campinas fica atrás somente Região Metropolitana de São Paulo, que concentra 57% do total de aporte, US$ 8,7 bilhões. Do total de recursos anunciados e confirmados para o estado, a divisão contempla infraestrutura, serviços, indústria e comércio. Infraestrutura: US$ 8,7 bilhões (57,3%) Serviços: US$ 3,3 bilhões (21,4%) Indústria: US$ 2,7 bilhões (17,7%) Comércio: US$ 540,1 milhões (3,6%) A coordenadora do estudo ressalta que a participação da RA de Campinas no estado aumentou em um ano, passou de 13,4 % e passou a 14,1%. A RA representa 10,9% do estado, é composta por 90 cidades. Se destaca pelo Aeroporto Internacional de Viracopos, malhas rodoviárias e ferroviárias. Além da metrópole, possui municípios com mais de 200 mil habitantes, como Piracicaba (SP), Sumaré (SP), Limeira (SP) e Jundiaí (SP). No site da pesquisa da Seade é possível conferir cada um dos investimentos divulgados na região. Maior obra científica do Brasil, Sirius fica no CNPEM, em Campinas (SP) Cesar Cocco Projeções para 2019 Margarida afirma que a expectativa para 2019 é rodeada de muita cautela na avaliação econômica de investimentos. A aposta é de incentivos em: Eletricidade e energia Construção civil Indústria automotiva Eletrônicos e informática Telecomunicações Operação de satélite Indústria agrícola "Há uma quantidade enorme de institutos de pesquisas, grandes empresas que fazem parcerias com esses institutos para tentar compartilhar o conhecimento. O acelerador de partículas, o Sirius, vai atrás um monte de interessados. Ele permite você identificar a estrutura dos materiais. É um negócio de última geração mesmo", pontua a economista. Veja mais notícias da região no G1 Campinas
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20/04 - Cidade das Artes recebe o Rio2C, maior evento de criatividade e inovação da América Latina
Entre 23 e 28 de abril, executivos, players, cientistas, profissionais de audiovisual e artistas do Brasil e do exterior participam do Rio Criative Conference, sucessor do RioContentMarket. Cidade das Artes recebe pela segunda vez o Rio2C - Rio Creative Conference Divulgação/Rio2C Começa na terça-feira (23) a segunda edição do "Rio2C - Rio Criative Conference", maior evento de criatividade e inovação da América Latina. O sucessor do RioContentMarket receberá, até o dia 28, milhares de convidados entre executivos, players, cientistas, profissionais de mídia e artistas do Brasil e do exterior, na Cidade das Artes, na Barra de Tijuca, Zona Oeste do Rio. Veja a programação completa no site do Rio2C O evento se divide em três campos: mercado, conferência e festival – cada credencial tem acesso a determinadas áreas e dias (veja como comprar). Os dois primeiros voltados para empreendedores e profissionais da indústria criativa, e o terceiro oferecendo experiências, oficinas e painéis a estudantes, universitários e jovens recém-formados. No fim de semana, a programação dedicada ao público tem shows, lançamentos de filmes e séries, workshops, competições de eSports, realidade virtual e aumentada, e um festival de food truck. Atrações confirmadas: Heitor TP, guitarrista, compositor e arranjador, ganhador do Emmy e do Grammy, e autor de diversas trilhas sonoras de sucessos e ex-integrante da banda Simply Red; KondZilla, criador e proprietário do maior canal brasileiro do YouTube e o terceiro do mundo, com 22 bilhões de views e 45 milhões de inscritos; Morena Baccarin, atriz brasileira que fez filmes como “Deadpool” (1 e 2) e as séries “Gotham”, “Homeland” e “Firefly”, que falará no painel “A Arte da atuação”, ao lado do ator Cauã Reymond; João Mesquita, CEO da Globoplay Roberto Rios, Vice-Presidente Corporativo, Produções Originais da HBO Latin America; Betsy West, diretora e produtora vencedora de 21 Emmys de Jornalismo e nomeada este ano ao Oscar de melhor documentário com "RBG"; Charlie Brooker e Annabel Jones, da série "Black mirror"; Ted Sarandos, Chief Content Officer (CCO) da Netflix; Marcelo Gleiser, físico, astrônomo e escritor, primeiro latino-americano a vencer o Prêmio Templeton, um dos mais prestigiados do mundo. Morena Baccarin em cena de 'Deadpool 2': atriz está confirmada no Rio2C Divulgação Neurociência Entre as novidades do ano estão o BrainSpace, espaço voltado à neurociência e a relação com a criatividade, e a Casa das Marcas, área dedicada a discussões na área de conteúdo para marcas, além do lançamento do primeiro prêmio da indústria criativa. Outra novidade é o Rio2Night, um ponto de encontro em bares do Vogue Square para quem quiser estender o networking ou aproveitar a happy hour. Transportes vão sair da Cidade das Artes para a Vogue Square das 18h30 às 21h30. No Business Hall, espaço exclusivo profissionais do audiovisual, serão realizadas Rodadas de Negócio e o Pitching do Audiovisual. Mais de 420 players estão confirmados, dentre eles 34 empresas internacionais que estarão pela primeira vez no evento. Inovação Tendências em diversas áreas da inovação serão abordadas em 29 painéis com 104 participantes. Estão confirmadas palestras de: Ricardo Penzin, diretor de Desenvolvimento de Negócios da Hyperloop Transportation Technologies (HTT), empresa que está desenvolvendo um sistema de transporte de carga e passageiros de alta velocidade, em cápsulas dentro de tubos a vácuo; Maria Occarina, diretora de Marca e Criação da Memphis Meat, startup californiana que recebeu investimentos de Bill Gates, Richard Branson e Cargill para lançar em breve no mercado a carne produzida a partir de células animais; Yael Djemal, diretora de Produto da BrainQ, startup israelense que está desenvolvendo um software para tratar desordens neurológicas de forma inédita e não-invasiva. Diretor da Hyperloop, que desenvolve sistema de transporte de carga e passageiros de alta velocidade, em cápsulas dentro de tubos a vácuo, vai ao Rio2C Divulgação Homenagem a Elza Elza Soares, um dos maiores nomes da música brasileira, será homenageada no Rio2C 2019. Ela vai levar ao palco da Grande Sala sua trajetória histórias de luta, superação e de reinvenção em um bate-papo com Zeca Camargo, na quinta-feira (25), às 17h. Outros artistas como o produtor musical Moogie Canazio, os cantores Maria Rita, Alcione, Lenine e Jorge Aragão também participam da vertente musical do evento. Ludmila falará sobre a importância do funk como estilo musical, movimento social e faz uma retrospectiva do grande crescimento do estilo musical nos últimos anos. Elza Soares, que desfilou na Mocidade, será homenageada Rodrigo Gorosito/G1 Filmes e shows na Festivalia No fim de semana, uma série de atrações – a Festivalia – atraem o público com programação que inclui shows de música, experiência de realidade virtual, palestras, bate-papos, oficinas com profissionais da indústria criativa e encontros nos bastidores dos fãs com seus ídolos – os ingressos para a Festivalia custam R$ 100 (R$ 50 a meia). No Palco Eletroacústico, se apresentam Martins, Cai Sahra, Jonathan Feer, Gragoatá, Duda Brack e Gabz. No térreo, o Palco Música recebe Anderson Primo, Martte, Isabela Moraes, Rashid, Nanda Garcia, Jorge Airton, Simone Mazzer e UM44K. Grande Sala exibe 6 filmes: "Amazônia, o despertar da Florestania", de Christiane Torloni e Miguel Przewodowski; "Deslembro", de Flávia Castro; "Rindo à toa – Humor sem limites", de Claudio Manoel, Álvaro Campos e Alê Braga; "Simonal", de Leonardo Domingues; "Elogio da liberdade", estreia de Bianca Comparato como diretora; "RBG", documentário codirigido por Betsy West – que vai apresentar a sessão)– e Julie Lewis, nomeado ao Oscar de 2019 nas categorias Melhor Documentário e Melhor Canção Original. A Festivalia inclui ainda o XR Arcade, uma imersão no mundo da realidade virtual em que serão exibidos conteúdos produzidos pelos mais importantes estúdios do Brasil e do mundo. O espaço ainda traz experiências do RoboCup, como o futebol de robôs. O Espaço das Empresas Globo traz bate-papo com grandes profissionais do grupo: Marcos Caruso fala sobre a arte de atuar; os artistas da Som Livre, Ana Vilela e Filipe Het fazem um pocket show; e também participam as jornalistas e apresentadoras Barbara Barcia, Fernanda Prestes, Claudia Alves e muitos outros. EXPO Mais nova área do Rio2C, a EXPO é um espaço de conteúdo e ativações de marcas e parceiros que ocupa o térreo da Cidade das Artes. A área Empresas Globo reúne Globo, Globosat, Globo Esporte, GloboPlay e Som Livre em um único espaço, para experiências e programação com roteiristas, diretores, cenógrafos, figurinistas, além de pocket shows com artistas da Som Livre. Destaque para “A arte de... Improviso” com Fernando Caruso, Figurino com Marie Salles, Cenografia com May Martins e Narrativa, Direção com Luiz Henrique Rios, e Música com Marcel Kein.
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20/04 - Imposto de Renda: o que fazer se você perdeu os recibos de gastos médicos
Despesas informadas sem os devidos documentos levam o contribuinte para a malha fina da Receita Federal. Arte G1 Quem informa seus gastos médicos na declaração de Imposto de Renda pode obter descontos no valor devido à Receita Federal. Essas despesas são dedutíveis do cálculo do imposto, mas somente para o contribuinte que entregar a declaração completa. SAIBA TUDO SOBRE O IR 2019 A comprovação das despesas médicas é feita com documentos originais que devem conter nome, endereço e número do Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) ou Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) do prestador de serviço. Quem perdeu este documento deve buscar uma cópia ou segunda via com o profissional que forneceu o serviço médico. É necessário informar o valor correto do serviço, sob o risco de cair na malha fina. Dicas IR 2019: Despesas com plano de saúde devem ser divididas por beneficiário Caso não seja possível comprovar tais gastos, é indicado não reportá-los na declaração, afirma a gerente sênior de global mobility services e imposto renda para pessoas físicas da Grant Thornton Brasil, Tamara Gomes. “Sem os recibos não há comprovação de que os gastos aconteceram. O recomendável é reportar apenas os gastos médicos em que o contribuinte tenha os respectivos recibos”, diz. Os recibos dos gastos devem ser guardados por no mínimo cinco anos, para eventuais comprovações junto à Receita. O que o recibo deve conter? O recibo deve ter ainda data de emissão e o nome de quem fez o pagamento e do beneficiário, caso não sejam a mesma pessoa, data e assinatura do prestador de serviço (quando não for documento fiscal emitido eletronicamente). Na falta dessa documentação, a Receita Federal aceita também cheque nominativo ao prestador de serviço. Nesses casos, porém, o órgão pode pedir outros elementos para a comprovação. Gastos que exigem receita No caso de aparelhos e próteses ortopédicos e próteses dentárias, são exigidos o receituário médico ou odontológico e a nota fiscal em nome do beneficiário. Para o portador de deficiência física ou mental, são exigidos laudo médico atestando o estado de deficiência e comprovação de pagamento a entidades para esse fim. Gastos no exterior As despesas médicas e hospitalização pagas no exterior também precisam ser comprovadas por documentação. Os valores devem ser convertidos para dólares dos Estados Unidos na data do pagamento e, na sequência, para reais, conforme fixado pelo Banco Central brasileiro para o último dia útil da primeira quinzena do mês anterior ao pagamento. Como declarar gastos médicos Não há limites para os valores a declarar, mas nem todos os gastos podem ser descontados. As despesas médicas devem ser declaradas na ficha “Pagamentos efetuados”. O contribuinte deve clicar no botão “novo” e selecionar o tipo de despesa (cada uma delas tem um código específico). É preciso incluir o CNPJ ou CPF do prestador e o valor gasto. Veja quais despesas médicas podem ser descontadas: consultas com médicos, dentistas, fisioterapeutas, psicólogos, terapeutas ocupacionais; despesas hospitalares; exames; despesas com aparelhos ortopédicos (pernas e braços mecânicos, calçados e palmilhas ortopédicos); pagamentos a operadoras de planos de saúde ou administradoras de benefícios; despesas com próteses dentárias (dentaduras, coroas, pontes, aparelhos dentários); serviços radiológicos; transfusões de sangue; despesas com fertilização in vitro; despesas médicas no exterior, desde que não tenham sido cobertas por seguro ou plano de saúde; cirurgias plásticas comprovadamente voltadas à preservação da saúde física e mental do paciente.
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20/04 - Com devolução de 18 aviões a partir de segunda, Avianca reduzirá em 66% o número de voos em relação a 2018
Em recuperação judicial, a companhia vai ficar com apenas sete aviões; hoje são 25. Número de aeroportos atendidos também cai. Aeronave da Avianca aguarda autorização para decolagem no Aeroporto de Congonhas, em SP Bruno Rocha/Fotoarena/Estadão Conteúdo Com a devolução de 18 de seus 25 aviões a partir de segunda-feira (22), a Avianca Brasil terminará a próxima semana com 66% voos a menos em relação a 2018. Serão 646 voos de 22 a 28 de abril, contra 1.910 no mesmo período do ano passado, segundo levantamento do G1 com base em dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Centenas de voos têm sido cancelados. Procurada, a Avianca Brasil não quis comentar. O número de voos na semana que vem cairá gradativamente à medida em que os aviões forem devolvidos: Segunda, 22/4: 150 voos Terça, 23/4: 118 voos Quarta, 24/4: 98 voos Quinta, 25/4: 88 voos Sexta, 26/4: 70 voos Sábado, 27/4: 60 voos Domingo, 28/4: 62 voos Em recuperação judicial desde dezembro, a companhia foi obrigada a devolver as aeronaves aos donos (chamados de "lessores") por falta de pagamento, após sucessivas decisões da Justiça. As devoluções foram mediadas pela Anac. A diminuição dos voos é reflexo da frota menor --já foram mais de 40 aviões; a partir da semana que vem, serão sete. A consequência: o número de aeroportos atendidos chegará a 12 em 28 de abril, ante 31 em 28 de abril de 2018. O cancelamento de voos começou em 13 de abril e tem ocorrido diariamente desde então. Só nesta Páscoa, terão sido 612 voos cancelados em relação à Páscoa do ano passado, ou 62% a menos. Passageiros estão sendo avisados com antecedência, segundo a companhia. A atualização dos voos cancelados está na página da Avianca Brasil. Avianca devolverá aviões e cortará voos Diana Yukari/G1 Passageiros afetados Avianca cancela 40 voos marcado para esta sexta-feira (19) em Cumbica A companhia aérea disse que tem entrado em contato com os passageiros afetados para oferecer reembolso ou opções de reacomodação. Também informou que, se as passagens foram compradas por meio de agências, sites de viagem, o passageiro deve entrar em contato diretamente com as empresas. Segundo a Anac, em caso de cancelamento ou de alteração do voo por iniciativa da Avianca, o passageiro deve ter os seus direitos respeitados, disponíveis para consulta no portal da Anac na internet. Reclamações podem ser feitas pela plataforma Consumidor.gov.br e, caso não sejam atendidas, o passageiro poderá recorrer aos órgãos do Serviço Nacional de Defesa do Consumidor. Impacto da crise da Avianca no setor Avianca reduz operações; veja o impacto no setor aéreo brasileiro Plano de recuperação Quarta maior companhia aérea do Brasil, a Avianca Brasil está em recuperação judicial desde dezembro do ano passado. Em 5 de abril, os credores aprovaram o plano de recuperação judicial da companhia. O plano prevê a divisão da companhia em sete Unidades Produtivas Isoladas (UPIs) que serão levadas a leilão, marcado para o dia 7 de maio. Tanto a Latam Brasil quanto a Gol concordaram em fazer uma oferta no valor mínimo de US$ 70 milhões para pelo menos uma UPI e seus respectivos ativos. A Azul chegou a fazer uma oferta de compra, mas, na quinta-feira (18), anunciou ter desistido. Nos últimos dias, a companhia aérea também tem enfrentado uma série de problemas com operadores de aeroportos. A companhia está atrasando o pagamento de taxas aeroportuárias, o que tem levado as empresas operadores a ameaçar de suspensão de voos da companhia. O juiz que homologou o plano de recuperação da Avianca não aceitou o pedido da aérea para que a devolução dos aviões fosse feita gradualmente, até julho. A companhia já atrasou pagamentos nos aeroportos de Guarulhos, Florianópolis, Porto Alegre, Salvador e Fortaleza. Initial plugin text
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20/04 - Neuroeconomia: conheça o Jogo do Ultimato
Nos anos 80, um experimento de três psicólogos alemães comprovou que a maioria das pessoas pagaria um custo pessoal em nome da vingança. Entenda mais sobre o Jogo do Ultimato na minha coluna de neuroeconomia para o Jornal da Globo: Neuroeconomia: Samy Dana explica o Jogo do Ultimato
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19/04 - Safra de pinhão no RS deve reduzir mais da metade neste ano, prevê Emater
Polinização dos frutos foi prejudicada, o que deve impactar na safra. Quilo do produto já pode ser encontrado a cerca de R$ 10. Redução da safra de pinhão no RS chega até 60% A produção de pinhão no Rio Grande do Sul deve reduzir em até 60% neste ano em relação ao colhido no ano passado, conforme prevê a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do RS (Emater-RS) A colheita e a comercialização do pinhão no Rio Grande do Sul foram liberadas pela Polícia Ambiental do estado na última segunda-feira (15). Os preços já assustam os compradores: o quilo do produto pode chegar a R$ 10 em alguns comércios. "Quem tem, quem junta no mato e traz aqui para nós, a gente tem que pagar o preço que eles querem, porque tá todo mundo atrás do pinhão. Se o frio vier então, o preço tende a subir cada vez mais", diz o empresário Daniel Peres, que vende pinhão em seu estabelecimento. A previsão de queda na produção se deve ao fato de que a pinha demora dois anos para se formar. Em 2017, as araucárias sofreram com uma geada fora de época. A polinização dos frutos foi dificultada, e por isso há mais falhas do que pinhões dentro das plantas que se formaram. No ano passado, 800 toneladas foram comercializadas. "Nós viemos aí com safras normais no Rio Grande do Sul, e aí chega o momento que a árvore precisa descansar, e aliado a esse descanso fisiológico necessário da árvore, ocorreu esse fenômeno meteorológico climático, que levou a essa redução drástica para a safra de 2019", explica o engenheiro agrônomo da Emater, Ilvandro Barreto de Mello. O Rio Grande do Sul é o terceiro maior produtor de pinhão, com cultivo concentrado na Serra e no Norte do Rio Grande do Sul. Porém, os produtores estão enfrentando dificuldades. "Praticamente a gente não tá encontrando pinhão. Esses poucos que caem no chão, os bichos, os animais silvestres estão comendo ainda", reclama o agricultor Carlos Leandro Lacourt. A redução também afetou araucárias do Paraná e Santa Catarina, que abastecem o mercado gaúcho em épocas de escassez. Essa pode ser a menor safra dos últimos 20 anos.
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19/04 - Em MT, produtores investem em crotalária na segunda safra para aumentar produtividade de soja
Planta prepara o solo para o cultivo da soja, aumenta a quantidade de nutrientes e reduz a população nematóides. Produtores de MT investem em crotalária como segunda safra Reprodução/TVCA A soja só começa a ser cultiva em setembro, mas produtores da região sudeste do estado já investem com tratamento do solo, com o objetivo melhorar a produtividade. Para isso, em vez de milho, muitos estão apostando no cultivo da crotalária, que além de proteger o solo, faz o controle de nematóides. Em uma propriedade rural de Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá, os proprietários conseguiram melhorar a produtividade de soja, depois de investir no cultivo de crotalária como segunda safra. De acordo com o gerente Everton Appelt, além de reduzir a população de nematóides, a crotalária, por ter raízes longas, consegue buscar nutrientes na parte mais profunda do solo e trazê-los à superfície, fazendo com que o solo fique mais rico para a semeadura da soja. “Os nematóides são vermes que atacam a lavoura e atrapalham o desenvolvimento da planta. No caso da soja, ele interfere diretamente no índice de produtividade”, explicou. Para garantir que a cobertura do solo também seja rica em palha, a fazenda apostou no consórcio entre crotalária e braquiária. Planta aumenta a quantidade de nutrientes na superfície do solo Reprodução/TVCA “A crotalária tem pouca palha e, como o objetivo é ter palha para forrar o solo nas áreas mais arenosas, também apostamos na braquiária", complementou Everton. O acúmulo de palhada beneficia o armazenamento de água e diminuí a temperatura direta no solo. Essa proteção ajuda o produtor a ter melhores resultados na safra de soja. A espécie de crotalária usada nessa experiência também tem capacidade de fixar o nitrogênio e incorporá-lo mais facilmente ao solo. Em razão da eficiência da planta, os donos da fazenda reservaram 100 hectares só pra produzir as sementes da crotalária. A expectativa é colher 500 quilos de sementes por hectare. Produção que não deve ser vendida. Crotalária prepara o solo para semeadura da soja, em setembro Reprodução/TVCA "A gente planta para consumo próprio, assim conseguimos reduzir o custo de produção. Por isso, a gente colhe, beneficia e deixa guardado no armazém pra próxima safra", relatou o gerente técnico. Ainda segundo ele, uma lavoura de soja onde não são feitas rotações de cultura, a estima-se de 15% a 20% menos de produção, no caso da soja.
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19/04 - Indaiatuba abre inscrições de concurso para 95 vagas; veja cargos, salários e regras
Taxas variam entre R$ 47 e R$ 70, segundo Prefeitura. Edital foi publicado em site oficial. Salários variam de R$ 1.968,40 a R$ 4.144, sendo a remuneração para médicos diferenciada de acordo com o número de horas trabalhadas e plantões. Vista aérea de Indaiatuba Eliandro Figueira Ric/Divulgação Prefeitura de Indaiatuba Indaiatuba (SP) abre neste sábado (20) o período de inscrições do concurso com 95 vagas nas áreas da saúde e jurídica. Elas devem ser feitas pelos candidatos no site do Instituto Brio Conhecimentos e o prazo segue até 20 de maio. As taxas custam de R$ 47 (nível médio) a R$ 70 (nível superior). Os salários variam de R$ 1.968,40 a R$ 4.144, sendo a remuneração para médicos diferenciada de acordo com o número de horas trabalhadas e plantões. No caso do pediatra plantonista, cada plantão de 12 horas equivale ao vencimento de R$ 1.243,20. O edital foi publicado pela administração no dia 18 e traz mais detalhes sobre os salários. Segundo a Prefeitura, há 55 oportunidades para médicos, 32 para agente comunitário de saúde, três para agente de combate de endemias, duas para técnico de mobilização ortopédica e três para assistente de procuradoria. As vagas para agente comunitário de saúde são divididas por regiões da cidade e os candidatos, segundo a administração, precisam residir na área da comunidade onde irão atuar desde a data de publicação do edital. Além disso, é necessário ter concluído o curso de formação inicial, com carga horária mínima de 40 horas, destaca nota da assessoria do governo. Provas As avaliações são divididas em dois grupos de modalidades e serão aplicadas em períodos diferentes, diz a Prefeitura, para permitir aos interessados se inscrever em duas modalidades. No primeiro período serão examinados candidatos às oportunidades para agente comunitário de saúde, técnico de imobilização ortopédica, assistente de procuradoria e médico clínico geral. Já no segundo período fazem as provas os interessados nas vagas para agente de combate de endemias e médicos nas seguintes especialidades: cardiologia, família, especialista em cuidados paliativos, gastroenterologia clínica, ginecologia, hematologia, neurologia, neuropediatria, plantonista pediatra, pneumologia e pneumopediatria. Em nota, a assessoria da Prefeitura frisou que candidatos aprovados no concurso devem estar rigorosamente de acordo com todas as exigências descritas no edital. Veja mais notícias da região no G1 Campinas.
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19/04 - Preço da saca de milho fecha primeira quinzena de abril com queda de 6,83% em MS
Os preços no mercado interno têm refletido a pressão do cenário externo baixista somado aos elevados estoques internos e a boa evolução das lavouras de inverno. Em 15 dias, preço da saca domilho ciu 6,82% em MS Reprodução/TV Morena O preço médio da saca de milho fechou a primeira quinzena de abril com redução de 6,83% em Mato Grosso do Sul. Oscilou de R$ 28,44, no dia 1º para R$ 26,50, no dia 15, conforme dados de boletins Casa Rural, do Sistema Famasul. Segundo os técnicos da Famasul, os preços no mercado interno têm refletido a pressão do cenário externo baixista somado aos elevados estoques internos e a boa evolução das lavouras de inverno. No comparativo com abril do ano passado houve retração de 12,07%, quando o cereal era cotado, em média, a R$ 32 a saca. Mato Grosso do Sul comercializou até 15 de abril 35,1% da segunda safra de milho, uma diferença de 18 pontos percentuais em relação ao mesmo período do ciclo anterior, quando a venda antecipada era de 16,17%. Para a safra de inverno, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima um incremento neste ciclo frente ao anterior, de 6,4% de área - de 1,720 milhão de hectares para 1,830 milhão de hectares; de 38,5% na produtividade – 61,41 sacas por hectare para 85,06 sacas por hectare e de 47,4% no volume de produção de 6,338 milhões de toneladas para 9,340 milhões de toneladas.
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19/04 - Como o Facebook está sendo usado por grupos de extermínio na África
Esquadrão da morte da polícia do Quênia usa rede social para identificar jovens que acreditam ser membros de gangues, segundo moradores de Nairóbi. Queniana relata que teve dois maridos assassinados. Divulgação BBC Um esquadrão da morte dentro da polícia do Quênia está usando o Facebook para encontrar e matar jovens que acreditam ser membros de gangues. É o que disseram moradores de uma região pobre e densamente populada da capital, Nairóbi, numa reunião pública. "Perdi dois maridos num só ano", disse uma jovem, aos prantos, com um bebê no colo, durante uma reunião do conjunto residencial de Kayole no mês passado. Outros vieram a público para contar histórias parecidas sobre parentes jovens que foram mortos. Promotores, oficiais de polícia e ativistas de direitos humanos que participaram da reunião ouviram deles que esses jovens, suspeitos de serem criminosos, eram localizados em grupos do Facebook por "caçadores de gângsteres". "Eles os acham no Facebook e depois de uma semana ou mês, os matam e postam fotos dos corpos no Facebook", disse Wilfred Olal, da organização Dandora Community Justice Centre. As fotos, que às vezes mostram closes de cabeças estouradas por balas ou corpos eviscerados, em geral aparecem com um aviso de que o mesmo destino aguarda outros criminosos. Algumas das imagens são borradas pelo Facebook. Os moradores de Kayole dizem que há vários grupos de Facebook, alguns públicos e outros fechados, que são atualizados com fotos grotescas quase que diariamente. Lágrimas de policiais Duncan Omanga, pesquisador da Moi University, no Quênia, que há três anos monitora páginas do tipo no Facebook, diz que os policiais suspeitos usam perfis anônimos para espionar seus alvos. "A primeira conta não oficial desses policiais no Facebook surgiu com o nome em suaíli para Hessy de Kayole. Hessy virou uma espécie de caçador de criminosos sombrio, um lobo solitário." Sua fama foi se espalhando pelas redes sociais, e começaram a surgir outras contas de Facebook com nomes de caçadores de gangues de outras áreas perigosas da cidade. De acordo com Omanga, seria "uma estratégia proposital para dar a impressão da onipresença policial e de vigilância constante do Estado". Em novembro passado, o ex-chefe de polícia Joseph Boinnet negou que a pessoa por trás da conta no Facebook seria um policial, dizendo que seria "um civil com grande interesse por questões de segurança". O diretor de investigações criminais da polícia, George Kinoti, que chorou ao ouvir os testemunhos de Kayole, disse que não tinha conhecimento de agentes como o tal Hessy. "Na minha gestão ninguém vai jogar para debaixo do tapete um policial que mate." Mas seus comentários foram abafados pelo burburinho. Uma pessoa gritou: "Eles estão no Facebook, até no Twitter". A reunião no condomínio do Kayole foi organizada por um promotor após ativistas e moradores dizerem que policiais não estavam levando suas denúncias a sério. 'Marcando um encontro com Deus' A pesquisa de Omanga revelou que uma média de seis supostos gângsteres são perfilados por mês em diverso grupos, que divulgam seus supostos crimes, os lugares onde atuam e o tipo de arma que usam. Nesse mesmo período de tempo, entre 10 e 12 mortes por policiais foram postadas num grupo fechado chamado Nairóbi Livre de Crime. Ela tem mais de 300 mil membros. O slogan é "perdoar um terrorista cabe a Deus, mas marcar o encontro com Deus é nossa responsabilidade" e o logo, um homem fardado não identificado. Omanga diz que as imagens macabras compartilhadas no grupo são publicadas para chocar e mostrar poder. Às vezes uma foto antiga da vítima é colocada ao lado de uma imagem de seu corpo morto. Os membros do grupo parecem gostar do conteúdo, a julgar pelos likes e emojis positivos. Alguns também compartilham suas experiências pessoais como vítimas de crimes e clamam para que a polícia elimine outros supostos membros de gangues. Para terem acesso a essas páginas, novos usuários têm de responder a três perguntas, incluindo se eles apoiam os esforços da polícia para combater o crime. Criminosos também ficam de olho nessas páginas para ver se viraram alvos. Depois de serem identificados, vários jovens se escondem ou buscam proteção com organizações de direitos humanos. Omanga diz que a polícia também aprendeu a identificar membros de gangues no Facebook, pois alguns deles usam suas contas pessoais para se vangloriar e provocar agentes. 'Gangue de Gaza aniquilada' Mas isso parou depois que o líder de uma gangue, Mwani Sparta, conhecido por postar imagens de sua vida de luxos, publicou uma foto sua em 2017 com uma grande arma na mão, ao lado de amigos. Mwani Sparta publicou uma foto sua em 2017 com uma grande arma na mão, ao lado de amigos. Divulgação BBC Ele percebeu seu erro e tirou a postagem do ar, só que ela já havia sido compartilhada e a polícia teve uma visão privilegiada dos membros da Gangue de Gaza. Todos viraram alvo de assassinatos extrajudiciais. Cada vez que um membro da gangue morria, a foto do grupo era editada para mostrar um rosto com um traço em cima, diz Omanga. Outro membro da gangue, cuja foto também foi compartilhada, ficou tão aterrorizado que disse no Facebook que tinha desistido da vida do crime e virado evangélico. Logo depois, foi preso. Mas não são só gangues criminosas que são alvo desses grupos de Facebook. Ativistas de direitos humanos dizem ter sido pressionados após falar publicamente sobre essas mortes. "Nós também fomos alvo dessas páginas, postaram fotos dos nossos escritórios. Denunciamos à polícia, mas não aconteceu nada", diz Olal, acrescentando que eles também se sentem assediados pela polícia, já que ativistas muitas vezes são detidos, sem ser indiciados. "Queremos saber se essas pessoas, como Hessy, são policiais e, se são, se eles têm direito de matar pessoas e postar fotos dos corpos no Facebook." Conteúdo gráfico 'banido' Um grupo chamado Uhai Wetu foi formado para que ativistas de direitos humanos de diferentes subúrbios possam apoiar uns aos outros e articular uma resposta conjunta a essas ameaças. O ativisita Wilfred Olal entregou prints das páginas violentas às autoridades. Divulgação BBC Eles pediram diversas vezes ao Facebook para que retirasse o conteúdo ofensivo do ar - sem sucesso. Mas um porta-voz do Facebook disse à BBC que "reconhecemos que temos a responsabilidade de lutar contra abusos na nossa plataforma e estamos trabalhando duro com parceiros locais, incluindo organizações da sociedade civil, para entender melhor as questões locais e lidar com elas de forma mais eficiente". O porta-voz disse também que o Facebook tem regras claras contra a postagem de conteúdo gráfico e violento e "quando somos alertados sobre ele, o retiramos". "Nossa investigação sobre o assunto é constante e agradecemos à BBC por trazer o problema à nossa atenção", acrescentou a plataforma. No entanto, as mortes extrajudiciais tiveram pouca repercussão fora das comunidades afetadas. Omanga diz que muitos quenianos, cansados de um sistema de justiça lento e corrupto, veem com bons olhos o policial que faz Justiça com as próprias mãos. Um artigo na imprensa do Quênia publicado há alguns anos sobre quatro "superpoliciais" de Nairóbi, dizia que eles tinham adquirido uma "licença para matar". "O autor dizia que eles eram da mesma laia do lendário Patrick Shaw", comenta ele, em referência a um colono britânico que virou policial voluntário após a independência do Quênia em 1963 e era elogiado por fazer "justiça na hora". Para Olal, que reconhece que crimes são um grande problema das áreas pobres de Nairóbi, o que é preciso é que a lei seja cumprida de forma igual para todos. "Se ricos suspeitos de sonegar impostos são levados a julgamento, também queremos que nossos jovens possam ser ouvidos", disse ele.
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19/04 - Anac certifica novo jato executivo da Embraer
Com a certificação, começa a produção em série do modelo Praetor 600, que foi lançado no ano passado pela fabricante brasileira. Praetor 600 faz voo intercontinental sem escalas Embraer/Divulgação A Embraer divulgou na noite de quinta-feira (18) que o novo jato da companhia, o Praetor 600, recebeu o certificado da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). O modelo executivo é da categoria super médio. De acordo com a Anac, o certificado é expedido quando os requisitos como aeronavegabilidade e segurança são comprovados ao órgão. Até então, somente protótipos de testes voavam. Com a certificação, começa a produção em série do modelo. O avião foi lançado pela fabricante brasileira no ano passado. As próximas etapas agora são a certificação do Praetor 600 pelas autoridades internacionais, agências como a americana FAA e a europeia EASA. Jato executivo De acordo com a Embraer, a autonomia do Praetor 600 é de 7.441 km, o que permite voos sem escala entre São Paulo e Cidade do Cabo, na África do Sul, Fortaleza a Madri, Manaus a Nova Iorque, por exemplo. A aeronave tem capacidade para até 12 passageiros. O preço de lista é de US$ 21 milhões. Com a certificação, tem início a preparação da linha de produção. As primeiras entregas devem ocorrer ainda neste ano, segundo a fabricante. A fuselagem do Praetor 600 e os componentes são fabricados no Brasil. A Embraer informou que tem linha de montagem final em São José e nos EUA. Essas linhas são as mesmas dos atuais Legacy 450 e 500. Aeronave comercial A certificação do Praetor ocorre na mesma semana em que a Embraer celebrou a certificação, também pela Anac, do maior jato comercial que já produziu, o E195-E2. O modelo, cuja estreia será neste ano com a aérea Azul, também recebeu certificações de agências estrangeiras.
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19/04 - Dicas IR 2019: se não tiver todos os dados, priorize os rendimentos tributáveis
Especialista em imposto de renda da EY, Antonio Gil dá dicas aos contribuintes. Para não incorrer em multa, declaração precisa ser entregue até o dia 30 de abril. Se não tiver todos os dados, priorize os rendimentos tributáveis. Assista abaixo o comentário de Antonio Gil, especialista em imposto de renda da EY: Dicas IR 2019: Rendimentos tributáveis e deduções devem ser prioridade se faltarem dados
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19/04 - Prefeitura de Nova Mutum (MT) abre 3 processos seletivos com salário de até R$ 14 mil
Os interessados devem fazer as inscrições pela internet até o dia 24 de abril. Nova Mutum Prefeitura de Nova Mutum A Prefeitura de Nova Mutum publicou editais que tratam da abertura de três novos processos seletivos com 42 vagas. Os interessados devem fazer as inscrições pela internet até o dia 24 de abril. A remuneração varia no valor entre R$ 619,92 e R$ 14.380,89. A taxa de participação varia entre R$ 50 e R$ 150. As provas escritas são previstas para o dia 12 de maio. Para alguns cargos do edital nº 002/2019 serão exigidos provas práticas. A seleção terá validade de um ano. No edital 001/2019 do processo seletivo simplificado são ofertadas 16 vagas de estágio para estudantes matriculados no 1º ou 2º ano do ensino médio regular nos períodos vespertino ou noturno e no 1º ou 2º ano do ensino médio regular, nos períodos matutino ou noturno. O processo seletivo simplificado do edital 002/2019 serão ofertadas 27 vagas nas funções de auxiliar de consultório dentário; auxiliar de consultório dentário; cuidador social de crianças, adolescentes e jovens; lavador e lubrificador de veículos automotores; médico e professor educação básica. Já no edital 003/2019 oferece 13 oportunidades para os cargos de agente comunitário de saúde.
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19/04 - Disparidade de renda cresceu entre brancos e negros em 5 anos, mas caiu entre homens e mulheres
De 2016 para 2017, rendimento do trabalho caiu no agregado do país. Brasil tem 25% da população vulnerável à pobreza, segundo o Ipea. Estudo do Ipea aponta que diferença de renda entre homens e mulheres caiu, mas entre brancos e negros ainda é de quase duas vezes. Reprodução/TV Gazeta A desigualdade de renda entre brancos e negros cresceu em cinco anos, segundo um estudo divulgado esta semana pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) – que também indicou uma redução geral dos rendimentos do trabalho no Brasil entre 2016 e 2017. Renda domiciliar per capita no Brasil foi de R$ 1.373 em 2018 Segundo o Radar IDHM (Índice de Desenvolvimento Humano Municipal), os brancos recebiam por seu trabalho uma renda R$ 726,93 maior que a população negra em 2012. Já em 2017, essa diferença aumentou para R$ 767,84. O indicador detalha os indicadores de desenvolvimento humano no Brasil, levando em conta três pilares: renda, educação e longevidade. No Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil é possível consultar os dados do IDH-M por cidade, estado e região metropolitana. Apesar do aumento em cinco anos, a desigualdade entre os dois grupos caiu ligeiramente entre 2016 e 2017, impulsionada por uma leve redução da renda dos brancos (de R$ 1.837,30 para R$ 1.780,60) e pelo aumento para a população negra neste mesmo período, de R$ 996,13 para R$ 1.012,76. Ainda assim, os brancos possuíam renda de quase duas vezes a da população negra em 2017 (veja o gráfico), de acordo com o estudo. No todo, renda caiu Segundo o estudo, a renda do trabalho para o agregado de todos os grupos (sexo e cor) ficou levemente menor em 2017, puxada pela redução de R$ 842,04 para R$ 834,31 na renda per capita – um recuo de 0,9% em relação a 2016. Esta queda veio acompanhada da manutenção da desigualdade de renda pelo índice de Gini, implicando o aumento da pobreza. "A proporção de pessoas vulneráveis à pobreza cresceu 0,5 ponto percentual em 2017, atingindo 25% da população brasileira", aponta o Ipea. Mulheres receberam R$ 377,62 menos que homens Já entre homens e mulheres, a diferença de renda diminuiu em cinco anos. Em 2012, eles possuíam uma renda R$ 423,80 maior que a das mulheres. Em 2017, essa diferença caiu para R$ 377,62, segundo o Ipea. Essa redução na diferença entre os sexos ajudou a igualar a condição de homens e mulheres na medição geral do Índice de Desenvolvimento Humano que, além da renda do trabalho, também inclui longevidade e educação. Nestes dois últimos quesitos, as mulheres ficam à frente dos homens. Segundo o Ipea, o IDHM-Ajustado dos homens subiu ligeiramente, de 0,772 para 0,773, enquanto o das mulheres passou de 0,769 para 0,772, praticamente alcançando o dos homens. Índice geral ficou estável Entre 2016 e 2017, o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal brasileiro ficou praticamente estável, passando de 0,776 para 0,778. Esta faixa é considerada de alto desenvolvimento humano pelos padrões internacionais. De acordo com o estudo, a melhora do índice aconteceu apesar da leve queda da renda, compensada pela evolução nos níveis de longevidade e educação, de 0,6% e 1,6%, respectivamente. O crescimento da esperança de vida, de 75,72 anos para 75,99 anos, foi o principal indicador que elevou o nível de longevidade de 0,845 para 0,850. Já a dimensão Educação, que avançou de 0,739 para 0,742, contribuiu para o subíndice de frequência escolar, passando de 0,792 para 0,797. Resultado por regiões Entre os 27 estados mais Distrito Federal, seis deles tiveram redução no IDHM. Acre (-0,010) e Roraima (-0,006), ambos na região Norte, tiveram as maiores quedas, seguidos por Rio Grande do Norte (-0,005), São Paulo (-0,005), Distrito Federal (-0,004) e Pernambuco (-0,003). As maiores altas no índice foram observadas no Amazonas (0,017) e na Paraíba (0,013) – que cresceram 2,4% e 1,8%, respectivamente. Segundo o estudo, as disparidades interestaduais e regionais ainda são grandes no Brasil. Em 2017, o IDHM atingia 0,850 no Distrito Federal e 0,837 em São Paulo, enquanto ficava em somente 0,687 no Maranhão e 0,683 em Alagoas. Apenas no Distrito Federal e nos estados das regiões Sul e Sudeste, os valores do IDHM foram superiores ao da média do país, de acordo com o levantamento.
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19/04 - Alguns números da loteria retornam prêmios menores
Eu costumo dizer para aqueles que ignoram riscos e só olham casos de sucesso que não há investimento melhor do que apostar na Mega Sena. Com um bilhete da loteria, que custa R$ 3,50, dá para ficar rico, recebendo prêmios de até R$ 200 milhões. Mas também é verdade que se fossemos levar em conta apenas a racionalidade, ninguém apostaria na loteria. As chances de ganhar são ínfimas, na Mega Sena, por exemplo, de 1 em 55 milhões. Existe uma maneira de aumentar as chances: apostar mais dezenas. Mas então o custo da aposta também sobe, elevando bastante o prejuízo caso continue sem ganhar. Uma aposta de 15 dezenas, o máximo permitido na Mega Sena, por exemplo, custa R$ 17.517,50. É verdade que a possibilidade aumenta muito, para 1 em 10.003. Mas ainda é baixíssima, 0,0001%. Alguém que gaste esse mesmo valor em cada sorteio, torrando mais de R$ 140 mil mensais, em poucos anos precisará de um prêmio da Mega Sena só para pagar as apostas feitas. É lógico que pouca gente faz isso, se é que alguém faz. Mas o bom da economia é que podemos especular. Vamos imaginar que, depois de três anos, essa pessoa desvairada finalmente ganhou na loteria. Só que agora tem de dividir o prêmio com outros ganhadores, algo comum nos valores mais altos. Resultado: mal recuperou o dinheiro apostado. Mas há um caminho para ela não só recuperar tudo que apostando como ainda sair lucrando, segundo um curioso estudo de 2016 produzido por quatro economistas comportamentais. Basta que todos os números sorteados fiquem acima de 31. Tong Wang, Rogier van Loon, Martijn van der Assen e Dennie van Dolder, todos ligados a universidades holandesas, revisaram mais de 2,5 milhões de apostas feitas em 175 sorteios da loto holandesa - na qual os apostadores escolhem cinco dezenas de 1 a 45 - entre 2010 a 2012, e os números de uma loteria privada, de um cassino, entre 2013 e 2014. Os resultados, publicados no Journal of Decision Making, revelam o quanto números de loteria refletem nosso comportamento. A maioria prefere aqueles que são significativos. Por exemplo, o dia em que eles ou alguém próximo nasceram. Ou a idade dos filhos. É uma forma de demonstrar que essas pessoas são importantes. Mas o problema é que esses números costumam ser baixos. Há no máximo 31 dias em um mês, logo, qualquer escolha baseada nos dias do aniversário já repete as apostas da maioria. No caso dos meses do ano, de 1 a 12, ocorre a mesma coisa. E, considerando que estamos em 2019, o mesmo para o ano de nascimento dos filhos desde a década de 90 . As apostas realizadas mostram uma queda abrupta depois do número 31 Alguns números da loteria retornam prêmios maiores Estudo Number preferences in lotteries As pessoas também gostam dos números que estão no centro das possibilidades no volante. Na Mega Sena, por exemplo, fica entre 21 e 40. Por último, existe uma preocupação estética. Isto é, os apostadores usavam sequências (09,18, 27, 36 e 45 e etc) ou repetiam números que saíram nos últimos sorteios. Não importava a loteria, os padrões das apostas eram iguais e quando ganhavam, os apostadores de números mais baixos geralmente recebiam prêmios menores do que os ganhadores com os números mais altos. Ou seja, apostar com a maioria diminui o valor do prêmio a ser recebido. Isso, para os pesquisadores, não significa que as pessoas desejam prêmios menores ou ignoram que no fim das contas os números sorteados são aleatórios. Números mais baixos são mais fáceis de memorizar e elas simplesmente seguem as apostas da maioria. O bom e velho efeito manada, do qual já tratei outras vezes nesse espaço.
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19/04 - Imposto de Renda 2019: aproveite o feriado para fazer a declaração
Prazo para o envio da declaração termina em 30 de abril. Arte G1 Os brasileiros têm só 11 dias para enviar a declaração de Imposto de Renda deste ano. O prazo termina em 30 de abril – e até a última atualização da Receita Federal, na quinta-feira, mais de 15 milhões de contribuintes ainda não tinham enviado o documento. O número representa mais da metade das 30,5 milhões de declarações esperadas. A multa para o contribuinte que não fizer a declaração ou entregá-la fora do prazo será de, no mínimo, R$ 165,74. O valor máximo corresponde a 20% do imposto devido. SAIBA TUDO SOBRE O IMPOSTO DE RENDA Dicas IR 2019: Escolha de modelo de declaração deve levar em conta as deduções Com o prazo próximo do fim, o G1 preparou algumas dicas para facilitar o processo de declaração. Quem deve declarar Contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 40 mil no ano passado; Quem obteve, em qualquer mês de 2018, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas; Quem teve, em 2018, receita bruta em valor superior a R$ 142.798,50 em atividade rural; Quem tinha, até 31 de dezembro de 2018, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300 mil; Quem passou à condição de residente no Brasil em qualquer mês do ano passado e nessa condição encontrava-se em 31 de dezembro de 2018; Quem optou pela isenção do imposto incidente em valor obtido na venda de imóveis residenciais cujo produto da venda seja aplicado na aquisição de imóveis residenciais localizados no país, no prazo de 180 dias, contado da celebração do contrato de venda Documentos Informes de rendimentos de instituições financeiras inclusive corretora de valores; Informes de rendimentos de salários, pró labore, distribuição de lucros, aposentadoria, pensão etc.; Informes de rendimentos de aluguéis de bens móveis e imóveis recebidos de jurídicas; Informações e documentos de outras rendas percebidas no exercício, tais como rendimento de pensão alimentícia, doações, heranças recebida no ano, dentre outras; Documentos que comprovem a compra e venda de bens e direitos; Documentos que comprovem a posição acionária de cada empresa, se houver. Veja a lista completa de documentos Programa para enviar a declaração Do computador, o contribuinte pode baixar os programas do Windows, Multiplataforma (zip) e Outros (Mac, Linux, Solaris). Para os celulares, os programas estão disponíveis para Android e IOS. Clique aqui para fazer o download do programa Horário para envio da declaração A entrega da declaração do Imposto de Renda não estará disponível durante as madrugadas. O sistema da Receita fica inoperante para manutenção entre 1h e 5h, impedindo o envio do documento neste período. Nos outros horários, a entrega está liberada.
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