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20/10 - Empresa promete comunicação entre cães e donos por aparelho que emite palavras
Por meio de botões, animal poderia expressar suas vontades, diz a empresa criadora do produto. Dispositivo custa a partir de US$ 29. Empresa americana cria aparelho para permitir que cachorro 'fale' com seu dono Uma empresa americana criou um aparelho com a promessa que os cães possam se comunicar com seus donos. Desenvolvido pela Fluent Pet, o dispositivo consiste em uma série de botões em um suporte hexagonal que permite ao animal tocar e "falar" com humanos. Cada botão transmite uma palavra e elas podem ser agrupados por assuntos, por exemplo: lugares, verbos e assuntos. A empresa comercializa o produto com valores a partir de US$ 29, mas o preço pode chegar até US$ 195,88 com a adição de mais botões e suportes. Leia mais sobre INOVAÇÃO no G1 Aparelho permite aos cães 'falarem' com os donos, diz empresa Divulgação A ideia é, que com a evolução da comunicação do animal, o dono possa ir expandindo o seu kit com mais palavras para o pet. A Fluent Pet se baseou nos trabalhos da fonoaudióloga americana Christina Hunger, que desenvolveu o método, para a criação do aparelho. Assista mais vídeos de TECNOLOGIA no G1
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20/10 - Safra de trigo no Rio Grande do Sul deve ter quebra de ao menos 30%, diz federação
Produtor investiu no cereal em meio a bons preços, mas geada e seca nas últimas semanas prejudicaram o potencial produtivo de plantas. Falta de chuvas e dias quentes podem atrapalhar a reta final de produção de trigo no Paraná, que espera ser maior produtor nacional Jaelson Lucas/AEN O Rio Grande do Sul, segundo maior fornecedor de trigo do Brasil após o Paraná, deverá ter uma quebra de safra de pelo menos 30% ante as expectativas iniciais, com a produção deste ano estimada em cerca de 2 milhões de toneladas, afirmou a Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado (FecoAgro/RS) nesta terça-feira. Associação pede que Brasil não libere entrada de trigo transgênico da Argentina Pão francês fica mais caro após aumento no preço do trigo, óleo e outros ingredientes Segundo o presidente da FecoAgro/RS, Paulo Pires, o produtor investiu no cereal este ano em meio a bons preços, mas uma geada e a seca nas últimas semanas prejudicaram o potencial produtivo de plantas. A colheita do trigo segue em andamento no Rio Grande do Sul, com regiões de clima mais quente, como as Missões, já tendo colhido cerca de 50% da área. No Estado, aproximadamente 20% da lavoura havia sido colhida até a semana passada, segundo a Emater-RS. "Da euforia passamos para a frustração. Iniciamos um plantio com 26% de aumento de área e o Rio Grande do Sul sonhou em colher 3 milhões de toneladas de trigo. Infelizmente tivemos uma geada em 22 de setembro que levou parte deste potencial produtivo e depois a seca, somando dois eventos climáticos em uma cultura só", disse Pires, em nota divulgada pela FecoAgro. Ele comentou ainda que os "preços excepcionais" que o produtor de trigo tem hoje, de mais de 70 reais a saca, não serão aproveitados por muitos produtores, pois um volume de cerca de 1 milhão de toneladas está comprometido com contratos fechados anteriormente com valores mais baixos. Caso a previsão de safra da FecoAgro se confirme, a produção ficaria ligeiramente abaixo da colheita de 2,2 milhões de toneladas da temporada passada, disse a federação. Com safra maior, produtores do Paraná aceleram colheita do trigo Já o Paraná tem a safra estimada em cerca de 3,3 milhões de toneladas, conforme a previsão mais recente do Departamento de Economia Rural (Deral). A colheita paranaense está entrando na reta final, com mais de 80% da área colhida. Os dois Estados respondem pela grande maioria da produção do Brasil, um importador líquido do cereal. VÍDEOS: tudo sobre o agronegócio
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20/10 - Vivo abre 1.000 vagas de emprego para área de relacionamento com cliente
Vagas são para atuação nos call centers próprios da Vivo em Curitiba e Fortaleza. Fachada da empresa de telecomunicações Vivo na avenida Berrini, zona sul de São Paulo Marcelo Brandt/G1 A Vivo abriu 1.000 vagas de emprego para analista de relacionamento nos call centers próprios em Curitiba (PR) e Fortaleza (CE). Veja mais vagas de emprego pelo país Os interessados precisam ter o ensino médio completo, domínio de informática e pacote Office. Importante também ter um perfil consultivo, analítico, com experiência em outros mercados, além de atributos como empatia, entusiasmo, energia, foco no cliente e estar conectado com o propósito da empresa de digitalizar para aproximar, com pensamento digital e inovador. Estar cursando ou ter completado o ensino superior será um diferencial. Além disso, os candidatos precisam ter habilidade para trabalhar em home office, uma vez que, após um período de adaptação e treinamentos presenciais, os candidatos poderão trabalhar remotamente. Importante também ter disponibilidade de horário para atuação em escalas de trabalho que contemplam finais de semana. A Vivo busca atrair candidatos com pluralidade de perfis, como gênero, LGBTI+, raça, pessoas com deficiência e acima de 50 anos. As etapas do processo seletivo e a admissão serão 100% digitais. Os selecionados passarão por um programa de desenvolvimento, que contempla uma trilha de aprendizagem focada em produtos, serviços e ferramentas. Além disso, a companhia promoverá uma capacitação técnica por meio de conteúdos comportamentais para aprimorar as competências do colaborador. Para concorrer, os interessados devem acessar a página http://talentosvivo-relacionamento.gupy.io/. O salário é compatível com o que é oferecido no mercado. Entre os benefícios os selecionados terão vale-refeição e transporte; plano de saúde e odontológico; seguro de vida; day off de aniversário; desconto especial em linha fixa, banda larga, TV por assinatura e apps. Assista a mais notícias de Economia:
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20/10 - O mistério do grupo hacker 'Robin Hood' que doa dinheiro roubado para caridade
Especialistas e instituições de caridade ficam intrigados com os hackers que começaram a doar dinheiro roubado. Um grupo de hackers está doando dinheiro roubado para instituições de caridade, o que vem intrigando especialistas em crimes cibernéticos. Os hackers do grupo Darkside afirmam ter extorquido milhões de dólares de empresas, mas dizem que agora querem "tornar o mundo um lugar melhor". Em um post na dark web ("camada" da internet que só pode ser acessada com softwares específicos, e onde costuma haver atividade criminal), a gangue divulgou recibos de US$ 10 mil (R$ 56 mil) em doações de Bitcoin para duas instituições de caridade. Uma delas, a Children International, diz que não ficará com o dinheiro. A mudança está sendo vista como uma evolução estranha e preocupante, tanto moral quanto legalmente. Na postagem do blog no dia 13 de outubro, os hackers afirmam que só atacam grandes empresas com um tipo de hack conhecido como ransomware, em que os sistemas de TI das organizações são mantidos "reféns" até que o resgate seja pago. Os hackers postaram seu recibo de impostos para a doação de US$ 10 mil Reprodução via BBC "Achamos que é justo que parte do dinheiro que as empresas pagaram vá para a caridade. Por pior que você ache que nosso trabalho é, temos o prazer de saber que ajudamos a mudar a vida de alguém. Hoje enviamos as primeiras doações", anunciaram os hackers. Os cibercriminosos postaram a doação junto com os recibos de impostos que receberam em troca pelo 0,88 Bitcoin que enviaram para duas instituições de caridade, The Water Project e Children International. A Children International ajuda crianças, famílias e comunidades na Índia, Filipinas, Colômbia, Equador, Zâmbia, República Dominicana, Guatemala, Honduras, México e Estados Unidos. Um porta-voz da Children International disse à BBC: "Se a doação estiver ligada a um hacker, não temos intenção de ficar com ela". O The Water Project, que trabalha para melhorar o acesso à água potável na África Subsaariana, não respondeu aos pedidos de entrevista. Outro recibo foi postado no blog da dark web mostrando uma doação de US$ 10 mil Reprodução via BBC Vigaristas sem consciência Brett Callow, analista de ameaças da empresa de segurança cibernética Emsisoft, disse: "O que os criminosos esperam alcançar fazendo essas doações não está nada claro. Talvez ajude a amenizar a culpa deles? Ou talvez por razões egoístas eles querem ser vistos como Robin Hood, em vez de vigaristas sem consciência". "Quaisquer que sejam suas motivações, certamente é algo muito incomum e é, até onde eu sei, a primeira vez que um grupo de ransomware doou uma parte de seus lucros para instituições de caridade." O grupo de hackers Darkside é relativamente novo, mas uma análise do mercado de criptomoedas confirma que eles estão extorquindo fundos das vítimas. Também há evidências de que eles podem ter ligações com outros grupos cibercriminosos responsáveis por ataques de alto perfil a empresas, incluindo a Travelex, que foi atingida por um ransomware em janeiro. A forma como os hackers pagaram as instituições de caridade também é um possível motivo de preocupação para as autoridades. Os cibercriminosos utilizaram um serviço com sede nos Estados Unidos chamado The Giving Block, que é usado por diferentes organizações sem fins lucrativos de todo o mundo, incluindo Save The Children, Rainforest Foundation e She's the First. O The Giving Block se descreve online como "a única solução específica sem fins lucrativos para aceitar doações em criptomoeda". A empresa foi criada em 2018 para oferecer aos "milionários" das criptomoedas a capacidade de aproveitar o "enorme incentivo fiscal para doar Bitcoin e outras criptomoedas diretamente para organizações sem fins lucrativos". O The Giving Block disse à BBC que não sabia que essas doações eram feitas por cibercriminosos. A entidade disse: "Ainda estamos trabalhando para determinar se esses fundos foram realmente roubados". "Se descobrirmos que essas doações foram feitas com fundos roubados, é claro que começaremos o trabalho de devolvê-las ao legítimo proprietário." A empresa não esclareceu se isso significa devolver o dinheiro roubado aos criminosos ou tentar descobrir quais foram as vítimas dos roubos. O The Giving Block, que também defende as criptomoedas, acrescentou: "O fato de eles usarem criptografia tornará mais fácil, não mais difícil, capturá-los". No entanto, The Giving Block não deu detalhes sobre quais informações eles coletam sobre seus doadores. A maioria dos serviços que compram e vendem moedas digitais, como Bitcoin, exigem que os usuários verifiquem sua identidade, mas não está claro se isso é feito no site. Como um experimento, a BBC tentou doar anonimamente por meio do sistema online do The Giving Block e não recebeu nenhuma pergunta de verificação de identidade. Especialistas dizem que o caso destaca a complexidade e os perigos das doações anônimas. O tweet (agora excluído) celebrava a doação dos hackers Reprodução via BBC Perigo de lavagem de dinheiro O pesquisador de criptomoedas Philip Gradwell, da Chainanalysis, disse: "Se você entra em uma instituição de caridade com uma máscara anônima e doa 10 mil libras em dinheiro e depois pede um recibo, provavelmente algumas perguntas precisam ser feitas". "É correto dizer que os pesquisadores e o setor de segurança tentam rastrear fundos de criptomoedas conforme eles são movidos de carteira em carteira. Mas descobrir quem realmente possui cada carteira é muito mais complicado." "Ao permitir doações anônimas de fontes potencialmente ilícitas, aumenta o perigo de lavagem de dinheiro." "Todas as empresas de criptografia precisam de uma gama completa de medidas de combate à lavagem de dinheiro, incluindo um programa Know Your Client (KYC, algo como "Conheça Seu Cliente", em tradução livre) de verificações básicas de antecedentes, para que possam entender quem está por trás das transações que seus negócios facilitam." A BBC conversou com outras instituições de caridade que aceitam doações por meio do The Giving Project. A Save the Children disse à BBC que "nunca aceitaria intencionalmente dinheiro obtido por meio do crime". A She's the First, uma instituição de caridade para a educação de meninas em todo o mundo, disse que não se sentiria confortável aceitar dinheiro de fontes anônimas, possivelmente criminosas, e disse: "É uma pena que maus atores explorem a oportunidade de doar criptomoeda para ganho pessoal, e esperamos que até mesmo doadores anônimos compartilhem os valores de nossa comunidade". VÍDEOS: as notícias mais vistas do G1
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20/10 - Ações europeias recuam com preocupações sobre Brexit e lockdowns
Itália, Espanha e Reino Unido impuseram restrições para limitar a disseminação de novos casos de coronavírus. As ações europeias recuaram nesta terça-feira (20), com preocupações sobre restrições relacionadas ao coronavírus e temores do Brexit ofuscando o otimismo gerado por fortes balanços, inclusive do banco suíço UBS e da gigante de consumo Reckitt Benckiser. Itália, Espanha e Reino Unido impuseram restrições para limitar a disseminação de novos casos de coronavírus, que ameaçam inviabilizar uma recuperação econômica em desenvolvimento. As restrições mais recentes na Irlanda farão com que o PIB caia 3,5% este ano, disse o ministro das Finanças do país, Paschal Donohoe. Pandemia volta a crescer na Europa e países tomam novas medidas de contenção O índice FTSEurofirst 300 caiu 0,24%, a 1.415 pontos, enquanto o índice pan-europeu STOXX 600 perdeu 0,35%, a 366 pontos. O índice de referência se recuperou cerca de 35% desde um tombo provocado pela pandemia em março, mas está lutando para atingir os níveis pré-crise, estagnando à medida a segunda onda da doença ganha força. Enquanto isso, a União Europeia e o Reino Unido lutavam para fazer progresso em um acordo comercial para evitar um fim caótico iminente ao drama de cinco anos da saída britânica do bloco econômico. Em LONDRES, o índice Financial Times avançou 0,08%, a 5.889 pontos. Em FRANKFURT, o índice DAX caiu 0,92%, a 12.736 pontos. Em PARIS, o índice CAC-40 perdeu 0,27%, a 4.929 pontos. Em MILÃO, o índice Ftse/Mib teve valorização de 0,56%, a 19.482 pontos. Em MADRI, o índice Ibex-35 registrou alta de 0,98%, a 6.927 pontos. Em LISBOA, o índice PSI20 desvalorizou-se 1,02%, a 4.171 pontos. Assista as últimas notícias de economia:
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20/10 - Acordo prevê crédito de US$ 1 bilhão dos EUA para financiar projetos no Brasil, incluindo 5G
Equipamentos que serão usados nas redes de 5G são alvo de disputa entre EUA e China. Acordo foi assinado durante visita ao Brasil do conselheiro de Segurança dos EUA, Robert O’Brien. Governo detalha pacote para facilitar comércio com os EUA O Banco de Exportação e Importação dos Estados Unidos (EximBank) e o Ministério da Economia firmaram nesta terça-feira (20) um memorando de entendimentos que prevê a oferta de até US$ 1 bilhão em crédito do governo norte-americano para financiar projetos no Brasil. De acordo com a presidente do Eximbank, Kimberly Reed, os governos dos dois países trabalharão em conjunto no desenvolvimento de negócios nas áreas de energia (nuclear, gás e óleo), infraestrutura, logística e mineração. Também está previsto no acordo financiamento para a área de telecomunicações, incluindo a implantação das redes de internet móvel de quinta geração, o chamado 5G, que é alvo de disputas envolvendo os governos dos EUA e da China. Presidente Jair Bolsonaro durante encontro com o conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, Robert O’Brien. Marcos Corrêa/PR Os Estados Unidos têm pressionado internacionalmente para que a tecnologia chinesa, da Huawei, não seja utilizada no desenvolvimento das redes de 5G sob o argumento de que ela representaria um risco de segurança aos países. A Huawei nega as acusações. O documento foi assinado em cerimônia no Palácio do Itamaraty pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, e pela presidente do Eximbank, Kimberly Reed. Também estavam presentes o presidente Jair Bolsonaro e o conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, Robert O’Brien, que faz parte da comitiva do governo norte-americano em visita ao Brasil. No vídeo abaixo, Miriam Leitão explica o que está por trás da negociação do acordo. Brasil e EUA selam acordos para melhorar o intercâmbio comercial; Miriam Leitão comenta Apoio a Trump Em seu discurso, Bolsonaro afirmou que o memorando assinado mostra que, cada vez mais, Brasil e EUA retomam a amizade iniciada em 1822. Ele também afirmou que torce pela reeleição do presidente Donald Trump. "Não preciso esconder isso, é do coração. Não interfiro. Mas, do coração, e pelo respeito que tenho ao povo americano e pelo trabalho e consideração que Donald Trump teve para conosco, é que eu [me] manifesto dessa forma nesse momento", disse Bolsonaro. "Espero, se essa for a vontade de Deus, comparecer à posse do presidente brevemente reeleito nos EUA", completou ele. Telecomunicações Robert O’Brien, conselheiro dos EUA, declarou que o memorando de entendimento é um acordo como "nunca antes visto, um acordo comercial de ponta que sela parceria entre Brasil e Estados Unidos". Segundo ele, o financiamento de US$ 1 bilhão terá como destino, "especialmente", a área de telecomunicações e o 5G, "a moderna nova rede de telecomunicações que o Brasil terá em breve". O ministro da Economia, Paulo Guedes, por sua vez, disse que o acordo com o Eximbank chega no momento em que investimentos em logística, cabotagem, mineração, petróleo e gás natural, começam a ser desbloqueados no Brasil. Ele lembrou que o governo brasileiro rompeu a tradição de indicar o presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), mas afirmou que a ideia é usar essas instituições de crédito multilaterais como uma "grande conexão" para projetos de infraestrutura transnacional na América Latina. "Queremos trazer gás da Bolívia, gás da Argentina, queremos cruzar com uma transperuana pelo Acre toda nossa produção de grãos do Centro-Oeste. Pela calha norte, a produção de grãos para Europa ou Ásia. Estamos em um grande esforço de aproximação e abertura da economia brasileira", concluiu o ministro. VÍDEOS: veja novidades de tecnologia
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20/10 - Alvo de polêmicas por 5G, Huawei avança em energia solar no Brasil e mira baterias
Empresa lidera fornecimento de inversores solares no país, equipamento que recebe a energia dos painéis. Mais famosa por equipamentos de telecomunicações e pelas recentes controvérsias globais sobre o uso ou não de sua tecnologia 5G, a gigante chinesa Huawei avançou rapidamente no cobiçado setor de energia solar do Brasil, onde lidera no fornecimento de inversores solares, equipamento que recebe a energia dos painéis. A companhia, que tem 30% desse mercado no Brasil, agora prepara o lançamento de baterias elétricas que podem ser associadas com sistemas de geração fotovoltaica. Empresas chinesas têm demonstrado grande apetite pelo mercado de energia elétrica no Brasil e fabricantes do país oriental são os principais fornecedores de equipamentos da crescente indústria solar do maior país da América Latina, em meio a uma aposta de Pequim em energias renováveis e segmentos inovadores. Para a Huawei, no entanto, a trajetória do Brasil nessa área está apenas começando. "Esse setor ainda é muito pequeno em relação ao mercado total, se a gente falar em termos de matriz energética a parte solar representa menos de 2%. Então achamos que a indústria solar tem realmente um futuro muito brilhante no Brasil", disse a diretora de Digital Energy Business da Huawei do Brasil, Quanling Wang. "E além disso o Brasil tem um recurso muito bom em comparação com qualquer país do mundo, de sol, de irradiação", afirmou. A Huawei começou no final de 2016 o negócio de solar no Brasil e até agora, em três anos e pouco, já se tornou líder de mercado", acrescentou ela, ao comentar que usinas solares em operação ou em construção com inversores solares da Huawei somam cerca de 2 gigawatts em potência. O Brasil possui atualmente cerca de 3 gigawatts em capacidade instalada em grandes usinas solares, além de cerca de 3,8 gigawatts em sistemas solares em modalidade conhecida como geração distribuída --que envolve a instalação de placas fotovoltaicas em telhados ou terrenos para atender diretamente à demanda de empresas e consumidores. "A participação de mercado é de aproximadamente 30%", disse Wang. Reino Unido vai banir a chinesa Huawei das redes 5G do país Segundo ela, a Huawei não tem uma meta específica de crescimento nesse setor, mas quer seguir fornecendo, além de módulos, outras soluções como tecnologias que usam inteligência artificial (IA) para melhorar o desempenho dos ativos solares. A empresa implementou recentemente para um projeto solar da geradora Rio Alto, em Coremas, no sertão da Paraíba, uma solução que promete aumentar a geração e tornar mais efetivas e inteligentes as atividades de operação e manutenção com o uso de algoritmos e modelos matemáticos baseados em IA. "Na indústria solar temos o objetivo de levar a digitalização para todas usinas", disse Wang. Baterias Ela acrescentou ainda que a Huawei tem se preparado para lançar no Brasil em breve soluções com baterias elétricas, que podem ser associadas a painéis solares, por exemplo, para fornecer energia de forma ininterrupta. O primeiro lançamento, previsto para o próximo mês, será de uma bateria voltada a clientes residenciais, sob o nome de Luna 2000, que terá design modular e capacidade de até 30 kwh, com módulos de 5 kwh cada. Ela é feita de fosfato de ferro-lítio, normalmente usado em veículos elétricos, segundo a empresa, que deve importar o equipamento. Huawei vai revelar detalhes de sua tecnologia para mostrar que não representa risco de segurança No primeiro semestre de 2021, a Huawei prevê lançar no país baterias para aplicações comerciais, incluindo em grandes usinas de geração centralizada, acrescentou Wang. Ela disse que a empresa ainda está em conversas com clientes e parceiros no Brasil para entender as alternativas mais vantajosas de uso de baterias e como se dará a regulamentação do uso desses equipamentos. A Reuters publicou no final de setembro que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) abriu um processo de discussão pública sobre com ajustar a regulação para permitir a inserção de tecnologias de armazenamento de energia. China diz que se opõe firmemente às restrições dos EUA sobre a Huawei "Estamos lançando agora globalmente, mas na China já fizemos alguns projetos piloto, e depois no Brasil vamos fazer alguns pilotos também. Estamos em conversas com uma universidade para fazer um laboratório de pesquisa e desenvolvimento (P&D) incluindo bateria, um P&D para energia solar no Brasil, mas ainda não fechamos o acordo", disse Wang. Ela explicou ainda que a Huawei decidiu partir para a fabricação de suas próprias baterias após acumular muitas experiências com aplicações de armazenamento de energia em sua atuação no setor de telecomunicações. Para a executiva, essas soluções poderiam ser usadas, por exemplo, para garantir fornecimento de energia em regiões remotas que não fazem parte do sistema elétrico interligado, como a Amazônia, onde muitas vezes a energia é gerada por usinas térmicas caras e poluentes. 'Quem vai decidir o 5G sou eu', diz Bolsonaro Sem política O avanço da Huawei em energia solar no Brasil ocorre enquanto o presidente Jair Bolsonaro sinaliza que poderá impor restrições no leilão de tecnologia 5G do país, previsto para 2021, em meio a pressões dos Estados Unidos para que a Huawei seja vetada na concorrência, uma possibilidade que tem a simpatia de setores do governo. Ao mesmo tempo, empresas brasileiras de telecomunicações dizem ter interesse em manter no páreo os chineses, que têm maior produção e preço mais baixo. Huawei não conseguiu melhorar segurança dos seus equipamentos de rede, diz agência do Reino Unido Os EUA e seu presidente Donald Trump têm dito que a tecnologia da Huawei para a próxima geração de redes 5G poderia ser utilizada para espionar no Ocidente. A China e a empresa rejeitam veementemente as acusações. Questionada sobre como a controvérsia sobre o 5G poderia impactar os negócios, incluindo em energia solar, Wang disse que a Huawei "não comenta política" e está focada em suas atividades. "Em 30 anos de atuação, a Huawei nunca teve um grande incidente relacionado à segurança nos 170 países em que opera. A Huawei tem a confiança de mais de 2 bilhões de consumidores", disse a empresa, em nota. A Huawei defendeu ainda que o Brasil não limite sua participação no leilão de 5G. "Banir operadores específicos com base na origem do país não fará nada para proteger as redes de comunicações. Tal ação ampliará ainda mais a exclusão digital, desacelerando o ritmo do desenvolvimento econômico sem proteger as redes de telecomunicações", acrescentou. O presidente Bolsonaro tem dado declarações que sinalizam possíveis restrições no leilão de 5G, como em fala recente na abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas, no final de setembro, quando disse que eventuais parceiros do país na tecnologia deverão prezar pela "liberdade e proteção de dados". A fala, coincidentemente, veio dias após Bolsonaro ter participado pessoalmente da inauguração de uma usina solar no interior da Paraíba que usa inversores e soluções de inteligência artificial da Huawei. Em discurso na ocasião, ele não mencionou a empresa chinesa. VÍDEOS: Últimas notícias de Economia
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20/10 - Empresa vence leilão de concessão do saneamento básico em Cariacica e Viana, no ES
Aegea foi a vencedora do leilão de concessão de parceria público-privada (PPP). A empresa Aegea foi a vencedora do leilão de concessão de parceria público-privada (PPP) de saneamento básico dos municípios de Cariacica e Viana, na Grande Vitória. O leilão foi realizado na manhã desta terça-feira (20) na B3, em São Paulo. A Aegea deu um lance de preço unitário 0,99 reais, com deságio de 38,12%. Participaram do evento o governador do Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB), e o diretor de Infraestrutura, Concessões e PPPs do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Fábio Abrahão. Sete concessionários disputaram o certame, cujo critério de seleção foi a oferta de maior desconto sobre o valor da tarifa de esgoto estabelecido no edital. O leilão fez a seleção da concessionária que prestará serviços de coleta e tratamento de esgoto para 423 mil habitantes, em parceria com a Companhia Espírito Santense de Saneamento (Cesan). O objetivo desta PPP é a universalização do acesso à rede de esgotamento até o décimo ano de contrato. Atualmente, apenas 48,3% da população têm coleta de esgoto. Segundo BNDES, a empresa deverá investir R$ 580 milhões em infraestrutura de saneamento básico ao longo dos 30 anos de contrato, sendo que R$ 180 milhões desse total devem ser aplicados nos primeiros cinco anos. O projeto de concessão administrativa no Espírito Santo é o segundo a ser licitado dentre uma série de projetos no setor de saneamento básico desde a sanção do novo marco regulatório. O primeiro ocorreu em 30 de setembro e selecionou a BRK Ambiental como a concessionária responsável pelos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário da Região Metropolitana de Maceió. Novo marco do saneamento foi sancionado com 11 vetos Vídeos: mais assistidos do G1 nos últimos 7 dias Veja o plantão de últimas notícias do G1 Espírito Santo
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20/10 - Microsoft anuncia parcerias com governo federal para capacitar profissionais e conectar pessoas a vagas de emprego
Empresa vai instalar novo datacenter no Rio de Janeiro e doar créditos em servidores na nuvem para o Sistema Nacional de Emprego (SINE). Microsoft irá doar créditos em servidores na nuvem para o o Sistema Nacional de Emprego (SINE). Reuters/Brian Snyder A Microsoft anunciou nesta terça-feira (20) a instalação de um novo datacenter no Rio de Janeiro e parcerias com o Ministério da Economia para a capacitação de profissionais e doação de créditos na nuvem da companhia para o Sistema Nacional de Emprego (SINE). A empresa disse irá oferecer alguns de seus cursos na “Escola do Trabalhador”, uma plataforma de ensino a distância do governo federal. Estudantes terão acesso a opções de capacitação como alfabetização digital ou módulos avançados de computação em nuvem, inteligência artificial e ciência de dados. O objetivo é atender até 5,5 milhões de pessoas até 2023, e a empresa se comprometeu a disponibilizar 58 instrutores para oferecer orientação personalizada para até 315 mil estudantes. A Microsoft também disponibilizou créditos em seus servidores na nuvem para o Sistema Nacional de Emprego (SINE), que vai passar a utilizar inteligência artificial para conectar pessoas e suas habilidades a oportunidades de emprego. "A base de dados do SINE tem muitas informações, mas não estão adequadamente organizadas. Elas precisam ser organizadas em perfis inteligentes, para que possamos ter a combinação entre a vaga e o candidato", disse Carlos da Costa, da Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade (Sepec). "A Microsoft está doando uma série de ferramentas para o governo brasileiro, para que esse perfil de cada candidato consiga encontrar a empresa ideal, e vice-versa. As certificações dos cursos ficarão integradas nesse banco de dados", afirmou. Inteligência artificial na Amazônia A empresa anunciou ainda uma colaboração com a Vale e a Imazon para ajudar a proteger a floresta amazônica do desmatamento e das queimadas usando inteligência artificial na próxima estação de seca em 2021. As ferramentas incluem indicadores de predição, como o surgimento de estradas ilegais abertas em regiões florestais e dados de imagens de satélite, para prever as zonas de desmatamento mais prováveis. Veja os vídeos mais assistidos do G1 o
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20/10 - Banco Central recebeu 30 reclamações sobre cadastro indevido no PIX, diz diretor
Pinho de Mello diz que autoridade monetária leva a sério cumprimento de normativos para evitar que instituições cadastrem os clientes no novo sistema sem consentimento. O diretor do Banco Central, João Manoel Pinho de Mello, afirmou nesta terça-feira (20) que a autoridade monetária leva a sério o cumprimento dos normativos no que diz respeito a cadastramentos indevidos, sem consentimento, no PIX. Segundo ele, há cerca de 75 milhões de CPFs cadastrados e foram recebidas apenas 30 reclamações sobre cadastros feitos sem consentimento do cliente. Pinho Mello participou nesta terça-feira (30) de live da MAG para explicar o PIX e seus benefícios para o Brasil. Entenda como será a confidencialidade das transações feitas pelo PIX PIX: veja perguntas e respostas sobre o novo sistema de pagamentos ATENÇÃO: saiba como evitar golpes no cadastro do PIX Sobre a realização de operações internacionais com o PIX, o diretor disse que antes da atuação internacional, o BC quer atualizar a lei cambial no Brasil. "Na agenda evolutiva está mais para 2023 [operações internacionais do PIX]. Nossa estratégia é fazer antes a lei cambial no Brasil", frisou. Ele disse que a lei e normativos cambiais do Brasil são da época da República Velha. "Primeiro queremos tratar da reforma da lei cambial para facilitar as transações cambiais e torná-las mais baratas e eficiente e ai o PIX entra internacionalmente"” ressaltou. O diretor do Banco Central, João Manoel Pinho de Mello, diz que fase internacional do PIX deve vir depois de nova lei cambial. Procon de SP recebe reclamações sobre cadastro do PIX sem autorização Vídeos: veja últimas notícias de economia
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20/10 - Economia chinesa: 4 chaves do notável crescimento do país após a queda com a pandemia
Quatro pilares podem explicar a recuperação da China neste ano. Confira. China está liderando crescimento da economia mundial Getty Images No país onde surgiu a covid-19, a economia está mais forte do que nunca neste ano. O governo chinês registrou na segunda-feira (19) um crescimento de 4,9% entre julho e setembro em comparação com o mesmo período do ano anterior. Embora seja inferior aos 5,2% esperados pelos analistas, esse número coloca a segunda maior economia do mundo na vanguarda da recuperação mundial em termos do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de riquezas produzidas por um país. No início de 2020, quando começou a pandemia, o crescimento chinês caiu acentuadamente e encerrou o primeiro trimestre com uma contração de 6,8%. O fechamento de fábricas e plantas industriais em todo o país foi um grande golpe para o gigante asiático, que, pela primeira vez, teve números trimestrais negativos desde 1992. Nas últimas duas décadas, o país experimentou uma taxa média de crescimento econômico anual de cerca de 9%, embora o ritmo venha diminuindo gradualmente. Produção industrial cresceu 5,8%, importante reativação do setor após a pandemia Getty Images "A economia da China continua a crescer a taxas que atualmente são inimagináveis para outros países afetados pela covid-19. Medidas de bloqueio draconianas para controlar o vírus, combinadas com alguns estímulos do governo, parecem ter funcionado bem", diz Robin Brant, correspondente da BBC na China. Quatro pilares podem explicar a recuperação da China neste ano. Confira. 1. O poder do comércio exterior Os principais números do crescimento econômico divulgados sugerem que a recuperação da China está se acelerando, embora os especialistas muitas vezes questionem a precisão de seus dados. "Não acho que o número exibido esteja errado", diz Iris Pang, economista-chefe para a China do banco holandês ING em Hong Kong. "A criação de empregos na China é bastante estável, o que gera mais consumo." Mas um dos principais números de setembro mostra que há uma forte recuperação das exportações de 9,9%, enquanto as importações aumentaram 13,2% em relação ao mesmo mês de 2019. "A China continua no caminho da recuperação impulsionada por uma recuperação nas exportações", diz Yoshikiyo Shimamine, economista-chefe do Dai-Ichi Life Research Institute, em Tóquio, no Japão. Fábricas paralisadas pela pandemia retomaram suas atividades por várias semanas, um dos pilares da recuperação Getty Images Embora a pandemia da covid-19 tenha prejudicado as metas de crescimento neste ano, especialistas observam que a guerra comercial entre a China e os Estados Unidos ainda não foi resolvida. "Embora o crescimento de 4,9% esteja um pouco abaixo de algumas projeções, a produção industrial, um bom termômetro da atividade controlada pelo Estado, superou as expectativas", diz Brant. 2. Injeções de dinheiro No início deste ano, o Banco Central da China intensificou o apoio ao crescimento e aos empregos depois que as restrições generalizadas às viagens sufocaram a atividade econômica. O governo chinês também injetou recursos na economia por meio de um pacote de estímulos fiscais. "Uma importante fonte de financiamento virá dos 'bônus especiais' do governo local", que foi de US$ 561 bilhões, disse a agência de classificação de risco Fitch, que afirma que isso triplica os recursos para projetos de infraestrutura. "Esse padrão de financiamento acabará se traduzindo em gastos", acrescenta. Governo destinou o equivalente a 3,6% do PIB para estimular a economia por meio de um pacote de ajuda fiscal. Reuters O primeiro-ministro, Li Keqiang, alertou no início de outubro que a China precisa fazer grandes esforços para atingir suas metas econômicas anuais. "Os governantes do Partido Comunista da China queriam ver um aumento na oferta de produtos, mas as vendas no varejo foram mais lentas do que o previsto" , explica Brant. 3. Retomada dos serviços No período abril-junho, o setor de serviços já apresentava uma recuperação sustentada que se consolidou entre julho e setembro. O setor terciário cresceu 4,3%, segundo dados oficiais, sustentado principalmente por empresas de software e informação, telecomunicações, transportes, além de serviços financeiros (estas últimas com alta de 7%). Vendas no varejo ainda estão aquém do previsto Reuters Analistas observam que a China, sendo o primeiro país a entrar na pandemia, também se recuperou dela muito antes das economias ocidentais, que estão vendo novas ondas de infecções e subsequentes restrições às atividades econômicas. Na China, "a recuperação de um setor de serviços muito importante" é evidente, diz o correspondente da BBC. 4. O poder do turismo A economia da China também está a caminho de obter um impulso com a chamada "Semana Dourada", um feriado anual em outubro durante o qual milhões de pessoas viajam. Com os destinos internacionais de portas fechadas, os chineses têm viajado e gastado no país, gerando um impulso para a recuperação. Segundo dados do Ministério da Cultura e Turismo, houve movimento de 637 milhões de viajantes na China durante o feriado de oito dias, com receitas equivalentes a US$ 69,6 bilhões. Semana Dourada' tem levado milhões de chineses a viajarem pelo país face às restrições internacionais EPA As vendas isentas de impostos na província de Hainan mais que dobraram em relação ao ano passado — 150%, com base em dados da alfândega local. "Os turistas e viajantes domésticos provavelmente ajudaram a manter a recuperação, gastando seu dinheiro em casa, já que as restrições globais impedem que eles viajem para o exterior", diz Brant. Assista a mais notícias de Economia:
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20/10 - 'Será um grande erro não investir no Brasil', diz Paulo Guedes
Em conferência, ministro afirma que investidores devem esperar efeitos de reformas econômicas que quer conduzir em 2021. Saída de investimentos estrangeiros bateu recorde neste ano. Ministro da Economia, Paulo Guedes: "O que faremos é deixar o sistema parecido com o dos Estados Unidos: mais impostos nos dividendos e menos para empresas" Adriano Machado/Reuters o O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta terça-feira (20) que investidores internacionais deveriam manter ativos no país, aguardando efeitos das reformas estruturais que o governo promete dar seguimento em 2021. "Será um grande erro não investir no Brasil", disse. Em conferência do Milken Institute, ele afirmou também que não haverá aumento da carga tributária no país, pois haverá apenas um remanejamento de impostos "inadequados". "Não vamos aumentar impostos, e vamos reduzir juros corporativos. Nos Estados Unidos, derruba-se os impostos de empresas enquanto se taxa dividendos. Aqui, paga-se zero em dividendos e isso não é razoável", disse Guedes. "O que faremos é deixar o sistema parecido com o dos Estados Unidos: mais impostos nos dividendos e menos para empresas", explicou. Crise de governança ambiental pode intensificar fuga de capital estrangeiro do Brasil Em um paralelo com governos liberais, Guedes comparou seus planos aos de Ronald Reagan, nos Estados Unidos, e Margaret Thatcher, no Reino Unido. O ministro também tentou tranquilizar investidores com relação à governança no país. Segundo Guedes, houve "muito barulho" durante as eleições de 2018 a respeito de autoritarismo por parte do então candidato Jair Bolsonaro, mas que o governo se provou democrático. "Estamos há um ano e meio sem corrupção no país. É como se fosse um século!", disse. Sobre ameaças de furar o teto de gastos, medida que limita aumento das despesas e considerada âncora fiscal por investidores, Guedes colocou no Ministério da Economia o papel de segurar a euforia do governo, inclusive em relação à popularidade de Bolsonaro. "Ele quer ser herói, mas nosso papel é segurá-lo abaixo do teto de gastos", disse. "É por isso que saí brigando com meus colegas [de governo], não há hipótese de abandonarmos essa agenda." Paulo Guedes fala em conferência do Milken Institute nesta terça-feira (20) Reprodução Amazônia Paulo Guedes foi questionado sobre a questão ambiental no Brasil e seu impacto na entrada de investimentos. Como mostrou o G1, o Brasil sofreu fuga recorde de capital estrangeiro em 2020 e as queimadas na Amazônia agravaram a situação. Para Guedes, o país vem sendo "mal interpretado". No passado, disse, foi importante "ocupar território" e essa política é mal vista até hoje. Para ele, o ponto de melhoria é reavaliar iniciativas econômicas envolvendo a floresta. "Nossa bandeira é verde e amarela, somos verdes, temos as matrizes energéticas mais verdes do mundo", disse o ministro. "Temos um problema enorme [de controle da região] porque é um território maior que a Europa. Tentamos arrumar ajuda para melhorar o problema, mas fica a impressão que estamos oprimindo índios. Não é justo com o Brasil', afirmou. O ministro prossegue: "Brinco com meus amigos americanos que, nos Estados Unidos, vocês erradicaram os índios por ouro. Agradecemos a preocupação de vocês, mas ninguém é tão generoso com a população nativa como nós." Guedes, então, afirma que gostaria de transformar a Amazônia em um "paraíso de biodiversidade". "Os americanos transformaram o deserto de Nevada na capital do entretenimento, temos que transformar Manaus na capital de economia verde", disse. "Podemos fazer isso, é uma questão de incentivo. Vamos fazer politicas para preservar e transformar a região. O que fazemos hoje é subsidiar plantas fabris para povoar a floresta. Isso não está certo. É um grande erro, mas não podemos removê-los de lá." Reforma tributária Guedes, novamente, não deu detalhes sobre a reforma tributária que pretende encaminhar ao Congresso. Até o momento, foi enviada apenas uma proposta fatiada de integração do PIS e Cofins em um único tributo, a CBS. Na semana passada, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou em entrevista à GloboNews que acredita em um acordo entre o Congresso Nacional e o governo, ainda este ano, para fechar a proposta da reforma tributária. "Na [reforma] tributária, temos uma harmonia no Congresso e uma divergência com o governo. O governo só encaminhou sua proposta em relação a [imposto sobre] bens e serviços no meio da pandemia, o projeto do CBS, que é muito bom", declarou Maia. "Acho que a gente tem condição ainda de construir um texto da reforma tributária. Ele está muito bem encaminhado na casa, eu sinto a vontade dos parlamentares, deputados e senadores", prosseguiu. VÍDEOS: Últimas notícias de Economia c
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20/10 - Google é processado pelo Departamento de Justiça dos EUA por monopólio em sistema de buscas
Governo dos EUA diz que gigante da tecnologia paga outras companhias para que elas privilegiem seu sistema, violando legislação antitruste. Empresa afirma que processo é falho. Justiça dos EUA acusa Google de manter monopólio ilegal sobre buscas na internet O Departamento de Justiça dos Estados Unidos e 11 estados norte-americanos entraram com uma ação antitruste contra o Google, nesta terça-feira (20), por supostamente violar a lei ao usar seu poder de mercado para afastar rivais. A empresa é acusada de pagar a outras companhias, como fabricantes de telefones celulares, operadoras e navegadores, entre elas a Apple, para manter seu sistema de buscas como o padrão. CEOs de gigantes da tecnologia foram interrogados Congresso dos EUA O processo aponta ainda que esse monopólio seria mantido por meio de uma rede ilegal de acordos comerciais exclusivos e interligados que excluem concorrentes. Esse mecanismo teria permitido ao Google manter também um monopólio no mercado de publicidade nas buscas, com o "poder de cobrar mais do que poderia e reduzir a qualidade do serviço", de acordo com o Departamento de Justiça. Esse é o maior processo antitruste em 20 anos nos EUA. Ele é comparável ao processo contra a Microsoft, movido em 1998, e ao processo contra a AT&T, de 1974, segundo o procurador-geral Jeffrey A. Rosen. O que diz o Google A gigante da tecnologia se defendeu, dizendo que o processo é profundamente falho, e que a ação poderia "tornar mais difícil o acesso aos serviços de busca que querem usar". "Nossos acordos com a Apple e com outros fabricantes de dispositivos não são diferentes dos acordos que muitas outras empresas tradicionalmente usam para distribuir software", afirmou Kent Walker, vice-presidente sênior de assuntos globais do Google. "Outros mecanismos de pesquisa, incluindo o Bing da Microsoft, competem conosco por esses acordos. E nossos contratos passaram por repetidas revisões antitruste", completou. "As pessoas usam o Google porque querem - não porque são forçadas ou porque não conseguem encontrar alternativas", disse a empresa. Investigada A ação foi apresentada mais de um ano depois que o Departamento de Justiça e a Comissão Federal de Comércio (FTC, na sigla em inglês) começaram as investigações sobre monopólios em quatro grandes empresas de tecnologia: Amazon, Apple, Facebook, além do Google. Sete anos atrás, a FTC realizou uma investigação envolvendo o Google. O órgão apontava, entre outras coisas, que a função de busca da empresa poderia favorecer os próprios produtos, incluindo resultados privilegiados para o YouTube, por exemplo. Ao fim da investigação, o presidente da comissão, Jon Leibowitz, disse que o órgão regulador não tinha encontrado nenhuma evidência que sustentasse a acusação de que o Google favorece injustamente seus próprios serviços nos resultados de busca. No entanto, foi fechado um acordo, que foi contestado por alguns advogados da equipe da FTC. Nele, o Google se comprometia a licenciar certas patentes, consideradas "essenciais" para rivais em telefonia móvel, e a remover restrições no uso de sua plataforma de buscas de publicidade on-line, o AdWords. “As mudanças que o Google concordou em fazer vão garantir que os consumidores continuem a ter os benefícios da competição na internet”, disse Leibowitz na época. 'Chefão' foi interrogado no Congresso Sundar Pichai, presidente-executivo do Google, em audiência nos EUA Reprodução Em agosto passado, o presidente-executivo da Alphabet (empresa dona do Google), Sundar Pichai, foi interrogado pelo Congresso dos EUA ao lado de Mark Zuckerberg (Facebook), Jeff Bezos (Amazon) e Tim Cook (Apple). Pichai e os outros líderes das gigantes da tecnologia se defenderam na audiência, onde foram acusados de abusar de uma posição dominante no mercado. O presidente do Google foi questionado sobre acusações de que a companhia estaria "roubando conteúdo" de pequenos sites, com o objetivo de manter as pessoas conectadas à plataforma. "Não concordo com a caracterização dessa afirmação", disse Pichai. "Sempre focamos em fornecer aos usuários as informações mais relevantes". Críticas no Senado Arkansas, Carolina do Sul, Flórida, Geórgia, Indiana, Kentucky, Louisiana, Mississippi, Missouri, Montana e Texas, os 11 estados que aderiram à ação, têm procuradores-gerais republicanos. Um dos críticos constantes do Google e de outras plataformas digitais, o senador republicano Josh Hawley chamou o processo de "o caso antitruste mais importante em uma geração" e disse acreditar a empresa mantém o poder por "meios ilegais". Mas a gigante da tecnologia também enfrenta críticas de democratas, como a senadora Elizabeth Warren. Em 10 de setembro, ela tuitou usando a hashtag #BreakUpBigTech, pedindo uma "ação rápida e agressiva" contra as grandes empresas do ramo. Reveja análise de Guga Chacra na GloboNews, sobre as 'big-techs', após interrogatório no Congresso, em agosto passado: Guga Chacra: ‘Imagem das empresas de tecnologia está extremamente desgastada nos EUA’ Vídeos de SEGURANÇA DIGITAL no G1 s
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20/10 - Veja as 136 vagas de emprego disponíveis no Sine Paraíba a partir desta terça-feira (20)
Sine-PB oferece vagas para João Pessoa, Bayeux e Campina Grande. Carteira de trabalho Divulgação O Sistema Nacional de Empregos na Paraíba (Sine-PB) oferece a partir desta terça-feira (20) um total de 136 vagas de trabalho, disponíveis nas cidades de João Pessoa e Campina Grande. João Pessoa tem o maior número de oportunidades, com 91 vagas. Campina Grande oferece 32 vagas e Bayeux, 13. O cargo com mais vagas é para encanador, com 25 oportunidades, em Campina Grande. A lista completa com todos os requisitos necessários para concorrer ao emprego está disponível no site do Sine-PB. Mais informações podem ser obtidas pelos telefones (83) 3218-6619, (83) 3218-6618 ou (83) 3218-6624 (em João Pessoa) e (83) 3310-9412 (em Campina Grande). Em João Pessoa, a sede do Sine-PB está localizada na rua Duque de Caxias, nº 305, no Centro (próximo ao Shopping Terceirão). Vagas de emprego em João Pessoa (91) 20 vagas para auxiliar de encanador 1 vaga para auxiliar de financeiro 1 vaga para borracheiro 4 vagas para ceramista 1 vaga para chapeiro 1 vaga para churrasqueiro 2 vagas para churrasqueiro 2 vagas para ciclista mensageiro 1 vaga para consultor de vendas 1 vaga para eletricista 25 vagas para encanador 1 vaga para encarregado de carga e desc. no tran. rodoviário 1 vaga para faturista 1 vaga para fiscal nos transportes 1 vaga para garçom 2 vagas para instalador de insulfilm 1 vaga para instalador de som e acess. de veículos 4 vagas para manicure 1 vaga para marceneiro 1 vaga para marceneiro 1 vaga para mecânico de manutenção de caminhão a diesel 1 vaga para montador de elevadores e similares 1 vaga para montador de móveis de madeira 2 vagas para motofretista 4 vagas para operador de empilhadeira 3 vagas para pintor de obras 2 vagas para técnico de geologia 3 vagas para técnico de saneamento 2 vaga para vendedor pracista Vagas de emprego em Campina Grande (32) 1 vaga para analista 1 vaga para auxiliar de cozinha 1 vaga para auxiliar de limpeza 1 vaga para barman 1 vaga para churrasqueiro 1 vaga para comprador 1 vaga para corretor de seguros 1 vaga para cozinheiro de restaurante 1 vaga para empregado doméstico nos serviços gerais 2 vagas para encanador 1 vaga para instalador de sistema eletrônico 1 vaga para lanterneiro de automóveis 4 vagas para mecânico de manutenção de máquinas industriais 2 vagas para motorista entregador 1 vaga para pedreiro 1 vaga para soldador 1 vaga para soldador elétrico 1 vaga para supervisor de conservação de obras 1 vaga para supervisor de vendas e serviços 1 vaga para técnico de refrigeração 1 vaga para técnico de atendimento e vendas 1 vaga para em segurança do trabalho 5 vagas para vendedor pracista Vagas de emprego em Bayeux (13) 10 vagas para Costureira em geral 1 vaga para Vendedor pracista 2 vagas para Vendedor pracista Vídeos mais assistidos do G1 Paraíba
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20/10 - Pandemia faz triplicar número de brasileiros que compram produtos domésticos pela internet, diz Serasa
Entre março e julho, passou de 11% para 31% o número de brasileiros fazem compras domésticas online. Pesquisa mostrou, ainda, que um em cada quatro brasileiros diz ter cortado gastos desnecessários. Número de brasileiros que compram pela internet cresceu durante a pandemia Uma pesquisa divulgada nesta terça-feira (20) pela Serasa Experian mostrou que, diante da pandemia, quase triplicou o número de brasileiros que usam a internet para comprar produtos domésticos. Segundo o levantamento, em março, quando tiveram início as medidas de distanciamento social para conter a disseminação do novo coronavírus no Brasil, 11% dos consumidores faziam compras online de itens domésticos, excluindo produtos alimentícios. Em julho, essa proporção saltou para 31%. A compra de alimentos pela internet também aumentou no período. Segundo a Serasa, passou de 60% para 71% a proporção de consumidores comprando online alimentos para consumo em casa, seja produtos in natura ou refeições prontas. “O cuidado com a saúde trouxe à população uma mudança de hábito que privilegia as compras e interações no ambiente virtual e essa tendência deve continuar após o isolamento social”, avaliou a diretora de Decision Analytics da Serasa Experian, Beatriz Raulino. Segundo a Serasa, a expectativa é que as compras online aumentem 53% em até seis meses. A mesma pesquisa mostrou que 71% dos brasileiros afirmaram ter expectativa alta na entrega de uma experiência digital online. “A mudança de comportamento trouxe maior conscientização para consumidores e empresários sobre o ambiente virtual. As pessoas estão mais atentas aos cuidados que devem ter ao realizarem compras ou transações nesse ambiente. As empresas perceberam que precisam de processos seguros e um atendimento eficiente para garantirem o retorno do cliente”, apontou Beatriz. O levantamento mostrou, também, que os consumidores brasileiros apontaram maior confiança em fornecedores serviços de streaming (60%), seguido de fornecedores de tecnologia (56%) e sistemas de pagamento (55%). Brasil lidera comércio eletrônico de produtos domésticos A Serasa ouviu 3 mil pessoas em dez países para realizar o estudo sobre as mudanças nos hábitos de consumo diante da pandemia. Segundo a empresa, o Brasil lidera o maior crescimento de compras online de produtos domésticos. Enquanto no Brasil o crescimento foi de 20 pontos percentuais (p.p.) entre março e julho, nos Estados Unidos foi de apenas 9 p.p., o segundo maior crescimento observado. Nos países da Ásia e Pacífico (Apac) e no Reino Unido, a alta foi de 5 p.p., enquanto nos países da Europa, Oriente Médio e África (Emea), de 4 p.p. Os brasileiros se mostraram ainda mais adeptos às compras online de alimentos que os consumidores dos demais países pesquisados. Enquanto no Brasil 71% usam a internet para comprar comida em julho, nos Estados Unidos esse percentual era de 58%, no Reino Unido e Apac, 53%, e no Emea apenas 33%. Economia na pandemia A Serasa Experian enfatizou que a pesquisa apontou para uma mudança na relação dos consumidores brasileiros com o dinheiro. Um em cada quatro disse ter cortado gastos supérfluos. Entre os entrevistados no país, 24% afirmaram que estão reduzindo gastos desnecessários e 21% estão economizando mais em fundos de emergência. “Os momentos difíceis também podem ser boas oportunidades para reavaliar os hábitos de consumo. A educação financeira é muito importante para ajudar o consumidor a lidar com os seus recursos, principalmente em momentos adversos”, enfatizou a diretora da da Serasa Experian. Assista às últimas notícias de Economia:
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20/10 - 4 empresas abrem mais de 300 vagas de estágio e emprego; veja lista
Mondelēz International, dona de marcas como Oreo, Bis e Lacta, abriu 68 vagas de estágio. As empresas Mondelēz International, Gi Group, Escale e Sity Inc estão selecionando para vagas de estágio e emprego. Veja abaixo os detalhes dos processos seletivos: Veja mais vagas de emprego pelo país Mondelēz International A Mondelēz International, dona de marcas como Oreo, Bis, Lacta, Halls, Trident e Clube Social, abriu as inscrições para o seu programa de estágio 2021. São 68 vagas nas áreas de Finanças, R&D, Vendas, RH, Manufatura e Logística, Jurídico e Marketing para as cidades de Curitiba, São Paulo e Vitória de Santo Antão. É necessário que a previsão de formatura, em nível superior ou técnico, seja entre dezembro de 2021 e dezembro de 2022. Além da bolsa de estágio, a partir de R$ 1.350, o programa oferece plano de saúde médico e odontológico, seguro de vida, vale alimentação e vale transporte. O processo seletivo será 100% digital e não haverá prova de inglês, visando ampliar a oportunidade para todos os jovens em início de carreira. As inscrições vão até dia 9 de novembro pelo site http://bettha.com/estagiomondelez2021 . Gi Group A multinacional de recursos humanos Gi Group Brasil está contratando motoristas prestadores de serviço para o setor de administração de vendas. Os profissionais vão atuar como agregados e precisam ter moto e/ou van próprias devidamente registradas, além de CNPJ de MEI com CNAE compatível com seu ramo de atividades e CNH com adição de EAR (exerce atividade remunerada). Além disso, o veículo não deve possuir logomarca. As vagas são para a cidade de São Paulo e as contratações vão até o 15 de novembro. Mais informações no site www.contratando.com.br . Escale A startup de tecnologia Escale está com 33 vagas abertas para posições que vão de Software Engineer, Data Analyst Senior a Analista SEO, UX Writer, Product Manager, entre outras. A startup vem desenhando a criação de novas áreas e, com isso, projeta abrir mais 30 novas vagas para contratação ainda esse ano. Para conferir as vagas e especificações acesse o site: https://bit.ly/33Wrsa4 Sity Inc A Sity Inc, aplicativo de mobilidade, abriu 200 vagas para agentes de contas autônomos para serem preenchidas até o final de 2020 por candidatos de todo o Brasil. Caberá a esses profissionais explicar ou orientar o motorista quanto à solução de dúvidas sobre serviços e corridas, auxiliar os parceiros da sua carteira a ganhar mais dinheiro, divulgar novas campanhas, produtos e serviços que agreguem no dia a dia do motorista ou prospectar novos motoristas. É necessário ter ensino superior completo ou em andamento. O trabalho será remoto e fica a cargo do agente definir seus horários. A remuneração será calculada partir de um comissionamento por serviços, produtos e performance dos motoristas de sua carteira, e poderá chegar em até R$ 10 mil ao mês. Para se candidatar, os interessados podem baixar o aplicativo SITY Inc, disponível para dispositivos Android e iOS e se cadastrar no botão "Agente de Conta". Assista a mais notícias de Economia:
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20/10 - Bovespa opera em alta e retoma os 100 mil pontos
Nesta segunda-feira, Ibovespa avançou 0,35%, a 98.657 pontos. Painel da B3 - Bovespa Nelson Almeida/ AFP A bolsa de valores brasileira, a B3, opera em alta nesta terça-feira (20), voltado a bater os 100 mil pontos, com expectativa de que seja firmado um acordo nos Estados Unidos para um novo pacote de estímulos. Na Europa, por outro lado, continuam as preocupações com novas restrições pela segunda onda de coronavírus. Por aqui, o cenário político mais tranquilo e a expectativa com a temporada de resultados corporativos também favorecem a bolsa brasileira. Às 16h16 o Ibovespa tinha alta de 1,85%, a 100.480 pontos. Na máxima até o momento chegou a 100.720 pontos. Veja mais cotações. A última vez que a bolsa fechou acima dos 100 mil pontos foi em 17 de setembro, quando encerrou a sessão a 100.097 pontos. Já o dólar é negociado em queda, abaixo de R$ 5,60. Na segunda-feira, a bolsa fechou em alta de 0,35%, a 98.657 pontos. Na parcial do mês, o Ibovespa acumula alta de 3,92%. No ano, tem perda de 14,99%. Europa é a região do mundo onde casos de Covid avançam no ritmo mais rápido Cenário externo e local As bolsas dos Estados Unidos respondem bem à sinalização de que pode estar próximo o acordo para um novo pacote de estímulos no país. Na noite de ontem, uma porta-voz da líder democrata no Congresso, Nancy Pelosi, afirmou que republicanos e democratas "reduziram suas discordâncias" sobre um novo plano de auxílio econômico. O prazo final para arredondar e aprovar a medida antes das eleições é esta terça-feira. Ainda assim, predominam na Europa as preocupações sobre novas restrições e possíveis impactos da nova onda de Covid-19 no continente. A Europa registrou mais de 250 mil mortes por complicações do novo coronavírus até domingo (18), segundo um levantamento feito pela agência de notícias France Presse. Para conter a segunda onda da Covid-19, os países europeus estão aumentando as medidas preventivas para evitar alta de casos. No Brasil, a cena corporativa destaca dados de produção e vendas da Vale, bem como pedido de registro de IPO da unidade de mineração da CSN, além de números de entregas de aviões da Embraer, entre outros. Enquanto isso, o Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) desacelerou a alta a 2,92% na segunda prévia de outubro, ante alta de 4,57% no mesmo período do mês anterior, em meio ao arrefecimento dos preços das commodities. Na segunda-feira, o mercado segurou perdas com a sinalização do ministro da Economia, Paulo Guedes, de que "valoriza" o teto de gastos, mecanismo que limita as despesas públicas à variação da inflação do ano anterior, e que o país precisa realizar reformas estruturais. Variação do Ibovespa em 2020 Economia G1 VÍDEOS: Últimas notícias de Economia -
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20/10 - Google emitiu mais de 33 mil alertas sobre ataques 'patrocinados por governos' contra usuários de seus serviços
Número é referente aos três primeiros trimestres de 2020. Empresa começou a alertar usuários em 2018. Google detecta sinais de ataques patrocinados por governos para alertar usuários que precisam tomar mais cuidado com suas contas on-line. Charles Platiau/Reuters O Google publicou um relatório detalhando algumas das medidas de segurança tomadas pela empresa. Segundo os dados para 2020, o Google já emitiu 33.015 alertas destinados a usuários que deveriam estar sofrendo ataques de espionagem patrocinados por governos – muitas vezes, esse é o tipo de invasão mais sofisticada e personalizada que existe. O número de alertas é referente ao acumulado de alertas enviados nos três primeiros trimestres de 2020 (11.856, 11.023 e 10.136 em cada trimestre). Caso o último trimestre de 2020 siga essa tendência, o total de alertas no ano será comparável ao de 2019. Quem recebe esses alertas é orientado a participar do Programa de Proteção Avançada do Google, que ajusta a conta para priorizar a segurança do usuário e evitar qualquer acesso suspeito – mesmo aqueles que normalmente seriam considerados legítimos. Isso obriga o usuário a realizar mais etapas de verificação do que uma conta normal, mas dificulta a vida de invasores. Esses alertas começaram a ser emitidos pelo Google em 2018. Em muitos casos, as vítimas de espionagem governamental são ativistas políticos e jornalistas envolvidos em assuntos sensíveis para os interesses nacionais dos países responsáveis por essas ações. Gmail diz que está bloqueando 18 milhões de e-mails maliciosos sobre a Covid-19 por dia O Google não revela a técnica usada para detectar esse tipo de ataque, alegando que isso poderia ser utilizado pelos espiões para aprimorar seus métodos e dificultar a detecção de ataques futuros. A companhia reafirmou, no entanto, que vem detectando ações de grupos do Irã e da China direcionadas contra pessoas envolvidas nas campanhas presidenciais norte-americanas. A Microsoft já havia alertado sobre essas mesmas ações, mas os países negaram envolvimento. Maior ataque de negação de serviço O relatório do Google trouxe um resumo das iniciativas da empresa para contornar ataques de negação de serviço – um tipo de atividade maliciosa em que hackers tentam congestionar a rede para impedir o acesso ao site alvo. A companhia revelou recentemente que conseguiu minimizar os impactos de um ataque de 2,54 Tbps ocorrido em 2017. É o maior ataque desse tipo já registrado. O volume de tráfego gerado por 2,54 Tbps é suficiente para sustentar mais de 50 mil conexões de 50 Mbps, por exemplo, ou transmitir 100 mil filmes 4K com HDR por streaming, ou baixar 15 filmes de duas horas da mesma qualidade, inteiros, em um único segundo. O Google oferece serviços comerciais de proteção contra DDoS como parte de seu pacote de computação em nuvem. Para alguns sites considerados de interesse social, como ativistas e jornalistas, a empresa oferece proteção de graça por meio do "Projeto Shield". Campanhas de desinformação no YouTube Ainda no mesmo relatório, o Google informou que está combatendo campanhas de desinformação no YouTube em mandarim e inglês envolvendo o coronavírus e a situação em Hong Kong. Segundo os dados divulgados pela empresa, mais de 3 mil canais do YouTube foram suspensos no último trimestre. Até o momento, a empresa disse não ter detectado nenhuma campanha semelhante envolvendo as eleições dos Estados Unidos. De acordo com o relatório Mueller, que investigou as interferências estrangeiras na eleição norte-americana de 2016, as redes sociais foram utilizadas por grupos fora dos Estados Unidos – em geral atribuídos à Rússia – para disseminar conteúdos polêmicos, aparentemente com o objetivo de radicalizar o debate o político. A Rússia negou as acusações. Dúvidas sobre segurança digital? Envie um e-mail para g1seguranca@globomail.com VÍDEOS: Aprenda dicas sobre segurança digital
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20/10 - CVC Corp vê receita cair 99% no 2º trimestre e tem prejuízo de R$ 252,1 milhões
Operadora de turismo atrasou divulgação após encontrar distorções contábeis. Empresa espera apresentar números do terceiro trimestre em 16 de novembro e cita sinais de retomada. A CVC Corp teve prejuízo líquido de R$ 252,1 milhões no segundo trimestre, revertendo lucro pro forma de R$ 98,5 milhões de um ano antes, de acordo com dados divulgados nesta terça-feira (20) à Comissão de Valores Mobiliários (CVM). A operadora de turismo atrasou a divulgação de seu números após encontrar distorções contábeis. A companhia espera apresentar os números do terceiro trimestre em 16 de novembro. As reservas confirmadas despencaram 94,7%, para R$ 252,2 milhões entre abril e junho, fortemente afetadas pelas medidas de restrição à circulação em razão da pandemia de Covid-19. A receita líquida totalizou apenas R$ 3 milhões, queda de 99% ante R$ 529,4 milhões no segundo trimestre de 2019, com a margem líquida ficando em 1,2%, de 12,1% um ano antes, conforme dados pro forma. O Ebitda ajustado ficou negativo em R$ 155,3 milhões, contra resultado positivo de R$ 197,3 milhões no segundo trimestre de 2019. No comunicado, a CVC afirma que o resultado do terceiro trimestre já apresenta significativos e consistentes sinais de retomada. Apenas no Brasil, o prejuízo líquido totalizou R$ 228,9 milhões, frente a um lucro líquido de R$ 34,5 milhões no mesmo período de 2019, fortemente impactado pela abrupta queda na receita líquida, de 99%, para R$ 4,4 milhões. De acordo com a CVC, a geração de caixa operacional nos 6 primeiros meses de 2020 totalizou R$ 916,1 milhões. A posição de caixa somava R$ 1,1 bilhão em 30 de junho e R$ 1,6 bilhão em 15 de outubro (dado não auditado). A empresa ainda ressaltou que, de um endividamento total na ordem de R$ 2 bilhões, há R$ 600 milhões vencendo em novembro de 2020 e a companhia está avaliando alternativas de captação e/ou rolagem dessa dívida. Vídeos: veja últimas notícias de economia
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20/10 - Brasil dá novo palco para governo Trump atacar China
Brasília foi palco nesta segunda-feira (19) de mais uma tentativa de ajuda do Brasil à reeleição de Donald Trump, com a assinatura de um acordo comercial que vinha sendo negociado desde 2011 e reduz burocracias para empresas dos dois países. A 15 dias de eleições presidenciais indefinidas nos EUA, o Brasil abriu espaço para o discurso de Trump – trazido por auxiliares – de enfrentamento com a China. Hoje, o principal interesse dos EUA no Brasil é influenciar a decisão sobre o leilão da tecnologia 5G, previsto para o primeiro trimestre de 2021. Brasil e EUA selam acordos para melhorar o intercâmbio comercial; Miriam Leitão comenta Em encontros com empresários e governo brasileiro, o conselheiro de Segurança Robert O'Brien afirmou que as empresas chinesas não são confiáveis para fornecer tecnologia para a nova frequência. Nesta terça, O'Brien tem reuniões marcadas com o ministro Augusto Heleno, do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência (GSI), e com o presidente Jair Bolsonaro. A disputa pela nova frequência é peça importante na guerra entre EUA e China pela dominância econômica. Na tecnologia do 5G, os EUA estão em desvantagem técnica e, por isso, têm usado pressionado vários países na tentativa de bloquear a entrada deles na nova frequência. Apesar de encontrar eco no governo brasileiro, tanto entre apoiadores de Bolsonaro do chamado "núcleo ideológico" e também entre militares, técnicos do governo defendem uma decisão técnica em relação aos termos do leilão, que ocorreria neste ano e foi adiado. A China é o principal parceiro comercial do Brasil. Os EUA vêm em segundo lugar. Mesmo assim, o governo brasileiro tem abandonado a neutralidade em diversos momentos para apoiar Trump nos ataques aos chineses. VÍDEO: veja as últimas notícias da economia
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20/10 - Argentina anuncia medidas para aliviar pressão cambial
Decisão ocorre em meio a recorde na cotação do peso frente ao dólar no mercado ilegal. Restrições cambiais adotadas na Argentina pra frear a escassez do dólar faz moeda disparar O governo argentino anunciou na segunda-feira (19) medidas para aliviar a pressão sobre sua moeda e afastar as expectativas de desvalorização, no momento em que a cotação do peso frente ao dólar no mercado ilegal registrou um novo recorde. A decisão foi apoiada pelo FMI. A moeda argentina foi negociada na segunda-feira a 83,21 pesos por dólar, mas chegou a ser vendida pela cotação recorde de 181 pesos no mercado ilegal. Entre as medidas anunciadas estão uma licitação de bônus por US$ 750 milhões em novembro e a revogação da proibição que era aplicada aos investidores não residentes na Argentina de vender títulos a serem liquidados em moeda estrangeira. A diretora do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Geogieva, respaldou as medidas. "Continuaremos apoiando as autoridades enquanto trabalham para aliviar as pressões cambiais, ancorar a estabilidade econômica e estabelecer as bases para a recuperação", escreveu no Twitter. A mensagem foi publicada depois de uma conversa telefônica entre a diretora do FMI e o ministro da Economia da Argentina, Martín Guzmán. "Conversa muito valiosa hoje com a diretora geral do Fundo Monetário Internacional @KGeorgieva. Obrigado! No âmbito de um diálogo produtivo, o FMI compartilha nossa visão de que a Argentina precisa transitar o caminho para a estabilidade e o crescimento econômico", respondeu o ministro na mesma rede social. A Argentina mantém desde o fim de 2019 um sistema de restrição para a compra de divisas imposta no final do governo do liberal Mauricio Macri para frear a fuga de divisas, sistema fortalecido por seu sucessor, o peronista Alberto Fernández. Desde 2019 existe uma cota para a compra de moeda estrangeira para a captação de US$ 200 por mês com uma cotação sobre a qual incide uma taxa de 30% e desde 15 de setembro foi acrescentada outra retenção de 35% para desestimular a poupança em moeda estrangeira e conter a saída de divisas. Assista a mais notícias de Economia:
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20/10 - Dólar opera em queda de olho na evolução da pandemia e expectativa de estímulo nos EUA
Na véspera, moeda norte-americana encerrou o dia em baixa de 0,77%, cotada a R$ 5,5997. O dólar opera em queda nesta terça-feira (20), com os investidores dividindo atenções entre as preocupações com o risco de novas restrições nas maiores economias do mundo diante do aumento dos casos de Covid-19 e sinais de esperança nas negociações de estímulo dos Estados Unidos. Às 15h45, a moeda norte-americana caía 0,35%, vendida a R$ 5,5802. Na abertura, foi negociada em alta e bateu R$ 5,6260. Veja mais cotações. No dia anterior, a moeda norte-americana caiu 0,77%, vendida a R$ 5,5997. No mês, passou a ter queda de 0,33%. No ano, tem valorização de 39,65%. Por que o real é a moeda que mais desvalorizou em 2020 Cenários Sem uma agenda de indicadores mais expressiva, os agentes continuam a aguardar sinais sobre a negociação entre republicanos e democratas quanto a um novo pacote de estímulos à economia americana e seguem atentos a pesquisas de intenção de voto nos EUA. A presidente da Câmara dos Deputados dos EUA, Nancy Pelosi, e o secretário do Tesouro, Steve Mnuchin, disseram na segunda-feira que estreitaram suas diferenças sobre o pacote de ajuda ansiosamente aguardado pelos mercados após uma conversa telefônica de quase uma hora. Pelosi disse esperar ter mais clareza sobre a possibilidade de uma aprovação antes das eleições até o final desta terça. No entanto, na Europa, a Irlanda anunciou algumas das restrições relacionadas à Covid-19 mais duras do continente na segunda-feira, enquanto Itália, Espanha e Reino Unido também impuseram restrições para limitar a propagação de novos casos de coronavírus, que agora ameaça prejudicar uma recuperação econômica emergente. No cenário local, incertezas crescentes sobre como o governo financiaria seu programa de auxílio econômico sem furar o teto de gastos, aprofundadas pelo atraso das reformas em meio à pandemia, também seguem no radar dos investidores. "Estamos numa linha tênue em que, se não houver evolução na equação falta de recursos e necessidade de manter os programas assistenciais (do governo), o quadro fiscal que já é altamente preocupante pode induzir postura defensiva mais agressiva por parte dos investidores, e então o preço da moeda americana, ainda que não haja fluxo cambial de saída de recursos do país, (pode) galgar patamar mais elevado", disse em nota Sidnei Moura Nehme, economista e diretor-executivo da NGO Corretora. Pandemia volta a crescer na Europa e países tomam novas medidas de contenção Variação do dólar em 2020 G1 Assista às últimas notícias de economia
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20/10 - Embraer entrega 28 jatos no 3° trimestre de 2020; queda no ano é de quase 50% em relação a 2019
Fabricante brasileira entregou 59 aeronaves até setembro de 2020. No mesmo período de 2019 foram entregues 117 jatos. Embraer registra queda de quase 50% nas entregas de aeronaves em 2020 Embraer/Divulgação A Embraer informou nesta terça-feira (20) que entregou 28 jatos no terceiro trimestre de 2020, sendo sete comerciais e 21 executivos. No ano, a fabricante acumula 59 aeronaves entregues, queda de 49,5% em comparação com os nove primeiros meses de 2019, quando foram entregues 117 jatos. A fabricante de aeronaves comunicou ainda que a carteira de pedidos firmes a entregar totalizava US$ 15,1 bilhões em 30 de setembro de 2020. A redução na carteira é de US$ 1,1 bilhão, com relação a setembro de 2019. O maior impacto produtivo afeta as unidades de São José dos Campos que concentram as linhas de aviões comerciais da empresa. Entre julho e setembro foram entregues sete aeronaves para companhias aéreas. No ano, foram entregues 16 jatos comerciais - redução de 70% em comparação aos 54 aviões entregues mesmo período de 2019. No início de setembro, a Embraer anunciou 900 cortes - além de 1,6 mil desligamentos por adesões a Planos de Demissões Voluntárias. Das 900 demissões, cerca de 470 são de metalúrgicos de São José dos Campos. As demissões ainda são discutidas na Justiça do Trabalho. A Embraer alega que as demissões foram necessárias pelo impacto provocado pela pandemia de coronavírus e o cancelamento da parceria com a Boeing, além da falta de expectativa de recuperação do setor de transporte aéreo no curto e médio prazo. Aviação executiva A aviação executiva registrou a entrega de 21 jatos no terceiro trimestre de 2020, o que representa uma redução de 22% na mesma comparação trimestral de 2019, quando 27 aeronaves foram entregues. No ano, a Embraer entregou 43 jatos executivos, um volume 32% menor que as 63 unidades entregues para este segmento de mercado nos nove primeiros meses de 2019. Veja mais notícias do Vale do Paraíba e Região
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20/10 - IGP-M desacelera alta na 2ª prévia de outubro com pressão menor do atacado
Taxa acumulada em 12 meses, no entanto, passou para 20,56%, aponta FGV. O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) teve alta de 2,92% na segunda prévia de outubro, contra avanço de 4,57% no mesmo período do mês anterior, diante da maior pressão dos preços no atacado, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta terça-feira (20). Com este resultado, porém, a taxa acumulada em 12 meses passou de 18,20% para 20,56%. “A desaceleração observada nas taxas de variação de algumas commodities, principalmente minério de ferro (17,01% para -0,34%), contribuíram para o recuo do índice de preços ao produtor. Os demais índices componentes do IGP seguem em aceleração. O IPC registra o avanço dos preços dos alimentos (0,80% para 1,66%) e o INCC, o aumento dos preços de materiais e equipamentos (2,52% para 3,69%)”, afirma André Braz, Coordenador dos Índices de Preços. O IGP-M é utilizado como referência para a correção de valores de contratos, como os de aluguel de imóveis. Foram comparados os preços coletados de 21 de setembro a 10 de outubro com os de 21 de agosto a 20 de setembro. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que tem peso de 60% no índice, variou 3,75% no segundo decêndio de outubro, ante 6,36% no segundo decêndio de setembro. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que tem peso de 30% no IGP-M, subiu 0,71% na segunda prévia de outubro, após variar 0,38% no mesmo período de coleta de setembro. Cinco das oito classes de despesa componentes do índice registraram acréscimo em suas taxas de variação, com destaque para o grupo Educação, Leitura e Recreação (0,40% para 3,05%). Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), que tem peso de 10 no indicador, subiu 1,50% no segundo decêndio de outubro. No mês anterior, o índice havia variado 0,98%. Puxada pelo preço dos alimentos, inflação registra em setembro maior taxa de 2020 Vídeos: veja últimas notícias de economia
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20/10 - O que o Brasil pode ganhar ou perder com resultado das eleições nos EUA
O resultado da disputa entre Trump e Joe Biden é visto como crucial para o futuro da relação entre os EUA e o Brasil e para o sucesso de parte das apostas feitas pela gestão Bolsonaro. Jair Bolsonaro durante manifestação em Brasília em maio de 2020 Ueslei Marcelino/Reuters/Via BBC A chegada ao poder de Jair Bolsonaro em janeiro de 2019 marcou um ponto de inflexão fundamental na política externa do Brasil: pela primeira vez desde a redemocratização, o país escolhia ter como aliado prioritário e preferencial os Estados Unidos. Comércio do Brasil com os EUA caiu ao menor nível em 11 anos Bolsonaro e Donald Trump partilham o posicionamento ideológico de direita, o conservadorismo nos costumes e o estilo populista e online de fazer política. Mas a gestão Bolsonaro defende que a aproximação de agendas dos países não é resultado apenas da simpatia mútua entre seus mandatários, mas o reconhecimento de que a relação até então morna com os americanos representava uma oportunidade desperdiçada de aumentar o fluxo de negócios bilaterais e a influência política brasileira na América Latina. Brasil e EUA fecharam essa semana o que tem sido chamado na imprensa americana de 'mini acordo comercial' Alan Santos/Divulgação Presidência/Via BBC "Qualquer país no mundo que queira ser próspero tem que ter uma relação privilegiada com os Estados Unidos", definiu o então secretário especial de comércio exterior Marcos Troyjo, em conversa com investidores americanos e brasileiros em Washington D.C. no fim de 2019. Biden afirmou que Brasil pode sofrer sanções econômicas se destruição da Amazônia continuar Reuters/Via BBC Dado o investimento feito pelo Brasil na "relação privilegiada", o resultado da atual disputa entre Trump e o democrata Joe Biden é visto como crucial para o futuro da relação entre os países e para o sucesso de ao menos parte das apostas feitas pela gestão Bolsonaro. O ocupante da Casa Branca nos próximos quatro anos terá papel fundamental em determinar o avanço de um acordo de livre comércio dos países, a entrada do Brasil na OCDE e o papel geopolítico dos brasileiros na América Latina. Acordo de Livre Comércio Desde 2009, a China é o maior parceiro comercial brasileiro. De lá pra cá, os americanos têm perdido espaço nesse campo. E se tornou um consenso entre empresários americanos e brasileiros que a relação comercial ficará estagnada no atual patamar se os governos de ambos os países não se moverem para retirar barreiras — tarifárias e não-tarifárias — das negociações. Bolsonaro conta com o apoio de Trump para entrar na OCDE, mas promessa ainda está no papel Getty Images/Via BBC A chegada de Bolsonaro ao poder, no entanto, mostrou que havia vontade política de mudar a situação. "O Brasil entrou em campo", anunciou em meados do ano passado o Ministro da Economia, Paulo Guedes, empregando metáfora futebolística para se referir à possibilidade um acordo de livre comércio entre o país e os EUA. Na ocasião, o secretário de comércio de Trump, Wilbur Ross, visitava Brasília. Da Casa Branca, Trump deu força ao entusiasmo: "Nós vamos trabalhar em um acordo de livre comércio com o Brasil. O Brasil é um grande parceiro comercial. Eles nos cobram muitas tarifas, mas, tirando isso, nós amamos essa relação." Líder nas pesquisas eleitorais, Biden pode mudar rumo da diplomacia americana nas relações bilaterais com o Brasil Getty Images/Via BBC Mais de um ano após as falas, Brasil e EUA fecharam essa semana o que tem sido chamado na imprensa americana de "mini acordo comercial". O pacote está muito longe da ambição de ser um tratado de livre comércio. Os termos do acordo entre Itamaraty, Ministério da Economia e o Representante Comercial dos EUA (USTR, na sigla em inglês) preveem abolição de algumas barreiras não-tarifárias no comércio bilateral: a simplificação ou extinção de procedimentos burocráticos, conhecida no jargão empresarial como facilitação de comércio, a adoção de boas práticas regulatórias, que proíbem, por exemplo, que agências reguladoras de cada país mudem regras sobre produtos sem que exportadores do outro país possam se manifestar previamente, e a adoção de medidas anticorrupção. Embora não resolvam gargalos históricos e importantes na relação comercial entre EUA e Brasil, como a barreira de 140% imposta pelos americanos à importação de açúcar brasileiro, os empresários acreditam que os acordos podem aumentar o fluxo de negócios entre os dois países — que em 2020 sofreu uma queda de mais de 25%, puxada pela pandemia de coronavírus. Em maio desse ano, em iniciativa inédita, mais de 30 organizações empresariais dos dois países assinaram uma carta conjunta cobrando celeridade das autoridades brasileira e americana para firmar justamente o pacto recém-anunciado. "Queremos que essa agenda do comércio entre os dois países seja vista como algo suprapartidário, que qualquer governo, de qualquer um dos países, possa levar adiante, porque é do interesse dos empresários dos dois lados", afirmou Carlos Eduardo Abiajodi, diretor de desenvolvimento da Confederação Nacional da Indústria (CNI). A preocupação dos setores produtivos era de que o processo eleitoral americano pudesse colocar a perder quase 24 meses de negociações intensas. O documento final foi assinado a 15 dias do dia da eleição. "O acordo é muito importante porque, se Trump vencer, já retomamos as negociações de um ponto mais avançado. Se Biden vencer, temos um patamar mínimo estabelecido para seguir. Os americanos são pragmáticos e reconhecem a importância das relações comerciais com o Brasil", avalia Abrão Árabe Neto, vice-presidente-executivo da Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham Brasil). Os empresários, no entanto, sabem que o clima político com os democratas, partido do favorito Joe Biden, não é dos melhores. Em meados de 2020, quase todos os parlamentares democratas da Comissão de Orçamentos e Tributos da Câmara americana assinaram uma carta se dizendo contrários ao avanço de qualquer pacto comercial mais abrangente com o Brasil sob o governo de Bolsonaro. Por lei, negociações que envolvam tarifas terão de receber aprovação do Congresso americano, além de passar também pelo Legislativo brasileiro e do Mercosul. Até por isso, especialistas no assunto dizem que um acordo de livre comércio entre Brasil e EUA pode exigir negociações que se estendam por mais de uma década. Com Trump, as relações comerciais entre os países mostram certa ambivalência. Em nome do estreitamento da amizade, o Brasil aumentou a importação de trigo e etanol do país e aceitou restrições na exportação de chapas de aço brasileira pelos americanos. Por outro lado, depois de mais de três anos de restrições à carne bovina brasileira in natura, os EUA reabriram seu mercado. Além disso, foram a campo junto ao G-7 defender o Brasil em agosto de 2019 de uma reprimenda pública pelas queimadas na Amazônia, que poderia desaguar em sanções econômicas de nações europeias contra a produção agrícola brasileira. Caso se reeleja, Trump deve manter a cadência entre fazer concessões ao aliado na América do Sul e aplicar medidas protecionistas que sejam importantes para sua política doméstica. Se der Biden, o setor empresarial aposta em estabilidade na relação, ao menos no curto prazo. Pragmático, o democrata não é visto como alguém que irá queimar pontes com Bolsonaro logo de saída, até porque não pretende ceder espaço de influência política e economia para os rivais chineses no continente americano. Isso não significa, porém, que o democrata evitaria temas relevantes para sua base eleitoral. "É certo que a agenda do meio ambiente, direitos humanos e direitos trabalhistas, que não está na mesa hoje na relação dos dois presidentes, deve ser incorporada às discussões bilaterais caso Biden vença", diz Árabe Neto. E tudo dependerá de como o governo Bolsonaro lidará com os novos termos da conversa. No debate televisivo contra o oponente Donald Trump, em setembro, o democrata citou a devastação da Amazônia brasileira e afirmou que lideraria a criação de um fundo global de US$ 20 bilhões para que o Brasil preservasse a floresta em pé. Se isso não funcionasse, Biden aventou aplicar "sanções econômicas" contra o país. O governo Bolsonaro reagiu à afirmação acusando o democrata de atacar a soberania brasileira. Ingresso na OCDE Depois de quase um ano de pressões e de ver a atual rival Argentina largar na frente, em janeiro de 2020 o Brasil recebeu o endosso formal dos EUA a sua candidatura a membro da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o grupo dos países desenvolvidos. "A notícia foi muito bem-vinda. Vinha trabalhando há meses em cima disso, de forma reservada, obviamente. Houve o anúncio [dos EUA], são mais de 100 requisitos para ser aceito, estamos bastante adiantados, inclusive na frente da Argentina. E as vantagens pro Brasil são muitas, equivalem ao nosso país entrar na primeira divisão", afirmou Bolsonaro, ainda em janeiro. A OCDE, atualmente com 37 países, é um fórum internacional que promove políticas públicas, realiza estudos e auxilia no desenvolvimento de seus membros, fomentando ações voltadas para a estabilidade financeira e aprimoramento dos índices de desenvolvimento humano. Os americanos possuem peso suficiente para equilibrar eventuais resistências europeias à entrada do Brasil e, por isso, o apoio do país era considerado central para o sucesso da investida nacional. Dez meses após o endosso, ainda sem data para que haja uma resposta definitiva sobre a candidatura brasileira, na segunda (19/10), Bolsonaro repetiu que o governo tem um "firme propósito" de compor o grupo e voltou a agradecer aos americanos pelo seu suporte. "Contamos com o fundamental apoio do governo dos Estados Unidos nesse processo, que será determinante para que se chegue a um rápido e favorável encaminhamento. O ingresso do Brasil na OCDE irá gerar efeitos positivos para a atração de investimentos nacionais e internacionais. E será mais uma evidência da nossa disposição de assumir compromissos e responsabilidades compatíveis com a importância do nosso país no sistema internacional", disse o presidente. Observadores da OCDE têm expressado preocupação tanto com o desenvolvimento da pandemia de coronavírus no Brasil — com um número considerado alto de casos e mortes —, como com os aparentes retrocessos no combate à corrupção na gestão Bolsonaro. A Operação Lava Jato e o trabalho do ex-juiz e ex-ministro Sergio Moro foram citados várias vezes pelos especialistas da OCDE como exemplos de avanços do país no combate aos crimes de colarinho branco. Nesse contexto, o apoio americano se torna ainda mais importante. E a princípio ele está assegurado se Trump se reeleger. Mas caso Biden vença a disputa, não há garantias de que a negociação que levou ao endosso americano seja cumprida. O democrata jamais se manifestou publicamente sobre o assunto. Aliado prioritário militar e tecnológico Nos últimos meses, o Brasil fez uma série de mudanças em seus posicionamentos geopolíticos históricos. Abandonou a postura de condenar, na ONU, o embargo econômico americano a Cuba. Sugeriu que seguiria os EUA e levaria a embaixada do país em Israel de Tel Aviv para Jerusalém, em uma afronta aos palestinos que disputam o controle da cidade com os israelenses. Elogiou a operação militar americana que matou o general iraniano Qassin Suleimani no Iraque. E garantiu que só faria negócios tecnológicos com países que respeitassem a " segurança dos dados" e a soberania brasileira, no que foi lido como um recado para a chinesa Huawei de que ela está fora do páreo na instalação da rede 5G no país. Todos esses movimentos, que podem parecer geograficamente desconectados, são vistos por especialistas em relações internacionais como prova de um alinhamento ideológico e militar do Brasil com os EUA. A disposição do atual governo brasileiro fez com que Trump anunciasse no ano passado o Brasil como seu "aliado preferencial extra-Otan" — nome para designar países que não são membros da aliança Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) mas são aliados estratégicos militares dos EUA, ou seja, que terão um relacionamento de trabalho estratégico com as Forças Armadas americanas. Para o Brasil, isso significa vantagens de acesso à tecnologia militar americana. No mesmo tópico, o Acordo de Salvaguardas Tecnológicas, firmado por Bolsonaro e Trump no ano passado, permitirá que os EUA e outros países lancem foguetes e satélites a partir da base de Alcântara, no Maranhão. O governo brasileiro afirma que o acordo estimulará o desenvolvimento do Programa Espacial Brasileiro e poderá gerar investimentos de até R$ 1,5 bilhão na economia nacional. De acordo com o Ministério de Ciência e Tecnologia, graças ao acordo, o Brasil poderá participar do mercado espacial global, que deve movimentar cerca de U$ 1 trilhão por ano nos anos 2040. Ao mesmo tempo, Bolsonaro demonstrou disposição de apoiar Trump em sua postura de enfrentamento ao regime de Nicolas Maduro na Venezuela. Em um episódio que levou o chanceler Ernesto Araújo a ter que se explicar no Congresso, o secretário de Estado de Trump Mike Pompeo esteve em Roraima há algumas semanas para visitar refugiados venezuelanos. A visita de menos de quatro horas de Pompeo no Brasil, sem que o secretário sequer passasse em Brasília, foi encarado por senadores como um uso do território brasileiro para fazer ameaças veladas a Maduro, o que Araújo negou. Alinhado tecnológica e militarmente aos EUA, o Brasil se coloca em oposição ao interesse chinês e, regionalmente, se posiciona como aliado de primeira hora em relação aos planos americanos para minar o regime Maduro na Venezuela. E embora esses dois pontos sejam absolutamente prioritários na agenda de Trump — e devem seguir assim pelos próximos quatro anos, caso o republicano vença — , eles são também de grande importância para Biden e os democratas, em dois raros exemplos em que políticos dos dois partidos tendem a concordar. Embora com estratégias diferentes, é esperado que, caso vença, Biden mantenha o enfrentamento com a China e a pressão para que aliados recusem soluções tecnológicas chinesas e limitem a área de influência das empresas do país. O democrata deve ainda seguir em busca de soluções que possam levar a uma transição de poder na Venezuela e ao estabelecimento de eleições democráticas. Seja qual for o presidente americano, ele deverá contar com o Brasil para ter sucesso na empreitada.
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20/10 - Bolsas da China fecham em alta apoiadas em otimismo sobre recuperação econômica
Índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, avançou 0,8%, enquanto o índice de Xangai teve alta de 0,47%. As ações da China fecharam em alta nesta terça-feira (20), em uma sessão relativamente morna, com o otimismo em relação à recuperação do consumo elevando o índice de referência, embora dados tenham mostrado uma desaceleração no crescimento dos preços das novas moradias na segunda maior economia do mundo. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, avançou 0,8%, enquanto o índice de Xangai teve alta de 0,47%. As empresas de consumo básico avançaram 2,35%, apoiadas por cervejarias e destilarias. Dados econômicos divulgados na segunda-feira mostraram que a recuperação econômica da China acelerou no terceiro trimestre, apoiada pelo consumo crescente. Em HONG KONG, o índice HANG SENG subiu 0,11%, a 24.569 pontos. Em XANGAI, o índice SSEC ganhou 0,47%, a 3.328 pontos. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, avançou 0,80%, a 4.793 pontos. Em SEUL, o índice KOSPI teve valorização de 0,50%, a 2.358 pontos. Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou baixa de 0,36%, a 12.862 pontos. Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES desvalorizou-se 0,59%, a 2.528 pontos. Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 recuou 0,72%, a 6.184 pontos. Vídeos: veja últimas notícias de economia no Brasil e no mundo
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20/10 - Lojas do shopping de Mogi selecionam candidatos para 13 oportunidades; veja lista
Os interessados podem ir pessoalmente ao Balcão de Informações e deixar currículo com dados atualizados ou procurar diretamente a loja de interesse, de acordo com a descrição de cada vaga. As lojas do Mogi Shopping estão com 13 vagas abertas nesta terça-feira, 20. Daniel Carvalho/Mestra Comunicação. As lojas do shopping de Mogi das Cruzes estão selecionando candidatos para 13 oportunidades de emprego nesta terça-feira (20). As vagas são para desempenhar as funções de consultor óptico, cozinheiro, auxiliar de cozinha e líder de equipe. Os interessados em participar dos processos seletivos podem ir pessoalmente ao Balcão de Informações e deixar currículo com dados atualizados ou procurar diretamente a loja de interesse, de acordo com a descrição de cada vaga. Vagas em Mogi das Cruzes: Consultor óptico – Sr. Óculos: com disponibilidade de horário e experiência no ramo ótico. Enviar currículos para oticativolli2@gmail.com aos cuidados de Edna; Vendedor – Hering: acima de 22 anos, com experiência mínima de 6 meses e disponibilidade de horário. Deixar currículo na loja com Amanda ou Lucas; Vendedor – Puket: acima de 18 anos e com disponibilidade de horário. Deixar currículo na loja; Vendedor – Claro: ensino médio completo, conhecimento de Pacote Office, habilidade de interação com cliente e capacidade analítica. Deixar currículo na loja; Cozinheiro – Risotto Mix: experiência com fogão profissional, conhecimento de gastronomia, perfil de liderança, comprometimento e agilidade. Disponibilidade para período noturno das 14h50h às 23h10h; Auxiliar de cozinha – Risotto Mix: experiência na área e acima de 23 anos. Disponibilidade para período noturno das 14h50 às 23h10; Vendedora – Scala: acima de 20 anos, ensino médio completo, com experiência em vendas e disponibilidade de horário. Enviar currículo para scala.mogishopping@uol.com.br; Costureiro – Arranjo Express: acima de 18 anos, com prática em reformas de roupas e experiência em máquinas industriais. Enviar currículo para arranjosexpressmogi@gmail.com ou pelo telefone 4799-2932; Vendedora – Arranjo Express: acima de 18 anos, com experiência comprovada e disponibilidade de horário. Enviar currículo para arranjosexpressmogi@gmail.com ou pelo telefone 4799-2932; Vendedora – Alliance: acima de 18 anos para trabalhar no período da manhã. Deixar currículo na loja; Líder de equipe – Spoleto: experiência na área de alimentação, como preparo de alimentos, atendimento ao cliente, caixa, organização. Salário e política de premiação a combinar. Enviar currículo para joao.nobregajn@gmail.com; Vendedora – Capodarte: acima de 22 anos, com experiência e disponibilidade de horário. Deixar currículo na loja; Vendedora – TVZ: acima de 25 anos e com experiência comprovada de um ano. Deixar currículo na loja. O Mogi Shopping fica na Avenida Vereador Narciso Yague Guimarães, 1001, e o horário de funcionamento é das 10h às 22h. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (11) 4798-8800. Assista a mais matérias
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20/10 - É possível rastrear ou encontrar um notebook roubado?
Computadores portáteis não possuem receptores de GPS como os celulares e sistema pode ser facilmente reinstalado para apagar software de rastreamento. Conheça alternativas de segurança. Se você tem alguma dúvida sobre segurança da informação (antivírus, invasões, cibercrime, roubo de dados etc.), envie um e-mail para g1seguranca@globomail.com. A coluna responde perguntas deixadas por leitores às terças e quintas-feiras. Notebooks normalmente não possuem receptor de GPS para identificarem onde estão de forma correta. TheDigitalWay/Pixabay Existe alguma forma de rastrear notebook se ele for formatado do Windows 7 para Windows 10? É possível recuperar esse dispositivo de outra forma? Tem alguma empresa que instala GPS em notebook e, assim, não teria problema se for formatado? – Jayme Existem alguns softwares que permitem (ou melhor, prometem) localizar um computador. O próprio Windows também possui este recurso (chama-se "Localizar meu dispositivo"). Como você mesmo observou, Jayme, o problema com qualquer software é que ele deixará de funcionar se o sistema operacional for reinstalado. Além disso, como os notebooks em geral não possuem receptor para GPS, a localização estimada por esse tipo de software tende ser extremamente imprecisa, podendo muitas vezes errar até o estado em que a máquina está. Só de acertar a cidade já é um grande feito; saber o bairro ou rua com precisão é praticamente impossível sem uma autorização judicial para descobrir o nome e o endereço do consumidor assinante da internet na qual o computador foi ligado. Instalar um sensor de GPS "personalizado" no notebook também tem desafios. Muitos notebooks, especialmente os ultrafinos, simplesmente não possuem espaço para dispositivos não contemplados durante a fabricação. O sensor de GPS também não poderia usar a mesma internet ou sistema elétrico do notebook, sendo necessário algum outro mecanismo de alimentação elétrica e conexão (como um chip de celular) para enviar as coordenadas de localização periodicamente. Isso significa que o dispositivo tende a ser muito grande para funcionar. A pior parte de realizar todo esse investimento para superar esses problemas é que, no fim das contas, saber a localização do seu notebook pode não ajudar você a recuperar o bem que foi perdido ou furtado. Existem algumas soluções de controle de patrimônio que podem funcionar bem em localidades específicas, quando é possível determinar pontos de entrada e saída e instalar sensores. Os microchips usados para rastrear animais, por exemplo, usam RFID, que são passivos e necessitam de antenas receptoras. Sem uma antena receptora por perto, não vai funcionar. Alguns computadores possuem mecanismos antirroubo com base em soluções de hardware. MacBooks da Apple dispõem de um bloqueio de ativação, mas nem mesmo a Apple exibe informações de localização para seus notebooks da mesma forma que faz com seus celulares e tablets. Para resumir: Rastrear a localização de notebooks é atualmente impraticável, especialmente em dispositivos que não dispõem de receptores de GPS (que são a maioria) A reinstalação do sistema operacional inutiliza a maior parte das soluções de software instaladas no sistema Os mecanismos antirroubo que existem não servem para localizar um dispositivo e, quando podem fazer isso, dependem do sistema de uma ordem da Justiça para obter informações do assinante de internet onde o notebook está sendo usado O que fazer para se resguardar de roubos de notebook? Saiba se o seu computador possui algum mecanismo antirroubo. Consulte a fabricante do seu notebook para ter mais informações. Modelos direcionados a empresas, em especial, podem ter algum mecanismo para bloquear sistemas roubados. Lembre-se que funções de rastreamento tendem ser imprecisas em máquinas sem GPS. Criptografe seu dispositivo. A criptografia garante que um ladrão não possa ver seus arquivos, nem acessar as contas de e-mail e redes sociais que estão logadas em sua máquina. O Windows possui dois mecanismos para criptografia de dados: a "Criptografia de dispositivo" e o "BitLocker". A Criptografia de Dispositivo pode ser acessada em Configurações  > Atualização e Segurança  > Criptografia do dispositivo, mas ela não está disponível em todos os computadores (se a opção não aparecer, é porque não há compatibilidade). O BitLocker tem maior compatibilidade, mas só funciona no Windows 10 Pro. Se isso é importante para você e não há compatibilidade com a Criptografia de Dispositivo, o Windows 10 Pro pode ser um investimento interessante. Fique de olho em acessórios antirroubo. Existem mochilas e bolsas preparadas para evitar roubos, com mais pontos de contato com o corpo e um arranjo de bolsos pensado para impedir a retirada de objetos pela parte traseira. Além disso, rastrear a própria mochila pode ser mais fácil que rastrear o notebook. Seu notebook pode ser compatível com cadeados. Muitos notebooks possuem um slot para uma trava do tipo Kensington ou similares, permitindo usar um cadeado e amarrar o notebook a um objeto imóvel ou maior. Dependendo dos locais onde você costuma usar seu notebook, isso pode ser útil. Muitos notebooks vêm com furo para instalação de cadeados antirroubo. Altieres Rohr/G1 Procure opções de seguro. Mesmo que o notebook seja rastreado, nem sempre será possível reavê-lo após um roubo, mas um seguro é capaz de dar essa garantia. Em muitos casos, o seguro também cobre danos acidentais, sendo uma medida mais confiável quando o objetivo é evitar prejuízos inesperados de qualquer natureza. Enquanto a criptografia protege seus dados, o seguro protege o valor do seu equipamento. Dúvidas sobre segurança digital? Envie um e-mail para g1seguranca@globomail.com VÍDEOS: Aprenda dicas sobre segurança digital
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20/10 - Entenda como será a confidencialidade das transações feitas pelo PIX
Serviço não adiciona novas camadas ao monitoramento de transações bancárias, que continua exatamente como é em DOCs, TEDs e pagamentos por cartões de débito e crédito. Procon de SP recebe reclamações sobre cadastro do PIX sem autorização O papel primário do Banco Central no desenvolvimento do PIX, novo sistema de pagamentos instantâneos brasileiro, gerou dúvidas sobre o grau de acesso que o BC passaria a ter sobre transações financeiras de clientes. Desde que as instituições financeiras começaram a cadastrar as chamadas Chaves PIX, muitas pessoas têm externado desconfiança e preocupação com a privacidade de seus gastos e o possível monitoramento de suas transações pelos órgãos oficiais do governo. PIX: veja perguntas e respostas sobre o novo sistema de pagamentos Banco Central registra cadastro de 33,7 milhões de 'chaves' no PIX; fintechs lideram ranking Entenda o que é e como vai funcionar o PIX Para especialistas consultados pelo G1, contudo, a teoria não tem fundamento. O PIX não adiciona camadas de acesso a dados financeiros além dos que o BC já tem. Transações financeiras eletrônicas, como DOCs, TEDs e pagamentos por cartões, sempre geraram informações que o BC recebe. A questão é que não era permitido – e continua sem ser – repassar essas informações adiante, inclusive para outros órgãos do governo. É o que estabelece a lei complementar 105/2001, conhecida por Lei do Sigilo Bancário. "O BC não pode pegar as informações, analisar atividade de CNPJs ou CPFs, e passar isso para a Receita, por exemplo. Isso é violação do sigilo bancário", diz Fabio Braga, sócio da área de direito bancário e financeiro do escritório Demarest. "Se você tem dinheiro fora do sistema financeiro, dependendo da origem, já é um problema. Não é o PIX que vai transformar em um", afirma PIX: entenda a diferença entre DOC e TED ao transferir dinheiro Bruno Diniz, professor de novas soluções financeiras da USP, afirma que, apesar de os instrumentos atuais do sistema financeiro já fazerem rastreamento e cruzamento de dados de informações bancárias, as informações só são repassadas em situações especiais. É o caso de quebras de sigilo fiscal ou movimentações financeiras de alto valor, em que bancos são obrigados a notificar o ocorrido à Receita Federal. "Todos os instrumentos financeiros têm monitoramento, mas o cliente precisa enxergar que o PIX não ultrapassa essas camadas e tem benefícios de conveniência e agilidade muito claros. Deve se tornar, inclusive, um vetor de facilitação de identidade digital no futuro", afirma Diniz. ATENÇÃO: saiba como evitar golpes no cadastro do PIX PIX deve tirar até 8% da receita dos bancos com tarifas, estima Moody’s Procurado, o Banco Central diz que o PIX nunca teve por objetivo aumentar a capacidade de monitorar transações financeiras, mas sim de aumentar a competitividade e dar eficiência ao sistema de pagamentos. Além disso, há esperança de que uma boa adesão do PIX possa reduzir custos logísticos e de produção de papel moeda. O acesso aos dados financeiros, diz o BC, tem o objetivo de identificar as tendências de pagamento e criar mecanismos de melhora do sistema financeiro como um todo. "A construção do PIX, inclusive, nasce de estudos que têm, como base, os dados de transações eletrônicas que já acontecem", diz Carlos Eduardo Brandt, chefe-adjunto do Departamento de Competição e de Estrutura do Mercado Financeiro do BC. "A única diferença é que, talvez, aquelas transações que hoje são feitas em dinheiro vivo e têm baixa rastreabilidade tornem-se uma informação adicional para o sistema financeiro", explica. VÍDEOS: Últimas notícias de Economia Desde que as instituições financeiras começaram a cadastrar as chamadas Chaves PIX, muitas pessoas têm externado desconfiança e preocupação com a privacidade de seus gastos e o possível monitoramento de suas transações pelos órgãos fa governo.
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20/10 - Concurso da UFCG com vagas de professor inscreve até esta terça-feira
São 5 vagas para professores dos ensinos básico, técnico e tecnológico. Campus da UFCG em Cajazeiras; concurso tem uma vaga para o campus. UFCG/Divulgação Termina nesta terça-feira (20) o prazo de inscrições para o concurso para professores da Universidade Federal de Campina Grande. São cinco vagas para o cargo de professor dos ensinos básico, técnico e tecnológico (EBTT). Confira do edital do concurso da UFCG As inscrições acontecem no site da Comissão de Processos Vestibulares (Comprov), e a taxa para inscrição é de R$ 220. Das vagas ofertadas, quatro são para Unidade Acadêmica de Educação Infantil (UAEI), campus sede. A exigência é de licenciatura em pedagogia. A outra vaga é para a Escola Técnica de Saúde de Cajazeiras (ETSC), campus Cajazeiras, para a área de educação musical. É preciso ter graduação e mestrado na área. A carga horária para todas as vagas é de 40 horas semanais com dedicação exclusiva. O vencimento básico é de R$ 4.472,64, com devidos acréscimos do auxilio alimentação e retribuição por titulação. O concurso terá provas escritas (a serem realizadas em 7 de fevereiro de 2021), de aptidão didática, de memorial e de exame de títulos. O resultado final do concurso está previsto para ser divulgado até 31 de março de 2021. Para auxiliar os candidatos, a Comprov elaborou um guia com respostas para as dúvidas mais frequentes. Para conferir o guia, o edital, bem como todas as informações sobre o concurso basta acessar o site da UFCG. Vídeos mais assistidos do G1 Paraíba
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20/10 - 400 mil vagas temporárias devem ser abertas no último trimestre, prevê entidade do setor
Demanda maior nos meses de novembro e dezembro virá dos setores de comércio e serviços; 20% dos trabalhadores temporários serão efetivados, estima Asserttem. Cerca de 400 mil vagas temporárias devem ser criadas no último trimestre deste ano, segundo projeção da Associação Brasileira do Trabalho Temporário (Asserttem). De acordo com o presidente da entidade, Marcos de Abreu, a indústria ainda deve puxar as contratações em outubro para suprir a alta demanda do mercado, com vagas nos segmentos de alimentos, farmacêutico, embalagens, metalurgia, mineração, automobilístico e agronegócio. Mais de 9,7 milhões de trabalhadores já tiveram jornada reduzida ou contrato suspenso Já nos meses de novembro e dezembro, o destaque deverá ser o comércio, seguido pelo setor de serviços, principalmente por causa da Black Friday e Natal. Marcos de Abreu estima que 20% dos trabalhadores temporários serão efetivados. Para ele, o trabalhador temporário pode adquirir mais conhecimentos e ter novas experiências no mercado, o que potencializa sua recolocação em uma eventual vaga permanente. O presidente da Asserttem considera que a modalidade de contratação temporária proporciona que as empresas atendam a suas demandas urgentes e emergenciais e ganhem fôlego durante a retomada até conseguir efetivar os trabalhadores novamente. "O trabalho temporário assume o papel de protagonista como uma importante solução para a sobrevivência das empresas e o combate ao desemprego, ao ser utilizado para substituição transitória e para demanda complementar de serviços de forma rápida, eficaz e segura", diz. Quase um milhão de vagas temporárias devem ser criadas até o fim do ano Abreu recomenda ao trabalhador procurar uma agência de trabalho temporário. No site da Asserttem há uma lista de agências associadas e registradas no Ministério da Economia, dividas por estado. Veja aqui a lista. Indústria puxa contratações de agosto e setembro Em setembro, as contratações realizadas por meio do trabalho temporário surpreenderam positivamente, puxadas pela indústria. Ao todo foram 186.940 novas vagas temporárias, crescimento de quase 42% frente às 131.761 de setembro do ano passado. Já em agosto, as contratações por meio de vagas temporárias cresceram 89,5% na comparação com o mesmo mês de 2019. Foram 197.680 contratações, frente às 104.312 do mesmo mês no ano passado. Das contratações temporárias em agosto, 65% delas foram realizadas pelo setor da indústria, 28% pelo setor de serviços e 7% pelo comércio, sendo que o motivo para a abertura de vagas foi a demanda complementar de trabalho. Os principais segmentos do setor industrial que demandaram reforços de trabalhadores temporários foram: Alimentos (35%), Farmacêutica (19%), Embalagens (15%), Metalúrgica (11%), Mineração (8%), Automobilística (8%) e Agronegócio (4%). A associação estima que mais de 1,9 milhão de trabalhadores temporários serão contratados neste ano, um aumento de 28% em relação a 2019. Entre julho e dezembro em comparação ao mesmo período do ano passado, a entidade projeta crescimento de 12% na criação de vagas temporárias - poderão ser geradas no período mais de 900 mil vagas temporárias, frente às 800 mil de 2019. Entenda o trabalho temporário O trabalho temporário é prestado por pessoa física contratada por uma empresa de trabalho temporário que a coloca à disposição de uma empresa tomadora de serviços ou cliente. E essa contratação é somente para atender à necessidade de substituição transitória de pessoal permanente ou à demanda complementar de serviços. A duração do contrato de trabalho máxima é de até 180 dias, com a possibilidade de ser prorrogado uma única vez por até 90 dias corridos, independentemente de a prestação de serviço ocorrer em dias consecutivos ou não. Ou seja, o prazo deve ser contado de forma corrida, considerando a contagem também dos intervalos contratuais, e não apenas considerando só os dias efetivamente trabalhados. Direitos trabalhistas previstos no contrato temporário: jornada de trabalho de, no máximo, oito horas diárias - mas poderá ter duração superior na hipótese de a empresa tomadora de serviços utilizar jornada de trabalho específica; as horas que excederem à jornada normal de trabalho serão remuneradas com acréscimo de, no mínimo, 50%; acréscimo de, no mínimo, 20% da remuneração quando o trabalho for noturno; descanso semanal remunerado; remuneração equivalente à dos empregados da mesma categoria da empresa tomadora de serviços, calculada à base horária, garantido, em qualquer hipótese, o salário-mínimo regional; pagamento de férias proporcionais, calculado na base de um 1/12 do último salário; Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS); benefícios e serviços da Previdência Social; seguro de acidente do trabalho; anotação da condição de trabalhador temporário na Carteira de Trabalho e Previdência Social Assista a mais notícias de Economia:
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20/10 - Hacktudo: festival de tecnologia e inovação será virtual, de graça e terá corrida de drones
A quarta edição do Hacktudo tem exposições, conferências e laboratórios de inovação. Programação é variada e oferece experiências culturais e de entretenimento. Hacktudo acontece de forma online em 2020 Divulgação A quarta edição do evento de cultura digital Hakctudo acontece em um ambiente virtual e gratuito na edição de 2020. O formato on-line foi adotado por causa da pandemia do novo coronavírus (Sars-Cov-2). Para participar, basta entrar no site do evento. O festival oferece palestras, exposições e até a transmissão de uma corrida de drones. O evento terá ainda uma feira de projetos no formato “faça-você-mesmo”. Além disso, haverá a tradicional maratona de programação universitária, o chamado hackathon. O evento será realizado entre os dias 16 a 25 de outubro. Segundo a organização do evento, uma das atrações mais aguardadas é o Hack Drones, onde será transmitida a corrida entre oito pilotos de drone profissionais em um circuito na Cidade das Artes, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio. A disputa foi gravada previamente dentro das recomendações de segurança da Organização Mundial de Saúde (OMS). A inscrição para grupos que quiserem participar do Hackathon é gratuita e limitada. Os coletivos que desejarem expor seus projetos também podem se inscrever gratuitamente pelo site oficial do evento. Para as outras atrações, o acesso é liberado no período de cada programação. A programação é variada e oferece experiências culturais e de entretenimento que abordam tecnologia, inovação, sustentabilidade e empreendedorismo. “O Hacktudo é um grande encontro para ensinar, engajar e integrar pessoas de todas as idades, sobre as novidades do mundo digital e da tecnologia”, disse Miguel Colker, um dos idealizadores do festival. O que é Hacktudo O evento surgiu em 2014, como um hackathon, onde programadores, estudantes e profissionais ligados ao desenvolvimento de softwares se reuniram para criar soluções dentro de desafios. Atualmente, o Hacktudo é um festival que procura atrair diferentes públicos e abordar temas sociais como equidade racial e de gênero. O Hack Delas é uma atração que oferece ao público entrevistas com mulheres profissionais da área, com curadoria assinada pelo coletivo Minas Programam.
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20/10 - Auxílio Emergencial: 5,6 milhões terão acesso a parcela do benefício nesta terça
Beneficiários do Bolsa Família com NIS final 2 vão receber 2ª parcela de R$ 300. Caixa também libera saques e transferências para trabalhadores fora do programa aniversariantes em outubro. Mais 5,6 milhões de pessoas terão acesso a parcelas do Auxílio Emergencial nesta terça-feira (20). Vão receber a 2ª parcela de R$ 300 os 1,6 milhão de trabalhadores que fazem parte do Bolsa Família, cujo número final do NIS é 2. Também nesta terça, a Caixa Econômica Federal (CEF) libera saques e transferências de novas parcelas do Auxílio Emergencial para 4 milhões de beneficiários do programa que não fazem parte do Bolsa Família nascidos em outubro, que tiveram o dinheiro creditado em poupança social digital no último dia 28 de setembro. Veja o calendário completo de pagamentos do Auxílio Emergencial Saiba como liberar a conta bloqueada no aplicativo Caixa Tem Tira dúvidas sobre o Auxílio Emergencial SAIBA TUDO SOBRE O AUXÍLIO EMERGENCIAL Para quem é do Bolsa Família, o auxílio é pago da mesma forma que o benefício original. Outras duas parcelas de R$ 300 ainda serão pagas, em novembro e em dezembro. Para os trabalhadores fora do Bolsa, os saques são de parcelas do benefício original, de R$ 600. Os beneficiários já podiam usar os recursos para pagamento de contas e compras por meio do cartão virtual.(veja no calendário mais abaixo). Auxílio emergencial: veja as mudanças em 1 minuto Parcelas extras de R$ 300 No final de setembro, o governo divulgou as datas de pagamento das parcelas extras do Auxílio, de R$ 300, para beneficiários fora do Bolsa Família. Veja aqui como ficou o calendário, e aqui para tirar dúvidas sobre as novas parcelas. VEJA QUEM PODE MOVIMENTAR A PARTIR DESTA TERÇA: Trabalhadores do Bolsa Família cujo número do NIS termina em 2: vão receber a 2ª parcela de R$ 300 Trabalhadores do Cadastro Único e inscritos via site e app poderão sacar ou transferir: 4 milhões de nascidos em outubro: - aprovados no primeiro lote poderão sacar a quinta parcela; - aprovados no primeiro lote, mas que tiveram o benefício suspenso, poderão sacar a quinta parcela - aprovados no segundo lote poderão sacar a quarta parcela; - aprovados no terceiro lote poderão sacar a terceira parcela; - aprovados no quarto lote poderão sacar a terceira parcela; - aprovados no quinto lote poderão sacar a segunda parcela; - aprovados no sexto lote poderão sacar a segunda parcela; - aprovados no sétimo lote poderão sacar a primeira parcela; - reavaliados (que tiveram o benefício suspenso em agosto) poderão sacar todas as parcelas já recebidas em poupança digital Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial ou pelo site auxilio.caixa.gov.br. Calendários de pagamento Veja abaixo os calendários de pagamento. BENEFICIÁRIOS DO BOLSA FAMÍLIA Auxílio Emergencial - Beneficiários do Bolsa Família Economia G1 BENEFICIÁRIOS FORA DO BOLSA FAMÍLIA Clique aqui para ver o calendário completo de pagamentos do Auxílio Emergencial. Veja os últimos vídeos sobre o Auxílio Emergencial
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20/10 - CSN pede registro para oferta de ações de unidade de mineração
Operação promete ser uma das maiores realizadas por empresas brasileiras este ano. CSN Reprodução/TV Rio Sul A CSN Mineração pediu nesta segunda-feira registro para sua muito aguardada oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), com a operação da unidade de minério de ferro da CSN prometendo ser uma das maiores feitas por empresas brasileiras em 2020. O porte da transação pode ser medido pela quantidade de instituições financeiras que vão coordenar a oferta, 11 ao todo, incluindo Morgan Stanley, XP, Bank of America, Bradesco BBI, BTG Pactual, UBS-BB, Caixa, Citi, Banco Fibra, Safra e Santander. Em fato relevante publicado mais cedo, a CSN informou que ainda avalia se participará da operação como vendedora. Mesmo com crise, entrada de empresas na bolsa este ano já é mais do dobro da registrada em 2019 Varejista Grupo Big pede registro para IPO No prospecto preliminar, a CSN Mineração se apresenta como segunda maior exportadora de minério de ferro no Brasil e detentora de uma das maiores reservas de minério de ferro no mundo, certificada em mais de 3 bilhões de toneladas. A companhia diz que pretende usar os recursos da oferta primária, cujos recursos vão para seu caixa, para os projetos Itabirito, o de recuperação de rejeitos de barragem Pires e para a mina Casa de Pedra. A CSN Mineração afirma no prospecto que teve receita líquida de R$ 8,94 bilhões nos primeiros nove meses de 2020, alta de 8% ante mesma etapa do ano passado. O lucro líquido no entanto caiu de R$ 2,95 para R$ 2,69 bilhões, enquanto a margem líquida encolheu de 35,7% para 30,1%. O anúncio ocorreu poucos dias após a CSN anunciar uma meta de alavancagem menor ao final de 2021, de 2,5 vezes, do que a informada em julho, sem citar detalhes sobre como pretenderá acelerar a redução no endividamento. O pedido de IPO envolve listagem da CSN Mineração, uma das maiores produtoras de minério de ferro de alta qualidade do Brasil, no nível 2 da B3.
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20/10 - Varejista Grupo Big pede registro para IPO
Companhia pretende usar recursos para abrir novas unidades de atacado e postos de combustível e para converter lojas de varejo em lojas de atacado. Grupo BIG surgiu da aquisição de 80% das operações do Walmart no Brasil pela Advent Divulgação O Grupo BIG Brasil pediu nesta segunda-feira (19) registro para uma oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), como o terceiro maior varejista do país revelando planos de captar recursos para expansão, conversão e reformas de lojas no país. A companhia, dona de marcas como Sam's Club, Superbompreço, Maxxi Atacado e Mercadorama, informou no prospecto preliminar enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) que a operação será conduzida por Itaú BBA, Bank of America, BTG Pactual, Credit Suisse, Bradesco BBI e JPMorgan. Mesmo com crise, entrada de empresas na bolsa este ano já é mais do dobro da registrada em 2019 A companhia afirmou que pretende usar os recursos da emissão de ações novas para abrir novas lojas de atacado e postos de combustível, converter lojas de unidades de varejo em lojas de atacado, reformar lojas atuais, e investir em sistemas de TI e outros projetos. O negócio servirá também para os sócios Walmart e o FIP Momentum, da gestora de fundos de private equity Advent International, venderem participação na empresa. O Grupo BIG, surgiu da aquisição de 80% das operações do Walmart no Brasil pela Advent, em agosto de 2018. Segundo o documento, em 30 de setembro a empresa tinha 389 lojas em 181 cidades de 18 Estados e Distrito Federal. Nos primeiros nove meses de 2020, o Grupo BIG teve receita líquida de R$ 15,7 bilhões, alta de 5,36% ante mesma etapa do ano passado, com a margem subindo de 1% para 3,9%. Na B3, o Grupo terá como concorrentes diretos o Grupo GPA, o Carrefour Brasil e o Grupo Mateus, que fez sua estreia na bolsa no último dia 13.
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19/10 - Governo e oposição reduzem divergências sobre novo plano de estímulo dos EUA
Líder democrata no Congresso estabeleceu prazo de 48 horas para que um acordo seja alcançado, mas o mercado está cético sobre quaisquer avanços. Presidente da Câmara dos EUA, Nancy Pelosi J. Scott Applewhite/AP Republicanos e democratas reduziram suas discordâncias sobre um novo plano de estímulo econômico nos Estados Unidos, afirmou nesta segunda-feira (19) uma porta-voz da líder democrata no Congresso, Nancy Pelosi. Depois de uma conversa por telefone de quase uma hora na segunda-feira, Pelosi "incumbiu os presidentes das comissões de conciliar as diferenças com seus pares do Partido Republicano em questões-chave", disse Drew Hammill no Twitter. Pelosi "continua esperançosa de que até o final do expediente de terça-feira saberemos claramente se podemos aprovar um projeto de lei antes das eleições" de 3 de novembro, acrescentou. No domingo (18), Pelosi estabeleceu um prazo de 48 horas para que um acordo seja alcançado, mas o mercado está cético sobre quaisquer avanços e Wall Street fechou em baixa na segunda-feira (19). Democratas e republicanos estão travados há meses em discussões sobre novas medidas para restaurar o já expirado pacote de US$ 2,2 trilhões da Lei Cares, aprovado em março, quando a pandemia chegou aos Estados Unidos. No entanto, as duas partes não concordam sobre quanto ou como gastar. Os democratas exigem ajudar os estados e governos locais mais expostos aos prejuízos econômicos da pandemia. O governo propõe US$ 1,8 trilhão e os democratas, US$ 2,2 trilhões. Qualquer plano adotado na Câmara dos Representantes, controlada pelos democratas, precisará ser votado pelo Senado para entrar em vigor. Mas o líder da maioria republicana na câmara alta, Mitch McConnell, não é a favor de um grande plano de ajuda, e sim de medidas específicas de apoio setorial. Na segunda-feira, McConnell indicou que vai propor na terça-feira (20) um plano de até US$ 500 bilhões. "Ninguém acha que esta proposta resolverá instantaneamente todos os problemas", mas é uma ação que o Senado pode decidir agora, argumentou. Os democratas rejeitaram um texto semelhante no mês passado.
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19/10 - Brasil e EUA assinam protocolo de comércio e cooperação econômica
Acordo envolve temas não tarifários e prevê, por exemplo, uso da tecnologia para facilitar comércio. Protocolo inclui anexo 'anticorrupção'. Os governos do Brasil e dos Estados Unidos assinaram nesta segunda-feira (10) um protocolo adicional ao Acordo de Comércio e Cooperação Econômica bilateral (Atec), criado em 2011. A assinatura aconteceu em cerimônia virtual e fechada. O acordo, segundo o Ministério das Relações Exteriores, ficou inativo até 2019 – quando foi escolhido como foco da aproximação entre os presidentes Jair Bolsonaro e Donald Trump. Até agora, no entanto, não havia qualquer medida prática em vigor. O pacote comercial é formado por temas não tarifários, relacionados à cooperação técnica e à troca de experiências. De acordo com o material divulgado pelo Itamaraty, o pacto inclui mecanismos de: facilitação de comércio e cooperação econômica; boas práticas regulatórias, e anticorrupção. "O novo Protocolo também estabelece as bases de futuras discussões para aprofundar e expandir os trabalhos sob o Acordo ATEC. Os dois países buscarão identificar setores prioritários para reduções adicionais de barreiras ao comércio sob perspectiva mais ampla afeta ao relacionamento econômico e comercial bilateral", dizem os governos em comunicado conjunto divulgado nesta segunda. Impacto político Em termos políticos, a aproximação entre Brasil e Estados Unidos é usada como plataforma pelos presidentes dos dois países. Em setembro, por exemplo, o governo Jair Bolsonaro renovou uma cota de importação sem taxa do etanol norte-americano (feito de milho) -- em troca, recebeu uma cota adicional para exportar açúcar. Em março, Bolsonaro disse ter conversado com Trump sobre livre-comércio entre Brasil e EUA Nos Estados Unidos, Trump está em franca campanha pela reeleição – a votação já começou e termina em menos de um mês. As cotas de importação e exportação desses produtos afetam, por exemplo, a relação dos governos com o setor agrário e com a indústria petrolífera. O Itamaraty afirmou que a assinatura do pacote comercial insere-se em um contexto da política de comércio exterior brasileira em que o “principal objetivo é criar um ambiente econômico favorável aos negócios e à reinserção competitiva do Brasil na economia internacional”. De acordo com o ministério, o governo brasileiro deseja que o pacote forme a base de um amplo acordo comercial a ser futuramente negociado entre os dois países. Facilitação de comércio O primeiro anexo trata das operações de exportação, importação e trânsito aduaneiro de mercadorias. Os compromissos assumidos por Brasil e Estados Unidos querem reduzir a burocracia do comércio exterior, diminuindo prazo e custo das operações. Segundo o Itamaraty, essas medidas contam com compromissos que alcançam as autoridades aduaneiras e agências governamentais intervenientes no comércio exterior. O uso de tecnologias no processamento das exportações e importações, como a utilização de pagamentos e documentos eletrônicos. Há também seção destinada ao tratamento a ser conferido a produtos agrícolas, de especial interesse do Brasil e dos Estados Unidos, grandes exportadores nesse setor. O documento prevê, ainda, que os países trabalharão em conjunto para a celebração de um Acordo de Reconhecimento Mútuo dos seus Programas de Operadores Econômicos Autorizados (OEA). Boas práticas regulatórias O segundo anexo faz referência a "boas práticas" regulatórias, processos, sistemas, ferramentas e métodos reconhecidos internacionalmente para a melhoria da qualidade da regulação. De acordo com o Ministério das Relações Exteriores, o protocolo negociado com os Estados Unidos constitui uma importante etapa na evolução recente de desenvolvimento e incorporação de instrumentos de boas práticas regulatórias pelo Brasil. O Itamaraty afirma que o texto negociado com os Estados Unidos é “moderno e com compromissos vinculantes sobre o tema, além de prover garantia da adoção de práticas similares em um dos principais mercados para as exportações e investimentos brasileiros”. Anticorrupção Segundo o Itamaraty, o terceiro anexo reafirma esforços anticorrupção de Brasil e Estados Unidos. A pasta não deu detalhes do texto, mas diz que ele está “em linha com recentes iniciativas do Brasil” e “expande, para além da esfera estritamente criminal, a atuação doméstica e a cooperação internacional anticorrupção, ao abarcar também as esferas civil e administrativa”. O Itamaraty afirma ainda que o protocolo é uma evolução na tarefa de combater, mediante a recuperação de ativos, o eixo central das operações criminosas, seus fluxos financeiros.
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19/10 - A aposta do novo presidente da Bolívia no lítio para reviver boom econômico de quando era ministro de Evo
Luis Arce vê na industrialização e na produção do lítio a esperança de retorno da economia em alta de quando foi ministro da Economia de Evo Morales. Arce vê na industrialização e na produção do lítio a esperança de retorno da economia em alta EPA via BBC Apesar de os resultados oficiais ainda não terem sido proclamados, a Bolívia já tem um vencedor na eleição presidencial realizada no domingo (18): Luis Arce, que foi ministro da Economia durante a Presidência de Evo Morales, comemora o triunfo após seus principais oponentes terem reconhecido publicamente a derrota. Agora, Arce se prepara para assumir o posto e botar à prova uma de suas principais bandeiras de campanha: a aposta na industrialização e na produção do lítio para reviver o boom econômico de quando foi ministro, como ele mesmo enfatizou na reta final da disputa. "Com a industrialização do lítio, vamos gerar 130 mil novos postos de trabalho diretos e indiretos, além de 41 novas indústrias que vão gerar ainda mais emprego para os bolivianos", disse Arce. Luis Arce e Evo Morales em encontro em Buenos Aires, em 7 de fevereiro de 2020 Agustin Marcarian/Reuters Estima-se que a Bolívia tenha uma das maiores reservas deste metal leve usado em baterias como as de celulares e de automóveis elétricos. O governo Evo tinha chegado a acordos com uma empresa da Alemanha e outra da China para a exploração e produção do produto, que seriam realizadas em parcerias, mas mantendo-se o controle o estatal. A anulação da eleição presidencial do ano passado levou ao congelamento dos acordos, segundo o ex-presidente. Ele e Arce afirmaram em entrevistas e em suas redes sociais que a eleição teria sido anulada como resultado do "golpe do lítio" porque envolveria interesse de empresas americanas que estariam de olho nessa produção. "Não foi um golpe contra o indígena, mas pelo lítio. ('O golpe') foi desenhado por transnacionais interessadas na sua privatização junto com a do gás", disse Arce, recentemente. Mas, afinal, o lítio pode efetivamente levar a um novo salto econômico boliviano? 'Ouro branco' ou 'fetiche'? Em entrevista à BBC News Brasil, três especialistas no assunto deram opiniões diferentes sobre a possibilidade de o lítio, chamado de 'ouro branco', ser a alavanca que reerguerá a economia boliviana que este ano deverá registrar a maior queda da sua história - cerca de 10%, segundo o Banco Central do país, e em torno de pelo menos 6%, de acordo com levantamentos internacionais. O ex-gerente executivo da empresa estatal Yacimientos de Lítio Bolivianos (YLB), durante o governo Evo, Juan Carlos Montenegro, disse que as reservas estimadas de lítio foram comprovadas por organismos do governo americano e por empresas nacionais e estrangeiras. "Nosso projeto envolve 14 fábricas, que serão o núcleo da industrialização do lítio, até 2025. Essas fábricas vão demandar insumos, como lâminas de cobre, e então serão necessárias as plantas destes insumos e mais outras sete de seus derivados. É um projeto grande para atender à demanda mundial e para isso queremos contar com a participação privada", disse Montenegro. Segundo ele, seriam necessários investimentos de US$ 4 bilhões para este núcleo da produção e o país deverá ter rendimentos de pelo menos US$ 6 bilhões anuais pela produção de lítio e suas ramificações. Até o ano passado, disse, antes da troca de governo na Bolívia, o país já contava com cerca de 1.200 empregos diretos ou indiretos, uma fábrica piloto e uma em desenvolvimento no Salar de Uyuni, no departamento de Potosí, na fronteira com o Chile. "Mas nossas projeções de continuar crescendo foram interrompidas pelos fatos políticos do ano passado. Agora, porém, com a eleição de Arce serão retomadas", disse Montenegro, que é engenheiro metalúrgico. O ex-ministro da Energia, Mauricio Medinaceli, analista do setor, disse que o lítio está longe de gerar os recursos gerados pelo gás boliviano. "Apesar da queda nos investimentos e na produção, o gás ainda é um fator muito importante para a economia boliviana. O lítio ainda não apresentou resultados concretos", disse Medinaceli. Ele ressalvou, porém, que o custo para extração do lítio da Bolívia tem a vantagem sobre os outros países, como os asiáticos, por exemplo. Eleições na Bolívia: Mesa reconhece derrota para Luis Arce, candidato de Evo Morales "Na Bolívia, não é preciso cavar minas para tirar o lítio. Ele está numa superfície muito mais acessível, a poucos metros de profundidade. Com isso, os custos seriam menores. Mas o gás é menos complexo para ser produzido e mais barato para ser produzido e para ser enviado aos mercados do Brasil e da Argentina. O lítio ou as baterias de lítio vão precisar de maior infraestrutura e sistema para exportação", afirmou. De acordo com Montenegro, estudos teriam comprovado que em uma profundidade de apenas 50 metros, existiria o equivalente a 21 milhões de toneladas do produto, segundo estudos realizados por uma empresa americana e analisados pelo Serviço Geológico dos Estados Unidos. "E o Salar tem mais de 200 metros de profundidade. Por isso, o que dissemos é com embasamento cientifico, comprovado", afirmou o ex-assessor do governo Morales para o lítio. Segundo ele, no ano passado, foram produzidas 430 toneladas em uma fábrica pequena, piloto da operação, e a expectativa, pela projeção realizada no governo de Evo Morales, é de uma produção de 100 mil toneladas até 2025, incluindo as empresas da China e da Alemanha e algumas das ramificações do lítio, incluindo outros dois lugares de Potosí. "Com a eleição de Arce essa produção será possível", disse. Para o economista Javier Gómez, da consultoria Centro de Estudos para o Desenvolvimento do Trabalho e Agrário (Cedla, na sigla em espanhol), o lítio é, porém, "quase um fetiche" para os bolivianos. "Nós sabemos que o lítio é importante, mas ele faz parte muito mais da narrativa política do que da possibilidade real econômica", afirmou Gómez. Ele disse que a situação da economia boliviana é grave e que a expectativa é que o futuro presidente tenha que recorrer a organismos internacionais, como o Fundo Monetário Internacional (FMI) para contar com os recursos necessários para que a economia volte a crescer. "O Movimento ao Socialismo, o MAS, de Evo e de Arce, é muito pragmático. E recorrer ao FMI por recursos extras não seria um problema. O principal agora é que o PIB volte a crescer. As pessoas votaram em Arce, em grande parte, pela esperança de voltar a ter uma vida melhor, como quando ele era ministro e o país e a região viviam o boom econômico", disse Gómez. De acordo com a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe, Cepal, as economias da região serão as mais afetadas pela pandemia do novo coronavírus. Parece distante a época do boom das commodities quando algumas delas, como a Bolívia, direcionou os recursos do boom para as áreas social e de infraestrutura. Economista, com estudos na Bolívia e na Inglaterra, Arce é apontado como um dos principais pilares do crescimento econômico de cerca de 5% ao ano e da redução da pobreza nos 14 anos de gestão de Evo. Arce só deixou o ministério nos quase dois anos em que realizou tratamento contra o câncer num hospital em São Paulo. No governo de Evo, os recursos da nacionalização do petróleo e do gás foram direcionados para a distribuição de planos sociais, como o Juancito Pinto, para que as crianças não deixem de ir à escola. VÍDEOS: os mais assistidos do G1
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19/10 - Ministério da Agricultura diz que Backer continua interditada em BH, mas pode contratar outra empresa para produzir bebidas
Segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), até o momento, a empresa não atendeu as exigências para garantir a segurança de suas cervejas. Banner mostra o relançamento da marca Capitão Senra sob o rótulo "Amber" Reprodução / Redes Sociais A Cervejaria Backer continua interditada e proibida de produzir bebidas, em Belo Horizonte, segundo nota do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), divulgada na tarde desta segunda-feira (19). Segundo o ministério, até o momento, a empresa não atendeu as exigências feitas pelo órgão para garantir a segurança dos produtos. "Desta forma, qualquer manipulação de bebidas na Backer (produção, padronização, envase) continua proibida". No entanto, segundo o Ministério da Agricultura, a Backer não é proibida de contratar uma empresa terceirizada para a produção de cervejas. A empresa contratada só precisa ter registro no ministério. O Mapa esclareceu que "segue trabalhando, em conjunto com o Ministério Público do Estado de Minas Gerais e a Polícia Civil, no caso de intoxicação causada pelo consumo das cervejas produzidas pela Cervejaria Backer". Backer relança cerveja e reabre espaço de convivência Funcionamento de restaurante O Templo Cervejeiro da Backer, no bairro Olhos D’Água, na Região Oeste de Belo Horizonte, retomou as atividades no sábado (17). Um evento fechado reuniu convidados para degustar, entre outras cervejas, a Capitão Senra, um dos rótulos comprometidos com dietilenoglicol. Tudo gratuito. Convidados contaram que o relançamento da marca Capitão Senra só foi possível porque há uma parceria da Backer com uma fabricante de cerveja do interior de São Paulo. Segundo a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) o restaurante, Templo Cervejeiro, que fica no mesmo terreno que a fábrica da Backer, tem alvará de localização e funcionamento. O Ministério da Agricultura informou que o funcionamento do restaurante da Backer, é de competência dos órgãos de vigilância sanitária. "A comercialização de bebidas nestes estabelecimentos somente poderá ocorrer se os produtos estiverem devidamente registrados no Mapa". Denúncia acolhida Na sexta-feira (16), a Justiça informou ter recebido a denúncia contra sócios e funcionários da cervejaria Backer. Com isso, 11 pessoas (veja lista abaixo) passam a ser consideradas rés no processo. Dez foram denunciadas pelo envolvimento na adulteração de bebidas alcoólicas e uma por falso testemunho. Entre elas, estão três sócios. Além do recebimento da denúncia que ocorreu no último dia 8, o juiz Haroldo André Toscano de Oliveira, da 2ª Vara Criminal de Belo Horizonte, suspendeu a decisão que decretou o sigilo do processo. De acordo com a Justiça, a próxima etapa é receber a defesa dos acusados por escrito. O prazo é de dez dias após cada um deles receber a citação. Segundo a nota enviada pela Backer, "a reabertura do Templo Cervejeiro advém do respeito da Backer a todos os requisitos e condições legais de funcionamento. A empresa é a principal interessada no esclarecimento de toda e qualquer irregularidade relacionada com suas atividades e, nesse sentido, tem colaborado com o trabalho de autoridades e dos órgãos de fiscalização e controle, ao mesmo tempo que reafirmou a certificação da excelência de seus processos produtivos", diz a nota. A Cervejaria Germânia, responsável por fabricar a nova cerveja, divulgou nota informando que "é consagrada pela excelência de produção de cervejas desde 1991. Todos os processos de produção atendem aos requisitos estabelecidos pelo Poder Público e estão em constante evolução, com a modernização dos equipamentos, pesquisas e estudos sobre os ingredientes". Sobre a produção da cerveja Capitão Senra, "esclarecemos que, assim como produzimos cervejas para diversas outras marcas, justamente em razão da excelência de nossa produção, fomos contratados para a produção deste rótulo, não havendo, além da prestação de serviços contratada, nenhuma sociedade, associação, jonti venture, etc. entre a Cervejaria Germânia e a contratante da industrialização", informou a fábrica. Lista de denunciados Ana Paula Silva Lebbos - sócia da Backer: denunciada pelo crime do artigo 272, parágrafo 1º-A, do Código Penal, por fabricar, vender, expor à venda, importar, ter em depósito para vender ou, de qualquer forma, distribuir ou entregar a consumo a substância alimentícia ou o produto falsificado, corrompido ou adulterado. Hayan Franco Khalil Lebbos - sócio da Backer: denunciada pelo crime do artigo 272, parágrafo 1º-A, do Código Penal, por fabricar, vender, expor à venda, importar, ter em depósito para vender ou, de qualquer forma, distribuir ou entregar a consumo a substância alimentícia ou o produto falsificado, corrompido ou adulterado. Munir Franco Khalil Lebbos - sócio da Backer: denunciada pelo crime do artigo 272, parágrafo 1º-A, do Código Penal, por fabricar, vender, expor à venda, importar, ter em depósito para vender ou, de qualquer forma, distribuir ou entregar a consumo a substância alimentícia ou o produto falsificado, corrompido ou adulterado. Paulo Luiz Lopes - responsável técnico da Backer: denunciado por homicídio culposo e lesão corporal culposa, além do artigo 272 do Código Penal, parágrafo 1º-A. Ramon Ramos de Almeida Silva - responsável técnico da Backer: denunciado por homicídio culposo e lesão corporal culposa, além do artigo 272 do Código Penal, parágrafo 1º-A. Sandro Luiz Pinto Duarte - responsável técnico da Backer: denunciado por homicídio culposo e lesão corporal culposa, além do artigo 272 do Código Penal, parágrafo 1º-A. Christian Freire Brandt - responsável técnico da Backer: denunciado por homicídio culposo e lesão corporal culposa, além do artigo 272 do Código Penal, parágrafo 1º-A. Adenilson Rezende de Freitas - responsável técnico da Backer: denunciado por homicídio culposo e lesão corporal culposa, além do artigo 272 do Código Penal, parágrafo 1º-A. Álvaro Soares Roberti - responsável técnico da Backer: denunciado por homicídio culposo e lesão corporal culposa, além do artigo 272 do Código Penal, parágrafo 1º-A. Gilberto Lucas de Oliveira - chefe de manutenção da Backer: denunciado por homicídio culposo e lesão corporal culposa, além do artigo 272 do Código Penal, parágrafo 1º-A. Charles Guilherme da Silva - pelo crime de falso testemunho. "Comemorando a morte de tantas pessoas" Desde que teve a intoxicação por dietilenoglicol confirmada pelos médicos, Luciano Guilherme de Barros, de 57 anos, passou a levar a vida com uma rotina completamente diferente. Passou por cirurgias, retirou 70 centímetros do intestino e teve as funções renais do organismo permanentemente comprometidas. Ficou 180 dias internado. Perdeu parte da audição e escuta com a ajuda de aparelhos. A visão ficou comprometida e os músculos do rosto, paralisados. A indignação toma conta de quem vive com as sequelas da contaminação. Pelo menos é o que relata a defesa de parte das vítimas, representada pelo advogado André Couto. Ele conta que ninguém que sofreu as consequências da ingestão do dietilenoglicol recebeu qualquer recurso financeiro para custear os tratamentos. A mesma empresa que bancou a festa, com tudo liberado, para convidados selecionados. Luciano Barros ficou indignado com a reabertura do Templo Cervejeiro em evento gratuito no sábado (16) Arquivo Pessoal “Não há qualquer suporte financeiro prestado para as vítimas, que deixam claro não terem nada contra a marca e a reabertura, desde que as autoridades deem essa aprovação. O que as vítimas clamam e esperam é o suporte que não veio”, ponderou o advogado. Luciano conta que as despesas médicas relacionadas ao seu tratamento têm sido custeadas por ele próprio e pelo plano de saúde que ele paga. “Eles gastam dinheiro com a reabertura, uma comemoração não sei de quê. Comemorando a morte de tantas pessoas que se foram por causa da cervejaria. É uma afronta com a gente. Perdi 35kg, fiquei com dificuldade de caminhar, de ouvir, de enxergar e, até hoje, tenho dificuldade para falar. Tudo isso sem ajuda de custo nenhuma da Backer”, desabafou. Vídeos mais vistos do G1 MG nos últimos 7 dias:
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19/10 - CSN pede registro para oferta de ações da sua unidade de mineração
Companhia informou que o IPO da CSN Mineração terá ofertas primária, quando o dinheiro levantado vai para o caixa da empresa, e secundária, papéis detidos por atuais acionistas. A CSN anunciou nesta segunda-feira (19) que apresentou pedido para o que provavelmente deve ser uma das maiores ofertas de ações do ano, envolvendo suas operações de produção de minério de ferro. A companhia afirmou que o IPO da CSN Mineração terá ofertas primária, quando o dinheiro levantado vai para o caixa da empresa, e secundária, papéis detidos por atuais acionistas. CSN Arcos CSN/Divulgação Apesar disso, a CSN informou em fato relevante que ainda avalia se participará da operação como acionista vendedora. O anúncio ocorreu poucos dias após a CSN anunciar uma meta de alavancagem menor ao final de 2021, de 2,5 vezes, do que a informada em julho, sem citar detalhes sobre como pretenderá acelerar a redução no endividamento. O pedido de IPO envolve listagem da CSN Mineração, uma das maiores produtoras de minério de ferro de alta qualidade do Brasil, no nível 2 da B3. Veja as últimas notícias de economia
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