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11/04 - Brasil deve ter a 14ª maior taxa de desemprego do mundo em 2021, aponta ranking com 100 países
Em 2020, país ficou na 22ª colocação. Levantamento da Austin Rating, a partir das projeções do último relatório do FMI, aponta que desemprego no Brasil deve subir para 14,5% neste ano, ultrapassando a taxa de países como Colômbia e Peru. O Brasil deverá registrar em 2021 a 14ª maior taxa de desemprego do mundo, após ter ficado em 2020 na 22ª colocação em ranking mundial dos países com os piores patamares de desocupação. É o que aponta levantamento da agência de classificação de risco Austin Rating, a partir das novas projeções do Fundo Monetário Internacional (FMI) para a economia global. O ranking com dados desde 2016 compara os índices oficiais dos países e as projeções do FMI para 2021 para um conjunto de 100 economias. Em 2019, o Brasil ficou na 15ª posição. Em 2016, estava na 27ª colocação. Brasil deve cair para 13ª posição entre maiores economias do mundo este ano Trabalhador com baixa escolaridade deve ser o mais afetado no pós-pandemia Fechamento de vagas formais em 2020 atingiu mais quem ganhou de meio a 1 salário mínimo De acordo com o levantamento, a taxa de desemprego no Brasil deverá subir para 14,5% este ano, ultrapassando a de países como Colômbia, Peru e Sérvia, e caminhando na contramão da taxa média global, cuja estimativa é de recuo para 8,7% este ano, ante 9,3% no ano passado. Pelas projeções do FMI, a África do Sul seguirá com a pior taxa mundial (29,7%), seguida pelo Sudão (28,4%) e pela Cisjordânia e Faixa de Gaza (25,1%). Já o país com o menor desemprego deverá ser a Tailândia (1,5%). Veja quadro abaixo: Ranking do desemprego no mundo em 2021 Economia G1 Desemprego atinge recorde de 14,3 milhões de pessoas Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa média de desemprego no país em 2020 foi de 13,5%, a maior da série iniciada em 2012. De acordo com os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), o desemprego ficou em 14,2% no trimestre encerrado em janeiro, a maior taxa já registrada para o período, atingindo o número recorde de 14,3 milhões de brasileiros desempregados. "A taxa de desemprego do Brasil vai ficar acima de dois dígitos por um bom tempo ainda. Em 2021, vamos ter o problema agravado por conta principalmente da questão fiscal, da ausência de reformas e da demora na questão da imunização contra a Covid-19, o que afeta a confiança de investidores e empresários, e atrasa o processo de recuperação do emprego", afirma o economista-chefe da Austin Rating, Alex Agostini. Evolução da taxa de desemprego no Brasil Economia G1 O que explica o aumento do desemprego no Brasil Entre os principais fatores que explicam a projeção de piora do desemprego no Brasil em 2021 estão o agravamento da pandemia de coronavírus e o aumento das preocupações em torno da saúde das contas públicas e do Orçamento 2021, o que tem elevado incertezas sobre o ritmo de recuperação da economia após o tombo histórico de 4,1% do PIB (Produto Interno Bruto) no ano passado. "Outros países igualmente muito afetados pela pandemia possuem uma projeção de aumento da taxa de desemprego muito menor do que o Brasil", afirma Agostini, citando como exemplo o Reino Unido (de 4,5% em 2020 para 6,1%) e a Itália (9,1% para 10,3%). Além do ritmo lento da vacinação contra a Covid no Brasil, o crescimento previsto para o PIB brasileiro neste ano é menor do que o estimado para economias emergentes (6,7%) e para outros países também severamente afetados pela pandemia como o México (5%). O FMI projeta um crescimento de 3,7% para a economia brasileira em 2021, abaixo da média global (6%). Já a projeção atual dos economistas do mercado financeiro é de alta de 3,17% do PIB este ano, segundo a última pesquisa Focus do Banco Central. Mesmo com números positivos de recuperação do emprego formal nos últimos meses, os economistas avaliam que uma melhora mais consistente do mercado de trabalho só deverá ser observada no segundo semestre, condicionada ao avanço da vacinação e à redução das incertezas econômicas. "O desemprego vai aumentar muito no Brasil porque não aumentou tanto em 2020 devido ao auxílio emergencial, que fez com que muitos saíssem da força de trabalho no ano passado, não sendo contabilizados como desempregados", explica o economista Daniel Duque, pesquisador do Ibre/FGV. Vale lembrar que o IBGE considera como desempregado apenas os trabalhadores que efetivamente procuraram emprego nos últimos 30 dias anteriores à realização da pesquisa. Nesse sentido, à medida em que o ritmo da atividade econômica melhore, sobretudo no setor de serviços – ainda fortemente abalado pelas medidas de restrição para conter o avanço do coronavírus –, a tendência é que um contingente maior de pessoas passem a procurar emprego. De acordo com o IBGE, o Brasil reúne atualmente um total de 5,9 milhões de desalentados – brasileiros aptos para trabalhar mas que desistiram temporariamente de procurar uma vaga. Desemprego bate recorde no trimestre encerrado em janeiro Projeções do FMI para a taxa de desemprego no Brasil 2021: 14,5 % 2022: 13,2% 2023: 12,4% 2024: 11,5% 2025: 10,8% 2026: 10% Crise econômica prolongada contribui para desemprego elevado O Brasil já estava com uma altíssima taxa de desemprego antes mesmo da chegada da pandemia, a pandemia, bem acima da média da América Latina. Em 2019, o Brasil ficou em 15º lugar no ranking dos países campeões em desemprego, com uma taxa de 11,9% – a pior da região, atrás somente da Costa Rica (12,4%). O pesquisador do Ibre/FGV lembra que a crise econômica trazida pela pandemia atingiu o Brasil antes mesmo do país ter se recuperado das perdas da recessão anterior, dos anos 2015-2016. "O desemprego atual no Brasil já era considerado alto, principalmente comparativamente à América Latina e, com a pandemia atingindo fortemente o país, permaneceu entre os maiores do mundo. O problema é cumulativo, pois temos milhões de brasileiros desempregados por um longo período de tempo, causando uma maior dificuldade de se empregarem no futuro", afirma Duque. O levantamento da Austin Rating mostra que, diferentemente do Brasil, outros países fortemente abalados pela pandemia em 2020 já deverão apresentar uma queda na taxa de desemprego em 2021, como é o caso da Colômbia (de 16,1% em 2020 para 12,8% em 2021), do Peru (13,6% para 9,7%) e do México (4,4% para 3,6%). "Nesses países o aumento do desemprego foi pontual, diferente do Brasil, onde tivemos crise em 2016, 2017, com forte recessão, além de baixo crescimento econômico nos últimos anos", compara Agostini. Miriam Leitão comenta os números da Pnad
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11/04 - Conheça a fazenda que dobrou a produtividade de grãos com o cultivo orgânico
Com uma produção sustentável, empresa consegue fazer com que o meio ambiente trabalhe a seu favor. Empreendimento, que tem emissão de carbono negativo, gera lucro de 40% ao ano. Conheça a fazenda que dobrou a produtividade de grãos com o cultivo orgânico A fazenda Rizoma, em São Paulo, dobrou a produção de grãos após adotar o cultivo orgânico. Apesar do método ser mais popular em pequenas propriedades, a empresa, com centenas de hectares, busca um modelo que some produtividade, lucro e preservação do meio ambiente. Atualmente, a fazenda investe na produção de milho e de soja para atender o mercado de criação de animais no sistema orgânico. Tudo começou justamente porque Pedro Paulo Diniz, fundador da iniciativa, percebeu uma falta deste tipo de grão no mercado para alimentar galinhas. Assista a todos os vídeos do Globo Rural A Rizoma é o segundo empreendimento de Diniz, que também fundou a Fazenda da Toca, onde cria galinhas que dão ovos orgânicos. Hoje, a Rizoma é uma fornecedora para o criadouro. Com uma colheita de 60 sacas de soja por hectare e 150 de milho de sequeiro, a empresa consegue ainda exportar o restante da safra que não vai para a Fazenda da Toca. O que é agricultura regenerativa? Diniz deu início à Rizoma em 2018, juntamente com seu sócio Fábio Sakamoto. Eles contam que a área escolhida para o empreendimento estava com a terra degradada e pouca matéria orgânica. Por causa disso, eles tiveram que corrigir o solo usando calcário e gesso, produtos biológicos para trazer a biodiversidade de volta e adotar a rotação de culturas para reviver o solo. Este processo se baseia no conceito da agricultura regenerativa que, segundo Sakamoto, "parte do princípio que não é suficiente você reduzir o dano e que nós estamos no momento que precisamos reverter o dano". Para obter uma melhoria dos indicadores, é preciso ter um solo com biodiversidade, a partir de insetos e microorganismos. O solo é onde as plantas armazenam o carbono que nutre os microorganismos de baixo da terra, além de servir como uma esponja para a água. Para conseguir um ciclo equilibrado de biodiversidade, a empresa usa algumas técnicas, como manter o solo protegido por meio da palhada do milho. "A diferença aqui é que, no sistema orgânico, toda essa biodiversidade auxiliar acaba fazendo com que a natureza trabalhe junto com a gente, no sentido de fazer com que haja um equilíbrio na produção. E a gente tem observado produtividades crescentes ao longo dos anos", diz o diretor de operações da Rizoma, Fernando Tersi. A Rizoma tem mais de 60 funcionários e diversos parceiros na natureza. Quando aparecem enfermidades, a fazenda lida por meio de produtos de controle biológico, que usam, principalmente, fungos e bactérias para derrotar pragas e insetos que transmitem doenças. Atualmente, a empresa já produz esses insumos por conta. Tecnologia como aliada O custo deste tipo de produção acaba sendo até 20% mais caro do que o modelo convencional. Entretanto, na hora de vender, o cultivo orgânico é comercializado por até o dobro do preço. Para cortar gastos, a Rizoma tem investido em tecnologia. Um destes casos é a adoção de máquinas que capinam, no lugar de arrancar espécies invasoras uma a uma, como seria em uma produção menor. A fazenda ainda está adaptando e testando técnicas para ver o que dá certo. Metade da área dela é dedicada a experimentos que visam melhorar a produtividade, diminuir o custo de produção e se aventurar em novas culturas. Para manter esta lavoura saudável, um funcionário faz uma ronda investigando a quantidade de lagarta, registrando tudo no tablet para ver se precisa tratar da área. Investindo em gado Além dos testes com grãos, já existem ensaios com a pecuária na fazenda. Cerca de 200 cabeças de gado compartilham uma área divida em quatro sistemas: capim Zuri; árvores para criar sombra; arbusto Margaridão, que é fonte de proteína para o gado; capim, árvores e leucena, uma leguminosa saborosa para os animais. O agrônomo Fabrício Martins calcula a densidade das plantas por área e compara em qual dos modelos o ganho de peso do gado é maior. Os animais participam de um sistema de revezamento com a agricultura. Depois da colheita do milho, metade do gado sai do primeiro sistema e vai pastar na área do plantio, junto com o capim, comendo sementes de plantas invasoras e adiantando o serviço para a próxima lavoura. A criação de gado também regenera o meio ambiente, porque, quando o rebanho pasta, ele movimenta nutrientes escondidos na terra. Além disso, o esterco ajuda a aumentar a matéria orgânica no solo. Ciclo de produção Os diferentes negócios formam uma cadeia de produção: os grãos alimentam as galinhas que, por sua vez, fornecem adubo para as duas fazendas da empresa, uma localizada em Iaras e a outra em Itirapina, ambas em São Paulo. Em Itirapina, são cultivados limão siciliano, eucalipto, louro pardo e laranja. "Diferentes plantas ocupam o ambiente de formas diferentes, profundidades diferentes de raízes... Isso estimula uma vida no solo. Você tem plantas que são abrigos de inimigos naturais e importantes para o controle das principais pragas e doenças", diz o diretor técnico e agrônomo, Osvaldo Serrano Jr. Todas as espécies apoiam a cultura principal do limão tahiti, que gera quase 50 toneladas durante a safra. Além disso, a madeira de algumas árvores também vai ser comercializada no futuro. No presente, elas já atraem dinheiro com a produção de insumos. "Quando a gente poda para abrir luz no sistema, o material podado é triturado e acumulado na linha e isso acaba devolvendo para o sistema todos os nutrientes que foram absorvidos por essa planta", conta Serrano. Além de aumentar o material orgânico, a plantação também ajudou a fazenda a ter operações de carbono negativo. Ou seja, as árvores sequestram mais carbono do que é emitido na produção. Meio ambiente gera lucro Os sócios Pedro Diniz e Fábio Sakamoto já investiram mais de R$ 70 milhões para produzir em 1.200 hectares e para desenvolver mercado e tecnologia. Apesar de ainda não terem conseguido o retorno do valor, as operações geram lucro de 40% ao ano. Agora, o plano é expandir a produção para mais de 6 mil hectares em São Paulo e Mato Grosso até 2022. VÍDEOS: mais assistidos do Globo Rural
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11/04 - Principal produtor de arroz do Brasil, Rio Grande do Sul, já colheu 70% da área plantada
Alta na produtividade e preços de mercado vantajosos deixam agricultores otimista em relação a safra. Principal produtor de arroz do Brasil, Rio Grande do Sul, já colheu 70% da área plantada O Rio Grande do Sul, maior produtor de arroz do Brasil, já colheu 70% da área plantada. Com a alta na produtividade e com preços de mercado vantajosos, agricultores estão otimista em relação a safra. Assista a todos os vídeos do Globo Rural Quando a colheita do arroz começou, em fevereiro, a expectativa para esta safra não era tão boa. Na época, os agricultores enfrentaram um período de seca. Hoje, com o avanço dos trabalhos no campo, a avaliação melhorou. Para o presidente da Federação de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), Alexandre Velho, os preços devem continuar favoráveis para os agricultores: "Isso deve se manter em função de alguns fatores, como a própria exportação, o câmbio se mantém em um patamar elevado. Isso favorece e traz competitividade ao arroz gaúcho. E, embora nós tenhamos este preço, que finalmente, depois de cinco anos, está remunerando os produtores e pagando o custo de produção, o preço se mantém estável aos consumidores", diz. Saiba mais na reportagem completa no vídeo acima. VÍDEOS: mais assistidos do Globo Rural
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11/04 - Preço alto de insumos prejudica produção de ovos em Pernambuco
Avicultores pagam quase R$ 90 pelo saco de milho e vendem a bandeja de ovos por R$ 11, em média, segundo cooperativa local. Estima-se que 20% dos produtores do estado deixem a atividade no final do ano. Preço alto de insumos prejudica produção de ovos em Pernambuco O alto custo dos insumos vem sendo um problema para os agricultores de Pernambuco. Assista a todos os vídeos do Globo Rural Segundo Carlos André Braga, tesoureiro de uma cooperativa em São Bento do Una - maior cidade produtora do estado -, os avicultores estão pagando quase R$ 90 pelo saco de milho e vendem a bandeja de ovos por R$ 11, em média "Ano passado estava o mesmo preço o ovo, com o milho de R$ 54. Então, por aí, já dá pra tirar o quanto inflacionou", diz. Ele estima que 20% dos produtores do estado deixem a atividade no final do ano. VÍDEOS: mais assistidos do Globo Rural
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11/04 - Produção de milho em SC recua com seca e pragas
Expectativa de colheita para esta safra diminuiu de 2,9 milhões de toneladas para 2 milhões. Estiagem atingiu, principalmente, o Oeste do estado no ano passado e, mais recentemente, lavouras tiveram ataque da cigarrinha-do-milho. Produção de milho em SC recua com seca e pragas A produção de milho em Santa Catarina foi impactada pela seca e por pragas. A expectativa de colheita para esta safra, por exemplo, diminuiu de 2,9 milhões de toneladas para 2 milhões. Assista a todos os vídeos do Globo Rural A estiagem atingiu, principalmente, o Oeste do estado em setembro e outubro ano passado e, mais recentemente, lavouras foram atacadas pela cigarrinha-do-milho. Foi o que aconteceu com o produtor José Araújo, de Chapecó. Em 2020, a expectativa dele era conseguir 50 toneladas de milho para silagem por hectare. Mas, com a seca, ele colheu apenas 17 toneladas. Já nesta safra, o problema foi o ataque da cigarrinha, que reduziu o tamanho das plantas e deixou as espigas improdutivas. VÍDEOS: mais assistidos do Globo Rural
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11/04 - Único frigorífico em cidade de Goiás fecha as portas e demite mais de 400 funcionários
Produtores que vendiam animais para o estabelecimento foram pegos de surpresa. Prefeitura de Cachoeira Alta busca substituto para suprir o município. Único frigorífico em cidade de Goiás fecha as portas e demite mais de 400 funcionários O único frigorífico na cidade de Cachoeira Alta, em Goiás, fechou as portas e demitiu mais de 400 funcionários. Produtores que vendiam animais para o estabelecimento foram pegos de surpresa. Assista a todos os vídeos do Globo Rural O local, que tinha capacidade para abater até 80 animais por hora, funcionava desde 2017 e alegou baixa oferta de boi gordo e fraca demanda de carnes no Brasil para encerrar as atividades. A crise no setor acontece desde o ano passado, principalmente por causa da pandemia. Entre 2019 e 2020, o número de abates em todo o país caiu cerca de 9%. No estado de Goiás, o declínio ficou na casa dos 7%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A prefeitura do Cachoeira Alta disse que está em busca de outras empresas para suprir a necessidade de um frigorífico no município. Saiba mais na reportagem completa no vídeo acima. VÍDEOS: mais assistidos do Globo Rural
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11/04 - Agricultores do PR reduzem produção de mandioca com alta de custos
Estado é o segundo maior produtor da raiz, depois do Pará. Segundo associação, safra 2021/2022 será 30% menor no país. Agricultores do PR reduzem produção de mandioca com alta de custos Agricultores do Paraná estão diminuindo a produção de mandioca diante do aumento de custos. O estado é o segundo maior produtor, depois do Pará. Assista a todos os vídeos do Globo Rural O produtor Vanderley Foz de Oliveira, de Paranavaí, diz que, depois de mais de 30 anos cultivando a raiz, acumulou dívidas nas últimas safras e teve que vender bens e fazer financiamentos para continuar o plantio. Sua área de cultivo caiu 60%. Mandioca é usada na produção de cerveja e ajuda a extrair o ouro "Essa pandemia judiou muito a gente. Os insumos, o óleo diesel, o boia-fria. O arrendamento está super caro, está caro demais. Se não der um preço na mandioca, vamos tentar reduzir 50%", diz Oliveira. A Associação Brasileira de Produtores de Amido de Mandioca estima que a produção da raiz será 30% menor na safra 2021/2022. VÍDEOS: mais assistidos do Globo Rural
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11/04 - Veja como combater a mosca-das-frutas
Manual lançado pelo Fundecitrus em parceria com o Instituto Biológico de São Paulo é gratuito, veja como acessar. Veja como combater a mosca-das-frutas A mosca-das-frutas é uma das principais pragas dos pomares de citros, como a laranja, limão e mexerica. Para ajudar os agricultores a combatê-la, o Fundecitrus, em parceria com o Instituto Biológico de São Paulo, lançou um manual gratuito com medidas para o seu controle sustentável Nele, há informações sobre as espécies das moscas, como elas atacam os frutos e formas de fazer o seu monitoramento. Confira aqui. VÍDEOS: mais assistidos do Globo Rural
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11/04 - Pequenas Empresas & Grandes Negócios: contatos de 11/04/2021
Veja como obter informações das empresas citadas no programa. Veja a reportagem: Pequenos empresários contam como tem sido a ajuda do poder público durante a pandemia no Brasil e na Inglaterra Padoca Bakery 9, Frognal Parade, Finchley Road. Swiss Cottage NW3 5HH. London/UK Telefone: +44203489 2950 Mobile: +447933 786764 Email:padoca_uk@outlook.com Instagram: @padocauk.bakery ALYAh SWEETS Telefones: (11)97717-7717/ (11)99926-7796 E-mail: sac@alyahsweets.com.br www.alyahsweets.com.br Redes sociais: ALYAh sweets @alyahsweets Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV IBRE) E-mail: ibre@fgv.br https://portalibre.fgv.br/ Facebook: https://www.facebook.com/FGV.IBRE Twitter: https://twitter.com/FGVIBRE LinkedIn: https://www.linkedin.com/showcase/fgv-ibre/ Veja a reportagem: Marca de café resgata a importância do movimento negro no Brasil Café Quilombo Rua Inácio Pereira da Rocha, 404 - Pinheiros São Paulo - SP, 05432-011 Telefone: (11) 99656-3082 www.cafequilombo.com.br Email: sac@cafequilombo.com.br Instagram: @cafe.quilombo Afropolitan Rua Rêgo Freitas, 530 - República São Paulo - SP, 01220-010 Telefone: (11) 97253-0497 www.afropolitan.com.br Email: ola@afropolitan.com.br Instagram: @afopolitan.co Rei do Café Rua Gonçalves Dias, 34/36 - Centro Santos - SP, 11010-160 Telefone: (13) 3219-1015 www.reidocafe.com.br Instagram: @reidocafeoficial Fazenda São Sebastião Instagram: @fazendass Veja a reportagem: Ferramenta de consultoria tributária ajuda empreendedor com impostos Consultoria Tributária Rua Simão Bolívar 1344 - Alto da Glória Curitiba/PR CEP: 80040-140 Telefone: (11) 3514-3999 https://aitax.com.br/ Site específico para planejamento automatizado: https://bit.ly/2Q9o0V2 E-mail: consultoria@aitax.com.br Instagram: aitax_ai Veja a reportagem: Laboratório portátil utiliza inteligência artificial para fazer exame de sangue em minutos Hilab Rua José Altair Possebom, 800 – Cidade Industrial De Curitiba Curitiba/PR - CEP: 81270-185 https://hilab.com.br/ E-mail: contrate@hilab.com.br Facebook: https://web.facebook.com/fazumhilab Instagram: https://www.instagram.com/fazumhilab/ Linkedin: https://br.linkedin.com/company/fazumhilab Farmácias Pague Menos Alameda Itú, nº1048, Jardin São Paulo/SP - CEP: 01421-000 https://www.paguemenos.com.br E-mail: sac@pmenos.com.br Facebook: https://web.facebook.com/farmaciaspaguemenos Instagram: https://www.instagram.com/paguemenos/ Linkedin: https://www.linkedin.com/company/empreendimentos-pague-menos-sa/ Veja a reportagem: Dona de fábrica já mudou a produção duas vezes para se adaptar à crise gerada pela pandemia Exhimia Home Rua Abílio Borin 35, galpão 6 - Jardim Caravelas São Paulo/SP - CEP: 04727-030 Telefone: 11 23651238 E-mail: atendimento@exhimiahome.com.br www.exhimiahome.com.br Facebook: exhimia home Instagram: @exhimiahome Veja a reportagem: Empresa fatura com venda de ingredientes naturais para produzir cosméticos em casa Flora Fiora Endereço - Alameda Franca, 187 - Jardim Paulista São Paulo/SP, CEP: 01422-001 Telefone – (11) 2306-6229 E-mail - sac@florafiora.com.br https://www.florafiora.com.br/ Facebook - https://www.facebook.com/FloraFioraBR Instagram - https://www.instagram.com/flora.fiora/
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11/04 - Ferramenta de consultoria tributária ajuda empreendedor com impostos
Contratação do sistema custa R$ 5 mil reais, mas a startup não cobra mensalidade. Serviço ajuda a ter gestão de tributos mais eficiente. Ferramenta de consultoria tributária ajuda empreendedor com impostos Muito empreendedor tem até dor de cabeça ao ouvir falar impostos. Pis, Cofins, ICMS e IRPJ são apenas algumas das siglas para quem faz a gestão de um negócio. Veja todos os vídeos do PEGN Pensando em uma solução para ajudar na administração das taxas, a tributarista Caroline Souza lançou uma ferramenta digital para consultoria na área. Com a parceria de 5 sócios, a startup começou em 2020. “Ela faz um consolidado dos dados da empresa, onde o próprio empresário junto com o contador dele, preenchem esses dados. E aí a própria ferramenta faz o cálculo e já diz de forma detalhada onde é que estaria a menor carga tributária”, explica Caroline. Uso de inteligência artificial Toda a análise é feita com uso de inteligência artificial e robôs que interpretam as condições de cada regime tributário. A ferramenta custa R$ 5 mil reais, mas a startup não cobra mensalidade. Em caso de mudanças na legislação é necessário comprar a versão atualizada. Hoje, mais de 200 empresas já usam a consultoria digital e trabalham com uma gestão dos tributos mais eficiente. “E quando ele paga menos tributo, ele consegue ser mais competitivo, ter um melhor preço, investir mais na sua empresa”, explica a empresária. AITAX Consultoria Tributária Rua Simão Bolívar 1344 - Alto da Glória Curitiba/PR - CEP: 80040-140 Telefone: (11) 3514-3999 https://aitax.com.br/ Site específico para planejamento automatizado: https://bit.ly/2Q9o0V2 E-mail: consultoria@aitax.com.br Instagram: aitax_ai Veja os vídeos mais assistidos do PEGN:
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11/04 - Empresa fatura com venda de ingredientes naturais para produzir cosméticos em casa
Clientes podem fazer produtos de beleza personalizados. Empresária viu oportunidade de negócio testando produtos naturais para usar no próprio cabelo. Empresa fatura com venda de ingredientes naturais para produzir cosméticos em casa O conceito do “faça você mesmo” aplicado aos cosméticos foi a ideia de uma jovem empreendedora de São Paulo. Ela também antecipou outra tendência: a do uso de ingredientes naturais nos produtos. O cliente escolhe, compra, recebe os ingredientes e faz o próprio cosmético em casa. Com argila verde, extrato de hamamélis, ácido lático e soro fisiológico é possível fazer uma máscara para limpeza de pele, por exemplo. Veja todos os vídeos do PEGN A ideia da empresária Jéssica D’Lima nasceu em 2014 e agora, sete anos depois, virou moda. “A gente tem alguns produtos naturais, como óleos vegetais e manteigas. A ideia é fornecer esses produtos para que a pessoa possa criar um cosmético personalizado em casa, de forma simples e prática”, explica. Ela enxergou a oportunidade de negócio aos 17 anos, testando produtos naturais para usar no próprio cabelo. Como tinha experiência em marketing digital, ela começou a vender em uma loja virtual simples, sem nenhum investimento e sem estoque. Com mais gente em casa por causa da pandemia, houve aumento na compra dos insumos pelo site, com pessoas querendo produzir os próprios cosméticos. Cremes para o cabelo, para o rosto, esfoliante corporal. Dá para fazer também shampoo, sabonete, e até hidratante para o lábio. Como nada tem química, é possível fazer tranquilamente em casa. “Óleos vegetais, manteigas, e as argilas são considerados matérias-primas. São produtos 100% puros, que não têm uma mistura, uma fórmula. Então, nesse caso, não é obrigatório ter registro da Anvisa”, explica a empresária. Jéssica fez cursos de legislação, manipulação cosmética e controle de qualidade. Uma química responsável cuida da parte técnica e das orientações dadas aos clientes. Os cosméticos precisam de autorização, então as bases, que são fórmulas, têm registro na Anvisa. O faturamento mensal da empresa é de R$ 50 mil. Agora, Jéssica quer diversificar. Ela vê o futuro do negócio como franquia e vai apostar no atacado, com o lançamento de um novo canal de vendas. Flora Fiora Endereço - Alameda Franca, 187 - Jardim Paulista São Paulo/SP, CEP: 01422-001 Telefone – (11) 2306-6229 E-mail - sac@florafiora.com.br https://www.florafiora.com.br/ Facebook - https://www.facebook.com/FloraFioraBR Instagram - https://www.instagram.com/flora.fiora/ Veja os vídeos mais assistidos do PEGN:
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11/04 - Dona de fábrica já mudou a produção duas vezes para se adaptar à crise gerada pela pandemia
Empresa fabricava expositores para lojas e passou a produzir equipamentos de proteção contra a Covid-19. O mercado para esses produtos saturou e agora a produção é focada em escrivaninhas, aparadores e gaveteiros. Dona de fábrica já mudou a produção duas vezes para se adaptar à crise gerada pela pandemia Nove em cada dez pequenos empreendedores transformaram o negócio para se adaptar à pandemia do coronavírus, segundo estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Claudia Taitelbaum é um exemplo. Ela precisou mudar sua produção duas vezes no último ano. Veja todos os vídeos do PEGN Claudia é dona de uma fábrica de expositores, mobiliários e displays para lojas desde 2010. Para sobreviver à pandemia, se reinventou e passou a fazer máscaras face shield, totem de álcool gel e barreiras de proteção. Usando o mesmo maquinário e a mão de obra, a empresa rapidamente redirecionou a produção e recuperou o faturamento. Essa adaptação foi mostrada no PEGN em agosto. A empresária chegou a faturar R$ 500 mil por mês com esses produtos, mas as vendas tiveram uma grande queda. O mercado saturou e os materiais são duradouros. No final de 2020, a empresária percebeu que uma nova onda do coronavírus, com mais restrições, chegaria em 2021. Ela fez, então, a segunda adaptação na produção, em plena pandemia. Como as pessoas estão em casa, em fevereiro deste ano, a fábrica passou a produzir escrivaninhas, aparadores e gaveteiros. Claudia deixa três lições importantes: Rapidez: nas duas mudanças, ela redirecionou toda a produção em 15 dia. Uso de novas tecnologias: a empresa vende pelo site, redes sociais e WhatsApp. Atenção: ela conseguiu identificar e satisfazer as novas necessidades do consumidor. O estudo da FGV também revelou que 49% dos empresários entrevistados buscaram novos negócios na pandemia. Agora, Claudia está vendendo 600 produtos para casa por mês. Hoje o faturamento da fábrica está em R$ 350 mil mensais. “Fazia muito tempo que eu não trabalha tanto quanto eu trabalhei o ano passado e este agora. A demanda existe. Tem que identificar onde ela está”, afirma a empresária. Exhimia Home Rua Abílio Borin 35, galpão 6 - Jardim Caravelas São Paulo/SP - CEP: 04727-030 Telefone: 11 23651238 E-mail: atendimento@exhimiahome.com.br www.exhimiahome.com.br Facebook: exhimia home Instagram: @exhimiahome Veja os vídeos mais assistidos do PEGN:
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11/04 - Laboratório portátil utiliza inteligência artificial para fazer exame de sangue em minutos
Sangue é "digitalizado" e enviado a central, onde é analisado por computador e especialista clínico. Sistema também pode fazer teste da Covid-19. Laboratório portátil utiliza inteligência artificial para fazer exame de sangue em minutos Uma startup investiu no serviço de laboratório portátil no Brasil. Com um equipamento pequeno que funciona com cápsulas, a tecnologia permite realizar exame de sangue em minutos e até teste de Covid. Veja todos os vídeos do PEGN Lançado em 2017, o aparelho permite a realização de 20 exames, como HIV, dengue, zika e hepatite, em locais como farmácias, hospitais, clínicas e laboratório. "Você fura o dedo do paciente, coleta uma gota de sangue, insere dentro do equipamento e ele usa inteligência artificial e internet das coisas para fazer um exame de sangue em minutos”, explica Marcus Figueredo, empresário. Como é feito o teste Em contato com o sangue coletado, os reagentes geram efeitos que podem ser medidos, como mudanças na densidade ótica e na cor. "Para o paciente, fica a impressão de que a maquininha que tá mandando para ele o resultado, mas na verdade, o sangue dele foi digitalizado, viajou na internet, foi visto por um computador inteligente e depois por um especialista de análises clinicas, tudo isso muito rápido”, explica Figueredo Um sensor transforma tudo em informação digital, para ser analisada pela central da empresa, em Curitiba. O paciente recebe o resultado por celular em 30 minutos. As cápsulas são descartáveis. O laboratório portátil já está em mais de mil cidades do Brasil. O valor do exame varia de acordo com o tipo e a complexidade. Em 2020, a startup também passou a fazer o teste de Covid 19. Hilab Rua José Altair Possebom, 800 – Cidade Industrial De Curitiba Curitiba/PR - CEP: 81270-185 https://hilab.com.br/ E-mail: contrate@hilab.com.br Facebook: https://web.facebook.com/fazumhilab Instagram: https://www.instagram.com/fazumhilab/ Linkedin: https://br.linkedin.com/company/fazumhilab Farmácias Pague Menos Alameda Itú, nº1048, Jardins São Paulo/SP - CEP: 01421-000 https://www.paguemenos.com.br E-mail: sac@pmenos.com.br Facebook: https://web.facebook.com/farmaciaspaguemenos Instagram: https://www.instagram.com/paguemenos/ Linkedin: https://www.linkedin.com/company/empreendimentos-pague-menos-sa/ Veja os vídeos mais assistidos do PEGN:
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11/04 - Marca de café resgata a importância do movimento negro no Brasil
Empresa vende café com embalagens e materiais de divulgação contando a jornada do café pelo mundo, sem se esquecer da representatividade negra. Marca de café resgata a importância do movimento negro no Brasil Um empresário de São Paulo lançou uma marca de cafés com temática quilombola. O objetivo do negócio é resgatar o elo histórico entre a população preta e a bebida. Danilo Negrette largou o emprego como gerente de vendas para realizar o sonho de se tornar dono do próprio negócio. Ele lançou em 2020 a marca de café que carrega história em seu DNA. Veja todos os vídeos do PEGN “O café foi descoberto de início no continente africano, depois foi pra Europa e com a expansão marítima chegou no Brasil. E quando ele chega no Brasil, é novamente cultivado pelos negros, dessa vez como escravos. O café ficou na mão das pessoas que estavam aqui e compraram as terras. Eu digo que esse elo foi perdido”, explica Danilo. As embalagens e materiais de divulgação contam a jornada do café pelo mundo. A tecnologia é uma das aliadas para se comunicar com o consumidor. Quando o cliente aponta a câmera do celular para um QR Code, ele tem acesso ao site para saber mais informações das origens, a história do café, sem esquecer que um dos pilares da empresa é a representatividade negra. “É uma forma da gente enriquecer culturalmente as pessoas. Então, elas não compram só café. Quando elas vão no site comprar, elas vão saber quem é Dandara dos Palmares, quem é a Tereza de Benguela”, afirma. O investimento foi de R$ 23 mil. O processo de torra é feito em Santos, no litoral paulista, e conta com grãos de café de três estados: Bahia, Espírito Santo e Minas Gerais. A linha de cafés é vendida no site da marca, em cafeterias, supermercados e markeplaces. Além da embalagem tradicional, há também as versões em cápsula e café gelado. Os preços variam de R$ 18 a R$ 35. Outra preocupação do Danillo ao lançar o café foi a questão da sustentabilidade. A embalagem é feita de tecido de algodão e pode se transformar em coador. O negócio fatura R$ 10 mil por mês. A expectativa para 2021 é ampliar os pontos de venda e espalhar mais sabor e cultura pelo país. “A gente não vende só café, a gente vende história também. Doses de café e doses de cultura. Esse é o nosso engajamento, trazer um pouco mais desse conteúdo pro consumidor final”, diz o empresário. Café Quilombo Rua Inácio Pereira da Rocha, 404 - Pinheiros São Paulo - SP, 05432-011 Telefone: (11) 99656-3082 www.cafequilombo.com.br Email: sac@cafequilombo.com.br Instagram: @cafe.quilombo Afropolitan Rua Rêgo Freitas, 530 - República São Paulo - SP, 01220-010 Telefone: (11) 97253-0497 www.afropolitan.com.br Email: ola@afropolitan.com.br Instagram: @afopolitan.co Rei do Café Rua Gonçalves Dias, 34/36 - Centro Santos - SP, 11010-160 Telefone: (13) 3219-1015 www.reidocafe.com.br Instagram: @reidocafeoficial Fazenda São Sebastião Instagram: @fazendass Veja os vídeos mais assistidos do PEGN:
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11/04 - Pequenos empresários contam como tem sido a ajuda do poder público durante a pandemia no Brasil e na Inglaterra
Os ingleses contam com empréstimos, renúncia fiscal e muito planejamento. Por aqui, a falta de apoio e um ambiente de total incerteza geram muitos problemas. Pequenos empresários contam como tem sido a ajuda do poder público durante a pandemia no Brasil e na Inglaterra Pequenos empresários brasileiros não têm encontrado a ajuda necessária para passar pela crise causada pela pandemia do coronavírus. Já uma brasileira que tem um negócio em Londres conta com a ajuda do governo do país. Maria Claudia Murani é dona de uma padaria em Londres, com mais duas sócias. Em novembro de 2020, a empresa dela apareceu no PEGN quando ainda era possível receber clientes. Agora, com a reabertura gradual do lockdown na Inglaterra, elas só trabalham com entregas e retiradas. A previsão é que só no dia 17 de maio lugares fechados possam abrir para o público. Veja todos os vídeos do PEGN O governo inglês tem ajudado negócios como o da Maria Claudia: ele suspendeu a cobrança do imposto equivalente ao IPTU brasileiro e paga 80% dos salários dos funcionários. Além disso, pequenas empresas têm direito a empréstimos que podem chegar a 50 mil libras, quase R$ 400 mil. “Eu tenho muitos amigos que têm negócio no Brasil e vejo muita diferença no apoio, no esclarecimento ao empreendedor, é totalmente diferente”, diz Maria Claudia. No Brasil, o pequeno empresário tem recebido um tratamento bem mais amargo do poder público. Obrigado a fechar as portas, as contas em um restaurante continuam. Funcionários, aluguel, IPTU, a própria comida que se estraga. Issam Sidom, dono de um restaurante em São Paulo, enfrentou e superou cada um desses desafios. Mas essa batalha ele ganhou praticamente sozinho. Issam usou a medida provisória publicada pelo Governo Federal em 2020, que permite suspensão e pagamento de parte dos salários dos funcionários. Foi a única ajuda que veio. “Eu engordei 40 quilos na pandemia. De ansiedade, a gente não dorme. Imagina que você tem 80 funcionários, são 80 pessoas que dependem de você e tem gente que depende desses funcionários”, diz. Issam negociou com os fornecedores. O dono do imóvel deu 50% de desconto do aluguel em três meses. Mas os impostos continuaram a ser pagos. Só de IPTU, ele paga R$ 6 mil por mês. O empresário tentou dinheiro emprestado com uma linha do Governo Federal, o Pronampe, mas não conseguiu. Em março, o Governo Federal anunciou o adiamento, para o segundo semestre, do pagamento do Simples Nacional, por três meses. Também permitiu que o prazo de carência do Pronampe seja estendido por mais três meses. Pesquisa da Fundação Getúlio Vargas com mais de duas mil empresas, feita em janeiro deste ano, mostra que quem mais sofre os efeitos da pandemia são pequenas empresas do setor de comércio e serviços. Issan se considera uma exceção e hoje fatura 10 vezes mais do que antes da pandemia. Ele achou sua própria saída para a crise: vender doces libaneses pela internet. São 85 tipos e ele usa as redes sociais e um e-commerce próprio para as vendas. Ele garante que o cliente satisfeito é o maior divulgador do negócio. Padoca Bakery 9, Frognal Parade, Finchley Road. Swiss Cottage NW3 5HH. London/UK Telefone: +44203489 2950 Mobile: +447933 786764 Email: padoca_uk@outlook.com Instagram: @padocauk.bakery Alyah Sweets Telefones: (11)97717-7717/ (11)99926-7796 E-mail: sac@alyahsweets.com.br www.alyahsweets.com.br Redes sociais: ALYAh sweets @alyahsweets Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV IBRE) E-mail: ibre@fgv.br https://portalibre.fgv.br/ Facebook: https://www.facebook.com/FGV.IBRE Twitter: https://twitter.com/FGVIBRE LinkedIn: https://www.linkedin.com/showcase/fgv-ibre/ Veja os vídeos mais assistidos do PEGN:
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11/04 - Oferta de cilindros de oxigênio cai e piscicultores precisam alterar logística para entrega de peixes
Piscicultura de Rubinéia (SP) alterou logística e agora vai até o fornecedor para garantir oxigênio usado no transporte. Oferta de cilindros de oxigênio cai e piscicultores precisam alterar logística para entrega de peixes TV TEM A criação de tilápias exige algumas atividades essenciais, como o tratamento, a vacinação e a seleção dos peixes. Em uma unidade de piscicultura localizada no município de Rubinéia (SP), que produz do alevino ao peixe pronto para o consumo, mais de 50 funcionários trabalham, de segunda a segunda, para manter a engrenagem girando. Segundo o gerente de produção, Josias Teodoro, o horário de serviço é das 7h às 17h, com 1h10 de intervalo para almoço. A piscicultura conta com duas turmas: uma que trabalha na parte de cima, com a coleta, trato e manejo, e outra que trabalha no rio, com o manejo, trato, vacina e classificação. Às 16h, os funcionários iniciam os carregamentos. Nos últimos tempos, uma situação fez com que estes carregamentos acontecessem em um horário diferente do habitual, na parte da noite. Essa mudança na logística acontece para economizar algo que também é bastante usado no transporte dos peixes vivos: o oxigênio. Do local saem, por mês, aproximadamente quatro milhões de tilápias, entre alevinos e juvenis. Para chegar até as pisciculturas de diversas regiões do país, os peixes são transportados em tanques cheios de água e oxigênio. Por mês, são utilizados mais de 200 cilindros. Este produto, no entanto, começou a faltar também para os piscicultores. O piscicultor Emerson Esteves diz que os profissionais foram alertados pelo fornecedor que teriam uma redução no fornecimento de oxigênio. (Vídeo: veja a reportagem exibida no programa em 11/04/2021) Piscicultores alteram logística para entrega de peixes após falta de cilindros de oxigênio Com as mudanças, os custos aumentaram. Parte dos funcionários trabalha com hora extra e o preço do oxigênio subiu mais de 40% nas últimas semanas. Além disso, para garantir o abastecimento, os piscicultores também tiveram que mudar a logística para encher os cilindros. Agora, são eles que vão até a empresa fornecedora para garantir o oxigênio usado no transporte. Emerson diz que essa mudança é necessária para que todos consigam trabalhar. "A gente tem que atender os nossos clientes e, se a gente ficar sem a logística, quem povoa não vai conseguir atividade para funcionar daqui a seis meses", diz. O profissional também diz que, se o cliente não receber o alevino, acontece um efeito cascata. "Daqui seis meses, ele não tem peixe gordo, frigorífico fica sem peixe, mercado fica desabastecido. Então, é uma engrenagem que começa aqui conosco", diz. Ele espera que nos próximos 20 ou 30 dias tudo se normalize. "A gente está fazendo todas as adequações possíveis para trabalhar, para não parar o fornecimento do alevino e do juvenil e torcer para que isso passe o quanto antes para a gente voltar à normalidade e trabalhar tranquilo", finaliza. Acesse + TV TEM | Programação | Vídeos | Redes sociais Confira as últimas notícias do Nosso Campo VÍDEOS: veja mais reportagens do programa
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11/04 - Demanda externa por carne bovina anima pecuaristas brasileiros
Em um ano, aumento na arroba do boi foi de R$ 97. Demanda externa por carne bovina anima pecuaristas brasileiros TV TEM O boi nunca esteve tão valorizado e o setor vem ganhando destaque no mercado internacional. Mesmo durante a pandemia, a arroba do boi atingiu um patamar recorde, passou dos R$ 300. Este cenário é bastante positivo e promissor para pecuaristas como Paulo Padilha. Sua propriedade fica em Bauru (SP) e a principal atividade é a recria de boi angus. A alta do dólar influencia diretamente no preço da arroba e, neste momento, o mercado externo se torna bem mais atrativo. Paulo conta que essa alta do dólar torna o boi brasileiro bastante competitivo no mercado internacional. O rebanho brasileiro tem 220 milhões de cabeças de gado e os principais consumidores são os países asiáticos. Para atingir o ponto de abate e chegar a aproximadamente 17 arrobas, o gado fica no pasto para ganhar peso por, em média, dois anos. Este tempo exige alto investimento do produtor e, com a alta do dólar, tudo também ficou mais caro no campo. (Vídeo: veja a reportagem exibida no programa em 11/04/2021) Demanda externa por carne bovina anima pecuaristas brasileiros É o que explica a médica veterinária Marina Grande, que trabalha em uma fazenda na região de Marília (SP). Segundo ela, com o aumento dos produtos da base alimentar do boi, como milho e soja, o custo de produção também aumentou. Mesmo com todo esse cenário e o longo período de estiagem no ano passado, que prejudicaram as pastagens, as exportações de carne bovina cresceram 5% em relação a 2020: 2,2 milhões de toneladas de carne bovina foram para o mercado internacional. O pecuarista Fernando Botelho Vilela Neto afirma que, com a escassez de gado nos pastos, ficou mais vantajoso vender lá fora. Para o economista Reinaldo Cafeo, o dólar deve permanecer em alta nos próximos meses e, por isso, a arroba do boi também vai se manter em patamar alto ao longo do ano. Mesmo com os gastos a mais com a produção, os pecuaristas estão comemorando o sucesso no mercado internacional. Acesse + TV TEM | Programação | Vídeos | Redes sociais Confira as últimas notícias do Nosso Campo VÍDEOS: veja mais reportagens do programa
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11/04 - Safra da mandioca é colhida por produtores da região de Rio Preto
Com diminuição da oferta, preço da raiz está melhor. Safra da mandioca é colhida por produtores da região de Rio Preto TV TEM Já faz quase um ano que os pés de mandioca foram plantados no sítio de João Cotes, em São José do Rio Preto (SP). A colheita já era para ter sido feita, mas, por causa da falta de chuva, a mandioca precisou ficar mais tempo na terra. Mas a colheita tardia até agora, segundo João, não interferiu na produtividade. Por semana, ele vem colhendo 350 caixas de mandioca de mesa, aquela variedade comprada no mercado. Os produtores estão bem animados com o valor pago no produto. Atualmente, a caixa de 30 quilos sai entre R$ 25 e R$ 30 na roça. Mas, como João também faz o beneficiamento da mandioca, consegue um preço ainda melhor. O quilo pode ser vendido até por R$ 5. William Vedelago herdou do pai o gosto pelo cultivo da mandioca. A família tem 30 hectares de área plantada em uma propriedade em Mirassol (SP). Mesmo com a seca que marcou 2020, os pés cresceram bastante. Isso porque o produtor optou pela irrigação logo no inicio do desenvolvimento da planta. Durante os 21 anos lidando com a cultura, a família investiu muito em preparação de solo, busca por mudas de qualidade e manejo correto, o que interfere diretamente na qualidade da mandioca. (Vídeo: veja a reportagem exibida no programa em 11/04/2021) Safra da mandioca é colhida por produtores da região de Rio Preto Um dos principais fatores que tem influenciado na valorização do preço da mandioca é a queda na oferta do produto no mercado. Do ano passado para este ano, houve diminuição na área plantada em todo o estado de São Paulo. O recuo de volume de colheita foi de 12%. Essa tendência vem sendo observada em todo o Brasil. Nos últimos anos, a área ocupada com mandioca no país diminuiu, enquanto a produtividade não aumentou. O engenheiro agrônomo Varlei Perozin explica que, com exceção dos locais onde a mandiocultura está mais consolidada, outras atividades, especialmente grãos e pecuária, devem tomar parte das áreas com as raízes. Já o produtor rural Diogo Gimenes fez o caminho inverso. Sua família sempre trabalhou com gado, mas há três anos ele enxergou na mandiocultura uma oportunidade para mais uma fonte de renda. Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, os reflexos da pandemia da Covid-19 na cadeia produtiva da mandioca foram transitórios, com oscilações de demanda. Acesse + TV TEM | Programação | Vídeos | Redes sociais Confira as últimas notícias do Nosso Campo VÍDEOS: veja mais reportagens do programa
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11/04 - Crédito com garantia de imóvel vira opção para empresário enfrentar crise; contratação exige análise
Em 2020, modalidade cresceu 61% em relação a 2019, segundo Banco Central. Empreendedor deve comparar opções de crédito para evitar colocar imóvel próprio como garantia no caso de inadimplência. 4 mitos sobre o crédito com garantia de imóvel ou refinanciamento BCredi Com o prolongamento da crise da Covid-19, pequenos empresários vêm recorrendo a empréstimos para manter seus negócios e usando bens próprios como garantia. A promessa é de juros mais baixos e prestações mais suaves no final do mês. O mais popular deles é o crédito com garantia de imóvel, chamado de home equity. Nessa modalidade, o tomador do empréstimo coloca um imóvel como garantia de pagamento. Em 2020, o home equity cresceu 61% em relação a 2019, segundo o Banco Central. De 2005 a 2020, a alta foi de 85%. Antes de decidir pelo crédito, contudo, é preciso cuidado. Isso porque, para contratá-lo, o empresário deve fazer uma alienação fiduciária – e, se deixar de pagar o empréstimo, pode perder o imóvel dado como garantia. De acordo com a Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), os juros do home equity variam entre 0,7% ao mês mais o IPCA e 1% ao mês mais o IPCA — o que, no ano, gira em torno de 12% ano (já somado o IPCA). Crédito para capital de giro (para pessoa jurídica), por sua vez, tem juros médio de 13% ao ano. Crescimento do home equity G1 Na Creditas, startup conhecida pela oferta de home equity, o investimento no próprio negócio é o segundo motivo mais comum nas solicitações de crédito por garantia de imóvel (17%), atrás do pagamento de dívidas (34%). "Existe uma desconfiança [por causa do imóvel dado como garantia] mas, depois que o brasileiro faz as contas, ele descobre que se não utilizar o produto, o efeito sobre a vida e a empresa acaba sendo muito maior por conta dos juros", disse Maria Teresa Fornea, vice-presidente de empréstimo com garantia de imóvel da startup. Rodolfo de Camargo Rodrigues utilizou home equity para reeerguer sua empresa de reformas Arquivo Pessoal Proprietário de uma empresa de obras e reformas, Rodolfo de Camargo Rodrigues, de 43 anos, contratou home equity (cujo valor não foi revelado) em junho de 2020 para pagar as dívidas do negócio, que deixou de operar por alguns meses por conta do isolamento social, e para expandir seus serviços. O engenheiro civil disse primeiro ter buscado o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), mas desistiu da linha de crédito pelo excesso de burocracia. "Eles falam da possibilidade de recuperação do negócio, mas impossibilitam pela burocracia. Cheguei até a ir ao Banco do Brasil, mas até hoje espero retorno deles", afirmou Rodrigues. No contrato que fez em uma startup, o engenheiro diz pagar 0,99% de juros ao mês mais IPCA, após ter colocado um de seus imóveis como garantia. Nas modalidades de crédito tradicionais para pequenas empresas, o empresário afirma ter encontrado juros que variavam entre 2,5% ao mês a 3% ao mês. "Como estou trabalhando, acredito que isso será passageiro e voltarei à situação financeira que tinha antes. Não temos preguiça e medo de trabalhar. O crédito é só um fôlego para me recuperar", disse. Contratação exige análise Na avaliação de Andrew Frank Storfer, diretor da Anefac, o home equity é uma operação arriscada porque envolve um bem de alto valor e esse valor geralmente foi conquistado durante uma vida inteira. "A alienação fiduciária é muito fácil de alguém executar. Se a pessoa não pagar a dívida, pode perder o imóvel e ser despejada. O empreendedor tem que ter muita certeza de que as coisas vão dar certo e é difícil ter essa certeza quando lidamos com dinheiro", afirmou. Empreendedores que possuem bons relacionamentos com os bancos conseguem negociar taxas semelhantes ou "até menores" que as cobradas em operações de home equity, garantiu o especialista. O problema, destacou, é quando o banco perde o interesse pelo negócio do cliente. "Quanto mais o banco conhece o negócio do cliente, mais ele consegue negociar taxas atrativas. Se isso se esgotar, é porque o banco não tem mais confiança naquele negócio", analisou o diretor da Anefac. Além do risco de perder o imóvel, o empreendedor que utilizar empréstimo pessoal no negócio pode descaracterizar a personalidade jurídica da empresa — dependendo do formato em que ela foi registrada — alertou Storfer. "Em empresas limitadas, por exemplo, a mistura dos bens pessoais com os corporativos pode levar à tomada do patrimônio pessoal do empreendedor no caso de dívida do negócio", explicou.
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11/04 - Com 2% de sucesso na 1ª vez, governo insistirá em SMS para devolução de auxílio indevido
Em dezembro, foram enviadas 1,25 milhão de mensagens, e 30 mil pessoas devolveram o dinheiro. Governo informou que deve enviar 2,3 milhões de SMSs desta vez. O governo federal apostará novamente na estratégia de enviar mensagens SMS para quem recebeu auxílio emergencial de forma indevida e pedir o dinheiro de volta. Ao todo, 2,38 milhões de mensagens devem ser enviadas, em dois lotes. O governo não informou quanto foi pago a essas pessoas nem quanto espera conseguir de volta com a medida. Auxílio emergencial no IR: saiba se você terá que devolver benefício Em dezembro, 1,2 milhão de pessoas receberam as mensagens informando que elas deveriam devolver o benefício ou contestar o cancelamento, mas, segundo os dados oficiais, somente 30.370 fizeram a devolução, isto é, 2,4% do público-alvo. De acordo com o governo, na primeira tentativa, foram recuperados R$ 47 milhões. A expectativa do Poder Executivo era recuperar R$ 1,57 bilhão. Entre as pessoas que receberam as mensagens em dezembro, estavam: cidadãos com renda superior ao limite previsto nas regras do programa; aposentados; beneficiários do INSS; servidores públicos civis e militares; detentos do regime fechado. À época, o Ministério da Cidadania não explicou como pessoas que constam na própria folha de pagamentos da União tiveram os cadastros autorizados. A TV Globo também questionou o governo sobre os benefícios pagos a presos em regime fechado e sobre a lista de contatos telefônicos utilizada pelo ministério para enviar mensagens a esse grupo, mas não houve resposta. Auxílio emergencial 2021: entenda as regras da nova rodada Ministério vê 'sucesso' em estratégia Assim como no envio de SMS em dezembro, a estratégia será implementada por meio de um contrato do Ministério da Economia. No ofício encaminhado à pasta, ao qual o G1 teve acesso, o Ministério da Cidadania diz que "tendo em vista o sucesso da estratégia", vai enviar mensagens de reforço às pessoas que receberam o primeiro lote de SMS, mas não contestaram nem devolveram o recurso recebido. Pelo ofício, a pasta também vai notificar um novo grupo de pessoas, cujo recebimento indevido foi identificado depois. Em nota, o ministério afirmou que o índice de suspeitas de fraudes envolvendo o auxílio emergencial em 2020 foi de 0,44% e que a medida provisória que estabeleceu o novo auxílio para este ano "reforçou como pilares a proteção social e econômica aos mais vulneráveis e o compromisso com a responsabilidade fiscal". O ministério afirmou também que já retomou R$ 3,1 bilhões pagos e não-movimentados nas contas, além de ter recuperado R$ 321,2 milhões devolvidos voluntariamente por quase 250 mil beneficiários. Sobre a estratégia de enviar mensagens SMS em busca da devolução, destacou "que o custo operacional representa 0,14% ao que foi recuperado até o momento."
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11/04 - Auxílio Emergencial 2021: Caixa paga 1ª parcela a nascidos em março; veja calendários
Data é para beneficiários fora do Bolsa Família. Para quem é do programa, pagamentos começam em 16 de abril e seguem o número do benefício. A Caixa Econômica Federal (CEF) paga neste domingo (11) a primeira parcela do Auxílio Emergencial 2021 a 2,45 milhões de beneficiários nascidos em março e que não fazem parte do Bolsa Família. Segundo o Ministério da Cidadania, serão pagos neste domingo mais de R$ 511 milhões. Para os trabalhadores que fazem parte do Bolsa Família, os pagamentos começam em 16 de abril. Os pagamentos da primeira parcela do benefício, para todos os públicos, vão até 30 de abril. Para esta semana está prevista ainda o pagamento da primeira parcela para nascidos em abril, maio, e para beneficiários do Bolsa Família com NIS final 1. A Caixa informou que realizará nesta semana também pagamentos para uma nova leva de aprovados nascidos entre janeiro e maio. "A Caixa realizará o pagamento do Auxílio Emergencial a 236 mil novos beneficiários aprovados. Desse total, os nascidos entre janeiro e maio receberão a primeira parcela na próxima quinta-feira (15). Os que nasceram depois de maio entram no calendário normal de repasses", explicou, em nota. Terei direito? Quanto vou receber? Veja perguntas e respostas Veja o calendário completo Veja como saber se você vai receber Saiba como contestar se você teve o beneficio negado Beneficiário precisa estar com o CPF regular; veja como fazer SAIBA TUDO SOBRE O AUXÍLIO EMERGENCIAL A ajuda paga neste domingo será creditada em conta poupança social digital da Caixa, que poderá ser usada inicialmente para pagamento de contas e compras por meio do cartão virtual. Saques e transferências para quem receber o crédito neste domingo serão liberados no dia 10 de maio (veja nos calendários mais abaixo). Auxílio emergencial 2021: entenda as regras da nova rodada VEJA QUEM RECEBE NESTE DOMINGO: 2,45 milhões de trabalhadores do Cadastro Único e inscritos via site e app, nascidos em março, que receberam o benefício em dezembro Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial, pelo site auxilio.caixa.gov.br ou pelo https://consultaauxilio.cidadania.gov.br/ Calendários de pagamento Veja abaixo os calendários de pagamento. BENEFICIÁRIOS DO BOLSA FAMÍLIA Auxílio Emergencial 2021 Bolsa Família Economia G1 BENEFICIÁRIOS FORA DO BOLSA FAMÍLIA Calendário Auxílio Emergencial 2021 Economia G1 Volta do novo auxílio emergencial vai impactar na taxa de pobreza VÍDEOS: as últimas notícias sobre o Auxílio Emergencial
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10/04 - China multa Alibaba em US$ 2,8 bilhões por prática de monopólio
Alibaba é acusado de exigir exclusividade dos comerciantes que queiram vender seus produtos na plataforma, impedindo-os de fazê-lo em sites rivais. O executivo fundador do grupo Alibaba, Jack Ma, fala diante de plateia no festival global de compras 'Single's Day 11/11' em Shenzhen, em 2016 Bobby Yip/Reuters As autoridades chinesas multaram o gigante do comércio online Alibaba em 18,2 bilhões de yuans (US$ 2,78 bilhões) por abuso de posição dominante, informou a imprensa oficial neste sábado (10). A multa é resultado de uma investigação da Administração Estatal de Regulamentação do Mercado que começou em dezembro, informou a agência de notícias oficial chinesa Xinhua. O Alibaba é acusado de exigir exclusividade dos comerciantes que queiram vender seus produtos na plataforma, impedindo-os de fazê-lo em outras plataformas comerciais rivais. O valor da multa foi definido como resultado da decisão dos reguladores de infligir uma multa de 4% sobre as vendas de 2019, que totalizaram 455,7 bilhões de yuans (cerca de US$ 69,5 bilhões), de acordo com a Xinhua. O Alibaba e outras grandes empresas nacionais de tecnologia estão enfrentando a pressão da crescente preocupação com sua influência na China, onde usuários altamente tecnológicos usam essas plataformas para se comunicar, fazer compras, pagar contas, reservar táxis, solicitar empréstimos e realizar uma infinidade de tarefas diárias. O Alibaba, em particular, está sob escrutínio desde outubro passado, quando seu cofundador Jack Ma criticou os reguladores chineses por estarem vivendo no passado, depois que eles expressaram preocupação crescente com a investida do braço financeiro do Alibaba, Ant Group, em empréstimos, gestão de fortunas e seguros. Fundador do Alibaba diz que inteligência artificial pode reduzir jornada de trabalho
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10/04 - Com pandemia, vagas de estágio recuam 37% no país; confira lista com mais de 480 oportunidades
No ano passado, 191.500 vagas foram abertas contra 303 mil oportunidades em 2019. Por conta da crise, especialista aconselha jovem a aproveitar inscrições. Universitários sentem os impactos da crise econômica da Covid-19 Divulgação Um ano depois da Covid-19 chegar ao Brasil, os universitários ainda sentem os impactos da crise econômica na hora de buscar estágio e ingressar no mercado de trabalho. Levantamento realizado pelo Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE) aponta que foram abertas cerca de 26 mil vagas ao mês de janeiro a fevereiro de 2021. O patamar é o mais alto desde o início da pandemia, mas ainda é 37,1% menor em comparação com os dois primeiros meses de 2020, quando a Covid-19 ainda não havia chegado ao país. O percentual é semelhante ao enxugamento de vagas em 2020. No ano passado, 191.500 vagas foram abertas para jovens estudantes — 36,7% a menos que em 2019, quando 303 mil oportunidades foram ofertadas aos universitários. "A gente estava conseguindo ver uma melhora no mercado de estágios de dezembro a janeiro, mas com o recente pico da Covid-19, as empresas começaram a retrair novamente. Tudo tem sintonia com a economia", disse Mônica Vargas, gerente de operações do CIEE. No Núcleo Brasileiro de Estágios (Nube), foi registrada queda de 8,5% no saldo de vagas ofertadas em janeiro, 8% em fevereiro e 7% em março, em relação aos mesmos meses de 2020. Segundo Yolanda Brandão, coordenadora de treinamento da empresa, o setor de estágios não deve se recuperar totalmente este ano, mas as empresas devem voltar a abrir vagas conforme a vacinação avançar pelo país. "Os jovens são a parcela dos jovens mais vulneráveis. Em abril do ano passado, com o impacto da pandemia no mercado, tivemos um redução de vagas de quase 90%", relembrou Yolanda. Impacto da pandemia nos estágios G1 Por conta desta instabilidade, Mônica, do CIEE, afirma que os jovens devem aproveitar para se inscrever nos processos seletivos que já estão com inscrições abertas e têm previsão para início no segundo semestre. "A fila de estudantes é muito maior do que o número de vagas, já que eles estão se lançando cada vez mais cedo no mercado porque os pais estão perdendo o emprego", acrescentou Mônica. Confira as vagas de estágio com inscrições abertas em todo país: Facebook (internacional) Abriu mais de 40 vagas para latino-americanos em seu programa de estágio internacional em tecnologia. As posições são para futuros engenheiros de software e engenheiros de front-end, nos escritórios dos Estados Unidos e do Reino Unido. É exigido um ou mais anos de experiência com Perl, Java, Php, Python ou C++ e matrícula em um programa de graduação ou mestrado em ciências da computação ou área relacionada. Remuneração: Salário, acomodação, custos dos trâmites de visto, viagem de ida e volta, transporte no país, academia, plano de saúde, eventos, mentoria, equipamentos (celular e computador). Inscrições: abertas até as vagas se esgotarem (por volta de junho) em www.facebook.com/careers/v2/jobs/1716969328451048/ (Inglaterra) e www.facebook.com/careers/v2/jobs/654496918442526/ (EUA). Americanas Podem se candidatar alunos de qualquer curso de graduação, com previsão de formatura de julho a dezembro de 2021 e disponibilidade para estagiar por 30 horas semanais flexíveis. Remuneração: Bolsa-auxílio compatível com o mercado, descontos em instituições de ensino, academias e em compras. Inscrições: até 25 de abril em http://estagioemlojalasa.gupy.io/. Cargill Anunciou a abertura de 200 vagas para estudantes de qualquer área de ensino superior com formação entre dezembro de 2021 a dezembro de 2022. A carga horária pode variar entre 30 e 40 horas semanais. Remuneração: Bolsa-auxílio, assistência médica e odontológica, seguro de vida, auxílio transporte, auxílio academia, cartão alimentação de Natal e vale-refeição ou refeitório no local de trabalho. Inscrições: até 4 de maio em http://novostalentoscargill.com.br/site/. Suzano São disponibilizadas 60 vagas para estudantes de diversas áreas com graduação prevista entre junho de 2022 e junho de 2023. Não é exigido um segundo idioma. Remuneração: Bolsa-auxílio, carga horária flexível (entre 30 e 40 horas semanais), assistência médica, seguro de vida, vale-refeição ou refeitório, vale-transporte ou fretado, auxílio academia e bolsa adicional vinculada ao desempenho e ao projeto do estagiário. Inscrições: até 27 de abril em www.grupociadetalentos.com.br/estagiosuzano20212. Ingredion Oferece 23 vagas em diferentes cidades para estudantes de nível superior em comércio exterior, engenharia, logística, marketing, recursos humanos, saúde, entre outras áreas, com formação prevista para agosto de 2022 a agosto de 2023. Remuneração: Bolsa-auxílio, vale-transporte, vale-refeição, auxílio academia, convênio farmácia, plano de saúde, plano odontológico e seguro de vida. Inscrições: até 17 de maio em https://ingredion.across.jobs/. Votorantim O Centro de Excelência da Votorantim, em Curitiba, tem 20 vagas para estudantes dos cursos (bacharel ou tecnólogo) de ciências contábeis, administração, ciências econômicas, gestão financeira, engenharia de produção e automação e tecnologia da informação. Remuneração: Bolsa-auxílio, assistência médica e seguro de vida, telemedicina, café da manhã e almoço no refeitório, fretado, dress-code flexível, open office e auxílio academia. Inscrições: Até 30 de abril em jobs.kenoby.com/estagiocoe. Genomma Lab Brasil Oferece seis vagas para estudantes matriculados em cursos superiores, como administração, economia, engenharia, química, marketing, com previsão de conclusão entre dezembro de 2022 e julho de 2023. Remuneração: Bolsa-auxílio de R$ 1.700, plano de saúde e dental, vale-refeição, seguro de vida, recesso remunerado, auxílio academia e trabalho remoto. Inscrições: até 12 de abril em www.ciadeestagios.com.br/vagas/genomma/. Paraná Banco Possui mais de dez vagas para mulheres que estejam cursando ensino superior ou tecnológico em tecnologia e morem em Curitiba (PR) ou região metropolitana do Paraná. Remuneração: Bolsa-auxílio com reajuste semestral, vale-refeição, vale transporte e atendimento psicológico sem custo. Inscrições: Até 12 de abril em jobs.quickin.io/paranabanco/pages/programa_estagio_pb_mulheres_tecnologia BP Bunge Bioenergia Reúne 124 oportunidades em suas 11 unidades distribuídas pelo país para estudantes de ensino superior em áreas como química, administração, ciências contábeis, economia e engenharia, com formação prevista entre julho de 2022 e julho de 2023. Remuneração: Bolsa-auxílio e benefícios. Inscrições: Até 16 de abril em https://linktr.ee/estagiobpbunge. Ambev Possui vagas abertas para universitários de diversas áreas com previsão de formação entre dezembro de 2021 e julho de 2023. Remuneração: Bolsa-auxílio, vale-refeição ou refeitório no local, vale-transporte ou fretado, auxílio academia, seguro de vida, desconto em farmácias, férias remuneradas, clube de benefícios e suporte social, financeiro, jurídico e psicológico. Inscrições: Até 12 de abril em www.ambev.com.br/carreiras/trabalhe-conosco/estagio/. VR Benefícios Tem vagas para estudantes do segundo ano de qualquer curso de ensino superior. O escritório está localizado em São Paulo (SP) e há possibilidade de trabalho 100% remoto após a pandemia. Remuneração: Bolsa-auxílio, fretado, vale-refeição, vale-refeição, assistência médica, academia e práticas esportivas e seguro de vida. Inscrições: Até 19 de abril em www.99jobs.com/vr-beneficios/jobs/128750-programa-de-estagio-vr-beneficios-2021.
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10/04 - Entenda se a empresa pode interromper, adiantar ou vender férias de funcionário
As tão esperadas férias têm regras definidas na CLT para trabalhadores com carteira assinada, que devem ser seguidas pelas empresas. As férias são um dos períodos mais esperados pelos trabalhadores – mesmo que, por enquanto, seja desaconselhável viajar. Mas até que ponto as empresas podem mexer no período de descanso dos funcionários, alegando necessidades ou dificuldades com a pandemia, por exemplo? De acordo com o advogado André Leonardo Couto, da ALC Advogados, as empresas não podem interromper o descanso dos funcionários por causa de urgências. E muitos empregados acabam não tendo a noção de que essa prática é ilegal, pois contraria a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT). “Mesmo sendo um funcionário indispensável, ele deve descansar e aproveitar os 30 dias de descanso a que tem direito. A finalidade das férias é para o descanso e reparação física e mental do trabalhador, ou seja, norma legal ligada ao direito à saúde”, diz. Assim, no período de folga, nenhuma interrupção pode ser realizada, seja por telefone, e-mail, aplicativos de mensagens ou qualquer outra forma. De acordo com Couto, a empresa que interromper o período de descanso do funcionário previsto em lei deve arcar com os custos dessa ação. “O empregador pode ter uma dúvida e precisar entrar em contato, mas vale lembrar que, nesse caso, o empregado pode pedir na Justiça o pagamento das férias em dobro, não somente dos dias de interrupção, mas com direito ao pagamento em dobro do período total das férias objeto da interrupção”, explica. Quando pode adiantar O advogado trabalhista destaca que o período de descanso não pode ser adiantado pelo empregador, ou seja, o trabalhador não pode tirar férias sem ter completado 12 meses do contrato de trabalho. A única exceção se aplica no caso das férias coletivas. Couto lembra que o adiantamento também não se aplica para os casos de cargos de confiança, como gerentes e encarregados. Além disso, as férias deverão ser concedidas nos 12 meses seguintes à aquisição do direito, sob pena de o empregador ser obrigado a remunerar em dobro o período. Nessa hipótese, o empregado não terá direito a dois períodos de férias, mas à remuneração em dobro do período. “O prazo máximo para se tirar as férias é de até 12 meses subsequentes à data em que o empregado tiver adquirido o direito. Já sobre a questão de se adiantar as férias para o funcionário, as férias somente podem ser adiantadas na modalidade de férias coletivas. Fora isso, elas jamais poderão ser adiantadas. Nos casos de cargos de confiança, como gerentes e encarregados, não existe uma flexibilidade em relação às férias. Ou seja, a regra é idêntica para todos, não havendo distinção de categoria de trabalhadores”, resume Couto. Quando pode vender A conversão de parte das férias em dinheiro é um direito do empregado, mas ele só pode vender 1/3 das férias – o equivalente a 10 dias – e não mais que isso, segundo a CLT. É o chamado abono pecuniário. “O que é permitido é tão somente a conversão de 10 dias de férias em abono, e sempre por iniciativa do empregado, não do patrão”, enfatiza Couto. O pagamento desse abono deve ser feito até dois dias antes do início das férias. O funcionário deve solicitar o abono pecuniário até 15 dias antes do término do período aquisitivo (o período de 12 em 12 meses cumprido pelo funcionário dentro da empresa). Após esse prazo, o empregador não é obrigado a aceitar o pedido. Segundo Couto, nem no trabalho em home office é permitida a interrupção, adiantamento ou a venda acima do período permitido das férias. Além disso, durante as férias, o contrato está interrompido e, portanto, o empregado não pode ser demitido. Quando pode dividir Antes da reforma trabalhista, as férias deviam ser concedidas por 30 dias corridos e podiam ser fracionadas em até duas vezes. Agora, o trabalhador poderá negociar diretamente com o patrão a possibilidade de dividir o período de descanso por até três vezes no ano. Segundo as regras, em vigor desde novembro de 2017, pelo menos uma das parcelas precisa ter, no mínimo, 14 dias. As outras duas não podem ser menores que cinco dias cada uma. Por exemplo, pode-se tirar 15 dias de férias, mais 10 dias e mais cinco. Contudo, não será permitido ao trabalhador tirar 10 dias de férias em cada um dos três períodos. As férias do trabalhador não podem começar nos dois dias que antecedem um feriado ou nos dias de descanso semanal, geralmente aos sábados e domingos. Mas é o empregador quem determina o período das férias, como melhor lhe convier. O empregado deverá ser informado sobre o período de férias, por escrito, com antecedência de 30 dias. Porém, é habitual as empresas e seus empregados negociarem períodos de férias em comum acordo, muitas vezes com o intuito de facilitar o convívio familiar. Por exemplo: pais que possuem filhos podem sair no período de férias escolares, casais em períodos de lua de mel ou de nascimento de filho. Mas, se existirem impasses sobre o período de férias, devem prevalecer os interesses do empregador e as necessidades do serviço. Quando pode descontar O empregado tem direito, inicialmente, a 30 dias corridos de férias. Porém, esse período poderá ser reduzido em caso de faltas injustificadas ao trabalho durante o período aquisitivo das férias, ou seja, o período de 12 meses que o empregado precisa trabalhar para ter direito aos 30 dias. A proporção é a seguinte: até 5 dias de faltas: 30 dias de férias de 6 a 14 faltas: 24 dias corridos de 15 a 23 faltas: 18 dias corridos de 24 a 32 faltas: 12 dias corridos 33 dias ou mais: 0 dia Como as férias são pagas O empregado receberá, até dois dias antes do início das férias, o valor referente aos dias de remuneração devidos pelo período da ausência, acrescidos de 1/3. Portanto, os salários referentes ao período das férias serão antecipados, de forma que o empregado não receberá o valor equivalente a esse período no momento do pagamento do salário do mês. Na remuneração das férias estão incluídos os adicionais de horas extras, adicional noturno, insalubridade, periculosidade e outros adicionais ou vantagens recebidos pelo empregado, calculados pela média das verbas. O empregado poderá ainda converter até 1/3 das suas férias (o equivalente a 10 dias) em abono pecuniário (conversão em dinheiro de 1/3 dos dias de férias a que o empregado tem direito). Quando o empregado é demitido por justa causa, ele perde direito ao pagamento das férias proporcionais. O máximo que se pode cogitar será o pagamento de férias vencidas. Exemplo: se o empregado ficou 18 meses e não saiu de férias, ele receberá o dinheiro pelas férias, mas não terá direito ao proporcional pelo que trabalhou nos outros seis meses. Quando é demitido sem justa causa, o empregado receberá na razão de 1/12 avo por cada mês trabalhado ou fração igual ou superior a 15 dias. Exemplo: se o funcionário recebe R$ 12 mil por ano e trabalhou seis meses, ele terá direito ao valor proporcional aos seis meses. Quando pede demissão, o empregado também tem direito a férias proporcionais.
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10/04 - China aplica multa bilionária a Alibaba por prática de monopólio no comércio online
Gigante do comércio online foi multada em US$ 2,78 bilhões. A empresa é acusada de exigir exclusividade dos que queiram vender seus produtos na plataforma. As autoridades chinesas multaram o gigante do comércio online Alibaba em 18,2 bilhões de yuans, cerca de US$ 2,78 bilhões, por abuso de posição dominante, informou a imprensa oficial neste sábado (10). A empresa é acusada de exigir exclusividade dos comerciantes que queiram vender seus produtos na plataforma, impedindo-os de figurar em sites concorrentes. A multa é resultado de uma investigação da Administração Estatal de Regulamentação do Mercado que começou em dezembro, informou a agência de notícias oficial chinesa Xinhua. O valor foi definido como resultado da decisão dos reguladores de infligir uma multa de 4% sobre as vendas de 2019, que totalizaram 455,7 bilhões de yuans, cerca de US$ 69,5 bilhões, de acordo com a Xinhua. "Desde 2015, o grupo Alibaba abusou de sua posição dominante no mercado" para obter uma vantagem injusta por meio da exigência de exclusividade, disse o regulador. Esse comportamento tem restringido a concorrência e a inovação no setor e violado direitos e interesses de empresas e consumidores, acrescentou. A multa recorde é quase três vezes superior ao valor de cerca de US$ 1 bilhão infligido à Qualcomm em 2015, de acordo com a Bloomberg. A Alibaba e outras grandes empresas nacionais de tecnologia enfrentam pressão crescente pela preocupação com o aumento de sua influência na China, onde usuários usam essas plataformas para se comunicar, fazer compras, pagar contas, reservar táxis, solicitar empréstimos e realizar uma infinidade de tarefas diárias. Os gigantes do comércio eletrônico Alibaba e JD.com, bem como a Tencent, conglomerado de mídia, telecomunicações e jogos, responsável por algumas das maiores redes sociais e apps de troca de mensagens do país (QQ, WeChat e Qzone), se beneficiaram com o boom digital na vida dos chineses e com a proibição do governo dos principais concorrentes dos Estados Unidos atuarem no mercado local. No caso da Alibaba, a empresa se vê em situação delicada desde outubro, quando seu cofundador Jack Ma criticou os reguladores chineses por estarem vivendo no passado, depois que eles expressaram preocupação com as atividades do Ant Group, braço financeiro da Alibaba, em empréstimos, gestão de fortunas e seguros. Ingresso na bolsa de valores vetado Em novembro, os reguladores chineses impediram na última hora o ingresso do Ant Group na bolsa de valores por um montante colossal de US$ 34 bilhões, antes de ordenar que a financeira retornasse às suas atividades originais como provedor de serviços de pagamentos online. As ações de grandes players de tecnologia chineses têm sofrido com a intensificação da supervisão das principais plataformas de tecnologia. O Wall Street Journal informou no mês passado que o grupo Alibaba também estava sob pressão para se desfazer de uma ampla gama de ativos de mídia, incluindo uma potencial venda do South China Morning Post de Hong Kong.
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10/04 - Alta dos juros pode se tornar ineficaz para controlar a inflação; entenda
Analistas alertam que o país pode ver a política monetária perder eficácia, caso não corrija os rumos das contas públicas. Ou pior: entrar num quadro de dominância fiscal. VÍDEO: Entenda como o desequilíbrio nas contas públicas pode afetar a inflação A alta dos juros pode ser insuficiente para controlar a inflação no Brasil. Sem corrigir os rumos das contas públicas, alguns analistas alertam que o país pode ver a política monetária perder eficácia. Ou até caminhar para um cenário pior: entrar num quadro de dominância fiscal. A forma tradicional de o Banco Central controlar a inflação é pelo aumento da taxa básica de juros. Na prática, a alta da Selic encarece o custo do crédito para famílias e empresas, o que contribui para 'esfriar' a atividade econômica e, consequentemente, a inflação tende a perder força – menos investimentos e menos consumo desincentivam a alta de preços. O que muda no seu dia a dia com a alta da Selic? Mas o que é a dominância fiscal? Em um cenário de dominância fiscal, a desordem das contas públicas faz com que a alta dos juros não tenha o efeito esperado – ou seja, a crise fiscal passa a dominar a política econômica do país. Nesse ciclo perverso, o aumento da Selic não tem o efeito esperado sobre o controle da inflação. Em vez disso, ele eleva o endividamento do país e afugenta os investidores, diante do medo de insolvência – o que provoca a desvalorização do real e, consequentemente, contribui para o aumento dos preços, num efeito oposto ao desejado. Por ora, os economistas dizem que o Brasil não vive um quadro de dominância fiscal, mas o debate sobre a possibilidade desse cenário se concretizar ganhou força depois da aprovação do Orçamento pelo Congresso Nacional. O texto foi classificado pelos economistas como uma peça de ficção. "Eu não diria que o país está na antessala da dominância fiscal, mas o risco de caminhar nessa direção é muito grande", afirma José Júlio Senna, chefe do Centro de Estudos Monetário do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas. "Na verdade, o país já está caminhando (para a dominância fiscal) e o que precisa acontecer é um desvio de rota", acrescenta o economista, que também foi diretor do Banco Central. Teto de gastos na berlinda: por que orçamento para 2021 tem sido chamado de 'peça de ficção' Orçamento de 2021 aprovado pelo Congresso levará a forte bloqueio de gastos, dizem economistas VÍDEO: 4 pontos para entender o impasse no Orçamento 2021 A principal questão envolvendo o texto do Orçamento, que ainda precisa ser sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro, é que ele subestimou os gastos obrigatórios. Ou seja, da forma como a peça foi aprovada pelo Congresso, faltam recursos para pagar as despesas básicas do governo. Na terça-feira (6), o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, reconheceu que a aprovação do Orçamento criou uma incerteza no mercado financeiro. 1xVelocidade de reprodução0.5xNormal1.2x1.5x2x "Eu não acho que esse seja o caso do Brasil neste momento (estar na dominância fiscal). O país teve sim um piora substancial do tamanho da dívida e também da sua estrutura. Hoje, a dívida é mais curta e mais dependente da taxa Selic", afirma Solange Srour, economista-chefe do banco Credit Suisse. "Mas a gente não vê nenhuma fuga de capitais ou as expectativas (de inflação) desancorando. Um país em dominância fiscal já esgotou os caminhos para colocar as contas públicas em ordem. O Brasil está longe de ter esgotado", diz a economista. O ciclo da dominância fiscal Elcio Horiuchi/Arte G1 O ciclo da dominância fiscal Alta dos juros para conter a inflação Os analistas de mercado consultados pelo relatório Focus, do Banco Central, avaliam que a Selic deve encerrar 2021 em 5% ao ano, e subir para 6% em 2022, na tentativa de controlar a alta do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). No mês passado, pressionado pela inflação, o Comitê de Política Monetária já deu início ao ciclo de alta de juros ao subir a Selic em 0,75 ponto percentual, para 2,75% ao ano. Nos 12 meses até março, o IPCA chegou a 6,1% e superou o teto da meta estipulada pelo governo, que é de 5,25%. IPCA de março é o maior para o mês desde 2015 Para o fim de 2021, as projeções contidas no Focus mostram a inflação em 4,86%. Um mês atrás, estavam em 4,10% Há analistas, no entanto, que não descartam o risco de a inflação romper o teto em 2021. Na previsão do Credit Suisse, o IPCA deve terminar o ano em 5,1%, com “uma possibilidade de bater acima de 5,25%”, afirma Solange. Com esse risco, o banco projeta que a Selic vai encerrar o ano em 6,5%. 1xVelocidade de reprodução0.5xNormal1.2x1.5x2x Endividamento elevado Ao aumentar a taxa básica de juros, o custo da dívida sobe. O Brasil já tem endividamento elevado para uma economia emergente, bastante indexado à Selic e com prazo de vencimento relativamente curto. No ano passado, com todas as medidas adotadas para minimizar os impactos da pandemia, a relação entre dívida e Produto Interno Bruto (PIB) subiu para 89,3%, um recorde. Segundo o Credit Suisse, cada aumento de 1 ponto percentual da Selic representa uma alta de 0,4% do PIB no custo da dívida pública em 12 meses, o que é equivalente a R$ 32 bilhões. "Quando o país tem uma dívida alta, muito curta, com um prazo de maturidade pequeno e muito dependente da taxa Selic, ao subir os juros, o BC aumenta o custo do serviço da dívida", explica Solange. Aumento de incerteza e o impacto do câmbio O nível do endividamento de um país é um dos principais indicadores analisados pelos investidores e pelas agências de classificação de risco – o Brasil perdeu o grau de investimento em 2015. Com uma dívida maior, também cresce a incerteza dos investidores com o país, o que afugenta investidores e provoca uma desvalorização do real em relação ao dólar. Nos últimos 12 meses, o dólar acumula alta de 11,43% em relação ao real. Mais pressão na inflação A desvalorização do real provoca um efeito inflacionário em diversos setores da economia, por meio do repasse cambial. Hoje, além da alta do dólar, a economia brasileira sofre com o impacto do aumento dos preços das commodities e de bens industriais e intermediários das cadeias de produção. A turbulência econômica causada pela pandemia de coronavírus provocou um descompasso nas cadeias globais. A crise sanitária paralisou ou reduziu a produção em muitos setores de vários países. E essa interrupção provocou uma escassez de produtos. Mais de 70% da indústria está com dificuldade para conseguir insumo e matéria-prima Por que as montadoras estão suspendendo a produção no Brasil? Entenda Indústria brasileira enfrenta falta de matéria-prima Ao mesmo tempo, houve o que os economistas chamam de desvio de demanda. As famílias deixaram de adquirir serviços – o setor mais prejudicado pelas medidas de distanciamento social – e passaram a comprar mais bens físicos. "Esse desvio de demanda está sendo forte nos Estados Unidos, está sendo forte no Brasil e ajuda a pressionar os gargalos produtivos, colocando pressão sobre os preços", afirma José Júlio Senna. "No caso das commodities agrícolas, há complicações de natureza climática. É o que está fazendo o preço em dólar subir. E, com a taxa de câmbio do Brasil, esse movimento tem batido nos preços", diz. Como evitar o caminho da dominância Para os economistas, evitar que o Brasil caminhe para um quadro de dominância fiscal passa pelo ajuste das contas públicas. Com uma política fiscal mais acertada, as expectativas de inflação ficam mais comportadas e, portanto, a alta dos juros passa a ter uma eficácia maior. "Se a trajetória (fiscal) continuar ruim, a cada movimento de alta de juros a gente vai ter um pouco mais de estresse no mercado", afirma o economista do Ibre. Na lista de medidas apontadas pelos economistas para melhorar a área fiscal, está a realização da reforma administrativa. A equipe econômica chegou a enviar um projeto em setembro do ano passado, mas ele está parado no Congresso. Governo envia ao Congresso reforma administrativa com regras novas para futuros servidores "Não é que o Brasil precisa fazer um ajuste fiscal contracionista forte neste ano, no meio de uma pandemia", afirma Solange. "Mas a gente não pode expandir gastos sem ter uma contrapartida de médio prazo, porque, infelizmente, o país já começou a pandemia com uma dívida alta."
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10/04 - Petrobras pode ter compensação de US$ 6,45 bilhões por leilão de Sépia e Atapu
Campos foram oferecidos em um primeiro leilão de excedentes da cessão onerosa em 2019, mas não receberam ofertas. Plataforma na Bacia de Campos Divulgação/Petrobras A Petrobras disse que seu conselho de administração aprovou condições para acordo com o governo que estabelecem o valor de compensação à companhia no caso de licitação dos volumes excedentes da cessão onerosa nos campos de Sépia e Atapu, na Bacia de Santos. A empresa disse que, após discussões técnicas com a também estatal PPSA, foram estabelecidos valores de compensações líquidas firmes de US$ 3,253 bilhões para Atapu e US$ 3,2 bilhões para Sépia, segundo comunicado nesta sexta-feira (9). Em nota em separado, o Ministério de Minas e Energia disse que recebeu documento sobre o acordo entre as empresas nesta sexta. "O documento está em processo de avaliação e sua eventual eficácia está condicionada à aprovação por parte do ministério." Segundo a Petrobras, os valores de compensação acertados com a PPSA ainda seriam acrescidos de complemento (earn out), devido entre 2022 e 2032, que será exigível a partir do último dia útil do mês de janeiro do ano seguinte àquele em que o preço do petróleo tipo Brent atingir média anual superior a US$ 40 por barril. O Ministério de Minas e Energia deverá divulgar tabelas para apoiar o cálculo desses complementos, acrescentou. Segundo a Petrobras, dentre as condições, há carência de um ano para pagamento da 1ª parcela do earn out, de 2023 para 2024, corrigida à taxa de 8,99% ao ano. O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, disse no início do ano que o governo prevê realizar em novembro o leilão dos blocos de petróleo e gás natural de Sépia e Atapu, no pré-sal da Bacia de Santos. A Petrobras assinou contrato com o governo em 2010 que deu à companhia o direito de produzir até 5 bilhões de barris de óleo equivalente em áreas do que ficou conhecido como "cessão onerosa". Mas as jazidas da região extrapolam esse volume e, por isso, a União busca leiloar o montante adicional. Sépia e Atapu chegaram a ser oferecidos para investidores em um primeiro leilão de excedentes da cessão onerosa em 2019, mas não receberam ofertas. Incertezas sobre o valor das compensações à Petrobras, que antes deviam ser negociadas diretamente com a empresa, ajudaram a minar o interesse pelos ativos, segundo especialistas. Para promover nova licitação, o governo atribuiu à PPSA a tarefa de negociar os valores de compensação à Petrobras pelas duas áreas. Recentemente, em março, o governo aprovou a criação de um comitê para participar dessas discussões e definiu que o acerto sobre os valores precisaria ser submetido à deliberação da pasta de Minas e Energia. Petrobras e PPSA também acertaram a participação dos contratos de cessão onerosa e partilha. Em Atapu, a participação do contrato de cessão onerosa (Petrobras) será de 39,5%, enquanto a de partilha (novo contratante) será de 60,5%. Em Sépia, os percentuais são de 31,3% e 68,7%, respectivamente.
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09/04 - Consultorias do Congresso defendem em notas técnicas que Bolsonaro sancione Orçamento
Texto aprovado subestimou despesas obrigatórias e abriu crise com equipe econômica. Ministro Paulo Guedes já disse que orçamento enviado para sanção não pode ser executado. Notas técnicas publicadas por consultorias da Câmara e do Senado nesta sexta-feira (9) defendem que o presidente Jair Bolsonaro sancione a Lei Orçamentária Anual de 2021 – mesmo com os problemas de elaboração do texto, que é considerado inviável e "peça de ficção" por economistas e pela própria equipe econômica do governo. Durante a tramitação, o Congresso cortou R$ 26,45 em gastos para impulsionar a previsão de emendas parlamentares para o ano. O problema é que o corte atingiu despesas obrigatórias, que o governo terá que honrar mesmo se não houver previsão orçamentária (veja mais detalhes abaixo). As notas dos consultores apontam que é preciso corrigir "distorções" no texto do Orçamento 2021, mas rebatem a hipótese de que a simples sanção represente um crime de responsabilidade por parte do Executivo. Isso, mesmo que Bolsonaro sancione o texto na íntegra, sem vetar ponto algum. VÍDEO: 4 pontos para entender o impasse no Orçamento 2021 Entenda a polêmica em torno do Orçamento 2021 De acordo com esses documentos, as correções podem ser feitas após a sanção do Orçamento, com aprovação de outros projetos no Congresso para alterar a peça orçamentária. Esse argumento vem sendo defendido, também, por parlamentares. “A despeito de eventuais divergências com relação às despesas aprovadas no PLOA 2021, não se identificou conduta tipificada como crime de responsabilidade em razão de sanção ou veto do projeto de lei”, afirma a nota da consultoria de orçamento do Senado Federal. Uma acusação de crime de responsabilidade, como a que vem sendo cogitada a depender do que seja feito com o Orçamento 2021, poderia embasar um eventual processo de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro. O impeachment de Dilma Rousseff em 2016 se baseou em uma acusação desse tipo. “Ademais, ainda que lei orçamentária aprovada contenha imperfeições, como a subestimativa de dotações destinadas a despesas necessárias ao cumprimento dos objetivos estatais, sejam obrigatórias ou discricionárias, pode o Poder Executivo adotar diferentes medidas corretivas", di a nota do Senado. O problema do Orçamento 2021 A lei aprovada e ainda não sancionada prevê R$ 46 bilhões para as emendas, justamente no ano que antecede as eleições para deputados, senadores e presidente em 2022. As emendas, em geral, são usadas por parlamentares para promover obras e investimentos em seus redutos eleitorais. Na prática, se o Orçamento 2021 entrar em vigor e for executado da forma como está no papel, vai faltar dinheiro para pagar todas as obrigações. O governo teme, inclusive, ser acionado por crime de responsabilidade ao executar o orçamento com esses problemas. O Tesouro Nacional já afirmou que, se o governo cortar apenas despesas não obrigatórias – como despesas de investimentos e de custeio da máquina pública – para compensar o corte nas despesas obrigatórias, vai faltar dinheiro até para pagar a conta de energia. Na quinta (8), o próprio ministro da Economia, Paulo Guedes, declarou que o Orçamento de 2021 aprovado pelo Congresso Nacional não pode ser executado sem que sejam gerados problemas legais. Guedes pediu a colaboração dos parlamentares para que o texto seja ajustado. Veja no vídeo abaixo: VÍDEO: 'Eu não posso executar da forma como está', diz Paulo Guedes sobre Orçamento de 2021 Soluções propostas Tanto a consultoria da Câmara quanto a do Senado apontam possíveis soluções para as distorções orçamentárias. A equipe da Câmara aponta a possibilidade de o governo vetar o gasto adicional com as emendas parlamentares e, em seguida, evitar projeto de lei ou abrir crédito suplementar para recompor as despesas obrigatórias. Outra opção seria sancionar o Orçamento 2021 sem vetos, da forma como foi aprovado no Congresso. Neste caso, o Executivo poderia enviar um projeto de lei com crédito adicional ou abrir esse crédito por decreto. Caberia ao relator do Orçamento, senador Márcio Bittar (MDB-AC), autorizar esses cortes por meio de um ofício. Qualquer que seja a opção do governo, as alternativas identificadas pelas consultorias orçamentárias do Congreso indicam que, para recompor as despesas obrigatórias e respeitar o teto de gastos, só há uma saída: cancelar despesas que não sejam obrigatórias.
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09/04 - Auxílio Emergencial: transferência via PIX não está liberada; dinheiro pode ser usado em pagamento
Após liberação do saldo na poupança digital, usuário precisa esperar cerca de um mês para realizar operações de saque e transferência, seguindo o calendário divulgado; banco diz que 'bloqueio' evita contato físico e aglomerações. Auxílio emergencial começou a ser pago em abril de 2020 LEONARDO SÁ/AG SENADO via BBC Os beneficiários do Auxílio Emergencial 2021 que receberam o saldo na poupança digital da Caixa ainda não podem fazer operações com o valor recebido pelo PIX. É necessário esperar a liberação do serviço, que acontece junto com a autorização para saques e transferências. Em média, o intervalo dura aproximadamente um mês: quem recebeu a primeira parcela nesta sexta, por exemplo, poderá utilizar o PIX apenas a partir de 4 de maio (veja calendário abaixo). Esse entrave gerou reclamações e dúvidas de diversos usuários em coletiva virtual e aberta ao público da Caixa nesta sexta-feira (9). Terei direito? Quanto vou receber? Veja perguntas e respostas Veja o calendário completo Veja como saber se você vai receber Saiba como contestar se você teve o beneficio negado Beneficiário precisa estar com o CPF regular; veja como fazer SAIBA TUDO SOBRE O AUXÍLIO EMERGENCIAL Segundo a Caixa, o "bloqueio" de transferências e uso do PIX por aproximadamente um mês após o depósito do benefício tem como proposta "evitar o contato físico e aglomerações no atual cenário de pandemia". A Caixa Econômica Federal (CEF) pagou hoje a primeira parcela da ajuda a 2,17 milhões de brasileiros nascidos em fevereiro e que não fazem parte do Bolsa Família. O pagamento para todos os públicos acontece até 30 de abril. A regra não vale para quem é do Bolsa Família e tem direito ao auxílio porque essas pessoas recebem um dos benefícios pelo Caixa TEM e podem transferir ou sacar o dinheiro na hora. Esses beneficiários também possuem cronograma de pagamento específico (confira abaixo). Calendário Auxílio Emergencial 2021 Economia G1 Auxílio Emergencial 2021 Bolsa Família Economia G1
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09/04 - Samarco pede recuperação judicial em BH para suspender execução de pagamentos de dívidas milionárias
Segundo a Vale, uma das donas da mineradora, a medida nao vai impactar os compromissos de reparação de danos causados pelo rompimento da barragem de Fundão, em Mariana, há quase seis anos. Vale ajuíza pedido de recuperação judicial da Samarco Samarco retoma atividades em Mariana: Complexo de Germano, onde ficava a barragem do Fundão, que se rompeu, tem grande movimentação nesta sexta-feira (11/12). TV Globo A Samarco, mineradora pertencente à Vale e à BHP Billiton, responsável pela tragédia de Mariana, na Região Central de Minas Gerais, em 2015, ajuizou nesta sexta-feira (9) pedido de recuperação judicial em Belo Horizonte. Samarco retoma extração de minério em Mariana no ano em que tragédia com 19 mortos completou 5 anos A medida é para evitar que ações de execução de notas promissórias no Brasil, no valor de US$ 325 milhões, e ações movidas por detentores dos títulos de dívida em Nova York, afetem a capacidade da empresa de produzir. Em nota, a Vale informou que o pedido também é importante para o cumprimento das “obrigações do Termo de Transação e Ajustamento de Conduta (TTAC), e consequentemente, de gerar resultados sustentáveis” para todos os demais envolvidos na empresa. De acordo com a mineradora, o pedido não vai impactar o cumprimento dos compromissos de reparação de danos causados pelo rompimento da Barragem de Fundão. Em novembro de 2015, a estrutura se rompeu, matando 19 pessoas, destruindo distritos e poluindo rios em dois estados do país (Minas Gerais e Espírito Santo). Tragédia de Mariana, 5 anos: sem julgamento ou recuperação ambiental, 5 vidas contam os impactos no período Tragédia de Mariana: promotores, procuradores e defensores públicos pedem afastamento de juiz federal do caso Tragédia de Mariana: moradores esperam há mais de 5 anos por início de reconstrução de comunidade em Barra Longa Cinco anos depois, águas seguem tingidas pelo alaranjado da lama no encontro dos rios do Carmo e Piranga Lucas Franco/TV Globo Caso a Justiça defira o pedido, "ficam temporariamente suspensas, por 180 dias (prorrogáveis por igual período), todas as ações e execuções movidas por seus credores no Brasil, tendo a Samarco até 60 dias para apresentar o plano de restruturação de suas dívidas e demais obrigações”. A Samarco ainda irá pedir reconhecimento do processo nos Estados Unidos, a fim de suspender ações judiciais contra ela naquele país. Grande parte da dívida da Samarco - com partes relacionadas - , cerca de US$ 4,7 bilhões, foi contraída antes do rompimento da barragem do Fundão. “A Samarco também possui dívida financeira adquirida para fazer face às necessidades de caixa para sustentar seu capital de giro, obrigações da Renova, trabalhos de reparo e investimentos para a retomada operacional, sendo supridas, após agosto de 2016, por linhas de crédito disponibilizadas pelos seus acionistas Vale e BHP Brasil, totalizando US$ 4,1 bilhões até março de 2021”, disse a mineradora. Retomada operacional A Samarco retomou as operações, em Mariana, em dezembro de 2020. Um dos três concentradores para beneficiamento de minério de ferro no Complexo de Germano e uma das quatro usinas de pelotização do Complexo de Ubu, em Anchieta, (ES), voltaram a funcionar. Hoje, a capacidade de produção é de sete a oito milhões de toneladas de minério de ferro por ano. Veja os vídeos mais assistidos do G1
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09/04 - Governo anuncia redução de 13% para 10% da mistura de biodiesel no diesel a fim de conter os preços
Preço do diesel nas refinarias acumula alta de 36,14% em 2021. Intenção da medida é tentar reduzir o preço para o consumidor final de diesel, cuja isenção fiscal termina no próximo dia 30. O governo federal anunciou nesta sexta-feira (9) a redução do percentual de mistura do biodiesel no diesel, de 13% para 10%. O objetivo é segurar o preço do combustível, que acumula alta de 36,14% nas refinarias em 2021. A decisão dos ministérios de Minas e Energia e da Agricultura se dá perto do fim da isenção fiscal ao diesel. Em março, o governo federal zerou as alíquotas de PIS e Cofins que incidiam sobre o produto, medida que tem prazo de vigência até o próximo dia 30. A redução na mistura do biodiesel, portanto, seria uma forma de compensar o aumento no preço em razão da volta dos impostos. O diesel tem sido pressionado pelas altas do dólar e do barril do petróleo e também pela disparada do biodiesel, que tem a soja como sua principal matéria-prima. A cotação do grão já subiu mais de 80% nos últimos 12 meses, em meio à alta da demanda da China e aos baixos estoques nos Estados Unidos. Governo zera impostos sobre diesel e botijão de gás A disparada do preço do diesel é vista pelo governo como um fator de desgaste político com setores importantes da economia. O combustível caro afeta, por exemplo, a área de transportes e contribui para o aumento da inflação. Por lei, as distribuidoras são obrigadas a adicionar biodiesel no diesel antes da venda aos postos. As compras são feitas por meio de leilões, organizados pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) a cada dois meses. Na última terça-feira, a ANP suspendeu o leilão de biodiesel que tinha o objetivo de abastecer o mercado nos meses de maio e junho. Os produtores de biodiesel já haviam sido alertados pelo governo sobre a mudança, a qual criticam duramente. A expectativa é de que eles deixem de vender 300 milhões de litros, somente nesse leilão referente a maio e junho, o que vai representar um prejuízo de R$ 17 bilhões e pode levar à demissão de 90 mil pessoas, segundo fontes do setor. Os empresários também citam a falta de previsibilidade, já que consideram uma mudança de regra "no meio do jogo", o que prejudica o planejamento. Mato Grosso concentra o maior número de indústrias de biodiesel do país. O Rio Grande do Sul lidera em produção. Os produtores também alertam para a questão ambiental, já que a adição de biodiesel no diesel ajuda a reduzir a emissão de gases estufa. Em nota, os ministérios da Agricultura e de Minas e Energia afirmaram que se trata de uma “correção de rumo momentânea” e que esperam, o quanto antes, retomar “a utilização do biodiesel nos teores estabelecidos pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), com o aumento da produção e uso dos biocombustíveis no Brasil, de acordo com os objetivos da Política Nacional (Lei 13.576/2017)”. A lei prevê que a mistura de biodiesel no diesel deverá aumentar um ponto percentual por ano, até chegar a 15% em 2023. VÍDEOS: dicas para economizar combustível
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09/04 - Governo arrecada R$ 216,3 milhões com concessão de terminais portuários
Foram oferecidas para a iniciativa privada quatro áreas no Porto de Itaqui (MA) e uma no Porto de Pelotas (RS). Nesta semana, 28 ativos foram transferidos para a iniciativa privada. Porto de Itaqui (MA) Divulgação/Antaq/Porto de Itaqui O governo arrecadou R$ 216,3 milhões com a concessão de terminais portuários. O leilão foi realizado nesta sexta-feira (9) na B3. Foram oferecidas para a iniciativa privada quatro áreas no Porto de Itaqui (MA) e uma no Porto de Pelotas (RS). Os projetos devem gerar investimentos de R$ 600 milhões, segundo o Ministério da Infraestrutura. O leilão dos terminais portuários encerrou a chamada a semana batizada pelo governo de "Infra Week". Ao todo, foram contratados R$ 10 bilhões em investimentos e 28 ativos passaram para a mão da iniciativa privada. "Depois de realizar o leilão dos cinco terminais portuários, nós estamos concluindo a Infra Week com muito sucesso", afirmou o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas. "O investidor está mirando o longo prazo e vendo oportunidades no Brasil." A disputas pelas áreas IQI03, IQI11 e IQI12 do Porto de Itaqui foram vencidas pela Santos Brasil . O Terminal Químico de Aratu (Tequimar) ofereceu a melhor proposta para a área IQI13. Para a área do Porto de Pelotas, a única proposta foi da CMPC Celulose Rio-Grandense. Veja o resultado das disputas desta sexta: IQI03 do Porto de Itaqui (MA) Vencedora: Santos Brasil Participações com proposta de R$ 61,3 milhões; IQI11 do Porto de Itaqui (MA) Vencedora: Santos Brasil Participações com proposta de R$ 56 milhões; IQI12 do Porto de Itaqui (MA) Vencedora: Santos Brasil Participações com proposta de R$ 40 milhões; IQI13 do Porto de Itaqui (MA) Vencedora: Terminal Químico de Aratu (Tequimar) com proposta de R$ 59 milhões; e Porto de Pelotas (RS) Vencedora: CMPC Celulose Rio-Grandense com proposta de R$ 10 mil. Das áreas leiloadas nesta sexta, duas do Porto de Itaqui e a do Porto de Pelotas tinham valor mínimo de proposta de R$ 1, o que rendeu ágios bilionários na disputa. A Tequimar, por exemplo, ofereceu um ágio de 5.899.999.900% para ficar com área de Itaqui. Resultado final do leilão de áreas portuárias Reprodução/B1 O direto de explorar o Porto de Itaqui vale por 20 anos. No caso de Pelotas, são 10 anos. As quatro áreas no porto do Maranhão são voltadas para movimentação e armazenagem de combustíveis. Já o terminal do porto de Pelotas (RS) é voltado para carga em geral, em especial, toras de madeira, contribuindo para a cadeia logística da produção de celulose. Leilão de terminal portuário Anderson Cattai/Arte G1 Em 2019, o governo leiloou 13 áreas portuárias. No ano passado, promoveu mais seis leilões. "É uma dia que nós temos de celebrar a ousadia. Fizemos leilão num momento de crise e tivemos sucesso", afirmou o ministro da Infraestrutura. Infra Week Antes do leilão de terminais portuários, o governo realizou leilões de aeroportos e de um trecho da Ferrovia de Integração Oeste-Leste. Na quarta-feira, o governo arrecadou R$ 3,3 bilhões com a concessão de 22 aeroportos, garantindo um investimento estimado de R$ 6,1 bilhões ao longo dos 30 anos do contrato. Na quinta, a concessão da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol 1) foi arrematada pelo valor mínimo e proposta única da Bahia Mineração S/A (Bamin), que irá retomar a obra com investimentos estimados em R$ 3,3 bilhões. Próximos passos O governo indicou que planeja leiloar de cinco a sete áreas portuárias em julho e, segundo o ministro da Infraestrutura, também segue com os planos de privatização dos portos. Neste ano, o governo planeja privatizar a Companhia Docas do Espirito Santo (Codesa). Em 2022, a intenção é repassar para a iniciativa privada os portos de Santos, São Sebastião e Itajaí. A expectativa do Ministério da Infraestrutura é realizar mais de 50 concessões no setor em 2021, considerando apenas as privatizações de aeroportos, rodovias, ferrovias e terminais portuários. Para o dia 29 de abril já está marcado o leilão da BR-153/080/414/GO/TO, com previsão de outros R$ 8 bilhões de investimentos. Vídeos: Últimas notícias de economia
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09/04 - Governo autoriza seleção simplificada com 83 vagas para Fernando de Noronha
Autorização foi publicada no Diário Oficial desta sexta-feira (9). Contrato tem prazo inicial de 12 meses e pode ser prorrogado. Há vagas de nível médio e superior. Profissionais serão selecionados para trabalhar em Noronha Ana Clara Marinho/TV Globo A autorização para a realização de uma seleção pública simplificada com 83 vagas para trabalho em Fernando de Noronha foi publicada na edição desta sexta-feira (9) do Diário Oficial do Estado. Estão previstas vagas para cargos de nível médio e superior, como agente de portaria, coordenador pedagógico, jornalista, fiscal de porto, e técnico em enfermagem. Os valores dos salários não foram divulgados. Os profissionais selecionados vão ter contratos de 12 meses, prorrogáveis por igual período até o limite de seis anos, conforme interesse e necessidade dos locais onde vão desempenhar as funções. As regras da seleção vão ser definidas pelas secretarias estaduais de Administração e de Educação e, ainda, pela Administração de Fernando de Noronha. Segundo o diretor do governo local, Césio Santos, o edital do processo seletivo deve ser publicado ainda no mês de abril de 2021. “Temos 15 dias para publicar o edital, que terá os detalhes da seleção. Nós já enviamos uma minuta do edital para a Secretaria de Administração e, logo que for aprovado, vamos publicar com as informações completas da seleção”, declarou. Vagas disponíveis Administração geral: 1 vaga Agente ambiental: 1 vaga Agente de apoio nutricional: 1 vaga Agente de portaria: 1 vaga Agente de serviços gerais: 4 vagas Agente em administração: 4 vagas Agente em atividades de saúde: 1 vaga Agente em manipulação documental: 1 vaga Apoio administrativo II: 4 vagas Arquiteto: 1 vaga Assistente administrativo de informática: 1 vaga Assistente de biblioteca: 2 vagas Assistente de educação infantil: 7 vagas Assistente social: 1 vaga Condutor de veículo escolar: 1 vaga Condutor de veículo: 4 vagas Coordenador de núcleo socioeducacional: 2 vagas Coordenador de núcleo de laboratório de informática: 1 vaga Coordenador pedagógico: 2 vagas Educador de disciplina: 2 vagas Enfermeiro: 2 vagas Farmacêutico bioquímico: 2 vagas Fiscal do porto: 3 vagas Fisioterapeuta: 1 vaga Jornalista: 1 vaga Obras e manutenção: 2 vagas Professor de educação física: 1 vaga Professor de educação infantil – nível médio: 4 vagas Professor de educação infantil – nível superior: 6 vagas Professor de física: 1 vaga Professor de séries iniciais do ensino fundamental – nível médio: 2 Professor de séries iniciais do ensino fundamental – nível superior: 3 vagas Psicólogo: 1 vaga Técnico de apoio logístico: 1 vaga Técnico de nível superior – pedagogia: 1 vaga Técnico de nível superior – serviço social: 1 vaga Técnico em análises clínicas: 1 vaga Técnico em enfermagem: 4 vagas Técnico em georreferenciamento: 1 vaga Técnico em imobilização ortopédica: 1 vaga Técnico em radiologia: 1 vaga Terapeuta ocupacional: 1 vaga Vídeos de PE mais vistos nos últimos 7 dias
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09/04 - Guedes diz que equipe econômica também errou no orçamento e que vê 'clima' para acordo
Ministro também disse esperar gastar menos de 1% do PIB com despesas extraordinárias da pandemia em 2021 e defendeu vacinação pelo setor privado. O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta sexta-feira (9) que a equipe econômica também cometeu erros na negociação para fechar o Orçamento de 2021. As tabelas foram aprovadas pelo Congresso com menos dinheiro que o necessário para despesas obrigatórias e um forte aumento nas emendas parlamentares. Guedes disse que, apesar disso, vê "clima construtivo" para um acordo. O governo tem até o próximo dia 22 para sancionar ou vetar a proposta. "Que deve ter tido erro da equipe econômica, sim. Certamente tem erro ali. Certamente tem erro quando um ministro pula a cerca e vai combinar um negócio que não estava combinado com a Segov [Secretaria de Governo], que é quem está conduzindo o acordo político. Deve ter tido erro pra todo lado", declarou. Entenda a polêmica em torno do Orçamento 2021 Com alterações durante a tramitação do texto, o Congresso cortou R$ 26,45 bilhões em gastos para inflar as emendas parlamentares previstas para este ano. As emendas atingiram patamar de R$ 46 bilhões — 2022 é ano eleitoral para deputados, senadores e presidente da República. Entenda no vídeo abaixo: VÍDEO: 4 pontos para entender o impasse no Orçamento 2021 Sem citar nomes, Guedes afirmou que havia ministro do governo pedindo para o relator do orçamento, senador Marcio Bittar (MDB-AC), mandar dinheiro para seu estado. "Ao mesmo tempo, tinha gente falando em nome do presidente que queria mais dinheiro para A, B ou C. Houve proposta, inclusive, de furar teto. Então, cada um vinha com uma ideia diferente", disse. Guedes não informou quem é o "ministro fura-teto". Em 2020, atritos ligados ao teto de gastos levaram a troca de indiretas públicas entre o ministro da Economia e o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, que é ex-deputado federal pelo Rio Grande do Norte. Guedes disse que, apesar do "barulho" político em torno da necessidade de ajustar o orçamento, é preciso ter "boa fé" com os erros que acontecem, e avaliou que a área econômica está estudando como poderá ser implementado um acordo para destravar e peça orçamentária. "Totalmente diferente é a conversa do Bem [programa de manutenção do emprego] e do Pronampe [crédito para pequenas empresas], que está por lá. Talvez tenha que ser feita uma peça qualquer que combine tudo isso. Como a gente recompõe o orçamento que foi combinado, e como a gente, ao mesmo tempo, libera, um assunto separado, que é o Pronampe, o Bem? Talvez, isso tudo em uma peça só. É o que estamos estudando", afirmou. Gastos extraordinários com a pandemia Sobre os gastos extraordinários relacionados com a pandemia, o ministro da Economia estimou que eles não devem ser superiores a 1% do PIB, ou seja, cerca de R$ 75 bilhões. O governo já se adequou a um teto de R$ 44 bilhões para o auxílio emergencial e ainda avalia os valores para o programa de manutenção do emprego – prevendo, inicialmente, R$ 10 bilhões. Em 2020, o PIB brasileiro teve tombo histórico motivado pela pandemia. Veja na reportagem abaixo: Brasil tem tombo histórico no PIB do segundo trimestre por causa da pandemia "Foi 8% [do PIB] no primeiro ano [da pandemia]. Ok, mas agora já aprendemos tudo. Tem de ser muito menos, 0,5%, 1% [do PIB em 2021]. Só o que funcionou que a gente vai usar. A queda [do PIB] é menor, a duração da crise é menor, a vacinação em massa está entrando", declarou. Guedes afastou a possibilidade de decretar novo estado de calamidade pública, o que permitiria que as regras fiscais não fossem cumpridas e daria maior liberdade aos gastos públicos. A medida foi adotada em 2020. "Dizem: aperta o botão da calamidade. Já apertou [ano passado]. Se eu apertar de novo, a única coisa é que estou dando um cheque em branco para gastar. o ganho que é não ter aumento de salário [de servidor público], já está bloqueado [até o fim deste ano]. Se eu apertar, estou só liberando gastos indefinidamente sem ganhar nada", afirmou. Vacinação O ministro também repetiu a avaliação de que a melhor política fiscal (para melhorar as contas públicas) é a vacinação em massa, e acrescentou que essa também é a melhor política social e sanitária, funcionando para reativar a economia após a segunda onda de Covid. Paulo Guedes defendeu que o setor privado também possa vacinar seus trabalhadores, mas reservando doses para o programa nacional de vacinação. "Se elas [empresas] puderem também entrar e começar a vacinar, mas trazendo também a vacinação para o povo brasileiro, entregando vacina para o SUS, eu até penso assim: quem trouxer mais rápido, pode vacinar um para um [uma vacina para o trabalhador privado e outra para o SUS]. Quem trouxer só daqui a três meses, tem que vacinar 10 pelo SUS para vacinar um próprio. Para estimular a trazer rápido a vacina e entregar para o SUS também, para proteger a população brasileira", concluiu.
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09/04 - 6 em cada 10 indústrias do RJ ainda têm dificuldade para adquirir insumos e matéria-prima, diz Firjan
Pesquisa aponta pessimismo dos empresários industriais fluminenses, que preveem normalização somente a partir do 3º trimestre. Além disso, 1/3 das indústrias do estado dizem ter dificuldade para atender demanda. Um levantamento divulgado nesta sexta-feira (9) pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) apontou que, após um ano de pandemia, 6 em cada 10 indústrias fluminenses ainda enfrentam dificuldades para aquisição de insumos e matérias-primas. Além disso, mostrou que os empresários se dizem pessimista com a normalização da oferta. De acordo com a Firjan, a dificuldade para aquisição de matéria-prima e insumo relatada pela indústria fluminense se refere tanto a produtos nacionais quanto importado, mesmo que pagando mais caro por eles. O levantamento foi feito por meio da terceira Sondagem Especial de Fornecimento de Insumos e Matérias-primas realizada pela Firjan durante a pandemia. A primeira foi realizada em outubro, a segunda, em novembro e a terceira, em fevereiro. “Em relação a outubro de 2020, as dificuldades se apresentam menos intensas, no entanto, os industriais registram perspectivas pessimistas e acreditam que a situação ainda demorará a se regularizar”, destacou a entidade. Segundo o levantamento, mais da metade dos empresários industrias do Rio de Janeiro acreditam que a oferta de insumos só vai começar a se normalizar a partir do terceiro trimestre deste ano. Outro 1/3 do empresariado considera que a normalização só começa a acontecer em 2022. “Nas medições anteriores, a maior parte da indústria acreditava que a oferta de insumos iria se regularizar até o segundo trimestre de 2021”, enfatizou a Firjan. Após 9 meses de alta, produção industrial cai 0,7% em fevereiro 1/3 das indústrias do RJ relata dificuldade para atender clientes A mesma sondagem da Firjan mostrou que quase um terço (33,1%) das indústrias fluminense relatou ter tido, em fevereiro, dificuldade para atender à demanda de cliente. Para 8,7% das empresas, ocorreram entraves para atender à grande parte dos clientes. Dentre as indústrias que tiveram problemas para atender à demanda, 61,1% disseram que o problema aumentou em relação a outubro, quando foi realizada a primeira sondagem pela Firjan. Para 17,9% delas, a dificuldade aumentou muito. Somente 9,5% percebeu melhora na situação. Somente 9,5% das indústrias fluminenses relataram melhora na capacidade de atender aos clientes entre outubro e fevereiro Economia/G1 A Firjan destacou que a pesquisa foi realizada em fevereiro, antes das novas medidas restritivas decretadas diante da piora do quadro da pandemia. Por isso, a entidade alertou que “a escassez de matérias-primas e insumos em inúmeras cadeias produtivas pode se agravar” ainda mais, aumentando a dificuldade para recuperação da atividade industrial no estado.
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09/04 - Marinha abre 750 vagas para aprendizes-marinheiros
Inscrições vão de 24 de maio a 13 de junho, e candidatos devem ter entre 18 e 21 anos. Escolas estão localizadas no CE, PE, ES e SC. Marinha abre 750 vagas em novo concurso Marinha/Divulgação A Marinha divulgou edital de processo seletivo para 750 vagas de aprendizes-marinheiros. Veja o edital do concurso Podem se inscrever candidatos brasileiros do sexo masculino, solteiros ou que não tenham união estável. É necessário ter 18 anos completos e menos de 22 anos em 1º de janeiro de 2022; ter concluído o ensino médio e altura mínima de 1,54 m e máxima de 2,00 m. As inscrições poderão ser feitas entre os dias 24 de maio e 13 de junho pelo site www.ingressonamarinha.mar.mil.br. A taxa é de R$ 40. Na inscrição, o candidato deverá indicar a ordem de preferência de área profissional: eletroeletrônica, apoio ou mecânica. O processo seletivo é constituído das seguintes etapas: prova escrita objetiva, verificação de dados biográficos, inspeção de saúde, teste de aptidão física, avaliação psicológica e verificação de documentos. As provas e eventos complementares serão realizados nas seguintes cidades: Rio de Janeiro, Angra dos Reis, Nova Friburgo, São Pedro da Aldeia e Macaé (RJ), Vila Velha (ES), Belo Horizonte e São José da Barra (MG), Salvador e Ilhéus (BA), Aracaju (SE), Natal (RN), Olinda (PE), Fortaleza (CE), Maceió (AL), João Pessoa (PB), Belém (PA), Santana (AP), Parnaíba (PI), Santarém (PA), São Luís (MA), Rio Grande, Uruguaiana e Porto Alegre (RS), Paranaguá e Foz de Iguaçu (PR), Florianópolis e São Francisco do Sul (SC). A lista de cidades segue com: Ladário (MS), Cuiabá (MT), Brasília (DF), Palmas (TO), São Paulo, Santos e Barra Bonita (SP), Manaus (AM) e Porto Velho (RO). A prova objetiva será realizada na segunda quinzena de julho de 2021, ainda sem maiores detalhes. O início do Curso de Formação não tem data definida. O Curso de Formação de Marinheiros para a Ativa será conduzido nas Escolas de Aprendizes-Marinheiros (EAM), sob regime de internato, e tem duração de um ano letivo, realizado em 48 semanas, no qual serão ministradas disciplinas do ensino básico e do ensino militar-naval. Durante o curso, além de alimentação, uniforme, assistência médico-odontológica, psicológica, social e religiosa, o aprendiz-marinheiro receberá remuneração de R$ 1.303,90. As EAM são estabelecimentos de ensino militar da Marinha do Brasil (MB), cujo propósito é formar marinheiros para o Corpo de Praças da Marinha. Atualmente existem quatro escolas: Escola de Aprendizes-Marinheiros do Ceará, em Fortaleza (EAMCE); Escola de Aprendizes-Marinheiros de Pernambuco, em Recife (EAMPE); Escola de Aprendizes-Marinheiros do Espírito Santo, em Vitória (EAMES) e Escola de Aprendizes-Marinheiros de Santa Catarina, em Florianópolis (EAMSC). A primeira fase do curso de formação é a formação militar-naval, como aprendiz-marinheiro, e a segunda, já como grumete, destinada à especialização técnica, nas áreas de eletroeletrônica, apoio e mecânica. Ao concluir o curso com aproveitamento, o grumete assumirá compromisso de tempo de serviço por um período de 2 anos, contados a partir do dia imediato ao do término do curso de formação. Quando se formar, será promovido a marinheiro e passará a atender as necessidades de distribuição de pessoal da Marinha do Brasil, podendo ser designado para servir a bordo de navio ou organização militar, onde cumprirá o estágio inicial para avaliação do desempenho ao longo do primeiro ano de graduação. Apenas os marinheiros aprovados no estágio inicial, considerados plenamente aptos à carreira naval, poderão permanecer no Serviço Ativo da Marinha. VÍDEOS: vejas as últimas notícias de economia
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09/04 - Presidente do Banco Central diz que fatores que estão elevando a inflação são 'temporários'
Campos Neto indicou também que taxa básica de juros deve subir 0,75 ponto percentual em maio. IBGE divulgou nesta sexta (9) que a inflação dos últimos 12 meses acumula alta de 6,10%. O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, avaliou nesta sexta-feira (9) que os fatores que estão elevando a inflação são "temporários". Nesta sexta-feira (9) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que a inflação dos últimos 12 meses acumula alta de 6,10%. A taxa ficou acima do limite superior da meta de inflação estabelecida para 2021 – o centro da meta é de 3,75%, podendo variar entre 2,25% e 5,25%. "Quando olhamos para a inflação, mesmo reconhecendo que está subindo, que está se dissipando e contaminando o núcleo, reconhecemos que a maior parte dos componentes que estão gerando isso são temporários. Entendemos que há uma dissipação, que a valorização da moeda tem um impacto na persistência, mas, para nós, o importante é o que acontece na inflação. Reconhecemos tudo isso, mas vemos que muito disso é temporário. Mesmo no número que saiu hoje [sexta-feira], você pode ver isso", disse Campos Netto em um evento organizado por ima empresa do mercado financeiro. Analistas discutem no mercado se o crescimento da inflação poderia levar a uma elevação maior na taxa Selic no próximo mês. Segundo Campos Neto, o Comitê de Política Monetária (Copom) deve manter a programação de subir a taxa básica de juros em 0,75 ponto percentual, para 3,5% ao ano, na próxima reunião que acontecerá no início de maio. "O que temos dito é que, a menos que algo muito diferente aconteça, e o número de hoje [do IPCA] corrobora isso, estamos indo para uma nova alta de 0,75 ponto percentual [em maio] (...) Hoje, com as variáveis que temos, podemos dizer que, a menos que algo muito diferente aconteça, vamos manter o que foi decidido e comunicado (alta de 0,75 ponto). Se algo muito diferente acontecer, gostaríamos de comunicar ao mercado que estamos vendo algo diferente. o que não está acontecendo hoje", acrescentou. VÍDEOS: notícias sobre economia
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09/04 - Empresa de Elon Musk mostra vídeo de macaco jogando videogame com a mente
Cenas mostram animal, que recebeu implante de um chip da Neuralink no cérebro, movimentando o game 'Pong' mesmo com controle desligado. Divulgação não veio acompanhada de artigo revisado em revistas científicas, o que não é comum. Empresa de Elon Musk mostra vídeo de macaco jogando videogame com a mente A Neuralink, empresa do bilionário Elon Musk que desenvolve tecnologias de interação entre cérebro e máquinas, publicou um vídeo em que um macaco aparentemente joga videogame com a mente. As cenas mostram o macaco Pager, de 9 anos, que recebeu implante de um chip no cérebro cerca de seis semanas antes da gravação, controlando game 'Pong' mesmo com controle desligado. A divulgação do material desse tipo não foi feita da forma como é comum no meio científico. Geralmente, o vídeo é acompanhado de um artigo revisado por pares em revistas científicas, o que não aconteceu. SAIBA MAIS: Veja os planos da Neuralink WEBSTORIES: Elon Musk: a trajetória de um bilionário Pager foi ensinado a jogar videogame com um controle, enquanto era recompensado por uma vitamina de banana. Enquanto fazia isso, um dispositivo da Neuralink gravou informações sobre a atividade dos neurônios do macaco através do chip implantado em seu crânio, segundo a empresa. O dispositivo contém mais de 2000 eletrodos implantados nas regiões do córtex motor de Pager, responsáveis pela coordenação dos movimentos das mãos e braços. Os dados foram colocados em um "algoritmo decodificador" para prever os movimentos das mãos pretendidos por Pager em tempo real. Após calibrar o decodificador, a Neuralink disse que o macaco foi capaz de usá-lo para mover o cursor, em vez de utilizar o controle do videogame. As cenas mostram Pager jogando com o controle desconectado. SAIBA MAIS: Aparelhos controlados só pela mente ganham aplicações da medicina aos games Outra demonstração da Neuralink Em agosto passado, a Neuralink descreveu o seu implante cerebral como um chip com cerca de 8 milímetros de diâmetro (menor que a ponta de um dedo). O dispositivo consiste em uma pequena sonda que contém mais de 3 mil eletrodos conectados a fios flexíveis e mais finos que um fio de cabelo humano e é capaz de monitorar a atividade de mil neurônios cerebrais. Em uma demonstração, um computador exibiu a atividade cerebral de um porco que recebeu o implante, que depois foi retirado e não causou nenhuma modificação motora no animal. No Twitter, Elon Musk afirmou que o trabalho da companhia vai permitir que pessoas com paralisia utilizem um celular com a mente "mais rápido do que alguém com os dedos. Ele também mencionou a possibilidade de ajudar paraplégicos a voltarem a andar com o envio de sinais para neurônios responsáveis por respostas motoras. Initial plugin text e
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09/04 - Boeing 737 MAX volta a ter problemas e pode ficar sem voar novamente
Um novo problema elétrico foi reportado pela empresa para 16 companhias clientes. No Brasil, apenas a Gol utiliza a aeronave. Boeing 737 Max da American Airlines AP A Boeing anunciou nesta sexta-feira (9) um possível problema elétrico em suas aeronaves 737 MAX, recomendando a 16 empresas que utilizam o modelo que verifiquem a existência da avaria antes de continuarem operando com ele. No Brasil, a única companhia que utiliza o 737 MAX é a Gol. De acordo com o comunicado da Boeing, o problema pode estar em um aterramento insuficiente para um componente do sistema de energia elétrica do avião. "Estamos trabalhando em estreita colaboração com a Agência Nacional de Aviação Civil dos Estados Unidos (FAA) nesta questão. Também estamos informando nossos clientes sobre a numeração das aeronaves afetadas e forneceremos orientações sobre as ações corretivas apropriadas", disse a empresa. Histórico turbulento Em março de 2019, os 737 MAX foram obrigados a ficarem no chão depois que acidentes mataram 346 pessoas na Etiópia e na Indonésia, provocou ações judiciais, investigações do Congresso e do Departamento de Justiça e cortou uma fonte importante de renda da Boeing. Um painel da Congresso dos Estados Unidos concluiu, após 18 meses de investigação, que os dois acidentes com o Boeing 737 MAX resultado de falhas da fabricante de aeronaves Boeing e da FAA. "Eles foram o terrível resultado de uma série de suposições técnicas incorretas dos engenheiros da Boeing, uma falta de transparência por parte da administração da Boeing e uma supervisão grosseiramente insuficiente da FAA", concluiu o relatório. Em meio à crise, a Boeing decidiu também rescindir em abril de 2020 o acordo de compra da área da aviação comercial da Embraer, que previa a criação de empresa conjunta de US$ 5 bilhões que teria controle da gigante americana. Livre para voar Quase dois anos depois, em novembro de 2020, a Administração Federal de Aviação (FAA) dos Estados Unidos autorizou que o modelo voasse novamente. O chefe da FAA, Steve Dickson, assinou uma ordem suspendendo a proibição de voos e a agência divulgou uma diretriz de aeronavegabilidade detalhando as mudanças necessárias. No último mês de dezembro, um 737 MAX da American Airlines decorou de Miami rumo a Nova York, marcando o primeiro voo comercial do modelo nos EUA após a retomada. Também em dezembro, a Gol retomou as operações da aeronave no Brasil depois de a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) liberar os voos. Segundo a companhia aérea, que é a única no país a utilizar a aeronave, treinamentos e rigorosos testes foram feitos para que o retorno fosse possível. VÍDEOS: as últimas notícias de economia
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09/04 - Tim é multada em R$ 50 milhões por derrubar chamadas promocionais: 'Propaganda enganosa', diz STJ
Decisão da Corte confirma prática abusiva de interrupção de ligações; entendimento é de danos morais coletivos. Empresa nega irregularidades e diz que 'sempre pautou suas ações pela ética e transparência'. Loja da Tim Divulgação O Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve a decisão que condena a empresa de telefonia Tim a pagar até R$ 50 milhões em indenização, por danos morais coletivos, pela interrupção automática das chamadas da promoção Infinity. Nesse plano, o cliente paga um valor fixo pela ligação, independentemente da duração (entenda abaixo). Cabe recurso. De acordo com a Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor (Prodecon), o valor da condenação corrigido pode chegar a R$ 100 milhões. Quando pago, a quantia deverá ser destinada ao Fundo de Defesa do Consumidor do Distrito Federal. TJ manda TIM pagar R$ 100 milhões por derrubar chamadas promocionais Acionada pelo G1, a Tim disse que "sempre negou e segue negando veementemente qualquer evento de derrubada intencional de chamadas do plano Infinity. O assunto foi esclarecido há quase uma decada e a própria Anatel já confirmou, em 2013, a inexistência de qualquer indício de queda proposital de ligações". "A empresa sempre pautou suas ações pela ética e transparência e não medirá esforços para que a verdade se imponha em todas as instâncias", disse a empresa, em nota. No entendimento do relator, o ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, "no plano individual, é inequívoco o dano causado aos consumidores, além de serem vítimas da propaganda enganosa, tiveram que refazer a ligação para continuar a chamada em virtude da interrupção culposa e/ou dolosa do serviço[...], arcando novamente com o custo do primeiro minuto de ligação". "[...] a sociedade consumidora de telefonia celular móvel, que é quase a totalidade dos habitantes de um país na atualidade, foi enganada, aviltada, ludibriada pela publicidade enganosa e por suas ações, o que fez romper a confiança necessária que a comunidade deve ter nos concessionários de serviços públicos." Para o promotor Paulo Binicheski, essa pode ser "a maior indenização por danos morais a ser paga por uma empresa de telefonia no Brasil". À época, o Ministério Público do Distrito Federal (MPDFT) estimou que, só no DF, havia quase 170 mil consumidores afetados pelo problema. Anatel estima em R$ 35 bilhões o valor do leilão 5G e diz que maior parte será investimento obrigatório Entenda o caso Em 2009, a Tim passou a oferecer o plano Infinity com a promessa de ligações ilimitadas ao custo fixo de R$ 0,25 pelo primeiro minuto. Os demais minutos seriam de graça, desde que gerados para outro número da mesma operadora. Segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), a promoção sobrecarregou o sistema, e as chamadas eram interrompidas pela própria operadora. Em 2013, o MPDFT ajuizou ação civil pública contra a empresa devido às "quedas de ligações e à má qualidade do sinal". O inquérito levou em consideração os relatos de consumidores sobre os serviços da operadora. Na sentença de 1ª instância, a Justiça reconheceu a prática abusiva. Na decisão de outubro de 2018, a 5ª Turma Cível fixou a condenação em R$ 50 milhões por dano moral coletivo. Leia mais notícias sobre a região no G1 DF.
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