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30/06 - Inscrições do concurso da Prefeitura de Várzea, PB, encerram nesta quinta (30)
São ofertadas seis vagas e as inscrições estão abertas até as 23h59. Inscrições do concurso da Prefeitura de Várzea, PB, encerra nesta quinta (30) Divulgação/CREF10 Encerra nesta quinta-feira (30) o prazo para as inscrições do concurso público da Prefeitura de Várzea, no Sertão da Paraíba. As inscrições estão abertas até as 23h59, e de acordo com o edital, são ofertadas seis vagas dentre seis funções disponíveis. Confira o edital Faça sua inscrição Para realizar as inscrições, os candidatos devem pagar uma taxa que varia de acordo com o cargo ofertado: para os cargos de nível fundamental, a taxa de inscrição custa R$ 60 e para as vagas de cargos superiores, R$ 90. As vagas ofertadas são para os cargos de coveiro, enfermeiro ESF, médico clínico geral, médico especialista em psiquiatria, odontólogo e terapeuta ocupacional, com uma vaga para cada cargo ofertado. O cargo com a maior remuneração ofertada no edital é para médico clínico geral, com salário de R$ 13 mil. A remuneração dos cargos variam entre R$ 1.212,00 e R$ 13 mil. As provas objetivas serão aplicadas em 31 de julho, com horários e locais a serem divulgados pela banca organizadora. O resultado final do concurso será divulgado em 31 de agosto. Concurso público da Prefeitura de Várzea Vagas: 6 Nível: fundamental e superior Remuneração: entre R$ 1.212,00 e R$ 13 mil Prazo de inscrição: entre 8h de 31 de maio e 23h59 de 30 de junho Local de inscrição: site da organizadora, Educa PB Taxa de inscrição: entre R$ 60 (nível fundamental) e R$ 90 (nível superior) Data de aplicação das provas objetivas: 31 de julho Edital do concurso público da Prefeitura de Várzea Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba
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30/06 - País bate recorde de pedidos de demissão em 12 meses, mostra levantamento
País registrou 6,175 milhões de pedidos de demissão nos últimos 12 meses até maio, 33% do total de desligamentos de trabalhadores no período. Carteira de trabalho; desemprego Reprodução/TV Globo O país registrou 6,175 milhões de pedidos de demissão nos últimos 12 meses até maio. Trata-se de um recorde, em meio ao desemprego alto e à dificuldade dos trabalhadores de voltar ao mercado de trabalho. Esse número equivale a 33% do total de desligamentos de trabalhadores no período (18,694 milhões). Ou seja, 1 de cada 3 desligamentos foram voluntários, ou seja, a pedido do trabalhador. O levantamento é da LCA Consultores e leva em conta os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), que contabiliza as vagas com carteira assinada no país. O recorde leva em conta o período a partir de janeiro de 2020, início da série histórica do Caged com a metodologia atual de contagem de vagas. LEIA TAMBÉM: São Paulo lidera criação de vagas formais no ano; veja cidades que mais abriram e fecharam postos até maio Brasil perde 2,8 milhões de trabalhadores com carteira em 8 anos; informalidade e conta própria crescem Proporção de desempregados há mais de 2 anos é a maior em uma década Quer mudar de carreira ou emprego em 2022? Veja pontos para avaliar Está infeliz no trabalho? Veja dicas para não 'trocar seis por meia dúzia' Em relação a maio de 2021 (4,132 milhões), houve aumento de 50% no número de demissões dentro do acumulado de 12 meses. Veja abaixo: Já no mês de maio, foram 572.364 demissões voluntárias – o número só é menor que o registrado em março (603.136). Nessa base de comparação, os pedidos de demissão equivalem a 36% do total de maio (1.683.942). Comparando o mês de maio de 2021 com o deste ano, o aumento no pedido de demissões foi de 52%. Tanto no acumulado de 12 meses quanto em maio, São Paulo se manteve no topo dos estados com maior número de pedidos de demissão. Todas as unidades da Federação tiveram o maior número de pedidos de demissão desde janeiro de 2020, tanto no mês de maio como no acumulado de 12 meses. Ainda na comparação com janeiro de 2020, o número de demissões em maio chega a mais que dobrar em alguns estados nas duas bases de comparação. Microfranquias são opção para trabalhador que quer mudar de carreira 'Movimento de normalização' De acordo com Bruno Imaizumi, responsável pela pesquisa, os números mostram um movimento de continuidade de normalização do mercado de trabalho. O economista complementa que muitas empresas estão voltando para o trabalho presencial. Com isso, para os trabalhadores que viram que essa modalidade não é benéfica em termos de qualidade de vida, essa volta ao ambiente de trabalho acaba pesando na escolha do profissional, que prefere trabalhar de casa em vez de pegar trânsito todos os dias, por exemplo. “Isso para empregos específicos, mais voltados para o setor de serviços em que seja possível trabalhar de casa”, ressalta. O economista lembra ainda que no começo da pandemia muita gente acabou aceitando emprego sem ter afinidade com suas formações. Com a diminuição dos efeitos da pandemia no mercado de trabalho, os profissionais pedem demissão para serem admitidos dentro de cargos mais adequados a suas qualificações. “Ou seja, após muitas pessoas permanecerem ou irem para trabalhos que não eram condizentes com suas qualificações devido à necessidade de alguma recomposição de renda durante a pandemia, que foi um período de elevada incerteza e inflação, muitas delas começam a se desligar de empregos para se admitirem em outros mais adequados”, diz. Trabalhador busca flexibilidade Estudo do LinkedIn aponta que 49% dos entrevistados estão considerando mudar de emprego em 2022. Esta porcentagem é ainda mais alta para os profissionais jovens de 16 a 24 anos (61%). Os dois principais motivos são a busca por melhores salários e o desejo por um maior equilíbrio entre a vida pessoal e profissional. Outra pesquisa da rede social profissional mostra que 78% dos profissionais afirmam que a pandemia fez com que passassem a querer ou a precisar de mais flexibilidade no trabalho. Cerca de 30% dos entrevistados afirmaram que deixaram seus empregos por falta de políticas flexíveis no último ano e quase 40% já consideraram essa possibilidade em algum momento da carreira. Equilíbrio entre o trabalho e a vida pessoal foi citado por 49% como principal motivo. A busca por maior remuneração é o principal motivo para 49% dos empregados que pretendem buscar novas oportunidades neste ano, segundo outro levantamento da consultoria Robert Half. Fernando Mantovani, diretor-geral da Robert Half para a América do Sul, aponta que o percentual de profissionais qualificados com nível superior pedindo demissão vem crescendo trimestre a trimestre, o que indica um importante movimento de busca de oportunidades mais alinhadas ao seu perfil e momento de vida. Mudança deve ser planejada Erika Linhares, executiva especializada em comportamento em empresas, lembra que, em meio a um cenário de desemprego elevado, o ideal é ficar no emprego em que está e ir procurando o que deseja. “O mais importante é saber por que você quer mudar de emprego ou carreira. Então, qualquer momento é momento. Se o motivo for porque está a fim de ir para uma empresa melhor, não precisa largar o emprego para mudar”, diz. A especialista indica sair de onde está quando conseguir o que quer. “Isso é fazer uma transição de carreira planejada com resiliência e sem passar aperto. Se puder fazer essa transição empregado onde está, é melhor. A gente consegue emprego mais rápido quando está empregado”, afirma. Segundo Erika, toda mudança profissional deve ser planejada: não dá para mudar na impulsividade, sem planejamento. “É preciso pensar exatamente em para onde quer ir e entender quais são as exigências da função, quais competências comportamentais e técnicas a empresa exige. E aí se qualificar”.
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30/06 - Agência do trabalho oferece 67 vagas de emprego em Petrolina e Salgueiro nesta quinta-feira (30)
Os interessados nas oportunidades podem entrar em contato com a Seteq através da internet. As oportunidades são disponibilizadas pela Agência do Trabalho de Pernambuco Jorge Júnior/Rede Amazônica Foram divulgadas as vagas de emprego disponíveis nesta quinta-feira (30) em Petrolina e Salgueiro no Sertão de Pernambuco. As oportunidades são disponibilizadas pela Agência do Trabalho de Pernambuco e atualizadas no g1 Petrolina. Os interessados nas oportunidades podem entrar em contato com a Seteq através da internet. O atendimento na Agência do Trabalho, em Salgueiro, ocorre apenas com agendamento prévio, feito tanto pelo site da secretaria, quanto pelo Portal Cidadão. Petrolina Contato: (87) 3866 - 6540 Vagas disponíveis Salgueiro Contato: (87) 3871-8467 Vagas Disponíveis Vídeos: mais assistidos do Sertão de PE
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30/06 - FGTS por calamidade: moradores de municípios atingidos por chuvas podem sacar até R$ 6.220; veja lista
Veja quais municípios estão na lista, prazos e como fazer a solicitação. Barreira no Areeiro, em Camaragibe, no Grande Recife, um mês após deslizamento. Reprodução/TV Globo Quem mora em áreas que foram afetadas pelas fortes chuvas podem solicitar o saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) por calamidade. A liberação pode ser solicitada por meio do Aplicativo FGTS. É necessário possuir saldo positivo na conta do FGTS e não ter realizado saque pelo mesmo motivo em período inferior a 12 meses. O valor máximo para retirada é de R$ 6.220. FGTS: quem tem direito, quando pode sacar, qual o rendimento? Entenda FGTS: Veja o passo a passo para consultar o saldo no app Até o momento, municípios do Amapá, Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Pernambuco, Paraná, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo foram habilitados com o Saque FGTS por motivo de calamidade. O prazo para pagamentos de alguns deles, no entanto, já expirou. Confira abaixo a lista dos municípios que ainda estão no prazo para o saque: Amapá: Vitória do Jari; Espírito Santo: Bom Jesus do Norte e São Miguel da Palha. Minas Gerais: Cataguases, Mateus Leme (Portaria 993), Muriaé e Santo Antônio do Amparo. Pernambuco: Camaragibe, Jaboatão dos Guararapes, Macaparana, Recife, São José da Coroa Grande e Timbaúba. Paraná: Maripá. Rio de Janeiro: Angra dos Reis, Aperibé (Portaria 1024), Belford Roxo, Bom Jesus do Itabapoana (Portaria 894), Mesquita, Miracema, Nova Iguaçu, Paraty, Queimados e Santo Antônio de Pádua (Portaria 1053). Santa Catarina: Içara e Tubarão. A lista completa de municípios e os prazos podem ser encontrados neste link. Como fazer a solicitação Não é necessário comparecer a uma agência para dar entrada na solicitação. Ela pode ser feita pelo celular, no aplicativo FGTS, que está disponível para download gratuito nas plataformas digitais (para Android e IOS). Após o download do app FGTS e com informações de cadastro inseridas, vá na opção “Meus saques” e selecione “Outras situações de saque". Clique em "Calamidade pública” — e informe o município. Encaminhe os seguintes documentos: foto de documento de identidade (também são aceitos carteira de habilitação ou passaporte) e comprovante de residência (conta de luz, água ou outro documento recebido via correio) em nome do trabalhador emitido até 120 dias antes da decretação de calamidade. Caso o comprovante de residência esteja em nome de cônjuge ou companheiro (a), é necessário ainda enviar Certidão de Casamento ou Escritura Pública de União Estável. Depois disso, selecione no aplicativo a opção para creditar o valor em uma conta da Caixa ou de qualquer outro banco e envie a solicitação. O prazo para retorno da análise e crédito em conta, caso aprovado o saque, é de cinco dias úteis.
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30/06 - Auxílio Brasil: último lote de junho é pago nesta quinta; veja quem recebe
Neste mês, 18,15 milhões de famílias recebem o Auxílio Brasil, totalizando o investimento em R$ 7,6 bilhões. O repasse médio do auxílio recebido pelas famílias é de R$ 402 em junho. José Cruz/ Agência Brasil Os beneficiários do Auxílio Brasil com Número de Inscrição Social (NIS) final 0 recebem, nesta quinta-feira (28), a parcela referente ao mês de junho. Este é o último lote do benefício referente ao mês de junho, que começou a ser pago no dia 17. A parcela de julho do auxílio vai começar a ser paga no dia 18, de acordo com o calendário abaixo: Calendário de pagamentos do Auxílio Brasil em 2022 Economia/g1 Em junho, 18,15 milhões de famílias recebem o Auxílio Brasil, de acordo com o Ministério da Cidadania, totalizando o investimento em R$ 7,6 bilhões. O programa garante um repasse mínimo de R$ 400 a cada beneficiário. O repasse médio recebido pelas famílias é de R$ 402. De acordo com informações da Secretaria Nacional de Renda de Cidadania, o Nordeste segue como a região com maior número de beneficiários. São 8,6 milhões de famílias contempladas. Na sequência aparecem as regiões Sudeste (5,2 milhões), Norte (2,1 milhões), Sul (1,2 milhão) e Centro-Oeste (941 mil). Estudo da Confederação Nacional de Municípios (CNM) mostra que 2.788.362 famílias que atendem aos requisitos para receber o Auxílio Brasil não tiveram acesso a ele em abril deste ano. A chamada demanda reprimida teve um salto de 113% em relação a março, quando o número de famílias à espera era de 1.307.930. Ou seja, o número de 1.480.432 de famílias que se somaram à demanda reprimida em abril é maior que o total de março. LEIA TAMBÉM: Auxílio Brasil: 2,8 milhões de famílias estavam na fila de espera em abril, diz estudo da CNM Auxílio Brasil: quais são os benefícios que integram o programa e seus valores NIS: o que é e como consultar o número Auxílio Brasil X Bolsa Família: veja comparação Perguntas e respostas sobre o programa TUDO SOBRE O AUXÍLIO BRASIL O benefício é destinado a famílias em situação de extrema pobreza. Famílias em situação de pobreza também podem receber desde que tenham, entre seus membros, gestantes ou pessoas com menos de 21 anos. As famílias em situação de extrema pobreza são aquelas que possuem renda familiar mensal per capita de até R$ 105. As em situação de pobreza têm renda familiar mensal per capita entre R$ 105,01 e R$ 210. No dia 4 de maio, o Senado aprovou medida provisória (MP) que torna permanente o valor mínimo de R$ 400 para o Auxílio Brasil. Câmara aprova valor mínimo de R$ 400 no Auxílio Brasil Quem recebe Há três possibilidades para recebimento do Auxílio Brasil: Se já tinha o Bolsa Família: Auxílio Brasil será pago automaticamente Se está no CadÚnico, mas não recebia o Bolsa Família: vai para a lista de reserva Se não está no CadÚnico: é preciso buscar um Cras para registro, sem garantia de receber Clique aqui e veja como se inscrever no CadÚnico Como obter informações Por telefone: O beneficiário pode ligar no telefone 121, do Ministério da Cidadania, para saber se tem direito ao Auxílio Brasil e o valor que será pago. Também é possível obter informações sobre o benefício na Central de atendimento da Caixa, pelo telefone 111. Por aplicativos: No aplicativo Auxílio Brasil (disponível para download gratuitamente para Android e iOS), é possível fazer o login utilizando a senha do Caixa Tem. Caso não tenha, basta efetuar um cadastro. No aplicativo Caixa Tem poderão ser consultadas informações sobre o benefício, como saldo e pagamento de parcelas.
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30/06 - Imposto de Renda 2022: Receita Federal paga 2º lote de restituição nesta quinta
Segundo Receita Federal, 2º lote será pago a 4,25 milhões de contribuintes, e as restituições somam R$ 6,3 bilhões. Consulta pode ser feita pelo app da Receita Federal. Marcello Casal Jr/Agência Brasil A Receita Federal paga, nesta quinta-feira (30), o segundo lote de restituição do Imposto de Renda 2022, relativo ao ano-base 2021. Veja como fazer a consulta para saber se você está entre os contemplados ou não. Veja, mais abaixo, as datas dos lotes de restituição. Clique aqui para fazer a consulta Para este lote, está previsto o pagamento de R$ 6,3 bilhões a 4,25 milhões de contribuintes. Deste valor, R$ 2,7 bilhões serão pagos a contribuintes com prioridade legal. São eles: idosos acima de 80 anos (87.401); contribuintes entre 60 e 79 anos (675.495); contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave (48.913 ); contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério (661.831). Foram contemplados ainda 2,76 milhões de contribuintes não prioritários que entregaram a declaração até o dia 19/03/2022. Segundo a Receita, os contribuintes contemplados neste segundo lote receberão a restituição com acréscimo de 1% em relação ao valor indicado no momento da entrega da declaração. Também foram liberadas restituições de lotes residuais de anos anteriores, ou seja de contribuintes que caíram na malha fina mas depois acertaram as contas com o leão. Veja o passo a passo do extrato do IR Imposto de Renda 2022 em vídeos SAIBA TUDO SOBRE O IMPOSTO DE RENDA 2022 As consultas poderão ser feitas: na página da Receita na internet; no aplicativo da Receita para tablets e smartphones. IR 2022: Saiba como consultar lotes de restituição e veja o calendário O pagamento da restituição é realizado diretamente na conta bancária informada na declaração. Pelas regras do Imposto de Renda, o valor da restituição é atualizado pela taxa Selic acumulada a partir do mês seguinte ao prazo final de entrega da declaração até o mês anterior ao pagamento, mais 1% no mês do depósito. Atualmente, a taxa básica de juros está em 13,25% ao ano. Ou seja, a partir dos próximos lotes, a taxa Selic será também aplicada no cálculo dos valores de restituição a serem depositados. Se o crédito não for realizado (por exemplo, a conta informada foi desativada), os valores ficarão disponíveis para resgate por até 1 ano no Banco do Brasil. Neste caso, o contribuinte deve reagendar o crédito dos valores pelo Portal BB, acessando o endereço: https://www.bb.com.br/irpf, ou ligando para a Central de Relacionamento BB por meio dos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos). Malha fina O contribuinte poderá saber, ao realizar a consulta, se há ou não pendências que impeçam o pagamento da restituição, ou seja, se ele caiu na chamada "malha fina" do leão. Para saber se está na malha fina, os contribuintes também podem acessar o "extrato" do Imposto de Renda no site da Receita Federal no chamado e-CAC (Centro Virtual de Atendimento). Para acessar o extrato do IR é necessário utilizar o código de acesso gerado na própria página da Receita Federal, ou certificado digital emitido por autoridade habilitada. Veja o passo a passo do extrato do IR As restituições de declarações que apresentam inconsistência (em situação de malha) são liberadas apenas depois de corrigidas pelo cidadão, ou após o contribuinte apresentar comprovação de que sua declaração está correta. Datas dos lotes de restituição De acordo com a Receita Federal, serão disponibilizados cinco lotes de restituição neste ano, nos dias: 31 de maio; 30 de junho; 29 de julho; 31 de agosto; e 30 de setembro
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30/06 - Aneel realiza nesta quinta-feira leilão de transmissão de energia
Serão oferecidos 13 lotes para a construção e a manutenção de 5.425 quilômetros de linhas de transmissão. A expectativa é de investimentos nos empreendimentos é de R$ 15,3 bilhões. Linhas de transmissão de energia na região de Brasília. REUTERS/Ueslei Marcelino A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) realiza nesta quinta-feira (30) leilão de transmissão de energia com expectativa de R$ 15,3 bilhões em investimentos. O leilão acontece, a partir das 10h, na sede da B3, em São Paulo. Serão oferecidos 13 lotes para a construção e a manutenção de 5.425 quilômetros de linhas de transmissão e de 6.180 mega-volt-ampéres (MVA) em capacidade de transformação de subestações. As empresas vencedoras do leilão terão de concluir as obras entre 42 a 60 meses, contados da assinatura dos contratos. Já o prazo de concessão das linhas será de 30 anos. Serão erguidas linhas de transmissão nos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe. Segundo a ordem definida pela Aneel, a sessão será iniciada com os lotes 1, 2 e 3, com instalações localizadas nos estados de Minas Gerais, São Paulo e Espírito Santo. Destinados ao escoamento da energia gerada por fontes renováveis, os três possuem expectativa de investimento de R$ 12,27 bilhões. Ainda pela manhã, também serão leiloados os lotes 9, 10 e 11, nos estados de Mato Grosso, Pará, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul. No período da tarde, a partir das 13h, serão leiloados os lotes 4, 5, 6, 7, 8, 12 e 13.
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29/06 - Saiba quem é Daniella Marques, assessora próxima de Paulo Guedes e nova presidente da Caixa
Ex-presidente do banco, Pedro Guimarães caiu em meio a denúncias de assédio sexual. Daniella Marques é vista como boa articuladora com o Congresso e tem prestígio dentro do governo. Daniella Marques Consentino, braço direito de Paulo Guedes Valter Campanato/Agência Brasil O presidente Jair Bolsonaro anunciou nesta quarta-feira (29) a nomeação de Daniella Marques para o cargo de presidente da Caixa Econômica Federal. Ela assume o cargo após a demissão de Pedro Guimarães, alvo de denúncia de assédio sexual de funcionárias da instituição financeira. Próxima do ministro da Economia, Paulo Guedes, Daniella Marques tem acesso direito ao ministro e goza de prestígio dentro do governo. Ela foi chamada para discursar, por exemplo, em um evento do dia das Mulheres, no Palácio do Planalto, em março deste ano. Marques estava ao lado das então ministras Flávia Arruda, Tereza Cristina e Damares Alves, além da primeira-dama, Michelle Bolsonaro. Daniella Marques, ao lado do presidente Jair Bolsonaro, durante evento do Dia das Mulheres no Palácio do Planalto, em março Clauber Cleber Caetano/PR Por colegas da Esplanada dos Ministérios, é considerada boa negociadora nas tratativas com o Congresso Nacional. A nova presidente da Caixa atuou por anos no mercado financeiro, na área de gestão independente de fundos de investimentos, acompanhado o ministro Guedes. Foi sócia dele na Bozano Investimentos, onde atuou como Diretora de Compliance e Operações e Financeiras (COO e CFO). Ela ainda tem formação de administradora de Empresas pela PUC/RJ com MBA em Finanças pelo Ibmec. Também foi diretora-executiva da Oren Investimentos; na Mercatto Investimentos, diretora de Risco e Compliance, Sócia e Gestora de Renda Variável. Antes da nomeação, Daniella Marques estava na Secretaria Especial de Produtividade e Competitividade do Ministério da Economia, cargo que assumiu em fevereiro deste ano. Ela entrou no governo Bolsonaro no início, como chefe da Assessoria Especial de Assuntos Estratégicos do ministro Paulo Guedes, em janeiro de 2019, em equipe que na época era considerada o "dream team" da economia. Grande parte já deixou o governo. De acordo com o blog da Ana Flor, pesou na escolha de Marques também a necessidade de o governo tentar melhorar sua imagem com o eleitorado feminino, especialmente após as denúncias de assédio na Caixa. Confusão na Câmara Em abril de 2019, logo nos primeiros meses do governo Bolsonaro, o ministro Paulo Guedes foi convidado para audiência na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara sobre a reforma da Previdência. Naquele momento, Guedes protagonizou um episódio que ficou marcado no imaginário popular, quando o deputado Zeca Dirceu (PT-PR) afirmou que o ministro age como "tigrão" em relação a aposentados, idosos e pessoas com deficiência, mas como "tchutchuca" em relação à "turma mais privilegiada do nosso país". Fora do microfone, Paulo Guedes se dirigiu a Zeca Dirceu e respondeu: "Você não falte com o respeito comigo. Tchutchuca é a mãe, tchutchuca é a vó". Em meio à confusão entre Guedes e Zeca Dirceu, a deputada Maria do Rosário (PT-RS) se desentendeu com Daniella Marques, então assessora do Ministério da Economia. Marques foi levada por policiais a uma sala da Polícia Legislativa da Câmara, de onde foi posteriormente liberada ao assinar um tempo para esclarecer depois o episódio. Recentemente, Daniella Marques defendeu a redução do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI), argumentando que o objetivo seria estimular consumo e baratear produtos para a população, além de ampliar investimentos do setor privado.
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29/06 - Após demissão de Pedro Guimarães, Bolsonaro nomeia secretária da Economia para a presidência da Caixa
Economista Daniella Marques é secretária de Produtividade e Competitividade do Ministério da Economia. Substituição é motivada pelas denúncias de assédio sexual contra Guimarães. A secretária especial da Secretaria Especial de Produtividade e Competitividade, Daniella Marques, durante entrevista ao programa A Voz do Brasil. Marcello Casal JrAgência Brasil A secretária de Produtividade e Competitividade do Ministério da Economia, Daniella Marques, foi nomeada nesta quarta-feira (29) pelo presidente Jair Bolsonaro como nova presidente da Caixa Econômica Federal, em substituição a Pedro Guimarães, que pediu demissão após denúncias de assédio sexual. A exoneração de Guimarães e a nomeação de Daniella Marques foram publicadas no final da tarde em edição extra do "Diário Oficial da União". A economista Daniella Marques está no governo Bolsonaro desde o início do governo. É uma das assessoras de maior confiança do ministro Paulo Guedes, da Economia. Ela começou como chefe da Assessoria Especial de Assuntos Estratégicos, em janeiro de 2019. Da equipe original de Guedes, grande parte já deixou o governo. As denúncias contra Guimarães embasaram uma investigação do Ministério Público Federal (MPF) sobre a conduta do presidente da Caixa. Desde esta terça (28), sob a condição de anonimato, se tornaram públicos relatos de funcionárias contando ações de Guimarães contra elas. Elas contam, por exemplo, que o agora ex-presidente da Caixa as chamava para o quarto dele em hotéis durante viagens oficiais, pedindo remédios ou carregador de celular. Quando elas chegava, ele as recebia com trajes inadequados. As funcionárias relatam também abraços forçados, em que ele passava a mão por partes íntimas delas (veja mais abaixo as falas das mulheres assediadas). Denúncias de assédio A TV Globo falou com algumas funcionárias que relataram episódios de assédio que sofreram de Guimarães. "Eu considero um assédio. Foi em mais de uma ocasião. Ele tem por hábito chamar grupo de empregados para jantar com ele. Ele paga vinho para esses empregados. Não me senti confortável, mas, ao mesmo tempo, não me senti na condição de me negar a aceitar uma taça de vinho. E depois disso ele pediu que eu levasse até o quarto dele à noite um carregador de celular e ele estava com as vestes inadequadas, estava vestido de uma maneira muito informal de cueca samba canção. Quando cheguei pra entregar, ele deu um passo para trás me convidando para entrar no quarto. Eu me senti muito invadida, muito desrespeitada como mulher e como alguém que estava ali para fazer um trabalho. Já tinha falado que não era apropriado me chamar para ir ao quarto dele tão tarde e ainda me receber daquela forma. Me senti humilhada". Outra funcionária afirmou que, às vezes, o constrangimento era feito na frente de outros colegas: "Por exemplo, pedir para abraçar, pegar no pescoço, pegar na cintura, no quadril. Isso acontecia na frente de outras pessoas. E, às vezes, essas promessas eram no pé de ouvido e na frente de outras pessoas, mas de forma com que outras pessoas não ouvissem." Segundo ela, o assédio também ocorria nas viagens que o presidente da Caixa faz pelo país. "Comigo foi em viagem, nessas abordagens que ele faz pedindo, perguntando se confia, se é legal. Abraços mais fortes, me abraça direito e nesses abraços o braço escapava e tocava no seio, nas partes íntimas atrás, era dessa forma." Outra funcionária afirma que o presidente da Caixa era insistente. "Eu só fingi que estava bebendo o vinho e tudo e aí ele ele começou a fazer umas brincadeiras. Aí na hora de pagar a conta pediu um abraço. Aí falou: 'Ah'. Eu tentei manter a distância. 'Ah, um abraço maior'. Eu fiquei muito sem graça, que eu já vi que ele já, né? A gente já sabe da fama. Eu sabia da fama dele já, então eu me reservei o máximo possível. E aí ele: 'não, mas abraça direito. Abraça direito, porque é... você não gosta de mim'. Aí na hora que ele, na terceira vez que ele fez eu abraçar ele, ele passou a mão na minha bunda." Algumas dessas mulheres dizem que simplesmente desistiram de usar o canal de denúncias oferecido pela Caixa. Elas afirmam que souberam de outros casos que não teriam sido levados adiante e contam que as vítimas até sofreram retaliações. Proximidade com Bolsonaro Agora ex-presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães era um dos poucos nomes ainda na equipe econômica desde o início do governo Jair Bolsonaro. Guimarães chegou ao governo por ser próximo tanto de Bolsonaro como do ministro da Economia, Paulo Guedes. Antes de aceitar o cargo, era um dos sócios do banco de investimentos Brasil Plural. Também entrou na administração Bolsonaro creditado por ter um perfil liberal. Assessorou, por exemplo, a privatização do Banespa, antigo banco estadual do estado de São Paulo. Antes da campanha presidencial de 2018, ficou próximo de Bolsonaro ao levá-lo para um giro pelos Estados Unidos para conversas com investidores estrangeiros em outubro de 2017 e por ser um dos primeiros integrantes do mercado financeiro a apostar na candidatura do então deputado federal, como mostrou o blog da Julia Duailibi. Guimarães também trabalhou com Paulo Guedes no banco BTG Pactual no período em que o ministro da Economia era sócio da instituição. Na administração Bolsonaro, Guimarães ganhou destaque durante a pandemia do coronavírus. A Caixa Econômica Federal teve papel relevante na execução do Auxílio Emergencial, e, mais recentemente, no pagamento do Auxílio Brasil — programa social que substituiu o Bolsa Família. Em um dos momentos mais controversos da sua administração, Guimarães colocou funcionários do banco para fazer flexões durante um evento de fim de ano da instituição em um hotel em Atibaia, no interior de São Paulo (veja o vídeo abaixo). Presidente da Caixa coloca funcionários para fazer flexões em evento em Atibaia, SP As imagens viralizaram na internet, geraram repercussão negativa e provocaram reação de entidades de classe, como o Sindicato dos Bancários de São Paulo, que classificou a prática como assédio moral. Em outra polêmica, a Procuradoria da República no Distrito Federal decidiu investigar Guimarães por suposta pressão política sobre a Federação Brasileira de Bancos (Febraban). Em agosto do ano passado, a federação elaborou um texto com demais entidades de classe em que pedia "harmonia e colaboração" entre os poderes da República. Antes de o manifesto ter sido divulgado, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil ameaçaram sair da Febraban, porque viram no texto um ataque político à gestão do presidente Jair Bolsonaro. À época, o procurador Anselmo Cordeiro citou reportagens segundo as quais o movimento dos dois bancos públicos foi coordenado por Guimarães. Os números da gestão Um dos motores da Caixa Econômica Federal na gestão Guimarães foi o crédito imobiliário — nos últimos três anos, alcançou R$ 400 bilhões. Só no primeiro trimestre deste ano a contratação somou R$ 34,4 bilhões, aumento de 17,8% em relação aos três primeiros meses de 2021. Também neste primeiro trimestre, o banco reportou lucro líquido contábil consolidado de R$ 2,5 bilhões, o que representa uma queda de 44,5% na comparação com os três primeiros meses do ano passado, quando chegou a R$ 4,6 bilhões.
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29/06 - Com alta no volume de passageiros, Viracopos abre mais quatro pontes de embarque e entrega pista reformada
Concessionária investiu R$ 66 milhões em melhorias e, com aumento na movimentação, inaugura novas estruturas nesta sexta-feira (1º). Passageiros no Aeroporto de Viracopos, Campinas Aeroportos Brasil Viracopos Depois de ultrapassar a marca de 1 milhão de passageiros em maio, e com expectativa de aumento na movimentação no 2º semestre de 2022, o Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), anunciou a abertura, a partir desta sexta-feira (1º), de mais quatro pontes de embarque e desembarque. Além disso, a concessionária que administra o terminal reformou a pavimentação da pista de pousos e decolagens e de uma das pistas de taxiamento de aeronaves. O investimento total em obras foi de R$ 66 milhões, sendo R$ 16 milhões empregados nas pitas. A entrega das novas estruturas de embarque e desembarque, junto com ampliações realizadas dentro do terminal de passageiros, se juntam a outros cinco portões inaugurados em 2021, e totalizam 28 em operação. Das quatro novas pontes de embarque e desembarque, duas serão destinadas aos voos domésticos e as outras duas serão híbridas, ou seja, podem ser usadas em voos domésticos ou internacionais. Já o trabalho de restauração de 77 mil m² dos pavimentos da pista de pousos e decolagens e de uma estrutura de taxiamento foi realizado ao longo dos últimos três meses, sempre durante a madrugada, de acordo com organização realizada com as companhias aéreas. Movimento de passageiros em 2022 Janeiro: 888.322 Fevereiro: 777.974 Março: 962.194 Abril: 963.354 Maio: 1.018.456 O número de pessoas que embarcaram, desembarcaram ou utilizaram o terminal em conexões em maio de 2022 é o maior para um único mês em todo o período da concessão. O recorde anterior era de dezembro de 2021, com 1.017.188 passageiros. Praça de alimentação A concessionária informou que prevê entregar em novembro de 2022 a ampliação da praça de alimentação com novos restaurantes - são previstas pelo menos cinco operações - e a instalação de mesas e cadeiras no piso de desembarque que passará a ter conexão com o piso de embarque com a implementação de novas escadas rolantes no mesmo período. Área do Aeroporto de Viracopos, em Campinas Fernanda Sunega / PMC Processo de relicitação Os anúncios de investimentos e ampliação em Viracopos ocorrem em meio ao processo de reliciotação do terminal pelo governo federal - o terminal foi o primeiro do Brasil a solicitar devolução da concessão. Durante o mês de junho, o Tribunal de Contas da União (TCU) solicitou à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) um cálculo de indenização para que a relicitação do Aeroporto Internacional de Viracopos possa avançar na corte e o edital do leilão seja publicado. A decisão foi do ministro relator do processo no órgão, Vital do Rêgo, que retirou o objeto da pauta da sessão para votar o processo por conta desta pendência. A informação foi confirmada pelo Ministério da Infraestutura e pela própria Anac. Ao g1, a agência informou que, após recebimento do ofício, começou a trabalhar no pedido, "de modo que as informações serão encaminhadas ao tribunal de contas dentro do prazo previsto". No dia 14 de junho, o governo federal publicou uma resolução que prorroga em dois anos o processo de relicitação de Viracopos. Entenda a nova licitação de Viracopos em 4 pontos Anteriormente, a União tinha a expectativa de realizar o novo leilão do aeroporto entre julho e setembro. Apesar da prorrogação do prazo, que está prevista na lei de relicitações, regulamentada em 2019, e o pedido do TCU à Anac, o Ministério da Infraestrutura informou que espera a concorrência "ainda para este ano", mas não garantiu a realização no terceiro trimestre, como era a previsão. O cálculo da indenização solicitado pelo TCU à Anac define o valor que será pago ao atual concessionário e quem vai fazer esse acerto. Ele é o grande impasse colocado pela Aeroportos Brasil Viracopos, que administra a estrutura, durante o processo de relicitação. Por isso, a empresa se apega a um decreto de arbitragem, ou seja, uma medida extrajudicial independente para definir regras sobre as indenizações pelos investimentos realizados, além de descumprimentos de contrato pelo governo federal, segundo a concessionária. A concessão da Aeroportos Brasil, assinada em 2012, tinha duração de 30 anos. Em nota, a Aeroportos Brasil afirmou que a prorrogação do prazo do processo de relicitação é importante para que o processo de arbitragem possa chegar aos termos e valores justos e seja cumprido o direito da concessionária em "receber toda a indenização antes de deixar o ativo". Entre as sugestões protocoladas durante a consulta pública colocada pela Anac antes do edital do novo leilão ir ao TCU, está justamente o pagamento da indenização. De acordo com a agência, o início do novo contrato é condicionado a esse acerto e, havendo diferença entre o lance apresentado pelo proponente vencedor e o valor dos bens reversíveis devido à atual concessionária, o aporte do novo administrador só poderá ser concretizado após o pagamento da indenização pelo poder público. A relicitação (novo leilão) é a esperança da atual concessionária, que administra a estrutura desde 2012, para solucionar a crise econômica que gerou uma dívida de R$ 2,88 bilhões. O terminal foi o primeiro do Brasil a solicitar a devolução da concessão. Estudos de viabilidade De acordo com os estudos de viabilidade, o novo contrato para administração de Viracopos terá duração de 30 anos, investimentos de R$ 4,2 bilhões, valor total de R$ 13,4 bilhões, construção de segunda pista e o fim das necessidades de desapropriações de áreas para que o complexo aeroportuário seja expandido. O g1 explicou as principais mudanças em quatro pontos principais. Veja aqui. A relicitação O último plano de recuperação judicial do aeroporto foi protocolado à Justiça no dia 12 de dezembro de 2019. Desta data até o dia da aprovação, em fevereiro de 2020, Viracopos e os principais credores, entre eles a Anac e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), se reuniram para tentar chegar a um acordo e definiram que a proposta seria votada na assembleia desde que Viracopos aceitasse a relicitação. Depois de aceita em assembleia, a recuperação judicial de Viracopos foi encerrada pela Justiça no dia 10 de dezembro de 2020. A partir disso, começou o processo de relicitação. A concessionária já havia sinalizado a intenção de devolver a concessão em julho de 2017, mas emperrou na lei 13.448/2017, que regulamenta as relicitações de concessões aeroportuárias, ferroviárias e rodoviários do Brasil e só teve o decreto publicado em agosto de 2019. A crise de Viracopos A crise de Viracopos se agravou na metade de 2017, quando manifestou o interesse da relicitação, mas, por conta da não regulamentação da lei, apostou na recuperação judicial para solucionar a crise. A Aeroportos Brasil protocolou o pedido em 7 de maio de 2018 na 8ª Vara Cível de Campinas. Viracopos também foi o primeiro aeroporto do Brasil a pedir recuperação. O aeroporto sempre brigou por reequilíbrios no contrato de concessão por parte da Anac. De acordo com a concessionária, a agência descumpriu itens que contribuíram para a perda de receita da estrutura. Entre os pedidos de Viracopos, estão o valor de reposição das cargas em perdimento - que entram no terminal e ficam paradas por algum motivo -, além da desapropriação de áreas para construção de empreendimentos imobiliários, um dos principais motivos apontados pela concessionária para a crise financeira, e um desacordo no preço da tarifa teca-teca, que é a valorização de cargas internacionais que chegam no aeroporto e vão para outros terminais. A Infraero detém 49% das ações de Viracopos. Os outros 51% são divididos entre a UTC Participações (48,12%), Triunfo Participações (48,12%) e Egis (3,76%), que formam a concessionária. Os investimentos realizados pela Infraero correspondem a R$ 777,3 milhões. Vista aérea do Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas Ricardo Lima/Divulgação VÍDEOS: saiba tudo sobre Campinas e Região Veja mais notícias da região no G1 Campinas
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29/06 - ‘Trajetória fiscal está mantida’ mesmo com PEC dos Combustíveis, diz secretário do Tesouro
Paulo Valle estimou que governo receberá mais R$ 55,4 bilhões não previstos no Orçamento, que seriam suficientes para cobrir custo de R$ 55,5 bilhões da desoneração da gasolina e do pacote social. O secretário do Tesouro Nacional, Paulo Valle, disse nesta quarta-feira (29) que a trajetória fiscal do país está mantida mesmo com as novas medidas incluídas pelo senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos Combustíveis. Relator do texto, o senador propôs um pacote social de R$ 38,7 bilhões que inclui uma elevação de R$ 200 no Auxílio Brasil, a criação de um “voucher” para caminhoneiros, uma ampliação do Auxílio-Gás, um benefício fiscal para o etanol, e uma compensação para estados garantirem a gratuidade do transporte público aos idosos. A proposta também inclui a desoneração do PIS e da Cofins — contribuições federais — sobre a gasolina, o que, segundo Valle, provocará uma renúncia de mais R$ 16,8 bilhões aos cofres do governo. Somadas, as despesas com a PEC chegam a R$ 55,5 bilhões. Ainda segundo o secretário, o Tesouro receberá esse ano R$ 55,4 bilhões em receitas novas, para além das que já estão previstas no Orçamento. Na avaliação do secretário, essas receitas serão suficientes para cobrir o custo extra trazido pela PEC. “Está equivalente, tendo receitas extraordinárias que financiam essas despesas extraordinárias. Então a trajetória fiscal de maio se mantém exatamente aquela”, afirmou. Saldo negativo Em maio, o Ministério da Economia publicou o Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas primárias do segundo bimestre. No documento, a pasta passou a prever que o governo federal terminará o ano com um saldo negativo de R$ 65 bilhões – valor inferior aos R$ 170 bilhões previstos na meta fiscal para 2022. Ao citar o relatório de maio, Valle afirma que mesmo com a PEC o ministério confia que o déficit do governo não será superior aos R$ 65 bilhões divulgados no mês passado. Para além das receitas já previstas no relatório de maio, o Ministério da Economia espera receber mais R$ 55,4 bilhões em receitas chamadas de “extraordinárias”, divididas em: R$ 26,6 bilhões pela privatização da Eletrobras; Ao menos R$ 10 bilhões em dividendos extras da Petrobras no segundo trimestre; R$ 18,8 bilhões de dividendos a mais do BNDES referentes a 2020 e 2021. De acordo com Valle, a diretriz definida pelo ministro Paulo Guedes à equipe econômica era tentar garantir que o custo adicional da PEC se limitasse às receitas que surgissem após o relatório de maio. Por fim, o secretário espera que a volatilidade no mercado financeiro diminuirá após a aprovação da PEC dos Combustíveis, como teria acontecido após o Congresso concluir a votação da PEC dos Precatórios. "Alterar a Constituição em ano eleitoral sempre traz bastante ruído, mas é razoável entender que, passada a PEC, os mercados vão entender, a sociedade vai entender que a gente continua com o compromisso de consolidação fiscal", afirmou. Temor de limitação eleitoral A legislação eleitoral impede a criação de novos benefícios sociais em ano eleitoral. Entretanto, a lei deixa uma brecha em caso de calamidade pública ou emergência. Para tentar driblar a limitação eleitoral, Bezerra incluiu na PEC a previsão de ser decretado estado de emergência no país. Questionado sobre o temor de técnicos sobre possíveis reprovações futuras do Tribunal de Contas da União (TCU), o secretário do Tesouro Nacional afirmou que o fato de a Constituição passar a prever o estado de emergência dá as condições de a equipe técnica adotar as providências para colocar as medidas sociais em prática. "O técnico vai precisar qualificar muito bem os requisitos de imprevisibilidade, urgência e relevância [dessas despesas]. Agora, o fato de estar em uma PEC, que é o documento maior do nosso país, já endereça boa parte desses requisitos exigidos [para editar créditos extraordinários]", afirmou.
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29/06 - Governo anuncia Plano Safra 2022/23 com R$ 340,8 bilhões para pequenos, médios e grandes produtores rurais
O valor reflete um aumento de 36% em relação ao Plano anterior. Governo anuncia Plano Safra 2022/23 com R$ 340,8 bilhões para pequenos, médios e grandes produtores rurais. Divulgação/Ascom Seagri O Ministério da Agricultura divulgou nesta quarta-feira (29) a liberação de R$ 340,88 bilhões para pequenos, médios e grandes produtores rurais, no âmbito do Plano Safra 2022/2023. A nova fase do programa vai até junho do próximo ano e o valor representa um aumento de 36% em relação ao plano anterior. A distribuição dos recursos ficou assim: Custeio e comercialização: R$ 246,28 bilhões (+39% em relação ao ano anterior); Investimentos: R$ 94,6 bilhões serão para investimentos (+29%). Os recursos com juros controlados – fixados no momento do empréstimo – somam R$ 195,7 bilhões (alta de 18%) e, os com juros livres, R$ 145,18 bilhões (alta de 69%). Já o montante de recursos equalizados cresceu 31%, chegando a R$ 115,8 bilhões na próxima safra. Pequenos e médios Os recursos para os pequenos produtores rurais tiveram um acréscimo de 36%. Serão destinados R$ 53,61 bilhões para financiamento pelo Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), com juros de 5% ao ano (para produção de alimentos e produtos da sociobiodiversidade) e 6% ao ano (para os demais produtos). Para o médio produtor, no âmbito do Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp), foram disponibilizados R$ 43,75 bilhões, um aumento de 28% em relação à safra passada, com juros de 8% ao ano. Para os demais produtores e cooperativas, o total disponibilizado chega a R$ 243,4 bilhões, com taxas de juros de 12% ao ano. Os produtores rurais também podem optar pela contratação de financiamento de investimento a taxas de juros pós-fixadas. Os recursos disponibilizados no âmbito do Pronaf e do Pronamp são todos com taxas de juros controladas. Plano ABC O Programa ABC, que financia práticas agropecuárias que visam reduzir a emissão de poluentes, contará com R$ 6,19 bilhões. No ano passado, foram disponibilizados R$ 5,05 bilhões. Plano ABC+: entenda metas do agro para reduzir emissão de poluentes até 2030 As taxas de juros serão de 7% ao ano para ações de recomposição de reserva legal e áreas de proteção permanente e de 8,5% para as demais.
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29/06 - Bolsonaro diz a empresários na CNI que, se reeleito, eles indicarão o ministro da Indústria e Comércio
Presidente fez promessa durante evento em que a Confederação Nacional da Indústria reúne industriais para ouvir propostas dos pré-candidatos à Presidência. O presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou nesta quarta-feira (29) a industriais que, se reeleito, eles indicarão o ministro de Indústria e Comércio. Ele já havia prometido a recriação desse ministério durante evento da Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg) em Belo Horizonte, no final de maio. A declaração do presidente nesta quarta-feira foi dada durante pronunciamento em evento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) no qual os pré-candidatos à Presidência da República dialogaram com empresários do setor industrial. Segundo a organização, havia cerca de 1,5 mil empresários na plateia. "O Paulo Guedes pegou uma missão enorme, um adensamento de mais quatro ministérios. Já separamos o Trabalho e Previdência de um lado e pretendemos, conforme foi sugerido na Fiemg há dois meses, em havendo uma reeleição, recriar o Indústria e Comércio, cujo ministro seria indicado pelos senhores, com o perfil dos senhores, para exatamente ter liberdade para trabalhar", disse o presidente nesta quarta. Na campanha à presidência em 2018, Bolsonaro tinha prometido 15 ministérios. No ano seguinte, o governo começou com 22 e agora tem 23. 'Mudança de cor' do Brasil Durante sua fala no evento da CNI, Bolsonaro afirmou que o Brasil "pode mudar de cor", fazendo referência a uma possível vitória de um candidato de esquerda nas eleições de outubro. "Os Estados Unidos não podem ficar isolados neste contexto. Estamos vendo o que aconteceu com a Venezuela. O que está acontecendo com a nossa querida Argentina, em especial na questão econômica. No Chile, que era redondinho, arrumadinho, também, tendo em vista as escolhas. A nossa Colômbia agora também. E o Brasil, com uma ameaça de mudar de cor. E nós sabemos que essa mudança de cor não deu certo em lugar nenhum do mundo", disse. O presidente afirmou que espera que os Estados Unidos invistam mais no Brasil como uma forma de frear o crescimento dos aportes de empresas da China no país. "Como, por exemplo São Paulo, grande parte foi privatizado para empresas chinesas. O que eu falei com ele e que é um recado para o mundo é que nós gostaríamos de investimentos dos EUA em nosso país", declarou Bolsonaro.
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29/06 - Oi diz que recuperação judicial deve ser concluída em ‘poucas semanas’
Companhia entrou em recuperação em 2016, com dívidas de R$ 65,4 bilhões; em 2020, a Justiça aprovou a divisão dos ativos, que foram colocadas à venda, entre eles o serviço de operação móvel. Oi Reprodução/TV Globo Diretor de estratégia e experiência do cliente da Oi, Rogério Takayanagi disse nessa quarta-feira (29), durante a apresentação dos resultados do primeiro trimestre de 2022, que o processo de recuperação judicial da empresa, o maior da história do país, deve terminar em “poucas semanas”. O executivo ressaltou que a administradora da recuperação judicial, o escritório Wald Advogados, entregou o relatório final pedido pelo juiz do processo, contendo um quadro atualizado dos credores da companhia. O documento foi entregue na noite de segunda-feira (27), ao juiz Fernando Cesar Ferreira Viana, da 7ª Vara Empresarial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ). Agora, o processo passará pelos trâmites legais do TJ, até que o juiz se manifeste sobre o caso e elabore uma sentença. As demonstrações financeiras do primeiro trimestre da Oi não registraram nenhuma ressalva do auditor, mas o parecer da consultoria PwC manteve a incerteza da continuidade operacional da empresa por conta do processo de recuperação judicial, iniciado para reverter as condições que geravam prejuízo à operadora de telefonia. É cliente da Oi? Veja como a venda da empresa pode impactar sua vida Anatel autoriza venda da Oi Móvel para consórcio formado por Claro, Tim e Vivo Pedido de recuperação da Oi é o maior da história do Brasil; veja lista O prazo inicial para o fim da recuperação judicial era 4 de outubro de 2021, mas a Justiça prorrogou a conclusão para 31 de março de 2022. Nesta data, Vianna publicou despacho dando 60 dias para o administrador judicial apresentar novo quadro geral de credores, mostrando a situação atual dos acordos para pagamentos das dívidas da empresa. A Oi entrou em recuperação em 2016, com dívidas de R$ 65,4 bilhões. Em 2020, a Justiça aprovou a divisão dos ativos da companhia em cinco Unidades Produtivas Isoladas (UPIs), colocadas à venda, entre elas o serviço de operação móvel. A conclusão de todo o processo é vista pela empresa como essencial para a reformulação e diminuição da complexidade da empresa, com foco na expansão da fibra e negócios digitais.
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29/06 - Contas do governo registram rombo de R$ 39,4 bi em maio, mas saldo positivo melhora na parcial do ano
Números foram divulgados nesta quarta-feira pela Secretaria do Tesouro Nacional. No acumulado do ano, superávit registrado foi o melhor para o período em nove anos. A Secretaria do Tesouro Nacional informou nesta quarta-feira (29) que as contas do governo federal registraram déficit primário de R$ 39,4 bilhões em maio. O déficit primário acontece quando a arrecadação com tributos fica abaixo dos gastos do governo (sem considerar o pagamento de juros da dívida pública). Quando as receitas superam as despesas, o resultado é de superávit primário. Esse foi o maior rombo nas contas do governo para meses de maio desde 2020, momento em que a pandemia da Covid-19 impactou fortemente o resultado e foi registrado um déficit de R$ 152,9 bilhões (valor corrigido pela inflação). A série histórica do Tesouro tem início em 1997. No mesmo mês do ano passado, segundo o Tesouro, as contas do governo registraram resultado negativo de R$ 23,4 bilhões (valor também atualizado pelo IPCA). O déficit nas contas do governo em maio aconteceu apesar da boa arrecadação de tributos, que somou R$ 165 bilhões no maior valor para o mês em 28 anos. Décimo terceiro de aposentados De acordo com o Tesouro Nacional, o resultado de maio sofre influência, entre outros fatores, do aumento de R$ 20,7 bilhões no pagamento de benefícios previdenciários, explicado pela antecipação em um mês do calendário de pagamento do 13º salário de aposentados e pensionistas em 2022. Em 2021, de acordo com a instituição, houve pagamento de R$ 6,5 bilhões, R$ 28 bilhões e R$ 21,6 bilhões em maio, junho e julho, respectivamente, no décimo terceiro de aposentados. Em 2022, os valores começaram a ser pagos em abril, e somaram R$ 6,4 bilhões naquele mês, e R$ 28,2 bilhões em abril e maio. Parcial do ano e meta fiscal Ainda segundo o Tesouro Nacional, no acumulado dos cinco primeiros meses deste ano, as contas do governo registraram superávit primário de R$ 39,2 bilhões. Em valores corrigidos pela inflação, o saldo positivo de janeiro a maio somou R$ 41,8 bilhões. Este foi o maior resultado para este período 2013, quando houve superávit de R$ 54,9 bilhões. No mesmo período do ano passado, foi registrado resultado positivo de R$ 23,4 bilhões (valor corrigido pela inflação). Para o ano de 2022, o governo está autorizado a registrar déficit primário de até R$ 170,5 bilhões, conforme a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). Receitas e despesas De acordo com o Tesouro Nacional, as receitas líquidas, ou seja, após as transferências aos estados e municípios, somaram R$ 748,4 bilhões nos cinco primeiros meses deste ano, com alta real de 8,4% na comparação com o mesmo período do ano passado. Ao mesmo tempo, ainda de acordo com números oficiais, as despesas totais somaram R$ 709,2 bilhões no mesmo período, com crescimento de 5,9% contra janeiro a maio de 2021. Do lado das despesas, as principais variações foram: Aumento nos pagamentos dos benefícios previdenciários (+R$ 27,2 bilhões), em razão da antecipação do calendário do 13º salário de aposentados e pensionistas; Alta nas despesas obrigatórias (+R$ 26,4 bilhões), com destaque para o aumento de R$ 25,4 bilhões no Bolsa Família e Auxílio Brasil; Crescimento no abono salarial e seguro-desemprego (+R$ 11,0 bilhões), explicados pela concentração do pagamento de Abono Salarial nos meses de fevereiro e março de 2022; Queda nas despesas de Pessoal e Encargos Sociais (-R$ 11,8 bilhões). Recuo nos créditos extraordinários (R$ 27,2 bilhões), em larga medida influenciado pelo menor pagamento de despesas associadas ao combate à Covid-19.
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29/06 - TCU aprova com ressalvas pelo terceiro ano seguido contas do governo Bolsonaro
Ministros acompanharam voto do relator, Aroldo Cedraz. Concluída votação no tribunal sobre contas de 2021, parecer será enviado para o Congresso, ao qual cabe palavra final sobre o tema. O Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou nesta quarta-feira (29) com ressalvas as contas de 2021 do governo Jair Bolsonaro. A decisão foi unânime, e os ministros acompanharam o voto do relator, Aroldo Cedraz. O ministro seguiu o entendimento da área técnica do tribunal, segundo o qual houve distorções em informações prestadas pelo governo. Agora, com a aprovação das contas pelo TCU, o parecer será enviado ao Congresso Nacional, ao qual cabe a palavra final sobre o tema. Este é o terceiro ano seguido em que o TCU aprova com ressalvas as contas do governo Bolsonaro (leia detalhes mais abaixo). As ressalvas Os ministros concluíram que as impropriedades encontradas na prestação de contas não comprometeram o conjunto da execução orçamentária. Entre as irregularidades encontradas, estão: cancelamento de despesas obrigatórias (R$ 7,4 bilhões) para ampliação das emendas de relator, conhecidas como "orçamento secreto"; uso de R$ 12,2 bilhões de recursos vinculados à seguridade social (Previdência) na Educação, sendo R$ 9,6 bilhões para pagamento de servidores e empregados ativos que integram o quadro do Ministério da Educação. Ao final, o TCU emitiu recomendações e alertas ao governo para correção das impropriedades e irregularidades encontradas. Votos dos ministros Saiba como votaram os ministros do TCU: Aroldo Cedraz, relator do processo: apresentou parecer pela aprovação com ressalvas. Criticou a decisão de aumentar a verba das emendas de relator, conhecidas como "orçamento secreto", o que resultou, segundo o relator, na redução do orçamento da União destinado a pagar despesas obrigatórias (R$ 7,4 bilhões) e discricionárias (custeio e investimento da máquina pública). Também criticou a falta de critérios objetivos para distribuição dessas emendas. E criticou a destinação, reincidente, de R$ 12,2 bilhões da Previdência para custear ações da educação. Walton Alencar Rodrigues: Destacou a melhora do resultado das contas do governo, mas se disse preocupado com o crescimento das despesas com a Previdência dos servidores públicos federais, com o regime geral de Previdência Social e com o sistema de proteção (aposentadoria) dos militares. O crescimento dessas despesas, segundo o ministro, compromete a capacidade de investimento público e a própria sustentabilidade dos regimes. Benjamin Zymler: Destacou a melhora das contas do governo e a queda da renda per capita da população brasileira. Também fez críticas às métricas adotadas pelo governo para acompanhamento de políticas públicas. Sobre as emendas de relator, disse que são "atípicas", mas que o tema está em análise no Supremo Tribunal Federal; Vital do Rêgo: Lamentou o aumento da pobreza. Afirmou que a melhora das contas públicas não se sustentará, pois foi influenciada pelo aumento do preço das commodities. Lamentou as mais de 600 mil mortes por Covid-19 e criticou a atuação do governo na pandemia. Disse que as ações adotadas eram antagônicas, custando vida e recursos públicos; Jorge Oliveira: Destacou que o país destinou quase R$ 800 bilhões entre 2020 e 2021 para enfrentamento da pandemia e suas consequências econômicas, sem desrespeito às regras fiscais. Reconheceu que parcela importante da população perdeu renda, o que exigirá atuação do governo. Antônio Anastasia: Criticou o não atendimento dos critérios legais para concessão ou ampliação de benefícios tributários. Augusto Sherman (substituto): Elogiou as ações emergenciais adotadas pelo governo durante a pandemia, como o Auxílio Brasil e a destinação de recursos a estados e municípios. Disse que espera que as ações do governo se intensifiquem, especialmente às destinadas ao mercado de trabalho. Marcos Bemquerer (substituto): Também criticou o não atendimento de requisitos legais para concessão ou ampliação de benefícios tributários e demonstrou preocupação com o aumento da renúncia de receita. Os ministros titulares Augusto Nardes e Bruno Dantas não votaram porque não participaram da sessão. Terceiro ano com ressalvas Este é o terceiro ano seguido em que o TCU aprova com ressalvas as contas do governo Bolsonaro. Isso porque: Em 2019: o TCU aprovou as contas do governo com 14 ressalvas (sete irregularidades; seis impropriedades; e uma distorção de valor). Em 2020: O TCU aprovou as contas do governo com 28 ressalvas (duas irregularidades; três impropriedades; e 23 distorções). Como funciona O TCU faz anualmente uma análise técnico-jurídica das contas do presidente da República e verifica se foram respeitadas, nos gastos públicos, as principais regras fiscais e orçamentárias, como o teto de gastos e a aplicação mínima constitucional de recursos na saúde e educação. O tribunal também analisa a execução das emendas parlamentares, as despesas com pessoal e Previdência Social, as informações sobre as empresas estatais federais e as metas e prioridades do governo, entre outros itens. Ao final, o TCU emite um relatório e parecer prévio com as conclusões e encaminha os documentos ao Congresso Nacional para que faça o julgamento final das contas do presidente.
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29/06 - Pedro Guimarães, acusado de assédio sexual, é aliado próximo de Bolsonaro
Executivo pediu demissão após denúncias de várias funcionárias. Ele comandava o banco desde 2019, gostava de aparecer ao lado do presidente e protagonizou momentos polêmicos. Quem é Pedro Guimarães, acusado de assédio sexual na Caixa Pedro Guimarães pediu demissão da presidência da Caixa após ser acusado de assédio sexual por funcionárias do banco. O executivo é um dos aliados mais próximos de Jair Bolsonaro no governo e estava no cargo desde o início do mandato do presidente, em 2019. Guimarães chegou ao governo por ser próximo tanto de Bolsonaro quanto do ministro da Economia, Paulo Guedes. Antes de aceitar o cargo, era um dos sócios do banco de investimentos Brasil Plural. Também entrou na administração Bolsonaro creditado por ter um perfil liberal. Assessorou, por exemplo, a privatização do Banespa, antigo banco estadual do estado de São Paulo. Antes da campanha presidencial de 2018, ficou próximo de Bolsonaro ao levá-lo para um giro pelos Estados Unidos para conversas com investidores estrangeiros em outubro de 2017 e por ser um dos primeiros integrantes do mercado financeiro a apostar na candidatura do então deputado federal, como mostrou o blog da Julia Duailibi. O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, e o presidente Jair Bolsonaro em imagem de maio de 2019 Isac Nóbrega/PR Guimarães também trabalhou com Paulo Guedes no banco BTG Pactual no período em que o ministro da Economia era sócio da instituição. Na administração Bolsonaro, Guimarães ganhou destaque durante a pandemia do coronavírus. A Caixa Econômica Federal teve papel relevante na execução do Auxílio Emergencial, e, mais recentemente, no pagamento do Auxílio Brasil — programa social que substituiu o Bolsa Família. Pedro Guimarães, à esquerda, ao lado de ministros e do presidente Jair Bolsonaro durante viagem a NY, em 2021 Reprodução Em um dos momentos mais controversos da sua administração, Guimarães colocou funcionários do banco para fazer flexões durante um evento de fim de ano da instituição em um hotel em Atibaia, no interior de São Paulo (veja o vídeo abaixo). Presidente da Caixa coloca funcionários para fazer flexões em evento em Atibaia, SP As imagens viralizaram na internet, geraram repercussão negativa e provocaram reação de entidades de classe, como o Sindicato dos Bancários de São Paulo, que classificou a prática como assédio moral. Em outra polêmica, a Procuradoria da República no Distrito Federal decidiu investigar Guimarães por suposta pressão política sobre a Federação Brasileira de Bancos (Febraban). Em agosto do ano passado, a federação elaborou um texto com demais entidades de classe em que pedia "harmonia e colaboração" entre os poderes da República. Antes de o manifesto ter sido divulgado, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil ameaçaram sair da Febraban, porque viram no texto um ataque político à gestão do presidente Jair Bolsonaro. À época, o procurador Anselmo Cordeiro citou reportagens segundo as quais o movimento dos dois bancos públicos foi coordenado por Guimarães. Com frequência, Guimarães participava das lives semanais de Bolsonaro Reprodução O ex-presidente da Caixa gostava de postar fotos com Bolsonaro em suas redes sociais Reprodução Investigação Denúncias de funcionárias embasaram uma investigação do Ministério Público Federal (MPF) sobre a conduta de Guimarães. Desde esta terça (28), sob a condição de anonimato, se tornaram públicos relatos de funcionárias contando ações de Guimarães contra elas. Elas contam, por exemplo, que o agora ex-presidente da Caixa as chamava para o quarto dele em hotéis durante viagens oficiais, pedindo remédios ou carregador de celular. Quando elas chegava, ele as recebia com trajes inadequados. As funcionárias relatam também abraços forçados, em que ele passava a mão por partes íntimas delas (veja mais abaixo as falas das mulheres assediadas). Relatos de assédio A TV Globo falou com algumas funcionárias que relataram episódios de assédio que sofreram de Guimarães. "Eu considero um assédio. Foi em mais de uma ocasião. Ele tem por hábito chamar grupo de empregados para jantar com ele. Ele paga vinho para esses empregados. Não me senti confortável, mas, ao mesmo tempo, não me senti na condição de me negar a aceitar uma taça de vinho. E depois disso ele pediu que eu levasse até o quarto dele à noite um carregador de celular e ele estava com as vestes inadequadas, estava vestido de uma maneira muito informal de cueca samba canção. Quando cheguei pra entregar, ele deu um passo para trás me convidando para entrar no quarto. Eu me senti muito invadida, muito desrespeitada como mulher e como alguém que estava ali para fazer um trabalho. Já tinha falado que não era apropriado me chamar para ir ao quarto dele tão tarde e ainda me receber daquela forma. Me senti humilhada". Outra funcionária afirmou que, às vezes, o constrangimento era feito na frente de outros colegas: "Por exemplo, pedir para abraçar, pegar no pescoço, pegar na cintura, no quadril. Isso acontecia na frente de outras pessoas. E, às vezes, essas promessas eram no pé de ouvido e na frente de outras pessoas, mas de forma com que outras pessoas não ouvissem." Segundo ela, o assédio também ocorria nas viagens que o presidente da Caixa faz pelo país. "Comigo foi em viagem, nessas abordagens que ele faz pedindo, perguntando se confia, se é legal. Abraços mais fortes, me abraça direito e nesses abraços o braço escapava e tocava no seio, nas partes íntimas atrás, era dessa forma." Outra funcionária afirma que o presidente da Caixa era insistente. "Eu só fingi que estava bebendo o vinho e tudo e aí ele ele começou a fazer umas brincadeiras. Aí na hora de pagar a conta pediu um abraço. Aí falou: 'Ah'. Eu tentei manter a distância. 'Ah, um abraço maior'. Eu fiquei muito sem graça, que eu já vi que ele já, né? A gente já sabe da fama. Eu sabia da fama dele já, então eu me reservei o máximo possível. E aí ele: 'não, mas abraça direito. Abraça direito, porque é... você não gosta de mim'. Aí na hora que ele, na terceira vez que ele fez eu abraçar ele, ele passou a mão na minha bunda." "E aí. Fora assim, várias fotos. Ele, toda vez que vai tirar foto pega na cintura da gente com uma intimidade que não existe e isso deixa a gente muito constrangida. É muito sem graça assim. Eu me sinto meio violentada mesmo, quando ele tem esse tipo de atitudes, sabe?" Algumas dessas mulheres dizem que simplesmente desistiram de usar o canal de denúncias oferecido pela Caixa. Elas afirmam que souberam de outros casos que não teriam sido levados adiante e contam que as vítimas até sofreram retaliações. 'É crime. Não basta demitir Pedro Guimarães', diz Miriam Leitão sobre denúncias de assédio contra o presidente da Caixa Os números da gestão Um dos motores da Caixa Econômica Federal na gestão Guimarães tem sido o crédito imobiliário — nos últimos três anos, alcançou R$ 400 bilhões. Só no primeiro trimestre deste ano a contratação somou R$ 34,4 bilhões, aumento de 17,8% em relação aos três primeiros meses de 2021. Também neste primeiro trimestre, o banco reportou lucro líquido contábil consolidado de R$ 2,5 bilhões, o que representa uma queda de 44,5% na comparação com os três primeiros meses do ano passado, quando chegou a R$ 4,6 bilhões.
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29/06 - Quase um terço dos brasileiros tem menos de meio salário mínimo para passar o mês, aponta FGV
Segundo a fundação, quase 63 milhões de brasileiros tinham renda domiciliar per capita de R$ 497 mensais em 2021. O que é insegurança alimentar Quase um terço dos brasileiros tem menos de meio salário mínimo para passar o mês. É o que aponta o Mapa da Nova Pobreza, divulgado nesta quarta-feira (29) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Segundo a fundação, o contingente de pessoas com renda domiciliar per capita até R$ 497 mensais atingiu 62,9 milhões de brasileiros em 2021, cerca de 29,6% da população total do país. O dado corresponde a 9,6 milhões a mais que 2019 — o número de novos pobres surgidos ao longo da pandemia é quase o tamanho de Portugal. “A pobreza nunca esteve tão alta no Brasil quanto em 2021, desde o começo da série histórica da PNADC [Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua] em 2012, perfazendo uma década perdida”, explica o economista Marcelo Neri, diretor da FGV Social. Fome atinge 2,7 milhões no RJ; mais da metade dos fluminenses tem algum tipo de restrição alimentar Fome no Brasil: número de brasileiros sem ter o que comer quase dobra em 2 anos de pandemia Mapa da fome: 'Eu não desejo para ninguém sentir frio e fome', diz mulher desempregada no Centro do Rio Por unidade da federação, Santa Catarina (10,16%) apresenta a menor taxa de pobreza em 2021. Já Maranhão (57,90%) tem a maior proporção de pobres. A mudança da pobreza de 2019 a 2021 por unidade da federação em pontos percentuais na pandemia revela que o maior aumento se deu em Pernambuco (8,14 pontos percentuais), e as únicas quedas de pobreza no período foram observadas em Tocantins (0,95 pontos percentuais) e Piauí (0,03 pontos percentuais). O objetivo do levantamento, segundo a FGV, é avaliar a evolução espacial da pobreza nos últimos anos. A metodologia da pesquisa considerou os dados microdados da PNAD Contínua Anual do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Além dos dados por unidade da federação, também estão disponíveis resultados por extratos socioeconômicos. Acesse aqui para consultar o Mapa da Nova Pobreza.
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29/06 - TCU: relator propõe aprovação com ressalvas das contas de 2021 do governo Bolsonaro
É o terceiro ano seguido de apreciação das contas do presidente da República em que o relator no TCU recomenda a aprovação, mas com ressalvas. O ministro Aroldo Cedraz, do Tribunal de Contas da União (TCU), propôs nesta quarta-feira (29) a aprovação, com ressalvas, das contas do governo de 2021, o terceiro ano do mandato do presidente Jair Bolsonaro. Cedraz é o relator do processo de prestação de contas do presidente da República relativas ao ano passado. A proposta do ministro ainda será votada nesta quarta pelo plenário da Corte. Os demais ministros podem acompanhar o relator ou apresentar voto divergente. Depois de finalizada a votação, o parecer é enviado para análise do Congresso, a quem cabe o julgamento e a palavra final. São três resultados possíveis: aprovação; aprovação com ressalvas; rejeição. Se o Congresso rejeita as contas do governo, o presidente pode sofrer sanções. A sessão desta quarta-feira está sendo acompanhada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, entre outras autoridades do governo. Conclusões do relator O relator, ao emitir a proposta de parecer, acompanhou as conclusões da área técnica. Ele propôs que as contas fossem aprovadas com ressalvas, porque o tribunal encontrou algumas distorções nas informações prestadas pelo governo. As principais distorções encontradas na execução orçamentária, segundo Cedraz, são: desvio de finalidade reincidente de recursos da seguridade social (Previdência, assistencial social e saúde) para o custeio de ações de educação. pagamento de despesas com aposentadorias e pensões com dinheiro exclusivo para ações de ensino; não previsão no orçamento de ação específica para separar os recursos alocados no enfrentamento da pandemia; R$ 103 bilhões destinados à saúde em transferências obrigatórias fora da Plataforma +Brasil; não aplicação dos recursos mínimos para programa de irrigação no Centro-Oeste; inobservância de requisitos para concessão ou ampliação de benefícios tributários; e insuficiência de informações relativas às metas operacionais da administração pública federal; Sobre as emendas (parcela do orçamento com aplicação destinada por parlamentares), Cedraz destacou como problemas encontrados: execução financeira abaixo do limite mínimo constitucional de emendas individuais e de bancadas; possíveis irregularidades no cancelamento de despesas obrigatórias (R$ 7,4 bilhões) para destinação dos recursos para as emendas de relator; distribuição de emendas para as áreas de Saúde e Assistência Social sem atender a critérios constitucionais e legais para alocação dos recursos da União nessas áreas; ausência de evidência de observância de critérios objetivos nas escolhas das emendas de relator, o que, segundo a área técnica do tribunal, compromete a governança orçamentária, com risco potencial de afetar a igualdade de oportunidades entre candidatos nos pleitos eleitorais; Sobre o Balanço-Geral da União, um documento com dados contábeis, foram encontrados, entre outros, erros em previsões para pagamento de benefícios com militares inativos (aposentados); no passivo atuarial (futuro) do regime próprio de previdência social, destinada à aposentadoria dos servidos públicos federais. Apesar de todas as distorções, Cedraz afirmou que as ressalvas identificadas não são graves o suficiente para comprometer as contas do governo, por isso propôs a aprovação com ressalvas. Ao final, o relator fez recomendações e alertas ao governo para correção dos problemas identificados. 3º ano com ressalvas É o terceiro ano seguido de apreciação das contas do governo Bolsonaro em que o relator no TCU recomenda a aprovação com ressalvas. Em 2019, primeiro ano de governo, o TCU aprovou com 14 ressalvas: sete irregularidades, seis impropriedades e uma distorção de valor. Nas contas relativas ao ano de 2020, o tribunal apontou, ao todo, 28 ressalvas. Cinco delas (duas irregularidades e três impropriedades) eram relacionadas à execução do Orçamento. As demais, (23) como distorções no Balanço Geral da União (BGU), um documento contábil obrigatório. Como funciona O TCU faz anualmente uma análise técnico-jurídica das contas do presidente da República e verifica se foram respeitadas, nos gastos públicos, as principais regras fiscais e orçamentárias, como o teto de gastos e a aplicação mínima constitucional de recursos na saúde e educação. O tribunal também analisa a execução das emendas parlamentares, as despesas com pessoal e Previdência Social, as informações sobre as empresas estatais federais e as metas e prioridades do governo, entre outros itens. Ao final, o TCU emite um relatório e parecer prévio com as conclusões e encaminha os documentos ao Congresso Nacional para que faça o julgamento das contas do presidente. VÍDEOS: notícias de política
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29/06 - Secretária da Economia ligada a Guedes é a mais cotada pelo governo para assumir a Caixa Econômica
A secretária de Produtividade e Competitividade do Ministério da Economia, Daniella Marques, é a mais cotada pelo governo para assumir a presidência da Caixa Econômica. A situação do atual presidente da Caixa, Pedro Guimarães, ficou frágil dentro do governo depois que surgiram denúncias de que ele cometeu assédio sexual contra funcionárias. O Ministério Público Federal (MPF) investiga as acusações (veja mais abaixo trechos de relatos das funcionárias). Daniella Marques Consentino, braço direito de Paulo Guedes Valter Campanato/Agência Brasil Daniella Marques faz parte da equipe do ministro Paulo Guedes, da Economia, desde o início do governo, em janeiro de 2019. Ela é uma das assessoras mais próximas do ministro. Conta a favor de Marques, que é economista, a experiência que ela tem com o mercado financeiro e a avaliação, dentro do governo, de que ela tem bom trânsito no Congresso. Veja os relatos de assédio contra o presidente da Caixa, Pedro Guimarães Além disso, o governo entende que escolher uma mulher para comandar um grande banco público, ainda mais depois das denúncias de assédio sexual, pode ajudar o presidente Jair Bolsonaro a conquistar votos femininos nas eleições. A equipe do presidente entende que ele precisa melhorar o desempenho com o eleitorado feminino. Denúncias de assédio A TV Globo falou com algumas funcionárias que relataram episódios de assédio que sofreram de Guimarães. "Eu considero um assédio. Foi em mais de uma ocasião. Ele tem por hábito chamar grupo de empregados para jantar com ele. Ele paga vinho para esses empregados. Não me senti confortável, mas, ao mesmo tempo, não me senti na condição de me negar a aceitar uma taça de vinho. E depois disso ele pediu que eu levasse até o quarto dele à noite um carregador de celular e ele estava com as vestes inadequadas, estava vestido de uma maneira muito informal de cueca samba canção. Quando cheguei pra entregar, ele deu um passo para trás me convidando para entrar no quarto. Eu me senti muito invadida, muito desrespeitada como mulher e como alguém que estava ali para fazer um trabalho. Já tinha falado que não era apropriado me chamar para ir ao quarto dele tão tarde e ainda me receber daquela forma. Me senti humilhada". Outra funcionária afirmou que, às vezes, o constrangimento era feito na frente de outros colegas: "Por exemplo, pedir para abraçar, pegar no pescoço, pegar na cintura, no quadril. Isso acontecia na frente de outras pessoas. E, às vezes, essas promessas eram no pé de ouvido e na frente de outras pessoas, mas de forma com que outras pessoas não ouvissem." Segundo ela, o assédio também ocorria nas viagens que o presidente da Caixa faz pelo país. "Comigo foi em viagem, nessas abordagens que ele faz pedindo, perguntando se confia, se é legal. Abraços mais fortes, me abraça direito e nesses abraços o braço escapava e tocava no seio, nas partes íntimas atrás, era dessa forma." Outra funcionária afirma que o presidente da Caixa era insistente. "Eu só fingi que estava bebendo o vinho e tudo e aí ele ele começou a fazer umas brincadeiras. Aí na hora de pagar a conta pediu um abraço. Aí falou: 'Ah'. Eu tentei manter a distância. 'Ah, um abraço maior'. Eu fiquei muito sem graça, que eu já vi que ele já, né? A gente já sabe da fama. Eu sabia da fama dele já, então eu me reservei o máximo possível. E aí ele: 'não, mas abraça direito. Abraça direito, porque é... você não gosta de mim'. Aí na hora que ele, na terceira vez que ele fez eu abraçar ele, ele passou a mão na minha bunda." "E aí. Fora assim, várias fotos. Ele, toda vez que vai tirar foto pega na cintura da gente com uma intimidade que não existe e isso deixa a gente muito constrangida. É muito sem graça assim. Eu me sinto meio violentada mesmo, quando ele tem esse tipo de atitudes, sabe?" Algumas dessas mulheres dizem que simplesmente desistiram de usar o canal de denúncias oferecido pela Caixa. Elas afirmam que souberam de outros casos que não teriam sido levados adiante e contam que as vítimas até sofreram retaliações.
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29/06 - Paulínia amplia vagas de emprego para manutenção na refinaria Replan e total chega a 719 oportunidades; veja áreas
Refinaria de petróleo da Petrobras é a maior do Brasil. Ampliação de vagas foi divulgada nesta quarta-feira (29). Refinaria da Petrobras, Replan está localizada em Paulínia Agência Petrobras Paulínia (SP) divulgou nesta quarta-feira (29) a ampliação das vagas de emprego para profissionais que desejem atuar em obras de manutenção na Replan, a maior refinaria de petróleo do Brasil. São 332 vagas a mais do que o anunciado nesta terça, totalizando 719 oportunidades. Veja a lista de cargos e áreas abaixo. Os interessados devem procurar a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, no Paço Municipal, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. Após isso, os currículos serão encaminhados para a empresa responsável pela seleção e contratação dos trabalhadores. Paulínia anuncia 719 vagas de emprego em obras de manutenção da Replan LEIA MAIS Do pré-sal às bombas: g1 entrou na maior refinaria de petróleo do Brasil e mostra curiosidades da produção de combustíveis Macacão tipo Fórmula 1, dutos gigantes e fornos de 1.000ºC: veja fotos de curiosidades da maior refinaria do Brasil Nova unidade da Replan terá investimento de US$ 458 milhões e prevê 3 mil empregos em Paulínia As oportunidades ofertadas estão distribuídas em 13 cargos distintos. Confira abaixo as funções e respectivas vagas em aberto: Ajudante / ASG – 40 vagas Pintor Alpinismo industrial – 8 vagas Caldeireiro – 346 vagas Encarregado Caldeiraria – 20 vagas Encarregado Isolamento – 1 vaga Encarregado Limpeza Complementar – 6 vagas Encarregado Pintura – 2 vagas Funileiro Traçador – 6 vagas Isolador – 6 vagas Observador de espaço confinado – 35 vagas Operador de Empilhadeira – 6 vagas Operador Saca Feixe – 6 vagas Pintor Industrial – 8 vagas Pintor Jatista - 8 vagas Soldador Tig/Er - 8 vagas Ajudante Geral - 20 vagas Alpinista – 11 vagas Auxiliar de Movimentação de Carga – 16 vagas Auxiliar de Serviços Gerais – 36 vagas Eletricista – 3 vagas Funileiro – 2 vagas Isolador – 6 vagas Montador de Andaime – 45 vagas Observador – 40 vagas Pintor – 8 vagas Soldador – 13 vagas Técnico de Materiais – 1 vaga Carpinteiro 2 vagas Martelete 2 vagas Pedreiro 2 vagas Ajudante de tubulação 4 vagas Encanador industrial 2 vagas Documentos necessários Para se candidatar à vaga, é necessário apresentar os seguintes documentos: Currículo com foto Cartão PI CPF; RG Título de eleitor Comprovante de residência (deve estar no nome do candidato - em caso de imóvel alugado, é necessário apresentar o contrato) Carteira de trabalho Moradores já cadastrados devem atualizar seus currículos com cartão PIS e currículo com foto. Dúvidas sobre o processo de contratação podem ser esclarecidas através do telefone (19) 3874-5669. Replan, em Paulínia (SP) Júlio César Costa/g1 VÍDEOS: Tudo sobre Campinas e região Veja mais oportunidades da região no g1 Campinas
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29/06 - Em PEC, relator prevê estado de emergência para pacote social de R$ 38,7 bi em ano eleitoral
Senador Fernando Bezerra (MDB) é relator da PEC dos Combustíveis, mas decidiu abandonar texto original e propor nova redação. Texto prevê ampliar Auxílio Brasil e 'voucher' a caminhoneiros. Senador Fernando Bezerra Coelho (MDB) apresenta relatório sobre pacote de propostas sociais O senador Fernando Bezerra Coelho MDB-PE), relator da proposta conhecida como PEC dos Combustíveis, anunciou nesta quarta-feira (29) ter abandonado o texto original e informou que recorrerá a outro projeto para propor um pacote social com medidas estimadas em R$ 38,7 bilhões. O texto original da PEC dos Combustíveis previa compensação a estados que desonerassem os combustíveis. A nova proposta de Bezerra passa a prever a ampliação do Auxílio Brasil e a concessão de um "voucher" a caminhoneiros, além de outros benefícios (leia detalhes mais abaixo). A decisão do relator é anunciada a cerca de três meses das eleições. Para evitar as regras da legislação eleitoral, Bezerra incluiu no texto a previsão de ser decretado estado de emergência no país. A legislação atual impede a criação de novos benefícios sociais em ano eleitoral – pela regra, só podem ser concedidos benefícios em programas autorizados e já em execução orçamentária. No entanto, a lei deixa uma brecha em caso de calamidade pública ou de emergência. Ao anunciar a decisão nesta quarta-feira, Bezerra informou que a medida é motivada pela "elevação extraordinária e imprevisível dos preços do petróleo, combustíveis e seus derivados e dos impactos sociais deles decorrente". Para o senador, esse cenário agrava a crise econômica e a insegurança alimentar, o que justifica a decretação do estado de emergência. Segundo Bezerra, a medida foi respaldada pela consultoria do Senado. Senador Fernando Bezerra (MDB-PE) Leopoldo Silva/Agência Senado Como fica a proposta? Conforme o anúncio de Bezerra, a proposta passa a prever: Auxílio Brasil: Ampliação de R$ 400 para R$ 600 mensais e cadastro de 1,6 milhão de novas famílias no programa (custo estimado: R$ 26 bilhões); Caminhoneiros: criação de um "voucher" de R$ 1 mil (custo estimado: R$ 5,4 bilhões); Auxílio-Gás: Ampliação de R$ 53 para o valor de um botijão a cada dois meses (o preço médio atual do botijão de 13kg, segundo a ANP, é de R$ 112,60; custo estimado: R$ 1,05 bilhão); Transporte gratuito de idosos: compensação aos estados para atender a gratuidade, já prevista em lei, do transporte público de idosos (custo estimado: R$ 2,5 bilhões); Etanol: Repasse de até R$ 3,8 bilhões, por meio de créditos tributários, para a manutenção da competitividade do etanol sobre a gasolina. 'Bomba fiscal' O texto original da PEC dos Combustíveis previa compensação a estados que desonerassem os combustíveis no valor de até R$ 29,6 bilhões. Houve, portanto, um incremento de R$ 9,1 bilhões na previsão de gastos, e o custeio se dará sem cumprir a regra do teto de gastos, que limita as despesas públicas. O relatório de Bezerra foi incluído em proposta apresentada em fevereiro que já ganhou o apelido de “Kamicaze” e foi considerada uma “bomba fiscal” pelo ministro Paulo Guedes, por aumentar os gastos em programas sociais. No parecer, Bezerra prevê a ampliação do Auxílio Brasil e a concessão de um "voucher" a caminhoneiros, além de outros benefícios (leia detalhes mais abaixo). O parecer não traz a fonte de receita para o custeio das medidas. De acordo com o relator, receitas extraordinárias vão bancar o pacote social, como, por exemplo, os R$ 26,6 bilhões decorrentes da privatização da Eletrobras e repasses de dividendos de bancos. A decisão do relator é anunciada a cerca de três meses das eleições, e há um esforço para que o projeto seja aprovado com celeridade. O texto está pautado para votação em plenário nesta quarta, sem, antes, passar por comissões. PEC dos combustíveis: líder do governo avalia ampliar benefícios em vez de zerar ICMs Versão original No início de junho, o líder do governo no Senado, Carlos Portinho (PL-RJ), apresentou a PEC dos Combustíveis, destinada a compensar estados, com até R$ 29,6 bilhões de recursos da União, que desonerassem a alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre diesel, gás de cozinha e gás natural. No entanto, houve dúvidas sobre a efetividade de novas mudanças tributárias sobre os preços cobrados nos postos, tendo em vista que outras medidas já foram aprovadas, e o receio de que governadores não aderissem à redução a zero das alíquotas. Além disso, governistas consideraram obter maior impacto eleitoral ao fazer o dinheiro chegar “na ponta”, em vez de repassar aos estados. Inicialmente, chegou-se a avaliar a fazer as alterações no âmbito do projeto que tratava da desoneração aos combustíveis. Mas, segundo Bezerra, a PEC acabou “perdendo o objetivo”. Agora, um outro texto, chamado projeto substitutivo, será apresentado a uma outra proposta de emenda à Constituição, apresentada em fevereiro deste ano pelo senador Carlos Fávaro (PSD-MT). O texto já trazia a previsão de conceder um "auxílio diesel"" para os caminhoneiros (na versão original, o valor era de R$ 1.200) e de compensar os estados pelo transporte gratuito de idosos.
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29/06 - Era de inflação ultrabaixa dificilmente voltará, diz Lagarde
Presidente do Banco Central Europeu diz que bancos centrais precisam se ajustar às expectativas de alta dos preços. Christine Lagarde, presidente do BC europeu, em imagem de arquivo Francois Lenoir/Reuters A era de inflação ultrabaixa que precedeu a pandemia não deve voltar e os bancos centrais precisam se ajustar às expectativas de alta dos preços significativamente mais elevadas, disse a presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde, nesta quarta-feira (29). O crescimento dos preços, já acima de 8% em base anual nos 19 países da zona do euro, deve acelerar ainda mais até o início do outono no Hemisfério Norte, dizem economistas, antes de um arrefecimento lento que pode fazer com que a inflação geral fique acima da meta de 2% do BCE até 2024. PIB dos EUA é revisado para baixo, com queda de 1,6% no 1º trimestre Recessão global é inevitável? O que pensam 4 economistas O BCE prometeu um aumento de 0,25 ponto percentual na taxa de juros em julho, seu primeiro ajuste para cima em mais de uma década, seguido por movimento potencialmente maior em setembro, à medida que a instituição combate a inflação dolorosamente alta. A inflação na Alemanha desacelerou em junho, mas ainda assim registrou uma alta anual de 8,2%, de uma taxa de 8,7% em maio, informou o Escritório Federal de Estatísticas. Analistas associaram as medidas do governo ao arrefecimento inesperado da inflação em junho, mas alertaram que seus efeitos evaporarão em setembro, quando vencem. Na Espanha, a inflação subiu em junho a 10,2% interanual, seu nível mais alto em 37 anos, segundo uma primeira estimativa divulgada nesta quarta-feira(29) pelo Instituto Nacional de Estadística (INE). A Espanha enfrenta há meses, como muitos países no mundo, um aumento da inflação devido às restrições impostas pela pandemia e também pela guerra na Ucrânia. Para tentar conter a alta dos preços, o governo central de Pedro Sánchez adotou em março um plano de auxílio direto de seis bilhões de euros para lares e empresas, focado principalmente na energia. O pacote foi prorrogado até o final do ano. No último sábado, o governo anunciou um novo plano de auxílio direto, de nove bilhões de euros. Entre as medidas, destacam-se uma ajuda de 200 euros para os trabalhadores autônomos e desempregados e uma redução do IVA da eletricidade - a segunda do ano - de 10% a 5%. Bancos centrais de mais de 40 países aumentaram juros este ano
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29/06 - Sine de Porto Velho oferta 80 vagas de emprego nesta quarta-feira (29)
Há vagas para estágio e para vendedor. Cadastro pode ser realizado pela internet. Sine tem vaga para vendedor Pilar Olivares/Reuters O Sistema Nacional de Emprego (Sine) de Porto Velho está com 80 vagas abertas nesta quarta-feira (28). Os cargos com mais vagas são os de massagista, serviços gerais e vendedor. Veja a lista abaixo: Consultor comercial - 2 vaga Cozinheira doméstica - 1 Enfermeiro - 1 Ajudante de obras - 1 Caseiro - 1 Vendedor - 6 vagas Auxiliar de loja - 1 Ajudante de instalação - 1 Serralheiro - 1 Ajudante de produção - 1 Adesivador - 1 Moldureiro - 1 Promotor de vendas - 1 Auxiliar administrativo - 1 Recepcionista - 1 Securitário - 1 Angariador de seguros - 1 Auxiliar de dentista - 1 Cozinheiro - 2 Contador - 1 Peixeiro - 1 Churrasqueiro - 1 Açougueiro - 1 Estoquista - 1 Técnico em nutrição - 1 Nutricionista - 1 Saladeira - 1 Auxiliar de logística - 1 Técnico em climatização - 1 Estagiário - 5 Mecânico - 3 Pintor automotivo - 1 Gari - 1 Empregada doméstica - 2 Serviços gerais - 1 Massagista - 20 Designer gráfico - 1 Garçom - 1 Padeiro - 1 Operador de empilhadeira - 1 Encarregador de setor - 1 Confeiteiro - 1 Auxiliar de peixeiro - 1 Auxiliar de açougue - 1 Gestor de RH - 1 Primeiro emprego - 1 Instalador de película de carro - 1 Como se candidatar? Para se candidatar a uma das vagas, o morador precisa realizar um cadastro online e apresentar documentos como carteira de trabalho, registro geral, comprovante de residência e currículo atualizado. Clique aqui e faça o cadastro. Os atendimentos presenciais serão realizados das 07h30 às 13h30 para os que não possuem acesso à internet. O Sine Municipal atende em dois pontos em Porto Velho, sendo: Sine Centro: rua General Osório, nº 81, Centro. Sine Leste: rua Antônio Fraga Moreira, nº 8250, bairro Juscelino Kubitschek Para mais informações, os telefones para contato são: (69) 998473-3411 (WhatsApp) e (69) 3901-3181 e o e-mail: sinemunicipalpvh@gmail.com. Confira as vagas disponíveis Veja outras notícias de Rondônia
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29/06 - Ibovespa opera em queda com exterior e questão fiscal no radar
Na terça-feira, o principal índice da bolsa fechou em queda de 0,17%, a 100.591 pontos. O Ibovespa, principal índice da bolsa de valores de São Paulo, a B3, opera em queda nesta quarta-feira (29), com agentes financeiros monitorando o detalhamento da PEC dos Combustíveis em Brasília, enquanto que no exterior se elevam os temores de recessão global. Às 15h07, o indicador recuava 0,66%, a 99.911 pontos. Veja mais cotações. Já o dólar opera em queda. Na terça-feira, a Bolsa fechou em queda de 0,17%, a 100.591 pontos. Com o resultado, passou a acumular queda de 9,66% no mês e de 4,04% no ano. LEIA MAIS: Conselho elege Caio Mário Paes de Andrade como novo presidente da Petrobras Saiba quem é Caio Paes de Andrade Minoritários entram na CVM contra escolha de Paes de Andrade Troca de comando dificilmente levaria a nova política de preços, dizem analistas e Pesquisa aponta que 4 em cada 10 brasileiros tinham contas em atraso em maio de 2022 O que está mexendo com os mercados? Lá fora, as bolsas dos EUA recuavam, depois que várias autoridades defenderam aumentos mais rápidos dos juros para conter a inflação, com uma série de dados recentes pintando um quadro complicado para a economia. Os preços do petróleo eram negociados em alta, com o barril do Brent voltando a ser negociado perto de US$ 120. No Brasil, o foco continuava sobre a tramitação da PEC dos Combustíveis no Congresso, que recentemente reacendeu temores fiscais por aumentar os gastos públicos às vésperas das eleições. O senador Fernando Bezerra Coelho MDB-PE), relator da proposta, anunciou nesta quarta-feira (29) ter abandonado o texto original e informou que recorrerá a outro projeto para propor um pacote social com medidas estimadas em R$ 38,7 bilhões. O texto da PEC dos Combustíveis previa compensação a estados que desonerassem os combustíveis. A nova proposta de Bezerra prevê ampliar o Auxílio Brasil e conceder um "voucher" a caminhoneiros. Na agenda de indicadores, o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) subiu 0,59% em junho, abaixo do esperado, desacelerando para 10,70% no acumulado em 12 meses. A confiança do comércio avançou a atingiu o maior nível desde agosto de 2021. Já a confiança de serviços tem 4ª alta mensal, mas perdeu força.
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29/06 - PIB dos EUA é revisado para baixo, com queda de 1,6% no 1º trimestre
Déficit comercial recorde pesou sobre a economia dos Estados Unidos. Alta dos juros para combater a inflação tem elevado os temores de uma recessão. O Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos no primeiro trimestre deste ano foi revisado para baixo. A economia do país caiu a uma taxa anualizada de 1,6% no último trimestre, informou o governo em sua terceira estimativa para o indicador. Na leitura anterior, a queda tinha sido apontada em 1,5%. Foi a primeira retração desde a recessão do início da pandemia, há quase dois anos. No 4º trimestre de 2021, a economia dos EUA cresceu a um ritmo robusto de 6,9%. Economistas consultados pela Reuters projetavam que o ritmo de contração não seria revisado. Recessão global é inevitável? O que pensam 4 economistas A economia dos Estados Unidos contraiu no primeiro trimestre em meio a um déficit comercial recorde. O declínio do PIB no último trimestre também refletiu um ritmo mais lento de acúmulo de estoques pelas empresas em relação ao ritmo acelerado do quarto trimestre, devido a problemas da cadeia de suprimentos e escassez de trabalhadores. As vendas finais para compradores domésticos privados, que excluem comércio, estoques e gastos do governo, aumentaram a uma taxa de 3% no último trimestre. Anteriormente foi informada alta de 3,9% desta medida da demanda doméstica. A economia parece ter se recuperado da queda do primeiro trimestre, com os gastos dos consumidores acelerando em abril. Os gastos empresariais com equipamentos permaneceram sólidos até maio, enquanto o déficit do comércio de bens diminuiu significativamente à medida que as exportações atingiram um nível recorde. Mas a retomada está perdendo força uma vez que o Federal Reserve aperta agressivamente a política monetária para combater a inflação, aumentando os temores de uma recessão. O banco central dos EUA aumentou este mês sua taxa de juros em 0,75 ponto percentual, a maior alta desde 1994. O Fed aumentou os juros em 1,50 ponto desde março. As vendas no varejo caíram em maio, enquanto que as licenças de construção de moradias e o início de construções diminuíram. A confiança dos consumidores atingiu o nível mais baixo dos últimos 16 meses em junho. Verão chega nos EUA com inflação mais alta em 40 anos
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29/06 - O que é o sistema agroflorestal que Jove tanto quer aplicar nas fazendas de Zé Leôncio?
Agroflorestor conversou com o g1 e explicou que os sistemas são usados para recuperar áreas degradadas e que evidencia a plantação de ecossistemas com biodiversidade. Discussão entre Jove e Zé Leôncio rendeu comentários nas redes sociais. Globo Soja, gado, milho, cana de açúcar, eucalipto e algodão. Muitas propriedades rurais apostam em apenas um ou dois tipos de culturas para produção. A conversa da monocultura vem sendo debatida em "Pantanal". Uma das opções para diversificação no campo são os sistemas agroflorestais que Jove tanto quer que Zé Leôncio adote nas fazendas. Ao g1, o biólogo e agroflorestor Murilo de Lima Arantes explicou o que são os sistemas agroflorestais: métodos completamente ligados a conservação ambiental e visando a recuperação de áreas degradadas. Na trama, Zé Leôncio é um grande fazendeiro que tem inúmeras cabeças de gado espalhadas pelo Pantanal e plantações em outros estados do Brasil. Com a chegada de Jove, representante da geração Z, a sustentabilidade é uma das bandeiras levantadas pelo personagem, mesmo com o pai sendo um pecuarista relutante às novas ideias. "Os sistemas agroflorestais são técnicas de cultivo agrícolas que associam as espécies de interesse para o consumo humano e também para o cultivo de árvores. Esse trabalho é feito dessa forma para integrar os dois tipos de cultivo, já que foi assim que a natureza o fez para desenvolver todas as espécies que a gente conhece", explicou Murilo. LEIA TAMBÉM É possível ser devorado por piranhas, como Levi em 'Pantanal'? Pesquisador explica e relaciona ataques com clima Vida guiada pelas fases da lua, maior planície alagável do mundo: conheça curiosidades sobre o Pantanal Por que Jove de 'Pantanal' representa a geração Z com identidade fluida e autorreflexão?; VEJA VÍDEO ABAIXO Por que Jove de 'Pantanal' representa a geração Z com identidade fluida e autorreflexão? O agroflorestor detalha que o sistema é um caminho sustentável para as produções agropecuárias. Em resumo, os sistemas conciliam a produção de alimentos (frutas, grãos ou legumes) com recuperação de áreas degradas, a partir da plantação de áreas de floresta. "O produtor vai ter que quebrar paradigmas, é difícil, mas é possível para mostrar como sistema viável. Também podemos conciliar a produção de gado, implantando linhas de cultivo para restauração ou com foco madeireiro, incluindo plantas nativas, que causaria mais bem-estar ao gado. Você pode ser um pecuarista e fazer a integração entre a pecuária e a floresta". Vantagens da agrofloresta Método foi aplicado em fazendas. Murilo de Lima Arantes/Reprodução Murilo comenta que a maioria das espécies tiveram origens em florestas. O agroflorestor explica que as atuais práticas agropecuárias não visam a regeneração do solo, diferente do sistema agroflorestal. Projeto que já plantou mais de 13 mil árvores e criou raízes pelo mundo refloresta área degradada em MS O biólogo detalha que a principal vantagem da agrofloresta em comparação a agricultura tradicional é a recuperação da fertilidade dos solos, volta de nascentes, diminuição na erosão dos solos e conservação de mata nativa. "Quando olhamos para as práticas tradicionais agrícolas, o resultado tem se levado a processos de degradação, escassez hídrica, perda e compactação de solo e perda de biodiversidade. Isso tudo é reflexo dessa prática. Hoje, existe uma busca mundial para que as práticas agrícolas sejam regenerativas. Das práticas regenerativas mais viáveis, a aplicação do conhecimento agroflorestal é a principal. A ideia é que a partir destas práticas, seja possível fixar mais carbono, segurar a água melhor no solo e trazer a biologia do solo de volta", apresenta a discussão. Conflito de gerações A discussão sobre os sistemas agroflorestais ocorrem na vida real. Globo Em uma das cenas que Jove discute sobre o sistema agroflorestal com Zé Leôncio, o filho apresenta uma consciência ambiental e uma visão maior sobre o que pode ocorrer no futuro. Na outra ponta da conversa, Zé Leôncio é relutante e desconfiado pelo novo. Os conflitos de gerações e pensamentos não são apenas fictícios. A arte imita a vida. Murilo revela que é uma realidade a conversa de Zé Leôncio com Jove, o biólogo já atendeu vários fazendeiros que estão em uma nova geração nos negócios das propriedades rurais no Brasil. "Vimos uma nova geração que tem recebido essas fazendas, realmente, buscando estes novos sistemas. O que vem sendo tratado na novela é o que acontece na vida real. A nova geração não quer fazer o que havia sido feito. Os novos produtores rurais não buscam apenas o lucro, eles visam também compartilhar benefícios sociais e ambientais", comenta. Agrofloresta: saiba como produzir recuperando o meio ambiente O sistema agroflorestal visa a continuidade da produção com a recuperação do meio ambiente. Murilo acredita que a relutância das antigas gerações é relação aos resultados que foram conquistados ao longo dos anos. "A nova geração vê que dá para fazer de outro modo. Enquanto os mais antigos tem a segurança do que o que foi feito dá resultados. A aplicação da técnica pode ser feita em um único processo para melhorar as práticas agrícolas. Com os resultados conseguimos ver que as famílias mais tradicionais estão mudando de visão. Hoje, a dificuldade de cultivo tem impactado a forma antiga de se plantar", finaliza Murilo. Veja vídeos de Mato Grosso do Sul:
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29/06 - Comando da Caixa sabia de assédio e acobertou casos até com promoções, dizem ex-dirigentes
O comando da Caixa Econômica Federal sabia dos casos de assédio do atual presidente, Pedro Guimarães, e acobertou as denúncias, inclusive com promoções, relataram ao blog três ex-integrantes dos conselhos de Administração e Fiscal da instituição. Os primeiros casos chegaram aos canais de denúncia do banco ainda em 2019, quando Pedro Guimarães assumiu a presidência. Segundo os relatos ouvidos pelo blog nesta quarta-feira (29), mulheres vítimas do assédio de Guimarães que aceitavam não levar adiante as denúncias foram transferidas, receberam cargos em outras instituições públicas ou ficavam temporadas no exterior, em cursos. Compartilhe no WhatsApp Compartilhe no Telegram Presidente da Caixa é investigado por assédio sexual Já quem ajudava Guimarães a acobertar os casos chegou a receber promoção. Veja os relatos de assedio contra o presidente da Caixa, Pedro Guimarães Outros executivos da instituição deixaram o banco porque não aguentaram o ambiente de assédio, que também era moral. Um ex-dirigente conta que, em reuniões do conselho e da diretoria, Guimarães gritava com auxiliares e xingava subordinados, inclusive com palavrões. As áreas de "compliance" e a ouvidoria eram pressionados pelo próprio presidente do banco, segundo outro relato. Funcionárias da Caixa temem que nº 2 de Pedro Guimarães assuma presidência Pedro Guimarães, presidente da Caixa Dida Sampaio/Estadão Conteúdo "É preciso uma ampla investigação na instituição, porque diversos casos eram de conhecimento da cúpula da casa", afirmou ao blog um ex-conselheiro. Um caso que deve entrar também na mira do Ministério Público é o de um segurança que trabalhava na garagem da instituição e que acabou demitido depois de flagrar a conduta impropria de Guimarães em relação a uma assessora dentro de um carro. Datafolha: 1 em cada 5 eleitores religiosos dizem ouvir instruções sobre voto nas igrejas Além de pressionar subordinados com demissão, Guimarães usava a proximidade com o presidente Jair Bolsonaro para garantir o silêncio dentro do banco, segundo os relatos. "A publicidade deste caso se deve à corajosa atitude de mulheres que denunciaram o assédio sofrido. A instituição falhou miseravelmente em coibir atitudes improprias e fazer valer regras básicas de governança", afirmou ao blog um dos ex-dirigentes. VÍDEOS: notícias de política
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29/06 - Para acabar com fome e poluir menos, agricultura deve aumentar produtividade em 28% na próxima década
Conclusão é de relatório da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e a OCDE. Para acabar com fome e poluir menos, agricultura deve aumentar produtividade em 28% na próxima década. Aline Oliveira/Vereda Comunica Os objetivos de erradicar a fome e reduzir as emissões de gases do efeito estufa na agricultura não serão alcançadas até 2030 se esta não "se tornar mais eficiente", afirmam Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e a OCDE em um relatório. A produtividade agrícola mundial terá que aumentar 28% na próxima década para eliminar a fome e reduzir as emissões de gases poluentes, diz o documento, com base nas metas do acordo de Paris. Para isto seria necessário "mais que triplicar o aumento da produtividade agrícola da última década". Recordes no agronegócio e aumento da fome no Brasil: como isso pode acontecer ao mesmo tempo? O aumento do rendimento dos cultivos de alimentos a nível mundial teria que passar de 13% a 24% em 2022-2031, enquanto a produtividade do gado precisaria aumentar em 31%. "Se o status quo for mantido, o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável ODS-2 'Fome Zero' da ONU não será alcançado até 2030, e as emissões de GEE agrícolas continuarão aumentando", alertam a FAO e a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico. As duas organizações esperam que a produção agrícola mundial aumente, em média, 1,1% por ano entre 2022 e 2031, principalmente nos países de renda baixa e média. Os "investimentos para aumentar o rendimento e a melhor gestão das propriedades devem estimular a produção agrícola", afirmam. No caso de algumas regiões, como América Latina e Caribe, o relatório destaca "um grande potencial para ampliar a produção, embora a pobreza reduza o consumo de alimentos". Ao mesmo tempo, as organizações esperam que a nível global a produção pecuária e pesqueira aumente 1,5% por ano, principalmente graças a uma gestão mais eficiente e a métodos de alimentação mais intensivos As perspectivas de crescimento pressupõem "maior acesso a insumos (como fertilizantes) e investimentos em tecnologia, infraestruturas e treinamento que aumentem a produtividade" A guerra na Ucrânia, no entanto, provocou a disparada dos preços da energia e dos insumos. E um aumento prolongado "elevará os custos de produção e poderá limitar o crescimento" nos próximos anos, alertam a FAO e a OCDE, o que podem provocar mudanças nas previsões.
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29/06 - Dólar opera em queda, cotado perto de R$ 5,20
Na terça-feira (28), a moeda norte-americana fechou em alta de 0,60%, a R$ 5,2649 - maior patamar desde 4 de fevereiro. Notas de dólar Reuters/Dado Ruvic O dólar opera em queda nesta quarta-feira (29), perdendo fôlego depois de fechar a última sessão no maior patamar em quase cinco meses, com os participantes monitorando dados sobre a economia dos Estados Unidos. Às 15h06, a moeda norte-americana caía 1,18%, vendida a R$ 5,2030. Na mínima até o momento, chegou a R$ 5,2025. Veja mais cotações. Na terça, o dólar fechou em alta de 0,60%, a R$ 5,2649 – maior patamar de fechamento desde 4 de fevereiro (R$ 5,3206). Com o resultado, passou a acumular alta de 10,80% no mês. No ano, ainda tem desvalorização de 5,56% frente ao real. LEIA TAMBÉM: Comercial x turismo: qual a diferença e por que o turismo é mais caro? O que faz o dólar subir ou cair em relação ao real? Qual o melhor momento para comprar? Dinheiro ou cartão? Qual a melhor forma de levar dólares em viagens? o Entenda o que faz o dólar subir ou descer O que está mexendo com os mercados? No exterior, o foco permanece nos temores sobre uma recessão global, com os investidores em busca de pistas sobre a trajetória da política monetária nos EUA após várias autoridades do Federal Reserve (Fed) defenderam aumentos mais rápidos dos juros para reduzir a inflação elevada. Além de alimentarem os riscos para a atividade, por restringir os gastos do consumidor, juros mais altos tendem a atrair recursos para o mercado de renda dos Estados Unidos, já que elevam os retornos da dívida do país, considerada extremamente segura. No Brasil, o foco continuava sobre a tramitação da PEC dos Combustíveis no Congresso, que recentemente reacendeu temores fiscais por aumentar os gastos públicos às vésperas das eleições. O senador Fernando Bezerra Coelho MDB-PE), relator da proposta, anunciou nesta quarta-feira (29) ter abandonado o texto original e informou que recorrerá a outro projeto para propor um pacote social com medidas estimadas em R$ 38,7 bilhões. O texto da PEC dos Combustíveis previa compensação a estados que desonerassem os combustíveis. A nova proposta de Bezerra prevê ampliar o Auxílio Brasil e conceder um "voucher" a caminhoneiros. Na agenda de indicadores, o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) subiu 0,59% em junho, abaixo do esperado, desacelerando para 10,70% no acumulado em 12 meses. A confiança do comércio avançou a atingiu o maior nível desde agosto de 2021. Já a confiança de serviços tem 4ª alta mensal, mas perdeu força.
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29/06 - Confiança do comércio avança e vai maior nível desde agosto de 2021
Em médias móveis trimestrais, o indicador subiu 3,7 pontos, o quarto resultado positivo seguido. Já a confiança de serviços tem 4ª alta mensal, mas perde força. O Índice de Confiança do Comércio (ICOM), medido pelo Instituto Brasileiro de Economia da FGV (FGV/Ibre), avançou 4,6 pontos em junho, para 97,9 pontos, após marcar 93,3 pontos um mês antes. Este é o maior nível desde agosto de 2021, quando chegou 100,9 pontos. Em médias móveis trimestrais, o indicador subiu 3,7 pontos, o quarto resultado positivo consecutivo. Em junho, a alta foi disseminada em todos os seis principais segmentos da pesquisa. O resultado positivo no mês foi influenciado tanto pelo avanço do Índice de Situação Atual (ISA-COM) quanto do Índice de Expectativas (IE-COM). O ISA-COM subiu 7,4 pontos, chegando a 108,5 pontos, maior patamar desde julho de 2021 (108,7 pontos). Já o IE-COM avançou 1,8 ponto, atingindo 87,5 pontos. “A confiança do comércio engatou a segunda alta consecutiva no final da primeira metade do ano. A melhora ocorre nos dois horizontes temporais, mas em maior intensidade nos indicadores que medem a percepção com o volume de vendas no momento", avalia o economista Rodolpho Tobler. "O ISA-COM acumula alta de mais de 30 pontos nos últimos quatro meses, recuperando o que foi perdido na desaceleração ocorrida entre o final de 2021 e início de 2022”, acrescentou. Confiança de serviços tem 4ª alta mensal em junho, mas perde força Já a confiança do setor de serviços do Brasil registrou em junho a quarta alta mensal e foi ao melhor nível desde o final do ano passado, embora o ritmo de melhora tenha perdido força, mostrou a FGV. Em junho, o Índice de Confiança de Serviços (ICS) subiu 0,4 ponto e foi a 98,7 pontos, máxima desde outubro de 2021 (99,1 pontos). "A confiança dos empresários do setor serviços encerra o segundo trimestre em alta, mas em ritmo inferior ao observado nos últimos meses e concentrado em alguns segmentos", disse o economista da FGV Ibre Rodolpho Tobler em nota. "O resultado positivo de junho foi influenciado pela melhora das expectativas com os próximos meses, enquanto a percepção sobre o momento presente se mantém igual ao mês anterior", completou. A FGV informou que o Índice de Situação Atual (ISA-S), indicador da percepção sobre o momento presente do setor de serviços, ficou estável e manteve o mesmo nível do mês anterior, em 98,1 pontos. Já o Índice de Expectativas (IE-S), que reflete as perspectivas para os próximos meses, subiu 0,8 ponto, para 99,3 pontos, maior nível desde novembro de 2021 (100,9 pontos). "Nos dois horizontes há uma aproximação com o nível neutro de 100 pontos, mas ainda é preciso cautela. O ambiente macroeconômico desfavorável e a incerteza em relação aos próximos meses podem segurar o ritmo de recuperação da confiança do setor", completou Tobler. Segundo dados do IBGE, o volume de serviços no Brasil registrou crescimento pelo segundo mês seguido em abril, de 0,2%, beneficiando-se da reabertura econômica. Mas iniciou o segundo trimestre em ritmo abaixo do esperado. Expectativa de vendas no comércio de roupas e calçados de frio é a maior em oito anos
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29/06 - Alto Tietê tem mais de 1,2 mil oportunidades de trabalho nesta quarta-feira; veja lista
Em Guararema há mais de 70 oportunidades. Outras cidades com oportunidades são Ferraz de Vasconcelos, Mogi das Cruzes, Suzano e Santa Isabel. Alto Tietê reúne diversas oportunidades de emprego nesta semana Heloise Hamada/G1 Os programas de encaminhamento ao emprego do Alto Tietê oferecem 1.245 vagas de trabalho nesta quarta-feira (29). As oportunidades são para atuar em Ferraz de Vasconcelos, Guararema, Mogi das Cruzes, Suzano e Santa Isabel. Mogi Conecta Mogi das Cruzes tem 652 vagas abertas. Os interessados devem acessar a plataforma Mogi Conecta para participar. Os detalhes sobre as vagas, como remuneração oferecida e outras exigências, podem ser acessados no site da Prefeitura. Os telefones para mais informações são 4699-1900, 4699-2784, 4798-6315 ou 97422-427. Vagas de emprego em Mogi das Cruzes Suzano No programa "Mais Emprego", de Suzano, há 287 oportunidades. Os interessados podem procurar uma das duas unidades do Centro Unificado de Serviços (Centrus). A unidade central fica na Avenida Paulo Portela, 210. Já o Centrus Norte está localizado na Avenida Francisco Marengo, 2.301, no Jardim Dona Benta. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail suzano.vagas@gmail.com ou pelos telefones 4745-2267 ou 4934-5492. Vagas de emprego em Suzano Guararema O Serviço de Atendimento ao Trabalhador (SAT), em Guararema, está com 70 vagas disponíveis. Os interessados podem se candidatar às vagas pelos telefones 4693-1717 e 4693-1432. Vagas de emprego em Guararema PAT Os Postos de Atendimento ao Trabalhador (PAT) oferecem 236 vagas de emprego nesta quarta-feira (29). Vagas de emprego nos Postos de Atendimento ao Trabalhador Assista mais notícias do Alto Tietê
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29/06 - IGP-M: inflação do aluguel fica em 0,59% em junho e desacelera para 10,70% em 12 meses
Mesmo com alta nos preços do diesel (6,96%), leite (4,40%) e automóveis (2,31%), índice ao produtor seguiu em desaceleração, mostra pesquisa da FGV. Prédios em Salvador Reprodução/TV Bahia O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) ficou em 0,59% em junho, após ter registrado alta de 0,52% em maio, informou nesta quarta-feira (29) a Fundação Getulio Vargas (FGV). Com o resultado, o índice passou a acumular alta de 8,16% no ano e de 10,70% em 12 meses, contra 10,72% em 12 meses até maio, se mantendo abaixo do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) – considerado uma prévia da inflação oficial do país. O dado veio abaixo da expectativa em pesquisa da Reuters com analistas de avanço de 0,69%. Como evitar um reajuste de aluguel abusivo? Ouça dicas IPCA-15: prévia da inflação acelera para 0,69% em junho e segue acima de 12% em 12 meses Em junho do ano passado, o índice havia subido 0,60% e acumulava alta de 35,75% em 12 meses. O IGP-M é conhecido como 'inflação do aluguel' por servir de parâmetro para o reajuste de diversos contratos, como os de locação de imóveis. Além da variação dos preços ao consumidor, o índice também acompanha o custo de produtos primários, matérias-primas, preços no atacado e dos insumos da construção civil. Apesar da alta maior nos preços ao consumidor terem acelerado, houve desaceleração nos preços ao produtor, que possuem o maior peso na composição do IPG-M. Em junho, os principais destaques de alta entre os preços ao produtor foram: Óleo Diesel (de 3,29% para 6,96%), leite in natura (de 7,47% para 4,40%) e automóveis (de 0,57% para 2,31%). "Mesmo com tais pressões, a taxa em 12 meses do índice ao produtor seguiu em desaceleração, alcançando o seu menor patamar desde julho de 2020, quando acumulava alta de 9,27%,” destacou André Braz, Coordenador dos Índices de Preços. Moradores da Região Metropolitana gastam mais de 30% da renda com financiamento ou aluguel Entenda a composição do índice O IGP-M calcula os preços ao produtor, consumidor e na construção civil entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência. O indicador é composto por 3 componentes: O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que possui peso de 60% na composição do IGP-M, variou 0,30% em junho, ante 0,45% em maio. A taxa das Matérias-Primas Brutas caiu 0,52% em junho, ante queda de 0,58% em maio, com destaque para minério de ferro (-4,71% para -0,32%), milho em grão (-3,62% para -1,21%) e mandioca/aipim (-7,72% para -4,24%); O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), com peso de 30% no IGP-M, subiu 0,71% em junho, ante 0,35% em maio. A principal pressão partiu do grupo Habitação (-2,57% para 0,65%), com destaque para a tarifa de eletricidade residencial, cuja taxa passou de -13,71% em maio para -0,34% em junh; O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), com peso de 10% no IGP-M, ficou em 2,81% em junho, ante 1,49% em maio. Os três grupos componentes do INCC registraram as seguintes variações na passagem de maio para junho: Materiais e Equipamentos (1,67% para 1,58%), Serviços (0,92% para 0,50%) e Mão de Obra (1,43% para 4,37%).
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29/06 - Recessão global é inevitável? O que pensam 4 economistas
Com inflação e juros em alta, cada vez mais economistas preveem desaceleração da economia mundial por um período prolongado. Com inflação e juros em alta, cada vez mais economistas preveem desaceleração da economia mundial Getty Images via BBC Cada vez mais economistas veem como iminente a chegada de uma recessão global. A profusão de estímulos econômicos durante a pandemia, os gargalos nas cadeias de suprimentos decorrentes das restrições na China e a invasão da Ucrânia pela Rússia, entre outros fatores, levaram a inflação mundial a níveis não vistos em décadas. Para contê-la, os bancos centrais aumentam as taxas de juros, enquanto os mercados de ações reagem com quedas prolongadas, que refletem a pouca fé dos investidores no que vem pela frente. E o que nos espera é, segundo diversos especialistas, uma recessão: uma depressão nas atividades econômicas que se traduz em queda do PIB (Produto Interno Bruto, soma de bens e serviços). Como se define uma recessão e quais são os indícios? Fed sobe juros dos EUA em 0,75 pontos percentuais, maior aumento desde 1994 Em geral, após dois trimestres consecutivos de contração do PIB, os economistas consideram que a economia está em "recessão técnica". Sete em cada 10 economistas nos Estados Unidos acreditam que isso acontecerá neste ou no próximo ano, de acordo com pesquisa recente do jornal britânico Financial Times e da Escola de Negócios Booth da Universidade de Chicago (EUA). A sondagem foi realizada no início de junho, antes da última semana de forte queda das ações (entre 6 e 10 de junho) e do novo aumento de juros pelos bancos centrais mundiais, portanto, é provável que essa proporção tenha aumentado. Entrar em recessão tem consequências amargas: o colapso do investimento, consumo e transações causa fechamento de negócios, perdas massivas de empregos e incapacidade de pagar dívidas que pode levar muitos à falência. A BBC News Mundo, o serviço de notícias em espanhol da BBC, perguntou a quatro importantes economistas se eles acreditam que haverá uma recessão nos EUA e no mundo em um futuro próximo. Confira o que eles disseram. 'Em 2023, com 65% de probabilidade' David Wessel, diretor do Centro Hutchins de Política Fiscal e Monetária da Brookings Institution (Washington D.C.) "Prever recessões é um exercício difícil. Elas geralmente resultam de choques inesperados e, às vezes, depressões econômicas que os especialistas preveem com total certeza mais tarde não acontecem. No entanto, vejo uma chance significativa de uma recessão nos Estados Unidos, com cerca de 65% de probabilidade, em 2023. O motivo? O presidente do Fed (Federal Reserve, o banco central americano) Jerome Powell não quer que seu legado destrua o progresso que seus antecessores conquistaram, de reduzir a inflação americana e mantê-la em níveis baixos. David Wessel, diretor do Centro Hutchins de Política Fiscal e Monetária da Brookings Institution (Washington D.C.) David Wessel Por ora, o Fed claramente precisa aumentar as taxas de juros para desacelerar a demanda, aliviar a pressão de alta sobre os preços e impedir que a psicologia inflacionária [estado mental que leva consumidores a antecipar compras, prevendo aumento dos preços] se estabeleça. No entanto, em algum momento o Fed será confrontado com decisões muito mais difíceis, seja para continuar aumentando as taxas ou congelá-las, à medida em que a economia desacelerar e a inflação diminuir, mas sem alcançar a meta de 2%. Haverá bons argumentos para qualquer uma das opções. Prevejo que o Fed de Powell errará pelo excesso no aperto monetário em vez de afrouxar e, portanto, é provável uma recessão, mas moderada. Espero estar errado, que todos os problemas nas cadeias de suprimentos globais sejam resolvidos, que os efeitos econômicos persistentes da covid-19 se esgotem e que nós (e o Fed) tenhamos a boa sorte de que necessitamos. Mas não acredito que esse seja o resultado mais provável." 'Início do próximo ano' Gabriel Gasave, pesquisador associado do Centro para Prosperidade Global do Instituto Independente e diretor do elindependent.org (Oakland, Califórnia) "Me atrevo a dizer que em algum momento, possivelmente no início de 2023, enfrentaremos um processo recessivo importante, tanto na Europa, quanto nos Estados Unidos. Não será por causa da pandemia, das interrupções nas cadeias de suprimentos, da invasão russa à Ucrânia, da escassez de alimentos e do encarecimento da energia. Será basicamente pelo fato de que, para colocar nos termos da Escola Austríaca de Economia [linha de pensamento econômico liberal surgida em Viena, no século 19], o processo de excesso de liquidez impulsionado pelos governos mediante uma forte expansão monetária chegará ao fim. Ou o 'boom' terminará e virá a depressão O Hemisfério Norte, com a chegada do verão e as festas de fim de ano, continuará por ora com um nível de atividade razoável. As pessoas vão viajar, gastar e muitos desfrutarão de benefícios financeiros distribuídos por governos à esquerda e à direita durante a pandemia e campanhas eleitorais. Mas as festas não duram para sempre, assim como nenhum atleta de elite pode atuar continuamente sob efeito de doping. Em algum momento, as coisas devem voltar ao que eram antes, à realidade, o que muitos economistas chamam de depressão, quando, na verdade, é um retorno à ordem natural das coisas. Também é certo que, como os rendimentos da dívida americana estão agora aumentando [devido à alta de juros pelo Fed], os capitais internacionais terão uma atração maior para retornar aos Estados Unidos. Portanto, temos que ver em que medida os fluxos de capital global que chegam, juntamente com a valorização do dólar e a desvalorização do restante das moedas, afetam o nível de atividade interna [dos EUA]." 'Provavelmente no final deste ano' Lindsey Piegza Lindsey Piegza, economista-chefe e diretora-executiva da Stifel Financial (Chicago) Lindsey Piegza, economista-chefe e diretora-executiva da Stifel Financial (Chicago) "O Federal Reserve renovou e aumentou seu compromisso com o controle da inflação, elevando as taxas de juros em 0,75 ponto percentual em junho e colocando na mesa um possível novo aumento de mais 0,75 ponto para julho. Embora o presidente americano Joe Biden tenha declarado recentemente que o Fed não está tentando induzir uma recessão, essa rápida alta dos juros quase certamente produzirá, provavelmente até o final deste ano, uma queda do PIB na melhor das hipóteses, ou estagflação [combinação de estagnação econômica ou recessão com inflação alta] na pior. Os consumidores ainda sofrem com preços altos, pois as cadeias de suprimentos continuam afetadas e os conflitos no exterior persistem. E, agora que o Fed está aumentando as taxas a um ritmo proposto em torno de 4%, ou talvez mais, também devem lidar com os efeitos de uma economia mais fraca. A estratégia de aumento acelerado das taxas resultará em um custo significativo para o cidadão médio e para a economia dos EUA de forma mais ampla, com impacto limitado sobre as pressões [inflacionárias] do lado da oferta. No final das contas, elevar o custo de capital reduz consumo e investimento, o que alivia as pressões do lado da demanda — isso já acontece e se manifesta em um ritmo decrescente de vendas — mas dificilmente consegue corrigir as restrições do lado da oferta em decorrência das consequências da covid-19 ou de um conflito internacional." Bancos centrais de mais de 40 países aumentaram juros este ano 'Pode não acontecer' Andrés Moreno Jaramillo, economista, consultor financeiro independente e analista do mercado de ações (Bogotá, Colômbia) "Alguns economistas veem que os juros estão subindo, que estamos saindo de uma queda muito forte com recessão, e acreditam que esse ciclo vai voltar. Claro que é possível, mas à medida que a geopolítica não piore com mais conflitos, mais guerras, mais escassez, mais covid, pode não haver recessão. Ainda não se sabe. Precisamente, os Estados Unidos demoraram muito tempo para aumentar suas taxas de juros para não causar uma recessão. Essas taxas de juros em alta em um momento em que a economia está muito aquecida podem gerar uma pequena recessão. Andrés Moreno Jaramillo, economista, consultor financeiro independente e analista do mercado de ações (Bogotá, Colômbia) Andrés Moreno Jaramillo Se uma recessão chegar a acontecer, seria muito leve e acredito que eles vão acionar todos os mecanismos para que isso não ocorra. Há muitos eventos, muitos fatos geopolíticos que podem mudar qualquer previsão econômica, por isso é preciso ser muito cauteloso. A economia dos países se move em ciclos. Tanto as taxas de juros quanto as recessões econômicas fazem parte desses ciclos, o que não é grave enquanto houver uma volatilidade pouco acentuada. É para isso que servem os bancos centrais e a política econômica: para que todos esses ciclos aconteçam e a economia não cresça muito porque pode gerar inflação, nem caia muito porque pode gerar desemprego, depressão e outras consequências. O que acabamos de vivenciar com a covid-19 é algo novo no mundo. Quase todos os países tiveram retração econômica e a recuperação traz fortes altos e baixos; é de volatilidade que estamos falando, mas ela tem diminuído gradativamente. Acredito que o pior já passou e os EUA estão enfrentando, como todo mundo, a inflação, e [o combate a] essa inflação tem que frear um pouco o crescimento e desacelerá-lo um tanto, mesmo que com isso o PIB registre cifras negativas. Isso não é tão ruim." Este texto foi originalmente publicado em https://www.bbc.com/portuguese/internacional-61958840
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29/06 - Impacto do Auxílio Brasil chega a 34% do PIB dos municípios
Entre as 100 cidades com maior impacto do benefício nas economias municipais, 96 estão no Nordeste. Auxílio Brasil André Melo Andrade/Immagini/Estadão Conteúdo O impacto do Auxílio Brasil pode passar de 30% do Produto Interno Bruto (PIB) nos municípios. Entre as 100 cidades com maior impacto do benefício nas economias municipais, 96 estão no Nordeste, 3 no Norte e 1 no Sudeste. A projeção é de Ecio Costa, professor titular de economia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), e da P³ Inteligência. No município de Serrano do Maranhão (MA), o efeito do Auxílio Brasil no PIB é o mais significativo: quase 34%. Dos 10 municípios com o maior impacto do benefício no PIB, 7 estão no Maranhão. Ainda segundo o levantamento, o Auxílio Brasil equivale a 10% ou mais do PIB para 648 cidades brasileiras – 597 delas no Nordeste. Já entre os 100 municípios com os menores impactos do benefício (entre 0,01% e 0,1% do PIB), 81 são na região Sul - 54 no Rio Grande do Sul, 26 em Santa Catarina e um no Paraná. Os demais estão no Sudeste (17), Centro-Oeste (1) e Nordeste (1). Os 10 municípios com os menores impactos do Auxílio Brasil no PIB são, pela ordem: Pomerode (SC), Nova Roma do Sul, Carlos Barbosa, Fagundes Varela, Aratiba, Picada Café, Três Arroios, Westfália (todos no RS), Iracemápolis (SP) e Vila Flores (RS). As capitais com maiores impactos do benefício no PIB são as seguintes: Belém (2%) Fortaleza (1,82%) Macapá (1,66%) Rio Branco (1,64%) Teresina (1,61%) Salvador (1,59%) João Pessoa (1,54%) Maceió (1,4%) São Luís (1,33%) Aracaju (1,14%) Natal (1,13%) Já Brasília (0,19%), Curitiba (0,23%), Florianópolis (0,24%), Porto Alegre (0,33%), São Paulo (0,37%), Belo Horizonte (0,45%) e Rio de Janeiro (0,48%) tiveram os menores impactos. Pelas projeções do economista Ecio Costa, o impacto médio do Auxílio Brasil deve ser de 1,04% do PIB nacional em 2022. Nos estados, os maiores impactos são no Maranhão e Piauí, acima de 4%. Dos 10 estados com os maiores efeitos, oito são no Nordeste - apenas o Rio Grande do Norte ficou de fora. Entraram ainda Acre e Pará, no Norte do país. Por regiões, o Nordeste é o maior beneficiado, já que sempre teve o maior número de famílias beneficiárias. LEIA TAMBÉM: 2,8 milhões de famílias estavam na fila de espera em abril Valor médio passa de R$ 500 em 4 municípios em maio; veja o que compõe o benefício 13 estados têm mais beneficiários que trabalhadores com carteira assinada Qual o valor? Quem recebe? Tire dúvidas sobre o programa social Auxílio Brasil: 2,8 milhões de famílias estavam na fila de espera em abril, diz estudo da CNM “O percentual vai ser maior justamente onde você tem provavelmente o maior número de beneficiários em relação ao tamanho do município e da economia. Em geral, os municípios mais pobres têm uma necessidade maior de auxílio porque têm uma população mais pobre”, explica Costa. O economista usou dados do PIB de 2019 dos municípios (último levantamento disponível dentro das estatísticas do IBGE) e depois inflacionou para 2020 e 2021. Com relação aos dados do Auxílio Brasil, usou os dados disponíveis no Ministério da Cidadania de janeiro a maio e então projetou o valor para os meses de junho a dezembro. Esses valores não incluem uma possível elevação do valor do Auxílio Brasil para R$ 600. O efeito dessa elevação potencializaria o impacto sobre o PIB de todos os municípios, com uma elevação aproximada de 25%, segundo o economista. No caso do município de Serrano do Maranhão, em maio, havia 4.370 famílias beneficiárias. A cidade tem uma população de 10.343 habitantes, segundo o IBGE. O valor médio pago foi de R$ 422,27 – o total repassado para as famílias foi de R$ 1.724.545. Veja abaixo os números de habitantes e de famílias beneficiárias e os valores repassados dentro do Auxílio Brasil nos 10 municípios com maior impacto do benefício dentro do PIB: De acordo com o economista Ecio Costa, o Auxílio Brasil tem um impacto significativo por ser um programa de transferência de renda direta para a população, sem nenhuma contrapartida que possa atrapalhar a chegada dos recursos na ponta. "Por isso, há um efeito pulverizado e multiplicador. E, como as famílias gastam o dinheiro em várias frentes, com uma parcela um pouco maior em alimentos e materiais de construção, isso termina movimentando a economia em todos os segmentos", explica. Segundo ele, para alguns municípios, o Auxílio Brasil pode trazer a sensação de que a crise econômica não impõe tantas consequências negativas, já que essa injeção de recursos na economia favorece o consumo, que traz efeitos para o comércio, serviços e indústria, evitando inclusive demissões de funcionários. Mas há a ressalva da inflação, que corrói o poder de compra principalmente da população de baixa renda porque pesa mais sobre os alimentos, principal item consumido pelos beneficiários. Auxílio Emergencial também teve impacto Auxílio emergencial tem maior impacto nos 30% mais pobres Outro estudo feito pelo economista em 2020 mostrou que o impacto econômico do Auxílio Emergencial também beneficiou principalmente os estados do Norte e Nordeste. Auxílio Emergencial 'segurou' queda ainda maior do PIB No Nordeste, o impacto foi, em média, de 6,5% do PIB, mais que o dobro do peso nacional, de 2,5%. No Norte, o impacto foi de 4,8%. O estado mais beneficiado foi novamente o Maranhão, com 8,6%. No ranking do impacto por estados, os seis primeiros colocados são do Nordeste. Por outro lado, apesar de o estado de São Paulo ser o maior recebedor, em termos nominais, quando comparado com o tamanho da sua economia, ele ficou em 25º lugar. Veja no gráfico abaixo: O economista lembra que o Auxílio Emergencial tinha maior número de beneficiários e de valores pagos. “De lá para cá tem o efeito da inflação que corroeu o poder de compra dos beneficiários, e é maior ainda para quem precisa do auxílio porque pesa mais sobre os itens que eles mais consomem, que são os alimentos”, salienta.
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29/06 - Leite entre R$ 7 e R$ 10 chama atenção dos consumidores e gera memes; veja motivos da alta
Em relação ao campo, aumento tem a ver com a menor oferta e com o fenômeno La Niña, entre outros pontos, diz o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Entenda por que o leite está tão caro A alta no preço do leite longa vida se tornou um dos assuntos mais comentados nas redes sociais depois que o litro passou a ser encontrado nos mercados e padarias do Brasil entre R$ 7 e R$ 10 nas últimas semanas. Compartilhe no WhatsApp Compartilhe no Telegram “Pelo amor de Deus! Alguém sabe me explicar o que está acontecendo? Por que raios o leite ficou o dobro do preço em uma semana?”, questionou uma internauta na terça-feira (28). Veja outros memes mais abaixo. Preço do leite chama atenção Secom/SC “Minha mãe hoje gritou no meio do mercado quando viu o preço do leite. Não é mentira. Estava quase R$ 9”, escreveu um perfil no Twitter na segunda-feira (27). O preço do leite costuma subir durante a entressafra, que vai de abril até junho, de acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). É quando o clima mais seco prejudica a disponibilidade e a qualidade das pastagens. Contudo, neste ano, lidar com a entressafra ficou ainda mais complicado para o produtor, e isso também se reflete nos preços nos mercados, afirma a pesquisadora do Cepea Natália Grigol. Ela aponta mais dois motivos para a alta do leite pela perspectiva do campo: os efeitos do fenômeno La Ninã, sobretudo no final do ano passado e início deste ano; e o aumento nos custos de produção. O que é a La Niña A La Niña é um fenômeno climático que acontece quando há o resfriamento das águas do Oceano Pacífico, afetando a América do Sul e, no caso do Brasil, diminuindo as chuvas no Sul e as aumentando no Centro-Norte, segundo o agrometeorologista e diretor da consultoria AgroClima, Marco Antônio dos Santos explicou ao g1 em janeiro. O evento, que normalmente ocorre intercalado com o El Niño, já está em seu segundo ano consecutivo, surpreendendo produtores que esperavam se recuperar da estiagem de 2021. "A seca naquele momento (no final do ano passado e início deste ano) reduziu a qualidade da silagem que é ofertada aos animais, afetando o desempenho da atividade atualmente", diz Natália. LEIA TAMBÉM Pé de azeitona é cultivado com música clássica em fazenda de MG Cação é tubarão ou raia: por que o comércio ameaça espécies e pode colocar saúde em perigo Produção mais cara "Outro ponto que é extremamente importante porque afeta toda a estrutura produtiva é o aumento nos custos de produção", aponta a pesquisadora. "Segundo o Cepea, o Custo Operacional Efetivo da atividade esteve em alta nos últimos três anos e só neste último mês é que começa a mostrar inversão dessa tendência." Natália também ressalta que, nesse período, os insumos que mais pesaram para o produtor foram: a ração — por causa da valorização no mercado de grãos —, o aumento de exportações de grãos e a queda na disponibilidade interna, os suplementos minerais, os fertilizantes e o combustível. Initial plugin text "Toda alimentação animal foi se encarecendo nos últimos anos. Tanto a alimentação concentrada (ração) quanto a volumosa (pastagem) foram afetadas pela alta de combustíveis e fertilizantes. Isso levou muitos pecuaristas a saírem da atividade ou a enxugarem investimentos". "Como consequência, a estrutura produtiva, agora, enfrenta dificuldades para elevar o nível de oferta, e os preços ao produtor estão se elevando desde janeiro". De acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) de junho — considerado a prévia da inflação oficial do país — o aumento no preço do leite começou a ser registrado de fevereiro para março: fevereiro: 1,04% março: 3,41% abril: 12, 21% maio: 7,99% junho: 3,45% Já no campo, o preço do leite captado em abril deste ano e pago aos produtores em maio subiu 4,4% frente ao mês anterior. Em relação a maio do ano passado, o aumento é de 11,8%, . Produção de leite no Paraná RPC/Reprodução Valorização X oferta A valorização do leite no campo, principalmente no mês de junho, se deve à menor oferta do produto, afirma a pesquisadora Natália. E, apesar dos gastos terem recuado devido às recentes desvalorizações da soja e do milho, o desembolso do produtor com a alimentação do rebanho segue em patamar elevado. "A inversão da tendência (de alta) depende muito de variáveis macroeconômicas, como inflação e taxa de câmbio", explica Natália. "Os mercados agrícolas são globalizados e grande parte da alta nos preços dos insumos produtivos se explica tanto pela valorização desses insumos no mercado externo quanto também pela desvalorização do real." Quando vai baixar? A pesquisadora entende que, do lado da oferta, a entressafra deve seguir até meados de setembro, ou quando as chuvas da primavera retornarem. "Mas, ainda que a oferta possa se restabelecer, observa-se que os custos (do leite) podem seguir elevados". "Ainda que o mercado de grãos sinalize preços mais baratos com o início da safra, é possível que a demanda global drene a oferta doméstica — e isso pode ser intensificado pelo câmbio desvalorizado. Por isso é difícil de prever uma reversão dos preços de alimentos, como os derivados, diante do mesmo posicionamento macroeconômico que o Brasil tem adotado", finaliza a pesquisadora. Memes Na última semana, internautas de diversos estados, como de São Paulo, Santa Catarina, Rio de Janeiro e Minas Gerais vêm relatando o susto com o preço do leite nos mercados. Veja algumas postagens. Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text
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29/06 - Confira as vagas de emprego disponíveis em Petrolina e Salgueiro nesta quarta-feira (29)
Os interessados nas oportunidades podem entrar em contato com a Seteq através da internet. Carteira de trabalho Reprodução/TV Globo Foram divulgadas as vagas de emprego disponíveis nesta quarta-feira (29) em Petrolina e Salgueiro no Sertão de Pernambuco. As oportunidades são disponibilizadas pela Agência do Trabalho de Pernambuco e atualizadas no g1 Petrolina. Os interessados nas oportunidades podem entrar em contato com a Seteq através da internet. O atendimento na Agência do Trabalho, em Salgueiro, ocorre apenas com agendamento prévio, feito tanto pelo site da secretaria, quanto pelo Portal Cidadão. Petrolina Contato: (87) 3866 - 6540 Vagas disponíveis Salgueiro Contato: (87) 3871-8467 Vagas Disponíveis Vídeos: mais assistidos do Sertão de PE
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29/06 - Auxílio Brasil: Caixa paga quem tem NIS final 9 nesta quarta-feira
Beneficiários vão receber as parcelas referentes ao mês de junho até quinta-feira (30); confira calendário. O repasse médio do auxílio recebido pelas famílias é de R$ 402 em junho. Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil Os beneficiários do Auxílio Brasil com Número de Inscrição Social (NIS) final 9 recebem, nesta quarta-feira (28), a parcela referente ao mês de junho. As parcelas do benefício referentes ao mês de junho começaram a ser pagas no dia 17, quando quem possui NIS final 1 teve os valores liberados. Quem possui NIS final 2, 3, 4, 5, 6, 7 e 8 também já receberam os depósitos. Os beneficiários com NIS final 0 vão receber as suas parcelas nesta quinta-feira (30), de acordo com o calendário abaixo: Calendário de pagamentos do Auxílio Brasil em 2022 Economia/g1 Em junho, 18,15 milhões de famílias recebem o Auxílio Brasil, de acordo com o Ministério da Cidadania, totalizando o investimento em R$ 7,6 bilhões. O programa garante um repasse mínimo de R$ 400 a cada beneficiário. O repasse médio recebido pelas famílias é de R$ 402. De acordo com informações da Secretaria Nacional de Renda de Cidadania, o Nordeste segue como a região com maior número de beneficiários. São 8,6 milhões de famílias contempladas. Na sequência aparecem as regiões Sudeste (5,2 milhões), Norte (2,1 milhões), Sul (1,2 milhão) e Centro-Oeste (941 mil). Estudo da Confederação Nacional de Municípios (CNM) mostra que 2.788.362 famílias que atendem aos requisitos para receber o Auxílio Brasil não tiveram acesso a ele em abril deste ano. A chamada demanda reprimida teve um salto de 113% em relação a março, quando o número de famílias à espera era de 1.307.930. Ou seja, o número de 1.480.432 de famílias que se somaram à demanda reprimida em abril é maior que o total de março. LEIA TAMBÉM: Auxílio Brasil: 2,8 milhões de famílias estavam na fila de espera em abril, diz estudo da CNM Auxílio Brasil: quais são os benefícios que integram o programa e seus valores NIS: o que é e como consultar o número Auxílio Brasil X Bolsa Família: veja comparação Perguntas e respostas sobre o programa TUDO SOBRE O AUXÍLIO BRASIL O benefício é destinado a famílias em situação de extrema pobreza. Famílias em situação de pobreza também podem receber desde que tenham, entre seus membros, gestantes ou pessoas com menos de 21 anos. As famílias em situação de extrema pobreza são aquelas que possuem renda familiar mensal per capita de até R$ 105. As em situação de pobreza têm renda familiar mensal per capita entre R$ 105,01 e R$ 210. No dia 4 de maio, o Senado aprovou medida provisória (MP) que torna permanente o valor mínimo de R$ 400 para o Auxílio Brasil. Câmara aprova valor mínimo de R$ 400 no Auxílio Brasil Quem recebe Há três possibilidades para recebimento do Auxílio Brasil: Se já tinha o Bolsa Família: Auxílio Brasil será pago automaticamente Se está no CadÚnico, mas não recebia o Bolsa Família: vai para a lista de reserva Se não está no CadÚnico: é preciso buscar um Cras para registro, sem garantia de receber Clique aqui e veja como se inscrever no CadÚnico Como obter informações Por telefone: O beneficiário pode ligar no telefone 121, do Ministério da Cidadania, para saber se tem direito ao Auxílio Brasil e o valor que será pago. Também é possível obter informações sobre o benefício na Central de atendimento da Caixa, pelo telefone 111. Por aplicativos: No aplicativo Auxílio Brasil (disponível para download gratuitamente para Android e iOS), é possível fazer o login utilizando a senha do Caixa Tem. Caso não tenha, basta efetuar um cadastro. No aplicativo Caixa Tem poderão ser consultadas informações sobre o benefício, como saldo e pagamento de parcelas.
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29/06 - INSS: novo grupo tem benefícios referentes a junho liberados nesta quarta-feira; veja calendário
Pagamentos levam em conta o número final do benefício do aposentado ou pensionista. Veja como consultar os benefícios. Existem mais de 36 milhões de pessoas com direitos a benefícios do INSS no país. Fernando Frazão/Agência Brasil/Arquivo O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começou a pagar, na última sexta-feira (24), os benefícios a aposentados e pensionistas referentes ao mês de junho. O calendário leva em conta o número final do cartão de benefício, sem considerar o último dígito verificador, que aparece depois do traço. Nesta quarta-feira (29), recebem os benefícios aqueles que recebem 1 salário mínimo e possuem o cartão com final 4. Veja abaixo o calendário: Calendário de pagamento de benefícios em 2022 Divulgação Benefícios do INSS acima do mínimo têm reajuste de 10,16%; teto sobe para R$ 7.087 Veja calendário de benefícios Prova de vida do INSS tem novas regras; veja tira dúvidas Atualmente, existem mais de 36 milhões de pessoas com direitos a benefícios do INSS no país – mais de 60% recebem um salário mínimo. Para quem ganha o benefício no valor do salário mínimo, o piso nacional passou para R$ 1.212 desde 1º de janeiro. Por lei, aposentadorias, auxílio-doença, auxílio-reclusão e pensão por morte pagas pelo INSS não podem ser inferiores a 1 salário mínimo. Benefícios do INSS acima do mínimo têm reajuste de 10,16%; teto sobe para R$ 7.087 Já os aposentados e pensionistas que recebem benefícios acima do salário mínimo tiveram reajuste de 10,16% na remuneração – o teto dos benefícios do INSS passou de R$ 6.433,57 para R$ 7.087,22. Como consultar benefícios Uma maneira simples de fazer a consulta dos benefícios do INSS é através da central de atendimento por telefone, no número 135. Ao ligar, informe o número do CPF e confirme algumas informações cadastrais, de forma a evitar fraudes. O atendimento está disponível de segunda a sábado, das 7h às 22h; O segurado pode acessar o site Meu INSS, que reúne diversos serviços digitais do INSS. Após fazer o login, na tela inicial, clique no serviço de "Extrato de Pagamento" e você terá acesso ao seu extrato e todos os detalhes sobre o pagamento do benefício; A consulta do benefício também pode ser feita pelo aplicativo Meu INSS, disponível para Android e iOS. Assim como no acesso pelo site, de início, é necessário fazer o login, e então, todos os serviços disponíveis e histórico das informações do beneficiário serão listados.
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29/06 - Prazo para MEI entregar declaração anual vai até esta quinta; veja como fazer
Em 2022, o prazo de entrega da Declaração Anual do Simples Nacional (DASN-SIMEI) foi prorrogada para o dia 30 de junho. Ela não deve ser confundida com a declaração do Imposto de Renda do empreendedor como pessoa física. A declaração precisa ser feita mesmo que o MEI não tenha registrado faturamento durante o ano de 2021. Pexels Acaba nesta quinta-feira (30) o prazo para que Microempreendedores Individuais (MEIs) entreguem a Declaração Anual do Simples Nacional (DASN) referente ao ano-calendário 2021. Este ano, o prazo de entrega do documento foi prorrogado para 30 de junho. Quem se tornou MEI em 2022 deverá entregar essa declaração apenas em 2023. É importante entender que o DASN-SIMEI é diferente da declaração do Imposto de Renda como pessoa física, que deveria ser entregue até 31 de maio. Esta declaração precisa ser feita mesmo que o MEI não tenha registrado faturamento durante o ano de 2021. E o envio não acarreta nenhuma cobrança adicional, porque o imposto já é pago mensalmente no Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS). O MEI que não apresentar a declaração no prazo está sujeito à multa de até 20% do valor dos tributos declarados e pode ter o CNPJ cancelado definitivamente. Segundo a Receita Federal, o país possui atualmente 14,1 milhões de microempreendedores individuais. SAIBA MAIS: INSS: entenda como funciona a aposentadoria para MEI Pensando em se tornar um MEI? Veja o que você precisa saber antes de abrir sua empresa Como fazer a declaração anual de MEI O limite de faturamento anual dos MEIs em 2021 foi de R$ 81 mil. No entanto, o valor deverá ser calculado de forma proporcional aos meses em que a empresa esteve aberta. Caso o CNPJ MEI esteja aberto desde junho de 2021, por exemplo, o limite será proporcional ao tempo de abertura. Veja o passo a passo para o MEI, mediante seu CNPJ, realizar a declaração: Acesse a página de declaração do DASN-SIMEI no site da Receita Federal e informe o CNPJ e os caracteres alfanuméricos; Na linha "original" selecione "2021"; No campo "Valor da Receita Bruta Total", informe o valor total do seu faturamento no ano passado; No campo abaixo, se o MEI não for apenas um prestador de serviços, deverá informar o valor das receitas referentes às atividades de comércio, indústria e serviço de transporte intermunicipal e interestadual; Informe se o MEI teve algum empregado no ano referente; Na tela seguinte você irá visualizar um resumo das informações. Basta conferir se elas estão corretas e clicar em "Transmitir"; Para finalizar, imprima e guarde o recibo da declaração. Nele constam as informações prestadas, o horário de envio para a Receita Federal e o número de controle.
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