Contabilidade

Contabilidade Sorocaba Assessoria Contabil Sorocaba



Escritorio de Contabilidade Sorocaba Imposto de Renda Sorocaba



Contabilidade Sorocaba Assessoria Contabil Sorocaba



Escritorio de Contabilidade Sorocaba Imposto de Renda Sorocaba



Notícias

RSS Feed - Notícias - Mantenha-se Informado


17/02 - Aumento na conta de luz pode causar demissão de 5 mil trabalhadores em Rondônia, diz Fecomércio
Elevação de custo fará empresas demitirem no estado. Energisa diz que cobrança é em cumprimento à decisão do Tribunal Regional Federal da Primeira Região. Cobrança está sendo feita desde janeiro Reprodução/G1 O reajuste na conta de energia elétrica, feito em Rondônia desde janeiro, pode prejudicar o nível do crescimento econômico de Rondônia e causar a demissão de 5 mil trabalhadores, segundo estimativa da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO). Em um comunicado, a Fecomércio afirmou que está vendo com preocupação o reajuste de 24,75% para residências e de 27,12% para o consumidor que usa alta tensão. Desde o começo do reajuste, a federação diz ter recebido reclamações de comerciantes que alegam uma cobrança superior aos 27% na tarifa elétrica. "A questão principal, que faz com que a Fecomércio considere o tema importante, são os impactos sobre a vida econômica do estado", afirma a entidade. Segundo a Fecomércio, a elevação dos custos de energia para micros e pequenas empresas pode causar desemprego de mais de 5 mil pessoas. Essas demissões podem impedir a "melhoria do nível da atividade econômica que era esperado pelo comércio". A Federação do Comércio também reitera que o reajuste na energia "pode criar uma expectativa ruim aos negócios". Segundo a Energisa, que comprou a Ceron em 2018, a cobrança da tarifa é em cumprimento à decisão do Tribunal Regional Federal da Primeira Região (TRF1) "apenas nesta fatura está contabilizado o consumo referente ao período em que a liminar esteve em vigor". Ao todo, o estado tem 641 mil unidades consumidoras de energia. Protestos Na sexta-feira (15), consumidores fizeram um protesto em frente da sede da Eletrobras Rondônia (Ceron) em Porto Velho, na Avenida Sete de Setembro. O trânsito chegou a ser fechado e os manifestantes pediram a derrubada da cobrança do reajuste na energia. Protesto é feito em frente da Ceron em Porto Velho Toni Francis/G1 Um protesto contra a Ceron/Energisa também foi feito em Nova Mamoré. Neste mês de fevereiro, uma família contou ao G1 que a conta de energia subiu 31%. Isso porque o Kwh antes do reajuste estava cotado a R$ 0,64 e passou para R$ 0,84. No entanto, ao levar em conta esses valores o aumento é de 31,25%, contrapondo aos 24,75% prometidos. Como foi definido o reajuste? Segundo divulgou a Energisa, o aumento é resultado do gasto com a geração de energia e com o pagamento de dívidas acumuladas com a compra de energia nos últimos dois anos. Depois de anunciar o reajuste no fim do ano, a Justiça Estadual e Federal em Rondônia barraram a cobrança da Energisa ao consumidor, mas a empresa conseguiu obter uma liminar favorável da 1ª Vara Federal (TRF-1) e, desde meados de janeiro, o reajuste passou a vir na conta do consumidor do estado. Clientes da baixa tensão (residencial e comercial), a correção é de 24,75%. Já os de alta tensão, 27,12%. O aumento da tarifa foi autorizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
Veja Mais

17/02 - Veja concursos abertos na Paraíba de 17 a 24 de fevereiro
Nove editais de prefeituras, câmara e instituições de ensino oferecem 587 vagas de emprego. Nove editais de concursos abertos para prefeituras, câmara municipal e instituições de ensino superior oferecem 587 vagas de emprego na Paraíba de 17 a 24 de fevereiro. Confira. Editoria de arte/G1 Concurso da Prefeitura de Pedra Branca Vagas: 47 Níveis: fundamental, médio e técnico Salários: R$ 998 a R$ 7.500 Prazo de inscrição: até sexta-feira (22) Local de inscrição: site da organizadora, Consulpam Taxas de inscrição: R$ 60 (fundamental), R$ 90 (médio) e R$ 150 (superior) Provas: 24 de março Edital do concurso da Prefeitura de Pedra Branca Concurso do IFPB para técnico-administrativo Vagas: 36 Níveis: médio; médio e técnico; e superior Salários: de R$ 1.945,07 a R$ 4.180,66 Prazo de inscrição: até 25 de fevereiro Local de inscrição: página do IFPB na internet Taxas de inscrição: R$ 100 (nível médio) R$ 130 (médio e técnico) e R$ 150 (superior) Provas: 31 de março de 2019 Edital do concurso para técnico-administrativo do IFPB Concurso do IFPB para técnico-administrativos (tradutor e intérprete) Vagas: 2 Nível: médio completo e proficiência em libras Salário: R$ 2.446,96 Prazo de inscrição: até 25 de fevereiro Local de inscrição: página do IFPB na internet Taxas de inscrição: R$ 130 Provas: 14 de abril Edital do concurso para técnico-administrativos (tradutor linguagem de sinais) do IFPB Concurso da UFPB para técnico-administrativo Vagas: 131 Níveis: médio, médio e técnico e superior Salários: R$ 1.945,06 a R$ 4.180,66 mais auxílio Prazo de inscrição: até 25 de fevereiro Local de inscrição: site da organizadora, Instituto AOCP Taxas de inscrição: R$ 45 (nível intermediário), R$ 60 (nível médio) e R$ 85 (nível superior) Provas: 7 de abril de 2019 Edital do concurso para técnico-administrativo da UFPB Concurso da Prefeitura de São José de Caiana Vagas: 52, sendo 14 para pessoas com deficiência Níveis: fundamental, médio e técnico Salários: R$ 998 a R$ 12 mil Prazo de inscrição: até 28 de fevereiro Local de inscrição: site da organizadora, Funvapi Taxas de inscrição: R$ 50 (nível fundamental), R$ 70 (médio/técnico), R$ 100 (superior) Provas: 31 de março Edital do concurso da Prefeitura de São José de Caiana Concurso do IFPB para professores Vagas: 90 Nível: superior Salário: de R$ 4.892,44 a R$ 9.600,92 Prazo de inscrição: até 7 de março Local de inscrição: página do IFPB na internet Taxas de inscrição: R$ 150 Provas: 2 de junho Edital do concurso para professor do IFPB Concurso da Prefeitura e da Câmara de Curral Velho Vagas: 33 | 4 Níveis: alfabetizado, fundamental, médio, técnico e superior | fundamental e médio Salários: R$ 998 a R$ 8 mil | R$ 998 Prazo de inscrição: até 10 de março Local de inscrição: site da organizadora, Conpass Taxas de inscrição: R$ 60 (alfabetizado e nível fundamental) R$ 80 (médio e técnico) e R$ 100 (superior) Provas: 14 de abril de 2019 Editais: Prefeitura e Câmara Concurso e seleção da Prefeitura de Lucena Vagas: 193 Níveis: fundamental, médio e técnico Salários: R$ 998 a R$ 3.850,95 Prazo de inscrição: até 17 de março Local de inscrição: site da organizadora, Idib Taxas de inscrição: R$ 70 (fundamental), R$ 100 (médio), R$ 130 (superior) Provas: 28 de abril Edital do concurso da Prefeitura de Cajazeiras
Veja Mais

17/02 - Vice-presidente da Airbus diz que Brexit sem acordo é 'catastrófico' para a empresa
Katherine Bennett afirmou à 'BBC' que companhia gastou dezenas de milhões de euros em preparativos para a saída do Reino Unido da União Europeia. A Airbus disse neste domingo (17) que terá que tomar "difíceis decisões" sobre investimentos futuros caso os britânicos deixem a União Europeia sem um acordo, acrescentando que a empresa já gastou dezenas de milhões de euros em preparativos. "Não há como sair "sem acordo" e de forma negociada, isso é absolutamente catastrófico para nós", afirmou a vice-presidente sênior Katherine Bennett à BBC. Um Airbus A380 se prepara para decolar durante um evento de aviação em Paris, na França, em junho de 2009. Eric Piermont/AFP "Algumas difíceis decisões terão de ser tomadas se não houver um acordo...nós teremos que avaliar nossos investimentos futuros." Ela disse que a Airbus já gastou "dezenas de milhões de euros" se preparando para o chamado "Brexit", como com estocagem de peças e segurança de sistemas de TI. Nova derrota de May Na quinta-feira (14), a primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, saiu derrotada de uma votação simbólica sobre a estratégia dela em barganhar o acordo do Brexit com a União Europeia. A emenda rejeitada pelos parlamentares diminuiu o poder de barganha da premiê. May tenta convencer a liderança do bloco de que o acordo – rejeitado em 29 de janeiro no Parlamento – pode ser aprovado caso a União Europeia renegocie alguns pontos do plano. May pretende conversar com cada líder da União Europeia e com o chefe da Comissão Europeia para buscar mudanças em seu acordo de retirada da UE, dias após outra derrota de seus legisladores e conforme empresas se preparam para um Brexit sem acordo, em 29 de março.
Veja Mais

17/02 - O que acontece com app usado para localizar o celular roubado quando o aparelho é 'formatado'?
Blog também tira dúvidas sobre como redefinir as configurações originais de fábrica no Samsung J1 e o bloqueio do número do IMEI. (Se você tem alguma dúvida sobre tecnologia, utilize o espaço para comentários abaixo e escreva sua pergunta) Cerberus no celular 'formatado' Olá, Ronaldo! Eu tenho uma dúvida sobre o aplicativo para rastrear o celular roubado, chamado Cerberus. Quando o aparelho é "formatado", o aplicativo deixa de funcionar? Leonardo Olá, Leonardo! Sim, quando é realizada a redefinição das configurações originais de fábrica, qualquer aplicativo instalado pelo usuário é apagado. Após a realização desse procedimento, o aparelho deixa de ser rastreado. Tecnicamente é possível impedir que o Cerberus seja apagado para garantir o monitoramento, porém é um procedimento complexo onde o aplicativo é introduzido manualmente no kernel do Android, sendo transformado em app do sistema. Aplicativo para localizar celular roubado deixa de funcionar quando o aparelho tem as suas configurações originais de fábrica redefinidas Reprodução Como formatar sem o 'root'? Olá, Ronaldo! Como formatar Samsung J1 sem precisar fazer o root? Memba Vilanculos Olá, Memba! A redefinição das configurações originais de fábrica não requer que antes tenha sido liberado o usuário "root" no celular. Para realizar o procedimento, você deve seguir os passos descritos abaixo: Carregue completamente a bateria do celular; Desligue o aparelho; Pressione e segure os botões de Volume para cima (+), o botão Menu/Home e o botão de Ligar/Desligar; Quando o aparelho vibrar pare de pressionar o botão de Ligar/Desligar, mas continue pressionando os outros; Agora irá aparecer uma lista de procedimentos na tela; Pressione o botão de Volume para baixo (-), mova até a opção wipe data / factory reset e confirme com o botão de Ligar/Desligar; Pressione novamente com o botão de Volume para baixo (-), mova até a opção yes -- delete all user data e confirme com o botão Ligar/Desligar; Selecione a opção Reboot system now e confirme com o botão de Ligar/Desligar; Pronto! Após o aparelho reiniciar ele já poderá ser usado. Confirmação do bloqueio do IMEI Eu solicitei o bloqueio do número de IMEI logo após ter o celular roubado. Existe alguma maneira de saber se ele realmente foi bloqueado pela operadora? Filipe Olá, Filipe! O bloqueio do número de IMEI (o "RG" do celular) só pode ser confirmado se você tiver acesso ao aparelho. A inutilização do aparelho não é imediata, em média, esse processo leva 24 horas até que o celular deixe de funcionar na rede de telefonia.
Veja Mais

17/02 - Agricultores de Itanhaém mudam de vida com selo de qualidade
Na cidade do litoral de SP vivem as primeiras 15 produtoras do país a receberem a certificação "Mulher Rural". Agricultores de Itanhaém mudam de vida com selo de qualidade O Globo Rural está reapresentando algumas das melhores reportagens de 2018. Neste domingo (17), o programa relembra a conquista de 15 produtoras de Itanhaém, as primeiras a receberem o selo "Mulher Rural". Agricultores do litoral de São Paulo estão conquistando qualidade de vida com a certificação de produtos. Tem até um deles que valoriza o trabalho das mulheres do campo. Leia mais.
Veja Mais

17/02 - Produtores comemoram alta do preço do leite e aumento de imposto de importação
Em 2018, setor enfrentou dificuldades, mas valor pago por litro subiu em janeiro. Governo elevou imposto sobre produto estrangeiro para compensar retirada de tarifa antidumping. Produtores comemoram alta do preço do leite e aumento de imposto de importação A notícia do aumento do imposto de importação de leite estrangeiro, nesta semana, deu um alívio aos produtores, que já estavam um pouco mais animados com a alta dos preços em janeiro. Na propriedade de Lélis da Silva, em Prata, no Triângulo Mineiro, a produção é de 650 litros de leite por dia. São 35 vacas na ordenha. Para ele, 2018 não foi um ano fácil. "A margem de lucro era muito pequena, era muito difícil, o leite teve uma queda muito grande. Os insumos não tiveram queda, não estavam com preço acessível, então estava tudo muito difícil", diz. O leite que ele armazena no tanque vai três vezes por semana para a cooperativa da cidade. No momento mais difícil, Lélis recebeu só R$ 1,06 por litro. Situação bem diferente de agora. Neste mês, ele vendeu leite a R$ 1,38. Essa diferença significa cerca de R$ 6 mil a mais no mês. "E a gente está na expectativa que aumente mais um pouco, para poder ser mais viável a produção do leite." Gelder de Moura, presidente interino da Cooperativa, explica que a queda das importações em dezembro permitiu uma reação do mercado. “Possibilitou que a gente conseguisse o melhor preço na venda do nosso produto”. Na média nacional, o litro foi vendido a R$ 1,28, em janeiro. Em Minas, ficou em R$ 1,28, R$ 0,25 a mais que no mesmo mês do ano passado. O estado é o principal produtor de leite do país e foi justamente a grande oferta que fez os preços despencarem em 2018. "Eu acredito que se esse preço retornasse aos patamares de R$ 1,50, R$ 1,65, R$ 1,70, nós retornaríamos ao que o produtor já tinha adquirido como preço padrão", diz o consultor de pecuária Marco Aurélio Nunes. Thiago Fonseca produz 10 mil litros de leite por dia em Uberlândia, no Triângulo Mineiro. Ele diz que, com preços melhores, fica mais fácil se planejar. "Isso significa resultado, investimento, geração de emprego. É tudo o que o produtor precisa", afirma. Em janeiro, o preço médio do leite no Brasil subiu 4% em relação a dezembro. Em um ano, o aumento foi de 30%.
Veja Mais

17/02 - Setor de cana se recupera em AL depois de registrar pior safra da história devido à seca
Estado deve moer cerca de 16 milhões de toneladas nesta safra, 16% mais que na anterior. Setor de cana se recupera em AL depois de registrar pior safra da história devido à seca A seca dos últimos anos afetou a produção de cana-de-açúcar em Alagoas. É a principal cultura do estado. Mas, agora, produtores e usinas registram uma recuperação. A Associação dos Plantadores de Cana de Alagoas estima que devem ser moídas cerca de 16 milhões de toneladas de cana nesta safra. Um crescimento de 16% em relação à anterior. Esse acréscimo representa um aumento de 1,2 milhão de toneladas de açúcar e quase 500 milhões de litros de etanol. A cana responde por 20% do Produto Interno Bruto (PIB) alagoano. Com a estiagem prolongada, a última safra foi considerada a pior da história. Foram moídas apenas 13 milhões de toneladas, prejudicando a economia local. Os fatores climáticos contribuíram para a recuperação do setor e as 15 usinas do estado participaram da moagem deste ciclo. Em uma delas, em Coruripe, litoral Sul, devem ser beneficiadas 900 mil toneladas, um crescimento de quase 30%. A usina funciona em sistema de cooperativa. "Nós contamos com um clima melhor. A cooperativa também estimulou o cooperado a renovar o canavial, e ele tem respondido a isso. Este ano, a gente deve fechar a safra com uma média em torno de 60 toneladas por hectare. Isso, anos atrás, ficava abaixo de 50 toneladas", diz Klécio Santos, presidente da cooperativa. "A gente só tinha tido índices negativos nos últimos anos. Agora, nós estamos numa curva de ascendência. Nós estamos numa recuperação. Nós ainda somos o maior produtor de cana do Nordeste", afirma Edgar Filho, presidente da associação. A moagem de cana no Nordeste termina em abril.
Veja Mais

17/02 - Agricultores do DF colhem pimentões; preços sobem após perdas em 2018
Distrito tem 183 produtores do fruto. No ano passado, excesso de chuva prejudicou plantações. Agricultores do DF colhem pimentões; preços sobem após perdas em 2018 Agricultores do Distrito Federal estão colhendo pimentão. Hoje, o distrito tem 183 produtores do fruto e, segundo a Emater, a expectativa é colher em torno de 15 mil toneladas este ano. Os frutos estão vistosos e o preço, dentro do esperado. Na fazenda de Maurício Rezende, que planta pimentão há quatro décadas, fazia tempo que não se via uma produção tão boa. "A gente percebe pelo brilho, e porque não tem nenhum tipo de mancha", conta. Em Planaltina, onde fica a lavoura, as plantações de pimentão sofreram com doenças no campo por conta do excesso de chuvas em 2018. E, no mercado, o preço ficou abaixo do esperado. "Ano passado nós chegamos a jogar mais de mil caixas de pimentão foram por não conseguir vender. Então começamos a vender a R$ 10 a caixa, R$ 1 quilo. Depois caiu para R$ 7 a caixa, R$ 5. E aí o cliente não quis nem buscar", conta Maurício. Com os problemas da safra passada, ele decidiu diminuir de 60 para 22 estufas de pimentão. Mas, neste ano, o clima ajudou e a produtividade deve dobrar. Mesmo com uma área menor, o agricultor espera colher 110 toneladas, como na safra passada. "Este ano está bom, nosso planejamento é 500 caixas por mil plantas. Eu acho que, se não houver contratempo, a gente vai atingir." Fabiano Carvalho, engenheiro agrônomo da Emater-DF estima que a área plantada caia 5%, mas que produção total cresça de 5% a 10% em relação à safra passada. O produtor Jairo Bezerra está otimista com a colheita. "Este ano começamos a vender a R$ 30. Espero que se sustente a R$ 25, R$ 20. Ainda está bom. Aí dá para ter um lucro e investir." No Distrito Federal tem pimentão o ano inteiro, mas a maior parte é colhida até maio.
Veja Mais

17/02 - Família faz sítio quase falido virar negócio moderno e lucrativo
Com tecnologia e área de produção maior, propriedade produz cafés especiais. Família faz sítio quase falido virar negócio moderno e lucrativo O Globo Rural está reapresentando algumas das melhores reportagens de 2018. Neste domingo (17), o programa relembra a história de uma família que fez um sítio quase falido virar uma propriedade lucrativa onde são produzidos cafés especiais. Viver com a renda de uma pequena propriedade não é tarefa fácil, especialmente quando os filhos crescem e decidem permanecer na terra. Uma família de Minas Gerais venceu esse desafio e transformou uma propriedade modesta, que estava à beira da falência, em um negócio moderno e que rende um bom dinheiro. Leia mais.
Veja Mais

17/02 - Safra de soja do Brasil deve ser menor por conta da seca; PR é estado que mais sofreu
Estimativa da Conab é de que colheita diminua 3,3% em relação ao ciclo passado. Safra de soja do Brasil deve ser menor por conta da seca A safra de soja do Brasil deve cair 3,3%. Em alguns estados, a colheita vai ser bem maior mas, em outros, houve queda. O Paraná é o estado com as maiores perdas na safra. A redução, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), deve chegar a quase 10%: de 19,1 milhões de toneladas de soja previstas no início do plantio, para 17,2 milhões. A falta de chuvas e as altas temperaturas em dezembro prejudicaram a formação do grão. Na fazenda de Eduardo Lange, em Cascavel, Oeste do estado, ainda falta colher um terço dos 200 hectares plantados, mas a média de produtividade até agora é 15% menor do que ele esperava para a safra. Segundo ele, a expectativa era de colher 65 sacas por hectare, mas só está conseguindo 55. As perdas também se espalharam por outras regiões e a safra deve ser menor em todo o país. São esperadas 115 milhões de toneladas, segundo a Conab, queda de 3,3%. Em alguns estados como o Rio Grande do Sul, porém, a produção deve crescer. Por lá, o clima tem levado otimismo aos produtores, principalmente na região Norte do estado. As chuvas frequentes, associadas ao calor, estão garantindo o desenvolvimento das lavouras. O Rio Grande do Sul deve colher mais de 18,5 milhões de toneladas do grão, 9% mais que na safra passada. Até o começo da colheita, ainda leva cerca de 1 mês. “Este ano está muito bom. O clima para nós aqui ocorreu bem, por enquanto. A expectativa é boa, mas temos ainda muito para a frente. Tem mais 40 dias aí, que o tempo corra bem e que não dê um atrapalho meio”, diz o agricultor Jolderio Moresco. Se a previsão se confirmar, o Rio Grande do Sul deverá se tornar o segundo maior produtor de soja do país, tomando o lugar do Paraná. Mato Grosso é o primeiro.
Veja Mais

17/02 - Safra de algodão deve ser recorde no Brasil
Expectativa é de colher 6,4 milhões de toneladas da fibra no país, sendo 4,3 milhões só em Mato Grosso. Safra de algodão deve ser recorde no Brasil O algodão é uma das lavouras que mais cresceram no Brasil e esta safra deve ser recorde. A expectativa é de que os agricultores colham cerca de 6,4 milhões de toneladas de algodão em caroço. Mato Grosso é disparado o maior produtor da fibra no país. A área plantada no estado, que era de 777 mil hectares, agora em 2019 passou de 1 milhão de hectares, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento. Área maior significa aumento na produção. Em todo o estado, a previsão é de que sejam colhidas 4,3 milhões de toneladas, volume 33% maior do que no ano passado. Mesmo com a lavoura ainda em desenvolvimento, o agricultor Vitor Vesz faz boas apostas para a safra. Em sua propriedade, em Campo Verde, no sudeste de Mato Grosso, a área está 25% maior que na safra passada. A motivação para aumentar a produção é a renda. Ele fechou negócios a R$ 100 a arroba do algodão, em média. "Os preços estão bons até agora, o milho sempre correndo um pouco baixo. Aí a gente fica avaliando e decidimos nos aventurar no algodão, que pode dar um pouco mais de retorno", diz.
Veja Mais

17/02 - Pequenas Empresas & Grandes Negócios: contatos de 17/02/2019
Veja como obter informações das empresas citadas no programa. Veja a reportagem: Boutique de carnes atrai clientes que amam fazer churrasco ARMELIN CONSULTORES & ASSOCIADOS Rua Jose Revel,579 - Centro Salto/SP – CEP: 13320-020 Telefone: (11) 4021-1940 Email: faleconosco@armelinconsultoria.com.br Redes sociais: www.facebook/armelin.consultoria www.youtube.com/armelinconsultoria www.armelinconsultoria.com.br CLUBE DA PICANHA TREND - FRANQUEADORA Telefone: (19) 9.7117-1732 Email: franquias@clubedapicanhatrend.com.br www.clubedapicanhatrend.com.br CLUBE DA PICANHA TREND - PLAZA SUL SHOPPING Praça Leonor Kaupa, 100 - Jardim da Saúde - Piso 1 São Paulo /SP - CEP: 02652-130 Telefone (11) 98987-1508 Email: plazasulsp@clubedapicanhatrend.com.br Instagram: @clubedapicanhatrendplazasulsp Facebook: @clubedapicanhatrendshoppingplazasulsp FEED Rua Dr. Mário Ferraz, 547 – Itaim Bibi São Paulo /SP – CEP: 01453-011 Telefone: 5627-4700 E-mail: márcio.valenti@feed.com.br Fanpage: @feedbrasil www.feed.com.br Veja a reportagem: Dono de oficina atrai clientes com espaço para coworking CASTROL AUTO SERVICE Av. Deputado Emilio Carlos, 10921 – Vila Santa Terezinha Carapicuíba/ SP – CEP: 06310-160 Telefone: (11) 4181-9266 Redes sociais: @castrolautoservice E-mail: contato@iautoservice.com.br Veja a reportagem: Aplicativo junta trabalhadores e empresas em busca de funcionários temporários CLOSEER Rua Vinte e Três de Maio, 224 - Edifício Mont Serrat – Conjunto 52 Salto / SP – CEP: 13320-010 Site: www.closeer.com.br Telefone: (11) 0800 887 0645 RESTAURANTE OLEA Rua Joaquim Antunes, 198 - Pinheiros São Paulo – SP – CEP: 05401-000 Telefone: (11) 3062-1535 Site: www.olea.com.br Veja a reportagem: Campus Party reúne tecnologia e oportunidade de fazer networking CAMPUS PARTY https://brasil.campus-party.org/ PRINTGREEN3D Rua Vitória Maria Médice Ramos, 330 - Assunção São Bernardo do Campo/SP Telefones: (11) 98851-2598 / (11) 99477-2697 E-mail: contato@printgreen3d.com.br Fanpage: @printgreen3d (Facebook, Twitter e Instagram) www.printgreen3d.com.br Veja a reportagem: Sapataria que existe há 80 anos em SP é especialista em vendas de tamanhos grandes Eurico Av. Jandira, 49, Moema São Paulo/SP – CEP: 04080-007 Telefone: (11) 5054 8877 Eurico Max Rua Oscar Freire, 550, Jardins São Paulo/SP – CEP: 01426-000 Telefone: (11) 3061-3050 www.eurico.com.br Facebook: Eurico - A Casa dos Grandes Sapatos - https://m.facebook.com/casa.eurico/ Instagram: https://instagram.com/eurico_oficial Veja a reportagem: Fábrica de abadás vira destaque do Carnaval em todo o Brasil OFICINA DO ABADÁ Rua Lagoa Tai Grande, 827 – Itaquera São Paulo / SP – CEP: 08295-305 E-mail: contato@oficinadoabada.com.br www.oficinadoabada.com.br
Veja Mais

17/02 - Fábrica de abadás vira destaque do carnaval em todo o Brasil
Confecção de São Paulo se especializou na produção de abadás e, para atrair clientes, aceita pedidos pequenos, rejeitados por outras confecções. Fábrica de abadás vira destaque do Carnaval em todo o Brasil O carnaval está chegando e com que roupa você vai? Uma confecção de São Paulo se especializou na produção de abadás. Para conquistar clientes em todo o país, a empresa aceita pedidos pequenos, rejeitados por outras confecções. Para a produção de abadás, homens e maquinas tiveram que trabalhar a todo vapor nos outros 360 dias do ano. Só no mês que antecede o carnaval, a fábrica produz 50 mil abadás. “O mercado está em alta essa época. É uma loucura, tem demanda e não paramos um minuto”, comemora o empresário Adriano Lima. O empresário começou a produção em casa, de improviso, há nove anos, investindo R$ 15 mil, e o transformou em uma empresa que hoje fatura R$ 1,2 milhão. “O segredo é determinação, foco e trabalho duro. Não tem segredo”, afirma Adriano. O empresário diz que nem tudo foi fácil. Logo depois de montar a empresa, em seis meses, o negócio deslanchou. Ele contratou mão de obra, comprou máquinas, sonhou alto e quebrou. O custo da empresa era muito alto e ele não estava preparado para atender a demanda. Falido, o empresário recomeçou, desta vez diferente. A primeira mudança foi fazer a redução drástica de custos. Ele terceirizou a produção, diminuiu custos com o aluguel, contratou pessoas que moram próximo da empresa pra reduzir o gasto com condução. A segunda lição foi investir em eficiência para vender barato. No atacado, a empresa vende um abadá por R$ 7,50. Se parece um preço bom para o consumidor, para o empresário é ótimo, porque ele consegue uma margem de lucro de 40%. O segredo: ganhos de produtividade. A empresa compra tecido direto do fabricante em rolos, corta e personaliza em série, produz rápido. São cerca de três mil peças diariamente. A terceira estratégia foi passar a atender pedidos pequenos. Muitas empresas não fazem pequenas quantidades de abadas porque dá muito trabalho. O empresário Adriano criou um processo produtivo inteligente justamente para atender esse público, que hoje representa 40% do faturamento do negócio. “A gente criou um catálogo de estampas no site, isso facilita a velocidade pra produzir. Temos tecidos cortados, já semi-prontos. Quando o cliente escolhe, a gente ganha velocidade em fabricar”, explica o empresário. E quando acaba o carnaval, Adriano fica na mão: “Além do abadá, fabricamos camiseta de trilha, ciclismo e diversos esportes. Isso faz manter o ano inteiro a empresa”. OFICINA DO ABADÁ Rua Lagoa Tai Grande, 827 – Itaquera São Paulo / SP – CEP: 08295-305 E-mail: contato@oficinadoabada.com.br www.oficinadoabada.com.br
Veja Mais

17/02 - Sapataria que existe há 80 anos em SP é especialista em vendas de tamanhos grandes
Loja foi inaugurada em 1938. Atualmente, a empresa investiu no e-commerce e quer crescer mais, agora rumo ao centenário. Sapataria que existe há 80 anos em SP é especialista em vendas de tamanhos grandes Uma família de São Paulo cuida há 80 anos de uma loja que apostou em um nicho: vender sapatos grandes. O local é o endereço do paraíso para mulheres que calçam mais de 39. “Era tudo rua de terra, aqui tinha uma chácara, agora tem um prédio de apartamentos gigantesco”, conta a empresária Claudia Rosenthal. Claudia é uma das sócias e neta do fundador, Eurico, um alemão que veio para o Brasil antes da Segunda Guerra. Ela conta que o avô inaugurou a sapataria em 1938 e que, já naquela época, tinha faro para os negócios. “Tinha o bonde que passava na Avenida Ibirapuera e ele fazia o balão. Isso era um bom indício de ter bom movimento aqui na loja. Era o meio de transporte mais usado na região”, conta Claudia. No início, a família Rosenthal vendia todo tipo de sapato. Hoje, é especialista em tamanhos grandes, do 40 ao 43 para mulheres e do 41 ao 48 para os homens, com algumas exceções de números ainda maiores. A escolha por um nicho começou pouco tempo depois do avô da Claudia comprar um lote de sapatos tamanho grande de um fornecedor na década de 1940. Ele vendeu tudo em poucos dias. E aí, a família foi percebendo a oportunidade de segmentar esse negócio. Depois de 65 anos de trabalho exclusivo na primeira loja, as netas abriram uma filial em uma rua de comércio chique da capital paulista. A empresa tem 150 fornecedores ativos. As duas lojas vendem cinco mil pares de sapato por mês. Para facilitar a venda para outras regiões do país, a empresa investiu no e-commerce e quer crescer mais, agora rumo ao centenário. “É muito icônico isso, a gente realmente fica orgulhoso de ter um negócio, de ter se perpetuado e a gente ter conseguido dar essa continuidade pro negócio”, afirma Claudia. Eurico Av. Jandira, 49, Moema São Paulo/SP – CEP: 04080-007 Telefone: (11) 5054 8877 Eurico Max Rua Oscar Freire, 550, Jardins São Paulo/SP – CEP: 01426-000 Telefone: (11) 3061-3050 Site: www.eurico.com.br Facebook - https://m.facebook.com/casa.eurico/ Instagram - https://instagram.com/eurico_oficial
Veja Mais

17/02 - Campus Party reúne tecnologia e oportunidade de fazer networking
A Campus é o maior evento de experiência tecnológica em internet das coisas, blockchain, cultura maker, educação e empreendedorismo do mundo. Campus Party reúne tecnologia e oportunidade de fazer networking Depois de seis dias, a Campus Party termina neste domingo. A Campus é o maior evento de experiência tecnológica em internet das coisas, blockchain, cultura maker, educação e empreendedorismo do mundo. Não é exatamente uma feira de negócios, mas pode ser um espaço interessante para conversar com outros empreendedores, investidores, chamar a atenção dos meios de comunicação e até mesmo encontrar clientes. É um grande networking. Desde 2015, 140 startups participam do evento todos os anos e expõem os produtos numa área, que é chamada de “Startup Andmakers”. Para participar é preciso passar por uma disputa acirrada. O curador da Campus Party, Vinícius Machado, diz que o evento teve mais de 500 inscrições esse ano: “Sempre é esse número ao longo dos anos e são 140 vagas. Setenta startups de growthstage, ou seja, em fase de crescimento, e 70 de earlystage, fase de início do negócio”. Gente de todo o país se inscreve para a seleção. Alguns empreendedores participam do evento mais de uma vez. É o caso do Willian Lima que já participou três vezes. A cada ano, ele acredita que muda alguma coisa. O Pequenas Empresas & Grandes Negócios foi conhecer a startup do Willian, confira no vídeo acima. CAMPUS PARTY https://brasil.campus-party.org/ PRINTGREEN3D Rua Vitória Maria Médice Ramos, 330 - Assunção São Bernardo do Campo/SP Telefones: (11) 98851-2598 / (11) 99477-2697 E-mail: contato@printgreen3d.com.br Fã page: @printgreen3d (Facebook, Twitter e Instagram) www.printgreen3d.com.br
Veja Mais

17/02 - Aplicativo junta trabalhadores e empresas em busca de funcionários temporários
App é útil para quem tem empresa na área de alimentação. Aplicativo junta trabalhadores e empresas em busca de funcionários temporários O regime de trabalho intermitente foi criado em 2017 com a Reforma Trabalhista para formalizar o chamado “bico”. Quem tem empresa na área de alimentação, agora terá um reforço da tecnologia: um aplicativo que conecta empresas com o trabalhador que busca uma vaga de temporário. No trabalho intermitente a prestação de serviços não é contínua. O funcionário recebe por horas ou dias trabalhados e tem garantidos direitos trabalhistas como o INSS. Contratos desse tipo são comuns em restaurantes que precisam de funcionários extras com frequência. Por exemplo, se durante a semana o movimento é menor, a equipe é reduzida. Agora, se a demanda aumenta aos finais de semana, é preciso contratar funcionários temporários, mas nem sempre é fácil encontrar profissionais com perfil adequado. Fernando Ferreira sentiu essa dificuldade quando fazia a gestão financeira de uma rede de churrascarias. Ele se juntou a dois sócios e com R$ 300 mil criaram, em novembro do ano passado, um aplicativo que conecta profissionais com estabelecimentos da área de alimentação. Walter Vieira, outro sócio da empresa, diz que a tecnologia faz toda diferença nesse processo: “Porque criamos de forma desruptiva. A gente elimina a lista de vagas e no lugar coloca um algoritmo de recomendação, baseado em qualificação, localização. Então a tecnologia é fundamenta” Por enquanto, o aplicativo tem cadastrados 60 estabelecimentos e 600 profissionais na cidade de São Paulo. O contrato de trabalho intermitente é assinado de forma digital pelo app. “A gente cobra porcentagem pelo valor ofertado ou assinatura mensal, onde o estabelecimento pode buscar profissionais de forma ilimitada”, explica Walter. Para se cadastrar, o profissional entra, faz um cadastro com documentos, habilidades e experiência e coloca a disponibilidade de horário. As informações são checadas por inteligência artificial. O estabelecimento já cadastrado solicita um profissional para um dia e um horário específicos. Levantamento feito pela startup mostra que há 1,2 milhão de estabelecimentos na área de alimentação no Brasil. Juntos, empregam seis milhões de pessoas. Desse total, 450 mil são temporários. CLOSEER Rua Vinte e Três de Maio, 224 - Edifício Mont Serrat – Conjunto 52 Salto / SP – CEP: 13320-010 Telefone: (11) 0800 887 0645 www.closeer.com.br RESTAURANTE OLEA Rua Joaquim Antunes, 198 - Pinheiros São Paulo – SP – CEP: 05401-000 Telefone: (11) 3062-1535 www.olea.com.br
Veja Mais

17/02 - Dono de oficina atrai clientes com espaço para coworking
Conheça a história do empresário no VC NO PEGN. Dono de oficina atrai clientes com espaço para coworking Fabricio Cavalcanti teve a ideia de criar uma oficina-coworking e conta sua história no VC NO PEGN. O empresário é proprietário de oficina há 14 anos Ele trabalha com carros nacionais e importados e a oficina tem um diferencial para os clientes. “Era uma sala ociosa, um estoque, não tinha nada. Em um mês o espaço estava montado. No começo, o pessoal achava que não combinava. Mas deu certo, tanto que meu faturamento aumentou 15% graças a esse espaço. Fidelizei meu cliente”, explica Fabricio. No espaço, o cliente pode trabalhar enquanto aguarda o conserto do carro. Tem tomada com USB, cabo para carregar celular, tem água gelada, wifi e café, tudo de graça. “O investimento que tivemos foi de R$ 20 mil, com mão de obra, mobília e estrutura”, diz Fabricio. O empresário também conta que faz, em média, dois cursos por ano de injeção eletrônica, porque toda hora está se lançando uma tecnologia nova. O investimento para começar nessa aera é de R$ 300 mil a R$ 400 mil. “No nosso ramo a concorrência é complicada, tem uma mecânica atrás da outra. Se você não tem um diferencial, se não souber o que tá fazendo, você vai ficar pra trás”, afirma o empresário. CASTROL AUTO SERVICE Av. Deputado Emilio Carlos, 10921 – Vila Santa Terezinha Carapicuíba/ SP – CEP: 06310-160 Telefone: (11) 4181-9266 Redes sociais: @castrolautoservice Email: contato@iautoservice.com.br
Veja Mais

17/02 - Concurso de Novo São Joaquim (MT) tem 59 vagas e salário de até R$ 6,1 mil
Interessados têm até o dia 1º de março para se inscrever. É cobrada uma taxa que varia entre R$ 60 a R$ 120. A Prefeitura de Novo São Joaquim, a 493 km de Cuiabá, está com as inscrições abertas para um concurso público com 59 vagas e salário de até R$ 6.110,26. Os interessados têm até o dia 1º de março para se inscrever. É cobrada uma taxa que varia entre R$ 60 a R$ 120. O edital foi publicado no site da Prefeitura de Novo São Joaquim. A inscrição é feita pela internet. Segundo a prefeitura, as vaga são para os seguintes cargos: alimentador de aplicativo, almoxarife de farmácia, agente administrativo, merendeira, faxineira, gari, assistente social, assistente administrativo, auditor em saúde, auxiliar de saúde bucal, ouvidor geral do município, odontólogo, engenheiro civil, enfermeiro, fiscal de tributos, fiscal de transporte escolar, fisioterapeuta, lactarista, médico veterinário, monitor de creche, motorista, operador de máquina, professor, psicólogo, técnico de radiologia e técnico de enfermagem. Os candidatos farão prova objetiva e de títulos. O primeiro exame deve ser realizado no dia 31 de março. A taxa de inscrição é de R$ 60 (nível fundamental), R$ 80 (nível médio e técnico) e R$ 120 (nível superior).
Veja Mais

17/02 - Rede de FabLabs do Brasil faz 1º encontro nacional durante Campus Party
Evento marca um processo de formalização da rede, que lançou o Instituto de FabLabs do Brasil e agora faz parcerias e passa por expansão. Cultura maker: Campus Party 2019 tem espaço para visitante colocar a 'mão na massa' A Campus Party recebeu, na última sexta-feira (15), o primeiro encontro nacional dos FabLabs, oficinas que fornecem os meios de invenção mais modernos, como impressoras 3D. Veja a cobertura da Campus Party Os FabLabs começaram a se expandir no Brasil em 2015, quando passaram a contar com apoio do poder público, instituições de ensino e associações. Hoje, vários deles são ligados a prefeituras, a universidades como Insper e centros de ensino como Sesi. O encontro marca o amadurecimento dessa rede no país, que passa por uma formalização com a criação do Instituto de FabLabs do Brasil — ideia discutida ao longo dos últimos 2 anos e criada oficialmente 3 dias antes do encontro — o que deve aproximar esses espaços de empresas, governos e até uns dos outros no sentido de unificar a rede laboratórios. Segundo Kenzo Abiko, presidente do instituto, existem 59 desses laboratórios no país, mas o número cresce exponencialmente, conforme o custo de aquisição das ferramentas abaixa. Outras unidades estão em processo de surgir no país, por conta justamente de parcerias com centros de ensino. “Com essa formalização, esperamos conseguir estabelecer mais parcerias e distribuir melhor os projetos na rede. É um modelo espelhado na Fab Foundation, que existe nos Estados Unidos”, disse Abiko. Kenzo Abiko, da Rede Fab Lab Brasil, durante entrevista ao G1 na Campus Party 2019 Fábio Tito/G1 De acordo com o secretário municipal de Inovação e Tecnologia de São Paulo, Daniel Annenberg, em 2018 cerca de 31 mil pessoas foram envolvidas em cursos na rede de FabLabs públicos da cidade. “Nós continuamos o trabalho da gestão anterior porque há um envolvimento de professores e jovens nessa rede, que é usada na integração com a educação”, afirmou, durante a Campus Party. De todos os FabLabs do país, 23 estão na Grande São Paulo. A expansão para regiões que hoje contam com menos acesso aos FabLabs é também uma parte do projeto que surge com a formalização. O que é cultura maker? Nascida da cultura do faça-você-mesmo, a ideia de ser um "maker" ("aquele que faz", em inglês) une esse conceito ao trabalho conectado em rede. O FabLab é uma parte disso, com alguns princípios básicos, como ter um dia aberto para a comunidade e ferramentas em comum com todas as outras unidades do mundo — para que um projeto feito no Brasil possa ser replicado em outros países. Esses espaços começaram como um projeto de extensão do Center for Bits and Atoms (CBA) do Massachusetts Institute of Technology (MIT), uma das universidades mais renomadas no mundo, e se tornaram uma rede colaborativa e global. Conhecidos pelas impressoras 3D e pelas máquinas de corte superpreciso, os FabLabs são muito utilizados na educação básica e universitária como uma nova frente da revolução digital, que tenta trazer os processos de fabricação para próximo do usuário de uma maneira aberta. Impressora 3D imprime um busto em espaço de fab lab durante a Campus Party 2019 Fábio Tito/G1 Initial plugin text
Veja Mais

17/02 - Boutique de carnes atrai clientes que amam fazer churrasco
Clientes podem tomar um café ou uma cerveja enquanto aguardam o pedido. O objetivo é vender experiência. Boutique de carnes atrai clientes que amam fazer churrasco A boutique de carnes é uma das novidades do mercado para atender ao público que ama churrasco. Segundo o consultor Celso Armelin, esse segmento vai expandir. “Isso vai crescer muito no mercado. Os clientes já entenderam que quando vai comprar carne numa casa especializada, ele sabe da garantia da carne que está levando”. O diretor-executivo Márcio Valenti se tornou sócio de uma boutique de carnes em São Paulo há dois anos. No local, o cliente compra carnes especiais, tem espaço para comer, fazer cursos e enquanto aguarda o pedido, ele pode tomar um café ou uma cerveja. O objetivo é vender experiência para a pessoa que chega para comprar carne. "A gente buscava motivo para ficar mais, às vezes, vem para não ficar esperando em pé, toma café, cerveja enquanto espera a carne". Essa moda do churrasco pegou tanto que agora a bola da vez é um quiosque dentro de shopping de carne importada. O franqueador Ricardo Camargo é um dos três sócios da empresa. Em 2016 eles entraram no negócio. Um ano depois lançaram o clube de assinaturas de carne, onde o cliente faz o pedido pelo Whatsapp e recebe a carne em casa. Ano passado a empresa lançou os quiosques em shoppings no formato de franquia. Já são três unidades: uma em Campinas, uma em São Paulo e uma em Belo Horizonte. A previsão é fechar 2019 com até 20 franquias. “Do mesmo jeito que você presenteia com vinho, com uma cerveja especial, você vai passar a presentear com uma carne. Quem não gostaria de ganhar uma picanha importada? É isso que a gente traz”, explica Ricardo. “A carne está passando a ter marca. Antes tínhamos nomes como patinho, coxão mole, contra filé, mas hoje as pessoas estão procurando a carne pela marca. Isso é um diferencial e está fidelizando o cliente”, completa o consultor. ARMELIN CONSULTORES & ASSOCIADOS Rua Jose Revel,579 - Centro Salto/SP – CEP: 13320-020 Telefone: (11) 4021-1940 Email: faleconosco@armelinconsultoria.com.br Redes sociais: www.facebook/armelin.consultoria www.youtube.com/armelinconsultoria www.armelinconsultoria.com.br CLUBE DA PICANHA TREND - FRANQUEADORA Telefone: (19) 9.7117-1732 Email: franquias@clubedapicanhatrend.com.br Site: www.clubedapicanhatrend.com.br CLUBE DA PICANHA TREND - PLAZA SUL SHOPPING Praça Leonor Kaupa, 100 - Jardim da Saúde - Piso 1 São Paulo /SP - CEP: 02652-130 Telefone (11) 98987-1508 Email: plazasulsp@clubedapicanhatrend.com.br Instagram: @clubedapicanhatrendplazasulsp Facebook: @clubedapicanhatrendshoppingplazasulsp FEED Rua Dr. Mário Ferraz, 547 – Itaim Bibi São Paulo /SP – CEP: 01453-011 Telefone: 5627-4700 E-mail: márcio.valenti@feed.com.br Fanpage: @feedbrasil www.feed.com.br
Veja Mais

17/02 - Geração de vagas de emprego no setor de supermercados cai 62,4% na RMC; veja previsão para 2019
Foram 826 empregos criados no ano passado, contra 2.198 em 2017 na Região Metropolitana de Campinas. Para 2019, a estimativa é de cerca de 1,3 mil empregos gerados. Geração de vagas em supermercados na RMC tem queda de 62,4% em 2018, afirma Apas. Reprodução/EPTV O setor de supermercados registrou queda de 62,4% na geração de vagas de emprego em 2018, na comparação com o ano anterior, na Região Metropolitana de Campinas (RMC). De acordo com levantamento da Associação Paulista de Supermercados (Apas) feito a pedido do G1, foram criados 826 postos de trabalho no ano passado, contra 2.198 em 2017. De acordo com o economista da Apas, Thiago Berka, o comportamento do mercado se deve a fatores como a greve dos caminhoneiros, incertezas políticas por conta das eleições e também por conta das dúvidas com relação à aprovação da Reforma da Previdência. Em 2018, o mês de janeiro teve o maior nível de demissões em dez anos no setor. "O estado de São Paulo como um todo decepcionou na criação de emprego no setor. [...] Para conseguir manter a margem e manter o negócio sobrevivendo, os supermercados tiveram uma mobilização forte para manter suas operações vivas. Seguraram ao máximo as contratações", explica o economista. Em todo o estado, 5.133 postos foram gerados em 2018, número bem abaixo do esperado no início do ano, que era de 12 mil vagas. A Associação também explica que houve uma redução na abertura, reforma e expansão de lojas, gerando menos contratações e resultados abaixo da expectativa. A Apas abrange, na RMC, 1.864 empresas de varejo alimentar - mini, super hipermercados, hortifrutis, mercearias, atacado e atacarejos. Para 2019, Berka projeta, no estado, cerca de 9 mil empregos; e para a região de Campinas, de 1,2 mil a 1,3 mil vagas. "A Reforma da Previdência deve puxar um crescimento forte da indústria e destravar a queda do desemprego. Contratando com salários maiores. Mas, depende da confirmação da Reforma da Previdência de fato". Vendas Em contrapartida, o ano de 2018 fechou com alta discreta nas vendas (0,84%), em relação ao ano anterior. Tanto 2017 quanto 2016 foram anos de retração nas vendas. Para o economista, a alta é um reflexo da recuperação no setor da indústria na RMC e, principalmente, na cidade de Campinas. "Em 2016 foi uma queda duríssima. Em 2017 não conseguiu se recuperar. E, finalmente, em 2018 com a indústria se retomando, conseguiu". Segundo Berka, o crescimento das vendas ocorreu mais no fim do ano passado. "Apesar de ter crescido as vendas, é muito pouco, porque não recupera os quase 7% que perdeu desde 2016", afirma. A expectativa é que as vendas mantenham a alta e que os números cheguem perto de 2% em 2019 na RMC, e cerca de 2,7% a 3% no estado de São Paulo. "A gente percebe que Campinas vem numa boa pegada, com aproveitamento de novos investimentos na região. Pode ser o ano de Campinas recuperar as suas perdas", defende o economista. Veja mais notícias da região no G1 Campinas
Veja Mais

17/02 - Concursos: 14 órgãos abrem inscrições nesta segunda para preencher quase 1 mil vagas
Há oportunidades para profissionais de todos os níveis de escolaridade; somente na Aeronáutica, há 227 vagas. Nesta segunda-feira (18), 14 órgãos abrem inscrições de concursos públicos para preencher 995 vagas. Há oportunidades para profissionais de todos os níveis de escolaridade, com postos para trabalhar em cidades de 8 estados - Amazonas, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Roraima e São Paulo. VEJA A LISTA COMPLETA DE CONCURSOS Somente na Aeronáutica, há 227 vagas para profissionais com nível médio completo. As inscrições terminam no dia 19 de março. Na prefeitura de Prefeitura de Itaquaquecetuba (SP), há 173 vagas, com cargos para pessoas de todos os níveis de escolaridade. A remuneração chega a R$ 6.429,84, e as inscrições terminam no dia 18 de março. Veja mais informações no site da organizadora. Os salários chegam a R$ 11.259,59 na Prefeitura de Jambeiro (SP), que abre inscrições para preencher 16 vagas. Os postos são para todos os níveis de escolaridade, e as inscrições podem ser feitas até o dia 6 de março no site da organizadora. Na Prefeitura de Boa Vista (RR), a remuneração é de até R$ 8.538,76. O órgão está com inscrições abertas para preencher 4 vagas de nível superior. Veja mais informações no site da organizadora, em que os candidatos podem se inscrever até o dia 7 de março. Veja abaixo os órgãos que abrem inscrições nesta segunda: Aeronáutica Veja mais informações. Câmara Municipal de Conselheiro Lafaiete (MG) Veja mais informações. Defensoria Pública do Estado do Maranhão (DPE - MA) Veja mais informações. Prefeitura de Baliza (GO) Veja mais informações. Prefeitura de Benjamim Constant (AM) Veja mais informações. Prefeitura de Beruri (AM) Veja mais informações. Prefeitura de Boa Vista (RR) Veja mais informações. Prefeitura de Campo Grande (MS) Veja mais informações. Prefeitura de Candeias (MG) Veja mais informações. Prefeitura de Guarulhos (SP) Veja mais informações. Prefeitura de Itaquaquecetuba (SP) Veja mais informações. Prefeitura de Jambeiro (SP) Veja mais informações. Prefeitura de Mineiros do Tietê (SP) Veja mais informações. Prefeitura de Mombaça (CE) Veja mais informações.
Veja Mais

17/02 - Teoria premiada com Nobel é usada em SP para formar empreendedores na periferia da cidade
Coletivo A Banca usa conceito de 'negócio social', do economista indiano Muhammad Yunus, para fomentar negócios de impacto social na comunidade. Coletivo do Jardim Ângela usa conceito de ‘negócio social’ para formar empreendedores; VEJA VÍDEO O coletivo A Banca, formado por artistas moradores do Jardim Ângela, um dos bairros mais carentes de São Paulo, iniciou há um ano na Zona Sul da cidade um movimento para formar empreendedores cujos negócios sejam, ao mesmo tempo, sem fins lucrativos e autossustentáveis. Esse modelo de “negócio social” foi criado pelo indiano Muhammad Yunus, o primeiro economista premiado com o Nobel da Paz, em 2006. Com o objetivo de fomentar o empreendedorismo, ele fundou um banco para oferecer microcrédito a pessoas pobres, de modo que pudesse recuperar o valor emprestado e obter lucro apenas suficiente para se manter. De modo similar, A Banca se mantém por meio da prestação de serviços que causem impacto na periferia –como palestras para instituições privadas, shows e produção de discos de hip hop, e reverte o faturamento em ações ainda mais diretas para a comunidade, como oficinas gratuitas para o ensino de instrumentos musicais (conheça mais no vídeo acima). Oficina musical é um dos serviços prestados gratuitamente pela produtora cultural A Banca no Jardim Ângela, Zona Sul de São Paulo Evellyn Gomes/A Banca/Divulgação Além disso, sua nova frente de trabalho é ainda mais ambiciosa. Por meio da Aceleradora de Negócios de Impacto da Periferia (Anip), ela se multiplica e amplia a proposta de Yunus, incentivando e capacitando os moradores de bairros afastados do Centro para estruturarem novos negócios de impacto social. “Criamos a Anip para impulsionar negócios sociais, como o nosso. A periferia tem muito potencial para se tornar o centro do desenvolvimento, visto que a inovação nasce da necessidade”, afirma Marcelo Rocha, o Bola, um dos fundadores da Banca. O que é Anip e como ela atua A Anip é uma espécie de incubadora de startups, que necessariamente sejam da periferia e atuem pela periferia. Esse laboratório de negócios é fruto de uma parceria da Banca com a Fundação Getúlio Vargas (FGV) e com a Artemisia, uma organização sem fins lucrativos, pioneira em fomentar negócios de impacto em bairros afastados. Aceleradora de Negócios de Impacto da Periferia (ANIP) é o programa da Banca para formar dezenas de novos empresários na periferia Evellyn Gomes/A Banca/Divulgação Todo semestre esse time lança um programa em que convida os jovens empreendedores a inscrever seus projetos e passar por quatro meses de imersão no mundo da gestão empresarial, de modo que saiam estruturados para trabalhar e crescer. No período do curso, os cinco projetos selecionados passam por uma “aceleração” por meio de workshops e acompanhamentos quinzenais em que seus autores são orientados sobre gestão financeira, marketing digital, questões jurídicas, inovação e refinamento de negócios. Ao final do processo, os empreendimentos ainda recebem mentoria por mais seis meses, e um incentivo de R$ 20 mil para servir de capital-semente, valor captado pelos realizadores junto a parceiros. Programa de aceleração de negócios da Banca já capacitou 10 empresas da periferia, que têm em comum o foco no impacto social Evellyn Gomes/A Banca/Divulgação Esse trabalho começou em 2018, quando a Anip ofereceu dois programas de aceleração, que tiveram 133 projetos inscritos de jovens empreendedores do Capão Redondo, Capela do Socorro, M'Boi Mirim e Campo Limpo. Do total, dez negócios foram “acelerados”. ​A terceira edição do programa está com inscrições abertas até 24 de fevereiro. “Não acreditamos que a solução seja tacar fogo em pneu e bater de frente com violência. Nosso plano de ação contra a injustiça social é desconstruir o medo, desenvolver propósito e fazer acontecer. Nossa militância acontece por meio dos nossos serviços, e o que queremos por meio desse programa de aceleração é capacitar outros negócios para produzir mais impacto social”, afirma Bola. Acelerado O Jovens Hackers, escola de programação e robótica que atua nos bairros mais carentes da Zona Sul, é um dos negócios que passaram pelo programa de aceleração da Banca. Seu idealizador é Arthur Gandra, de 30 anos, que sempre se interessou por tecnologia e informática e que, até conhecer a Anip, buscava maneiras de trabalhar na área. A periferia tem muito potencial para se tornar o centro do desenvolvimento, visto que a inovação nasce da necessidade. “Na adolescência fiz cursos e dei aulas de Office. Anos mais tarde, decidi ensinar programação para o meu irmão mais novo, mas não achei materiais em português. Desenvolvi uma metodologia lúdica usando blocos de Lego para apresentar a lógica da programação de maneira visual. Outras crianças e jovens se interessaram, e estudei formas de oferecer esse serviço gratuitamente”, explica Gandra. Com muita vontade, mas poucos recursos, ele se viu em uma encruzilhada: “O que eu vou ser? Uma ONG? Uma empresa? Como viver disso? Foi a Anip que estruturou o meu negócio e me orientou sobre como me sustentar, mantendo o trabalho social”, afirmou. O Jovens Hackers foi “acelerado”, passou a oferecer oficinas de programação e robótica pelo Brasil e a cobrar mensalidades relativamente acessíveis para sobreviver e equipar uma sala alugada que utiliza para as aulas em Santo Amaro e no espaço do sócio, no Campo Limpo. "No Brasil não temos uma política que incentive o ensino da programação na escola pública, como acontece na Inglaterra, e esse é o core business do Jovens Hackers: preparar o jovem da periferia para o mundo moderno, conectado e tecnológico. O impacto social que busco é a formação de jovens que estejam inseridos no mercado de trabalho e que promovam as mudanças”, conclui Gandra. Jovens Hackers oferece oficinas e cursos de programação e robótica nas periferias Mariana Lima/Amitie Fotografia/Jovens Hackers/Divulgação
Veja Mais

17/02 - Importação de energia pelo Brasil em 2018 é a maior em 17 anos, indicam dados do ONS
Baixo nível de reservatórios de hidrelétricas está entre fatores que explicam alta na importação. Energia vinda da Argentina e do Uruguai reduz uso de termelétricas e beneficia consumidor. O montante de energia elétrica importado pelo Brasil em 2018 foi o maior dos últimos 17 anos, de acordo com dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). No ano passado o país importou 1.131 gigawatts-hora (GWh) da Argentina e do Uruguai. A conta não considera a energia fornecida pela Venezuela, que atende apenas ao estado de Roraima. Uma das razões para o aumento da importação é o encarecimento da energia produzida dentro do Brasil, resultado da queda no armazenamento de água nos reservatórios de hidrelétricas. Antes de 2018, a maior importação foi a registrada em 2001: 3.917 GWh. Naquele ano, o país passou por um racionamento devido à falta de chuvas. O volume importado em 2018 equivale a apenas 0,24% de toda a energia consumida no Brasil no ano passado (474.242 GWh). Apesar de pequena, especialistas apontam que a presença dessa energia importada beneficia os consumidores (leia mais abaixo neste texto). Incentivo à importação O Brasil possui interligação elétrica com Argentina, Uruguai e Paraguai e pode tanto importar quanto exportar energia. Segundo o ONS, as trocas ocorrem quando há "folga de recursos energéticos e de geração em um país e necessidade em outro, ou para atender a emergências". Importação de energia da Argentina e do Uruguai reduziu uso de termelétricas no Brasil Reprodução/Jornal Nacional Apesar dessa interligação existir há décadas, medidas do governo e investimentos na ampliação da rede feitos nos últimos anos foram essenciais para o aumento na importação verificado no ano passado. Em 2016, por exemplo, entrou em operação uma nova estrutura que elevou a capacidade de trocas de energia entre Brasil e Uruguai. No ano passado, dos 1.131 GWh de energia importados pelo Brasil, 866 GWh vieram do Uruguai. Além disso, o Ministério de Minas e Energia autorizou empresas, entre elas a Eletrobras, a importar energia do Uruguai e da Argentina para ser vendida no mercado brasileiro. Consultada, a Eletrobras citou outros fatores que explicam o aumento da importação, como a sobra de geração nos países vizinhos e o encarecimento da energia produzida dentro do Brasil devido ao baixo nível dos reservatórios de hidrelétricas, reflexo da falta de chuvas. Quando isso ocorre, o governo aciona mais termelétricas, usinas que geram eletricidade por meio da queima de combustíveis como óleo e gás. A medida poupa água das hidrelétricas, mas deixa o custo de produção de energia mais caro, afetando o bolso dos consumidores, que precisam arcar com as taxas extras das bandeiras tarifárias. De acordo com a gerente da consultoria Thymos Energia, Daniela Souza, apesar de pequena, a presença de energia importada no país é importante e vantajosa para o consumidor pois substitui uma energia mais cara, que seria produzida por termelétrica instalada no país. "[A importação] evitou gerar térmicas muito caras", disse ela. Além disso, afirmou a consultora, a importação também contribui para poupar água de hidrelétricas que pode ser usada durante o período mais seco. De acordo com a Eletrobras, "todas as importações que ocorreram [em 2018] foram vantajosas ao consumidor" brasileiro.
Veja Mais

17/02 - Horário de verão termina em 10 estados e no DF
Moradores das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste devem atrasar relógios em 1 hora à meia-noite deste sábado (16). Horário de verão termina em dez estados e no Distrito Federal O horário de verão de 2018, que começou no dia 4 de novembro, terminou à 0h deste domingo (17). Ao término do horário de verão, os moradores de 10 estados e do Distrito Federal devem atrasar o relógio em uma hora. Selo horário de verão Arte/G1 O ajuste vale para as regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste (São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal). Celulares da TIM mudam para o horário de verão e causam confusão Paulo PIza/G1 Este ano, o horário de verão foi encurtado - começou mais tarde. Antes, ele se iniciava no terceiro domingo de outubro. Em dezembro de 2017, o presidente Michel Temer assinou decreto que encurtou a duração do horário de verão, atendendo a pedido do Tribunal Superior Eleitoral, para que o início do horário de verão não ocorresse entre o primeiro e o segundo turno da eleição. O Palácio do Planalto chegou a informar em 2018 que, a pedido do Ministério da Educação, a entrada em vigor do horário seria adiada para dia 18 de novembro, a fim de não prejudicar provas do Enem, mas acabou decidindo manter a data de 4 de novembro. As mudanças na data de início do horário de verão chegaram a causar confusão. No dia 15 de outubro, usuários de telefone celular reclamaram da mudança automática do horário em seus aparelhos para o horário de verão. No Twitter, muitos consumidores reclamaram ter perdido uma hora de sono em pleno retorno de feriado e cobraram explicações da TIM. Na semana seguinte, mais lientes de operadoras de celular passaram pela mesma situação, em que os relógios de seus aparelhos foram adiantados de forma automática para o horário de verão. Em São Paulo, alguns relógios de rua também foram adiantados. Fim do horário de verão O fim do horário de verão chegou a ser analisado pelo governo Temer, em 2017. Um estudo do Ministério de Minas Energia apontou queda na efetividade da iniciativa, já que o perfil do consumo de eletricidade não estava mais ligado diretamente ao horário, mas sim à temperatura. Os picos de consumo foram registrados nas horas mais quentes do dia. O Horário Brasileiro de Verão foi instituído pelo então presidente Getúlio Vargas, pela primeira vez, entre 3 de outubro de 1931 até 31 de março de 1932. Sua adoção foi posteriormente revogada em 1933, tendo sido sucedida por períodos de alternância entre sua aplicação ou não, e também por alterações entre os Estados e as regiões que o adotaram ao longo do tempo. De acordo com o decreto nº 6.558, de 08 de setembro de 2008, modificado pelo decreto nº 9.242, de 15 de dezembro de 2017, a hora de verão fica instituída no Brasil da seguinte forma: “Fica instituída a hora de verão, a partir de zero do primeiro domingo do mês de novembro de cada ano, até zero hora do terceiro domingo do mês de fevereiro do ano subsequente, em parte do território nacional, adiantada em sessenta minutos em relação à hora legal. No ano em que houver coincidência entre o domingo previsto para o término da hora de verão e o domingo de carnaval, o encerramento da hora de verão dar-se-á no domingo seguinte. A hora de verão vigorará nos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal”. O horário de verão também é adotado em países como Canadá, Austrália, Groelândia, México, Nova Zelândia, Chile, Paraguai e Uruguai. Por outro lado, Rússia, China e Japão, por exemplo, não implementam esta medida.
Veja Mais

16/02 - Entenda como funciona a Previdência e as regras que estão em jogo
Idade mínima, regra de transição e fator previdenciário; veja o significado dos termos mais discutidos e o que está em xeque para uma reforma. O governo pode entregar ao Congresso, nesta próxima semana, sua proposta para a reforma da Previdência. O que se sabe até o momento, pelo que foi divulgado na última quinta-feira (14), é que a idade mínima deverá ficar em 62 anos para mulheres e 65 para homens, ao final de um período de transição de 12 anos; e que pode ser implantado um modelo de capitalização, no qual cada trabalhador será responsável por formar sua própria aposentadoria. No caso dos militares, que não fazem parte dos regimes de Previdência dos trabalhadores públicos e privados, o secretário da Previdência, Rogério Marinho, já afirmou que o presidente Jair Bolsonaro quer que a reforma seja para "todos os segmentos" – mas o vice-presidente da República, Hamilton Mourão, afirmo que a "ideia do segmento militar" é deixar para um outro momento as mudanças nas aposentadorias de militares. O que é a Previdência A Previdência é o sistema que garante o pagamento de aposentadorias e outros benefícios aos cidadãos que participam de seu sistema. No modelo atual em vigor no país, é uma espécie de "seguro", no qual o trabalhador que está na ativa banca o sustento daquele que está aposentado ou foi afastado de suas funções. Entenda o modelo de capitalização da Previdência Ela garante uma renda mensal ao segurado que precisa parar de trabalhar por um tempo determinado (seja por doença, gravidez ou acidente) ou pelo resto da vida, com no caso da aposentadoria. Para a Previdência funcionar bem, é preciso haver um certo equilíbrio entre a soma de todas as contribuições e o total pago aos beneficiários. No entanto, a Previdência tem arrecadado menos do que ela precisa gastar. O governo cobre essa diferença, que é chamada de déficit. Como o déficit da Previdência tende a crescer cada vez mais devido ao envelhecimento da população (mais "bocas" para sustentar e menos "braços" para colaborar), discute-se a necessidade de uma reforma para mudar suas regras e, assim, tentar equilibrar as contas novamente. O governo pretende, com a reforma, economizar R$ 1 trilhão em dez anos. Conheça as diferentes formas de acesso à aposentadoria. Karina Almeida/G1 Mas não é nada simples mexer nas regras da Previdência, já que muitas delas estão previstas na Constituição. Qualquer mudança precisa ser aprovada em dois turnos pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal, com 3/5 dos votos. Outro entrave é que a Previdência tem regimes separados, com regras muito distintas. Enquanto os trabalhadores do setor privado contribuem para o INSS, os servidores públicos da União e dos Estados têm seu próprio regime, assim como os militares. Em 2016, o governo do então presidente Michel Temer enviou ao Congresso uma proposta de reforma que previa a criação de uma idade mínima e mudava as regras para servidores, trabalhadores rurais e mulheres. Mas ela não chegou a ser votada. Entenda abaixo os principais termos que envolvem o debate sobre a Previdência: GLOSSÁRIO DA PREVIDÊNCIA Regras atuais Aposentadoria por idade: Pela regra atual, exige o tempo mínimo de 15 anos de contribuição, além de 60 anos de idade para as mulheres e 65 para os homens, no caso da aposentadoria urbana. Para trabalhadores rurais e portadores de deficiência, as idades são de 60 para homens e 55 para mulheres. Aposentadoria por tempo de contribuição: Hoje, homens e mulheres que tenham atingido o tempo mínimo de contribuição (35 anos para eles e 30 para elas) podem se aposentar em qualquer idade, sem precisar alcançar a pontuação 86/96 (leia abaixo). Mas, neste caso, o valor da aposentadoria é reduzido pelo fator previdenciário (leia abaixo como funciona). Aposentadoria rural: São regras próprias criadas para os trabalhadores do campo, mais amenas que o urbano. O trabalhador rural tem o direito de se aposentar aos 55 anos (para mulheres) e 60 (para homens), sem precisar cumprir a exigência mínima de 15 anos contribuição feita ao trabalhador urbano. Aposentadoria especial: É um benefício concedido a algumas categorias de trabalhadores expostos a situações nocivas à saúde de forma contínua e ininterrupta. Ela reduz o tempo de contribuição exigido, a depender da categoria. Fazem parte dela os professores e policiais. Bônus demográfico: É quando o número de pessoas com idade para contribuir supera o de idosos aptos a se aposentar, como tem sido no Brasil. Mas o país passa por uma transição demográfica, devido ao envelhecimento de sua população. Segundo o IBGE, a relação de dependência no Brasil (RDD) vai saltar dos 11% atuais para 36% até 2050. Para cada 100 adultos aptos a trabalhar, o país terá 36 idosos para sustentar. Cálculo do valor da aposentadoria: Para os trabalhadores Regime Geral, os do setor privado, é feito com base em uma média de 80% de todas contribuições de maior valor feitas pelo trabalhador ao longo da vida. Déficit da Previdência: É quando o total arrecadado pelas contribuições é inferior ao total de benefícios pagos aos segurados. A previsão é que as contas da Previdência tenham rombo de R$ 308 bilhões em 2019, dos quais R$ 218 bilhões são do Regime Geral (INSS) e o restante, do Regime Próprio (servidores públicos). Fator previdenciário: É um mecanismo que permite se aposentar por tempo de contribuição (35 anos para homens e 30 para mulheres). No entanto, ele reduz o valor da aposentadoria. A fórmula, criada em 1999, se baseia na idade do trabalhador, tempo de contribuição e expectativa de sobrevida. Quanto menor a idade no momento da aposentadoria, maior é a redução do benefício. Fórmula 86/96: Regra em vigor para conseguir se aposentar sem o desconto do fator previdenciário. Em 2019, para obter o benefício integral, a soma da idade com o tempo de contribuição para as mulheres deve ser de pelo menos 86 anos e no caso dos homens, de 96. Esta pontuação vem aumentando, o que torna mais difícil o acesso à aposentadoria. Em dezembro de 2026, serão 5 pontos a mais – com as mulheres precisando de 90 pontos e os homens, de 100. INSS (Instituto Nacional do Seguro Social): É o órgão que administra o dinheiro da Previdência Social. As contribuições ao INSS pagam os benefícios de quem já é aposentado – funciona como uma conta corrente, onde o dinheiro que sai é o mesmo que entra. O INSS também paga todos os beneficiários do sistema: aposentadorias, pensão por morte, auxílio-doença etc. Militares: Um militar alcança a reserva depois de 30 anos de contribuição, no caso de homens ou mulheres, sem necessidade de idade mínima. Modelo de repartição: Sistema no qual o trabalhador que contribui para a Previdência paga os benefícios de quem já está aposentado. Uma geração financia a aposentadoria da próxima e o governo cobre o que faltar. É o modelo em vigor no Brasil. Regime Geral da Previdência Social (RGPS): É o sistema de previdência dos trabalhadores urbanos e rurais do setor privado, que é administrado pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). Não inclui os funcionários públicos. Regime Próprio de Previdência Social (RPPS): A previdência dos servidores públicos da União. Tem regras próprias e é totalmente desvinculado da Previdência Social, dos trabalhadores privados. Parte desse sistema é bancado pelas contribuições dos próprios servidores, e outra pelo governo. Os estados também tem seus próprios regimes, separados da União. Os servidores podem se aposenta com tempo mínimo de 10 anos de exercício no serviço público e 5 anos em cargo efetivo em que se aposentará. Precisam ter 60 anos de idade e 35 de contribuição, se homem, e 55 anos de idade e 30 de contribuição, se mulher, com proventos integrais; ou 65 anos de idade, se homem, e 60 anos de idade, se mulher, com proventos proporcionais. Teto do INSS: É o valor máximo pago pela Previdência aos segurados do Regime Geral. Em 2018, o teto do INSS foi fixado em R$ R$ 5.645,80. As aposentadorias com valor acima do salário mínimo são corrigidas pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor). Propostas em discussão Idade mínima de aposentadoria: É a idade a partir da qual uma pessoa poderá pedir a aposentadoria. A ideia do atual governo em sua proposta a ser apresentada ao Congresso é elevar a idade mínima para 65 (homens) e 62 (mulheres). Hoje, não há idade mínima para se aposentar – é possível se aposentar por tempo de contribuição mas, nesse caso, o valor do benefício é reduzido pelo fator previdenciário. Modelo de capitalização: A capitalização é uma espécie de poupança que o trabalhador faz para garantir a aposentadoria no futuro. Cada trabalhador financia sua própria aposentadoria por depósitos em uma conta individual. O dinheiro é investido individualmente. O modelo deverá ser sugerido na proposta de reforma da Previdência do governo Bolsonaro. Regra de transição: Ela foi proposta na reforma do ex-presidente Michel Temer, que não chegou a ser aprovada. A ideia é criar uma idade mínima progressiva, que prevê sua implantação de forma gradual, até chegar a uma idade definitiva, 20 anos após a entrada em vigor da reforma. Ela serve para amenizar o impacto da reforma para quem está mais próximo de se aposentar. O governo Bolsonaro deve apresentar uma regra de transição de 12 anos até chegar à idade mínima da aposentadoria. Servidores e militares: regras para esses setores também podem mudar, e podem ser adequadas aos parâmetros do RGPS. Nenhuma medida, no entanto, foi apresentada até agora.
Veja Mais

16/02 - Brasil fatura R$ 140 bilhões por ano com produção de soja
Produto é o mais exportado do país. Brasil fatura R$140 bilhões por ano com produção de soja A soja é o principal produto da safra brasileira de grão: 115 milhões de toneladas. É o mais exportado do país e o que traz a maior renda para o campo: mais de 140 bilhões de reais por ano. O plantio é feito na maior parte em cima da palha da lavoura anterior, o que melhora o solo e evita a erosão. A produção de soja emprega 1,4 milhão de pessoas. Ela entra na ração animal, no biodiesel, no óleo de cozinha, nos embutidos, iogurtes, cosméticos e muito mais.
Veja Mais

16/02 - Concurso público oferta 48 vagas para cargos de níveis fundamental e médio em Chopinzinho
Interessados devem fazer inscrição até terça-feira (19), pela internet. Prefeitura de Realeza abre inscrições para concurso público Divulgação A Prefeitura de Chopinzinho, na região sudoeste do Paraná, recebe, até as 17h de terça-feira (19), inscrições para um concurso público com 48 vagas temporárias. As oportunidades são para cargos de níveis fundamental e médio. Veja o edital. A inscrição é gratuita e deve ser feita pelo site da prefeitura. Há 15 vagas para operário; 11 para operador de máquinas; 20 para zelador escolar e duas para atendente de consultório dentário. A jornada é a de 40 horas por semana. Os salários variam de R$ 999,80 a R$ 1.453,50, mais R$ 175 de auxílio-alimentação. O Processo Seletivo Simplificado (PSS) inclui teste prático para operário, operador de máquina e zelador escolar. Já os candidatos a atendente de consultório dentário enfrentam prova de títulos e de experiência profissional. As provas estão marcadas para março, mesmo mês em que a lista de aprovados deve sair. Esse concurso público tem validade por seis meses, podendo ser prorrogado por igual período. Veja mais notícias da região no G1 Oeste e Sudoeste.
Veja Mais

16/02 - Prefeitura de Mirassol d'Oeste (MT) abre processo seletivo com 77 vagas
Segundo a prefeitura, os interessados devem se inscrever até o dia 19. O salário varia entre R$ 1 mil e R$ 3 mil. Cidade de Mirassol D’Oeste, a 329 km de Cuiabá Prefeitura de Mirassol D’Oeste A Prefeitura de Mirassol d'Oeste, a 329 km de Cuiabá, abriu as inscrições de um processo seletivo voltado para a educação com 77 vagas. Segundo a prefeitura, os interessados devem se inscrever até o dia 19. O salário varia entre R$ 1 mil e R$ 3 mil. O edital foi publicado no site da prefeitura. A inscrição é feita pela internet. De acordo com a prefeitura, as vagas são para professores de diversas especialidades e monitor de creche. Os candidatos serão avaliados por provas e títulos. O exame está marcado para o dia 3 de março.
Veja Mais

16/02 - VÍDEOS: Campus Party tem computador de R$ 70 mil e ‘abismo’ virtual
Maior feira de tecnologia do Brasil termina neste sábado, em São Paulo. PCs customizados e simuladores estão entre as atrações. 'SuperPCs' da Campus Party 2019 podem custar até R$ 70 mil A Campus Party 2019 termina neste sábado (16) em São Paulo. Para quem não acampou no local como os campuseiros, que estão lá desde do dia 12, ainda dá tempo de conferir algumas atrações da maior feira de tecnologia do Brasil. Com atrações para diversos gostos, o evento tem desde 'supercomputadores' personalizados até experimentação de modernos equipamentos de realidade virtual, levando os visitantes a simular um voo de asa-delta ou andar a beira do "abismo". Veja algumas atrações do evento: 'SuperPC' de R$ 70 mil Personalizar ou até mesmo criar carros e motos do zero já é algo comum no Brasil, mas a customização de computadores ainda está ganhando. Na Campus Party 2019, os fãs dos “casemods”, como são conhecidas essas máquinas, podem gastar até R$ 70 mil neles. Apesar do visual e adereços chamarem a atenção, os criadores desses "supercomputadores" explicam que o que faz o preço ficar realmente alto é o hardware das máquinas. Os PCs customizados estão na Arena. Luiz Júnior mostra computadores de R$ 30 mil e R$ 70 mil na Campus Party 2019 Fábio Tito/G1 Voo de asa-delta e precipício Na área Open Campus, que não precisa de ingressos, existem diversas opções para o visitante experimentar simuladores de realidade virtual. No estande da Escola Superior de Engenharia e Gestão (ESEG), é possível fazer "voo de asa-delta" ou "andar na beira do abismo", ambas com óculos de realidade virtual. Asa delta e andar no precipício: veja experiências de realidade virtual na Campus Party Campus Party Brasil 12 Local: Expo Center Norte — Rua José Bernardo Pinto, 333 - Vila Guilherme, São Paulo - SP Horários: Arena: até 2h do dia 17 de fevereiro. Funcionamento 24h. Open Campus: 15 de fevereiro, das 10h às 20h, com circulação de pessoas até as 21h. Em 16 de fevereiro, das 10h às 16h, com circulação até às 17h. Ingressos: Sem camping, por R$ 350. CPU 'tunada' com Chapolin Colorado como tema chama atenção entre as bancadas de campuseiros na Campus Party 2019 Fábio Tito/G1 CPUs 'tunadas' chamam atenção entre as bancadas de campuseiros na Campus Party 2019 Fábio Tito/G1 CPUs 'tunadas' chamam atenção entre as bancadas de campuseiros na Campus Party 2019 Fábio Tito/G1 Initial plugin text
Veja Mais

16/02 - Montadoras se preparam para sobretaxas de até 25% sobre importados nos EUA
Relatório confidencial do governo deve abrir caminho para que Trump aplique tarifas ao designar as importações de veículos como uma ameaça à segurança nacional. Elevador de carros na sede da VOlkswagen em Wolfsburg, na Alemanha Michael Sohn/AP Um relatório confidencial do Departamento de Comércio, que deve ser enviado a Donald Trump no domingo (17), deve abrir caminho para que o presidente dos Estados Unidos ameace com tarifas alfandegárias montadoras e autopeças importadas ao designar as importações como uma ameaça à segurança nacional, afirmaram autoridades da indústria automobilística na sexta-feira (16). Trump ameaça impor tarifas de 20% sobre veículos da União Europeia Merkel critica Washington por ver automóveis europeus como ameaça As recomendações do relatório podem aproximar a indústria automobilística global de seu pior pesadelo – tarifas de até 25% sobre milhões de carros e peças importados que muitos temem custariam milhares de dólares ao valor de veículos e talvez causar centenas de milhares de empregos nos EUA. O conteúdo do relatório deverá permanecer não público enquanto Trump considera as recomendações, deixando a indústria e os principais exportadores de automóveis do Japão, da União Europeia e da Coréia do Sul no escuro sobre suas conseqüências. Autoridades da indústria automobilística disseram esperar que o relatório recomende ao menos algumas tarifas para que o governo possa usar as conclusões da investigação como alavanca de negociação durante negociações neste ano com o Japão e a UE. O relatório vem após investigação iniciada pelo Departamento de Comércio em maio de 2018 a pedido de Trump. O objetivo é determinar os efeitos das importações na segurança nacional. Fábrica da Volkswagen em Taubaté (SP) Divulgação A versão final será enviada à Casa Branca no domingo para cumprir prazo estatutário, disse uma fonte do governo à Reuters. Tarifas As montadoras e fornecedores de peças estão antecipando que suas opções de recomendação incluirão tarifas de até 20% a 25% em carros e peças, ou tarifas mais restritas direcionadas a componentes e tecnologias ligados a carros novos, veículos autônomos, conectados à Internet e compartilhados. "Ninguém com quem conversei na indústria acha que o relatório não recomendará tarifas", tendo em vista as prioridades comerciais definidas pelo governo Trump, disse um funcionário do setor automotivo sob condição de anonimato. "E não há muita chance de que Trump decida não impô-los." Um relatório do respeitado Centro para Pesquisa Automotiva em, publicado na sexta-feira, mostrou que no pior cenário, uma tarifa de 25% custaria 367 mil empregos nos EUA nas indústrias automobilísticas e afins. Os preços dos veículos leves nos Estados Unidos aumentariam em US$ 2.750, em média, incluindo veículos construídos nos EUA - reduzindo as vendas anuais dos EUA em 1,3 milhão de unidades e forçando muitos consumidores ao mercado de carros usados, disse o relatório.
Veja Mais

16/02 - 'Encomenda' do governo não é extinguir Infraero, diz presidente da empresa
Para Martha Seillier, Infraero pode seguir atuando em áreas estratégicas. Secretário de Aviação disse que empresa será extinta; ministro da Infraestrutura, que é 'possível' extinguir. A presidente da Infraero, Martha Seillier Valter Campanato/Agência Brasil Primeira mulher a assumir o cargo de presidente da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), Martha Seillier afirmou em entrevista ao G1 que a nova administração da estatal não recebeu do governo a missão de extinguir a empresa. Martha Seillier afirmou que a missão dada foi transferir todos os aeroportos da estatal para a iniciativa privada. Disse ainda que defenderá que, ao final do processo, a Infraero continue existindo com uma estrutura menor, atuando em áreas estratégicas, como qualificação de funcionários de aeroportos. "Na verdade, a encomenda do novo governo não é extinguir a Infraero. A encomenda é transferir a operação de todos os aeroportos para a iniciativa privada. A Infraero não é só administradora de aeroportos", afirmou. Em 13 de dezembro do ano passado, também em entrevista ao G1, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, afirmou ser "possível" extinguir a Infraero após a concessão de todos os aeroportos da empresa. Além disso, em janeiro deste ano, o secretário de Aviação Civil do Ministério de Infraestrutura, Ronei Glanzmann, disse em um evento em São Paulo que a Infraero será fechada ao final das concessões. Para a presidente da empresa, há atividades importantes que não são feitas pelas outras administradoras de aeroportos, como o desemborrachamento de pista – limpeza especial que garante o atrito da pista de pouso e decolagem – e a capacitação de funcionários. "Tem outras atividades importantes que a Infraero faz que não são de administração de aeroportos. A Infraero presta serviço para vários aeroportos do país que ela não opera. Aeroportos privados que não adquiriram equipamentos específicos como o de desemborrachamento de pista. Não faz sentido todos os aeroportos terem o equipamento, que é um equipamento caro. Então eles contratam a Infraero, nós vamos levando nosso equipamento e fazemos o serviço para eles", disse. Continuidade 'enxuta' Ao G1, Martha Seillier afirmou que vai defender a continuidade Infraero, mesmo com uma estrutura mais "enxuta" – cerca de 9,3 mil funcionários trabalham na empresa. No ano passado, o então presidente Michel Temer publicou uma medida provisória para criar a NAV Brasil, responsável por incorporar todos os ativos relacionados a navegação aérea concentrados na Infraero. "Como a NAV não se chama Infraero, mas é um braço da Infraero que persiste, a gente acha que tem espaço, sim, para alguma continuidade, mas para uma empresa muito mais enxuta", disse. Segundo o texto da MP, a NAV Brasil ficará subordinada ao Ministério da Defesa, por meio do Comando da Aeronáutica. Novo presidente Martha Seillier ficará no cargo de presidente da Infraero até julho de 2019, quando assumirá o brigadeiro Hélio Paes de Barros. Depois de deixar a presidência da estatal, ela reassumirá a Direção de Planejamento, Finanças e Relações com Investidores e continuará trabalhando diretamente no programa de concessões da companhia. Hélio Paes de Barros era diretor da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) quando foi indicado para presidir a estatal e, por isso, deve passar por um período de quarentena antes de assumir o comando da empresa. Pista do aeroporto de Congonhas, em São Paulo, que será leiloado pela Infraero TV Globo/Reprodução Leilões de aeroportos Ainda na entrevista ao G1, Martha Seillier afirmou que a Infraero tem seis aeroportos que podem servir de "âncora" para os próximos leilões. Esses aeroportos, entre os quais Congonhas, Santos Dumont, Manaus e Curitiba, encabeçariam os blocos das próximas duas rodadas de concessão, em 2020 e em 2021. Em março o governo fará o primeiro leilão de aeroportos por bloco. Licitará 12 terminais, divididos em três blocos: Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste. Os blocos são formados por um aeroporto com grande rentabilidade e por terminais menos rentáveis ou até mesmo deficitários. "Temos pensado com a Secretaria de Aviação Civil fazer mais três blocos em 2020, são mais três ancoras, e mais três blocos em 2021. Teríamos ainda seis ancoras pela frente”, disse. Segundo a presidente, esses terminais não são os únicos da Infraero que geram lucro, mas são terminais importantes com capacidade de segurar um bloco inteiro e garantir o interesse dos investidores mesmo com aeroportos deficitários no grupo. Após a concessão de aeroportos agendada para o dia 15 de março, a Infraero ficará com 45 aeroportos. Investimentos A Infraero deve cortar os investimentos considerados "perfumaria", destinados a dar mais conforto para os passageiros que transitam nos aeroportos da empresa. Segundo Martha Seillier, a prioridade serão obras de segurança ou investimentos para superar entraves que estejam "freando" o desenvolvimento de alguma cidade, como é o caso de Foz do Iguaçu (PR). O governo local reclamou que o tamanho do aeroporto dificulta o crescimento do turismo na região. Por isso, a estatal aeroportuária vai ampliar o tamanho do terminal de passageiros.
Veja Mais

16/02 - Fundo do 11 de Setembro reduz ajuda a vítimas por falta de recursos
Já foram gastos US$ 5 bilhões a cerca de 21 mil pessoas que estão doentes ou morreram por problemas de saúde vinculados ao atentado. O fundo de compensação para as vítimas dos atentados de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos anunciou na sexta-feira (16) que está ficando sem dinheiro e que vai cortar mais da metade de seus pagamentos a futuros beneficiados, em sua maioria pessoas doentes pela exposição a substâncias tóxicas naquele dia. Visitantes no Memorial de 11 de Setembro observam obra sob neve e chuva, em Nova York. Bebeto Matthews/AP Photo A responsável pelo fundo, Rupa Bhattacharyya, reconheceu em comunicado que a situação é "dolorosamente injusta", mas assegurou que é a única opção atualmente. Mais de 1.100 vítimas de 11 de Setembro ainda não foram identificadas "Infelizmente, a situação enfrentada pelo VCF (sigla do fundo) é difícil", explicou Bhattacharyya, após apresentar as contas anuais. Diante da falta de dinheiro, as ajudas que ainda não foram aprovadas serão cortadas pela metade e, nos casos de solicitações posteriores a 1º de fevereiro deste ano, em 70%. Segundo o fundo, a sua complicada situação financeira se deve principalmente ao grande número de solicitantes durante os últimos dois anos, em sua maioria pessoas que descobriram recentemente doenças como cânceres vinculados a substâncias tóxicas que inalaram após os atentados contra as Torres Gêmeas. Homem visita memorial em homenagem às vítimas dos ataques de 11 de Setembro, em Nova York. Seth Wenig/AP Foto US$ 5 bilhões em compensações O fundo foi criado pelo Congresso dos Estados Unidos em 2015 com mais de US$ 7 bilhões para distribuir até 2020. No entanto, já foram gastos US$ 5 bilhões em compensações a cerca de 21 mil pessoas que estão doentes ou morreram como consequência de problemas de saúde vinculados ao atentado ou por sequelas dos ataques, muitos deles bombeiros e outros funcionários de serviços de emergência. Segundo disse hoje Bhattacharyya, o fundo tem outras 20 mil solicitações pendentes e espera receber ainda milhares mais. Diante desta situação, três congressistas anunciaram hoje que vão propor uma legislação para que os cortes não aconteçam e os futuros solicitantes recebam as ajudas em sua totalidade. Quase 3 mil pessoas morreram nos atentados de 11 de setembro de 2001, o pior ataque terrorista na história dos Estados Unidos.
Veja Mais

16/02 - O que afasta os turistas estrangeiros do Brasil?
País recebe somente 6,5 milhões de visitantes por ano, menos até que a cidade Osaka, no Japão. Motivos vão desde falta de preparo e infraestrutura até manchetes negativas no noticiário internacional. Cristo Redentor é o monumento mais visitado do país. Cristina Boeckel O Brasil atrai atualmente um pouco mais de 6,5 milhões de turistas estrangeiros por ano. Pode parecer muito, mas o número é baixo considerando seu tamanho continental e a variedade de atrações e belezas naturais. O país perde, por exemplo, para a cidade de Osaka, no Japão, que recebe anualmente cerca de 8,4 milhões de visitantes estrangeiros. Nos últimos dez anos, o Brasil não apareceu entre os 40 país que mais recebem visitantes estrangeiros, segundo dados da Organização Mundial de Turismo (UNWTO). Nações como África do Sul (10,2 milhões), Austrália (8,8 milhões) e Tailândia (35,4 milhões) – que ficam praticamente tão longe quanto o Brasil dos EUA e da Europa, principais centros emissores de turistas – recebem mais estrangeiros. Enquanto as chegadas de turistas estrangeiros cresceu 7% no mundo em 2017 em comparação ao ano anterior, a maior alta desde a crise financeira mundial de 2008, o turismo no Brasil aumentou somente 0,6% no mesmo período, segundo a UNWTO. Segundo especialistas, entre os principais motivos para um país com tanta diversidade de destinos "patinar" no turismo mundial estão as manchetes negativas no exterior; a pouca divulgação internacional; a falta de preparo e infraestrutura para receber os estrangeiros e o alto custo da viagem. "O turismo internacional no Brasil ganhou mais força no país nos últimos dez anos e, portanto, carece de maturidade. O Rio de Janeiro sempre foi um destino muito procurado internacionalmente", diz André Coelho, especialista em turismo da FGV Projetos. "Mas, quando pensamos no Brasil como um todo, ele está em estágio de maturidade anterior ao de outras nações menores." O especialista enxerga a imagem brasileira como manchada pelo noticiário negativo recorrente. As notícias no exterior são, geralmente, um misto entre casos de violência, como a intervenção federal no Rio, crises e desastres, como o de Brumadinho. Ministérios de Relações Exteriores de países estrangeiros costumam dar conselhos aos viajantes em seus sites. O da Alemanha, por exemplo, cita que "o risco de se tornar vítima de um assalto ou outro crime violento é significativamente maior no Brasil do que nos países da Europa Ocidental" e que algumas cidades grandes como Belém, Porto Alegre, Recife, Salvador, Fortaleza, São Luiz, Maceió, Rio de Janeiro e São Paulo "têm altas taxas de criminalidade" e que "a cautela é apropriada, mesmo em partes do país e de cidades consideradas seguras". Outro fator que impede o aumento do número de turistas internacionais no país é o custo total da viagem. Os alemães, por exemplo, pagam cerca de 600 euros para voar durante o verão europeu para Bangcoc, num trajeto que dura cerca de 11 horas. Já para São Paulo, no mesmo período, a viagem de cerca de 12 horas custa normalmente 1 mil euros. Além da passagem, o custo de hotéis, entrada em atrações, transporte e alimentação na Tailândia é bem menor do que no Brasil. "O custo total da viagem interfere no processo decisório do turista. Para um alemão ou europeu ocidental, por exemplo, é mais barato viajar e se custear na Tailândia do que no Brasil", conta André Coelho, da FGV Projetos. "Há também mais voos da Europa para o país asiático, já que Bangcoc serve também de hub [centro de distribuição de voos] para passageiros que vão para outros destinos no sudeste asiático e Austrália. Assim, os preços dos tíquetes aéreos se tornam mais baratos." O especialista diz, ainda, que a Copa do Mundo no Brasil, em 2014, e os Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro, em 2016, não foram suficientes para turbinar o turismo no país. "A Copa, por ter tido um alcance nacional com as doze sedes e mais pessoas assistindo às partidas no mundo, deu uma boa visibilidade para o Brasil”, explica Coelho. "Já a crise econômica atingiu não só o Rio de Janeiro, mas também todo o país, um ano antes do início dos Jogos Olímpicos, atrapalhando o sucesso do megaevento no Rio." Divulgação do país e facilitação de vistos O Ministério do Turismo reconhece que a chegada de turistas estrangeiros não condiz com o potencial do país e que tem trabalhado na conectividade do Brasil e o aumento da promoção internacional. Isso englobaria a isenção de visto – sem reciprocidade – para quatro países considerados estratégicos: EUA, Canadá, Japão e Austrália. Há a expectativa de que a liberação possa acontecer ainda este ano. Entre as metas do governo federal para o período de 2019-2022 está um salto na chegada de turistas estrangeiros: dos 6,8 milhões estimados em 2018 para 12 milhões de visitantes internacionais em 2022. Mas ao mesmo tempo em que pretende quase dobrar o número de chegadas internacionais no país em um período de quatro anos, a Embratur – responsável desde 2003 pela promoção do Brasil no mercado internacional – encerrou no final de 2018, após cinco anos, o contrato com executivos que faziam a divulgação do país em 11 nações estratégicas: EUA, França, Argentina, Peru, Itália, Alemanha, Espanha, Portugal, Reino Unido, Rússia e Japão. O governo federal, porém, não vê prejuízos para o setor, já que, a partir deste ano, o relacionamento com profissionais do setor turístico internacional será comandado diretamente pelo corpo técnico da Embratur, numa ação articulada com o Itamaraty. "Uma equipe de servidores estreitará relações com os mais de 23 mil parceiros internacionais já mapeados, entre operadores de turismo, companhias aéreas, agências de viagem e outros", afirma o texto. Nos últimos cinco anos, o Brasil viu também sua verba de promoção turística no exterior cair mais da metade. De acordo com dados do Ministério do Turismo, o país investiu 117,3 milhões de reais em 2014 em ações de divulgação. Já em 2018, o montante foi de 51,3 milhões de reais. O Ministério do Turismo acredita que a aprovação do projeto que prevê a criação da Agência Brasileira de Promoção do Turismo (nova Embratur), que está em tramitação no Congresso, dará mais flexibilidade à gestão da autarquia e reforçará a promoção internacional por meio de parcerias com a iniciativa privada para atrair turistas, eventos e investimentos. "A Embratur precisa de mais recursos para fazer a promoção do país. Marketing turístico é muito mais do que publicidade nas redes sociais, é ter também representação estratégica no exterior", afirma Coelho. "A promoção brasileira precisa sair para o mundo. Não se pode promover o país estando no Brasil. Há um potencial de crescimento muito grande, mas ele depende de uma nova gestão de promoção turística também", completa o especialista. Ele diz ser positivo o movimento do Brasil de simplificar o visto de turista para cidadãos dos EUA, Canadá, Japão e Austrália. Entre as facilidades do visto eletrônico estão a redução do custo da emissão da autorização, que passou de 160 dólares para 40 dólares (além de uma taxa de 4,24 dólares) e do prazo médio, que foi alterado de 30 dias para a média de até cinco dias úteis. A meta, agora, é ampliar esse benefício para outros mercados estratégicos como China e Índia. Após a adoção do visto eletrônico a partir de dezembro de 2017, o Ministério das Relações Exteriores observou um crescimento nos países beneficiados – EUA, Canadá, Japão e Austrália – de cerca de 40% no pedido de visto para o país, o que pode potencialmente representar uma injeção de 71,5 milhões de dólares na economia brasileira. "Esses movimentos de flexibilização de visto só ganharam força nos últimos dois anos, já poderiam ter sido feitos antes", conclui Coelho. "Alinhada a medidas como mais segurança e infraestrutura para turistas, além de uma melhor divulgação do Brasil no exterior, a adoção do visto eletrônico e a liberação unilateral de vistos para alguns países trará mais visitantes para o país."
Veja Mais

16/02 - Uber processa Nova York por limitar licenças a veículos de aluguel
Em agosto, cidade bloqueou por um ano a emissão de novas licenças enquanto estuda o impacto do serviço no trânsito. O Uber apresentou uma ação contra Nova York para tentar obrigar a cidade a voltar atrás em sua decisão de limitar o número de licenças dos chamados veículos de aluguel com motorista (VTC). Nova York aprova limite de licenças para Uber e concorrentes Nova York se transformou em agosto do ano passado na primeira grande cidade a dar esse passo, bloqueando por um ano a emissão de novas licenças enquanto estuda o impacto desse serviço no trânsito e em outros âmbitos. Logotipo da Uber em um carro de Nova York, nos EUA. Eduardo Munoz/Reuters Em seu processo, o Uber defende que a cidade não tinha competência para aprovar essa medida, que não se demonstrou que serviços como o seu aumentam os engarrafamentos e que a decisão prejudicou os moradores de distritos diferentes de Manhattan, que tradicionalmente têm mais problemas para conseguir táxis. "Ao invés de confiar em alternativas apoiadas por especialistas em transporte e economistas, a cidade optou por restringir significativamente o serviço, o crescimento e a concorrência na indústria de veículos de aluguel", afirma a empresa. O Uber apresentou sua ação nesta sexta-feira diante de uma corte estadual de Nova York, que já enfrenta separadamente outra ação judicial de dois de seus rivais, Lyft e Juno, sobre os salários mínimos para seus motoristas. Batalhas judiciais No passado, a empresa californiana já combateu nos tribunais decisões de outras cidades, sobretudo em seus primeiros anos, quando começou a operar sem sinal verde das autoridades em muitos lugares. No caso de Nova York, o freio à emissão de novas licenças para empresas como Uber e Lyft, com uma isenção para os veículos que sejam acessíveis para cadeira de rodas, foi parte de um pacote regulador que incluiu o estabelecimento de um salário mínimo para os motoristas de aplicativos de VTC. A decisão, aprovada pelo Conselho Municipal e pelo prefeito, poderia se tornar permanente em função das conclusões que alcançar a comissão que estuda o impacto destes serviços. Segundo dados de agosto do ano passado, o número de VTCs em Nova York tinha se duplicado desde 2015, até 130 mil veículos. Como comparação, na cidade operam 13,5 mil táxis amarelos e 4 mil verdes, que apenas podem recolher passageiros fora de Manhattan.
Veja Mais

16/02 - A montadora que continuar vendendo carros e não milhagem vai quebrar, diz fundador do Waze
Com uma participação provocativa, o empreendedor Uri Levine, um dos fundadores do Waze, participou da Campus Party nesta sexta-feira (15). O israelense Uri Levine não mede palavras para falar o que pensa sobre startups, um assunto que ele conhece bem. Um dos fundadores do Waze, Levine, que surge com 2 startups novas todos os anos, esteve no Brasil nesta sexta-feira (15) para participar da Campus Party. Bastante polêmico e crítico, o empreendedor em série falou sobre o processo de criação de startups — e por que muitas delas falham. “O único caminho correto para uma startup é gerar valor. Se você não entender como fazer isso, sua ideia vai morrer”, disse Levine a um auditório lotado. Uri Levine, fundador do Waze, deu dicas de como fazer uma startup obter sucesso durante a Campus Party, em São Paulo. Thiago Lavado/G1 De acordo com ele, uma startup de sucesso consegue entender um problema que muitas pessoas têm, qual é a percepção desses usuários e, ao focar no problema, criar uma solução que será adotada. “Se você não falar com as pessoas, vai acabar criando uma solução para os seus próprios problemas e construir algo com o que ninguém se importa.” Conhecido por ter criado um dos principais navegadores que tenta driblar o trânsito nas maiores cidades do mundo, Levine não poupou críticas à indústria automotiva. “Há 100 anos, um carro da Ford fazia 8km por litro. Hoje, um carro continua fazendo 8km por litro. Mas aí surgiu o carro autônomo. A próxima geração não vai nem aprender a dirigir e se as montadoras continuarem vendendo carros e não serviço de milhagem e transporte vão quebrar”, afirmou. Uri Levine explica que sentimento forte é necessário para inspirar um empreendedor Vendido por cerca de US$ 1 bilhão para o Google em 2013, o Waze é um dos aplicativos mais conhecidos e utilizados no Brasil. Levine também fundou outros apps, como Moovit, além de startups focadas em reduzir ineficiências no setor aéreo e médico. Durante coletiva realizada antes de sua palestra, Levine foi questionado sobre as startups brasileiras que adaptam ideias globais ao mercado local, que tem um idioma e regras tarifárias bastante específicos — e se isso não atrapalha a inovação. “Por que você está se importando com inovação?”, rebateu Levine. “O importante é gerar valor e solucionar os problemas das pessoas.” Initial plugin text
Veja Mais

16/02 - Horário de verão acaba neste fim de semana em 10 estados e no DF
Moradores das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste devem atrasar relógios em 1 hora à meia-noite deste sábado (16). Horário de verão termina em dez estados e no Distrito Federal O horário de verão de 2018, que começou no dia 4 de novembro, termina à 0h deste domingo (17), ou meia-noite de sábado (16). Ao término do horário de verão, os moradores de 10 estados e do Distrito Federal devem atrasar o relógio em uma hora. Selo horário de verão Arte/G1 O ajuste vale para as regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste (São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal). Celulares da TIM mudam para o horário de verão e causam confusão Paulo PIza/G1 Este ano, o horário de verão foi encurtado - começou mais tarde. Antes, ele se iniciava no terceiro domingo de outubro. Em dezembro de 2017, o presidente Michel Temer assinou decreto que encurtou a duração do horário de verão, atendendo a pedido do Tribunal Superior Eleitoral, para que o início do horário de verão não ocorresse entre o primeiro e o segundo turno da eleição. O Palácio do Planalto chegou a informar em 2018 que, a pedido do Ministério da Educação, a entrada em vigor do horário seria adiada para dia 18 de novembro, a fim de não prejudicar provas do Enem, mas acabou decidindo manter a data de 4 de novembro. As mudanças na data de início do horário de verão chegaram a causar confusão. No dia 15 de outubro, usuários de telefone celular reclamaram da mudança automática do horário em seus aparelhos para o horário de verão. No Twitter, muitos consumidores reclamaram ter perdido uma hora de sono em pleno retorno de feriado e cobraram explicações da TIM. Na semana seguinte, mais clientes de operadoras de celular passaram pela mesma situação, em que os relógios de seus aparelhos foram adiantados de forma automática para o horário de verão. Em São Paulo, alguns relógios de rua também foram adiantados. Fim do horário de verão O fim do horário de verão chegou a ser analisado pelo governo Temer, em 2017. Um estudo do Ministério de Minas Energia apontou queda na efetividade da iniciativa, já que o perfil do consumo de eletricidade não estava mais ligado diretamente ao horário, mas sim à temperatura. Os picos de consumo foram registrados nas horas mais quentes do dia. O Horário Brasileiro de Verão foi instituído pelo então presidente Getúlio Vargas, pela primeira vez, entre 3 de outubro de 1931 até 31 de março de 1932. Sua adoção foi posteriormente revogada em 1933, tendo sido sucedida por períodos de alternância entre sua aplicação ou não, e também por alterações entre os Estados e as regiões que o adotaram ao longo do tempo. De acordo com o decreto nº 6.558, de 08 de setembro de 2008, modificado pelo decreto nº 9.242, de 15 de dezembro de 2017, a hora de verão fica instituída no Brasil da seguinte forma: “Fica instituída a hora de verão, a partir de zero do primeiro domingo do mês de novembro de cada ano, até zero hora do terceiro domingo do mês de fevereiro do ano subsequente, em parte do território nacional, adiantada em sessenta minutos em relação à hora legal. No ano em que houver coincidência entre o domingo previsto para o término da hora de verão e o domingo de carnaval, o encerramento da hora de verão dar-se-á no domingo seguinte. A hora de verão vigorará nos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal”. O horário de verão também é adotado em países como Canadá, Austrália, Groelândia, México, Nova Zelândia, Chile, Paraguai e Uruguai. Por outro lado, Rússia, China e Japão, por exemplo, não implementam esta medida.
Veja Mais

16/02 - ANM coloca em consulta pública proposta de acabar até 2021 com barragens como a de Brumadinho
Pela proposta de resolução, barragens construídas pelo método a montante deverão ser extintas até agosto de 2021. Prazo de consulta pública é de 30 dias. Imagem de Brumadinho após o rompimento da barragem feita por astronautas da Estação Espacial Internacional Nasa A Agência Nacional de Mineração (ANM) colocou em consulta pública nesta sexta-feira (15) uma proposta para acabar, até 15 de agosto de 2021, com barragens construídas pelo método a montante, o mesmo da barragem da Vale que se rompeu em Brumadinho (MG). No dia 25 de janeiro, a barragem de Córrego do Feijão, da Vale, rompeu-se e levou um mar de lama à cidade de Brumadinho. Até , a Polícia Civil de Minas Gerais identificou 166 mortos. Outras 144 pessoas continuam desaparecidas. Os objetivos da consulta pública, segundo a ANM, são, entre outros, obter subsídios e informações adicionais sobre a proposta, possibilitar o encaminhamento de sugestões e opiniões e dar publicidade, transparência e legitimidade às ações da agência. A consulta pública tem prazo de 30 dias a partir da publicação da proposta no "Diário Oficial União", excluindo-se da contagem o dia do começo e incluindo-se o do vencimento. Instalações abaixo da barragem O texto também propõe que seja proibida a construção, abaixo das barragens, de qualquer instalação, permanente ou temporária, que inclua a presença de pessoas, caso de áreas destinadas à alimentação de funcionários, atendimento de saúde e recreação, entre outras. No caso de Brumadinho, havia uma área administrativa e um refeitório, próximos à barragem, que foram atingidos pela lama que se espalhou após o rompimento. Menor custo Em nota divulgada à imprensa, a ANM citou casos recentes de tragédias provocadas por rompimento de barragens construídas pelo método a montante. Entre os quais, o caso do rompimento da barragem da Samarco em Mariana (MG), no ano de 2015. O documento diz que esse tipo de construção foi "largamente" adotado nas décadas de 1970 e 1990, porque proporcionava "a edificação de barragens com menor custo ao empreendedor". Segundo a ANM, este método não pode mais ser "tolerado na atualidade". "Crescem os registros de acidentes relacionados a este método construtivo, bem como se observa que várias destas estruturas já ultrapassam algumas dezenas de anos de vida útil, além de terem sido alteadas ao longo dos anos, o que aumentou paulatinamente a carga de rejeitos em suas bacias", diz a nota. De acordo com a nota, essas barragens precisam ter um tratamento diferenciado e um monitoramento "mais de perto" até que sejam definitivamente extintas.
Veja Mais

16/02 - Processo seletivo da Educação para contratação temporária é reaberto pela Prefeitura de Pilar, AL
Ao todo, são 43 vagas e salários que chegam a R$ 1,497. Inscrições vão de 18 a 22 de fevereiro. Prefeitura de Pilar reabriu Processo de Seleção Simplificado (PSS) Divulgação A Prefeitura de Pilar, na região Metropolitana de Maceió, reabriu Processo de Seleção Simplificado (PSS) para contratações temporárias na área da Educação. Ao todo, são 43 vagas para vários cargos, tanto para início imediato quanto para cadastro de reserva. As inscrições começam na segunda-feira (18) e vão até o dia 22 de fevereiro, e os salários podem chegar a R$ 1.497. Clique aqui e confira o edital do PSS. O PSS havia sido aberto no início do mês, mas foi suspenso após pedido do Ministério Público (MP-AL), que apontou a falta de algumas informações no edital e o prazo curto de inscrições. Nesta sexta (15), após reunião com o MP, ficou definido que a validade do processo seletivo é o prazo para que seja organizado um concurso público da Educação do Município. Os cargos, a quantidade de vagas de cada um e os salários são os seguintes Professor do Ensino fundamental I (8) – R$ 1.497,00; Professor da Educação Infantil (8) – R$ 1.497,00; Professor de Língua Portuguesa (1) – R$ 9,98 hora/aula; Professor de Matemática (1) – R$ 9,98 hora/aula; Professor de Inglês (1) – R$ 9,98 hora/aula; Professor de Geografia (1) – R$ 9,98 hora/aula; Professor de Educação Física (1) – R$ 9,98 hora/aula; Professor de Ciências (1) – R$ 9,98 hora/aula; Professor de História (1) – R$ 9,98 hora/aula; Professor de Ensino Religioso (1) – R$ 9,98 hora/aula; Professor de Artes (1) – R$ 9,98 hora/aula; Auxiliar de sala (10) – R$ 1.100,00 Recreador (3) – R$ 998,00 Cuidador de pessoas com necessidades especiais (PNE) (5) – R$ 998,00 Segundo o edital, o PSS consiste de uma única etapa de Avaliação de Títulos, de caráter eliminatório e classificatório. O prazo de validade para o processo é de 6 meses, podendo ser renovado pelo mesmo período de tempo. Aqueles candidatos que não forem aprovados dentro do número de vagas, serão incluídos no cadastro de reserva. As inscrições devem ser realizadas na sede da Secretaria Municipal de Educação do Pilar, na Rua Luís Ramos, s/n, Centro, das 8h às 13h. É preciso levar a ficha de inscrição preenchida, documentos pessoais e documentação comprovatória das titulações. O resultado provisório será divulgado no dia 7 de março, e o resultado final, no dia 14 do mesmo mês. Veja mais notícias da região no G1 Alagoas
Veja Mais

16/02 - Odebrecht fecha acordo de colaboração com governo do Peru
É o oitavo país com o qual a empresa brasileira, é investigada por ter pago propina para ganhar contratos de obras de infraestrutura, chega a um acordo. Prédio da Odebrecht em Lima, no Peru Reuters/Janine Costa A Odebrecht anunciou nesta sexta-feira (15) que fechou acordo de colaboração com o governo do Peru, com o conglomerado brasileiro dando mais um passo para tentar se recuperar dos efeitos de um escândalo de corrupção gigante no Brasil e em vários outros países. "A Odebrecht e o Estado peruano formalizaram nessa sexta-feira o acordo definitivo que estabelece as bases para continuidade da cooperação da empresa com a Justiça do país", afirmou a companhia em nota. O Peru é o oitavo país com o qual a Odebrecht chega a um acordo, após a companhia ter fechado acertos similares com Brasil, Estados Unidos, Suíça, República Dominicana, Panamá, Equador e Guatemala.  A Odebrecht é investigada no país por ter pago propina para ganhar contratos de obras de infraestrutura. Os casos se suborno da Odebrecht no Peru abalaram a imagem dos quatro presidentes anteriores do país e da líder da oposição, Keiko Fujimori, que cumpre três anos de prisão preventiva por suposta lavagem de dinheiro. Os presidentes Alan García, Ollanta Humala e Pedro Pablo Kuczynski também são investigados no país, enquanto Alejandro Toledo tem um pedido de extradição dos EUA.
Veja Mais