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23/08 - Brasil não precisa desmatar mais para ampliar produção, afirma presidente da Sociedade Rural Brasileira
Em meio ao aumento do desmatamento na Amazônia, Marcelo Vieira defende política ambiental do governo Bolsonaro e refuta responsabilidade do agronegócio. Imagem aérea do último dia 22 mostra trator em uma plantação ao lado de floresta perto de Porto Velho (RO); presidente da SRB não vê contradição entre preservar e aumentar produção Reuters/Ueslei Marcelino Enquanto o presidente Jair Bolsonaro diz que uma "psicose ambiental" ameaça o agronegócio brasileiro, o presidente da Sociedade Rural Brasileira (SRB), Marcelo Vieira, não vê contradição entre preservar as florestas e aumentar a produção agropecuária no país. Em entrevista à BBC News Brasil, no entanto, ele evitou fazer críticas ao governo e elogia a atuação do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. "A área atualmente ocupada pela agropecuária é de 30% do território brasileiro apenas, mas com os ganhos de produtividade que vêm ocorrendo, nós temos condição de produzir mais que o dobro do que nós produzimos hoje na mesma área. Então, a agropecuária brasileira não precisa expandir (a área utilizada)", afirmou. Nos últimos dias, a destruição da Floresta Amazônica ganhou repercussão internacional por causa da forte onda de queimadas na região. Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), mostram um aumento de 83% no número de incêndios florestais no Brasil entre 1º de janeiro e 19 de agosto de 2019, na comparação com igual período de 2018. A piora da preservação e a retórica mais inflamada de Bolsonaro e Salles têm levado algumas lideranças do agronegócio, como o ex-ministro da Agricultura Blairo Maggi, a manifestar preocupação com possíveis retaliações internacionais às exportações brasileiras. À BBC News Brasil, Marcelo Vieira minimizou o problema dizendo que as queimadas são normais nessa época do ano, estação de seca na Amazônia. Ele também refutou denúncias de ambientalistas de que o fogo esteja sendo usado por pecuaristas para "limpar" terreno desmatado para pasto. "O ministro do Meio Ambiente está muito preocupado e está trabalhando para montar uma melhor estrutura de controle do desmatamento ilegal. Isso leva um bom tempo para trazer resultados substanciais", defendeu. Vieira atua há cerca de 40 anos como produtor e administrador de empresas nos setores de café, açúcar e álcool. Entre 2005 e 2014, foi diretor no Brasil da Adecoagro, empresa do megainvestidor americano George Soros que adquiriu usinas de Vieira em Minas Gerais e Mato Grosso do Sul. Confira os principais trechos da entrevista. BBC News Brasil – O agronegócio está preocupado com o aumento do desmatamento e as queimadas recentes que ganharam visibilidade internacional? Marcelo Vieira – São questões diferentes. A questão da queimada é uma ocorrência que acontece praticamente todos os anos nessa estação seca no Brasil e é sempre um grande problema na agricultura brasileira, que prejudica muito todos os proprietários, e muitas vezes ocorre em áreas de preservação também. Isso tem muito a ver com o clima da estação seca. E o que o Brasil precisa é de uma maior estrutura de controle, mais bombeiros atuando no campo nessa época. Quanto ao desmatamento, esta é uma questão complexa, porque, o que nós temos visto é que tem tido uma variação (dos indicadores de desmatamento), dependendo das análises. Essa semana, por exemplo, recebemos números do Imazon (instituto de pesquisa que monitora a floresta amazônica) de que o desmatamento nos últimos 12 meses cresceu 15% em relação aos 12 meses anteriores. Então, isso é uma variação que ocorre todo ano, pouco mais ou um pouco menos. O que o Brasil precisa, e nosso ministro Ricardo Salles, está trabalhando nisso, é uma melhor estrutura de controle do desmatamento. É buscar combater com mais eficiência o desmatamento ilegal, que é 80%, 90% do desmatamento que ocorre no Brasil, com madeireiros ilegais, grileiros, que nunca houve uma estrutura muito eficaz de controle (contra isso). BBC News Brasil – Os números contrariam um pouco o que o senhor está falando. Houve uma redução drástica (de mais de 80%) do desmatamento de 2004 a 2012 e ele vem crescendo desde então. Além disso, o país tem uma meta de desmatamento zero dentro do Acordo de Paris. Então, crescer 15% o desmatamento no ano não parece uma situação normal. Vieira – Não, o que temos visto de 2014 para cá é que todo ano (o desmatamento) cresce um pouco ou diminui um pouco. São oscilações. E alguns números que vimos esse ano indicam que estamos dentro de uma oscilação normal. Mas, realmente, é uma coisa preocupante, o ministro do Meio Ambiente está muito preocupado com isso e ele está trabalhando para montar uma melhor estrutura de controle do desmatamento ilegal. Nós precisamos reduzir isso de maneira substancial e, para isso, a gente precisa criar uma estrutura que não é criada do dia para o outro. Ele tem dito que a pauta prioritária para o Ministério do Meio Ambiente é reduzir o desmatamento ilegal e criar investimentos numa melhor infraestrutura de saneamento, que é outro problema ambiental grave no Brasil. Fumaça na mata na região de Humaitá (AM); Vieira atribui queimadas principalmente ao 'clima seco' Reuters/Ueslei Marcelino BBC News Brasil – Alguns líderes do agronegócio, como o ex-ministro da Agricultura Blairo Maggi, já manifestaram preocupação de que a postura do governo Bolsonaro gere retaliações às nossa exportações. O presidente faz ataques ao Ibama (órgão que combate o desmatamento), entra em linha direta de confronto com nações que apoiam o Fundo Amazônia. O senhor não está preocupado que isso gere retaliações internacionais contra o agronegócio brasileiro? Vieira – Não, realmente estamos preocupados, nós estamos vendo falhas na nossa comunicação. O problema maior que nós estamos vendo é que está havendo uma importante reestruturação dessa área e isso leva um bom tempo para trazer resultados substanciais. Nós não temos resultados substanciais ainda. BBC News Brasil – Ao que o senhor se refere como reestruturação dessa área que estaria ocorrendo? Vieira – Criar uma melhor estrutura nesse controle do desmatamento. Ter mais polícia florestal no campo, mais fiscais fiscalizando essas áreas. Há áreas sem proprietários, áreas públicas que são invadidas. É uma grave deficiência que o Brasil teve nas últimas décadas, a criação de muitas unidades de conservação, áreas de preservação, parques nacionais, áreas indígenas, sem uma estrutura adequada de gestão para garantir a segurança dessas áreas. E aí elas são invadidas por desmatadores ilegais, que produzem madeira ilegal, prejudicam o mercado de madeira legal sustentável no Brasil, e isso precisa ser combatido de uma maneira muito eficaz. BBC News Brasil – Embora ocorram essas invasões, o que é preocupante, os números do desmatamento sempre mostram que áreas de unidades de conservação e de terras indígenas têm índice de desmatamento menor do que as áreas não protegidas. Como o senhor vê a proposta do presidente de permitir atividades produtivas dentro de áreas indígenas? Vieira – É possível que isso seja uma possibilidade, porque têm áreas indígenas que têm índios com regiões próximas à agricultura e já estão no caminho da cultura brasileira e gostariam de poder produzir também. Então, nós temos que dar a possibilidade a eles. Não a todos é claro, mas a esses índios que têm contato. Por exemplo, temos no Mato Grosso do Sul comunidades indígenas que foram aculturadas pelas missões europeias há quatro séculos. Hoje em dia eles têm atividade basicamente agrícola e pastoril e podem ter esse direito de manejar adequadamente como precisam. BBC News Brasil – O senhor disse que esse é um período normal de seca no Brasil, mas os cientistas têm falado que a umidade não está abaixo do normal na Amazônia e que os focos de queimada estão maiores. Muitos ambientalistas atribuem esse aumento a um processo de limpar as áreas desmatadas com fogo para depois serem criados pastos para pecuária. O senhor vê um papel do agronegócio nesse aumento das queimadas? Vieira – Não, não. Não são queimadas induzidas pelo agronegócio de maneira nenhuma. São queimadas que podem ser feitas por grileiros, mas isso ocorre o ano todo, não necessariamente nessa estação, e nessa estação elas crescem por causa do clima. BBC News Brasil – E essas áreas queimadas jamais serão usadas para pecuária? Ficarão queimadas apenas? Vieira – E geralmente entram em restauração depois. A área passando por restauração natural na Amazônia é muito maior que a área que está sendo desmatada. BBC News Brasil – Onde podemos checar esses números? Vieira – Isso são números que me foram passados pela Embrapa, nas análises deles. Nota da redação: Segundo os dados mais atuais do sistema TerraClass, um parceria entre Embrapa e Inpe que mede regeneração da floresta, houve um aumento de 72.713 km2 de vegetação em regeneração na Amazônia entre 2004 e 2014. Segundo o mesmo sistema, a área desmatada somou 148.535 km2 no mesmo período, ou seja, mais que o dobro da região em regeneração. No total, havia 173 mil km2 de floresta em processo de recuperação em 2014. Isso representa 23% do acumulado de de 762 mil km2 de área desmatada na Amazônia desde 1988 até aquele ano. Segundo relatório de 2017 da PUC-Rio sobre o tema, "ainda que a regeneração da Amazônia traga grandes expectativas, é importante frisar que florestas secundárias não são necessariamente equivalentes às florestas primárias em termos biológicos ou ecológicos") BBC News Brasil – O senhor vê sentido nesse discurso do presidente de que ONGs poderiam estar atrás das queimadas? Vieira – Eu prefiro não comentar isso. BBC News Brasil – Esse tipo de fala do presidente, acusando ONGs sem provas, é positiva para resolver o problema do desmatamento e para a imagem do Brasil lá fora? Vieira – Eu prefiro não comentar as declarações do presidente. BBC News Brasil – É necessário desmatar para produzir mais, ou é possível aumentar a produção com ganhos de eficiência nas áreas já desmatadas? Vieira – Com certeza. A área atualmente ocupada pela agropecuária é de 30% do território brasileiro apenas, mas com os ganhos de produtividade que vêm ocorrendo nas últimas décadas, continuando na mesma tendência, nós temos condição de produzir mais que o dobro do que nós produzimos hoje na mesma área. Então, a agropecuária brasileira não precisa expandir (a área utilizada) para poder crescer sua produção e poder suprir o mundo com uma demanda crescente de alimentos. 'A agropecuária brasileira não precisa expandir (a área utilizada) para poder crescer sua produção e poder suprir o mundo com uma demanda crescente de alimentos', diz Vieira Reuters/Amanda Perobelli BBC News Brasil – O senhor vê no discurso do presidente Bolsonaro um antagonismo equivocado entre produção e preservação? Vieira – Não vi isso, não. Tenho acompanhado todas as declarações do ministro do Meio Ambiente e ele está alinhado com essa pauta de que nós precisamos efetivamente implementar a nossa legislação ambiental e continuar produzindo de maneira sustentável como produz a grande maioria dos produtores brasileiros. BBC News Brasil – O senhor acha que há sensacionalismo na cobertura brasileira e internacional sobre o aumento do desmatamento? Vieira - É uma pauta importante que deve sempre ser discutida. Em todas as as discussões importantes sempre ocorrem posicionamentos um pouco mais agressivos, mas precisamos continuar com esse debate, mostrar nossa realidade, que é muito melhor que alguns apresentam.
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23/08 - 389 vagas: Veja as oportunidades de emprego no Sine de Porto Velho nesta sexta, 23
Vagas são para diversas áreas, sendo 300 para eletricista. Saiba que documento levar ao Sine. Sine tem vaga para eletricista em Porto Velho Tácito Carvalho e Silva / Acervo CPFL Energia O Sistema Nacional de Emprego (Sine) de Porto Velho está com mais de 389 vagas de emprego disponíveis nesta sexta-feira (23). Há oportunidades para eletricista, desenvolvedor de sistema, técnico em segurança do trabalho, manicure, mecânico e vendedor, além de estágios. O atendimento é das 7h30 às 13h30 (horário local). Os interessados que tiverem seis meses de experiência, comprovados em carteira, podem comparecer ao posto de atendimento do Sine Municipal, localizado na rua Brasília, 2512, entre a avenida Carlos Gomes e a rua Duque de Caxias, no bairro São Cristóvão. Ou no polo da Zona Leste localizado na Praça CEU, que fica na rua Antônio Fraga Moreira com Benedito Inocêncio, bairro JK. Para concorrer a uma das vagas é necessário apresentar Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS), cédula de identidade (RG), Cadastro de Pessoa Física (CPF) e comprovante de residência. O trabalhador também pode consultar vaga e fazer cadastro pela internet, através do site do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Depois de acessar a página, basta clicar no ícone "trabalhador", para ser direcionado a outra página onde o cadastro pode ser feito. Veja as vagas de emprego para Porto Velho nesta sexta, 23: Ajudante de carga e descarga 3 Ajudante de marcenaria 1 Assistente administrativo (estágio) 3 Assistente de RH 1 Atendente de telemarketing 1 Auxiliar administrativo (estágio) 3 Auxiliar contábil 3 Auxiliar de cozinha 1 Borracheiro 1 Conferente de carga e descarga 2 Cozinheiro 1 Desenvolvedor de sistemas (Programador nível i) 1 Eletricista 1 Eletricista de alta e baixa tensão 300 Eletricista de automóvel 1 Encarregado de eletricista 1 Encarregado de eletricista 1 Encarregado de eletricista 30 Encarregado eletricista de instalações 1 Fiscal de obras de manutenção de redes 5 Funileiro de automóveis 1 Gerente comercial 1 Manicure 1 Marceneiro 1 Mecânico de automóvel 1 Mecânico de manutenção de ar 1 Mecânico eletricista de automóveis 1 Motorista de papa entulho 1 Motorista muqueiro 1 Oficial de serviços gerais 2 Pintor de automóveis 1 Preparador de pintura 1 Projetista eletrotécnico 1 Representante comercial autônomo 1 Televendas 1 Tripeiro em matadouro 1 Técnico de segurança do trabalho 5 Técnico refrigeração 1 Vaqueiro 1 Vendedor pracista 4
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23/08 - Walmart e Tesla tentam resolver problemas com painéis solares
A varejista acusou a Tesla de ter funcionários sem treinamento instalando placas de má qualidade. Rede Walmart reclamou da instalação de painéis solares da Tesla nos EUA. Mike Blake/Reuters/File Photo O Walmart e a Tesla estão tentando resolver os problemas em torno dos painéis solares em lojas da empresa, fabricados pela montadora. A rede varejista havia acusado a Tesla de ter funcionários sem treinamento instalando painéis de má qualidade e mostrando "total incompetência ou insensibilidade, ou ambos", e pediu a remoção de painéis solares de mais de 240 lojas nos EUA. O Walmart também chegou a processar a montadora por uma "negligência generalizada" que levou a repetidos incêndios nos painéis. As empresas disseram que estavam procurando "re-energizar as instalações solares da Tesla nas lojas Walmart, uma vez que todas as partes estão certas de que todas as preocupações foram resolvidas". "Acima de tudo, ambas as empresas querem que todo e qualquer sistema funcione de forma confiável, eficiente e segura", disseram as empresas em um breve comunicado conjunto.
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23/08 - Ministra da Agricultura diz que notícias preocupam e que é preciso 'baixar a temperatura'
Em evento sobre agronegócio regional, Tereza Cristina disse que queimadas acontecem todos os anos e que se o Brasil precisar de ajuda para cuidar da Amazônia 'vai pedir'. A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, afirmou nesta sexta-feira (23) que o impacto das queimadas na Amazônia no agronegócio é preocupante. Ela disse, porém, que queimadas acontecem todo ano e que é preciso "baixar a temperatura". Ela foi questionada a respeito de declarações de líderes internacionais sobre a possibilidade de os incêndios inviabilizaram o acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul, onde o agronegócio seria um dos setores mais beneficiados. Tereza Cristina conversou com a imprensa após evento no Ministério da Agricultura sobre agronegócio regional. Nesta sexta, o escritório do presidente francês Emmanuel Macron acusou Bolsonaro de mentir durante o encontro do G20 em Osaka, no Japão, ao minimizar as preocupações com o a mudança climática. Dado esse contexto, aponta o escritório, a França se opõe ao acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul. "Eu acabei de saber dessas notícias. As notícias preocupam. Mas eu acho que a gente tem que baixar a temperatura", declarou a ministra a respeito das declarações do presidente da França sobre o acordo comercial. "Primeiro, as queimadas no Brasil todo ano acontecem. Queimadas. Tem duas coisas diferentes. Uma coisa é queimada, outra é incêndio. Há um diferença entre os dois acontecimentos. Nós temos estamos vivendo uma seca grande que todo ano a região norte tem uma definição clara dessa estiagem, a gente fica às vezes até 6 meses sem chuva. Esse ano tá mais seco e as queimadas estão maiores. Acho que eles precisavam primeiro saber do Brasil o que está acontecendo antes de tomar qualquer tipo de medida", declarou Tereza Cristina. De acordo com dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), a Amazônia concentra 52,5% dos focos de queimadas de 2019. O G1 mostrou que o número de queimadas aumentou 82% em relação ao mesmo período de 2019 - de janeiro a 18 de agosto. 'Se precisar de ajuda, vai pedir' A ministra disse que o Brasil não interfere quando há incêndios em outros países, e que o Brasil sabe da importância e cuida da Amazônia. "Quando houveram incêndios em Portugal, esse ano tiveram incêndios na Sibéria, tiveram no mundo todo na época da seca também da Europa, o Brasil não foi lá questionar nem pedir para não receber nada. Acho que a gente precisa baixar essa temperatura. A Amazônia é importante. O Brasil sabe disso. O Brasil cuida da Amazônia", disse a ministra. Tereza Cristina disse, ainda, que se precisar de ajuda para cuidar da Amazônia, o Brasil vai pedir. "Os incêndios matam pessoas, queimam casas, enfim eu acho que a gente tem que separar o que é queimada, o que é incêndio e o que que o Brasil vai fazer por isso. O Brasil se precisar de ajuda, vai pedir, porque sabe da importância desse patrimônio que é a Amazônia para os brasileiros", afirmou Teresa Cristina. Questionada sobre preocupação agronegócio sobre possíveis medidas protecionistas contra os produtos brasileiros, a ministra disse que não se pode afirmar que o "agronegócio brasileiro é o grande destruidor" da Amazônia. "Agora nós não podemos dizer que, porque nesse momento nós temos um incêndio acontecendo ou uma queimada acontecendo na Amazônia, que o agronegócio brasileiro é o grande destruidor. E, portanto, vão fazer barreiras comerciais contra esse agronegócio", disse. Forças Armadas Na manhã desta sexta-feira (23), o presidente Jair Bolsonaro afirmou que a "tendência" é a de que o governo federal envie as Forças Armadas para combater incêndios na região amazônica (veja no vídeo abaixo). O apoio das Forças Armadas é autorizado pelo presidente da República por meio de decreto de Garantia da Lei e da Ordem (GLO). Geralmente ocorre de forma pontual, em localidade específica e por tempo pré-determinado. Bolsonaro diz que mandar militares para Amazônia é uma tendência
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23/08 - Trump diz que vai responder às tarifas da China na tarde desta sexta
Mais cedo, China anunciou que vai impor taxa extra sobre US$ 75 bilhões em produtos dos EUA. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Alex Brandon/AP O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que vai responder na tarde desta sexta-feira (23) às novas tarifas anunciadas mais cedo pela China, em mais uma etapa do acirramento da guerra comercial entre as duas maiores economias do mundo. Guerra comercial: entenda a piora das tensões entre China e EUA e as incertezas para a economia mundial Em uma rede social, Trump disse que está ordenando que as empresas norte-americanas comecem a buscar uma alternativa à China, incluindo levar suas produções de volta aos Estados Unidos. "Nós não precisamos da China e, francamente, estaremos bem melhores sem ele", escreveu o presidente dos EUA. "Nossa economia, por causa dos últimos dois anos e meio, é muito maior que a da China, e nós a manteremos assim". O acirramento da guerra comercial derrubava os mercados. No início da tarde, as bolsas dos Estados Unidos operavam em queda de cerca de 2%. No Brasil, a Bovespa recuava 2,5%, e o dólar superou a barreira de R$ 4,10. Análise: os reflexos da guerra comercial entre EUA e China Disputa acirrada Em mais uma etapa da disputa comercial, a China anunciou mais cedo que vai implementar tarifas extras sobre US$ 75 bilhões em produtos importados dos Estados Unidos. Segundo o Ministério do Comércio da China, serão impostas tarifas adicionais de 5% ou 10% sobre um total de 5.078 produtos com origem nos Estados Unidos, que incluem produtos agrícolas, petróleo, aviões de pequeno porte e carros. "A decisão da China de implementar tarifas adicionais foi forçada pelo unilateralismo e protecionismo dos EUA", disse o ministério chinês em comunicado, segundo a Reuters, acrescentando que suas tarifas de retaliação também entrarão em vigor em dois estágios, em 1º de setembro e 15 de dezembro. As datas são as mesmas em que estão previstas para entrar em vigor as tarifas impostas pelos Estados Unidos aos produtos chineses. Anunciada no início do mês pelo presidente Donald Trump, a medida deveria incidir sobre cerca de US$ 300 bilhões em produtos importados, mas alguns itens foram removidos da lista.
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23/08 - Powell diz que economia dos EUA está em 'posição favorável' e que Fed irá 'agir conforme apropriado'
Discurso do chairman deu poucas pistas sobre se o banco central vai cortar os juros ou não em sua próxima reunião. Jerome Powell, chairman do Federal Reserve, em foto de 31 de julho de 2019 Sarah Silbiger/Reuters A economia dos Estados Unidos está em uma "posição favorável" e o Federal Reserve irá "agir conforme apropriado" para manter o ritmo de expansão da economia, disse o chairman do Fed, Jerome Powell, nesta sexta-feira (23) em um discurso que deu poucas pistas sobre se o banco central vai cortar os juros ou não em sua próxima reunião. Powell, que está sob pressão do presidente dos EUA, Donald Trump, para cortar a taxa de juros em breve e com força, listou uma série de riscos econômicos e geopolíticos que o Fed está monitorando -- vários deles, segundo Powell, estão relacionados à guerra comercial do governo dos EUA com a China e outros países. Mas "a economia norte-americana continua com um desempenho no geral muito bom", disse Powell em um discurso preparado para o simpósio econômico anual do Fed em Jackson Hole. "Os investimentos empresariais e a indústria têm enfraquecido, mas o sólido crescimento de empregos e salários têm levado a um consumo forte e dado suporte ao crescimento em geral moderado." Se as guerras comerciais afetaram o investimento empresarial e a confiança e contribuíram para a "deterioração" do crescimento global, Powell disse que o Fed não poderá consertar tudo isso através da política monetária. Não há "precedentes recentes para orientar qualquer resposta de política monetária à situação atual", disse Powell, acrescentando que a política monetária "não pode fornecer um livro de regras estabelecido para o comércio internacional." Além disso, a possibilidade de um "Brexit" sem acordo, as tensões em Hong Kong, uma desaceleração econômica em lugares como Alemanha e outros problemas no exterior, Powell disse que o Fed precisa "olhar através" da turbulência de curto prazo e se concentrar em como os EUA estão. Powell acrescentou que os cortes nos juros na década de 1990 ajudaram a manter a expansão econômica intacta. Mas o tom geral de sua declaração pode decepcionar os investidores que esperam que o Fed reduza os juros em sua reunião de setembro e, possivelmente, várias outras vezes este ano. O banco central reduziu a taxa de juros em julho, no que Powell se referiu como um ajuste de meio de ciclo. É também provável que desaponte Trump, tanto ao focar no impacto que a incerteza do comércio está tendo na economia global, quanto em não dar um sinal claro de que mais cortes estão por vir. O Fed tem que "olhar para o que podem ser eventos passageiros, focar em como a evolução do comércio está afetando as perspectivas, e ajustar a política monetária para promover nossos objetivos" de inflação de 2% e um mercado de trabalho forte.
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23/08 - Confiança do comércio cresce em agosto, mas segue abaixo do patamar do final de 2018, aponta FGV
Melhoras mais expressivas ainda dependem da recuperação mais consistente do mercado de trabalho e da confiança dos consumidores, afirma pesquisador. Shopping Fortaleza Ceará JL Rosa/G1 O índice que mede a confiança dos empresários do comércio subiu 3,2 pontos em agosto, ao passar de 95,5 para 99,7 pontos, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta sexta-feira (23). Foi a terceira alta consecutiva, mas o indicador ainda segue abaixo do patamar do final do ano passado. "A alta da confiança em agosto foi decorrente de uma significativa melhora da percepção dos empresários com o ritmo de vendas. O resultado sugere continuidade na recuperação do setor, ainda em ritmo lento, mas um pouco melhor do que foi registrado no primeiro semestre do ano. Melhoras mais expressivas ainda dependem da recuperação mais consistente do mercado de trabalho e da confiança dos consumidores", afirmou Rodolpho Tobler, coordenador da pesquisa. Em agosto, a confiança subiu em 10 dos 13 segmentos, segundo a FGV. A melhora do índice foi puxada pela melhora expressiva do Índice de Situação Atual (ISA-COM), que subiu 7,1 pontos ao passar de 88,6 pontos para 95,7 pontos, maior valor desde dezembro de 2018 (97,4 pontos). Já o Índice de Expectativas (IE-COM) recuou 0,8 ponto depois de subir nos últimos dois meses, registrando 101,8 pontos. Mesmo com economia fraca no 2º trimestre, maioria dos analistas vê recessão técnica como improvável
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23/08 - Brasil cria 43 mil vagas de emprego formal em julho
Resultado representa queda em relação ao número de vagas abertas no mesmo mês do ano passado. Na parcial do ano, foram criados 461.411 empregos com carteira assinada. Em julho, o país registrou 1.331.189 contratações e 1.287.369 demissões. Rafael Neddermeyer/Fotos Públicas A economia brasileira criou 43.820 empregos com carteira assinada em julho, segundo números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta sexta-feira (23) pelo Ministério da Economia. O saldo é a diferença entre as contratações e a demissões. Em julho, o país registrou 1.331.189 contratações e 1.287.369 demissões. Com isso, houve queda no número de vagas formais abertas na comparação com o mesmo mês do ano passado - quando foram criados 47.319 empregos com carteira assinada. "Consideramos que o mercado de trabalho tem apresentado sinais de recuperação gradual, em consonância com o desempenho da economia. O governo vem adotando medidas de impacto estrutural e esperamos reflexos positivos no mercado de trabalho, na medida do aprofundamento das reformas", afirmou em nota o secretário de Trabalho do Ministério da Economia, Bruno Dalcolmo. Após três anos seguidos de demissões, a economia brasileira voltou a gerar empregos com carteira assinada em 2018, quando foram abertas 529.554 vagas formais, de acordo com dados oficiais. Parcial do ano Os números oficiais do governo mostram também que, nos sete primeiros meses deste ano, foram criados 461.411 empregos com carteira assinada. Com isso, houve aumento de 2,93% frente ao mesmo período do ano passado - quando foram abertas 448.263 vagas formais. Esse também foi o maior saldo, para o período de janeiro a julho, desde 2014 (632.224 vagas formais abertas). Os números de criação de empregos formais do primeiros sete meses do ano, e de igual período dos últimos anos, foram ajustados para incorporar as informações enviadas pelas empresas fora do prazo nos meses de janeiro e junho. Os dados de julho ainda são considerados sem ajuste. Segundo o Ministério da Economia, nos últimos 12 meses foram criados 521.542 postos de trabalho formais. Já o estoque de empregos formais na economia somou 38,872 milhões no final de julho, contra 38,350 milhões no mesmo mês de 2018. Por setores Os números do governo revelam que, em julho, houve abertura de vagas em sete dos oito setores da economia. O maior número de empregos criados foi registrado na construção civil. A administração pública foi o único setor que demitiu no período. Indústria de Transformação: +5.391 Serviços: +8.948 Agropecuária: +4.645 Construção Civil: +18.721 Extrativa Mineral: +1.049 Comércio: +4.887 Serviços Industriais de Utilidade Pública: +494 Administração Pública: -315 Dados regionais Segundo o governo, houve abertura de vagas formais, ou seja, com carteira assinada, em todas as regiões do país em julho deste ano. Sudeste: +23.851 Centro-Oeste: +9.940 Norte: +7.091 Nordeste: +2.582 Sul: +356 O governo informou ainda que, das 27 unidades federativas, 20 tiveram criaram empregos formais em julho. A abertura de vagas no mês é liderada por São Paulo (+20.204), seguido de Minas Gerais (+10.609) e Mato Grosso (+4.169 vagas). Os maiores volumes de demissões foram registrados no Espírito Santo (-4.117), Rio Grande do Sul (-3.648) e Rio de Janeiro (-2.845). Trabalho intermitente e parcial Segundo o Ministério da Economia, foram registradas 12.121 admissões e 6.575 desligamentos na modalidade de trabalho intermitente em julho deste ano. Como o total de admissões nessa modalidade foi maior que o de demissões, houve um saldo positivo de 5.546 empregos no período. O trabalho intermitente é aquele esporádico, em dias alternados ou por algumas horas, e é remunerado por período trabalhado. Julho registrou ainda 6.493 admissões na modalidade de regime de trabalho parcial e 5.753 desligamentos, gerando saldo positivo de 740 empregos. As novas modalidades de trabalho parcial, definidas pela reforma trabalhista, incluem contratações de até 26 horas semanais com restrições na hora extra ou até 30 horas por semana sem hora extra. Salário médio de admissão O governo também informou que o salário médio de admissão foi de R$ 1.612,59 em julho. Em termos reais (após a correção pela inflação), houve alta de 0,4% no salário de admissão, ou de R$ 6,5; na comparação com o mesmo mês de 2018. Em relação a junho de 2019, houve uma alta real de 1,8%, ou de R$ 28,45, no salário médio de admissão, informou o Ministério da Economia.
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23/08 - Bilionário David Koch morre aos 79 anos
O irmão dele, Charles Koch, comunicou o falecimento. Considerado pela "Bloomberg" o 8º homem mais rico do mundo, foi um doador generoso a causas políticas conservadoras e a grupos educacionais, médicos e culturais. David Koch morreu nesta sexta-feira (23) aos 79 anos. Phelan M. Ebenhack/AP O bilionário David Koch, das Indústrias Koch, morreu nesta sexta-feira (23) aos 79 anos, informou o irmão dele, Charles Koch. "É com o coração pesado que eu tenho que informá-los da morte de David", declarou Charles Koch. "Ele fará muita falta, mas nunca será esquecido." Charles e David Koch foram classificados pela "Bloomberg" como o 7º e 8º homens mais ricos do mundo, respectivamente, com fortunas de US$58,7 bilhões (R$ 240 bilhões) cada - que acumularam com uma grande participação acionária nas Indústrias Koch. O conglomerado, sediado em Wichita, no Kansas, tem receita anual de cerca de US$ 110 bilhões (R$ 450 bilhões). É a segunda maior companhia americana de capital fechado em receita. Os Koch ficaram conhecidos por uma vasta rede política que construíram que se tornou popularmente conhecida como "Kochtopus" - trocadilho em inglês para o sobrenome deles unido à palavra "octopus", que significa "polvo". O bilionário, que morava em Nova York, foi doador generoso para causas políticas conservadoras, assim como para grupos educacionais, médicos e culturais, diz a Associated Press. David Koch lutou contra um câncer de próstata por 20 anos. Em 2007, ele doou US$ 100 milhões (cerca de R$ 408 milhões) para criar o Instituto David H. Koch para Pesquisa Integrativa sobre o Câncer no MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts). Também deu milhões à Universidade Johns Hopkins, em Baltimore, ao Memorial Sloan-Kettering Cancer Center, em Nova York, ao M.D. Anderson Cancer, em Houston, e a outras instituições. O Museu Nacional de História Natural do Smithsonian nomeou, em sua homenagem, uma ala dedicada à história da evolução humana ao longo de 6 milhões de anos. David Koch doou US$ 15 milhões (R$ 61 milhões) para financiar o salão. Também foi o candidato a vice-presidente do Partido Libertário em 1980.
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23/08 - Com salários até R$ 7 mil, empresa de açúcar e etanol abre processo seletivo na região de Piracicaba
Ao todo, são 50 oportunidades divididas em estágio, trainee e aprendiz. Interessados devem se inscrever até 9 de setembro. Interior da usina de etanol da Raízen, em Piracicaba (SP) Marcelo Brandt/G1 A Raízen, empresa produtora de açúcar e etanol, abriu inscrições do processo seletivo de estágio, trainee e aprendiz. São 50 vagas na região de Piracicaba (SP) com salários que chegam a R$ 7 mil. O prazo para se inscrever vai até 9 de setembro. As vagas são para trabalhar em Capivari (SP), Rio das Pedras (SP), Piracicaba e Brotas (SP). Segundo a empresa, há oportunidades para as áreas de produção de etanol, açúcar e bioenergia, logística, distribuição de combustíveis, trading, área comercial, recursos humanos, jurídico, finanças, marketing e tecnologia da informação. O processo de seleção será composto por quatro fases após a inscrição, sendo etapa de testes, dinâmica de grupo, entrevista final e processo admissional. Em todo o país, o programa de talentos da companhia está com 500 vagas disponíveis em 37 cidades de 12 estados. Os interessados devem se inscrever pela página da empresa na internet, em que há também todas as vagas disponíveis e informações de benefícios e do recrutamento. Perfil e salários Estágio: para estudantes cursando o penúltimo e último ano da graduação e que tenham disponibilidade de estagiar por um ano, no mínimo - R$ 1.417,50 para alunos do penúltimo ano e R$ 1.517,50 para alunos do último ano, com carga horária de 30 horas semanais. Trainee: para profissionais que tenham concluído o ensino superior até dezembro de 2017 - R$ R$ 7 mil por mês. Estágio de verão: para estudantes todos os cursos que estão cursando entre o primeiro e penúltimo ano da faculdade - R$ 1.417,50 por mês. Aprendiz: para jovens que estejam cursando ou que já finalizaram o ensino médio e/ou técnico, sem registro anterior como aprendiz, e que tenham disponibilidade para fazer até 8 horas/dia (40 horas semanais), entre capacitação teórica e prática - R$ 4,02 por hora, variando de acordo com o previsto no Acordo Coletivo de cada localidade de trabalho. Veja mais notícias da região no G1 Piracicaba
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23/08 - Bovespa acelera queda após Trump dizer que vai responder a novas tarifas da China
Papéis do BTG Pactual recuam forte após banco ser alvo de busca de nova fase da Operação Lava Jato. O principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, a B3, acelerou o movimento de queda no início da tarde desta sexta-feira (23), após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmar que dará nesta tarde uma resposta à China depois que o país asiático anunciou, mais cedo, que vai impor tarifas adicionais sobre US$ 75 bilhões em produtos dos EUA Os investidores também seguem de olho em pistas sobre a trajetória da taxa de juros dos Estados Unidos após o presidente do Fed, Jerome Powell, afirmar que o Fed irá "agir conforme apropriado" para garantir o ritmo de expansão da maior economia do mundo. Às 14h13, o Ibovespa caía 2,79%, a 97.221 pontos. Veja mais cotações Já o dólar opera em alta, sendo negociado acima de R$ 4,10. Entre as principais quedas da bolsa, Qualicorp caía mais de 6% e Ultrapar recuava acima de 7%. Petrobras e Bradesco operam em queda ao redor de 2%. Já os papéis do Banco BTG Pactual recuavam mais de 13%, após endereços ligados à instituição e ao fundador André Esteves sofrerem mandados de busca e apreensão em operação da Polícia Federal relacionada a uma nova fase da Lava Jato. Na véspera, o índice encerrou o dia em queda de 1,18%, a 100.011 pontos. Na parcial do mês, o Ibovespa acumula queda de 1,77%. No ano, porém, ainda tem alta de 13,79% até o pregão do dia anterior. Cenário externo Lá fora, as bolsas dos Estados Unidos operavam em queda após a China ameaçar impor tarifas adicionais sobre US$ 75 bilhões em produtos dos EUA, mas o mercado reduzia as perdas depois do discurso do presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell. O presidente do banco central dos EUA disse nesta sexta que a economia dos Estados Unidos está em uma "posição favorável" e o Federal Reserve irá "agir conforme apropriado" para manter o ritmo de expansão da economia, em um discurso que deu poucas pistas sobre se o banco central vai cortar os juros ou não em sua próxima reunião. Powell, que está sob pressão do presidente dos EUA, Donald Trump, para cortar a taxa de juros em breve e com força, listou uma série de riscos econômicos e geopolíticos que o Fed está monitorando -- vários deles, segundo Powell, estão relacionados à guerra comercial do governo dos EUA com a China e outros países. Nesta sexta-feira, os juros futuros dos EUA indicavam que operadores veem quase 100% de chance de o Fed cortar juros em 0,25 ponto percentual em setembro, ante chance de 90% de chance na quinta-feira, de acordo com a ferramenta Fedwatch do CME Group.
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23/08 - Guerra comercial entre EUA e China arruína sojicultores da Dakota do Norte
Maior cliente da soja do estado, China interrompeu compras por conta da guerra comercial. Silos para armazenagem agrícola na Dakota do Norte, que sofre com a guerra comercial Dan Koeck/Reuters A Dakota do Norte apostou mais alto que qualquer outro Estado norte-americano na demanda chinesa por soja. A indústria da área, localizada no extremo noroeste do cinturão agrícola dos Estados Unidos, próxima aos portos do Pacífico, gastou milhões de dólares em armazenamento de grãos e infraestrutura ferroviária enquanto ampliava o cultivo da oleaginosa em cinco vezes ao longo de 20 anos. China sobe o tom e anuncia tarifas extras sobre US$ 75 bilhões em produtos dos EUA Guerra comercial: entenda a piora das tensões entre China e EUA e as incertezas para a economia mundial Agora, conforme a maior importadora mundial de soja evita o mercado norte-americano pela segunda temporada consecutiva, os agricultores da Dakota tentam se recuperar da perda de um cliente que passaram duas décadas cultivando. A experiência do Estado ressalta o impacto desigual da guerra comercial com a China ao longo dos EUA. Embora as tarifas chinesas tenham como alvo diversos Estados que, como a Dakota do Norte, apoiaram o presidente Donald Trump na eleição de 2016, aqueles localizados mais a sul e a leste possuem maior capacidade para escoar o excedente de soja para outros mercados, como México e Europa. Eles também contam com mais unidades de esmagamento para a produção de farelo de soja, além de indústrias maiores de gado e aves para o consumo. Para a Dakota do Norte, perder a China compradora de cerca de 70% da soja do estado – destruiu uma fonte básica de receitas. A agricultura é a principal indústria da Dakota do Norte, à frente da energia, representando cerca de 25% de sua economia. "A Dakota do Norte provavelmente recebeu um golpe maior que qualquer outro com a situação comercial com a China", disse Jim Stutter, CEO do conselho norte-americano de exportação de soja. A China interrompeu todas as aquisições agrícolas junto aos EUA em 5 de agosto, depois de Trump intensificar o conflito com ameaças de impor tarifas adicionais a US$ 300 bilhões em importações chinesas a partir de 1º de setembro. Alguns produtores contavam com o pacote de ajuda agrícola do governo Trump, de US$ 28 bilhões, para compensar os prejuízos causados pela guerra comercial, mas acabaram decepcionados com as taxas de pagamento para os condados da Dakota do Norte, já que o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) determinou que outros Estados possuem maior "nível de exposição" às tarifas, por também cultivarem outras safras atingidas pela medida, como algodão e sorgo.
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23/08 - China sobe o tom e anuncia tarifas extras sobre US$ 75 bilhões em produtos dos EUA
Medida é a mais recente da escalada da longa guerra comercial entre as duas maiores economias do mundo. Guerra comercial EUA x China: vice-primeiro-ministro Liu He cumprimenta o chefe de comércio exterior dos EUA, Robert Lighthizer. Clodagh Kilcoyne/Reuters A China subiu o tom na disputa comercial com os Estados Unidos e anunciou nesta sexta-feira (23) que vai implementar tarifas extras sobre US$ 75 bilhões em produtos importados daquele país, marcando a mais recente escalada de uma longa guerra comercial entre as duas maiores economias do mundo. Guerra comercial: entenda a piora das tensões entre China e EUA e as incertezas para a economia mundial Segundo o Ministério do Comércio da China, serão impostas tarifas adicionais de 5% ou 10% sobre um total de 5.078 produtos com origem nos Estados Unidos, que incluem petróleo, aviões de pequeno porte e carros. Além disso, a China anunciou que vai impor mais tarifas sobre produtos agrícolas, que tem como alvo Estados do Meio-Oeste norte-americano onde eleitores ajudaram a levar Donald Trump à presidência em 2016. "A decisão da China de implementar tarifas adicionais foi forçada pelo unilateralismo e protecionismo dos EUA", disse o ministério chinês em comunicado, segundo a Reuters, acrescentando que suas tarifas de retaliação também entrarão em vigor em dois estágios, em 1º de setembro e 15 de dezembro. O assessor de Comércio da Casa Branca, Peter Navarro, disse à Fox Business News separadamente que as negociações comerciais com a China ainda serão feitas a portas fechadas. O gabinete do representante de Comércio dos EUA não fez comentários imediatos sobre o anúncio das tarifas da China. O presidente norte-americano Donald Trump reaqueceu as tensões nesta sexta-feira, com uma série de tuítes em que disse que está ordenando que empresas norte-americanas encontrem maneiras de encerrar suas operações na China. Os tuítes de Trump impactaram significativamente os mercados globais, incluindo o brasileiro. Análise: os reflexos da guerra comercial entre EUA e China Retaliação As datas são as mesmas em que estão previstas para entrar em vigor as tarifas impostas pelos Estados Unidos aos produtos chineses. Anunciada no início do mês pelo presidente Donald Trump, a medida deveria incidir sobre cerca de US$ 300 bilhões em produtos importados, mas alguns itens foram removidos da lista. Em dezembro, entra em vigor nos EUA a tarifa extra para telefones celulares, laptops, aparelhos de videogame, alguns brinquedos, monitores de computador e determinados itens de calçado e vestuário. Tarifas agrícolas seriam simbólicas Como o governo chinês já havia proibido empresas de comprarem produtos agrícolas dos EUA, as tarifas foram vistas mais como simbólicas. Ainda assim, as crescentes tensões preocupam o setor agrícola, que perdeu um importante mercado para as exportações e viu suas receitas despencarem. Segundo o Ministério do Comércio da China, haverá tarifa extra de 5% sobre a soja dos EUA a partir de 1º de setembro e taxas adicionais de 10% sobre trigo, milho e sorgo dos EUA a partir de 15 de dezembro. A China é a maior importadora de soja do mundo, tendo adquirido o equivalente a 12 bilhões de dólares da safra norte-americana no ano anterior à guerra comercial. A China também cobrará tarifas extras de 10% sobre a carne bovina e suína dos EUA a partir de 1º de setembro, de acordo com a lista publicada pelo Ministério do Comércio em seu site. As tarifas mais recentes, que seguem taxas norte-americanas sobre bens chineses no valor de US$ 300 bilhões, ameaçam prolongar uma guerra comercial entre as duas principais economias do mundo, que tem levantado preocupações sobre a desaceleração do crescimento global. No ano passado, a China impôs tarifas retaliatórias que permanecem em vigor sobre as importações de uma série de produtos agrícolas dos EUA, incluindo soja e carne de porco. Essas tarifas reduziram a exportação de produtos norte-americanos e levaram a administração Trump a oferecer até US$ 28 bilhões em ajuda federal para compensar os agricultores norte-americanos por perdas.
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23/08 - França se opõe a acordo Mercosul-UE; presidente acusa Bolsonaro de mentir sobre clima
Acordo fechado em junho prevê implementação do Acordo de Paris sobre mudanças climáticas e compromisso com proteção ambiental. Emmanuel Macron, presidente da França, em imagem de arquivo Pascal Rossignol/Pool/Reuters As declarações do presidente brasileiro Jair Bolsonaro sobre a crise na Amazônia continuam tendo desdobramentos importantes na Europa nesta sexta-feira (23). O escritório do presidente francês, Emmanuel Macron, acusou Bolsonaro de ter mentido durante o encontro do G20 em Osaka, no Japão, em junho ao minimizar as preocupações com o a mudança climática. Dado esse contexto, aponta o escritório, a França se opõe ao acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul. Acordo entre Mercosul e União Europeia: o que prevê o texto Macron não é o único a se opor. O primeiro-ministro da Irlanda, o primeiro-ministro Leo Varadkar, ameaçou votar contra o texto se o Brasil não respeitar seus "compromissos ambientais", em meio a críticas ao presidente Jair Bolsonaro pelos incêndios que assolam a Amazônia. Segundo Leo Varadkar, "de maneira alguma a Irlanda votará a favor do acordo de livre comércio UE-Mercosul se o Brasil não cumprir seus compromissos ambientais". Incêndios na Amazônia provocam reações de líderes europeus G20 Às vésperas do encontro do G20, a chanceler alemã Angela Merkel havia afirmado no parlamento alemão que via com "grande preocupação" as ações do governo brasileiro a respeito do desmatamento e que queria ter uma "conversa clara" com Bolsonaro. Ao chegar ao encontro em Osaka, o presidente brasileiro disse que a Alemanha tem muito a aprender com o Brasil sobre questões ambientais. "Nós temos exemplo para dar para a Alemanha, inclusive sobre meio ambiente. A indústria deles continua sendo fóssil em grande parte de carvão, e a nossa não. Então, eles têm a aprender muito conosco", disse ele na ocasião. Ainda durante o G20, Bolsonaro conversou com Merkel e disse ter dito a ela que o Brasil é alvo de uma "psicose ambientalista". "Conversei com ela, foi uma conversa tranquila. Em alguns momentos, ela arregalava os olhos, de maneira bastante cordial. Mostramos que o Brasil mudou o governo, e é um país que vai ser respeitado. Falei para ela também da questão da psicose ambientalista que existe para conosco", declarou Bolsonaro em uma entrevista à imprensa. Outro chefe de Estado que também antes do G20 manifestou preocupação com o compromisso de preservação ambiental do Brasil foi o presidente francês, Emmanuel Macron. Bolsonaro disse que teve com ele uma conversa parecida com a que havia tido antes com Merkel. "Eu convidei [Macron] para conhecer a região amazônica. Falei para ele [de fazermos] uma viagem de Boa Vista a Manaus. É pouco mais de duas horas. A gente poderia até voar a uma altura mais baixa, demoraria mais tempo, em um avião da Força Aérea, para ele ver que não existe o desmatamento tão propalado", afirmou Bolsonaro. Acordo prevê cláusulas ambientais Fechado em junho deste ano, depois de mais de 20 anos de negociação – mas ainda dependendo da aprovação do parlamento dos países envolvidos –, o acordo comercial UE-Mercosul prevê, segundo os europeus, a implementação efetiva do Acordo de Paris sobre Mudanças Climáticas, que inclui, entre outros assuntos, combater o desmatamento e a redução da emissão de gases do efeito estufa. Os signatários se comprometem ainda a tomar ações de proteção ambiental, que abarca conservação de florestas, a respeitar direitos trabalhistas e a promover condutas empresariais responsáveis. 'Crise internacional' Na quinta-feira (22), Macron propôs que a "crise internacional" da Amazônia seja uma prioridade na cúpula do G7, que acontece neste fim de semana em Biarritz, no sudoeste da França. O presidente da França disse em rede social que "nossa casa está queimando". A chanceler alemã, Angela Merkel, manifestou apoio ao presidente francês por meio de seu porta-voz, dizendo que os incêndios na Amazônia constituem uma "situação urgente" que deveria sim ser discutida durante a cúpula do G7, apesar das acusações de ingerência por parte de Bolsonaro. O presidente brasileiro, por sua vez, acusou seu colega francês de ter "uma mentalidade colonialista" e de querer "instrumentalizar" o tema "para ganhos políticos pessoais". Líderes defendem debate no G7 sobre incêndios na Amazônia O Reino Unido também está preocupado com os incêndios na floresta amazônica, e o primeiro-ministro Boris Johnson vai dizer, no encontro de cúpula do G7, que é preciso renovar o foco na proteção da natureza, de acordo com afirmação de seu gabinete. "O primeiro-ministro está gravemente preocupado pela alta da quantidade de incêndios na floresta amazônica e o impacto de trágicas perdas nesse habitat", disse um porta-voz. Initial plugin text
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23/08 - PAT Indaiatuba oferece 66 vagas de emprego com salários de até R$ 3 mil; veja como se candidatar
Interessados devem comparecer ao Posto de Atendimento ao Trabalhador com os documentos de RG, CPF, Carteira de Trabalho e número do PIS. Vagas foram divulgadas nesta sexta-feira (23). Giuliano Miranda RIC/PMI O Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT) de Indaiatuba (SP) oferece 66 vagas de emprego nesta sexta-feira (23). Os salários vão até R$ 3 mil, com maior remuneração para o cargo de nutricionista, função que exige seis meses de experiência. Os interessados devem comparecer ao PAT para análise de perfil e cadastro, com RG, CPF, Carteira de Trabalho e o número do PIS. As oportunidades são para todos os gêneros e em diversos níveis de escolaridade. Dentre as vagas, duas são exclusivas para pessoas com deficiência (PCD). O tempo de experiência exigido para ocupar a maioria das funções é de seis meses, mas para se candidatar a algumas vagas não é necessário ter trabalhado na área. O PAT Indaiatuba fica na Rua Jacob Lyra, 344, no Parque das Nações, e funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 15h45. Mais informações pelo telefone (19) 3825-6622. Confira a lista de vagas Borracheiro (a) - 1 vaga Cozinheiro (a) geral - 1 vaga Operador (a) de retro-escavadeira - 1 vaga Auxiliar de jardinagem e conservação de vias - 1 vaga Barista - 1 vaga Churrasqueiro (a) - 1 vaga Cuidador (a) de idoso - 1 vaga Empregada (o) doméstica (o) - 2 vagas Montador (a) de estruturas metálicas - 1 vaga Motorista de caminhão - 1 vaga Motorista de carreteiro (a) - 2 vaga Oficial de serviços gerais - 1 vaga Pizzaiolo (a) - 2 vagas Ajudante de cozinha - 1 vaga Almoxarife - 4 vagas Atendente de lanchonete - 1 vaga Auxiliar administrativo (a) - 1 vaga Auxiliar de cobrança - 1 vaga Auxiliar de escrituração fiscal - 1 vaga Chapista de lanchonete - 1 vaga Chefe de serviços de limpeza - 1 vaga Churrasqueiro (a) - 1 vaga Consultor (a) de vendas - 1 vaga Coordenador (a) de restaurante - 1 vaga Corretor (a) de imóveis - 1 vaga Cozinheiro (a) - 1 vaga Instalador (a) de sistemas eletrônicos de segurança - 1 vaga Manobrista - 1 vaga Mecânico (a) de ar-condicionado e refrigeração - 1 vaga Montador (a) de móveis de madeira - 1 vaga Motorista de caminhão - 1 vaga Operador (a) de estação de tratamento de água e influentes - 2 vagas Operador (a) de torno com comando numérico - 1 vaga Programador (a) de sistema de computador - 1 vaga Subgerente de restaurante - 1 vaga Vendedor (a) - 5 vagas Auxiliar de enfermagem - 2 vagas Auxiliar de técnico de controle de qualidade - 1 vaga Técnico (a) de enfermagem - 5 vagas Técnico (a) de refrigeração - 1 vaga Técnico (a) em manutenção de máquinas - 1 vaga Operador (a) de sistemas de informática - 1 vaga Enfermeiro (a) - 2 vagas Fisioterapeuta geral - 2 vagas Fonoaudiólogo (a) geral - 2 vagas Nutricionista - 1 vaga Empacotador a mão - 1 vaga (PCD) Veja mais oportunidades na região no G1 Campinas
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23/08 - Pressão do agronegócio e reação internacional fazem governo rever atitude sobre desmatamento
Governo deve anunciar medidas para conter devastação da Floresta Amazônica Integrantes do governo relataram ao Blog que, além da forte reação internacional, a pressão interna do agronegócio brasileiro fez com que o Executivo mudasse de atitude em relação ao crescimento do desmatamento e das queimadas na Amazônia. Depois de relativizar a questão ambiental durante meses, o presidente Jair Bolsonaro foi alertado por interlocutores de que as exportações brasileiras podem ser afetadas, principalmente de produtos agropecuários. "Haverá forte resistência aos produtos brasileiros associados com a destruição da floresta amazônica”, advertiu ao Blog um graduado auxiliar do governo. Há uma forte preocupação dentro do governo com a “viralização” no mundo da imagem do Brasil associada ao desmatamento da Amazônia. Ou seja, o pragmatismo acabou pesando nessa reação emergencial do governo Bolsonaro. Queimadas aumentam 82% no período em relação a 2018 Jornais estrangeiros noticiam fogo na Amazônia “Deixou de ser apenas uma questão ambiental. Agora, é uma questão comercial e econômica. E o Brasil pode ser atingido com isso”, alertou essa fonte. Bolsonaro convoca reunião de emergência para discutir as queimadas na Amazônia
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23/08 - Dólar opera em alta e chega a R$ 4,12, com aumento da tensão comercial entre EUA e China
No dia anterior, a moeda norte-americana fechou em alta de 1,22%, vendida a R$ 4,0789. Notas de dólar Gary Cameron/Reuters O dólar opera em forte alta nesta sexta-feira (23), com os investidores repercutindo os comentários do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em mais um sinal de aumento da tensão comercial com a China. Às 14h21, a moeda norte-americana subia 1,06%, vendida a R$ 4,1220. Veja mais cotações. Na máxima, chegou a R$ 4,1230, no maior patamar intradia desde 20 de maio (R$ 4,1219). No dia anterior, a moeda norte-americana subiu 1,22%, a R$ 4,0789. A Bovespa seguia em queda nesta sexta-feira, após baixa de mais de 1% na véspera, também influenciada pela piora do cenário externo. Nesta sexta-feira, a guerra comercial entre EUA e China subiu de patamar. A China anunciou que que vai implementar tarifas extras sobre US$ 75 bilhões em produtos importados norte-americanos. Trump disse que vai responder ainda nesta tarde às novas tarifas anunciadas China. Mais cedo, o dólar chegou a operar em queda depois do discurso do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, segundo o qual o banco central dos EUA vai "agir conforme apropriado" para apoiar a economia, o que elevou expectativas de novos cortes de juros. Na esteira dos comentários, o dólar foi à mínima da sessão, de R$ 4,0513. Nesta sexta-feira, os juros futuros dos EUA indicavam que operadores veem quase 100% de chance de o Fed cortar juros em 0,25 ponto percentual em setembro, ante chance de 90% de chance na quinta-feira, de acordo com a ferramenta Fedwatch do CME Group. Cena local Na cena doméstica, o BC vendeu todos os US$ 550 milhões em moeda física nesta sexta-feira e negociou ainda todos os 11 mil contratos de swap cambial reverso ofertados -- nos quais assume posição comprada em dólar. O BC anunciou no dia 14 de agosto mudanças em sua forma de atuar no mercado de câmbio, com o objetivo de trocar posição cambial em contratos de swap tradicional por dólares à vista, formalizando novo modelo de intervenção cambial para aprimoramento do uso dos instrumentos disponíveis.
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23/08 - Finlândia cogita banir importação de carne brasileira na Europa por causa de incêndios na Amazônia
País ocupa a presidência rotativa da União Europeia; Ministro das Finanças finlandês disse que "condena a destruição da floresta amazônica". Finlândia apela à UE para banir importação de carne brasileira por conta de queimadas A Finlândia, que tem a presidência rotativa da União Europeia (UE), afirmou nesta sexta-feira (23) que pretende encontrar uma forma de fazer o bloco banir a importação de carne brasileira por causa da devastação causada por incêndios na Amazônia. "O ministro de Finanças Mika Lintila condena a destruição da floresta amazônica e sugere que a UE e a Finlândia devam urgentemente rever a possibilidade de banir as importações de carne bovina brasileira", afirmou, em um comunicado, o Ministério das Finanças da Finlândia. Também nesta sexta, a França ameaçou se opor ao acordo entre o Mercosul e a União Europeia. O escritório do presidente francês Emmanuel Macron acusou o presidente brasileiro Jair Bolsonaro de mentir durante o encontro do G20 em Osaka, no Japão, ao minimizar as preocupações com a mudança climática. Carne brasileira é embalada em frigorífico em São Paulo. Finlândia cogita banir carne do Brasil na Europa por queimadas na Amazônia Paulo Whitaker/Reuters Queimadas aumentam 82% em 2019 Dados do Programa Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), gerados com com base em imagens de satélite, mostram que as queimadas no Brasil aumentaram 82% em relação ao ano de 2018, se compararmos o mesmo período de janeiro a agosto – foram 71.497 focos neste ano, contra 39.194 no ano passado. Esta é a maior alta e também o maior número de registros em 7 anos no país. Do total de focos de incêndio, a Amazônia concentra 52,5% dos pontos, o Cerrado é responsável por 30,1%, seguido pela Mata Atlântica, com 10,9%. Queimadas em 2019 Arte G1 'Crise internacional' Na quinta-feira (22), Macron propôs que a "crise internacional" da Amazônia seja uma prioridade na cúpula do G7 neste fim de semana em Biarritz, no sudoeste da França. Macron disse em seu Twitter que "nossa casa está queimando". A chanceler alemã Angela Merkel, manifestou apoio ao presidente francês por meio de seu porta-voz, considerando que os incêndios na Amazônia constituem uma "situação urgente" que deveria sim ser discutida durante a cúpula do G7. O presidente brasileiro Jair Bolsonaro acusou seu colega francês de ter "uma mentalidade colonialista" e de querer "instrumentalizar" o tema "para ganhos políticos pessoais". Pelo mundo, a imprensa deu destaque para esse aumento em suas manchetes. Assista no vídeo abaixo: Queimadas na Amazônia repercutem na imprensa internacional #PrayforAmazon Diante do atual cenário de queimadas, Taís Araújo, Leonardo DiCaprio, Lewis Hamilton e outras celebridades brasileiras e internacionais usaram as redes sociais para fazer uma campanha pela preservação da Amazônia. Initial plugin text
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23/08 - SulAmérica vende segmento de automóveis para Allianz por R$ 3 bilhões
Com a transação, SulAmérica irá concentrar seus negócios nos segmentos de saúde, odontologia, vida e previdência. Sede da SulAmérica no Rio de Janeiro Divulgação/SulAmérica A SulAmérica informou nesta sexta-feira (23) que vendeu seus segmentos de auto e ramos elementares para a alemã Allianz, por R$ 3 bilhões, para concentrar seus negócios nos segmentos de saúde, odontologia, vida e previdência. Já a Allianz afirmou que com a aquisição se tornará uma das três principais seguradoras no país e assumirá a segunda posição no mercado de seguros de automóvel, ampliando a presença geográfica no país. As atividades de auto e ramos elementares da SulAmérica serão descoladas e formarão uma nova empresa, que passará a operar separadamente e, na conclusão do negócio, será transferida para a Allianz. O patrimônio líquido dessa nova seguradora é avaliado em R$ 700 milhões, segundo o Valor Online. "A Allianz não estará comprando uma carteira (de clientes), mas sim todo um conhecimento de operações, know-how e equipes", disse ao G1 o presidente da SulAmérica, Gabriel Portella. A conclusão da transação está condicionada ao cumprimento de algumas condições, incluindo a aprovação prévia dos órgãos reguladores e anticoncorrenciais competentes, e deve levar até 12 meses. Foco em riscos pessoais A SulAmérica afirma que a venda reforça seu posicionamento estratégico concentrado nos seguros contra riscos pessoais, ou seja, nos segmentos de saúde, odontologia, vida e previdência, além da relevante operação de investimentos. Essas áreas representaram cerca de 85% do faturamento consolidado do grupo no primeiro semestre deste ano. Assim, no futuro, a companhia não deve mais operar no segmento de riscos patrimoniais. Já a Allianz diz que está entre os três maiores grupos globais de seguradores de ramos elementares. "Com cerca de 15% de market share em seguro de Automóvel e 9% em Ramos Elementares, a Allianz se estabelecerá na segunda posição em auto", afirma em comunicado. A duas unidades da SulAmérica compradas pela companhia pagaram um total de aproximadamente R$ 3,6 milhões (806 milhões de euros) em 2018 – R$ 3,4 bilhões relativos à carteira de automóvel e R$ 202 milhões às operações de ramos elementares. Os seguros elementares cobrem perdas e danos sobre objetos variados (como residências, máquinas e equipamentos) e também sobre pessoas (desde que não caracterize seguro de vida). SulAmérica não descarta aquisições A SulAmérica destaca, em comunicado, que a venda representará "um montante adicional e relevante de liquidez para a companhia aproveitar oportunidades de crescimento orgânico e inorgânico no futuro". O presidente da companhia, Gabriel Portella, diz que há planos para investir em áreas como a de transformação digital e também em "oportunidades estratégicas" e não descarta aquisições. "[A operação] vai alavancar ainda mais as oportunidades de investimentos. Eu diria que estaremos mais atentos [a possíveis novos negócios]", afirmou ao G1. Para o cliente, nada muda por enquanto Até a efetiva conclusão da transação, as duas empresas continuarão a conduzir seus negócios de forma independente. Portanto, clientes, corretores, assessorias, fornecedores, colaboradores não devem esperar quaisquer alterações na administração e relações comerciais, fornecimento e oferta de produtos da SulAmérica. "Os canais de comunicação com o cliente, as formas de emitir e com quem comprar [os seguros de auto e ramos elementares], o telefone não muda, os apps e os portais também", disse André Lauzana, vice-presidente comercial e de marketing da SulAmérica.
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23/08 - Governo indica novos conselheiros para vagas abertas no Cade
Despacho de Bolsonaro também reconduz o atual superintendente-geral do conselho do Cade, Alexandre Cordeiro Macedo, ao cargo. O presidente Jair Bolsonaro indicou ao Senado 3 novos nomes para exercer o cargo de conselheiro do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), órgão vinculado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública. Bolsonaro enviou os nomes do advogado Luiz Augusto Azevedo de Almeida Hoffmann, que é sócio do escritório Almeida Prado e Hoffmann, em São Paulo, do economista Luis Henrique Bertolino Braido, que é mestre pela FGV e doutor em economia pela Universidade de Chicago, e do subchefe adjunto de Política Econômica da Casa Civil, Sérgio Costa Ravagnani, advogado. Com isso, eles terão que ser aprovados pelo Senado para alcançar os cargos de conselheiros. No despacho publicado nesta sexta-feira (23) no Diário Oficial da União, o governo também encaminhou para a apreciação do Senado a indicação do atual superintendente-geral do conselho do Cade, Alexandre Cordeiro Macedo, para ser mantido no cargo para mais um mandato. O presidente ainda indicou a advogada Lenisa Rodrigues Prado para o cargo de procuradora-chefe do Cade. Ela também terá que ser aprovada pelo Senado para a vaga. Ao todo, o conselho tem sete vagas e atualmente está com apenas três integrantes. Com isso, está sem o quórum mínimo de quatro membros para realizar julgamentos. Atualmente, integram o colegiado, além do presidente Alexandre Barreto de Souza, os concelheiros Oscar Bandeira Maia e Paula Farani de Azevedo Silveira. Foram indicados os seguintes nomes: Luiz Augusto Azevedo de Almeida Hoffmann, para o cargo de conselheiro Luiz Henrique Bertolino Braido, para o cargo de conselheiro Sérgio Costa Ravagnani, para o cargo de conselheiro Lenisa Rodrigues Prado, para o cargo de Procuradora-Chefe do Cade Alexandre Cordeiro Macedo, para ser reconduzido ao cargo de Superintendente-Geral do Cade
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23/08 - Bolsas da China fecham em alta e registram melhor semana em 2 meses
Na semana, CSI300 avançou 3,0%, enquanto o SSEC subiu 2,6%, registrando os melhores ganhos semanais desde o final de junho. Notas de iuan AP Os índices acionários da China fecharam em alta na sexta-feira e registraram a melhor semana em dois meses, com os investidores apostando em progressos nas negociações comerciais com os Estados Unidos já que os norte-americanos ainda planejam discussões presenciais no próximo mês. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, subiu 0,72%, enquanto o índice de Xangai teve alta de 0,49%. Na semana, o CSI300 avançou 3,0%, enquanto o SSEC subiu 2,6%, registrando os melhores ganhos semanais desde o final de junho. O governo dos EUA ainda está planejando uma rodada de discussões presenciais entre autoridades norte-americanas e chinesas em setembro, após conversas construtivas nesta semana, disse na quinta-feira o assessor econômico da Casa Branca, Larry Kudlow. Isso aconteceu após a China dizer que espera que os EUA parem com suas ações erradas sobre as tarifas, acrescentando que qualquer nova taxa levará a uma intensificação. Em TÓQUIO, o índice Nikkei avançou 0,40%, a 20.710 pontos. Em HONG KONG, o índice HANG SENG subiu 0,50%, a 26.179 pontos. Em XANGAI, o índice SSEC ganhou 0,49%, a 2.897 pontos. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, avançou 0,72%, a 3.820 pontos. Em SEUL, o índice KOSPI teve desvalorização de 0,14%, a 1.948 pontos. Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou alta de 0,08%, a 10.538 pontos. Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES desvalorizou-se 0,56%, a 3.110 pontos. Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 avançou 0,33%, a 6.523 pontos.
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23/08 - Internautas estão usando mais aplicativos e redes sociais para fazer compras
Facilidade de acesso, praticidade e grande volume de ofertas foram os principais motivos citados pelos consumidores para comprar por meio desses canais, segundo pesquisa do SPC. 33% dos consumidores fizeram compras por meio de redes sociais nos últimos 12 meses, aponta estudo Pixabay Os internautas brasileiros estão usando mais aplicativos e redes sociais para comprar. Segundo levantamento do SPC Brasil, seis em cada dez (61%) internautas fizeram compras por meio de aplicativos de lojas nos últimos 12 meses. Já as redes sociais foram o caminho usado por 33% dos internautas para fazer suas compras. O WhatsApp também vem ganhando espaço: 18% dos internautas usaram o aplicativo para fazer compras nos últimos 12 meses. No caso dos aplicativos de lojas, as principais razões apontadas pelos consumidores para a compra apontadas foram a facilidade de acesso do celular de qualquer lugar (52%), a praticidade e agilidade (46%) e pelos melhores preços e ofertas do mercado (41%). Os produtos mais comprados por meio desses canais foram os eletrônicos e itens de informática, citados por 39% dos pesquisados. Na sequência, vêm a contratação transporte particular por meio dos apps (37%), compra de roupas (32%), de artigos para casa (31%) e os pedidos de comida ou bebida por delivery (26%). Já em relação às redes sociais, os consumidores disseram preferir comprar por esse meio principalmente por conta da rapidez e praticidade (37%), do grande volume de ofertas e promoções feitas pelos lojistas (36%), preços mais atrativos em relação ao mercado (32%) e melhor interação com o canal de atendimento dos anunciantes (28). Os produtos mais comprados pelas redes são roupas (citadas por 37%), produtos de eletrônicos e de informática e delivery de comida e bebida (27%, cada), cosméticos e artigos para casa (ambos com 26%). WhatsApp Sobre o WhatsApp, 54% dos que fizeram compras pelo app afirmaram que tiveram retorno rápido ao se comunicarem com os lojistas. Por outro lado, 20% disseram não ter recebido nenhuma resposta, 6% ficaram sem retorno em diversos momentos e 20% disseram que o contato foi demorado. O aplicativo de conversas foi escolhido porque a maioria dos ouvidos (40%) considerou o processo de compra mais rápido e fácil do que por telefone ou presencialmente, por conta da facilidade para acessar o histórico de informações armazenadas (35%) e pela possibilidade de receber imagens e vídeos dos produtos e serviços (26%). Já entre os consumidores que não compraram pelo Whatsapp, 41% disseram que conseguiram resolver o que precisavam no site ou aplicativo da empresa, 32% afirmaram que não gostam de ser incomodados por empresas pela ferramenta, que usam para fins pessoais; e 24% disseram não confiar no app por medo de sofrer golpes. "O consumidor quer ter acesso a canais de compra que permitam escolher o que for mais conveniente. Isso significa que o varejo precisa continuar desenvolvendo experiências que atraiam os consumidores e promovam o engajamento. Ou seja, é fundamental reduzir cada vez mais a distância entre o varejo físico e comércio online", diz em nota o presidente do SPC Brasil, Pellizzaro Junior. O estudo, feito em parceria com a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), ouviu consumidores em todas as capitais brasileiras. Num primeiro momento, 904 pessoas foram ouvidas para identificar o percentual daquelas que compraram pela internet nos últimos 12 meses. Em seguida, continuaram a responder o questionário 800 consumidores que fizeram algum compra ao longo desse período .
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23/08 - Caminho do Brasil para se tornar desenvolvido passa por aumento da produtividade, diz economista do Banco Mundial
Para Xavier Cirera, país precisa melhorar o ambiente de negócios e as políticas de apoio ao setor produtivo, além de promover a abertura comercial. O caminho para o Brasil se tornar um país rico passa invariavelmente pela melhora da produtividade, afirma o economista sênior do Banco Mundial Xavier Cirera. "No médio e longo prazos, como falou Paul Krugman, um famoso economista e vencedor do prêmio Nobel, a produtividade é quase tudo", afirmou. Informalidade do mercado de trabalho limita avanço da produtividade no Brasil Na avaliação de Cirera, o Brasil precisa resolver três grandes gargalos para acelerar a produtividade: melhorar o ambiente de negócios e as políticas de apoio ao setor produtivo, além de promover a abertura comercial. "Sem esse aumento (da produtividade), é muito complicado o país conseguir mais avanços sociais. O aumento de produtividade vai permitir o crescimento de salários e da qualidade do emprego, o que eu acho que é muito importante para o bem-estar dos brasileiros", afirmou. Xavier Cirera, economista sênior do Banco Mundial Divulgação A seguir leia os principais trechos da entrevista. Por que a produtividade é importante quando se pensa no crescimento de longo prazo? A produtividade é basicamente a capacidade de criar valor com alguns fatores como emprego, trabalhadores, capital e empresas. Quanto mais valor se cria, maior é a produtividade. Então, um primeiro ponto e muito importante é que a produtividade não é o esforço do trabalhador. Um trabalhador pode fazer muito esforço cortando cana-de-açúcar, por exemplo, mas isso não significa que ele é muito produtivo, porque ele cria pouco valor. O ponto essencial é que a produtividade e a renda per capita estão ligadas. Há muitos estudos que mostram que, olhando as diferenças de produtividade entre os países, pode-se fazer uma previsão do nível de renda de cada um deles. No médio e longo prazo, como falou Paul Krugman, um famoso economista e vencedor do prêmio Nobel, a produtividade é quase tudo. Por que a produtividade brasileira está estagnada desde a década de 80? Há vários aspectos. Num relatório do Banco Mundial realizado do ano passado, foram identificados três grandes blocos. O primeiro tem a ver com o ambiente de negócios. Quando o ambiente de negócios é muito complexo, a produtividade não vai aumentar. As empresas ficam mais tempo preenchendo formulários para pagar impostos e não fazem pesquisa de desenvolvimento e inovação, porque os custos e os processos são complexos demais. O segundo ponto é o tema das políticas distorcidas. No passado, algumas políticas industriais, de apoio do setor produtivo, não necessariamente geraram aumento da produtividade. E o terceiro ponto importante é que o Brasil é um país muito fechado e a falta de concorrência dá poucos incentivos para aumentar a produtividade e aumentar a competitividade. Qual é o impacto da precarização do mercado de trabalho na produtividade? No médio e longo prazos, o fato de ter tanto emprego informal provoca um impacto negativo na produtividade. O emprego informal é mais volátil e, portanto, (o trabalhador) vai ter menos tempo para aprender dentro do mesmo emprego, vai ter um treinamento menor. Logo, a qualidade do trabalho, de certa maneira, vai para baixo. O que país pode fazer para reverter este quadro? Basicamente precisa de uma atuação nos três pilares que comentamos: melhorar o ambiente de negócios, melhorar o tipo de políticas de apoio ao setor produtivo, e tentar aumentar um pouco a concorrência, no sentido de ampliar a abertura comercial também – e acho que já tem um bom processo com o tema do acordo Mercosul com União Europeia. E o mais importante é a inovação. Melhorar a capacidade das empresas para que elas se tornem mais produtivas. Um elemento muito importante é criar um ambiente em que as empresas são conscientes dessa necessidade de aumentar a produtividade e ser mais competitivas no nível global. A qualidade da educação no Brasil ainda é muito ruim. Quais mudanças seriam necessárias? O país não tem tido o sucesso esperado com a eficiência do gasto na educação, das políticas de educação. É importante melhorar a qualidade e a eficiência dessas políticas. Depois, são necessárias a qualificação dos trabalhadores e a criação de empregos com qualificações que possam suprir melhor a demanda da indústria. Às vezes, as escolas criam qualificações que têm pouca demanda dentro das empresas. Então, é importante atuar na parte de educação mais básica, mas também na qualificação dos desempregados e mesmo dos empregados para adaptar as qualificações que serão necessárias nos empregos do futuro. Como a produtividade e renda per capita andam juntas, podemos dizer que o Brasil pode perder os avanços sociais dos últimos se o quadro não for alterado? Vai ser muito complicado o Brasil se tornar um país desenvolvido e industrializado se não houver um aumento da produtividade. Sem esse aumento, é muito complicado o país conseguir mais avanços sociais. O aumento de produtividade vai permitir o crescimento de salários e da qualidade do emprego, o que eu acho que é muito importante para o bem-estar dos brasileiros. Trabalho informal limita avanço da produtividade
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23/08 - Informalidade do mercado de trabalho limita avanço da produtividade no Brasil
Fator fundamental para acelerar o crescimento do país, produtividade ficou estagnada nos últimos anos com piora da qualidade do emprego. Hoje, quatro trabalhadores brasileiros fazem o mesmo que um norte-americano Trabalho informal limita avanço da produtividade A informalidade do mercado de trabalho está limitando o avanço da produtividade brasileira. O indicador é considerado fundamental para a melhora da atividade econômica e da renda da população, mas está estagnado nos últimos anos, o que contribui ainda mais para o quadro atual de marasmo da economia. Caminho do Brasil para se tornar desenvolvido passa por aumento da produtividade, diz economista do Banco Mundial A produtividade é um item que mede quanto uma economia pode criar de valor com base em vários fatores, como emprego e estoque de capital – uso de máquinas e equipamentos. E é um indicador importante porque, quanto mais cresce, mais rápido um país enriquece. Com a recessão e a lenta retomada econômica dos últimos anos, milhões de brasileiros tiveram de recorrer a bicos e a trabalhos por conta própria para conseguir alguma renda. E o impacto dessa piora do mercado de trabalho na produtividade é fácil de ser entendido. Um engenheiro que foi demitido durante a crise e teve de se tornar um motorista passou a exercer uma atividade que agrega menos valor para a economia. "A economia brasileira vem crescendo pouco nos últimos dois anos. Não é um ciclo de expansão que faz as empresas voltarem a gerar empregos formais", afirma Luka Barbosa, economista do banco Itaú. "E essa geração de empregos informais vai adicionar menos atividade econômica (para o país)." Produtividade estaganada Guilherme Pinheiro/Arte G1 Dados do Instituto Brasileiro de Geografia de Estatística (IBGE) deixam essa deterioração do mercado de trabalho evidente. No trimestre encerrado em junho, o Brasil tinha 11,5 milhões de trabalhadores ocupados no setor privado sem carteira de trabalho e 24,1 milhões de profissionais na categoria de conta própria. No mesmo período do ano passado, eram 10,9 milhões e 22,9 milhões, respectivamente. Não há um indicador oficial que apure o nível de produtividade do país, mas o exercício realizado pelo Itaú mostrou que o quadro poderia ser ainda pior. A questão levantada pelo banco é que, embora a informalidade não ajude o quadro como um todo, ela evitou uma queda maior do indicador. "Quando não se faz a separação entre empregos formais e informais, fica-se com a percepção de que a produtividade caiu muito", afirma Barbosa. “A produtividade está ruim porque foram gerados empregos menos produtivos. No momento em que o Brasil tiver uma expansão mais forte, provavelmente o país vai voltar a gerar empregos formais e a gente vai ver a produtividade subir novamente." Com aumento do desemprego, país viu aumento da informalidade nos últimos anos Werther Santana/Estadão Conteúdo Formado em contabilidade, Thiago Henrique Belmonte, de 34 anos, foi um dos milhões de brasileiros que deixaram um trabalho formal e partiram para uma atividade informal. Em 2015, no auge da crise econômica, ele foi demitido de uma rede de lojas de perfumes importados. "Passei a trabalhar na feira com o meu pai logo que perdi o emprego", diz. "Fiquei quase um ano na feira até que uma amiga falou sobre a possibilidade de virar motorista de aplicativo." Como motorista, além de trabalhar para aplicativos, Thiago passou a fazer viagens particulares. Com o tempo, o negócio foi crescendo, até que ele decidiu apostar em viagens executivas e criar a própria empresa. "Fiz alguns cartões de visitas e entregava para os clientes, aí comecei a ter corridas particulares." Hoje, ao menos para Thiago, o pior da crise econômica parece ter ficado para trás. Ele teve de se tornar um microempresário por causa do crescimento do seu negócio e já tem contratos acertados com algumas empresas para fazer o serviço de motorista. "Já estou fora do mercado de trabalho há quatro anos e o meu negócio passou a tomar corpo", diz. Contexto internacional O quadro da produtividade do Brasil fica ainda mais grave quando se olha para o contexto internacional. Muitas economias, antes consideradas emergentes, conseguiram dar um salto de qualidade com a melhora do indicador. Um levantamento do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV) evidencia como a produtividade brasileira tem ficado para trás. Na década atual, entre 2011 e 2018, 78% dos países tiveram um crescimento médio da produtividade superior ao do Brasil. Desde os anos 1950, esse é segundo pior resultado já colhido pela economia brasileira. Só fica atrás do registrado nos anos 1980, quando 83% dos países tiveram um avanço mais acelerado da produtividade. Hoje, por exemplo, um trabalhador do Brasil produz apenas 25% do que um norte-americano. Ou seja, são necessários quatro brasileiros para produzir o mesmo que um trabalhador dos Estados Unidos. "E essa relação foi piorando recentemente. Antes da crise, um trabalhador norte-americano equivalia a 3,6 trabalhadores brasileiros, mostrando, então, que a gente foi piorando em termos relativos", afirma Marcel Balassiano, pesquisador do Ibre. "E isso ocorreu porque o nível de produtividade dos Estados Unidos foi aumentando e o nosso ficou estagnado." Tradicionalmente, o desempenho da produtividade brasileira costuma ser comparado com o da Coreia do Sul. Na década de 1980, os dois países tinham uma renda per capita parecida, mas, ao longo dos últimos anos, os sul-coreanos conseguiram dar um salto na riqueza produzida pelo país e se distanciaram do Brasil. Pelo levantamento do Ibre/FGV, entre 1951 e 2008, a produtividade da Coreia do Sul cresceu 4,3% ao ano em média. No Brasil, o avanço foi de 1,7% ao ano. "A Coreia do Sul apresentou um aumento de produtividade muito grande ao longo dos anos. O investimento maciço em educação foi um dos principais vetores que levaram a isso", afirma Balassiano, um dos autores do estudo do Ibre. O levantamento também contou com a parceria do economista Paulo Peruchetti. "Por isso, para aumentar a produtividade do Brasil, o investimento em educação é de fundamental importância", diz Balassiano. Como melhorar a produtividade Além do foco em educação, os países que melhoram a produtividade adotaram caminhos parecidos: melhoraram o ambiente de negócios e o setor de infraestrutura e abriram a economia para a competição internacional. O relatório deste ano do Banco Mundial mostrou que o Brasil ocupa apenas a 109.ª posição num ranking que compara o ambiente para se fazer negócios, dentre 190 países. Em 2018, o Brasil estava na 125.ª colocação. "Quando o ambiente de negócios é muito complexo, a produtividade não vai aumentar. As empresas ficam mais tempo preenchendo formulários para pagar impostos e não fazem pesquisa de desenvolvimento e inovação, porque os custos e os processos são complexos demais", diz Xavier Cirera, economista sênior do Banco Mundial.
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23/08 - Usina nuclear flutuante vai atravessar a Rússia pelo Ártico
Segundo agência, navio deixa a costa noroeste da Rússia nesta sexta-feira. Ambientalistas chamam projeto de 'Titanic nuclear' e 'Chernobyl flutuante'. Usina nuclear flutuante está perto de zarpar de Murmansk, na Rússia, para cruzar o Ártico Maxim Shemetov/Reuters A primeira viagem da usina nuclear flutuante Akademik Lomosonov está prevista para esta sexta-feira (23), segundo a agência Ruptly. O navio zarpa da cidade de Murmansk, no noroeste da Rússia, rumo à costa de Chukotka, do outro lado do Ártico, quase no Alasca. Segundo os idealizadores, a ideia do projeto é levar energia à região – remota e pouco povoada. A usina deve abastecer uma cidade portuária e plataformas de petróleo. Interior de usina nuclear flutuante da Rússia Maxim Shemetov/Reuters "O projeto foi criado porque há várias regiões no nosso país em que o acesso de construções convencionais é difícil", afirmou à Ruptly Dmitry Alekseenko, diretor na empresa responsável pela usina, Rosenergoatom. "É difícil construir qualquer coisa ali, então essa usina pode ser facilmente transportada a um local onde é necessário entregar energia aos moradores e às indústrias", acrescentou. Críticas ao projeto Logo da companhia russa Rosenergoaton, responsável pela usina nuclear flutuante Maxim Shemetov/Reuters A ideia da usina recebeu críticas ainda durante o lançamento do projeto, em 2018. O Greenpeace chamou o navio de "Chernobyl flutuante" – em referência ao desastre nuclear de 1986 na então União Soviética – e "Titanic nuclear". "Reatores nucleares flutuando no Oceano Ártico representam de maneira explícita uma ameaça óbvia a um ambiente frágil que já está sob enorme pressão pelas mudanças climáticas”, disse à Deutsche Welle à época o especialista em energia nuclear do Greenpeace no leste da Europa, Jan Haverkamp. "A usina nuclear flutuante vai operar perto da costa, em águas rasas. Ao contrário das afirmações sobre sua segurança, o casco chato no fundo e a falta de propulsão tornam a usina particularmente vulnerável a tsunamis e ciclones”, disse Haverkamp. Recentemente, o diretor Dmitry Alekseenko rechaçou a hipótese de haver riscos. "Não há impacto negativo. Há impacto positivo porque não usamos carvão ou algo semelhante", disse. "Não pode haver contaminação por óleo. O combustível não é usado no meio ambiente. Tudo vai dentro do navio, nada vai fora", explicou.
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23/08 - Pedido de vista adia decisão da Anatel sobre compra da Time Warner pela AT&T
Processo foi pautado em reunião extraordinária da Agência Nacional de Telecomunicações nesta quinta. Relator do caso na Anatel propôs a aprovação da operação. Presidente da Anatel, Leonardo de Morais, fala da reunião sobre fusão Time Warner-AT&T A análise da compra da Time Warner pela AT&T pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) foi adiada nesta quinta-feira (22) após pedido de vista do conselheiro Moisés Moreira. O processo foi pautado por pressão do governo nesta quinta, em reunião extraordinária do conselho diretor da agência. Com o pedido de vista, a análise é suspensa para que o conselheiro analise melhor o caso. O processo voltará a ser pautado na próxima reunião, marcada para 5 de setembro. Nessa reunião, Moreira poderá pedir prorrogação da vista por até 120 dias. Ao apresentar o pedido, Moreira justificou, dizendo que o processo é extenso e por isso necessita de mais tempo para estudá-lo. Na sessão, o relator do processo, conselheiro Vicente Aquino, propôs a aprovação da operação. A Time Warner é dona de canais de televisão como HBO, Warner Channel, TNT, CNN e dos estúdios Warner Bros. A AT&T é uma operadora de telefonia, provedora de TV a cabo e internet móvel e fixa. No Brasil, a AT&T tem participação na operadora de TV por assinatura Sky. Em outubro de 2016, a AT&T confirmou um acordo para comprar a Time Warner por US$ 84,5 bilhões. A fusão criará um grupo de mídia e tecnologia com controle sobre um vasto número de empresas de comunicação e de entretenimento. O negócio envolve 18 países e já foi aprovado por quase todos e, para ser concluído, ainda depende do aval da agência brasileira. A operação é contestada por associações de radiodifusão porque, para essas entidades, infringe um dos artigos da lei de TV por assinatura. A lei proíbe que empresas de telecomunicações, como a AT&T, tenham participação de mais de 30% em emissoras, programadoras e empacotadoras de conteúdo audiovisual, como é o caso da Timer Warner. Em seu voto, o relator do processo contestou o entendimento de que a operação infringe a lei de TV por assinatura. Segundo ele, a lei impede a propriedade cruzada entre “produtoras e programadoras com sede no Brasil”, e o grupo AT&T não tem produtora nem programadora com sede no Brasil. “Não há vedação quanto às programadoras com sede no exterior”, disse. A proposta do relator não acompanhou o entendimento da área técnica da Anatel, segundo a qual, para que a operação fosse concluída, a empresa norte-americana precisaria se desfazer do controle da Sky a fim de se enquadrar nas regras da lei de TV por assinatura. Proposta no Senado A discussão na Anatel acontece em um momento em que o Senado já está pronto para votar um projeto de lei sobre o assunto, de autoria do senador Vanderlan Cardoso (PP-GO), presidente da Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT). Esse projeto acaba com as restrições à propriedade cruzada entre as prestadoras de serviços de telecomunicações de interesse coletivo e as concessionárias e permissionárias de serviços de radiodifusão sonora e de sons e imagens e produtoras e programadoras do Serviço de Acesso Condicionado (SeAC). "Em relação à reunião na Anatel, o meu projeto já contempla tudo o que foi discutido. Traz segurança jurídica e vai evitar a judicialização", afirmou Vanderlan Cardoso. A proposta tem como relator o senador Arolde de Oliveira (PSD-RJ). Ele disse que, na próxima quarta-feira (28) lerá o relatório na comissão. “Hoje, existem limitações. As empresas de telecomunicações não podem ter empresa de conteúdo, enfim, essa coisa toda. Então, [o projeto] tira essas restrições”, afirmou. Cade A operação já foi aprovada, com restrição, pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). A aprovação pelo conselho diretor da Anatel é o último passo para concretizar o negócio. Em seu voto, o então conselheiro do Cade Gilvandro Araújo afirmou que a questão regulatória teria que ser analisada pela Anatel e não pelo conselho.
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22/08 - China culpa Canadá por dificuldades em relacionamento e exige libertação de executiva da Huawei
País quer liberdade imediata da executiva, presa em dezembro em Vancouver, para 'trazer as relações bilaterais de volta ao caminho certo'. A embaixada da China no Canadá disse nesta quinta-feira (22) que os laços entre os países estão sofrendo grandes dificuldades e exigiu que o país libere a executiva da Huawei, Meng Wanzhou, presa desde dezembro em Vancouver. Ela foi detida a pedido dos Estados Unidos. Em maio, Wanzhou disse que pretendia pedir suspensão do processo de extradição para os Estados Unidos com base em declarações do presidente norte-americano, Donald Trump. Meng Wanzhou, executiva da Huawei, está detida no Canadá desde dezembro. Lindsey Wasson/Reuters A China, desde então, acusou dois canadenses de espionagem e interrompeu a importação de carne e sementes de canola do Canadá. O primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, disse na quarta-feira (21) que seu governo não tem intenção de recuar na disputa e defende os interesses canadenses. Diretora da Huawei queria deixar o emprego pouco antes da prisão Dono sai em defesa da Huawei: 'Os EUA não têm como nos destruir' Em resposta às declarações de Trudeau, a embaixada chinesa disse à Reuters que o país sempre defenderá seus interesses. "A China adere ao princípio da igualdade entre todos os países, seja ele grande ou pequeno. As relações China-Canadá agora sofrem grandes dificuldades e o lado canadense sabe muito bem a raiz disso". "O Canadá deve libertar Meng Wanzhou imediatamente e garantir seu retorno seguro à China, e trazer as relações bilaterais de volta ao caminho certo", acrescentou a embaixada em comunicado. Trudeau e a chanceler do Canadá, Chrystia Freeland, encontraram-se com o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, em Ottawa, para conversas nesta quinta-feira. As relações com a China serão um dos principais tópicos de discussão. Initial plugin text
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22/08 - Previdência: relator adia entrega do parecer e diz que calendário pode atrasar até 5 dias
Entrega estava prevista para esta semana, mas Jereissati disse que precisa de mais dias para concluir parecer. Calendário de Alcolumbre previa terminar votação em 10 de outubro. O senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), relator da proposta de reforma da Previdência Pedro França/Agência Senado O senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), relator da proposta de reforma da Previdência, afirmou nesta quinta-feira (22) que adiou para a próxima semana a entrega do parecer sobre o tema. Com isso, acrescentou Tasso, o calendário previsto pelos líderes pode atrasar até cinco dias. Inicialmente, os líderes partidários do Senado previam concluir a votação da proposta em 2 de outubro. Depois, o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (DEM-AP), informou que a data passou para 10 de outubro. Saiba o que prevê a reforma Saiba como será a tramitação no Senado A previsão inicial era que o parecer fosse apresentado nesta sexta, mas o relator afirmou que ainda precisará de mais alguns dias para concluir o texto. "Eu preciso do fim de semana e do início da semana que vem [para concluir o relatório]", declarou Tasso Jereissati nesta quinta. Questionado, então, se a entrega havia ficado para segunda (26) ou terça (27), respondeu: "Não sei o dia, mas com certeza na semana que vem". Em seguida, o senador foi indagado sobre o impacto desse adiamento no calendário. "Quatro ou cinco dias", declarou. Texto da Câmara Quando foi escolhido relator da proposta, Tasso disse que o texto aprovado pela Câmara dos Deputados é "ótimo" e que eventuais mudanças deverão ser feitas em uma proposta de emenda à Constituição (PEC) paralela. Se o Senado mantiver o texto aprovado pela Câmara, a reforma seguirá para promulgação. Se os senadores modificarem a proposta, a PEC voltará à Câmara para nova análise dos deputados.
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22/08 - Produção de etanol no Brasil deve cair 4,6% em 2019, diz governo
Fabricação da variedade utilizada como combustível de carros poderá cair até 12% Maior parte do etanol produzido no país vem da cana-de-açúcar Tadeu Fessel/Unica A produção de etanol no Brasil deverá atingir 31,6 bilhões de litros neste ano, uma queda de 4,6% de acordo com levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgado nesta quinta-feira (22). Etanol americano pode adiar triunfo do biocombustível brasileiro Deste total, 30,3 bilhões de litros serão produzidos da cana-de-açúcar e o restante (1,35 bilhão de litros) sairá do milho. Produtores de MT fornecem milho para a produção de etanol No caso do etanol anidro, utilizado na mistura com a gasolina, a produção deve chegar a 10,9 bilhões de litros, ou seja, 14% a mais que em 2018/19. Já no caso do hidratado, utilizado para abastecer diretamente os carros, a tendência é uma queda de 12,1%, em relação à safra passada, chegando a 20,7 bilhões de litros. Açúcar Com relação à produção de açúcar, a expectativa do governo é que a produção seja de 31,8 milhões de toneladas este ano, um crescimento de 9,5%. No plantio da cana, o estudo aponta um acréscimo de 0,3% na produção em relação à safra passada, chegando a 622,3 milhões de toneladas. Em compensação, a área colhida está estimada em 8,38 milhões de hectares, uma queda de 2,4%.
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22/08 - Blairo Maggi teme boicote a produtos agrícolas brasileiros devido a queimadas na Amazônia
De férias em Paris, o ex-ministro da Agricultura Blairo Maggi está vendo de perto a reação da opinião pública francesa à política ambiental do governo Bolsonaro e às imagens dos incêndios na Amazônia. "Com quem eu converso aqui, pessoas comuns, homens de negócio, a visão é a mesma: o Brasil está colocando fogo na Amazônia, a Amazônia está acabando", disse o ministro ao blog. Segundo ele, a percepção geral é de que trata-se de uma postura deliberada do governo, de "deixar acontecer". Blairo Maggi é um dos maiores produtores e exportadores de soja do Brasil. De acordo com ele, a reação dos importadores é crescente. Os questionamentos sobre as condições de sustentabilidade da produção agrícola brasileira estão sendo mais frequentes e mais rigorosos. "Corremos o risco de sofrer boicote às nossas exportações, a pressão dos consumidores e ambientalistas tende a aumentar e o Brasil pode perder mercado", afirmou o ex-ministro. Ele afirmou que estão equivocados aqueles que acham que o mundo não tem alternativa a não ser comprar produtos agrícolas do Brasil. "Viajo muito pelo mundo e sei que há outras áreas com grande potencial que podem substituir parte do que o Brasil produz", afirmou.
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22/08 - Ufes, Ifes e prefeituras têm seleções abertas no ES com salários de até R$ 19 mil
O G1 preparou uma lista com as oportunidades que estão com editais publicados. Confira: A Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), O Instituto Federal do Espírito Santo e as prefeituras de Guarapari, jaguaré, João Neiva, Santa Teresa, São Roque do Canaã e Vitória estão com seleções abertas no Espírito Santo. Os salários chegam a quase R$ 20 mil, dependendo do cargo e do nível de escolaridade. Concursos e Emprego no Espírito Santo O G1 preparou uma lista com as oportunidades que estão com editais publicados. Confira: Ufes Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), em Vitória Luciney Araújo/ TV Gazeta A Ufes está com duas oportunidades para professores. Confira quais são: Professor Efetivo - departamento de saúde Foi aberto um concurso público para preenchimento de uma vaga para professor do magistério superior efetivo, da área da saúde. As inscrições vão acontecer do dia 26 de agosto até 24 de setembro. Confira o edital. O regime de trabalho será de 40 horas semanais, em tempo integral, com Dedicação Exclusiva. A remuneração oferecida é de R$ 19.985,24, no caso da contratação de professor doutor. Professor Efetivo - departamento de artes visuais e departamento de física Outro edital traz duas oportunidades para professores, sendo uma para o departamento de artes visuais e o outro para o departamento de física. As inscrições também acontecem do dia 26 de agosto até 24 de setembro. Confira o edital. A remuneração varia de acordo com a titulação. Para os profissionais com mestrado, o salário pode chegar a R$ 6.668,20 e para quem tem doutorado pode chegar a R$ 9.600,92. Ifes Ifes campus Cachoeiro tem processo seletivo aberto Luiz Gonçalves/ TV Gazeta O Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes) abriu inscrições de um processo seletivo simplificado para contratação de professor substituto nas áreas de Informática, nos campi Cachoeiro de Itapemirim (1 vaga) e Ibatiba (1 vaga); e Pedagogia (1 vaga) e Português/Inglês (1 vaga) no Campus Vila Velha. Confira o edital. O regime de trabalho é de 40 horas semanais e a remuneração pode chegar a R$ 5.831,21, dependendo da titulação, mais benefícios. As inscrições devem ser feitas no campus para o qual o candidato concorrerá à vaga, por meio da entrega dos documentos solicitados no edital. Também serão admitidas inscrições efetivadas por terceiros, mediante procuração do interessado, ou via Sedex. O processo seletivo inclui prova de títulos e de desempenho didático. Campus Cachoeiro de Itapemirim 1 vaga – Informática Inscrições: 19/08 a 28/08 Horário: Das 8h às 15h Endereço: Rodovia ES 482 (Cachoeiro-Alegre), Fazenda Morro Grande - CEP: 29300-970 - Cachoeiro – ES. Setor: Coordenadoria Geral de Gestão de Pessoas/email: cggp.cai@ifes.edu.br. Campus Ibatiba 1 vaga – Informática Inscrições: 19/08 a 30/08 Horário: Das 8h às 16h Endereço: Avenida Sete de Novembro – nº40, Centro – Ibatiba – CEP: 29395-000; Email: cggp.iba@ifes.edu.br. Campus Vila Velha 1 vaga – Pedagogia 1 vaga – Português/Inglês Inscrições: 19/08 a 23/08 Horário: Das 8h30 às 11h30 e das 14h às 16h30. Endereço: Avenida Ministro Salgado Filho, 1000 – Soteco – 29106-010 – Vila Velha Setor: Coordenadoria de Protocolo e Arquivo/email: cggp.vvl@ifes.edu.br. Prefeitura de Guarapari A Prefeitura de Guarapari abriu concurso público para contratar 94 professores do magistério. As inscrições já estão abertas e vão até 6 de setembro, no site www.incpconcursos.org.br. Confira o edital. Também haverá formação de cadastro de reserva. As vagas serão para cargos de nível superior e distribuídas entre os cargos de pedagogo, professor de educação infantil, ensino fundamental I, educação especial e de disciplinas. O concurso terá validade de dois anos, podendo ser prorrogado por igual período. Cada candidato poderá fazer até duas inscrições, desde que os horários de provas, dos cargos escolhidos, sejam diferentes. As provas acontecem no dia 13 de outubro. No período da manhã será para os cargos de Educação Infantil e Educação Especial. À tarde, as provas serão para Pedagogo, Disciplinas Específicas e Ensino Fundamental I. Prefeitura de Jaguaré A Prefeitura de Jaguaré abriu seleção para o cargo de farmacêutico. As vagas temporárias são para os níveis fundamental incompleto, médio e superior. As inscrições vão até esta sexta-feira (23). Confira o edital. Ao todo estão disponíveis 112 vagas para contratação imediata, por tempo determinado, mais formação de cadastro de reserva. Confira todos os cargos disponíveis: Nível fundamental incompleto: Artífice de Obras e Serviços Públicos (pedreiro/eletricista/pintor), Motorista, Motorista de Ambulância, Auxiliar de Serviços Gerais (Servente) e Vigia. Nível médio: Auxiliar Administrativo, Auxiliar de Consultório Odontológico ESF, Fiscal Sanitário, Técnico de Enfermagem e Técnico em Informática. Nível superior: Assistente Social, Dentista, Enfermeiro, Farmacêutico, Fisioterapeuta, Fonoaudiólogo, Médico Plantonista (Pediatra), Médico Plantonista (Clínico Geral), Médico Plantonista (Obstetra), Médico Cardiologista, Médico Ortopedista, Médico Psiquiatra, Médico ESF Clínico Geral, Nutricionista e Psicólogo. Os salários vão de R$ 998 até 11.500, dependendo do cargo. As inscrições deverão ser feitas exclusivamente através do site da Prefeitura de Jaguaré. Prefeitura de João Neiva A Prefeitura de João Neiva abriu concurso com 36 vagas imediatas, além de composição de cadastro reservas. As inscrições podem ser realizadas até dia 16 de setembro. Confira o edital. As vagas: Prefeitura Municipal: Analista Público Administrativo, Analista Público de Tecnologia da Informação, Arquiteto e Urbanista, Arquivista, Assistente Social, Auditor Fiscal de Arrecadação, Auditor de Controle Interno, Bibliotecário, Cirurgião Dentista, Contador, Enfermeiro, Engenheiro Agrônomo, Engenheiro Ambiental, Engenheiro Civil, Engenheiro de Segurança do Trabalho, Farmacêutico, Fisioterapeuta, Fonoaudiólogo, Médico em diversas especialidades, Nutricionista, Ouvidor, Profissional de Educação Física, Psicólogo, Terapeuta Ocupacional e Tesoureiro; SAAE: Engenheiro Civil; IPSJON: Contador e Controlador; Câmara Municipal: Contador e Controlador. A remuneração para os cargos pode chegar a R$ 4.062,90, mais benefícios. As inscrições poderão ser realizadas até às 21h59 do dia 16 de setembro de 2019, apenas via internet, através do endereço eletrônico www.fsjb.edu.br. Os candidatos que não tiverem acesso à internet poderão utilizar o ponto disponibilizado na sede da Secretaria Municipal de Cultura, Turismo, Juventude e Esporte, que fica localizado na Av. Presidente Vargas, nº 157. O horário de atendimento é das 8h às 11h e das 13h às 16h. Prefeitura de Santa Teresa A Prefeitura de Santa Teresa abriu processo seletivo para formação de cadastro reserva para profissionais de níveis técnico e superior. Estas oportunidades são para trabalho no Centro de Atenção Psicossocial CAPS I. Confira o edital. As vagas são destinadas aos cargos de Enfermeiro, Psicólogo, Médico Especializado em Saúde Mental, Assistente Social, Pedagogo, Terapeuta Ocupacional, Educador Físico e Técnico de enfermagem. A jornada de trabalho poderá ser de 30 ou 40 horas semanais, de acordo com o cargo em disputa. O salário varia de R$ 998,58 a R$ 2.645,90. Estas vagas são temporárias com contrato de dois anos, podendo haver prorrogação por mais dois anos, de acordo com critérios estabelecidos pela administração. Prefeitura de São Roque do Canaã A Prefeitura de São Roque do Canaã está com três editais publicados de concursos públicos, para diversos cargos. Confira as oportunidades: Edital 001/2019: Procurador Municipal Edital 002/2019: Agente de Serviços Operacionais, Agente de Limpeza e Alimentação, Motorista, Agente de Portaria, Agente Fiscal Sanitário, Auxiliar Administrativo, Auxiliar Técnico de Laboratório, Educador Social, Fiscal de Tributos Municipais, Mecânico de Veículos e Máquinas Leves e Pesadas, Operador de Máquinas Pesadas, Operador de Trator de Pneus, Pedreiro, Técnico em Processamento de Dados, Analista Contábil, Analista Tributário, Assistente Social, Cirurgião Dentista, Contador, Engenheiro Ambiental, Engenheiro Civil, Fisioterapeuta, Médico em diversas especialidades e Psicólogo. Edital 003/2019: Professores em diversas disciplinas e Pedagogo. As inscrições serão realizadas até o dia 2 de setembro de 2019, apenas via internet, através do endereço eletrônico www.idcap.org.br. Prefeitura de Vitória A Prefeitura de Vitória abriu processo seletivo com 40 vagas, sendo duas delas para pessoas com deficiência, mais cadastro reserva, para a função de Guarda Vidas. As inscrições vão até 23 de agosto, por meio do endereço eletrônico: sistemasrh.vitoria.es.gov.br. Confira o edital. De acordo com o edital, é necessário que o candidato possua escolaridade em nível fundamental completo, bem como, Curso de formação de Guarda Vidas (FGV). O novo servidor deve exercer funções em regime de escala e receberá remuneração no valor de R$ 1.278,79. Após realizar inscrição de forma eletrônica, o candidato deve dirigir-se junto ao Guichê de Atendimento da Gerência de Recrutamento, Seleção e Registro/ Secretaria de Gestão, Planejamento e Comunicação, situada no Palácio Municipal, Avenida Marechal Mascarenhas de Moraes, nº 1927, Bento Ferreira, munido do comprovante de inscrição e documentos solicitados no edital em envelope grampeado, no período de 16 a 29 de agosto de 2019, das 13h às 18h. Os inscritos serão avaliados por meio de avaliação de inscrições e Teste de Aptidão Física. Conselho Regional de Farmácia do Espírito Santo O Conselho Regional de Farmácia do Espírito Santo (CRF/ES) abriu concurso público com o intuito de preencher 180 vagas para profissionais de níveis médio e superior. As vagas ofertadas são para as regiões de Cachoeiro de Itapemirim, São Mateus e Vitória. Confira o edital. O concurso será executado por meio do Instituto Quadrix, e do total de vagas, nove delas são para contratação imediata e 171 para formação de cadastro reserva. Os salários variam de R$ 2.154,88 a R$ 7.058,96, em jornadas trabalhistas de 40 horas semanais. As inscrições vão até 23 de setembro, no site da banca organizadora. Conselho Regional de Biblioteconomia do Espírito Santo O Conselho Regional de Biblioteconomia da 6ª Região (CRB-6), que abrange os estados de Minas Gerais e Espírito Santo, abriu seleção para preencher duas vagas imediatas, além de formar cadastro reserva para outras 60 vagas. As inscrições vão até 9 de setembro. Confira o edital. As oportunidades são de níveis médio e superior e o concurso CRB-6 será realizado pelo Instituto Quadrix. As vagas são destinadas aos cargos de Auxiliar Administrativo, com salário de R$ 1.273,80 e de Bibliotecário Fiscal, com salário de R$ 2.613,35. A jornada de trabalho para ambos os cargos é de 40 horas semanais. Além do salário acima indicado, os profissionais têm direito aos seguintes benefícios: Vale Refeição ou alimentação no valor de R$ 546,70; Plano de Saúde médico, hospitalar e odontológico, sem coparticipação; Vale transporte. Os profissionais serão lotados no município de Belo Horizonte - MG. Veja o plantão de últimas notícias do G1 Espírito Santo
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22/08 - Mozilla corrige falha que deixava senhas salvas expostas no Firefox
Opção 'copiar senha' ainda funcionava mesmo sem o fornecimento da senha mestra que deveria proteger as senhas. A Mozilla lançou a versão 68.0.2 do navegador Firefox para corrigir uma falha de segurança que permitia ignorar a proteção da "senha mestra" para visualizar todas as senhas salvas pelo navegador. Para explorar a falha, era preciso ter acesso ao computador onde o navegador é utilizado. Opção 'copiar senha' permitia colocar as senhas na área de transferência mesmo quando a senha não deveria estar acessível. Reprodução A brecha permitia copiar as senhas para a área de transferência (do copiar e colar) com o item "Copiar senha" do menu de contexto (clique direito do mouse) na janela de "contas de acesso salvas". O impacto da falha foi classificado como "moderado" pela própria Mozilla. O problema afeta principalmente os usuários que mais se preocupam com a segurança e decidiram configurar a senha mestra. Essa senha é opcional e vem desativada por padrão. Para configurar a senha mestra, é preciso ir até as configurações do navegador, em "Privacidade e segurança" e marcar a caixa para "usar senha mestra". Sem essa opção marcada e a senha configurada, todas as senhas armazenadas no Firefox podem ser facilmente visualizadas nesse mesmo painel, em "Contas de acesso salvas". Configuração da senha mestra no Firefox. Reprodução Diferentemente do Firefox, o Google Chrome solicita a senha de login do Windows para visualizar as senhas armazenadas. Essa abordagem também tem problemas e limitações. Em ambos os casos, esses recursos são voltados para que alguém consiga acesso muito fácil às senhas. Para ter mais proteção, é necessário usar um gerenciador de senhas como KeePass, LastPass ou 1Password. Para usuários mais avançados, o BitLocker do Windows, disponível apenas na versão Pro, aumenta a proteção de todos os arquivos armazenados no computador, incluindo as senhas armazenadas pelos navegadores. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com Selo Altieres Rohr Ilustração: G1
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22/08 - Com bolsa de R$ 800, MP abre seleção para estágios administrativos em RO
Inscrições começam nesta sexta-feira, 23, e seguem até 8 de setembro. Carga horária será de quatro horas diárias. Vagas são para o MP em RO Diêgo Holanda/G1 O Ministério Público de Rondônia (MP-RO) abre, nesta sexta-feira (23), as inscrições de uma seleção para preencher vagas de estágio no órgão. A carga horária de trabalho para os aprovados será de quatro horas, com bolsa mensal de R$ 800 e direito ao auxílio-transporte. As vagas serão distribuídas nas seguintes áreas: administração, arquitetura, biblioteconomia, ciências contábeis, engenharia civil, engenharia elétrica, informática, jornalismo, pedagogia e serviço social. Poderão participar da seleção os estudantes que estiverem no período igual ou superior a 40% da carga horário do curso. Segundo o MP, o processo seletivo será realizado em duas etapas: 1° por habilitação através de nota de desempenho acadêmico e, 2°, a realização de prova objetiva. As inscrições serão feitas pelo site do MP, sendo o prazo até 8 de setembro. O processo seletivo terá validade de seis meses, a partir da publicação do edital de homologação no Diário Eletrônico do MP-RO, podendo ser prorrogado por igual período.
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22/08 - Relator no STF vota a favor de permitir redução de salário de servidor por estados e municípios
Para Alexandre de Moraes, redução temporária, prevista na Lei de Responsabilidade Fiscal, é possível quando gastos com pessoal ultrapassarem teto previsto em lei, de 60% da receita. O ministro Alexandre de Moraes, relator de ações que questionam a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) no Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta quinta-feira (22) a favor de permitir que estados e municípios reduzam temporariamente jornada de trabalho e salário de servidores públicos quando os gastos com pessoal ultrapassarem o teto previsto em lei. O STF analisa desde quarta (21) 30 pontos da LRF. Até agora, a Corte já validou 22 artigos da Lei de Responsabilidade Fiscal, derrubou outros três artigos e adiou a análise de outro, em razão de empate. A redução temporária de salário e jornada de servidores está prevista na Lei de Responsabilidade Fiscal, mas foi suspensa em 2002 pelo Supremo pela possibilidade de ferir a Constituição. Agora, o tribunal dará uma decisão definitiva sobre esse tema. Até a última atualização desta reportagem, seis dos 11 ministros já haviam votado (leia mais abaixo). A redução de jornada e de salário é polêmica porque a Constituição estabelece como princípio a irredutibilidade de salários. A lei prevê como limite o gasto de 60% da Receita Corrente Líquida (RCL) com salários, mas constantemente estados e municípios ultrapassam o percentual. Segundo Moraes, a Constituição prevê medidas mais drásticas, como a demissão do servidor estável. Ele afirmou que a redução temporária salarial seria uma "fórmula temporária" para garantir que o trabalhador não perca definitivamente o cargo. O ministro afirmou que “estabilidade do serviço público tem uma função importantíssima” e que um meio termo é a “flexibilização” da irredutibilidade dos salários. “Se o servidor pode perder a estabilidade e ser permitido, todas as demais garantias irão com a demissão”, afirmou. O relator das ações contra a LRF citou que o artigo 169 da Constituição institui que o poder público tome as seguintes medidas caso ultrapasse o limite de gastos: reduza em 20% os gastos com comissionados e funções de confiança; demita servidores não estáveis e, por fim, demita servidores estáveis. “É a temporariedade da medida e a finalidade maior de preservação do cargo estão a meu ver em absoluta consonância com o princípio da razoabilidade e da eficiência”, disse Moraes. “Não vejo nada de arbitrário nessa norma, ela visa proteger a estabilidade do servidor, pois evitará a extinção dos cargos estáveis”, complementou. Para o ministro, a demissão seria muito mais danosa para o servidor porque o cargo seria extinto e, caso o poder público melhorasse sua arrecadação, somente poderia fazer novo concurso público em quatro anos e o mesmo trabalhador não teria trabalho assegurado. “O servidor público tem o direito de dizer: prefiro manter minha carreira até o estado se equacionar”, afirmou também o ministro. “Imagine o servidor público estável que já tem 20 anos de carreira ele é demitido. Um ano e meio depois a arrecadação sobe, ele faz concurso, ele perdeu a carreira. A carreira não é só dinheiro. [...] A hipótese mais radical vai transformar os servidores em desempregados”, disse Moraes. O relator foi acompanhado pelo ministro Luís Roberto Barroso, que disse que o Estado brasileiro “está vivendo para pagar salários”. “O Estado vai precisar ser enxugado e haverá vítimas colaterais nesse processo. É melhor ter uma redução da jornada e da remuneração do que perder o cargo. É uma providência menos gravosa”, declarou o ministro. Votos divergentes Até o momento, quatro ministros discordaram do relator: Edson Fachin, Rosa Weber e Cármen Lúcia. O ministro Edson Fachin foi o primeiro a discordar de Alexandre de Moraes e votou para impedir a redução de jornada e salário de servidores. Ele afirmou que a Constituição assegura a irredutibilidade de salário. Na avaliação do ministro, não se pode flexibilizar a previsão da Constituição somente para gerar efeitos menos danosos ao governante, que também tem a possibilidade de demitir servidores estáveis se não conseguir cumprir o teto previsto em lei. “Entendo que não cabe flexibilizar mandamento constitucional para tomar, inclusive, decisões difíceis”, afirmou Fachin. O voto divergente foi seguido por Rosa Weber, que também destacou que a Constituição proíbe a redução salarial e também não prevê a redução temporária. Por isso, na avaliação da ministra, o trecho da Lei de Responsabilidade Fiscal que permite a redução é inconstitucional. A ministra Cármen Lúcia deu o terceiro voto contra permitir a redução de salário. Ela também entendeu que a Constituição proíbe a redução salarial do trabalhador. Segundo a ministra, o poder público pode alterar a jornada, mas nunca reduzir o salário. O ministro Ricardo Lewandowski afirmou que a Constituição não previu a redução de vencimentos e jornada. Ele acompanhou o entendimento do ministro Edson Fachin. “Não se trata de questão de escolha pessoal, se trata de escolha feita pela escolha do constituinte. A nós cabe interpretar a lei conforme a Constituição”, disse o ministro.
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22/08 - 'Quero que lojas parem de faturar com minha foto que virou meme'
Imagem da carioca Fabiana Santoro quando criança viralizou na internet em 2015 e hoje está sendo usada como estampa de roupas. Foto de Fabiana Santoro que viralizou na internet há quatro anos agora traz preocupação à jovem Arquivo Pessoal Quando tinha dez anos, a carioca Fabiana Santoro posou para uma fotografia durante uma viagem em família a Disneylândia, em Orlando (EUA). Na imagem, feita por seu pai em 2010, ela aparece altiva com uma taça de champanhe na mão esquerda. Hoje, a mesma foto é conhecida em vários países. "Meu pai tinha alugado uma limusine para levar a gente ao hotel e pediu para eu fazer poses para fotos. Sempre fui uma criança alegre e brincalhona, por isso fiz várias poses", diz a jovem de 19 anos à BBC News Brasil. Em 2015, ela publicou a fotografia em seu Twitter. "Muitas pessoas estavam postando fotos da infância, achei essa engraçada e compartilhei", conta. Rapidamente, a postagem viralizou. "De repente, vários lugares estavam compartilhando a imagem", Fabiana diz. Ela havia se tornado um meme. Fabiana conta que não se incomodou com os compartilhamentos. "Achei engraçado o fato de as pessoas publicarem minha foto. Vi alguns comentários maldosos sobre minha aparência, mas ignorei. Ter me tornado meme não foi algo que me prejudicou, porque não me ridicularizaram por isso." Uso comercial do meme A brincadeira virou preocupação quase quatro anos depois, quando Fabiana descobriu que lojas virtuais, em sua maioria nos Estados Unidos, estavam comercializando blusas com sua foto. O uso da imagem de alguém sem autorização é considerado um ato ilícito, segundo o Código Civil brasileiro. "Todos têm direito de imagem. Ninguém pode usar a imagem alheia sem autorização", explica o advogado Marcelo Crespo, doutor em Direito pela Universidade de São Paulo (USP) e especialista em Direito Digital. "Estar na internet não faz com que a imagem seja de domínio público e não diminui em nada a proteção legal. Nem uma loja nem ninguém pode pegar a imagem de alguém, ainda que seja um meme, e torná-la um produto, tirando proveito econômico disso", acrescenta Crespo. Revoltada com a situação, Fabiana decidiu processar as empresas. "Nunca me importei com as pessoas usarem minha foto como meme. Mas quando vi que estavam ganhando dinheiro com ela, isso me incomodou muito", diz. Fabiana esclarece que não bebeu o champanhe que estava na taça: "era de um dos adultos" Arquivo pessoal A fotografia Fabiana publicou a fotografia em outubro de 2015. Desde então, a imagem repercute nas redes. "Já até me reconheceram na rua", diz. Ela faz um esclarecimento que considera importante: não consumiu o champanhe que estava na taça. "Era de um dos adultos que estavam perto. Peguei só para fazer pose", lembra. Ela se surpreendeu ao descobrir que o registro também havia viralizado em outros países. "Fiquei assustada quando vi estrangeiros usando o meme. Tomou uma proporção que pensei que não fosse tomar, mas achei maneiro", diz. A foto de Fabiana é usada como sinônimo de ostentação. "É como, por exemplo, quando você entra no ônibus e consegue sentar ao lado da janela. É como se fosse um momento de glória", explica. As vendas O que incomodou Fabiana foi descobrir que lojas estavam vendendo camisetas com sua foto. Na estampa, a imagem da jovem é acompanhada por frases em inglês que dão a entender que na taça contém um "stupid bitch juice" ("suco de vadias estúpidas", em tradução literal) que a garota estaria tomando. "Além de ficar incomodada por estarem lucrando com minha imagem, não gostei da frase que colocaram, porque é desrespeitosa." A estudante chegou a procurar a primeira loja que descobriu estar comercializando as peças. "É uma empresa dos Estados Unidos. Mandei mensagem pedindo que retirassem a roupa com minha foto, mas não me responderam." Depois, a jovem soube que uma loja brasileira e outras americanas também estavam comercializando as camisetas. Então, decidiu recorrer à Justiça. Fabiana, que é estudante de um curso pré-vestibular no Rio de Janeiro (RJ), teve o apoio de colegas de turma. "Eles me incentivaram a procurar a Justiça com urgência e me convenceram de que seria a melhor saída", diz. "A princípio, quando vi a primeira loja, decidi esperar passar o período pré-vestibular, para que pudesse tomar as medidas cabíveis. Mas quando vi que várias lojas estavam vendendo a blusa, percebi que deveria buscar meus direitos o quanto antes." Até o momento, Fabiana já identificou cinco lojas que comercializam a peça. No Brasil, descobriu apenas uma. "Entrei em contato com a dona dessa loja, ela pediu desculpas e deixou de vender a roupa", conta. Em entrevista à BBC News Brasil, a dona da loja brasileira, que pediu para não ser identificada, afirmou que a blusa ficou poucas horas disponível em seu site e que deixou de vender o produto logo depois de falar com Fabiana. "Vi a blusa sendo vendida na internet há alguns dias e colocamos à venda. Não imaginava que era de uma pessoa comum, que não era famosa. Pensei que fosse de uma atriz. Entendi a gravidade da situação, retirei a blusa e isso não voltará a acontecer", disse a proprietária da loja. Fabiana decidiu processar empresas nos EUA que venderam camisetas com sua foto Arquivo pessoal Medidas judiciais Há uma semana, Fabiana deu início aos trâmites para processar as empresas nos Estados Unidos - ela explica que não planeja acionar a loja brasileira. Conforme a Código Civil brasileiro, uma pessoa que teve a imagem usada e comercializada sem autorização pode recorrer à Justiça para cobrar indenização e impedir que continuem utilizando sua fotografia. Os direitos de imagem também são assegurados em outros países. Por envolver empreendimentos estrangeiros, a defesa de Fabiana pode ajuizar uma ação no Brasil e tentar notificar os representantes dos estabelecimentos ou propor uma ação no país de origem da empresa. O advogado João Victor Priess, que representa Fabiana, relata que está analisando como irá proceder. Ele acredita que, independentemente de como o processo for conduzido, será possível comprovar que houve irregularidade na comercialização das peças estampadas com o rosto da jovem. "Ninguém pode usar a imagem de uma pessoa assim, mesmo que tenha viralizado. Estão lucrando em cima de uma foto sem ter autorização. Por isso, há grandes chances de êxito na causa", afirma. Segundo Priess, caso sejam descobertas mais empresas que comercializaram esses itens, elas também serão processadas. Enquanto aguarda o desenrolar do processo, Fabiana quer, ela mesma, comercializar blusas com a foto que virou meme. "Muita gente me pediu isso, então penso em vender", diz. Ela conta que planeja ajudar causas sociais com parte dos recursos da venda das camisetas e do valor que poderá receber da Justiça, caso ganhe a ação.
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22/08 - Cerca de 1,7 milhão de usuários já pediram bloqueio de ligações de telemarketing
Cerca de 1,9 milhão de telefones foram bloqueados até 18 de agosto; cadastro foi criado pelas empresas de telecomunicações após determinação da Anatel. Página inicial do site 'Não Perturbe' Reprodução Cerca de 1,7 milhão de usuários já se cadastraram no site "Não me Perturbe" com o objetivo de bloquear ligações de telemarketing de empresas de telecomunicações. E 1,9 milhão de telefones foram bloqueados. O balanço é do Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (SindiTelebrasil) até o dia 18 de agosto. O site entrou no ar no dia 16 de julho. O cadastro foi criado pelas empresas após determinação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A lista nacional de bloqueio vale apenas para ligações feitas por empresas de telecomunicações e não se estende a chamadas realizadas por companhias de outros setores. Para deixar de receber chamadas com ofertas de serviços de telefonia, TV por assinatura e banda larga, o consumidor deverá preencher o formulário de inscrição na plataforma no endereço www.naomeperturbe.com.br. A suspensão das chamadas pelas empresas de telecomunicações ocorrerá em até 30 dias, contados da data do cadastramento do cliente. Com a ferramenta, o usuário que solicitar o bloqueio deixará de receber ligações de telemarketing das empresas Algar, Claro/Net/Embratel, Nextel, Oi, Sercomtel, Sky, TIM e Vivo. No momento do cadastro, o consumidor pode escolher se quer bloquear uma ou todas as empresas. A lista não vale para outros serviços, como ligações de bancos. Para o setor bancário, a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), ligada ao Ministério da Justiça, articula para que a Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) e a Associação Brasileira de Bancos (ABBC) também tenham um sistema de cadastro - leia mais aqui. As prestadoras que descumprirem a regra podem ser advertidas ou penalizadas com multas de até R$ 50 milhões. A lista do “Não Perturbe” vale para todo o Brasil e não substitui os cadastros geridos pelos Procons em alguns estados brasileiros. Estados já têm lista de ‘não perturbe’; veja Robôs estão na mira A lista nacional bloqueia também as ligações realizadas por robôs. Com o telemarketing automatizado, as operadoras passaram a usar um discador que recebe uma lista de telefones para fazer as ligações. Essas chamadas são, então, passadas para atendentes ou o consumidor ouve uma gravação ao atender. Casos de ligações mudas ou que caem ao atender costumam ocorrer por falhas no sistema ou porque não há atendentes para o robô passar a ligação. Esse sistema também faz com que as ligações sejam repetidas para o mesmo consumidor no decorrer do dia. O problema de ligações indesejadas tem escala global e vem sendo enfrentado por órgãos reguladores de outros países, como Estados Unidos e Índia, segundo a Anatel. No Brasil, estudos estimam que cerca de dois terços dessas ligações são provenientes de outros setores econômicos que não os de telecomunicações. Em função das competências legais da Anatel, a medida alcança apenas as empresas de telecomunicações, que respondem por cerca de 32% das chamadas indesejadas. Passo a passo Para bloquear a ligação das empresas de telecomunicação, o usuário deve acessar o site e se cadastrar, criando um login (com e-mail) e uma senha. Na sequência, terá de informar o CPF. Depois, cadastrar o número do telefone (celular ou fixo) que deseja bloquear – é possível cadastrar mais de uma linha. No último menu, o usuário pode selecionar quais companhias quer bloquear. Saiba como funciona o 'Não me perturbe'
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22/08 - Governo prevê privatizar Porto de Santos até o final de 2022, diz secretária
A Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), que administra o porto, está entre as 9 estatais incluídas do plano de privatizações do governo Bolsonaro. Movimentação de contêineres no Porto de Santos Divulgação/Codesp O Ministério da Infraestrutura planeja realizar a privatização do Porto de Santos até o final de 2022, segundo informou nesta quinta-feira (22) a secretária de Fomento, Planejamento e Parcerias da pasta, Natália Marcassa. A Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), que administra o maior complexo portuário da América Latina, está entre as 9 estatais que foram incluídas na véspera no programa de privatizações do governo Bolsonaro. "Vamos privatizar o porto de Santos até o final do governo. E quem privatizar o porto de Santos faz qualquer outro projeto de infraestrutura", afirmou a secretária, reconhecendo o desafio e dificuldades para conseguir aprovar o projeto. Por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), é proibida a privatização de estatais sem aprovação do Congresso. Pela mesma decisão, o aval do Legislativo só é dispensado na venda de subsidiárias pelo governo federal. Privatizações enfrentarão resistência política, e governo terá de trabalhar base, diz Maia Governo anuncia plano para privatizar mais 9 estatais; veja lista Ela explicou que o processo de privatização de portos federais deverá ter como primeiro projeto piloto a venda da Codesa (Companhia Docas do Espirito Santo), que já estava em fase de estudos no âmbito do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) lançado pelo governo de Michel Temer e mantido pela atual gestão. Com o anúncio de novos projetos de privatização, a carteira atual do PPI conta atualmente com 119 ativos, com previsão de investimentos de mais de mais de R$ 2 trilhões, segundo estimativa do governo. Na área de portos, além Codesp e da Codesa, a secretária disse que o governo também estuda a privatização dos portos de São Sebastião e Suape. Para 2020, estão previstos os leilões de arrendamento de mais 6 terminais portuários: 4 no Porto de Itaqui e 2 no Porto de Santos. Na área de rodovias, segundo a secretária, os próximos leilões previstos são o da BR 364/365/GO/MG, marcado para o dia 18 de setembro, e o da BR-101/SC, que deve ocorrer até o final do ano. Já na área de aeroportos, o governo pretende leiloar em 2020 mais 22 aeroportos da Infraero divididos em três blocos, encabeçados pelos terminais de Curitiba, Manaus e Goiânia. Já Congonhas e Santos Dumont deverão ser os últimos a irem à leilão, em 2022, de forma a garantir o equilíbrio das contas da Infraero até que ela fique sem nenhum terminal para administrar. Em 2019, já foram tirados do papel 26 projetos de transferência de ativos para a iniciativa privada na área de infraestrutura, incluindo o leilão de 12 aeroportos, 13 terminais portuários e a concessão da ferrovia Norte-Sul.
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22/08 - Processo seletivo da Saúde tem inscrição prorrogada até sexta-feira em Cuiabá
Salários variam de R$ 1.286,15 a R$ 3.183,71. Com o novo prazo, os candidatos dos níveis médios a superior que desejarem concorrer a uma das 4.699 vagas. Prefeitura de Cuiabá abre processo seletivo na Saúde com mais de 4,6 mil vagas Gustavo Duarte/Prefeitura de Cuiabá As inscrições do processo seletivo da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) foram prorrogadas até as 23h59 de sexta-feira (23). Com o novo prazo, os candidatos dos níveis médios a superior que desejarem concorrer a uma das 4.699 vagas, dentre as quais 1.764 para preenchimento imediato e 2.635 para cadastro de reserva, com salários que variam de R$ 1.286,15 a R$ 3.183,71, deverão se inscrever exclusivamente via online, através do site eletrônico do Instituto Selecon. A efetivação da inscrição somente ocorrerá após a quitação da taxa de inscrição, que consiste em R$ 60 para as funções de nível médio técnico e nível médio e de R$ 70 para as funções cujo pré-requisito seja o nível superior. O certame acontecerá em duas etapas: aplicação da prova objetiva, que acontecerá no dia 08 de setembro, sendo no período matutino para nível superior e vespertino para níveis médio e médio técnico, e posterior análise de documentos e comprovação de títulos nos dias 15 e 16/9. Já o resultado final e o chamamento dos aprovados acontecerão em 1º de outubro. Vagas Nível Médio: Administrativo, Atendente Central - Call Center, Cuidador em Saúde, Lactarista e Motorista de Ambulância, Técnico de Enfermagem, Técnico de Laboratório, Técnico em Farmácia e Técnico em Saúde Bucal. Nível Superior: analista de rede, analista de sistemas, arquiteto, assessor de apoio jurídico, assistente social, biólogo, biomédico, cirurgião dentista, cirurgião, enfermeiro, engenheiro civil, farmacêutico, farmacêutico bioquímico, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, médico veterinário, nutricionista, profissional de educação física, psicólogo, psicopedagoga e terapeuta ocupacional. Superior com Especialização: Cirurgião dentista (bucomaxilo), broncoscopista, cardiologista, cirurgião geral, cirurgião vascular, clínico geral, dermatologista, endocrinologista, gastroenterologista, geriatra, ginecologista, hematologista, hepatologista, infectologista, intensivista, nefrologista, neuropediatra, neurologista, oftalmologista, ortopedista, otorrinolaringologista, pediatra, pneumologista, psiquiatra, reumatologista, ultrassonografista e urologista. O certame terá vigência de dois anos, podendo ser prorrogado por igual período para atender excepcional interesse público, certificado pela autoridade competente.
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22/08 - STF adia análise sobre possibilidade de Executivo cortar verba de outros poderes
Julgamento sobre dispositivo da Lei de Responsabilidade Fiscal está empatado em 5 a 4. Discussão aguarda o voto do decano, Celso de Mello. Com um empate, o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu nesta quinta-feira (22) a análise sobre se o Poder Executivo pode cortar o orçamento de outros poderes (Legislativo e Judiciário, além de Ministério Público e Defensoria Pública) quando a arrecadação não atingir as expectativas. O STF voltou a julgar nesta quinta pontos da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). A análise de diversos dispositivos da lei começou na quarta (21) e ocupou duas sessões da Corte, manhã e tarde. A permissão ao Executivo para cortar orçamento dos outros poderes é o ponto que mais suscitou debate entre os ministros da Corte até agora. Nesta quinta-feira o julgamento começou com placar de cinco votos favoráveis à permissão e quatro contrários. A maioria também entendia que o Executivo deveria fazer o repasse mensal em dia ao demais poderes. Do contrário, fica sujeito a arresto (apreensão judicial), o que o obrigaria a efetuar a transferência. Faltavam apenas os votos dos ministros Luiz Fux e Celso de Mello sobre esse ponto. Celso de Mello não estava na sessão por motivos de saúde. Fux foi o único a apresentar o voto nesta quinta. O ministro seguiu o entendimento do relator das ações, ministro Alexandre de Moraes, afirmando que essa interferência do Executivo é inconstitucional. Segundo Fux, "retomar o dispositivo vai exatamente trazer um ambiente de crise institucional e desarmonia. Pelo voto de Alexandre de Moraes, a norma fere a autonomia das instituições e a separação de poderes. Com o voto de Fux, o julgamento está empatado. Assim, o presidente do STF, Dias Toffoli, suspendeu a análise deste dispositivo, que só será retomada com o voto de desempate do ministro Celso de Mello. Lei de Responsabilidade Fiscal Criada em 2000, a LRF tem o objetivo de impor limite ao gasto público, adaptá-lo ao que é arrecadado por meio de impostos e conter o endividamento de União, estados, Distrito Federal e municípios. Os ministros já mantiveram 14 artigos da legislação que eram questionados. Ao todo, o STF analisa oito ações sobre a Lei de Responsabilidade Fiscal, das quais duas já foram arquivadas por decisão do plenário. As oito envolvem 30 artigos da lei. O STF continua analisando os demais pontos questionados.
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22/08 - Em cerimônia fechada, Ricardo Liáo assume comando do novo Coaf
Liáo era diretor de supervisão do antigo Conselho de Controle de Atividades Financeiras, que passou a se chamar Unidade de Inteligência Financeira (UIF). O economista e servidor do Banco Central, Ricardo Liáo, durante audiência na Câmara dos Deputados Antonio Araújo/Câmara dos Deputados Ricardo Liáo assumiu nesta quinta-feira (22) o comando da Unidade de Inteligência Financeira (UIF), novo órgão que substituirá o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), e que passa a fazer parte do Banco Central (BC). Liáo era diretor de supervisão do antigo órgão de controle. A transmissão de cargo foi realizada na manhã desta quinta-feira, em uma cerimônia fechada na sede do órgão, e contou com a presença do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, autor da nomeação de Liáo. Ricardo Liáo é servidor aposentado do Banco Central e deixa o cargo de diretor de Supervisão do Coaf para assumir a UIF. De 1998 a 2013, foi conselheiro do BC no Coaf. De 2013 a janeiro deste ano, foi secretário-executivo do conselho, e, desde então, diretor de supervisão do órgão. O presidente Jair Bolsonaro editou medida provisória publicada nesta terça-feira (20) no "Diário Oficial da União" que transferiu o órgão do Ministério da Economia para o Banco Central. A medida provisória também oficializou a mudança de nome do órgão, que deixou de ser Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) para passar a se chamar Unidade de Inteligência Financeira (UIF). Em sua fala na cerimônia, divulgada pela assessoria do Banco Central, Roberto Campos Neto destacou que a integração do novo Coaf ao BC é um "importante passo para a implantação de uma estrutura autônoma". "Estou seguro que os termos do projeto [que reestruturou o Coaf] irão garantir os necessários mecanismos de blindagem técnica e operacional, oferecendo ao Banco Central autonomia e à UIF uma blindagem ainda maior quanto a eventuais pressões de poderes políticos ou econômicos", disse Campos Neto. Presidente do STF comenta decisão de suspender investigações com uso de dados do Coaf A polêmica De acordo com o colunista do G1 e da GloboNews Valdo Cruz, aliados de Bolsonaro vinham pressionando o presidente a demitir o chefe do Coaf, Roberto Leonel. Isso porque Leonel, indicado para o cargo pelo ministro da Justiça, Sergio Moro, criticou uma decisão do ministro Dias Toffoli, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF). Em julho, Toffoli suspendeu investigações baseadas em dados compartilhados pelo Coaf sem autorização judicial. A decisão foi tomada atendendo a pedido do senador Flavio Bolsonaro (PSL-RJ), um dos filhos do presidente Jair Bolsonaro. Segundo o Coaf, foram encontradas movimentações financeiras atípicas de Fabrício Queiroz, motorista de Flavio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro quando o senador era deputado estadual. Conforme o órgão, Queiroz movimentou de maneira atípica R$ 1,2 milhão entre 2016 e 2017.
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