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15/12 - Boeing abre 1ª fábrica de 737 na China em meio a guerra comercial
Boeing e Airbus estão expandindo presença na China, enquanto disputam pedidos no crescente mercado de aviação do país, que deve se tornar o maior do mundo na próxima década. Convidados assistem à entrega do 1º Boeing Max para a Air China, em Zhoushan Thomas Peter/Reuters A Boeing abriu sua primeira fábrica de montagem do jato 737 na China neste sábado (15), um investimento estratégico destinado a alcançar a liderança de vendas sobre a rival Airbus num dos principais mercados de viagens do mundo, movimentado ofuscado pela guerra comercial EUA-China.     Entenda a 'guerra comercial' entre EUA e China e como ela pode afetar a economia mundial A maior fabricante de aviões do mundo também entregou o primeiro dos 737 mais vendidos (737 Max) para a aérea local Air China, no complexo em Zhoushan, cerca de 290 quilômetros a sudeste de Xangai, durante cerimônia com os principais executivos de ambas as empresas.     Os executivos, juntamente com representantes do órgão regulador de aviação da China, mostraram o avião em um evento com participação de centenas de pessoas.     Boeing e Airbus estão expandindo presença na China, enquanto disputam pedidos no crescente mercado de aviação, que deve superar os Estados Unidos como maior do mundo na próxima década.     A Boeing investiu US$ 33 milhões no ano passado para obter uma participação majoritária em uma joint venture com a estatal Comac (Commercial Aircraft Corp of China) para construir o centro de conclusão de montagem.     A Boeing se considera a maior exportadora dos EUA e entregou mais de um em cada quatro aviões que fez no ano passado para clientes na China, onde prevê uma demanda de 7,7 mil novos aviões nos próximos 20 anos avaliados em US$ 1,2 trilhão.     Mas a cerimônia inaugural da fábrica foi ofuscada pelas tensões entre Estados Unidos e China, no meio de uma contundente guerra tarifária. As duas maiores economias do mundo estão em um período de 90 dias para negociar um acordo comercial.      "Estou nervoso com a situação? Sim, é claro. É um ambiente desafiador", disse John Bruns, presidente da Boeing China, a repórteres em teleconferência.     Embora os atritos comerciais tenham prejudicado empresas como os produtores de soja dos EUA e os fabricantes chineses, seu impacto na Boeing ainda não está claro. Aeronaves fabricadas nos EUA até agora escaparam das tarifas de Pequim.     A Boeing pretende atingir a meta de entrega de 100 aviões por ano em Zhoushan, embora Bruns tenha refletido sobre a rapidez com que alcançará esse nível e disse que a Boeing não tem plano de expandir o trabalho para outros tipos de aeronaves.     A Boeing também espera que a usina alivie a pressão nas instalações de Seattle, onde planeja aumentar a produção em 2019 do avião 737, o mais vendido, mas com problemas de produção.
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15/12 - Falha de configuração deixou dados de 120 milhões de brasileiros expostos, diz empresa
Banco de dados contendo dados cadastrais e informações pessoais e financeiras estava aberto para acesso de qualquer um. Responsáveis não foram identificados. Um relatório da empresa de segurança InfoArmor publicado esta semana afirma que um erro de configuração em um servidor deixou exposto um banco de dados contendo dados associados a 120 milhões de números do Cadastro de Pessoa Física (CPF) do Brasil. Além dos números únicos de CPF, o arquivo também tinha informações pessoais — como nome completo, endereço, e-mail e telefone —, dados financeiros (contas, crédito e outros) e informações eleitorais. O pacote com mais de 95 GB de dados foi encontrado em março de 2018. No mês seguinte, a InfoArmor começou uma busca pelos responsáveis pelo servidor que armazenava os dados, que não foram localizados. A companhia entrou em contato com o provedor de hospedagem onde o servidor estava abrigado e recebeu uma resposta afirmando que o cliente seria alertado. Servidor deixou pasta exposta com bancos de dados que somavam 95 GB. Reprodução/InfoArmor Os dados foram retirados do ar próximo ao fim de abril. Em seu lugar, o servidor passou a redirecionar os acessos ao site "AlibabaConsultas". Não se sabe se o site tem qualquer relação com o servidor encontrado pela InfoArmor. Nesta sexta-feira (14), o AlibabaConsultas estava fora do ar. O registro do site foi feito por meio de um serviço de privacidade, que esconde os dados de contato dos responsáveis. Arquivo renomeado deixou pasta exposta Os arquivos contendo informações associadas ao CPF estavam em uma pasta que ficou simplesmente exposta. Não era preciso explorar nenhuma vulnerabilidade ou quebrar uma senha para ter acesso: bastava acessar o endereço IP correto para ver os arquivos listados. Isso era possível porque o servidor que armazenava os dados tinha um erro de configuração. Em migração para a nuvem, empresas cometem erros que podem expor informações, diz estudo Servidores web normalmente enviam um "arquivo padrão" quando alguém tenta acessar um endereço sem especificar um arquivo. Quando não há um arquivo padrão, o servidor pode ser configurado para exibir um erro (que é a configuração segura) ou a lista de arquivos. Por erro, alguém trocou o nome do arquivo "index.html" para " index.html_bkp". Como o "index.html" é normalmente o arquivo padrão, e ele precisa ter exatamente este nome, o servidor não conseguia mais encontrar o arquivo — já que ele estava com um nome diferente — e sua configuração mandava listar o conteúdo da pasta. Logo, a configuração menos segura, junto do arquivo renomeado, foi a "receita" para o vazamento. "Com a corrida maluca rumo à serviços em nuvem compartilhados, estamos vendo uma tremenda quantidade de dados vazamentos que é potencialmente dez vezes maior do que as atividades de atacantes", afirmou Christian Lees, diretor de inteligência da InfoArmor. A InfoArmor lembra que os dados vazados do Yahoo demoraram mais de um ano para apareceram no submundo da internet. A empresa afirmou que estará monitorando esses canais para verificar se as informações dos CPFs também será compartilhada entre criminosos. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com Selo Altieres Rohr Ilustração: G1
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15/12 - Mais versátil ou personalizado? O segredo do presente ideal
Dar presentes de Natal ou em qualquer outra época pode ser um desafio. Muitos têm o hábito de escolher presentes personalizados, ou seja, tentar escolher algo que a pessoa realmente vai gostar. Mas você pode ser do tipo que prefere escolher presentes mais versáteis, que podem ser usados de mais de uma maneira. Existe um método melhor do que o outro? Mary Steffel e Robyn A. Le Bouef, duas professoras de marketing, comandaram um estudo para tirar a prova através de uma série de experimentos, publicados no Journal of Consumer Research. O resultado mostra a complexidade de um de nossos atos mais sociais. Os 84 participantes de uma das fases do trabalho tinham, por exemplo, de apontar numa lista qual resposta se parecia mais como a maneira como costumam presentear alguém. “Escolhendo um presente de que a pessoa mais vai gostar” foi a opção mais votada. Outra frase com muitos votos foi “escolhendo um presente que mostre o quanto conheço o recebedor”. E de fato ao longo do estudo muitas pessoas preferiram dar presentes personalizados com a intenção de causar maior agrado e de se mostrar mais próximos do presenteados. Personalizar, afinal, requer conhecer alguém. Em teoria, se dá certo e o presente agrada, não é ruim. Então onde está a falha? Quando vamos presentear uma pessoa, principalmente se não a conhecemos tão bem, a escolha tende a supervalorizar alguns traços da pessoa que vai receber o presente, deixando de lado os demais. Assim, o presente é específico demais. Em outro experimento, por exemplo, os participantes escolheram DVDs diferentes para a mesma pessoa quando era presenteada sozinha e quando era presenteada em dupla. Sozinha, eles prestaram mais atenção à informação de que ela gostava de animação, escolhendo um filme da Disney. Mas quando tiveram de escolher um presente para ela e também para uma prima, igualmente fanática por animação, a escolha mudou. Veio à mente uma segunda característica citada pela primeira prima: ela também era fã de ficção científica. A maioria decidiu dar um filme do gênero, deixando a animação para a outra prima, com mais chance de agradar. Se você quiser dar um presente mais personalizado, o melhor, as duas cientistas recomendam, é pensar mais no que a pessoa presenteada gostaria de ganhar do que nos seus traços únicos. Também ajuda comprar presentes para várias pessoas de cada vez. Comparando gostos, a tendência é escolher presentes mais versáteis.
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15/12 - China confirma suspensão de tarifas a veículos e peças americanos
Trégua na guerra comercial entre China e EUA terá 90 dias e vale a partir de 1º de janeiro. China havia imposto tarifas de 40% sobre a importação de carros americanos REUTERS/Stringer A China confirmou a suspensão de tarifas aos automóveis e peças de substituição fabricados nos Estados Unidos a partir do dia 1º de janeiro, uma medida que faz parte do acordo de trégua à guerra comercial fechado há poucos dias pelos presidentes Donald Trump e Xi Jinping. A imprensa local replicou neste sábado (15) o anúncio feito na sexta-feira (14) à noite pelo Ministério de Finanças do país sobre a queda temporária para 15% - atualmente são 40% - dos impostos que a China cobra no setor dos EUA. "A imposição de tarifas aos automóveis e partes originais dos Estados Unidos é um movimento forçoso contra o protecionismo comercial americano, por isso que a suspensão das tarifas é uma medida concreta para implementar o consenso dos dois chefes de estado", escreveu o ministério. Em julho, a China reduziu as tarifas aos veículos importados para 15%, mas mais tarde elevou a taxa para 40% em represália às tarifas punitivas de Washington sobre produtos chineses. O governo vai suspender assim durante três meses a imposição de tarifas que afetarão 211 linhas de produtos como veículos híbridos de passageiros, caminhões com motor diesel, chassis e cintos de segurança dos assentos, entre outros. "Esperamos que as duas partes, de acordo com o consenso dos dois chefes de estado, se baseiem na premissa do respeito mútuo, da igualdade mútua e da fidelidade, das palavras e dos fatos, e intensifiquem as consultas para eliminar todos os aumentos de tarifas e desenvolverem ativamente uma situação equilibrada, inclusiva e benéfica para todos", acrescentou o ministério. Nesta semana, os Estados Unidos também confirmaram as primeiras compras significativas de soja americana pela China desde o início da imposição mútua de tarifas sobre produtos importados entre os dois países, em outro sinal de que a disputa pode estar próxima do fim. Entenda a 'guerra comercial' Igor Estrella/G1
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14/12 - ANP divulga preços de comercialização do diesel até 31 de dezembro
Os preços de comercialização contêm um desconto de R$ 0,30 por litro em relação aos preços de referência, no âmbito do programa de subsídio ao óleo diesel. Valor do litro da gasolina e do diesel devem aumentar na capital catarinense Reprodução/RBS TV A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgou nesta sexta-feira (14) os novos preços de comercialização do diesel, que vão valer de 16 a 31 de dezembro. Houve queda nos valores nas regiões Norte e Nordeste e elevação nas demais regiões. No Norte, o preço de comercialização recuou 2,42%, para R$ 1,7121 por litro, enquanto no Nordeste a queda foi de 1,13%, para R$ 1,7464 por litro. No Centro-Oeste houve alta de 1,76%, para R$ 1,9341, enquanto no Sudeste o avanço foi de 1,84%, para R$ 1,8524. Já no Sul o crescimento foi de 1,80%, para R$ 1,8355 por litro. Os preços de comercialização contêm um desconto de R$ 0,30 por litro em relação aos preços de referência, no âmbito do programa de subsídio ao óleo diesel. Os preços divulgados hoje representam o 6º período da terceira fase do programa.
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14/12 - Pesquisa indica que o desemprego é a principal causa de inadimplência no comércio carioca
Levantamento ouviu 500 consumidores. Além do desemprego, diminuição da renda familiar, atrasos de pagamento, descontrole de gastos e o empréstimo de nomes foram citados. Desemprego foi citado como maior motivo de inadimplência no comércio do RJ Pilar Olivares/Reuters Um levantamento indica que o desemprego (55%) foi a principal causa da inadimplência no comércio carioca, seguido pela diminuição da renda familiar (20%), atraso de pagamento (10%), descontrole de gastos (8%) e o costume de emprestar o nome a terceiros (7%). As conclusões estão na pesquisa "Perfil do Inadimplente" feita pelo Centro de Estudos do Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro – CDLRio – que ouviu 500 consumidores que procuraram o Serviço Central de Proteção ao Crédito da entidade nos meses de outubro e novembro para regularizar o nome. Dos entrevistados 52% são do sexo masculino e 48% do sexo feminino; 63% são casados; 5% tem de 18 a 20 anos, 25% entre 21 e 30 anos, 35% entre 31 e 40 anos; 20% de 41 a 50 anos; 15% de 51 a mais de 60 anos. Entre eles 18% tem renda familiar de um salário mínimo, 48% de dois a três salários mínimos; 24% entre quatro a cinco salários mínimos e 10% acima de seis salários mínimos; 50% tem o segundo grau completo, 24% incompleto; 16% tem curso superior incompleto e 10% superior completo. Eles foram incluídos no cadastro por dívida contraída por empréstimo pessoal (21%); empresas de cartão de crédito (28%), compora de eletrodomésticos (12%); roupas e calçados (12%); cheque (6,6%), contas de concessionárias – água, energia, gás, TV a cabo, celular e telefone fixo (20,4%), entre outros. A pesquisa mostra que ao adquirirem o crédito os consumidores informaram que o fizeram através de cartão de crédito, carnê, cartão de loja e por cheque. Ainda entre os entrevistados, 25% estão no cadastro há um ano, 20% há dois anos, 19% há três anos, 16% há quatro anos, 8% há mais de quatro anos, 7% não sabem e 5% não responderam e 50% tem uma conta atrasada, 40% duas contas, 6% três contas e 4% quatro contas. A pesquisa mostra que 40% tem prestações atrasadas no valor de até R$ 500; 30% até R$ 600; 12% até R$ 1.000, 8% até R$ 2.000, 4% até 3.000, e 6% até R$ 5000. Dos entrevistados 47% pretendem quitar o débito usando recursos próprios, 41% com a parcela do 13° salário, com recursos das férias, 8% com o FGTS, 4% com poupança e outros recursos. Quando tiveram os nomes incluídos no Serviço Central de Proteção ao Crédito, 62% estavam empregados e 38% estavam desempregados. Destes 52% trabalhavam no comércio, 15% eram prestadores de serviço e outros 11% por conta própria e 22% em outras áreas. Dos 500 consumidores ouvidos, 18% disseram que a sua situação financeira melhorou em relação ano passado, 61% responderam que piorou e outros 21% responderam que está igual. Após quitar a dívida 65% dos entrevistados disseram que pretendem voltar a fazer compras nos próximos meses, principalmente de eletrodomésticos, móveis, roupas e calçadas, além de outros bens. Segundo o presidente do CDL-Rio, Aldo Gonçalves, o comércio é o setor que mais sofre com a inadimplência, principalmente as lojas de roupas, calçados e de eletrodomésticos que vendem com prazos mais longos. “A boa notícia dessa pesquisa é que 65% pretendem fazer novas compras. Outro aspecto a ser ressaltado é que o nível de inadimplência vem se mantendo estável (no acumulado dos dez meses do ano foi de 1%). Ele diz que se houver redução mais forte na taxa de juros, os credores poderão oferecer ainda mais facilidades para renegociar débitos e, com isso, reduzir ainda mais a inadimplência”, diz Aldo.
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14/12 - Preço médio da gasolina nas bombas recua pela 8ª semana seguida, diz ANP
Valor médio por litro passou de R$ 4,402 para R$ 4,365; preço médio do etanol, diesel e botijão de gás também caiu. Bomba de gasolina em posto da zona sul de São Paulo Marcelo Brandt/G1 O preço da gasolina nas bombas caiu 0,8% nesta semana, no oitavo recuo seguido, de acordo com dados divulgados nesta sexta-feira (14) pela Agência Nacional do Petróleo, do Gás Natural e dos Biocombustíveis (ANP). O valor médio por litro passou de R$ 4,402 para R$ 4,365. O valor representa uma média calculada pela ANP com os dados coletados nos postos, e, portanto, os preços podem variar de acordo com a região. Na mesma semana, a Petrobras subiu o preço da gasolina nas refinarias em cerca de 4%. As alterações de preços pela Petrobras fazem parte da política de preços da companhia, que reajusta o valor da gasolina nas refinarias quase que diariamente com o objetivo de acompanhar as cotações internacionais. Fatores como o câmbio e a cotação do barril de petróleo influenciam na variação dos preços. Nesta sexta, a Petrobras elevou em 2,04% o preço da gasolina nas refinarias. Com isso, o preço do litro do produto passará de R$ 1,5878 para R$ 1,6202 neste sábado (15). O repasse ou não dos reajustes nas refinarias ao consumidor final depende dos postos. No mês de novembro, o preço da gasolina nas refinarias recuou mais que a média nos postos. Enquanto o valor médio divulgadoi pela ANP recuou cerca de 4%, nas refinarias a queda foi de 17%, aproximadamente. A ANP chegou a pedir explicações às principais distribuidoras. No ano, o preço médio da gasolina nas bombas acumula alta de 6,5%, também considerando a média calculada pela ANP. A variação é maior que a inflação esperada para o ano todo. Segundo o relatório Focus, divulgado nesta semana pelo Banco Central, o mercado espera que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do país, fique em 3,71% em 2018. Diesel Refinaria de petróleo da Petrobras é vista na cidade de Paulínia, em São Paulo. Denny Cesare/Código19/Estadão Conteúdo A ANP também informou que o preço do litro do diesel recuou nesta semana. A queda foi de 1,2%, com o valor do litro recuando de R$ 3,566 para R$ 3,524. Da mesma forma como ocorre com a gasolina, o valor representa uma média calculada com base nos dados coletados nos postos, e portanto pode variar de acordo com a região. Nas refinarias, o valor do diesel permaneceu congelafo nesta semana, em R$ 1,7984. A Petrobras reduziu a frequência de reajustes como parte do acordo para encerrar a greve dos caminhoneiros em junho. No ano, o preço do diesel na bomba dos postos acumula alta de quase 6% - ou seja, também acima da inflação esperada para o ano todo. Desde o dia anterior à greve dos caminhoneiros, o preço nas bombas acumula queda de quase 2%, ou R$ 0,07. Etanol e gás de cozinha A ANP tamém divulga semanalmente o preço médio do litro do etanol e do botijão de gás de cozinha. Nesta semana, o valor do litro do etanol recuou 0,45% na semana, de R$ 2,834 para R$ 2,821. No ano, o preço já tem queda de mais de 3%. O preço do gás de cozinha também caiu. A média passou de R$ 69,53 na semana anterior para R$ 69,21 - uma queda de 0,46%. No ano, o preço médio do botijão subiu até agora menos do que a inflação esperada para 2018 inteiro. A alta acumulada é de 2,6%.
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14/12 - Petrobras aumenta preço da gasolina nas refinarias em 2,04%
Preço do litro passará de R$ 1,5878 para R$ 1,6202; litro do diesel segue em R$ 1,7984. Replan é a maior refinaria da Petrobras e fica localizada em Paulínia, na Rodovia SP-332. Reprodução/EPTV A Petrobras elevou em 2,04% o preço da gasolina nas refinarias. Com isso, o preço do litro do produto passará de R$ 1,5878 para R$ 1,6202 entre esta sexta-feira (14) e o sábado (15). Na quinta-feira, a estatal reduziu o preço da gasolina em 1,50%. Quanto ao diesel, a Petrobras informou no início de dezembro redução de 15,3% do preço médio do diesel praticado pela companhia em suas refinarias e terminais, para R$ 1,7984 por litro. O reajuste será válido para o período de 29 de novembro a 15 de dezembro e corresponde ao 5° período da 3ª fase do Programa de Subvenção ao Preço do Diesel. A mudança, segundo a Petrobras, segue a metodologia estabelecida na resolução nº 743 da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), de 27/08/18. A companhia continuará a análise econômica do programa de subvenção para o período subsequente, informou a Petrobras, em seu comunicado sobre o assunto. O programa de subvenção ao diesel foi criado pelo governo após a greve dos caminhoneiros, no fim de maio. Uma das principais reivindicações da categoria era redução no preço do diesel. Política de preços A Petrobras adota novo formato na política de ajuste de preços desde 3 de julho do ano passado. Pela nova metodologia, os reajustes acontecem com maior periodicidade, inclusive diariamente. Em março deste ano, a empresa mudou sua forma de reajustes, e passou a divulgar preços do litro da gasolina e do diesel vendidos pela companhia nas refinarias — e não mais os percentuais de reajuste. Desde o início da nova metodologia, o preço da gasolina comercializada nas refinarias acumula alta de 23,51% e, o do diesel, valorização de 32,65%.
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14/12 - Bradesco não vai fechar capital da Cielo, diz presidente do banco
Maior empresa de meios de pagamentos eletrônicos do país, Cielo tem sofrido os efeitos do aumento da concorrência no setor. Pessoas caminham em frente à uma agencia do Banco Bradesco na avenida Berrini, na zona sul de São Paulo Marcelo Brandt/G1 O presidente do Bradesco, Octávio de Lazari, descartou planos de fechar o capital da Cielo, empresa que controla em sociedade com o Banco do Brasil. "Não vamos fechar o capital da Cielo", disse o executivo nesta sexta-feira (14) em encontro anual com jornalistas. Maior empresa de meios de pagamentos eletrônicos do país, com quase metade de participação do mercado, a Cielo tem sofrido os efeitos da rápida multiplicação de concorrentes no setor, o que tem assustado investidores. Só neste ano, a ação da companhia já caiu quase 60% na bolsa. Octavio de Lazari Junior, presidente do Bradesco Paulo Whitaker/Reuters Uma das respostas da Cielo ao aumento da concorrência foi começar neste ano a vender terminais de pagamentos com as bandeiras de BB e Bradesco nas agências dos próprios bancos. No Bradesco, já foram vendidos 370 mil desses equipamentos, disse De Lazari. Segundo executivos do Bradesco, a atual precificação da Cielo no mercado não reflete corretamente o poder da companhia de gerar valor aos acionistas. Ainda assim, o banco considera que é melhor a Cielo seguir como empresa listada, em parte porque o capital que o banco dispenderia numa recompra pode ser usado de melhores maneiras para gerar retorno aos acionistas. Uma delas é ampliar as operações de crédito, num momento em que a economia brasileira ganha tração. A expectativa do Bradesco é que o estoque de empréstimos do setor financeiro no país, tanto para empresas quanto para pessoas, evolua ao redor de 10% em 2019. "Essa recuperação da economia pode nos ajudar a sustentar nossos níveis de rentabilidade", disse De Lazari. No terceiro trimestre, o banco teve retorno anualizado sobre o patrimônio líquido de 19%. Bradesco tem lucro acima de R$ 5 bilhões no 3º trimestre De Lazari disse que o banco está bem posicionado para competir nas diversas áreas de atuação do setor financeiro, mesmo com as plataformas de serviços financeiros, fintechs, que têm se popularizado ofertando serviços gratuitos. Executivos do banco disseram que o Next, braço digital de contas do Bradesco, deve fechar 2018 com cerca de 500 mil clientes, enquanto o Digio, fintech de cartões de crédito que concorre com o Nubank, deve chegar a 1 milhão de contas no começo de 2019. De Lazari afirmou ainda não esperar que o governo do presidente eleito Jair Bolsonaro promova a privatização do Banco do Brasil ou da Caixa Econômica Federal brevemente, mas que os bancos privados passem a ter uma atuação mais forte no crédito do que seus rivais de controle do governo federal.
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14/12 - Estrangeiros já têm fatia em aéreas brasileiras; veja o que está em jogo
Temer assinou MP que libera até 100% de capital estrangeiro em aéreas do país. Companhias manifestaram opiniões divergentes sobre medida; veja a composição acionária. Azul manifestou preocupação com aumento de capital estrangeiro nas aéreas. Divulgação/Embraer A medida provisória assinada pelo presidente Michel Temer que autoriza a injeção de até 100% de capital estrangeiro em aéreas brasileiras, abre caminho para que empresas de outros países aumentem a participação e até mesmo assumam o controle das companhias que atuam hoje no Brasil. As principais companhias aéreas brasileiras já têm boa parte de seu capital nas mãos de estrangeiros. Com a MP, aumentam as chances de aquisições, mas não há um consenso no setor sobre os efeitos imediatos da nova regra. Hoje, a lei restringe a participação estrangeira nas áreas a 20% do capital societário. O aumento para 100% permite aos estrangeiros adquirir todo o negócio das aéreas que operam no Brasil. Entre as estrangeiras que já possuem participação acionária em aéreas brasileiras estão as americanas Delta Airlines, United Airlines e a Qatar Airways. Veja abaixo a composição acionária das maiores companhias aéreas brasileiras: Estrutura societária das aéreas brasileiras em 2018. Cláudia Ferreira/G1 A Azul, única aérea que manifestou abertamente preocupação com a MP, foi fundada por David Neeleman, que tem nacionalidade brasileira e americana, e também é dono da portuguesa TAP. Além disso, 8% de seu capital pertence à americana United Arlines. Já a Latam Brasil, que é uma subsidiária do grupo chileno Latam (fruto da fusão entre Tam e Lan), viu a medida com simpatia. A participação da família brasileira Amaro na companhia vem caindo, e hoje está em 2,6% da companhia. A Gol e a Avianca, que pediu recuperação judicial esta semana, não se manifestaram sobre o assunto. As duas aéreas têm a maior parte de sua receita proveniente do mercado interno. Dona da maior fatia do mercado doméstico, com presença de 35%, a Gol tem quase 10% de seu capital controlado pela americana Delta Airlines, e mantém uma parceria com a Air France KLM –mas continua sendo a aérea brasileira com a maior participação de capital nacional. A Avianca Brasil, que acumula uma dívida de R$ 493,8 milhões, é controlada pela holding do investidor Germán Efromovic, que afirmou negociar uma injeção de capital para salvar a companhia. Ele nasceu na Bolívia, mas tem cidadania brasileira, colombiana e polonesa e é um dos responsáveis pelo Synergy Group e membro do conselho administrativo da Avianca Holdings. Falta de consenso Para a analista de aviação na XP Investimentos, Bruna Pezzin, a ampliação de capital estrangeiro gera efeitos positivos e negativos para as aéreas. “A preocupação com a MP vem do fato de não existir necessariamente uma equidade com as leis de fora, obrigando as empresas a trabalhar em um ambiente regulatório diferente”, afirma Pezzin. Por outro lado, o principal benefício seria a possibilidade de uma nova fonte de financiamento em situações de stress, como passou a Gol em 2016, que precisou devolver aviões e reduzir a oferta para equilibrar as contas. Por ser uma MP, a medida entra em vigor assim que for publicada no "Diário Oficial", mas precisará do aval do Congresso em até 120 dias. Caso contrário, a proposta perde o efeito. Analistas ouvidos pelo G1 na véspera citaram que a medida deve ajudar a estimular a competição e um aumento da oferta no mercado interno, barateando custos e gerando benefícios para o consumidor. O coordenador de cursos da FIA (Fundação Instituto de Administração), Marcos Piellusch, considera possível que a medida venha a facilitar a recuperação da Avianca. “Caso haja alguma empresa estrangeira interessada em adquirir a aérea, isso pode ajudá-la a se recuperar”. Restrição ao capital estrangeiro Pelo Código Brasileiro de Aeronáutica (CBA), somente brasileiros podiam controlar empresas aéreas no país. Ao elevar o limite de capital de 20% para 100%, o governo agora permite que estrangeiros também sejam controladores de empresas que operam voos dentro do Brasil. Em 2016, Temer já havia tentado mudar a regra para permitir o controle por estrangeiros das aéreas brasileiras, mas foi barrado no Senado, que só aprovou um projeto com mudanças no setor aéreo com veto ao trecho que elevava para 100% a fatia de estrangeiros nas empresas. A mudança foi barrada porque senadores avaliaram que o controle estrangeiro das áereas nacionais poderia colocar em risco a aviação regional e a continuidade da oferta de voos para alguns destinos pouco atrativos.
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14/12 - Facebook afirma que nova falha permitiu acesso a fotos de 6,8 milhões de usuários
O 'bug' inclusive daria acesso a fotos que foram postadas na rede social, mas que não haviam sido compartilhadas com amigos ou o público. A falha já foi corrigida. Mark Zuckerberg, CEO do Facebook. Reuters/Stephen Lam O Facebook revelou nesta sexta-feira (14), em um post na página voltada para desenvolvedores, que um erro na plataforma teria permitido que aplicativos terceiros tivessem acesso a fotos de 6.8 milhões de usuários. O 'bug' inclusive daria acesso a fotos que foram postadas na rede social, mas que não haviam sido compartilhadas com amigos ou o público. A falha já foi corrigida. Segundo a postagem, feita por um funcionário da empresa, o erro permitiu o acesso durante um período de 12 dias em setembro deste ano. A notícia é mais uma na lista de erros do Facebook, que em setembro deste ano revelou uma falha que permitiu acesso a dados de mais de 50 milhões de usuários. Segundo a postagem, o Facebook irá notificar as pessoas que foram afetadas por essa falha via mensagem na rede social. De acordo com as informações, o erro acontecia quando alguém dava permissão de acesso a um aplicativo terceiro para que visualizasse as fotos do usuário na rede social. "Nós geralmente só permitimos acesso às fotos que são postadas na linha do tempo. Neste caso, o bug potencialmente deu a desenvolvedores acesso a outras fotos, como as postadas no Marketplace ou nas Stories. O erro também afetou fotos postadas e não compartilhadas", afirma o autor. Sob maior escrutínio público de suas ações e vazamento de dados, o Facebook aumentou recentemente a recompensa que paga a pessoas que encontram bugs na plataforma. Só em 2018, foram pagos US$ 1,1 milhão em prêmios e o maior valor individual, US$ 50 mil. A rede social foi uma das primeiras grandes empresas do setor de tecnologia a trabalhar com o sistema de "caça de erros" (bug bounty, em inglês) , que premia terceiros que encontrem bugs e notifiquem a plataforma. O programa já pagou mais de US$ 7,5 milhões desde que foi instaurado em 2011.
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14/12 - Embraer entrega primeiro jato E190-E2 à companhia do Cazaquistão
Entrega foi em Astana, capital do país, nesta sexta-feira (14). Fuselagem tem pintura especial, de leopardo das neves, feita sob encomenda. Air Astana recebeu primeiro jato E190-E2 nesta sexta-feira (14) Embraer/Divulgação A Embraer entregou a primeira aeronave E190-E2 à aérea Air Astana em cerimônia nesta sexta-feira (14) no Cazaquistão. A companhia tem um contrato para quatro encomendas adicionais do modelo em 2019. O avião vai operar rotas domésticas a partir do final deste mês. O modelo foi entregue com pintura especial, de 'leopardo das neves', estilizado por um pintor da fabricante brasileira, famoso por fazer desenhos realistas na fuselagem dos jatos. A companhia fez o pedido do desenho como parte de uma campanha para chamar atenção para ameaça de extinção do gato selvagem - que é nativo das montanhas do sul do Cazaquistão e é símbolo do país. A aeronave entregue nesta sexta, segundo a Embraer, marca o início da renovação da frota da Air Astana, que já opera uma frota de E190, mas da primeira geração, entregues em 2011. Modelo O E190-E2 é o primeiro jato da nova família de E-Jets E2 a entrar em operação. As aeronaves foram apresentadas ao mercado em 2016. O primeiro voo do modelo ocorreu em abril deste ano. O voo foi operado pela companhia regional da Escandinávia Widerøe. E190-E2 foi entregue em cerimônia na capital do Cazaquistão Divulgação/Embraer
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14/12 - Associação pede criação de fundo para recompensar produtores que soja que preservem o Cerrado
Recursos viriam de grandes empresas da cadeia do grão. Iniciativa é resposta à exigência de mercado europeu contra desmatamento. Colheita soja exportação safra lavoura tocantins Secom/Divulgação A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) está propondo a criação de um fundo para recompensar produtores de soja que preservarem a vegetação nativa em suas fazendas na região do Cerrado. A iniciativa é a resposta do Brasil aos compradores europeus da oleaginosa, cada vez mais sensíveis à questão do desmatamento, disse Bernardo Pires, gerente de sustentabilidade da Abiove, em uma coletiva de imprensa na quinta-feira. O Cerrado ocupa quase um quarto do território brasileiro, com cerca de metade de sua vegetação nativa já destruída, uma vez que a região foi transformada no coração agrícola do Brasil. Proteger a vegetação nativa, que absorve enormes quantidades de carbono, é visto como importante na redução do aquecimento global. Os agricultores do Cerrado estão sujeitos a limites de desmatamento muito menos rigorosos do que aqueles na Floresta Amazônica, sendo obrigados a preservar entre 20% e 35% da cobertura natural, dependendo da área. A proposta pagaria aos agricultores elegíveis do Cerrado uma média de US$ 150 por hectare por ano pela preservação de áreas que poderiam ser legalmente desmatadas, disse Pires. O cálculo foi feito com base no valor do arrendamento da terra. "O plano daria aos agricultores um incentivo financeiro para a preservação de áreas nativas na fazenda", disse Pires. Desta forma, o produtor poderia escolher entre "legalmente expandir a área ou ser compensado pelo fundo". A proposta da Abiove está sendo discutida pelo chamado Grupo de Trabalho do Cerrado, que reúne produtores de soja, tradings e grandes varejistas, disse Leandro Baumgarten, cientista-chefe da The Nature Conservancy, uma das ONGs envolvidas. EUA confirmam vendas de soja para a China EUA vendem mais 300 mil toneladas de soja à China para entrega em 2018/19 Da onde virá o dinheiro O fundo seria custeado pela cadeia de fornecimento de soja, incluindo grandes marcas estrangeiras e empresas de trading atuando no Brasil, disse Baumgarten. As companhias estão entre as mais de 100 que assinaram uma declaração de apoio ao Manifesto do Cerrado, um documento pedindo ação imediata para deter o desmatamento na região, de acordo com Baumgarten e Pires. O grupo inclui gigantes como Unilever, Marks & Spencer e Tesco. "O mecanismo de compensação é algo que estamos acompanhando para ver se é viável, (se) vai ser muito complicado e caro de implementar. Mas se isso garantir o compromisso (de não desmatar), tudo bem", disse Baumgarten. Um estudo da Universidade de Wisconsin descobriu que quase 1 milhão de hectares em fazendas de soja ainda poderiam ser legalmente desmatadas no Cerrado. Mas apenas 13% dessas propriedades têm entre 10 e 100 hectares que podem ser legalmente convertidos em áreas voltadas à commodity.
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14/12 - EUA vendem mais 300 mil toneladas de soja à China para entrega em 2018/19
Na véspera, Departamento de Agricultura americano já tinha confirmado a venda de mais 1,13 milhões de toneladas do grão ao país asiático. Brasil deve fechar 2018 com uma exportação recorde de 82,5 milhões de toneladas de soja Divulgação Exportadores dos Estados Unidos relataram nesta sexta-feira (14) vendas de 300 mil toneladas de soja para entrega à China no ano comercial de 2018/19, em mais um sinal de aquecimento de negócios entre os dois países após a trégua na guerra comercial. As exportações foram confirmadas pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, na sigla em inglês). Na véspera, exportadores norte-americanos já haviam informado vendas de 1,13 milhão de toneladas da oleaginosa para a China, as primeiras significativas em mais de seis meses. O USDA informou ainda exportações de 130 mil toneladas de soja para destinos não revelados no ano comercial de 2018/19. Para a mesma temporada, foram relatadas vendas de 125 mil toneladas de milho para o Japão. Impacto no Brasil Em substituição à soja que antes vinha dos EUA, a China passou a comprar mais grãos brasileiros durante a guerra comercial. Por conta disso, a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) estima que o país deve fechar 2018 com uma exportação recorde do produto: 82,5 milhões de toneladas, ante aproximadamente 68 milhões no ano passado. Só em novembro, foram embarcadas 4,9 milhões de toneladas de soja, sendo 97% para o gigante asiático, segundo a Anec. No acumulado dos 11 primeiros meses do ano, as vendas ao exterior alcançaram 80,1 milhões de toneladas, alta de 22,6% ante igual intervalo de 2017. Do total, 82% foram para a China. Nesta sexta (14), o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, afirmou que o Brasil está preparado para uma eventual redução da demanda chinesa pela soja nacional em face da retomada das negociações com os Estados Unidos. "Está absolutamente preparado... A retirada do imposto lá pela China para soja americana não vai influenciar nada. O mercado vai voltar ao patamar que estava antes ou muito próximo", disse Maggi a jornalistas, em conferência de imprensa para fazer uma balanço de sua gestão. A Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), porém, estima queda no preço da soja e exportação de menores volumes em 2019, diante das expectativas de que a China volte ao mercado americano. Para 2018, a previsão da AEB é de que os embarques do grão gerem receitas de US$ 32,8 bilhões, contra US$ 27 bilhões no ano que vem, queda de 17,8%.
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14/12 - Ministério Público diz que Facebook dificulta investigação sobre tráfico de drogas e abre inquérito
De acordo com o MPF, rede social divulgou informações falsas à Justiça e descumpriu ordem de quebra de sigilo sobre conversas de suspeito de tráfico internacional de drogas. O Ministério Público Federal em São Paulo divulgou nesta sexta-feira (14) que está investigando o Facebook por divulgar informação falsa e descumprir ordens da Justiça. Segundo o MPF, a rede social estaria dificultando investigações sobre tráfico internacional de drogas, ao se recusar a quebrar o sigilo de conversa de um suspeito. A Justiça Federal ordenou a quebra de sigilo de dados de conversas de um suspeito, que usa o aplicativo Messenger, da empresa, para se comunicar. Para o MPF, existe uma "notória resistência" do Facebook em cumprir decisões judiciais, o que motivou o inquérito civil movido contra a rede social. Para o MPF, a empresa "mostra desrespeito aos Poderes da República Federativa do Brasil, bem como dificulta as investigações, colaborando com a impunidade de crimes de extrema gravidade". Segundo o órgão, o Facebook se recusou a revelar as informações dessa conversa. "A demora tem prejudicado o trabalho do MPF na identificação de outros envolvidos e na coibição do comércio de entorpecentes", afirmou o órgão em comunicado à imprensa. Ainda de acordo com o MPF, inicialmente o Facebook alegou que não havia mensagens recebidas ou enviadas pelo perfil do suspeito. Mas, depois que as investigações apreenderam um celular utilizado pelo suspeito, o órgão chegou à constatação que ele usava o Messenger para se comunicar com cerca de outras 20 pessoas. "Confrontada com essa informação, a empresa recuou, pediu para que a resposta anterior fosse desconsiderada e confirmou a existência das mensagens. Até agora, porém, não entregou os dados requisitados por não reconhecer a autoridade do Judiciário brasileiro, exigindo uma ordem da Justiça dos Estados Unidos", afirma o MPF. O MPF também informou que expediu um óficio que estabelece 30 dias para que o Facebook esclareça a rotina que adota para atender a requisições judiciais, a medidas de controle de veracidade das informações que presta aos órgãos de Justiça. Procurado pelo G1, o Facebook enviou uma nota se posicionando sobre o inquérito: "Respeitamos as autoridades brasileiras e estamos em contato com o Ministério Público Federal para esclarecer o caso. Ainda não fomos notificados sobre esta investigação, mas estamos à disposição do MPF."
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14/12 - Futuro ministro quer manter atual secretário do programa de concessões do governo federal
Próximo titular da Secretaria de Governo, general Santos Cruz afirmou que Adalberto Vasconcelos deve seguir à frente da secretaria do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI). Futuro ministro quer manter atual secretário do programa de concessões do governo federal O futuro ministro-chefe da Secretaria de Governo, general Carlos Alberto dos Santos Cruz, informou nesta sexta-feira (14) que deseja manter no cargo o secretário especial da Secretaria do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), Adalberto Vasconcelos. Santos Cruz comentou o futuro da secretaria do PPI, responsável pelas concessões e privatizações no governo federal, em entrevista no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), onde funciona o gabinete de transição. Criado no governo de Michel Temer, o PPI ficará subordinado ao general na gestão do presidente eleito Jair Bolsonaro. Atualmente, o programa está na Secretaria Geral da Presidência. A partir de janeiro, a Secretaria de Governo responderá pelo PPI. Santos Cruz relatou que já conversou com Vasconcelos e elogiou o trabalho da equipe que comanda o programa “O PPI está na nossa estrutura, já conversei com o Adalberto Vasconcelos, que é o chefe, é um quadro técnico muito bom, os resultados do PPI nos últimos 30 meses foi um resultado bom”, disse. “A tendência é manter a mesma linha de trabalho, tem tido resultados, nos últimos 30 meses foram mais de R$ 40 bilhões. [...] Nesse momento, meu pensamento é manter o Adalberto”, acrescentou. Vasconcelos é auditor do Tribunal de Contas da União desde 1996, onde foi diretor e secretário na Secretaria de Fiscalização de Desestatização e coordenador-geral da área de infraestrutura e secretario de desenvolvimento econômico. O secretário do PPI é formado em engenharia mecânica e concluiu pós-graduação em regulação de serviços públicos e em controle externo. Parcerias O governo de Jair Bolsonaro tem repetido que deseja manter e incentivar as parcerias com o setor privado na área de infraestrutura, por meio de concessões, privatizações e parcerias-público-privadas. O futuro ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, declarou que o governo prentede leiloar todos os aeroportos da Infraero em até três anos e meio. O novo governo também estuda o repasse de 5 mil quilômetros de estradas para a iniciativa privadas. Segundo dados do PPI, em 30 meses de trabalho, foram qualificados 193 projetos, com 106 empreendimentos concluídos. O programa atuou em projetos de aeroportos, rodovias, portos, ferrovias, linhas de transmissão, portos, entre outros na área de infraestrutura. A estimativa de investimentos para os 106 projetos finalizados é de R$ 239,3 bilhões nos próximos anos.
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14/12 - Blairo: distanciamento do Brasil com China e países árabes pode prejudicar agronegócio
Ministro da Agricultura destacou nesta sexta (14) importância dos dois mercados para balança comercial. Relação com esses países ficou estremecida por conta de declarações de Bolsonaro. O ministro da Agricultura, Blairo Maggi (centro), faz balanço de sua gestão à frente da pasta Laís Lis, G1 O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, afirmou nesta sexta-feira (14), que um possível distanciamento do Brasil com a China e os países árabes em razão de declarações do presidente eleito Jair Bolsonaro pode ser prejudicial ao agronegócio brasileiro. Blairo convocou a imprensa na manhã desta sexta para fazer um balanço de sua gestão à frente da pasta, que se encerra em 31 de dezembro. Assim que foi eleito presidente da República, Bolsonaro criticou o avanço chinês em negócios dentro do Brasil e também disse que pretende transferir a embaixada brasileira em Israel de Tel Aviv para Jerusalém, iniciativa que é interpretada como uma afronta por parte dos países árabes. Em meio à entrevista coletiva, o ministro da Agricultura ressaltou que as exportações do agronegócio devem ultrapassar, em 2018, a barreira dos US$ 100 bilhões. "Será a primeira vez que o agronegócio vai ultrapassar a barreira dos US$ 100 bilhões. Já exportamos US$ 99 bilhões em 2013", enfatizou. Segundo Blairo, a manutenção dos mercados chinês e árabe é um ponto de atenção para o setor agropecuário. O titular da Agricultura destacou que quase 50% das exportações brasileiras de frango têm como destino os países do Oriente Médio. “Nós não temos essa questão geopolítica. Não temos essa vontade de ser o líder do mundo. Não temos condições de ser o líder do mundo, então porque vamos fazer enfrentamentos dessa ordem? Em torno de 50% das exportações brasileiras de frango vai para países árabes. Você perder isso, significa problemas para as nossas empresas”, afirmou o ministro durante a coletiva de imprensa ao fazer um balanço da sua gestão. Blairo Maggi afirmou aos jornalistas que, em conversas recentes com a futura ministra da Agricultura, Tereza Cristina, comentou da importância de manter as visitas internacionais e as negociações para abrir novos mercados para os produtos brasileiros. De acordo com o ministro da Agricultura, o Brasil conseguiu abrir mercado nos últimos dois anos e meio para 78 produtos brasileiros em 30 países. "Abrir novos mercado e manter os mercados que nós temos. Uma presença permanente na China. Eu fiz seis viagens à China nesse período que estou aqui. Ir a China conversar é muito importante. Chineses, árabes, essa turma gosta muito que você esteja presente, conversar olho no olho", disse. Soja dos EUA Blairo Maggi também foi indagado pelos repórteres sobre se o Brasil estaria preparado para o fato de a China eventualmente retirar a tarifa que cobra sobre a soja dos Estados Unidos para minimizar os efeitos da guerra comercial entre os dois países. Segundo o ministro da Agricultura, o Brasil está "absolutamente preparado" para esse eventual cenário. Com a tarifa chinesa de 25% aplicada sobre a soja dos Estados Unidos, o Brasil exportou volumes recordes do grão neste ano, principalmente, para o país asiático. "A retirada do imposto pela China não vai influenciar em nada. Vai ser um mercado que vai voltar a patamares que estavam antes ou muito próximos", declarou o titular da Agricultura. O ministro disse ainda que a manutenção do preço da soja no Brasil foi ruim para o agronegócio como um todo, porque a base de preço maior do que a soja americana encarece insumos agrícolas, como a ração. "A volta à normalidade só traz benefício", acrescentou. Frete da Cohab O presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Francisco Marcelo Rodrigues Bezerra, também participou da entrevista coletiva organizada pelo Ministério da Agricultura. A Conab é uma empresa estatal vinculada ao Ministério da Agricultura que executa programas sociais ligados à agricultura familiar. Entre outras ações, a companhia forma estoques públicos de milho para abastecer pequenos criadores com ração animal a preços compatíveis com os de atacado. Questionado sobre o cumprimento da cota que destinou 30% do transporte da Conab para produtores autônomos, Bezerra disse que não houve demanda por parte dos transportadores autônomos e que a procura ficou abaixo dos 30%. A determinação para que 30% dos fretes da Conab sejam feitos por caminhoneiros autônomos foi uma das medidas anunciadas pelo governo federal para atender as reivindicações dos caminhoneiros, durante a greve ocorrida este ano. "Eles pouco têm demandado. Até agora, só uma cooperativa procurou a Conab", declarou o presidente da Conab. “Isso é uma prova de que não adianta interferir no mercado”, complementou o ministro da Agricultura.
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14/12 - Nissan afirma que representantes de Ghosn retiraram documentos de apartamento no Rio, diz agência
Tribunal permitiu acesso da equipe de Ghosn ao imóvel. Ex-presidente da montadora está preso no Japão sob acusação de fraude fiscal. Prédio onde ex-presidente do conselho da Nissan Carlos Ghosn possui apartamento no Rio de Janeiro Ricardo Moraes/Reuters A Nissan informou nesta sexta-feira (14) que representantes do ex-presidente do conselho, Carlos Ghosn, recuperaram documentos de um apartamento corporativo no Rio de Janeiro, no qual a entrada deles foi permitida após decisão de um tribunal brasileiro. Quem é Carlos Ghosn? Conheça sua trajetória A montadora japonesa diz que o apartamento poderia conter provas no caso contra o executivo brasileiro, que foi preso em Tóquio, no Japão, em novembro, enquanto os advogados de Ghosn disseram em documentos judiciais que estavam apenas tentando retirar pertences pessoais do cliente. Ghosn, que nega qualquer irregularidade, liderou a Nissan até novembro, quando foi preso por alegações de falsas declarações de renda. Ele foi responsável por resgatar a Nissan da beira da falência e se tornou um dos mais poderosos executivos do setor automotivo do mundo. "Além dos pertences pessoais, os representantes da Nissan observaram representantes do Sr. Ghosn removerem duas pastas de plástico contendo documentos", disse em comunicado o porta-voz da Nissan, Nick Maxfield, acrescentando que não sabia o conteúdo das pastas. Carlos Ghosn aparece em reportagem na TV japonesa Reuters/Issei Kato A Nissan também disse que os advogados de Ghosn ganharam um recurso de última hora em um tribunal do Rio de Janeiro para proibir a montadora de testemunhar a abertura de três cofres localizados dentro do apartamento. Os cofres estão no centro da disputa entre as duas partes. Representantes legais de Ghosn em Tóquio não estavam imediatamente disponíveis para comentar nesta sexta-feira, enquanto uma representante no Brasil disse que não tinha informações sobre o assunto. Um juiz de apelação no Rio decidiu na quinta-feira que os representantes de Ghosn deveriam ter acesso ao apartamento e serem acompanhados por representantes da Nissan. A montadora informou que pediu a um tribunal para revisar os documentos, mas não recebeu aprovação para fazê-lo. Saiba quem é e qual a trajetória de Carlos Ghosn Fernanda Garrafiel e Roberta Jaworski/G1
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14/12 - Brasil inicia petição em painel da OMC contra subsídios à Bombardier
Segundo a Embraer, painel vai examinar mais de US$ 4 bilhões em subsídios recebidos pela Bombardier dos governos do Canadá e de Quebec. Avião sobrevoa fábrica da Bombardier em Montreal, Canadá Reuters/Christinne Muschi O Brasil fez nesta sexta-feira (14) a primeira petição em um painel de disputa comercial aberto na Organização Mundial de Comércio (OMC) que vai avaliar subsídios entregues à fabricante canadense de aviões e trens Bombardier pelos governos do Canadá e da província de Quebec. Em comunicado, a Embraer, rival da Bombardier, afirmou que o painel vai examinar mais de US$ 4 bilhões em subsídios recebidos pela Bombardier dos governos do Canadá e de Quebec. "Somente em 2016, estes governos aportaram 2,5 bilhões de dólares à fabricante canadense", afirmou a companhia brasileira. A petição fornece argumento legal e factual sobre os motivos para os 19 subsídios concedidos à Bombardier e ao programa da aeronave C-Series, afirmou a Embraer, que afirma que os apoios dos governos canadenses são "inconsistentes com os compromissos assumidos pelo Canadá na OMC". "O entendimento do governo brasileiro, compartilhado pela Embraer, é de que os subsídios do governo canadense à Bombardier ferem essas obrigações", afirmou a fabricante brasileira. O caso foi aberto pelo Brasil em fevereiro do ano passado e o painel foi iniciado em setembro do ano passado depois que consultas não conseguiram resolver a disputa.
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14/12 - Prova para cinco cargos no concurso da AGU será em 27 de janeiro
O motivo para remarcar a prova foi o atraso na entrega das provas nas cidades de Cuiabá, Florianópolis, Rio de Janeiro e São Luís. A AGU tem sede em Brasília, no Distrito Federal Sérgio Moraes/AGU As provas objetivas e discursivas para os cargos de administrador, arquivista, contador, técnico em comunicação social e técnico em assuntos educacionais no concurso da Advocacia-Geral da União (AGU) serão reaplicadas em 27 de janeiro de 2019. A data foi definida após reunião entre a banca responsável pelo concurso, o Idecan, e a comissão interna criada pela AGU para acompanhar o processo seletivo. O motivo para remarcar a prova foi o atraso na entrega das provas nas cidades de Cuiabá, Florianópolis, Rio de Janeiro e São Luís, o que impediu a realização dos exames, segundo a AGU. Candidatos aos cargos de administrador, arquivista, contador e técnico em assuntos educacionais farão a prova no turno da manhã, e para técnico em comunicação social, no turno da tarde. As provas serão realizadas nas capitais dos 26 Estados da Federação e no Distrito Federal, no mesmo local onde o candidato fez anteriormente. Para os cargos de analista técnico-administrativo e bibliotecário, as provas foram realizadas no dia 9 de dezembro e não precisaram ser reaplicadas. O concurso O concurso da AGU recebeu 62.151 inscrições para 100 vagas em sete cargos. O mais concorrido foi o de analista-técnico administrativo, para candidatos com nível superior em qualquer área: 26.494 inscritos para 7 vagas de ampla concorrência, ou 3.784 candidatos/vaga. No site do Idecan, é possível acompanhar o concurso O edital é para 48 vagas de administrador, 10 de analista técnico-administrativo, 2 de arquivista, 1 de bibliotecário, 32 de contador, 2 de técnico em assuntos educacionais e 5 de técnico em comunicação social. O salário é de R$ 6.203,34. Serviço Prova: 27 de janeiro de 2019 (domingo) Manhã: 9h às 13h30 (horário oficial de Brasília/DF) Cargos: administrador, arquivista, contador e técnico em assuntos educacionais Tarde: 15h às 19h30 (horário oficial de Brasília/DF) Cargo: técnico em comunicação social
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14/12 - Paulínia, no interior de SP, lidera ranking das cidades com maior PIB per capita em 2016; veja lista
Cinco dos dez municípios com maior PIB per capita do país estão em São Paulo. Nordeste concentra cidades com menores valores por pessoa. Levantamento divulgado nesta sexta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostra que 5 dos 10 municípios com maior PIB (Produto Interno Bruto) per capita (por habitante) em 2016 estavam no estado de São Paulo. Paulínia, no interior paulista, onde a principal atividade econômica é o refino de petróleo, assumiu a liderança do ranking de 2016, com um PIB per capita de R$ 314,6 mil. Na segunda posição, ficou Selvíria, no Mato Grosso do Sul, com valor de R$ 306,1 mil. A cidade tem a economia fortemente ancorada na geração de energia hidrelétrica. No ranking do ano anterior, a liderança foi da cidade de Presidente Kennedy (ES) e Paulínia ficou em 2º lugar. Em 2016, o PIB recuou 3,3%, segundos dados revisados e divulgados pelo IBGE no mês passado. Em valores correntes, ele chegou a R$ 6,266 trilhões naquele ano, e o PIB per capita ficou em R$ 30.407. Veja a lista de cidades com maior PIB per capita em 2016: Paulínia (SP): R$ 314,6 mil Selvíria (MS): R$ 306,1 mil São Francisco do Conde (BA): R$ 296,4 mil Triunfo (RS): R$ 289,9 mil Brejo Alegre (SP): R$ 274,6 mil Sebastianópolis do Sul (SP): R$ 253,1 mil Louveira (SP): R$ 250,8 mil Campos de Júlio (MT): R$ 202,3 mil Meridiano (SP): R$ 184,6 mil Extrema (MG): R$ 183,2 mil Em 2016, essas 10 cidades com os maiores valores por pessoa representavam apenas 0,1% da população do país. Historicamente, o Top 10 é composto por municípios com baixa densidade demográfica e forte presença industrial. Na 3ª posição do ranking, São Francisco do Conde, na Bahia, também tem a economia sustentada pelo refino de petróleo. Na 4ª aparece Triunfo, no Rio Grande do Sul, ancorado na indústria petroquímica. Além de Paulínia, outros quatro municípios paulistas integram o grupo dos dez com maiores PIBs per capita. São eles: Brejo Alegre, com R$ 274,6 mil por pessoa, Sebastianópolis do Sul, com R$ 253,1 mil, Louveira, com R$ 250,8 mil, e Meridiano, com R$ 184,6 mil. Louveira se destaca pelo comércio atacadista, enquanto os outros três têm a economia alicerçada na indústria de biocombustíveis. Na 8ª posição, Campos de Júlio, no Mato Grosso, tem sua economia impulsionada pela agropecuária. Na 10ª posição, Extrema, em Minas Gerais, tem como destaque da economia a indústria de transformação. Em 2016, 66 municípios concentraram quase metade do PIB do país Nordeste concentra cidades com menor PIB per capita Dentre os 571 municípios com os menores PIBs per capita (todos acima da posição 5.000 no ranking), 496 estão no Nordeste, 44 no Norte e 31 no Sudeste. As regiões Sul e Centro-Oeste não têm nenhum município neste grupo. O IBGE destacou que apenas dois destes municípios, entre os 571, não tiveram a administração, defesa, educação e saúde públicas e seguridade social como principal atividade econômica. São eles: Barra do Corda e Paço do Lumiar, ambos no Maranhão. Das 10 cidades com menor per capita, 6 são do Maranhão. Veja abaixo a lista das cidades com menor PIB por habitante em 2016: Novo Triunfo (BA): R$ 3.190 Nina Rodrigues (MA): R$ 4.282 Ipixuna (AM): R$ 4.533 Penalva (MA): R$ 4.530 Pires Ferreira (CE): R$ 4.585 Santana do Maranhão (MA): R$ 4.586 Cajapió (MA): R$ 4.689 Satubinha (MA): R$ 4.766 Matões do Norte (MA): R$ 4.803 Brasília lidera entre capitais Entre as capitais, a primeira posição ficou com Brasília, com PIB per capita de R$ 79,1 mil por pessoa. Em último lugar aparece Macapá, com R$ 19,9 mil. Dentre as 27 Unidades da Federação, 8 registraram PIB per capita maior que o do Brasil em 2016, enquanto os outros 19 ficaram abaixo do nacional. "Apesar dos avanços econômicos dos municípios não capitais, estes ainda têm o PIB per capita menor que os municípios das capitais em quase todos os estados, a única exceção é Mato Grosso do Sul", destacou o IBGE. Variação do PIB per capita das capitais Divulgação/IBGE Analisando regionalmente, o IBGE destacou que a Centro-Oeste foi a que mais melhorou seu PIB per capita ao longo da série histórica do levantamento. Já Região Sul é a única que tem todos os estados entre os PIB per capita acima do brasileiro, enquanto Norte e Nordeste tem a maioria dos menores PIBs per capita. O levantamento apresentado nesta sexta-feira pelo IBGE mostrou também que cerca de 50% do PIB brasileiro em 2016 estava concentrado em 66 dos 5.570 municípios do país. A região Sudeste liderava esse grupo, com 56 municípios entre os mais ricos do país. São Paulo se manteve como a cidade com maior participação no PIB total do país, com fatia de 11%, seguida por Rio de Janeiro (5,3%), Brasília (3,8%), Belo Horizonte (1,4%), Curitiba (1,3%) e Osasco (1,2%). Maiores avanços e maiores recuos O levantamento mostrou que Brasília foi o município com maior ganho de participação no PIB nacional - uma alta de 0,2 pontos percentuais na comparação com o ano anterior. Este avanço ocorreu devido à atividade de Administração, defesa, educação e saúde públicas e seguridade social. Em seguida, aparecem, todas com ganho de 0,1 p.p, as cidades paulistas de Osasco, Paulínia e São Paulo, além do município baiano de São Francisco do Conde. Já as cinco maiores quedas absolutas foram influenciadas pela atividade de extração de petróleo e gás natural. A principal queda ocorreu para o município de Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense, que perdeu 0,3 p.p. de participação na comparação com 2015. Outras duas cidades fluminenses, Cabo Frio e Maricá, juntamente com a cidade paulista de Ilhabela e a capixaba de Presidente Kennedy respondem pelas outras quatro principais quedas, todas de 0,1 p.p.
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14/12 - China suspenderá tarifas adicionais sobre veículos e autopeças dos EUA a partir de janeiro
Anúncio ocorre depois de "trégua" firmada entre os países na disputa comercial. Governo chinês vai suspender as tarifas de 25%. Fábrica da BMW nos Estados Unidos Divulgação O Ministério das Finanças da China disse nesta sexta-feira (14) que suspenderá tarifas adicionais sobre veículos e autopeças fabricados nos Estados Unidos por três meses a partir de 1º de janeiro de 2019. O governo chinês vai suspender as tarifas de 25% sobre 144 veículos e autopeças, e de 5% sobre 67 itens de automóveis entre 1º de janeiro e 31 de março de 2019, informou o ministério em comunicado em seu site. O Ministério das Finanças também disse que espera que a China e os EUA possam acelerar as negociações para remover todas as tarifas adicionais sobre os bens de ambos os países. O anúncio vem depois da primeira importante compra de soja dos EUA pela China desde que os presidentes Donald Trump e Xi Jinping se reuniram na cúpula do G20, na Argentina, em 1º de dezembro. Entenda a guerra comercial e seus possíveis impactos A suspensão tarifária e a compra de soja são recentes sinais de que a amarga guerra comercial iniciada por Washingon contra a China pode estar se encerrando. Na Argentina, Trump e Xi concordaram com uma trégua que adiou o aumento planejado para 1º de janeiro das tarifas norte-americanas sobre o valor de 200 bilhões de dólares em bens chineses enquanto negociavam um acordo comercial. Um funcionário de Trump disse na terça-feira que a China concordou em reduzir as tarifas sobre carros e autopeças norte-americanos de 40 para 15 por cento. No início deste ano, a China aumentou suas tarifas sobre itens automotivos dos EUA depois que Washington elevou suas tarifas sobre veículos e peças chinesas para 27,5 por cento.
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14/12 - Vinho e espumante têm maior carga tributária entre produtos de Natal; veja lista
A carga tributária embutida nos preços finais de itens típicos desta época do ano varia de 29% a 69%. G1 preparou um roteiro com os cinco melhoes lugares para comprar e degustar vinhos em Manaus Mônica Dias/G1 Levantamento da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), encomendado ao Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), mostra que a carga tributária é alta em todos os itens da lista de compras para as festas de Natal, com a mínima acima dos 29%, de tender, frios e peru. O mais tributado é o vinho importado, com 69,73%, porque há uma taxação maior devido à incidência do imposto de importação, além do impacto da alta do dólar, segundo Alencar Burti, presidente da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp). Outras bebidas estão no topo do ranking, como espumante (59,49%), cerveja (55,6%) e vinho nacional (54,73%). As menores taxações, que variam de 36% a 29%, estão nos alimentos tradicionais da cesta natalina: azeitonas (36,5%); castanhas, frutas cristalizadas e nozes (36,45%); panetone (34,63%); peru, frios e tender (29,32%). “Os alimentos não têm incidência do IPI, ao contrário das bebidas”, aponta Burti. Levantamento da ACSP/IBPT mostra a carga tributária por impostos e o total Reprodução
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14/12 - Bovespa fecha em queda com preocupações sobre ritmo do crescimento global
O Ibovespa, índice de referência do mercado acionário brasileiro, caiu 0,44%, a 87.449 pontos. Painel eletrônico na Bovespa, em São Paulo Paulo Whitaker/Reuters O principal índice da bolsa brasileira, a B3, opera em queda nesta sexta-feira (14), com os investidores preocupados com o ritmo da atividade econômica global, destaca a Reuters. O Ibovespa, índice de referência do mercado acionário brasileiro, caiu 0,44%, a 87.449 pontos. Veja mais cotações. Na semana, a queda foi de 0,76%. A Petrobras perdeu 1,33% nas ações preferenciais e 0,75% nas ordinárias, em sessão também marcada pelo recuo dos preços do petróleo no mercado internacional. O Bradesco e o Itaú Unibanco também tiveram dia de perdas, ajudando a puxar o Ibovespa para baixo devido ao peso que têm no índice. Já a Vale subiu 0,55%, reduzindo as perdas. A Gol subiu 7,5%, liderando os ganhos do dia, um dia após a liberação de até 100% de capital estrangeiro em companhias aéreas brasileiras. Já a Azul caiu 1,62%. Cenário externo Na China, as vendas no varejo cresceram em novembro no ritmo mais fraco desde 2003 e a produção industrial aumentou à taxa mais fraca em quase três anos, enquanto empresas na zona do euro cresceram em dezembro no menor rimo em mais de quatro anos, conforme o Índice de Gerentes de Compras (PMI). Para a equipe do BTG Pactual, o foco nesta sessão está voltado para o exterior, onde há maior preocupação com uma desaceleração global mais forte do que projeções iniciais, conforme nota distribuída pela área de gestão de recursos do banco a clientes.
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14/12 - Em 2016, 66 municípios concentraram quase metade do PIB do país, diz IBGE
As cidades com maior geração do PIB representavam um terço da população brasileira. Pesquisa mostra, ainda, que apenas 6 municípios responderam por quase ¼ da economia do país. Quase metade do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil em 2016 ficou concentrado em apenas 66 dos 5.570 municípios do país. Isso significa que apenas 1,2% das cidades, que representavam 1/3 da população, responderam por cerca de 50% de toda a economia brasileira naquele ano. É o que aponta um levantamento divulgado nesta sexta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2016, o PIB recuou 3,3%, segundos dados revisados e divulgados pelo IBGE no mês passado. Em valores correntes, ele chegou a R$ 6,266 trilhões naquele ano, e o PIB per capita ficou em R$ 30.407. PIB do Brasil é concentrado em poucos municípios, aponta IBGE Segundo o novo levantamento, apenas 6 municípios, que representavam 12,9% da população em 2016, concentraram cerca de 25% do PIB do país. São eles: São Paulo, com 11% do total; Rio de Janeiro, com 5,3%; Brasília, com 3,8%; Belo Horizonte, com 1,4%; Curitiba, com 1,3%; Osasco, com 1,2%. Segundo o IBGE, destes seis municípios com os maiores PIBs, apenas Osasco alterou sua posição no ranking ao longo da série histórica do levantamento. Em 2012, o município paulista ocupava a 16ª colocação. A ascensão para a 6ª posição, segundo o instituto, se deu "muito em virtude do ganho de participação das atividades de comércio, serviços de informação e atividades financeiras no período". O instituto destacou, também, que em 2002, os municípios de São Paulo e Rio de Janeiro somavam 19,0% do PIB do Brasil e, essa participação caiu para 16,2%. Tal queda distribuiu-se entre as atividades da indústria e dos serviços. Paulínia (SP) lidera ranking das cidades com maior PIB per capita; veja lista Economia de 55% das cidades é sustentada por governos Segundo o IBGE, a principal atividade econômica em 55,0% dos municípios brasileiros era composta pelo conjunto dos serviços da administração pública, o que mostra o tamanho da dependência de governos das cidades. Mais de 90,0% dos municípios de Roraima, Paraíba, Piauí, Sergipe, Amapá e Rio Grande do Norte tinham esse perfil. No outro extremo, os estados da Região Sul tinham cerca de 11,0% com essa característica. Sudeste lidera ranking dos 100 maiores PIB O levantamento apresentado nesta sexta-feira pelo IBGE mostrou também que 56% do PIB brasileiro em 2016 estava concentrado em 100 municípios. A região Sudeste liderava esse grupo, com 56 municípios entre os mais ricos do país. A Região Norte ficou na lanterna deste ranking, com apenas quatro municípios. O IBGE destacou que apenas as capitais de três estados desta região não estavam entre o grupo dos 100 municíos mais ricos: Rio Branco (AC), Boa Vista (RR) e Palmas (TO). Cidade-Região de São Paulo De acordo com o IBGE, a capital paulista compõe, junto a outros 139 municípios "fortemente interligados e polarizados por ele", a chamada Cidade-Região de São Paulo — região de urbanização quase contínua que se estende desde Santos até Piracicaba, e desde Sorocaba até Pindamonhangaba. Em 2016, essa região concentrava 26% do PIB do país, tendo perdido participação ao longo dos anos - em 2002 ela respondia por 28,2% da economia. "Em média, um quilômetro quadrado de território da Cidade-Região de São Paulo produzia, em 2016, o equivalente a 68 vezes a produção de um quilômetro quadrado do restante do território nacional – isto é, da área do país sem a Cidade-Região", destacou a publicação. Ganho de participação da Amazônia Legal Entre 2002 e 2016, aumentou de 6,9% para 8,6% a participação da Amazônia Legal no PIB do Brasil. A região é composta pelos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins, além de parte do Maranhão. Heterogênea, a região da Amazônio Legal inclui áreas tanto de cultivo, mineração e produção industrial quanto reservas indígenas e de preservação ambiental. Em 2002, ela respondia por 14,8% da agropecuária nacional, passando para 21% em 2016. Maiores avanços e maiores recuos O levantamento mostrou que Brasília foi o município com maior ganho de participação no PIB nacional - uma alta de 0,2 pontos percentuais na comparação com o ano anterior. Este avanço ocorreu devido à atividade de Administração, defesa, educação e saúde públicas e seguridade social. Em seguida, aparecem, todas com ganho de 0,1 p.p, as cidades paulistas de Osasco, Paulínia e São Paulo, além do município baiano de São Francisco do Conde. Já as cinco maiores quedas absolutas foram influenciadas pela atividade de extração de petróleo e gás natural. A principal queda ocorreu para o município de Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense, que perdeu 0,3 p.p. de participação na comparação com 2015. Outras duas cidades fluminenses, Cabo Frio e Maricá, juntamente com a cidade paulista de Ilhabela e a capixaba de Presidente Kennedy respondem pelas outras quatro principais quedas, todas de 0,1 p.p. O IBGE destacou ainda que estes cinco municípios que tiveram as maiores quedas respondiam por 1,1% do PIB nacional em 2015, percentual que recuou para 0,6% em 2016. A Bahia teve dois destaques positivos quando analisado o ranking de participação no PIB nacional. O município de Gentio do Ouro avançou 2.005 posições, beneficiado pela indústria de máquinas e equipamentos demandados para a construção de um complexo eólico. O segundo colocado em termos de avanço no ranking foi Tabocas do Brejo Velho, que viu aumentar sua arrecadação tributária com a importação de equipamentos para geração de solar. O que o PIB tem a ver com o nosso dia a dia? Destaques por atividade econômica Agropecuária: Segundo o IBGE, 170 municípios concentravam, em 2016, ¼ do valor adicionado da Agropecuária brasileira. A maior parte destes municípios (67) se encontra na Região Centro-Oeste do país, que lidera a produção de soja em grão e do algodão herbáceo. “Da primeira até a 12ª posição da Agropecuária, em 2016 todos os municípios estão no Centro-Oeste, em 2002, apenas os dois primeiros pertenciam a essa região”, ressaltou o instituto. Indústria: Na atividade industrial, em 2016, apenas 18 munícipios concentravam ¼ do valor adicionado bruto ao PIB. “Com 86 municípios chega-se a ½ da indústria. No outro extremo, nota-se que 2.708 municípios responderam por 1% da indústria”, destacou a publicação. Dentre os 20 municípios de maior participação na indústria, 11 pertencem à Região Sudeste. São Paulo (5,5%), Rio de Janeiro (3,2%) e Manaus (2,2%) lideravam este grupo. Também integravam o grupo as capitais de Minas Gerais, Brasília, Fortaleza e Salvador. Serviços: Desconsiderando os serviços da administração pública, São Paulo (15,4%), Rio de Janeiro (5,9%), Brasília (3,4%) e Belo Horizonte (1,8%) concentravam pouco mais de ¼ do PIB do setor de serviços do país. Juntamente a outros 31 municípios, sendo 19 capitais entre eles, a participação chegava à metade de todo valor adicionado pelos serviços. Ainda segundo o IBGE, Osasco, no interior paulista, ficou em 5º lugar no ranking de serviços, sendo a cidade mais bem colocada neste ranking sem ser capital.
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14/12 - Magazine Luiza compra startup mineira Softbox
Com a aquisição, rede varejista amplia movimento para se tornar uma plataforma digital presente desde a venda online até a entrega ao cliente final. Unidade do Magazine Luiza no Ribeirão Shopping Divulgação A Magazine Luiza anunciou nesta sexta-feira (14) a compra da startup mineira Softbox, especializada em soluções para empresas de varejo e indústria de bens de consumo que desejam fazer vendas digitais a consumidor final. Com a aquisição, a Magazine Luiza amplia movimento para se tornar uma plataforma digital presente desde a venda online até a entrega ao cliente final. O valor do negócio não foi informado. A Softbox tem 256 funcionários e atende em torno de 80 clientes, como Unilever, Coca-Cola e Basf. A Softbox é a terceira startup adquirida pelo Magazine Luiza em cerca de um ano. Além, da mineira, a varejista comprou a Integra, especializada na integração de operações de comércio eletrônico e marketplaces, e a Logbee, de tecnologia logística. "Na nossa opinião, a aquisição está alinhada com os objetivos da empresa de se tornar um negócio totalmente digital e multicanal, ficando à frente de seus principais concorrentes no caminho digital", disse a equipe da corretora Brasil Plural, em nota a clientes em que reitera recomendação "overweight" para a ação. Em apresentação a investidores, o presidente-executivo do Magazine Luiza, Frederico Trajano, afirmou que a aquisição da Softbox permitirá à empresa "turbinar projeto" de criação de plataforma digital.
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14/12 - BC da Rússia eleva taxa de juros e planeja retomar compras de moedas estrangeiras
O aumento dos juros foi o segundo neste ano, depois que uma queda no rublo obrigou o banco central a reverter um ciclo de afrouxamento monetário em setembro e elevar os juros pela primeira vez desde 2014. O banco central russo elevou a taxa básica de juros para 7,75% nesta sexta-feira (14), respondendo ao aumento da inflação e à pressão sobre o rublo, que deve crescer depois que o banco anunciou que retomará as compras de moedas estrangeiras para reservas estatais. Em uma pesquisa da Reuters, a maioria dos especialistas disse esperar que o banco central mantivesse a taxa de juros inalterada esta semana, apesar de um número significativo ter previsto um aumento. "A decisão tomada é de natureza proativa e visa limitar os riscos de inflação que permanecem elevados, especialmente no período de curto prazo", disse o banco central. O aumento dos juros foi o segundo neste ano, depois que uma queda no rublo obrigou o banco central a reverter um ciclo de afrouxamento monetário em setembro e elevar os juros pela primeira vez desde 2014. O banco central disse que a inflação, seu principal alvo, estava acelerando mais rápido do que o esperado. O banco disse que a inflação pode ultrapassar sua meta de 4% já neste ano, impulsionada pelo enfraquecimento do rublo e pelo aumento planejado do imposto sobre valor agregado a partir de 2019. As condições do mercado financeiro, no entanto, estabilizaram recentemente, permitindo a retomada das compras regulares em moeda estrangeira a partir de 15 de janeiro, disse o banco. O rublo reduzia as perdas, passando para 66,39 contra o dólar dos níveis de 66,44 vistos pouco antes da decisão do banco central.
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14/12 - O que há por trás da decisão da Goodyear de deixar Venezuela e pagar funcionários com pneus
Empregados receberão dez pneus cada como parte de sua indenização trabalhista; empresa americana deixará de operar na Venezuela Pneus atingem um preço elevado no mercado paralelo da Venezuela Reuters Os empregados da fabricante americana de pneus Goodyear vão receber dez pneus cada um como parte do pagamento dos seus direitos trabalhistas. A empresa está encerrando suas operações na Venezuela. Diversas empresas estrangeiras saíram do país, alegando dificuldades com a crise econômica local e o embargo econômico dos Estados Unidos. O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, acusa os adversários políticos e os Estados Unidos de promoverem uma "guerra econômica" contra seu governo. Em nota oficial divulgada na segunda-feira, a Goodyear disse ter "tomado a difícil decisão de parar de produzir pneus" na Venezuela, segundo a agência de notícias Reuters. "Nosso objetivo era manter as operações, mas as condições econômicas e as sanções dos Estados Unidos tornaram isto impossível", diz a empresa. A companhia disse ainda que estava no processo de pagar os direitos trabalhistas dos empregados, o que incluía a entrega de pneus. Mas por que funcionários aceitariam receber esse produto em vez de dinheiro? Mercado negro Por causa da prolongada crise econômica na Venezuela, há escassez de diversos produtos básicos no país- de medicamentos e alimentos a itens de higiene. Nesse contexto, pneus de boa qualidade têm alto valor no mercado negro. Com a desvalorização contínua da moeda venezuelana em relação ao dólar, pode ser mais vantajoso receber esse produto do que dinheiro vivo. Os funcionários da Goodyear foram chamados à fábrica da empresa, a cerca de 150 km de Caracas, capital venezuelana, para receber a notificação de encerramento das atividades. No mesmo dia, foram informados que receberiam os 10 pneus como parte da compensação. Até quinta (6), a Goodyear fabricava entre mil e duas mil unidades diárias, o que representa 10% de sua capacidade. Êxodo O caso da Goodyear é o mais recente de uma série de empresas multinacionais que saíram da Venezuela. Já deixaram o país a Kellogg (alimentos), a Kimberley Clark (higiene pessoal) e várias linhas aéreas. Os problemas econômicos na Venezuela começaram em 2013, com a queda no preço do petróleo no mercado internacional, mas o agravamento da crise, a partir de 2014, é atribuída, em grande parte, à má gestão do governo de Nicolás Maduro. Com a queda de receitas gerada pela redução do valor do petróleo, o governo começou a compensar o déficit imprimindo dinheiro, o que gerou a hiperinflação atual, segundo o correspondente da BBC News na Venezuela, Guillermo D. Olmo. Com a erosão do poder de compra das pessoas, empresas se viram obrigadas pelo governo a aumentar os salários dos funcionários. A situação se agravou com sanções econômicas impostas pelos Estados Unidos à Venezuela, o que dificultou a importação de produtos necessários para a operação industrial no país. A margem de lucro das companhias se reduziu a tal ponto que, para muitas, deixou de fazer sentido manter operações na Venezuela. Estima-se que 2,3 milhões de pessoas tenham deixado o país desde 2014. Cortes de energia elétrica e episódios de escassez de alimentos e remédios são comuns. O governo Donald Trump também escalou as sanções a dezenas de autoridades e empresários venezuelanos, inclusive no alto escalão do governo. Washington acusa essas pessoas de corrupção, tráfico de drogas e abusos de direitos humanos, o que eles negam.
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14/12 - Petrobras recebe oficialmente indicação de Castello Branco para presidência
Castello Branco aceitou o convite da equipe do presidente eleito Jair Bolsonaro há quase um mês. Ele substituirá Ivan Monteiro, que chegou a ser cotado para permanecer no comando da Petrobras. Roberto Castello Branco Reprodução/TV Globo A Petrobras informou que recebeu na véspera a indicação do economista Roberto Castello Branco para a presidência da companhia e para integrar o conselho de administração. Castello Branco aceitou o convite da equipe do presidente eleito Jair Bolsonaro há quase um mês. Ele substituirá Ivan Monteiro, que chegou a ser cotado para permanecer no comando da Petrobras. "A indicação será submetida aos procedimentos internos de governança corporativa, incluindo as respectivas análises de conformidade e integridade necessárias ao processo sucessório da companhia, com apreciação pelo Comitê de Indicação, Remuneração e Sucessão, e pelo conselho de administração e, posteriormente, pela assembleia geral de acionistas", destacou a Petrobras em fato relevante. Castello Branco é doutor em economia pela Fundação Getúlio Vargas e já ocupou cargos de direção no Banco Central e na mineradora Vale. Foco será pré-sal Em entrevista a jornalistas em novembro, Castello Branco afirmou que o foco da empresa deve ser a aceleração da exploração do pré-sal. O Brasil anunciou em 2007 a descoberta de petróleo no pré-sal, região situada entre 5 mil e 7 mil quilômetros abaixo do nível do mar. Atualmente, o pré-sal responde a mais da metade do total de petróleo e gás natural produzido no Brasil. As primeiras rodadas de leilão do pré-sal aconteceram em 2005, 2007, 2008, 2013 e 2015 e, juntas, renderam R$ 20,6 bilhões. A maior foi com o leilão de Libra, em 2013, o primeiro do pré-sal que teve bônus mínimo de R$ 15 bilhões. O leilão mais recente de áreas do pré-sal foi realizado em setembro de 2018.
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14/12 - Varejo e indústria da China crescem menos que o esperado em novembro com perda de força da economia
As vendas no varejo da China em novembro cresceram em seu ritmo mais fraco desde 2003 e a produção industrial teve o menor crescimento em quase três anos, à medida que a demanda doméstica diminuiu ainda mais. Pessoa trabalha em usina siderúrgica em Dalian, China REUTERS/Stringer As vendas no varejo da China cresceram em novembro no ritmo mais fraco desde 2003 e a produção industrial aumentou à taxa mais fraca em quase três anos uma vez que a economia perdeu ainda mais força, aumentando a pressão sobre Pequim para acabar com a disputa comercial com os Estados Unidos. A segunda maior economia do mundo tem perdido força nos últimos trimestre conforme a campanha do governo para conter os empréstimos paralelos aumentam a tensão financeira sobre as empresas, em um golpe à produção e ao investimento. A desaceleração nas indústrias chinesas e as tensões comerciais começaram a pesar sobre a confiança do consumidor, afetando as vendas no varejo. Itens maiores foram os primeiros a serem afetados, com as vendas de automóveis caindo desde maio. As vendas no varejo subiram 8,1% em novembro na comparação com o ano anterior, mostraram dados da Agência Nacional de Estatísticas nesta sexta-feira, contra expectativa de alta de 8,8%, o ritmo mais fraco desde maio de 2003. Em outubro as vendas tinham aumentado 8,6%. As vendas de automóveis despencaram 10% sobre o ano anterior, em linha com dados da indústria mostrando que as vendas caíram 14% em novembro -- queda mais acentuada em quase sete anos. A produção industrial aumentou 5,4% em novembro na comparação anual, contra estimativa de analistas de alta de 5,9% e igualando o ritmo visto em janeiro-fevereiro de 2016. No fim de semana, a China informou exportações e importações bem mais fracas do que o esperado, refletindo demanda global mais lenta. Com o crescimento econômico no ritmo mais fraco desde a crise financeira global, as autoridades chinesas estão aumentando os gastos, pressionando os bancos a aumentar o empréstimo e cortar impostos para sustentar os negócios e conter um recuo ainda mais danoso. Os dados fracos de novembro mostram que a pressão de queda sobre a economia está aumentando, disse Mao Shengyong, porta-voz da agência de estatísticas. Mas a China está a caminho de atingir a meta de crescimento econômico de 2018 de 6,5%, disse Mao a repórteres. Tarifas suspensas Nesta sexta, o governo chinês anunciou que vai suspender por três meses a partir de 1º de janeiro as tarifas adicionais impostas aos automóveis e peças de reposição importados dos Estados Unidos, no âmbito da trégua comercial decidida pelos dois países. Pequim aumentou suas tarifas de 10% para 35% em represália à aplicação de novas tarifas alfandegárias sob produtos chineses importados para os Estados Unidos num valor total de US$ 50 bilhões. Queda na produção do aço A produção de aço bruto da China caiu ao menor nível em sete meses em novembro, mostraram dados do governo publicados nesta sexta-feira, pressionada por encolhimento de margens de lucro das usinas e restrições contra poluição no inverno. O maior produtor de aço do mundo acumulou volume de 77,62 milhões de toneladas de aço em novembro, ante recorde de 82,55 milhões em outubro. A produção do mês passado foi a mais baixa desde abril, segundo os dados da agência nacional de estatísticas do país (NBS). Em novembro do ano passado, a China produziu 66,15 milhões de toneladas de aço. A média de produção diária também caiu ao menor nível desde abril, para 2,59 milhões de toneladas, segundo cálculos da Reuters, acima da média de 2,2 milhões de novembro do ano passado. As margens de lucro das siderúrgicas chinesas recuaram mais de 66% em novembro, segundo dados da acompanhados pela Jinrui Futures, por causa de excesso de oferta no mercado e demanda fraca. Queda nos mercados acionários Os índices acionários chineses recuaram nesta sexta-feira, com os investidores preocupados com a situação da economia. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, recuou 1,7%, enquanto o índice de Xangai teve queda de 1,5%. O subíndice do setor financeiro recuou 1,69%, o de consumo teve queda de 1,39%, o setor imobiliário caiu 2,02%, enquanto o subíndice de saúde recuou 2,75%. Em Tóquio, o índice Nikkei recuou 2,02%, a 21.374 pontos. Em Hong Kong, o índice Hang Seng caiu 1,62%, a 26.094 pontos. Em Xangai, o índice SSEC perdeu 1,53%, a 2.593 pontos. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, retrocedeu 1,67%, a 3.165 pontos. Em Seul, o índice Kospi teve desvalorização de 1,25%, a 2.069 pontos. Em Taiwan, o índice Taiex registrou baixa de 0,86%, a 97.774 pontos. Em Cingapura, o índice Straits Times desvalorizou-se 1,09%, a 3.077 pontos.
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14/12 - Dólar fecha em alta e volta ao patamar de R$ 3,90, com piora do cenário externo
Investidores estão preocupados com possível desaceleração da economia global. Notas de dólar Gary Cameron/Reuters O dólar subiu nesta sexta-feira (14) e voltou ao patamar de R$ 3,90, acompanhando o mercado internacional após dados fracos sobre a economia chinesa, que reacenderam as preocupações com a desaceleração global, destacou a Reuters. A moeda norte-americana subiu 0,61%, vendida a R$ 3,9035. Na máxima do dia, chegou a R$ 3,9212. Veja mais cotações. Já o dólar turismo foi vendido a R$ 4,07, sem considerar o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Na semana, o dólar acumulou alta de 0,22%. Em 2018, já subiu 17,81%. "A desaceleração chinesa e europeia... reflete os prejuízos causados pela prolongada indefinição comercial entre Estados Unidos e China", disse à agência o operador da Advanced Corretora Alessandro Faganello. As vendas no varejo da China cresceram em novembro no ritmo mais fraco desde 2003. Enquato isso, a produção industrial aumentou no ritmo mais fraco em quase três anos, uma vez que a economia perdeu ainda mais força, aumentando a pressão sobre o governo chinês para acabar com a disputa comercial com os Estados Unidos. Entenda a guerra comercial e seus possíveis impactos Na Europa, as empresas se expandiram ao ritmo mais lento em mais de quatro anos em dezembro, segundo o índice de Gerentes de compras (PMI). A informação se somou às previsões menores para o crescimento econômico e inflação feitas na véspera pelo Banco Central Europeu (BCE) para a zona do euro, ainda de acordo com a Reuters. Os investidores também seguiram acompanhando as negociações sobre o Brexit, no Reino Unido, e também para um acordo entre União Europeia e Itália sobre o orçamento do país para 2019. A Comissão Europeia havia rejeitado a proposta anterior de Orçamento, que estabelecia a meta de déficit em 2,4% do Produto Interno Bruto anual da Itália, mas após semanas de ataques recíprocos o primeiro-ministro Giuseppe Conte anunciou que está reduzindo a meta para 2,04%. Já no Reino Unido, a tentativa da primeira-ministra Theresa May de obter garantias da UE para seu acordo do Brexit foi considerada por adversários como um fracasso humilhante que não serviu em nada para romper o impasse parlamentar sobre a separação britânica do bloco. Atuação do BC O BC vendeu nesta sessão 13,83 mil contratos de swap cambial tradicional, equivalente à venda futura de dólares. Desta forma, rolou US$ 6,915 bilhões do total de US$ 10,373 bilhões que vence em janeiro. Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final da semana que vem, terá feito a rolagem integral. No dia anterior, a moeda norte-americana subiu 0,72%, vendida a R$ 3,8799. No ano, o dólar acumula alta de 17,09%, e no mês, de 0,57%.
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14/12 - Setor de serviços cresce 0,1% em outubro, diz IBGE
Em 12 meses, setor ainda acumula queda de 0,2%, mas segue em trajetória de recuperação. Setor de serviços avança 0,1% e mostra trajetória de recuperação, diz IBGE O volume de serviços prestados no Brasil teve crescimento de 0,1% em outubro, na comparação com setembro, sustentado pelas atividades de TI e comunicação, segundo pesquisa divulgada nesta sexta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na comparação com outubro de 2017, a alta foi de 1,5%. Apesar do resultado positivo em outubro, o avanço não recuperou as perdas de setembro. No ano, o setor passou a acumular queda de 0,2%. Já em 12 meses, o recuo passou de -0,3% em setembro, para -0,2% em outubro, o que indica que o setor segue em trajetória de recuperação, ainda que lenta. “A gente está num cenário de taxas positivas. Na comparação interanual, esta foi a terceira taxa positiva seguida. Isso tem mostrado um ganho de ritmo comparativamente aos últimos anos. Dá um outro patamar de serviços neste finalzinho do ano”, disse o gerente da pesquisa, Rodrigo Lobo. Ele destacou que, embora o indicador ainda acumule perdas no ano e em 12 meses, tem mantido uma desaceleração constante. Na comparação interanual, foi o melhor outubro desde 2014, quando o setor havia avançado 2%. Em termos de patamar, o setor de serviços se encontra 11,6% abaixo dos dois pontos mais altos já registrados pelo indicador ( janeiro e novembro de 2014). O mais baixo foi registrado em maio deste ano, diante da greve dos caminhoneiros, quando ficou 15% distante dos dois picos da série histórica. Desempenho por atividades Na comparação com setembro, 2 das 5 atividades pesquisadas registraram crescimento, com destaque para o ramo de outros serviços, que, ao avançar 5,5% em outubro, recuperou-se da perda de 3,9% verificada em setembro e alcançou a maior taxa desde maio de 2017. Já serviços de informação e comunicação (0,5%) avançaram pelo 2º mês consecutivo. Segundo o IBGE, a principal pressão negativa em outubro foi dos serviços profissionais, administrativos e complementares (-1,9%). Veja o resultado de cada uma das atividades do setor: Serviços prestados às famílias: -1% Serviços de alojamento e alimentação: -1% Outros serviços prestados às famílias: -0,9% Serviços de informação e comunicação: 0,5% Serviços de tecnologia da informação e comunicação (TIC): 1,3% Telecomunicações: 0,2% Serviços de tecnologia da informação: 4% Serviços audiovisuais: -8,8% Serviços profissionais, administrativos e complementares: -1,9% Serviços tecnico-profissionais: -3% Serviços administrativos e complementares: -0,2% Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio: -0,2% Transporte terrestre: -0,4% Transporte aquaviário: 0,2% Transporte aéreo: -2,1% Armazenagem, serviços axiliares aos transportes e correio: -1,4% Outros serviços: 5,5% No acumulado do ano, as maiores queda são registradas pelos serviços profissionais, administrativos e complementares (-1,7%) e os de informação e comunicação (-0,9%). Em contrapartida, as principais contribuições positivas para o índice são dos segmentos de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (1,4%) e de outros serviços (1,6%). Desempenho por estados Entre setembro e outubro (com ajuste sazonal), 11 das 27 unidades da federação tiveram expansão do volume de serviços. A estabilidade assinalada por São Paulo e Rio de Janeiro foram determinantes para a formação do índice nacional, já que representam, juntos, 57% do total do volume de serviços. Entre os principais destaques, Paraná registrou avanço de 2,4%, e Rio Grande do Sul alta de 1,7%. Já a Bahia (-2,8%) ofereceu a principal influência negativa. Atividades turísticas têm queda de 0,9% O índice de atividades turísticas registrou queda de 0,9% entre setembro e outubro, segunda taxa negativa seguida neste tipo de confronto. Em relação a outubro de 2017, o volume de atividades turísticas no país cresceu 5,4%, impulsionado, principalmente, pelo aumento de receita das empresas de transporte aéreo de passageiros, de hotéis, de locação de automóveis e de serviços de catering, bufê e outros serviços de comida preparada. No acumulado no ano, o agregado especial de atividades turísticas registra crescimento de 1,8% frente a igual período de 2017, impulsionado, sobretudo pelo ramo de hotéis, de transporte aéreo de passageiros e de locação de automóveis. Recuperação lenta e perspectivas Com o desemprego ainda elevado, a economia brasileira tem mostrado um ritmo de recuperação ainda lento em 2018, com resultados mistos. A pesquisa de serviços do IBGE encerra a bateria de indicadores conjunturais do organismo referentes a outubro, em geral decepcionantes, abaixo do esperado pelo mercado. A indústria registrou alta de 0,2% em outubro. Já o setor e o varejo abriu o primeiro mês do 4º trimestre com queda de 0,4%. A economia brasileira avançou 0,8% no 3º trimestre. Para o ano de 2018, a expectativa é de uma alta de 1,30% do PIB (Produto Interno Bruto), segundo a mais recente pesquisa Focus realizada pelo Banco Central. Para o ano que vem, a projeção do mercado financeiro para expansão da economia permanece em 2,53%.
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14/12 - Eletrobras diz que TST valida venda da Amazonas Energia e confirma leilão da Ceal para o dia 19
Decisão do TRT tinha suspendido os efeitos do leilão da distribuidora do Amazonas, vencido pelo Consórcio Oliveira Energia Atem. Consórcio Oliveira Energia Atem arremata Amazonas Energia em leilão na B3 Divulgação/B3 A Eletrobras informou que o presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), João Batista Brito Pereira, suspendeu nesta quinta-feira (13) os efeitos de uma liminar que anulava o leilão da Amazonas Energia, realizado na última segunda-feira (10) e vencido pelo Consórcio Oliveira Energia Atem. Segundo a estatal, o TST "reafirmou que as decisões do Tribunal Regional do Trabalho - TRT da 1ª Região, não estão eficazes até o trânsito em julgado da decisão de mérito na ação principal". Ainda na segunda-feira, uma decisão do desembargador Marcos de Oliveira Cavalcante, do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 1ª região, havia suspendido os efeitos do leilão da Amazonas Energia. A decisão foi tomada após uma ação movida por vários sindicatos de trabalhadores. De acordo com eles, antes do leilão, deveriam ter sido realizados estudos dos impactos da venda sobre as condições funcionários. Com a decisão do TST, a Eletrobras informou que está "confirmado" e mntido para o dia 19 de dezembro o leilão da Companhia Energética de Alagoas (CEAL) - a última das 6 distribuidoras da Eletrobras a ser privatizada. Governo leiloa Amazonas Energia nesta segunda-feira Alexandre Mauro/G1 Batalha judicial O leilão da Amazonas Energia, penúltima das seis distribuidoras a serem vendidas, ocorreu após uma série de adiamentos. A data inicial para a venda era 26 de julho. Mas a demora em aprovar um projeto que facilitava a venda de distribuidoras, seguida de uma série de decisões judiciais, levou a adiamentos seguidos. O leilão foi vencido pelo Consórcio Oliveira Energia Atem. O consórcio foi o único a apresentar proposta e arrematou a distribuidora sem oferecer deságio. O governo defende a privatização das distribuidoras como alternativa para melhorar a prestação de serviço. Também faz parte da estratégia do governo privatizar a Eletrobras. Porém, por falta de apoio no Congresso, o projeto sobre o tema não foi adiante.
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14/12 - Tenho uma poupança e uma conta remunerada; como aumentar os ganhos?
"Tenho R$ 30 mil investidos na poupança e outros R$ 20 mil aplicados numa conta remunerada. Como potencializar os meus ganhos, considerando que posso precisar de parte desse dinheiro a qualquer momento?" Tenho uma poupança e uma conta remunerada; como aumentar os bancos?
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14/12 - Seis governadores devem começar mandato com situação fiscal confortável, aponta estudo
Das 27 UFs, estão com folga nas contas públicas Amapá, Espírito Santo, Amazonas, Rondônia, Tocantins e Paraíba. Apenas seis estados começam 2019 com boa situação fiscal Dos 27 governadores que tomam posse ou permanecem no cargo a partir de janeiro do ano que vem, seis vão começar o mandato com uma situação fiscal considerada muito boa ou boa. O tamanho do desafio dos governadores foi mensurado por um estudo realizado pela Tendências Consultorias Integrada. De acordo com o levantamento, apenas os governadores de Amapá, Espírito Santo, Amazonas, Rondônia, Tocantins e Paraíba receberão as contas públicas em boas condições. Servidores de Minas Gerais protestam contra salários atrasados Reprodução/TV Globo A crise fiscal dos governos estaduais tem um impacto perverso e direto na vida do cidadão. São os estados que fornecem boa parte dos serviços básicos para a sociedade como educação, saúde e segurança pública. Hoje, sem folga no orçamento, boa parte das políticas públicas está sendo comprometida e, em alguns estados, o salário de servidores está atrasado. Pagamento de 13º salário a servidores ainda está indefinido ou atrasado em 5 estados "A situação dos estados é muito complicada", diz o analista de contas públicas da Tendências, Fabio Klein, e coordenador do estudo. O levantamento teve a participação do economista Marcio Milan, também da Tendências. Para avaliar a situação fiscal dos estados, os analistas deram notas de 0 a 10 com base em dados do Tesouro Nacional para seis indicadores das contas públicas: endividamento; poupança corrente, liquidez, resultado primário, despesa com pessoal e encargos sociais e investimentos. Cada item recebeu um peso diferente e, em seguida, foi feita uma média para cada unidade da federação. Pelo levantamento, os estados com boa capacidade fiscal precisam ter nota média igual ou acima de 6. Com muito boa capacidade, a nota tem de ultrapassar 8 - o único a superar foi Amapá. "Mas a minha experiência mostra que os dados do Amapá variam muito. É preciso olhar com um certo cuidado", afirma Klein. No outro extremo, estão Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. Esses são os Estados mais frágeis. "O Rio vai mal em quase todos os indicadores. O mesmo ocorre com Minas Gerais", diz Klein. Estados com a corda no pescoço Infografia G1 Pessoal e investimento são travas Embora cada estado tenha características peculiares, o levantamento mostrou que as piores avaliações das administrações estaduais geralmente estão no gasto com pessoal e nos investimentos. A dificuldade com pessoal é explicada por sucessivos aumentos concedidos para servidores ao longo dos últimos anos e gastos elevados com trabalhadores inativos – em 12 meses, o gasto dos estados com inativos cresceu 8%. Já os investimentos são afetados e reduzidos diante da pouca margem de manobra dos governantes no controle do orçamento. Dessa forma, segundo especialistas, a solução das contas públicas estaduais passa inevitavelmente por mudanças envolvendo os servidores, com uma ampla reforma da previdência local e mudanças no plano e na estrutura de carreira. "Há medidas (de ajuste) que podem ser adotadas no plano local como aumento da contribuição previdenciária ou eventualmente com a criação de previdência complementares para os estados que não têm”, afirma a economista Ana Carla Abrão, ex-secretária de Fazenda de Goiás. "No campo dos servidores ativos, é preciso rever todas as leis de carreiras que foram incorporando, acumulando um conjunto de benefícios com progressões e promoções automáticas." No dia 5 de dezembro, a Câmara dos Deputados aprovou um projeto que flexibiliza a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) para permitir o estouro do limite de gastos com pessoal. A medida, no entanto, vale apenas para municípios – ou seja, não abrange os governos estaduais. Exemplo do Espírito Santo Considerado um exemplo positivo na condução das contas públicos, o governo do Espírito Santo não escapou dessa regra. O estado reduziu os gastos com servidores, mas teve de segurar boa parte dos investimentos para conseguir equilibrar as contas. "Em 2015, logo ao assumir, o novo governo assinou um decreto que determinava 20% na redução de custeio, suspensão dos concursos e diminuição de cargos comissionados", diz o secretário de Fazenda do Espírito Santo, Bruno Funchal. 14 estados superam limite da LRF para gastos com pessoal em 2017, diz Tesouro Nacional Com as mudanças, a administração do Espírito Santo inverteu uma tendência de crescimento das despesas de 10% ao ano para uma queda de 10% ao ano. "O investimento baixo é uma consequência da política de aumento de pessoal que vinha sendo tocada", diz Funchal. No ano passado, o estado investiu apenas R$ 200 milhões com recursos próprios. Neste ano, com a melhora das contas públicas, deve chegar a R$ 800 milhões. "Todo o ajuste fiscal foi feito com base na despesa, sem aumento de impostos", afirma o secretário. No último relatório do Tesouro Nacional, o Espírito Santo foi o único estado que recebeu nota A para a capacidade de pagamento. Roraima sob intervenção Apesar de o estado ter situação fiscal considerada média na comparação com outros estados, o governo Roraima alega crise financeira, deve salários de servidores, pagamentos a terceirizadas e fornecedores, duodécimo dos poderes, e tem contas bloqueadas por decisões judiciais. Os pagamentos de servidores de todas as secretarias, com exceção da Saúde e Educação, estão atrasados desde outubro e a Secretaria da Fazenda estima uma dívida de R$ 188 milhões só com folhas de pagamento. Não há previsão para o pagamento da 2ª parcela do 13º e os salários de novembro e dezembro podem ficar para 2019. Foi nesse cenário que, no dia 7 de dezembro, o presidente Michel Temer anunciou intervenção federal em Roraima até 31 de dezembro. O estado enfrenta uma crise migratória com a chegada de cidadãos venezuelanos e também uma crise no sistema penitenciário. Entenda a intervenção federal em Roraima
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14/12 - Mentir sobre saída do emprego, salário turbinado, vagas que não existem: veja informações falsas mais comuns no mercado de trabalho
Page Personnel lista 5 informações falsas comuns no recrutamento de profissionais e dá dicas de como evitar as armadilhas. Candidata cadastra currículo em processo seletivo online Reprodução EPTV Empresas e candidatos podem mentir no mercado de trabalho. Por um lado, as companhias podem inventar vagas para sondar como está o mercado de trabalho e as qualificações dos candidatos. Por outro lado, os profissionais fazem de tudo para fisgar a vaga e sair do desemprego, nem que para isso precisem turbinar o salário anterior ou inventar qualificações. De acordo com Lucas Oggiam, gerente executivo da Page Personnel, consultoria global de recrutamento para cargos de nível técnico e suporte à gestão, não é só nas campanhas eleitorais que as informações falsas são estratégias de concorrência. O mercado de trabalho também registra esse comportamento, com características estratégicas similares. Candidatos, empresas e políticos podem mentir por razões idênticas: omitir deslizes de conduta, ocultar desconhecimento sobre temas específicos, melhorar a imagem perante públicos diferentes, aumentar as reais qualificações ou os níveis de experiência. "Mas, na política e na carreira, quando a informação falsa é descoberta, o efeito colateral pode destruir ou ajudar a derrubar tudo o que foi erguido sob bases duvidosas", alerta. Lucas Oggiam compilou 5 informações falsas comuns no recrutamento de profissionais em mais de 10 especializações de mercado, como engenharia, varejo e finanças: Vagas falsas: anúncios para colher dados ou 'mapear' o mercado Segundo Oggiam, em momentos de desemprego em alta, essa prática tem sido comum. Algumas empresas criam anúncios de vagas na internet que não existem. O intuito é apenas mapear o mercado, entender como está a demanda, quanto os profissionais estão pedindo de salários e benefícios. "Muitas vezes isso é feito de forma relativamente inocente, mas não é uma prática aceitável. Um anúncio de emprego deve, em primeiro lugar, oferecer uma oportunidade", diz. Segundo ele, essa prática de sondar o mercado deve ser feita com o auxílio de uma consultoria especializada, ou de plataformas online com banco de currículos. Há também um risco maior com vagas falsas quando alguns aproveitadores têm a intenção de obter informações pessoais dos candidatos projetando eventuais golpes ou vender esse banco de dados para empresas. Ele recomenda, ao receber vagas por e-mail ou WhatsApp, checar a procedência da empresa, se há divulgação em outros portais e até entrar em contato com a companhia para verificar a autenticidade das informações. Salário turbinado: negociando para um teto maior Alguns candidatos turbinam o salário das experiências anteriores – isso é bastante comum em vagas de regime pessoa jurídica (PJ) – onde se torna mais difícil a comprovação dos rendimentos, segundo o gerente executivo da Page Personnel. "Não há nenhum problema em buscar melhorar a expectativa de ganhos, isso é universalmente praticado. O problema é quando o candidato, na ânsia de melhorar sua condição, pode ser confrontado pelo RH, o que certamente vai gerar algum grau de desconforto", diz Oggiam. A saída, segundo ele, é abrir o jogo sobre o salário real e explicar o porquê deseja e precisa ganhar mais. "É simples e mais profissional." Saídas fantasiosas: mentiras sobre as razões de ter saído do emprego Para Oggiam, é compreensível que um candidato não queira expor problemas e desencontros de experiências anteriores no novo trabalho. Mas o problema é quando essa omissão de informação impacta diretamente em alguma exigência técnica ou comportamental para a nova posição. "Assim como na questão salarial, vale muito mais ser franco e explicar os reais motivos de ter largado um trabalho ou ter sido despedido e argumentar o quanto isso o fez crescer e melhorar, pensando na nova oportunidade. É uma questão de foro íntimo, mas a omissão pode custar um preço caro, incluindo quebra de confiança ou mal-estar, a partir do momento que alguém saiba ou descubra a outra versão da história", diz o recrutador. Qualificação além do real: inventando 'senioridade' Segundo o recrutador, pode-se pensar que é normal promover as próprias habilidades, elevando um pouco o nível real diante de uma nova chance de trabalho. "Promover é uma coisa, mentir ou ultrapassar o razoável é outra. Em pouco tempo os gestores vão perceber que a pessoa não tinha a experiência exigida pela vaga, e isso certamente vai gerar desgaste. A empresa investe dinheiro na captação de talentos. É óbvio que profissionais de todos os níveis hierárquicos vão se projetar diante de uma nova chance, mas isso não pode de forma alguma alterar o nível de conhecimento ou a experiência adquirida. A conta sairá cara", explica. Oggiam afirma que é válido incorporar ao currículo viagens, cursos online, palestras, experiências de contato com influenciadores e profissionais consagrados do mercado. Mas descrever qualidades que nunca foram testadas ou "se vender" com uma experiência jamais vivida são práticas que vão gerar problemas. Certificados e projetos duvidosos: quando comprovações não batem Lucas Oggiam alerta: inventar certificados, omitir informações sobre a carga horária real de cursos, extensões ou experiências no exterior são mais comuns do que se imagina. Além da distorção em termos de experiência, há a presunção de que um certificado falso ou a suposta participação em um projeto que não condiz com a verdade vão ajudar na escolha da empresa na hora da contratação. "A mentira ou distorção pode até ajudar nas palavras-chave do currículo, mas não vai sobreviver às entrevistas presenciais", diz. Ele cita o caso de uma profissional que teve problemas com a reputação por apresentar certificados que não eram compatíveis com o conhecimento proposto e participações em projetos que não tinham a finalidade autopromovida. "Ou seja, não vale a pena deslizar nesse quesito. É muito mais interessante o candidato descrever seus conhecimentos informais no currículo e explicá-los na entrevista presencial do que fantasiar com as certificações", finaliza.
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13/12 - Bolsonaro diz que revisará todos os contratos de patrocínio e publicidade da Caixa
Presidente eleito classificou de 'absurdo' gastos que, segundo ele, chegaram a R$ 2,5 bilhões em 2018. Ele também reafirmou que irá revisar contratos do BNDES e Banco do Brasil. Initial plugin text O presidente eleito Jair Bolsonaro afirmou na noite desta quinta-feira (13) que revisará todos os contratos de patrocínio e publicidade da Caixa Econômica Federal. Em sua conta pessoal no Twitter, Bolsonaro classificou de "absurdo" os valores dos contratos que, segundo ele, chegaram a R$ 2,5 bilhões em 2018. O presidente eleito, Jair Bolsonaro, viajou para São Paulo O presidente eleito disse ainda que, quando assumir, também irá rever todos os contratos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), do Banco do Brasil, da Secretaria Especial de Comunicação da Presidência da República, entre outras empresas. "Tomamos conhecimento de que a Caixa gastou cerca de R$ 2,5 bilhões em publicidade e patrocínio neste último ano. Um absurdo! Assim como já estamos fazendo em diversos setores, iremos rever todos esses contratos, bem como os do BNDES, Banco do Brasil, SECOM e outros", afirmou Bolsonaro no Twitter. A Caixa Econômica Federal afirmou, por meio de nota, que o orçamento do banco projetado para ações de publicidade, patrocínio e comunicação neste ano foi de R$ 685 milhões, e que até novembro foram utilizados R$ 500,8 milhões. A Caixa informou, ainda, que as ações de comunicação do banco vem sendo reduzidas desde 2016.
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13/12 - Tabela de fretes afeta negócios de soja e eleva custos ao produtor, diz associação
Comerciantes de grãos começam a comprar soja antes do plantio, e a imposição de preços mínimos de frete a taxas mais altas é motivo de preocupação, segundo a Abiove. Decisão do STF retomou nesta semana a validade da cobrança de multa para quem desrespeitar a tabela do frete Reprodução/RBS TV A lei que impõe preços mínimos de frete para caminhões no Brasil, adotada após uma greve de caminhoneiros em maio, está atrasando as vendas da nova safra de soja, além de adicionar mais custos aos agricultores, disse nesta quinta-feira (13) o presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), André Nassar. Comerciantes de grãos começam a comprar soja antes do plantio, e a imposição de preços mínimos de frete a taxas mais altas é motivo de preocupação, ainda mais diante de um impasse sobre a constitucionalidade da lei, disse ele. Efetivamente, após um forte ritmo de vendas registrado anteriormente, os negócios antecipados estão um pouco mais baixos do que o registrado nesta época nos últimos anos. Dados da consultoria Datagro desta semana apontaram que os agricultores já venderam 30,3% da safra, ante 31,6% da média para o período. "As empresas só vão comprar a soja quando tiverem clareza sobre o frete. Precisa ter clareza no órgão regulador e no Supremo", disse Nassar, em referência a um processo no Supremo Tribunal Federal, movido por empresas, que questiona a constitucionalidade da lei. Na noite de quarta-feira (12), o ministro Luiz Fux, do STF, revogou uma liminar sobre o assunto, o que na prática retoma a validade da cobrança de multa para quem desrespeitar a tabela que instituiu preços mínimos. Isso ocorreu após alguns bloqueios na Rodovia Presidente Dutra no início desta semana e ameaças de novos protestos por caminhoneiros. Na semana passada, o próprio Fux havia concedido a liminar. "O Supremo deu uma decisão e depois revogou a decisão. Tem empresa combinando com o produtor para entregar CIF (custos e frete incluso), pois FOB não dá, por causa da incerteza sobre as regras do preço do frete", afirmou. De acordo com a Abiove, se as empresas arcarem com o custo adicional da tabela, teriam custos adicionais de R$ 5 bilhões. A questão assusta o setor no Brasil, maior exportador global de soja, que está próximo de começar a colheita de uma safra recorde de mais de 120 milhões de toneladas da oleaginosa. A Abiove argumenta ainda a tabela utiliza metodologia falha, que não se aplica à realidade do transporte rodoviário de cargas. "Não há clareza sobre como aplicar a tabela de preços mínimos para cargas a granel que utilizem veículos diferentes de 5 eixos", afirmou a Abiove. A associação disse que "até o momento as ações dos órgãos competentes não buscam solucionar as ilegalidades do tabelamento, apenas agravam a situação ao criar processos para punir os contratantes de frete".
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13/12 - Exportação de carnes de frango e suína do Brasil deve aumentar até 3% em 2019, diz associação
Alta nas vendas incorporaria uma potencial expansão em regiões como Japão, Coreia do Sul e China, que estão mais abertos aos produtos brasileiros. Embarques de carne de porco podem crescer ainda mais por conta de peste suína na China Edgard Garrido/Reuters/Arquivo O Brasil deve embarcar de 2% a 3% mais carnes de frango e suína no próximo ano, em meio a uma esperada recuperação de mercados e incremento de produção, após um 2018 marcado por vendas menores e abaixo do esperado, disse nesta quinta-feira (13) a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). De acordo com o diretor-executivo da entidade, Ricardo Santin, a alta nas vendas incorporaria uma potencial expansão em regiões como Japão, Coreia do Sul e China, que estão mais abertos aos produtos brasileiros. Além disso, a própria produção nacional de carne de frango deve aumentar em 1,4% em 2019, para 13,2 milhões de toneladas, graças a um maior alojamento de matrizes, enquanto a suína tende a crescer até 3%, para 3,7 milhões. Peste na China O avanço nos embarques, contudo, não leva em conta a lacuna de oferta deixada na China por causa dos surtos de peste suína africana. "A exportação pode ser ainda maior", avaliou Santin após coletiva da ABPA, em São Paulo. Ele citou estudo que mostra que ao menos 4 milhões de toneladas de carne suína foram "perdidas" na China em virtude de abates relacionados à doença e que tal volume terá de ser preenchido por outras proteínas para se atender a demanda local. Frango A associação prevê que os embarques de carne de frango do Brasil fechem 2018 com queda de 5,1%, em torno de 4,1 milhões de toneladas, depois de indústrias sofrerem com produção em baixa, greve de caminhoneiros, "burocracias internas" e restrições em alguns mercados. Em meados do ano, a ABPA estimava que as vendas cairiam entre 2% e 3%. "Tivemos outros problemas... Muitos deles decorrentes de burocracias internas, adequação de produtos em alguns países e diminuição de produção", afirmou o diretor-executivo da ABPA, Ricardo Santin, durante coletiva de imprensa em São Paulo. As "burocracias internas" seriam basicamente as relacionadas à fiscalização em plantas produtoras, comentou. Conforme ele, restrições em alguns mercados importadores da proteína nacional também responderam pela retração. Ele citou barreiras comerciais no Egito, alteração de critérios de abate na Arábia Saudita e o próprio embargo da União Europeia a 20 exportadoras, sobretudo de unidades da gigante BRF. Só na Arábia Saudita a perda de exportação foi de 100 mil toneladas em 2018. Apesar disso, frisou o executivo, o Brasil segue como líder global no fornecimento do produto. A ABPA estima que a produção de carne de frango neste ano caia 1,7%, para 12,82 milhões de toneladas. Quanto à carne suína, a ABPA estimou que as exportações brasileiras cairão 8% em 2018, para 640 mil toneladas, com a produção recuando 3,2%, para 3,63 milhões. Esse setor, em específico, foi muito prejudicado no ano pelo embargo russo, suspenso em novembro. Relações internacionais A ABPA avaliou que a disputa comercial entre Estados Unidos e China neste ano foi favorável ao Brasil, com mais vendas ao gigante asiático, embora não a ponto de impedir a quedas nas exportações. "A guerra comercial, em alguns momentos, gerou oportunidades... Hoje somos uma oportunidade para a China, eles nos veem como um fornecedor confiável de proteínas", comentou o presidente da ABPA, Francisco Turra. Com efeito, os envios de carne de frango do Brasil à China aumentaram 10% no acumulado do ano até novembro, ao passo que os de carne suína saltaram 250%. Em paralelo, Turra também disse ser contra a transferência da embaixada do Brasil em Israel para Jerusalém, algo já prometido pelo presidente eleito Jair Bolsonaro. O receio da ABPA é de perda de mercado no mundo arábe, que não vê com bons olhos a potencial alteração de local. "Uma coisa é falar como candidato, outra coisa é falar como presidente eleito, com equipe... Não se pode afetar as relações", afirmou Turra, destacando que já houve encontro com a futura ministra da Agricultura, a deputada Tereza Cristina (DEM-MS), para se tratar da questão -- na ocasião, a própria ABPA sugeriu a criação de um consulado ou centro cultural em Jerusalém, não uma embaixada. Ele também defendeu o fim do estabelecimento do fretes mínimos para transporte de mercadorias e melhoria de infraestrutura no país. Nesse sentido, Turra anunciou um novo projeto, chamado "500K", que visa levar o país a embarcar uma média mensal de 500 mil toneladas de carnes suína e de frango até 2020, frente 394 mil atualmente. O aumento se daria também com um trabalho de conquista e expansão de mercados.
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13/12 - Comissão do Congresso aprova Orçamento da União para 2019
Será o primeiro Orçamento da gestão do presidente eleito Jair Bolsonaro. Texto deve ser analisado em plenário por deputados e senadores na próxima semana. A Comissão Mista de Orçamento durante reunião nesta quinta-feira (13) Najara Araújo/Câmara dos Deputados A Comissão Mista de Orçamento do Congresso Nacional aprovou nesta quinta-feira (13) a proposta orçamentário para a União de 2019. Será o primeiro Orçamento da gestão do presidente eleito, Jair Bolsonaro. O texto do senador Waldemir Moka (MDB-MS), que detalha as receitas e despesas federais, precisa ser analisado no plenário do Congresso antes de seguir para a sanção presidencial. A tendência é que o projeto seja analisado pelo plenário na semana que vem, uma vez que o recesso parlamentar terá início no dia 23. Na prática, como o prazo final para a sanção ou veto deverá ser no começo janeiro, a decisão poderá ficar nas mãos do presidente eleito. A proposta prevê receitas e despesas totais para o ano que vem de R$ 3,381 trilhões. O projeto considera que o déficit nas contas públicas pode chegar a R$ 139 bilhões, o equivalente a 1,9% do PIB. “Não estamos aqui fabricando receita. Estamos fazendo um Orçamento dentro do que o poder Executivo mandou”, declarou o relator. Na área das despesas, os gastos com a Previdência lideram – R$ 637,9 bilhões. Gastos com pessoal somam R$ 351,4 bilhões. A dotação prevista para o Bolsa-Família em 2019 é de R$ 29,5 bilhões - o texto reduziu o montante previsto para o programa que está condicionado a aprovação de créditos: esse valor passou para 5,7 bilhões. O Mais Médicos terá R$ 3,7 bilhões no ano que vem. Já o programa Minha Casa, Minha Vida terá prevista dotação de R$ 4,6 bilhões. Os investimentos vão alcançar R$ 38,9 bilhões. Os benefícios fiscais – renúncias de tributos e subsídios, por exemplo – devem somar R$ 376,2 bilhões no ano que vem, valor que corresponde a 5,1% do PIB. “O governo de transição participou, conversou, esteve aqui conosco e deu a contribuição que poderia dar dentro do prazo que nós estabelecemos”, afirmou o presidente da CMO, Mário Negromonte Júnior (PP-BA). Salário mínimo O relator manteve a previsão do salário mínimo em R$ 1.006, valor proposto pelo Poder Executivo em agosto, quando o projeto foi enviado. O valor definitivo para 2019, no entanto, só será oficializado em decreto editado pelo governo em primeiro de janeiro. O novo salário, por lei, é calculado a partir de uma fórmula que leva em conta o crescimento do PIB e a variação do INPC, índice que mede a inflação. Atualmente, o mínimo está em R$ 954. Reajuste de agentes comunitários Antes da votação do Orçamento, o relator propôs a realocação de recursos para custear o piso salarial dos agentes comunitários de saúde e de combate à endemias. A proposta, aprovada pela Comissão, remanejou R$ 600 milhões para bancar o novo piso salarial, que foi validado pelo Congresso quando derrubou o veto do presidente Michel Temer à medida. Reajuste dos servidores O relator manteve uma previsão de recursos no projeto para o reajuste dos servidores, mas ressaltou que a decisão sobre conceder os benefícios vai ficar para o futuro governo. Ele lembrou que há uma medida provisória em vigor que adia o benefício para 2020. Essa MP perde validade em fevereiro. A discussão sobre o tema também está no Supremo Tribunal Federal. Regra de ouro O texto reduziu de R$ 258,2 bilhões para R$ 248,9 bilhões o valor do crédito extra que o governo terá de pedir ao Congresso para pagar despesas correntes no ano que vem. Fundo Partidário A proposta de Orçamento aprovada pelos parlamentares prevê dotação de R$ 927,7 milhões para 2019, valor que já constava da proposta inicial, enviada pelo Poder Executivo. Neste ano, a verba prevista para o Fundo Partidário somou R$ 888,7 milhões. Cenário macroecônomico O texto considerou, como parâmetros econômicos: crescimento do PIB de 2,5%; inflação de 4,25%; taxa Selic de 8,0% e dólar a R$ 3,66. O parecer conclui que as despesas previstas estão previstas considerando o teto de gastos.
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